27 de abril de 2024

Plano de Aula Bíblica Adultos/Betel – Lição 04: Ordenança quanto à contribuição financeira

A paz do Senhor Jesus Cristo a todos que amam a palavra de Deus, sejam muito bem vindos.

     

 

Deus sempre em Primeiro Lugar.
Mestre, Obreiro ou Professor(a) da Escola Bíblica Dominical,
Esses materiais vão te auxiliar no preparo da aula.
Antes de dar esta aula pesquise os pontos abordados em seu Plano de Aula. Entenda a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos. O conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. procure ser criativo na exposição do assunto.


- Tenha todo o material da aula à mão para que não haja interrupções.

- Receba seus alunos com muito amor e alegria. Aqueles que tem faltado, mostre o quanto faz falta. O quanto é especial.

- Perguntem como passaram a semana.

- Escutem atentamente o que eles falam.

- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.

- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
  
Ore com sua turma por sua aula.
Observe se á algum pedido especial, pois as vezes pode ter acontecido algo com eles, e a sua oração, será aquilo que pode deixar tranquilo e confiante em Deus.

 Apresentem o título da lição:
Ordenança quanto à contribuição financeira

Cante:
Movimente-se cante com alegria .
Ensine como devemos adorar a Deus e porque devemos.
Crédito endereço na descrição dos vídeos:

GRATO A TI | NÚMERO 370 | HINOS DA HARPA CRISTÃ COM LETRA



Harpa Cristã 535 - Tu És Fiel, Senhor



Hino da Harpa Cristã 564 Conta As Bênçãos

Tenham uma excelente e produtiva aula!
O Senhor lhe abençoe e capacite! 
 Trabalhem os pontos levantados na lição sempre de forma participativa e contextualizada.


TEXTO ÁUREO
Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria.
2Coríntios 9.7.


VERDADE APLICADA
Dizimar e ofertar são ações norteadas, não pela ideia de troca ou barganha, mas por princípios de adoração, gratidão, mordomia e fidelidade ao Senhor.


OBJETIVOS DA LIÇÃO
Explicar que há base bíblica para os dízimos e as ofertas.
Mostrar a importância dos dízimos e ofertas.
Falar sobre os cuidados com o orçamento


TEXTO REFERÊNCIA
Malaquias 3: 10-11
10- Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós uma bênção tal, que dela vos advenha a maior abastança.

11- E, por causa de vós, repreenderei o devorador, para que não vos consuma o fruto da terra; e a vide no campo vos não será estéril, diz o Senhor dos Exércitos.

2Coríntios 9: 6

6- E digo isto: Que o que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia em abundância, em abundância também ceifará.


LEITURAS COMPLEMENTARES
SEGUNDA | Gn 4.4
A oferta de Abel.

TERÇA | Gn 28.20-22
O voto de Jacó.

QUARTA | Lv 27.30
Todos os dízimos da terra pertencem a Deus.

QUINTA | Dt 14.22
Os dízimos para o serviço do Senhor.

SEXTA | 1Sm 8.15
O costume do rei.

SÁBADO | PV 11.24
Os que retêm mais do que é justo.


ESBOÇO DA LIÇÃO
Introdução
1- Trazei todos os dízimos à casa do tesouro
2- Dízimo e ofertas: Uma rica semeadura
3- Os cuidados necessários com o orçamento
Conclusão.



MOTIVO DE ORAÇÃO
Ore para que haja mantimento e manutenção na Casa do Senhor.


INTRODUÇÃO
É fundamental que o discípulo de Cristo tenha sempre em mente os princípios bíblicos que devem nortear a utilização, com foco nos dízimos e nas ofertas, dos recursos financeiros que Deus permite que estejam conosco: mordomia, gratidão, senhorio de Deus, fidelidade, adoração, responsabilidade, entre outros, pois tudo pertence ao Senhor [Gn 14.19; Sl 24.1; Rm 11.36].


PONTO DE PARTIDA
Devemos ofertar com alegria.


TRAZEI TODOS OS DÍZIMOS À CASA DO TESOURO
O termo dízimo, do hebraico “ma’aser ou ma’asar (no plural) e no feminino ma’ asrah”, tem o sentido de décima parte. Dízimo: a décima parte de algo; contribuição dada pelos fiéis à igreja. Deus promete prosperidade: estado ou qualidade do que é próspero, ou seja, bem-sucedido, feliz a quem for fiel. Dízimo não é barganha, também ninguém é coagido a entregá-lo; é uma questão de fé e de consciência cristã, de que tudo pertence a Deus e somos apenas mordomos.


1.1. Origem do dízimo.
O dízimo é princípio bíblico, um mandamento estabelecido com promessas, é a devolução de parte dos ganhos ou bens ao Senhor, incluindo dinheiro ou produtos [Pv 3.9]. A lei mosaica não criou as práticas do dízimo, mas apenas regulamentou, porque o dízimo, na Bíblia, vem do período patriarcal. A primeira menção de dízimo na Bíblia está registrada no livro de Gênesis, capítulo quatorze, referindo-se a uma atitude voluntária do patriarca Abraão, que deu o dízimo de todo o despojo que levara do oponente a um sacerdote de nome Melquisedeque [Gn 14.18- 20]. Jacó, neto de Abraão, também se comprometeu voluntariamente a dar dízimos [Gn 28.22].

