31 de maio de 2023

Plano de Aula Bíblica Jovens/Cpad – Lição 10: Bendiga ao Deus criador

✋ A paz do Senhor Jesus Cristo a todos que amam a palavra de Deus, sejam muito bem vindos.
Mestre, Obreiro ou Professor(a) da Escola Bíblica Dominical,
Esses materiais vão te auxiliar no preparo da aula.
Antes de dar esta aula pesquise os pontos abordados em seu Plano de Aula. Entenda a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos. O conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. procure ser criativo na exposição do assunto.
A AULA VAI COMEÇAR
👉 Vejam estas sugestões abaixo:
PLANO DE AULA
Prof. O Salmo 104. Veremos que ele é um hino que celebra as obras de Deus. 
Enfatize aos alunos que o estudo deste Salmo vai nos trazer uma compreensão ainda maior a respeito do Deus que governa a Criação. 
Veremos que o Senhor não somente criou todas as coisas mediante o poder da sua palavra, Ele também a sustenta. Aproveite a temática da lição e promova uma reflexão a respeito dos feitos do Senhor. 
Mostre que somente Ele é digno de que venhamos bendizê-lo para sempre. 
Você verá que esta lição é um convite para, a partir da perfeição da obra de Deus, encontrarmos sentido para superar obstáculos em todas as áreas da nossa vida.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
Pergunte aos alunos o que eles conhecem a respeito do Salmo 104. 
Ouça-os com atenção. 
Em seguida, reproduza a tabela abaixo no quadro. 
Converse com os alunos explicando que o Salmo 104 fala a respeito do poder criativo de Deus. 
Diga que o Senhor não somente criou o universo, mas o sustenta até os dias de hoje. 
Faça, de forma resumida, uma explanação a respeito do relacionamento de Deus com a sua criação
Utilize a tabela para também mostrar a estrutura do Salmo.
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1- A glória de Deus na criação (vv. 1-23).
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2- A glória de Deus na conservação( vv. 24-30).
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3- A glória de Deus na correção (vv. 31-35).
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Extraído de Comentário Bíblico Beacon. Vol 3. Rio de Janeiro: CPAD, pp. 270,271.
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Cante:
Movimente-se cante com alegria .
Ensine como devemos adorar a Deus e porque devemos.
Crédito endereço na descrição dos vídeos:
Deus criou os céus e a Terra - LOUVOR - Crianças, Intermediários e Adolescentes


Comunidade Internacional da Zona Sul - Marca De Cristo (Clipe Oficial MK Music)


Hino 25 - Harpa Cristã - Jesus Tu és Bom


HARPA CRISTÃ: Grato a Ti 370

•Tenha todo o material da aula à mão para que não haja interrupções.

· Receba seus alunos com muito amor e alegria. Aqueles que tem faltado, mostre o quanto faz falta. O quanto é especial.

- Perguntem como passaram a semana.

- Escutem atentamente o que eles falam.

- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.

- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
  
Ore com sua turma por sua aula.
Observe se á algum pedido especial, pois as vezes pode ter acontecido algo com eles, e a sua oração, será aquilo que pode deixar tranquilo e confiante em Deus.
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👉 Apresentem o título da lição: 
Bendiga ao Deus criador
Tenham uma excelente e produtiva aula!
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Para iniciar utilizem a:
Dinâmica: Contemplando a criação
Objetivos:
- Contextualizar o estudo sobre o salmo 104 com a vida dos alunos.
- Levar os alunos a expressar atos de celebração pela criação divina.
Material:
Não precisa

Procedimento:
- Organizem os alunos em círculo para uma roda de conversa.

- Falem: O salmista apresenta no salmo, que acabamos de estudar, expressões de louvor a Deus ao contemplar a criação divina, seu cuidado e sustento.

- Perguntem:

1 - O que vocês gostam de admirar na criação? Por quê?

Aguardem as respostas.

Todos os alunos devem emitir suas preferências.

2 – Qual sua atitude diante daquilo que você contempla como obra da criação de Deus?

Aguardem as respostas.

Todos os alunos devem falar de seu comportamento diante das obras divinas.

- E, por fim, proponham que os alunos cantem parte de 01 hino que fale sobre a obra criadora de Deus ou outro que exalte o nome do Senhor.
- Para concluir, peçam para que os alunos façam uma oração pela oportunidade de poder contemplar e usufruir daquilo que Deus criou.

Fonte da dinâmica por Sulamita Macêdo. /Blog//atitudedeaprendizblogspot.com.


VAMOS DESCOBRIR
Você já parou para pensar na grandeza do universo, dos mundos animal e vegetal, e no corpo humano? Os detalhes são tão grandiosos que impressionam a qualquer observador, até mesmo aos cientistas. A vida não surgiu de forma espontânea, em processos guiados de forma cega, ao longo de milhares de anos. O universo não surgiu a partir de uma explosão, em que o caos deu lugar ao mundo como vemos, perfeitamente organizado. A verdade é que tudo veio à existência pela vontade de Deus. O Senhor criou todas as coisas.

