Você tem como me ajudar?
O que pode ser isso? Eu não estou entendendo nada.
O que pode ser isso? Eu não estou entendendo nada.


Pensamentos suicidas, pensamentos criminosos, pensamentos de blasfêmia contra Deus e o Espírito Santo. Será que um ser humano em suas condições normais pensaria dessa forma? Sabemos que existe um distúrbio psiquiátrico de ansiedade conhecido na psicologia como TOC (Transtorno Obsessivo-Compulsivo).
A Bíblia é bem clara em falar sobre a opressão maligna. Já que este assunto está associado com a ansiedade, em 1 Pedro 5.7,8 temos um conselho para lançarmos sobre Cristo as nossas ansiedades. “Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós. Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar.”

BLASFEMEI CONTRA O ESPÍRITO SANTO?
Podemos ser torturados se não usarmos as armaduras de Deus.
Como saber se blasfemei ou não contra o Espírito Santo? Existem evidências? Qual é a conduta de uma pessoa que realmente cometeu o pecado imperdoável? A resposta destas perguntas é a chave para compreendermos o real significado do ato de blasfemar contra a terceira pessoa da trindade.
Pensava ter blasfemado contra o Espírito Santo
Quando tinha mais ou menos 17 anos vieram à minha mente pensamentos horríveis contra Deus e o Espírito Santo. Eram pensamentos involuntários os quais vinham frequentemente com muita força, e pareciam incontroláveis. A tortura aumentava quando olhava para o texto de Marcos 3.28,29, onde Cristo diz: “Na verdade vos digo que todos os pecados serão perdoados aos filhos dos homens, e toda a sorte de blasfêmias, com que blasfemarem; qualquer, porém, que blasfemar contra o Espírito Santo, nunca obterá perdão, mas será réu do eterno juízo.”
Eu não compreendia como isso poderia ocorrer a um crente. Depois me vieram pensamentos como: “pra mim não há mais saída; qualquer pecado Deus perdoa, mas esse aqui não; “não adianta mais ir à igreja adorar a Deus; tudo perdeu o sentido; estou sendo um hipócrita; sou muito mau; todo mundo peca, mas esse pecado aqui prova o grau de minha maldade” Eu estava mesmo à beira de um colapso psicológico! Passei mais ou menos três messes assim. Não comentei nada com ninguém sobre isto. O que fazer agora? Será que tudo havia chegado ao fim?
Eu atuava na banda da igreja e era assíduo na escola bíblica dominical, mas estava continuamente muito deprimido. Na igreja, pela minha inquietação, os irmãos começaram a perceber a minha falta de paz. Eles queriam me ajudar, mas também vinha outro pensamento: “não adianta eu lhes contar, ninguém pode me ajudar”
À medida que a tristeza aumentava perdia a vontade de me alimentar e comecei a perder peso. Também não conseguia me concentrar mais nas aulas, e o rendimento escolar baixou. Era uma tortura era sem tréguas. Frequentemente estava pensativo. Acordava no meio da noite preocupado e chorava escondido. Um certo dia veio outro pensamento maligno: “já que estou perdido, porque não aproveito este resto da vida para me divertir no mundo? Quem sabe lá conseguirei um pouco de paz!” Mas só em imaginar no perigo deste estilo de vida mundano eu não me sentia nada confortável e sabia que a situação só iria piorar.
Por outro lado eu era fascinado pelo estudo da escatologia bíblica, então eu dizia: “sei que não há mais salvação para mim. Quando o arrebatamento ocorrer ficarei aqui para sofrer juntamente com os que ficaram. Mesmo assim enfrentarei o que der e vier, talvez Deus, de alguma forma, se compadeça de mim e me salve; e se não fizer parte da geração do arrebatamento pelo menos morrerei de forma digna, mas não me entregar para este mundo. No fundo eu ainda abrigava uma esperança remota.
Hoje quando me lembro destas coisas, sei o quanto Satanás é cruel. Ele não mede esforço para provocar tanto a tortura física como psicológica. Ele lança pensamentos em nossa mente, usando inclusive o nosso próprio tom de voz, a fim de pensarmos que tais pensamentos são nossos. Mas ele foi desmascarado. Deus me mostrou que eu não havia blasfemado coisa nenhuma e que tudo era uma grande mentira, então eu fui liberto para a glória de Jesus Cristo e hoje escrevo no Blog do Semeador a fim de mostrar que em Cristo nós somos mais que vencedores. Deus me fez compreender melhor João 8:32: “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.”