Pr. Fernando Viana (Revista Betel Dominical, 1º Trimestre de 2018, Lição 12): “É importante sabermos que a prática de dizimar não era restrita a Israel no antigo Oriente Médio. Existia entre os gregos, egípcios e mesopotâmios, entre outros, conforme citações da literatura arcadiana. Em tais culturas, os dízimos eram pagos a deuses ou a templos, fazendo parte, assim, da piedade religiosa, conforme comentário de R. N. Champlin. tanto, pelos relatos acerca de Abraão e Jacó [Gn 14.20; 28.22), o dízimo não foi estabelecido em Israel pela lei mosaica. A lei deu conteúdo e forma à prática do dízimo [Lv 27; Nm 18; Dt 12, 14, 26].”


1.2. O dízimo é a maior doutrina da prosperidade.
Quem entrega os dízimos e as ofertas alçadas não precisa se preocupar com a doutrina da prosperidade, hoje tão pregada nas igrejas. Você já está fazendo a sua parte. Deus é fiel e cumprirá o que prometeu: derramar bênçãos sem medida. A bênção do Senhor é concedida para quem é fiel com a Sua obra. Você não colocará os seus recursos em sacos furados [Ag 1.6). Deus, através do profeta Ageu, repreende o povo de Israel: “É para vós tempo de habitardes nas vossas casas estucadas, e esta casa há de ficar deserta? Ora, pois, assim diz o Senhor dos Exércitos: Aplicai os vossos corações aos vossos caminhos.” [Ag 1.4- 5]. Se não, nada dará certo. Será servo do dinheiro [Ag 1.6], será amante do dinheiro [1Tm 6.10], será escravo do dinheiro [Pv 12.9].

Pr. Valdir Alves de Oliveira (Livro Favos de Mel): “O salmista diz: “Fui moço e agora sou velho; mas nunca vi desamparado o justo, nem a sua descendência a mendigar o pão.” [S] 37.25]. Preste atenção na palavra “justo “. Que promessa! A Palavra de Deus é fiel. Ele nunca nos desamparará: “(…) se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós uma bênção Portal, que dela vos advenha a maior abastança” [Ml 3.10b).”


1.3. A confirmação do dízimo e das ofertas por Jesus.
Jesus repreendeu os escribas e fariseus por acharem que o dízimo era a salvação. Ao esclarecer o mais importante, Ele disse: “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Pois que dizimais da hortelã, do endro e do cominho e desprezais o mais importante da lei, o juízo, a misericórdia e a fé; devíeis, porém, fazer estas coisas, e não omitir aquelas.” [Mt 23.23]. Ele prestou atenção nas ofertas dadas no templo, ao ponto de ver uma viúva que só tinha duas pequenas moedas depositar no gazofilácio. Uma lição de vida em que Jesus deixa claro de como Deus vê nossas contribuições e donativos; a nossa oferta não é avaliada segundo o montante, mas pela quantidade de sacrifício nela envolvido (Lc 21.1-4].

Pr. Valdir Alves de Oliveira (Livro Fonte de Inspiração): “Os antidizimistas usam o Velho Testamento só para as promessas e bênçãos e não para as responsabilidades, claro que nada hoje é obrigado e não tem lei humana nem regra eclesiástica que force ou determine as pessoas a dizimarem ou as proíbem de entrarem nas igrejas ou ainda participarem da membresia. Se eu falo em voluntariedade, generosidade, filantropia ou em dízimo, eu não vejo distância nos vocábulos, porque quem faz um ou outro, deve fazer de livre e espontânea vontade, de coração, com fé, com gratidão, com semeadura, com consciência de que nada neste mundo funciona sem dinheiro, sem donativos, igreja nenhuma abre as suas portas sem as doações de seus membros. A igreja não tem verbas governamentais para custeá-la.”

* Dízimo é uma questão de fé e de consciência cristã, de que tudo pertence a Deus e somos apenas mordomos.


2- DÍZIMO E OFERTAS: UMA RICA SEMEADURA
O local de entregar o dízimo é bem claro na Bíblia:
A casa do tesouro [MI 3.10]. Tem muita gente querendo administrar o seu próprio dízimo, repartindo e dando aos pobres ou às pessoas necessitadas, isso se chama generosidade e não dízimo (Rm 12.8; 1Co 16.1, 14].