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TEXTO PRINCIPAL
Bendize, ó minha alma, ao SENHOR! SENHOR, Deus meu, tu és magnificentíssimo; estás vestido de glória e de majestade. […] Bendize, ó minha alma, ao SENHOR. Louvai ao SENHOR.
Salmos 104.1,35.


RESUMO DA LIÇÃO
Deus é majestoso e glorioso, e suas obras revelam a sua magnificência. Por isso, somos chamados a louvá-lo, meditar em seus feitos e bendizê-lo por toda a vida.


LEITURA SEMANAL
SEGUNDA – Is 40.22
Deus está assentado sobre o globo da Terra.

TERÇA – SI 96.6
“Glória e majestade estão ante a sua face”.

QUARTA – At 17.24,28a
Nele vivemos, nos movemos e existimos.

QUINTA – Ec 3.1-8
O tempo determinado para as coisas.

SEXTA – Rm 11.33-36
A sabedoria insondável de Deus.

SÁBADO – Zc 12.1; Rm 8.16
A vida interior é uma criação de Deus.



OBJETIVOS
- EXPLICAR a glória e a majestade de Deus apresentada no Salmo 104;
- CONSCIENTIZAR de que Deus governa a criação;
- SABER que o Salmo 104 é um convite para nos deleitarmos no bem do Senhor.


TEXTO BÍBLICO
Salmos 104.1-5,9-12,19-24,35
1 Bendize, ó minha alma, ao SENHOR! SENHOR, Deus meu, tu és magnificentíssimo; estás vestido de glória e de majestade.

2 Ele cobre-se de luz como de uma veste, estende os céus como uma cortina.

3 Põe nas águas os vigamentos das suas câmaras, faz das nuvens o seu carro e anda sobre as asas do vento.

4 Faz dos ventos seus mensageiros, dos seus ministros, um fogo abrasador.

5 Lançou os fundamentos da terra, para que não vacile em tempo algum.

9 Limite lhes traçaste, que não ultrapassarão, para que não tornem mais a cobrir a terra.

10 Tu, que nos vales fazes rebentar nascentes que correm entre os montes.

11 Dão de beber a todos os animais do campo; os jumentos monteses matam com elas a sua sede.

12 Junto delas habitam as aves do céu, cantando entre os ramos.

19 Designou a lua para as estações; o sol conhece o seu ocaso.

20 Ordenas a escuridão, e faz-se noite, na qual saem todos os animais da selva.

21 Os leõezinhos bramam pela presa e de Deus buscam o seu sustento.

22 Nasce o sol e logo se recolhem e se deitam nos seus covis.

23 Então, sai o homem para a sua lida e para o seu trabalho, até à tarde.

24 Ó SENHOR, quão variadas são as tuas obras! Todas as coisas fizeste com sabedoria; cheia está a terra das tuas riquezas.

35 Desapareçam da terra os pecadores, e os ímpios não sejam mais. Bendize, ó minha alma, ao SENHOR. Louvai ao SENHOR.
Nesta lição, estudaremos um hino de louvor que celebra as obras de Deus. Nesse sentido, trataremos a respeito da glória e da majestade divinas. Veremos também como Deus governa a Criação, destacando seu poder criador, ordenador e sustentador. E, finalmente, refletiremos a respeito do convite do salmista a cantar ao Senhor, meditar em seus feitos e bendizê-lo para sempre. Esta lição é um convite para, a partir da perfeição da obra de Deus, encontramos sentido para superar obstáculos em nossa vida espiritual.


I – A GLÓRIA E A MAJESTADE DE DEUS
1- Estrutura do Salmo 104.
O Salmo 104 inicia e encerra com a seguinte expressão: “Bendize, ó minha alma, ao Senhor!”. Ele é um hino de celebração da criação de Deus, das coisas ordenadas e sustentadas por Ele mesmo. Muitos estudiosos o remontam ao primeiro e ao segundo capítulo de Gênesis. Por isso, podemos apreciar uma divisão do Salmo 104 parecida com os dias de Gênesis: Primeiro dia: Luz (v.2a); segundo dia: divisão das águas (w.2b-4); terceiro dia: separação entre a terra e a água (vv.5-13). vegetação e árvores (vv.14-18); quarto dia: luzeiros como guardião do tempo (vv.19-24); quinto dia: criaturas marinhas (vv. 25,26); sexto dia: animais terrestres, o homem (vv.21-24) e alimentos para as criaturas (vv.27-30). Assim, essa estrutura revela a majestade e a glória do Criador e, por isso, somos convidados a deleitar a nossa alma à vista do maravilhoso trabalho manual do Deus Todo-Poderoso.