O fim da tortura
Por providencia de Deus, certo dia encontrei alguns jovens em uma livraria evangélica, e um deles portava um livro, e logo lhe perguntei que livro era. Ele prontamente me apresentou: “Nos domínios do Espírito” do pastor Estêvam Ângelo de Souza (in memoriam), um dos melhores da CPAD sobre a pessoa do Espírito Santo. Ele também me disse que, se quisesse me emprestaria, pois já o tinha lido. Recebi com muita alegria e estabeleci o prazo de devolução. Durante a leitura me deparei com o assunto que mais precisava naquele momento, o qual transcrevo literalmente. Esse trecho desmascarou definitivamente a Satanás de forma fulminante:
A blasfêmia é pecado imperdoável, não porque Deus não seja misericordioso, mas porque o que assim procede afasta-se conscientemente do plano redentor de Deus e revela por si mesmo ter um coração insensível, que não sabe afligir-se pelo pecado. sem tal sentimento é impossível o arrependimento que conduz ao perdão e à reconciliação com Deus… Satanás frequentemente tem atormentado algumas pessoas com medo de haverem cometido esse “pecado imperdoável.” Entretanto, o fato de uma pessoa afligir-se pelo temor de haver cometido tal pecado é a prova de não o ter praticado, pois os que o praticam, tão insensíveis se tornam, que nem se apercebem que estão pecando.” (Souza, p.238,239)
Descobri que esse não era o meu caso. Primeiramente porque os pensamentos vinham de forma involuntária.
Como saber se blasfemei ou não contra o Espírito Santo? Existem evidências? Qual é a conduta de uma pessoa que realmente cometeu o pecado imperdoável? A resposta destas perguntas é a chave para compreendermos o real significado do ato de blasfemar contra a terceira pessoa da trindade.
Pensava ter blasfemado contra o Espírito Santo
Quando tinha mais ou menos 17 anos vieram à minha mente pensamentos horríveis contra Deus e o Espírito Santo. Eram pensamentos involuntários os quais vinham frequentemente com muita força, e pareciam incontroláveis. A tortura aumentava quando olhava para o texto de Marcos 3.28,29, onde Cristo diz: “Na verdade vos digo que todos os pecados serão perdoados aos filhos dos homens, e toda a sorte de blasfêmias, com que blasfemarem; qualquer, porém, que blasfemar contra o Espírito Santo, nunca obterá perdão, mas será réu do eterno juízo.”
Eu não compreendia como isso poderia ocorrer a um crente. Depois me vieram pensamentos como: “pra mim não há mais saída; qualquer pecado Deus perdoa, mas esse aqui não; “não adianta mais ir à igreja adorar a Deus; tudo perdeu o sentido; estou sendo um hipócrita; sou muito mau; todo mundo peca, mas esse pecado aqui prova o grau de minha maldade” Eu estava mesmo à beira de um colapso psicológico! Passei mais ou menos três messes assim. Não comentei nada com ninguém sobre isto. O que fazer agora? Será que tudo havia chegado ao fim?
Eu atuava na banda da igreja e era assíduo na escola bíblica dominical, mas estava continuamente muito deprimido. Na igreja, pela minha inquietação, os irmãos começaram a perceber a minha falta de paz. Eles queriam me ajudar, mas também vinha outro pensamento: “não adianta eu lhes contar, ninguém pode me ajudar”
À medida que a tristeza aumentava perdia a vontade de me alimentar e comecei a perder peso. Também não conseguia me concentrar mais nas aulas, e o rendimento escolar baixou. Era uma tortura era sem tréguas. Frequentemente estava pensativo. Acordava no meio da noite preocupado e chorava escondido. Um certo dia veio outro pensamento maligno: “já que estou perdido, porque não aproveito este resto da vida para me divertir no mundo? Quem sabe lá conseguirei um pouco de paz!” Mas só em imaginar no perigo deste estilo de vida mundano eu não me sentia nada confortável e sabia que a situação só iria piorar.
Por outro lado eu era fascinado pelo estudo da escatologia bíblica, então eu dizia: “sei que não há mais salvação para mim. Quando o arrebatamento ocorrer ficarei aqui para sofrer juntamente com os que ficaram. Mesmo assim enfrentarei o que der e vier, talvez Deus, de alguma forma, se compadeça de mim e me salve; e se não fizer parte da geração do arrebatamento pelo menos morrerei de forma digna, mas não me entregar para este mundo. No fundo eu ainda abrigava uma esperança remota.