2.1. Adorando a Deus com os nossos recursos.
Deus tem promessas aos que não são avarentos, egoístas e gananciosos. Deus diz através do profeta Malaquias que será repreendido o devorador, gafanhoto [Ml 3.11]. Virá com abastança, fartura [MI 3.10]. Terá celeiros abundantes [2Co 9.8; Pv 3.9-10]. Prosperará [Pv 11.24-26]. Ο campo não será estéril [Ml 3.11]. Paulo escreve que os beneficiados pelas ofertas intercederão em oração pelos ofertantes [2Co 9.14]. Servirá de exemplo para os demais [Lc 21.1-4]. Jesus disse: “Mas bem-aventurada coisa é dar do que receber” [At 20.35].

Através da contribuição financeira, honramos a Deus [Pv 3.9-10]. Diversos textos bíblicos se referem à prática de oferecer a Deus a primeira e melhor porção do fruto de seu trabalho [Dt 26.9-11). Comentário Bíblico Beacon: “Muitas pessoas dão ao Senhor as sombras. Se tiverem condições de ofertar depois de as contas serem pagas, elas o fazem. Estas pessoas podem ser sinceras e contribuir de boa vontade, mas não estão obedecendo ao que a Palavra diz. Deus quer a primeira parte de nossa renda”.


2.2. Deus tem compromisso com quem tem compromisso com Ele.
Deus se compromete com quem se compromete com Ele. Pode fazer prova; não é fazer chantagem, nem colocar Deus na parede, não é negociação [Ml 3.10; 2Co 9.8]. O crente precisa entender que, mesmo entregando o dízimo e dando ofertas na casa de Deus, vêm os momentos de sequidão, mas com certeza Deus garante a vitória àqueles que se mantiverem com fidelidade. A promessa de Jesus é essa: “Dai, e ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordando vos darão” [Lc 6.38a].

Bispo Abner Ferreira e Pr. Marcos Sant’Anna (Que Pregues a Palavra, Editora Betel, 2019, p. 252-253): “Abraão, Jacó e o Dízimo – (…) Notemos agora os aspectos presentes nos dois primeiros relatos bíblicos acerca do dízimo (Abraão – Gênesis 14.20-e Jacó – Gênesis 28.22): a) Voluntariedade ambos vivenciando diferentes momentos, porém demonstrando a mesma espontaneidade; b) Reconhecimento de mordomia tanto Abraão como Jacó expressaram que tinham consciência de que aquilo que chegasse até eles, vinha de Deus e era de propriedade divina [Gn 14.19; 28.22]; c) Gratidão em reconhecimento à segurança, ao alimento, às vestimentas e à paz, o dízimo será dado; d) Adoração – ambos lidaram com o dízimo como ato de adoração.”


2.3. Quem semeia muito, muito ceifará.
Paulo diz: “Quem semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia em abundância em abundância também ceifará” [2Co 9.6]. Deus é fiel. Ele multiplicará a vossa sementeira e aumentará os frutos da vossa justiça [2Co 9.10]. Não contribua colocando Deus na parede, não o faça com tristeza, com pesar, reclamando, murmurando, Deus não aceitará a sua oferta. O servo será chamado de bom e fiel, quando mesmo no pouco ele for fiel, então terá a promessa de ser colocado sobre o muito [Mt 25.21). Aqui está falando que Deus conhece as suas possibilidades e o tamanho dos seus celeiros. Ele não está exigindo nada que você não possa fazer. É de acordo com o tamanho das suas forças.

Bíblia de Estudo Pentecostal: “Em conformidade com o princípio do amor, devemos dar aos necessitados. O próprio Deus medirá a generosidade do crente e o recompensará. A medida da bênção e da recompensa a recebermos será proporcional ao nosso interesse pelos outros e à ajuda que lhes damos.”

* O local de entregar o dízimo é bem claro na Bíblia: a casa do tesouro.


3- OS CUIDADOS NECESSÁRIOS COM O ORÇAMENTO
Todos nós precisamos ter um orçamento mensal, tudo aquilo que entra e sai em matéria de recursos financeiros, quanto ganhamos e quanto gastamos, a conta tem que fechar no final do mês. Se possível, precisamos ainda de uma reserva ou uma poupança pequena para alguma surpresa inesperada.


3.1. A administração do nosso orçamento é de responsabilidade nossa.
O orçamento é seu, se você gasta mais do que ganha, o problema não é de Deus. Faça economia, não gaste com aquilo que não é pão, ou seja, com coisas desonestas, não gaste com supérfluos ou coisas que jamais vai usar ou precisar, corra das promoções onde se compra as coisas até sem precisão, só porque está barato. Infelizmente não controlamos as nossas finanças e depois reclamamos que o dinheiro não dá para nada e ainda murmuramos por ser dizimistas fiéis na casa de Deus. Quando o membro é dizimista fiel e vive em dificuldade financeira, não é culpa de Deus e sim da falta de planejamento dos seus recursos.

Bispo Abner Ferreira (Revista Betel Dominical, 1º Trimestre de 2020 – Lição 6 – A necessidade de um planejamento financeiro): “Tópico 3 – A presença de Deus no planejamento. O Senhor é o dono de tudo, inclusive de nossas vidas [SI 24.1]. Reconhecê-lo como Senhor e pedir Seu auxílio e orientação são sempre as mais sábias das escolhas que fazemos: 3.1 – Reconhecer Deus como Senhor de tudo – busquemos a direção do Senhor em todo o tempo; 3.2 – Administrar com sabedoria a nossa mordomia familiar – o sucesso de todo homem ou mulher de Deus estará sempre associado à sua comunhão com Deus [Gn 39.2]; 3.3 Honrar a Deus também com as finanças Portanto, na elaboração do planejamento financeiro familiar, o primeiro item deve ser o dízimo e na distribuição ao longo do mês é necessário que as ofertas sejam consideradas [2Co 9.7-11].”


3.2. A administração dos recursos da casa do tesouro é de responsabilidade de quem a governa.
Se os administradores não derem uma destinação justa para os recursos, o problema não é seu, é deles. Deus é quem trata com os maus administradores, com aqueles que usam de má-fé e vivem regaladamente às custas dos fiéis; com aqueles que ficam ricos na exploração dos fiéis, que deixam as ovelhas em estado de penúria, comem a gordura, se vestem da lã e degolam o cevado [Ez 34.3]. Aquele que for negligente ou desonesto com o dinheiro da igreja, será tido como servo mau e infiel, as consequências serão desastrosas.

A correta administração dos recursos na casa do tesouro é um compromisso significativo. A passagem em Ezequiel 34:3 destaca a responsabilidade dos administradores diante de Deus. Este ensinamento sublinha que, em caso de má administração, o ônus recai sobre os responsáveis, e Deus lidará com aqueles que agem de forma irresponsável. Esse entendimento reflete a advertência bíblica de que a negligência ou desonestidade com os recursos resultará em consequências graves, sendo considerados como “servos maus e infiéis”. Estes princípios ressaltam a importância da integridade na administração financeira eclesiástica.


3.3. Faça a sua parte, cumpra o seu dever com fidelidade.
a) Faça a sua parte, cumpra o seu dever, o Senhor se encarrega da parte dEle;
b) Dízimo também é uma questão de consciência, como eu vou deixar os meus irmãos pagarem sozinhos a manutenção da igreja que eu congrego e gasto também os utensílios. Quem frequenta a igreja é justo ajudar na sua manutenção;
c) O dízimo também pode envolver primícias do tempo, da colheita, dos animais, mas hoje a nossa relação de troca é o dinheiro, que é a nossa base de pagamento de despesas.

Bispo Abner Ferreira e Pr. Marcos Sant’Anna (Que Pregues a Palavra, Editora Betel, 2019, p. 255-256): “O Dízimo e a Igreja muitos alegam que o dízimo era uma prática restrita ao tempo da Lei. Contudo, já foi constatado que o dízimo é anterior à Lei. Diferentemente de outros aspectos da Lei de Moisés, que, no Novo Testamento, claramente é indicado que não precisamos observar, como: sacrifícios; circuncisão; guarda do sábado; entre outros; em relação ao dízimo não há sequer uma determinação quanto à revogação. Muito pelo contrário, quando Jesus faz menção ao dízimo, Ele não afirma que a prática estava abolida [Mt 23.23]. (…) É relevante atentarmos para o fato de que o princípio encontrado no Antigo Testamento quanto ao sustento do ministério sagrado, permanece no Novo Testamento.
1Coríntios 9.13-14.

* Todos nós precisamos ter um orçamento mensal, tudo aquilo que entra e sai em matéria de recursos financeiros.


CONCLUSÃO
Que o Espírito Santo nos ajude a termos sempre em mente a relevância da sabedoria, consciência bíblica, fidelidade, gratidão, alegria, participação e regularidade nas ações de dizimar e ofertar na igreja local, para a manutenção das atividades evangelísticas e a glória de Deus. Atendemos também na graça da contribuição.
2Coríntios 8.7.


 

 2Timóteo 2.15.
Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade. 
  João 3.16 
Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo...Filipenses 3:13,14
O segredo da felicidade está nestes versículos
Todos querem ser felizes mas umas pessoas são mais felizes que outras. Qual é o segredo da felicidade? Filipenses 4 explica o que você precisa para ser feliz:
1. Se alegrar em Deus

Ser feliz é uma decisão. Se você é salvo por Jesus, você tem muitas razões para ser feliz! Mesmo quando tudo corre mal, você tem a vida eterna e a amizade, a proteção e o conforto de Deus. Alegre-se, nem tudo é ruim!
2. Ser grato e entregar os problemas a Deus

Você está preocupado com alguma coisa? Não deixe que a ansiedade estrague sua felicidade. Fale com Deus sobre o problema. Confie em Deus e ele vai lhe ajudar. Não precisa ficar ansioso.