Hoje quando me lembro destas coisas, sei o quanto Satanás é cruel. Ele não mede esforço para provocar tanto a tortura física como psicológica. Ele lança pensamentos em nossa mente, usando inclusive o nosso próprio tom de voz, a fim de pensarmos que tais pensamentos são nossos. Mas ele foi desmascarado. Deus me mostrou que eu não havia blasfemado coisa nenhuma e que tudo era uma grande mentira, então eu fui liberto para a glória de Jesus Cristo e hoje escrevo no Blog do Semeador a fim de mostrar que em Cristo nós somos mais que vencedores. Deus me fez compreender melhor João 8:32: “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.”
O fim da tortura
Por providencia de Deus, certo dia encontrei alguns jovens em uma livraria evangélica, e um deles portava um livro, e logo lhe perguntei que livro era. Ele prontamente me apresentou: “Nos domínios do Espírito” do pastor Estêvam Ângelo de Souza (in memoriam), um dos melhores da CPAD sobre a pessoa do Espírito Santo. Ele também me disse que, se quisesse me emprestaria, pois já o tinha lido. Recebi com muita alegria e estabeleci o prazo de devolução. Durante a leitura me deparei com o assunto que mais precisava naquele momento, o qual transcrevo literalmente. Esse trecho desmascarou definitivamente a Satanás de forma fulminante:
A blasfêmia é pecado imperdoável, não porque Deus não seja misericordioso, mas porque o que assim procede afasta-se conscientemente do plano redentor de Deus e revela por si mesmo ter um coração insensível, que não sabe afligir-se pelo pecado. sem tal sentimento é impossível o arrependimento que conduz ao perdão e à reconciliação com Deus… Satanás frequentemente tem atormentado algumas pessoas com medo de haverem cometido esse “pecado imperdoável.” Entretanto, o fato de uma pessoa afligir-se pelo temor de haver cometido tal pecado é a prova de não o ter praticado, pois os que o praticam, tão insensíveis se tornam, que nem se apercebem que estão pecando.” (Souza, p.238,239)
Descobri que esse não era o meu caso. Primeiramente porque os pensamentos vinham de forma involuntária.
Segundo, eu não tinha propósito de estragar minha vida neste mundo perdido. Então conclui que realmente se tratava de uma grande mentira de Satanás. Então naquela hora eu disse pra satanás ouvir: Ah então era você que estava me atormentando esse tempo todo e eu não sabia! Eu te repreendo agora em nome de Jesus, vá embora já! Gloria a Deus eu fui liberto na hora! Eu me firmei em Romanos 8:1: “Nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus.” O meu amor por Jesus aumentou ainda mais.
Hoje compreendo que isto ocorreu por permissão de Deus a fim de que hoje pudéssemos ajudar alguém que esteja enfrentando este mesmo problema. Graças a Deus muitas pessoas já foram ajudadas através deste testemunho.
Querido irmão(ã): Se você se encontra perturbado por pensamentos dessa natureza, seja também liberto ainda hoje. Saiba que se trata apenas de uma acusação falsa de Satanás. Não se deixe enganar, declare desde já a sua vitória em nome Jesus Cristo. Ele te ama muito, creia!
Joel /Blog do Semeador.
Hoje compreendo que isto ocorreu por permissão de Deus a fim de que hoje pudéssemos ajudar alguém que esteja enfrentando este mesmo problema. Graças a Deus muitas pessoas já foram ajudadas através deste testemunho.
Querido irmão(ã): Se você se encontra perturbado por pensamentos dessa natureza, seja também liberto ainda hoje. Saiba que se trata apenas de uma acusação falsa de Satanás. Não se deixe enganar, declare desde já a sua vitória em nome Jesus Cristo. Ele te ama muito, creia!
Joel /Blog do Semeador.
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Veja João 3.16-18:Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele.
Adália Helena.
Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo...
Filipenses 3:13,14
Todos querem ser felizes mas umas pessoas são mais felizes que outras. Qual é o segredo da felicidade? Filipenses 4 explica o que você precisa para ser feliz:
1. Se alegrar em Deus

2. Ser grato e entregar os problemas a Deus

Atenção! Não se esqueça de agradecer a Deus pela ajuda! Quem é grato é mais feliz.
3. Pensar em coisas boas

4. Pôr em prática

Seja feliz!
Fonte: BÍBLIA SAGRADA ONLINE
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