Atenção! Não se esqueça de agradecer a Deus pela ajuda! Quem é grato é mais feliz.
3. Pensar em coisas boas

Muitas vezes pensamos tanto nas coisas ruins da vida que esquecemos das coisas boas. Pensamentos negativos tiram a felicidade. Por isso, quando você está em baixo, pense em coisas boas! Por cada pensamento negativo pense em duas coisas positivas e agradeça a Deus por elas.
4. Pôr em prática

Saber não basta. Você precisa praticar! Quanto mais você pratica, mais fácil fica. Se você realmente quer ser feliz, precisa praticar o que a Bíblia diz.
Seja feliz!

Fonte: BÍBLIA SAGRADA ONLINE

Seja imitador de Deus
  
Se é ensinar, haja dedicação ao ensino". Rm12 : 7b.

26 de abril de 2024

Plano de Aula Bíblica Adultos/ Cpad – Lição 04: Como se Conduzir na Caminhada

A paz do Senhor Jesus Cristo a todos que amam a palavra de Deus, sejam muito bem vindos.

     
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PROFESSOR(A).
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👉 Apresentem o título da lição:
Como se Conduzir na Caminhada
Nesta lição, trataremos sobre a conduta cristã neste mundo enquanto aguardamos o grande Dia da Redenção. Para essa jornada, nosso Senhor deixou orientações contundentes e necessárias a fim de que os seus discípulos não perdessem o ânimo, mas suportassem as aflições deste mundo (Jo 16.33). Na sequência, veremos também que o andar do crente deve ser prudente e com sabedoria, principalmente para com os que estão de fora. Por fim, a lição aponta que os dias são maus e, por isso, o crente deve ter um modo de vida vigilante.

APRESENTAÇÃO DA LIÇÃO
Objetivos da Lição:
I) Apontar o padrão de conduta cristã descrito na Palavra de Deus;
II) Explicar que a caminhada cristã deve ser conduzida com prudência e sabedoria;
III) Advertir qual deve ser o comportamento do crente frente aos dias maus.

Motivação: 
O maior desafio da vida cristã consiste em viver neste mundo de modo santo, justo e agradável a Deus. Para tanto, a Bíblia exorta quanto ao preparo espiritual do crente para lidar com os dias maus que não são poucos. Comente sobre esse preparo espiritual e pergunte aos seus alunos o que o crente deve fazer para se preparar para lidar com as adversidades.

Sugestão de Método:
O segundo tópico da lição destaca a orientação do apóstolo Paulo a não andarmos como néscios, mas sim como sábios durante o tempo da nossa peregrinação por este mundo. 
A partir dessa reflexão, desenhe duas colunas, na lousa, uma denominada de Néscios e a outra, de Sábios; e pergunte aos alunos quais são os comportamentos observados nos néscios e nos sábios. 

Escreva as informações em cada coluna respectivamente e reforce que viver de modo sábio é ser semelhante a Jesus.

Cante:
Movimente-se cante com alegria .
Ensine como devemos adorar a Deus e porque devemos.
Crédito endereço na descrição dos vídeos:
Harpa Cristã Hino 378 As Pisadas do Mestre Cantado & Legenda



Harpa Cristã - 126 - BEM AVENTURANÇA DO CRENTE.wmv



DEUS VAI TE GUIAR - (VERSÃO POPULAR) - 28. HARPA CRISTÃ - (CIFRADO) - CARLOS JOSÉ


SUGESTÃO:
Para iniciar o estudo utilizem a:
Dinâmica: No Caminho
Objetivo:
Ilustrar como o cristão deve se conduzir na caminhada para o céu.

Material:
Figuras de pés humanos

Bíblia dos alunos

Procedimento:
- Peçam para os alunos abrirem a Bíblia no salmo 01.
- Façam, inicialmente, uma leitura do salmo por completo.
- Agora, distribuam, aleatoriamente um cartão para cada aluno com a expressão “caminho dos justos” ou “caminho dos ímpios”.
Observem a quantidade de cartões diferentes para que seja semelhante.
- Peçam para que os alunos se agrupem em 02 grupos de acordo com o que está escrito no cartão que receberam.
- Peçam para que cada grupo leia novamente o salmo 01 e escreva nas figuras dos pés o que deve fazer o justo para permanecer no caminho e o que deve fazer para que o ímpio mude de caminho.

Estipulem um tempo para isto.
- Depois, leiam conjuntamente o último versículo do salmo 01:
- “Porque o Senhor conhece o caminho dos justos; porém o caminho dos ímpios perecerá”.
Fonte da dinâmica por Sulamita Macedo//blog/atitudedeaprendiz.blogspot.com

💨 Trabalhem os pontos levantados na lição sempre de forma participativa e contextualizada.

TEXTO ÁUREO
Andai com sabedoria para com os que estão de fora, remindo o tempo.
Colossenses 4.5.


VERDADE PRÁTICA
A jornada para Céu deve ser feita com prudência e sabedoria num contexto de oposição à nossa maneira de viver.


LEITURA DIÁRIA
Segunda – Jo 13.15
O Senhor Jesus como nosso modelo de vida

Terça – Jo 4.34; 6.38; 17.4
Fazendo a vontade do Pai na caminhada

Quarta – 1 Co 9.24-27
A jornada espiritual semelhante à de um atleta

Quinta – Pv 9.9,10
A necessidade da prudência na caminhada

Sexta – Ef 2.2,3
Não podemos trilhar o caminho dos néscios na jornada

Sábado – Cl 4.5
Remindo o tempo ao longo da caminhada


LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Efésios 5.15-17
15 – Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, mas como sábios,

16 – remindo 0 tempo, porquanto os dias são maus.

17 – Pelo que não sejais insensatos, mas entendei qual seja a vontade do Senhor.


INTRODUÇÃO
Na jornada da vida cristã o Pai Celestial estabelece o padrão de conduta para a vida eterna. Ele sinaliza como devemos agir ao longo desse caminho para o Céu. Por isso, como evidência do seu amor e cuidado, preparando tudo para que trilhem os bem o caminho da verdade, o Pai nos corrige em nossa jornada cristã. Por isso, nesta lição, estudaremos a respeito de como devemos nos conduzir pelo caminho que nos leva ao Céu.


PALAVRA CHAVE:
CONDUTA


I- O PADRÃO DE CONDUTA NA CAMINHADA CRISTÃ
1- Jesus como nosso padrão de conduta.
Antes de analisarmos o texto bíblico de Efésios 5, cabe-nos refletir a respeito de um padrão geral de conduta para fazer a vontade do Pai nesta caminhada cristã. Há um padrão que o Senhor Jesus espera de seus discípulos para fazer a vontade de Deus nesta vida? A palavra “padrão” expressa uma norma determinada por consenso, ou por uma autoridade oficial, que se torna base de comparação consagrada como modelo a ser seguido. O Senhor Jesus ensinou o seguinte: “ Porque eu vos dei exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também” (Jo 13-15). Ora, esse texto expressa que Ele é o nosso modelo de conduta, o nosso padrão de vida. Sim, há um padrão de conduta que tem como base o nosso Senhor e quem deseja fazer a vontade de Deus neste mundo deve olhar para Jesus, o autor e consumador da nossa fé (Hb 12.2).


2- Fazendo a vontade de Deus.
Como Filho de Deus, Jesus procurou agradar ao Pai na jornada desta vida, fazendo sempre a sua vontade (Jo 4.34; 6.38; 17.4). Não por acaso, nosso Senhor nos incentivou a buscar a vontade do Pai na oração que Ele ensinou aos discípulos, o “ Pai Nosso” (Mt 6.10; cf. Mt 26.39,42). Aos olhos humanos, parece muito difícil andar no padrão divino de Cristo. Entretanto, isso é possível quando buscamos o auxílio do alto, conforme oração ensinada por Ele (Mt 6.9-13). Logo, o cristão que deseja ir para o céu procura fazer a vontade de Deus, deixando de lado o caminho do egoísmo, do orgulho e da vaidade; procurando se aproximar e praticar a “ Lei de Ouro” ensinada pelo nosso Senhor: “ tudo o que vós quereis que os homens vos façam fazei-lo também vós” (Mt 7.12; cf. Rm 13.8,10).


3- Uma vida cristã bem-sucedida.
A respeito da vida cristã, o apóstolo Paulo disse que estamos numa “ competição espiritual” e, por isso, devemos procurar o caminho certo para nos acharmos qualificados (1 Co 9.24-27). Dessa forma, o cristão possui um padrão que o levará a uma vida espiritual bem-sucedida. Sabemos que pessoas bem-sucedidas procuram espelhar-se em outras pessoas ilustres, equilibradas e resilientes (cf. 1 Co 11.1). Ora, em Cristo Jesus temos esse padrão e modelo. Ele foi resiliente, equilibrado e ilustre até a morte, de modo que o apóstolo Paulo escreveu sobre o nosso Senhor, exortando que o imitássemos: “De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus” (Fp 2.5; cf. Mt 11.29).


SINOPSE I
Jesus é nosso modelo de conduta, o nosso padrão de vida.


AUXÍLIO HISTÓRICO-CULTURAL
Aquele que diz que está nele também deve andar como ele andou (1 Jo 2.6). “Andar é periepatesen, uma palavra frequentemente usada como uma imagem do ‘modo de vida’ . Quem mantiver um íntimo relacionamento com Jesus Cristo irá demonstrar a realidade desse relacionamento vivendo uma vida cristã. Os tempos dos verbos deixam claro que João está falando a respeito de estilo de vida. O que se está afirmando não é que essa pessoa está salva, mas que ela está vivendo em comunhão com o Senhor — que ela ‘está nEle’. A prova desta reivindicação — não a prova da reivindicação de ser salva — é que essa pessoa mantém um modo de vida cristão. […] João deixa claro que os princípios que movem o mundo estão em conflito direto com Deus e com tudo 0 que Ele representa. Desta forma, ninguém que esteja envolvido pela perspectiva que 0 mundo tem na vida irá fazer a vontade de Deus, nem desfrutar das bênçãos eternas conhecidas por aqueles que vivem eternamente” (RICHARDS, Lawrence 0 . Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2007, pp. 535,36).


II – FAZENDO A CAMINHADA COM PRUDÊNCIA E SABEDORIA
1- O que é prudência?
Podemos dividir o capítulo 5 de Efésios em três partes: 1) a caminhada do cristão em amor (Ef 5.1-14); 2) uma caminhada sábia (Ef 5.15-17); 3) uma trajetória cheia do Espírito Santo (Ef 5.18-33). Aqui, nos deteremos na segunda parte. Em Efésios 5, o apóstolo Paulo ensina a respeito da caminhada do cristão neste mundo. Neste capítulo, a palavra “ prudência” se destaca. De acordo com o Antigo Testamento, a palavra “ prudência” tem conotação de compreensão, discernimento (Pv 9.9). Em Provérbios 9.10, quando se diz que o justo “ crescerá em prudência”, o termo traz a ideia de ensino, instrução e capacidade para ensinar. No Novo Testamento, a palavra remete a algo que Deus derramou sobre nós, ou seja, “ toda a prudência”, entendimento, conhecimento e amor à vontade de Deus (Ef 1.8). Então, podemos conceituar prudência como virtude que nos permite agir com cuidado e moderação diante de situações desafiadoras; é uma razão prática que nos permite discernir entre as escolhas mais adequadas para fazer o bem (Pv 16.16; cf. Tg 5.17).


2- Não andeis como néscios!
Apóstolo Paulo diz que não devemos andar como néscios (Ef 5.15), cujo adjetivo asophos, traz a ideia de alguém insensato, tolo, ignorante e embotado (Lc 24.25); mas como “sábios”, ou seja, diligente, cuidadoso e sábio, cheio do Espírito Santo para fazer a vontade do Senhor. Ser néscio reflete uma vida de ignorância espiritual, ausência de sabedoria e desprovida de luz divina; significa estar imerso numa jornada de pecado (Ef 2.2,3). Por isso, o apelo do apóstolo Paulo para o crente é: “vede prudentemente como andais”. Em outras palavras: seja prudente. O apóstolo deixa claro que os que vivem na carnalidade jamais agradarão a Deus (Rm 8.8).


3- Andeis como sábios!

O adjetivo que Paulo usa para qualificar quem caminha para o céu é “ sábio”, do grego sophós, uma pessoa hábil, perita. Esse adjetivo descreve em essência a vida do cristão dirigida pelo Espírito Santo. Ora, os que andam no Espírito, caminham na luz, na santidade e tem sabedoria (Ef 1.8; Cl 4.5). Por meio da luz divina, que habita o crente, seu andar é com discernimento, a sabedoria realmente o faz distinguir entre o que deve ou não fazer. Há um compromisso de jamais voltar à conduta antiga do mundo. Contudo, é relevante compreender que essa sabedoria não é humana, não surge de cursos acadêmicos; ela é espiritual, vem de cima. Por meio dessa sabedoria, andamos em santidade (Hb 12.14) e nos tornamos semelhantes a Jesus (1 Jo 3.2; Gl 3.26).


SINOPSE II
A sabedoria no crente o faz discernir entre o que deve ou não fazer.


AUXÍLIO BÍBLICO-TEOLÓGICO
Compreender a vontade do Senhor “ Enquanto fazer o melhor uso das oportunidades está relacionado à diligência ou à sabedoria, compreender a vontade do Senhor está relacionado ao discernimento. A sabedoria na vida diária reside na vontade de Deus; e ao procurar discernir esta vontade, devemos sempre distinguir entre o que está relacionado ao geral e ao particular. O primeiro é encontrado nas Escrituras, por exemplo, Deus não quer ‘que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se’ (2 Pe 3.9). Esse seu desejo particular pela vida de cada pessoa poder ser conhecido através dos princípios das Escrituras, dos conselhos comunitários ou da sabedoria, da oração e da orientação que nos foram revelados pelo Espírito Santo. ‘Confia no Senhor de todo o teu coração e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas’ (Pv 3.5, 6). Quando toda nossa vida está relacionada à vontade de Deus, em suas dimensões geral e particular, então estaremos vivendo de forma prudente e sábia” (Comentário Bíblico Pentecostal Novo Testamento. Vol. 2. Romanos—Apocalipse. Rio de Janeiro: CPAD, 2003, pp. 450, 451).


III – VENCENDO OS DIAS MAUS
1- Remindo o tempo.
O versículo 16 de Efésios 5 apresenta o verbo remir como tradução do grego exagorázõ. Ele possui dois sentidos: 1) redimir, resgatar do poder de outro pelo pagamento de um preço; 2) comprar para uso próprio. Então, podemos dizer que remir é uma expressão usada para se referir à sabedoria dos compradores que esperavam o momento certo para comprar de acordo com o melhor preço oferecido pelo mercado. Com a expressão “ remindo o “tempo”, o apóstolo Paulo se refere ao cristão que se conduz de maneira proveitosa e sábia no contexto deste mundo (Ef 5.16; cf. Cl 4.5).


2- Remindo o tempo e a Volta do Senhor.
Quando se falava a respeito de remir o tempo entre os cristãos primitivos, estes tinham em mente a iminência da segunda vinda do Senhor Jesus, ou seja, esse esperado acontecimento poderia acontecer a qualquer momento (1 Co 15.51). Por isso, os cristãos eram incentivados a procurar sabiamente aproveitar todas as oportunidades, em especial, no sentido de se prepararem espiritualmente para aquele dia. Assim , a perspectiva da iminente volta do nosso Senhor faz com que não percamos tempo com coisas banais; antes, nos exorta a viver de maneira sábia, santa e piedosa, pois o Senhor Jesus pode voltar a qualquer momento (1 Ts 4.15).


3- Os dias são maus.

Outra expressão que chama atenção é “os dias são maus” (Ef 5.16). Ela revela que estamos inseridos numa sociedade dominada pelo pecado, que pode tomar nosso tempo e nos levar à prática do mal. Não podemos nos conformar com essa possibilidade, não podemos ser insensatos a tal ponto, mas entender “qual seja a vontade de Deus” (Ef 5.17). Desse modo, a vontade de Deus tem a ver com, como cristãos, aproveitarmos 0 tempo para fortalecer nossa vida espiritual, praticar o bem para com os outros, ler a Bíblia, orar, se consagrar e congregar (Gl 6.10; Hb 10.25).


SINOPSE III
O crente deve fortalecer a sua vida espiritual para lidar com as adversidades dos dias maus.


CONCLUSÃO
Em nossa caminhada para as mansões celestiais precisamos seguir o padrão divino, isto é, as normas determinadas pelo Pai, que estão inseridas em sua Palavra (2 Tm 3.16). É preciso viver sábia e prudentemente, aproveitando bem as oportunidades de fazer o bem, e não deixarmo-nos dominar pelos dias maus, na certeza de que a Vinda do Senhor se aproxima e, isso, nos incentiva de maneira santa (Hb 12.14).


REVISANDO O CONTEÚDO
1- O que a palavra “ padrão” expressa?
R. A palavra “ padrão” expressa uma norma determinada por consenso, ou por uma autoridade oficial, que se torna base de comparação consagrada como modelo a ser seguido.



2- Como o capítulo 5 da Carta aos Efésios pode ser dividido? 
R. Podemos dividir o capítulo 5 de Efésios em três partes: 1) a caminhada do cristão em amor (Ef 5-1- 14); 2) uma caminhada sábia (Ef 5-15- 17); 3) uma caminhada cheia do Espírito Santo (Ef 5.18-33).



3- De acordo com a lição, conceituar as palavras “ prudência” e “ néscio”.
R. Podemos conceituar prudência como virtude que nos permite agir com cuidado e moderação diante de situações desafiadoras; é uma razão prática que nos permite discernir entre as escolhas mais adequadas para fazer o bem (Pv 16.16; cf. Tg 5.17).



4- Explique a expressão “ remir”.
R. Remir é uma expressão usada para se referir à sabedoria dos compradores que esperavam o momento certo para comprar de acordo com o melhor preço oferecido pelo mercado.



5- O que a expressão “os dias são maus” revela?
R. Essa expressão revela que estamos inseridos numa sociedade dominada pelo pecado, que pode tomar o nosso tempo e nos levar à prática do mal.




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Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo...
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Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade. 
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Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
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O segredo da felicidade está nestes versículos
Todos querem ser felizes mas umas pessoas são mais felizes que outras. Qual é o segredo da felicidade? Filipenses 4 explica o que você precisa para ser feliz:
1. Se alegrar em Deus

Ser feliz é uma decisão. Se você é salvo por Jesus, você tem muitas razões para ser feliz! Mesmo quando tudo corre mal, você tem a vida eterna e a amizade, a proteção e o conforto de Deus. Alegre-se, nem tudo é ruim!
2. Ser grato e entregar os problemas a Deus

Você está preocupado com alguma coisa? Não deixe que a ansiedade estrague sua felicidade. Fale com Deus sobre o problema. Confie em Deus e ele vai lhe ajudar. Não precisa ficar ansioso.
Atenção! Não se esqueça de agradecer a Deus pela ajuda! Quem é grato é mais feliz.
3. Pensar em coisas boas

Muitas vezes pensamos tanto nas coisas ruins da vida que esquecemos das coisas boas. Pensamentos negativos tiram a felicidade. Por isso, quando você está em baixo, pense em coisas boas! Por cada pensamento negativo pense em duas coisas positivas e agradeça a Deus por elas.
4. Pôr em prática

Saber não basta. Você precisa praticar! Quanto mais você pratica, mais fácil fica. Se você realmente quer ser feliz, precisa praticar o que a Bíblia diz.
Seja feliz!

Fonte: BÍBLIA SAGRADA ONLINE
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