2- Deus está vestido de glória e majestade.
Os versículos 1 e 2 dizem que Deus está vestido de glória e de majestade, além dos céus serem uma “cortina”, as águas, “o vigamento de sua morada”, bem como os anjos e ministros, “ventos e labaredas de fogo” (vv.3,4), É o Deus que está assentado sobre o globo da Terra (Is 40.22); em que a “glória e majestade” revelam a sua face e o seu santuário revela sua “força e formosura” (Sl 96.6). Logo, os quatro primeiros versículos do Salmo 104 revelam razões preciosas para que os seres humanos exaltem e adorem a Deus.


3- Contemplando a glória de Deus.
É bem possível que você esteja vivendo dias em que não se sinta disposto(a) a bendizer ao Senhor. Pode ser que uma “tormenta” misturada ao “furacão” tenha se abatido sobre a sua vida. Uma decepção com o vestibular ou outra com uma vaga de emprego que não se abriu, uma decepção afetiva ou qualquer outra circunstância que trouxe incômodo à sua alma. Muitas vezes a nossa fé é posta à prova diante de uma experiência de sofrimento.

Uns acabam perdendo a fé nesse processo, mas outros conseguem superá-lo e sair fortalecidos com a força do Espírito Santo. Isso acontece quando eles compreendem que o Deus majestoso revela a sua glória, força e formosura até mesmo em momentos sombrios (Is 40.22; SI 96.6). Ainda que o momento seja de vazio e sem forma, todavia, Deus é poderoso para dar um acabamento perfeito. A ordem e a sustentação da Criação nos revelam um Deus majestoso e formoso que ordena e sustenta a nossa vida por completo (At 17.24,28a).


PENSE!
Deus é glorioso e majestoso.


PONTO IMPORTANTE!
O Senhor deve ser exaltado e adorado.


SUBSÍDIO 1
Professor(a), explique que o Salmo 104 é “um hino a respeito da criação de todas as coisas, efetuada por Deus, e do seu providente cuidado concernente a todas as suas obras. Ressalta o seu interesse e cuidado em tudo que Ele criou, pois Ele está presente no mundo e o sustém. Aquilo que Deus continua fazendo no universo revela a sua glória. Todavia, a criação executada por Deus está maculada pelo pecado e pelo mal; por isso, o Salmo termina com uma oração para Deus remover da criação todo mal e todas aqueles que vivem na iniquidade (cf. Rm 8.19-23).” (Bíblia de Estudo Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD. p. 856.).


II – DEUS GOVERNA A CRIAÇÃO
1- Deus criou.
A questão de apresentar Deus como o Criador é de grande importância para nós, os cristãos. Ela responde às perguntas: “De onde viemos?”, “Qual é a nossa origem?” “Para onde vamos?”. São perguntas que remontam o sentido da vida. Diante de muitas tentativas humanas em responder qual o sentido da vida e às questões do início e do fim da existência, o Salmo 104 afirma que Deus criou a luz (v.2a), dividiu as águas (vv.2b-4), criou a vegetação e as árvores (vv.14-18), criou as criaturas marinhas (vv.25.26), criou os animais terrestres, o homem e os alimentos para as criaturas (vv.21-30). Nesse sentido, tudo o que vemos na Criação tem a assinatura celestial do Criador. Ora, sem Deus não haveria o sol, a lua, as estrelas, o céu, a terra, os animais, sem Deus você não existiria.


2- Deus ordenou.
Deus não apenas criou, mas Ele ordenou a sua Criação.
Certo filósofo da antiguidade disse que próprio do sábio é ordenar. 
Deus é todo sábio (v.24; Rm 11.33-36) e, por isso, ordenou a sua criação (vv.19-22). 
Pense nos ciclos das estações do ano: 
o verão, o outono, o inverno e a primavera. Tudo ordenado pelo Criador. 
Pense no ciclo vital das plantas: 
germinação da semente, crescimento da planta e produção de novas sementes. 
Assim também no ciclo vital dos seres vivos: 
Nascem, desenvolvem-se, reproduzem-se e morrem.

Pense ainda nas fases de desenvolvimento do ser humano:
Infância, adolescência, fase adulta e velhice. 
Tudo na Criação, tanto humana quanto vegetal, tem um tempo estabelecido e ordenado por Deus (Ec 3.1-8). 
Isso não é aleatório ou por acaso, mas revela um Criador que ordenou, com precisão, o que criou (Gn 1.6-13). 
Por acaso, a sua vida não pode ser ordenada por Ele?


3- Deus sustenta.
Deus criou, ordenou e não abandonou a sua Criação (v.5). Ele estabeleceu as Leis naturais que garantem o sustento e o desenvolvimento de tudo que formou (vv. 11-15). 
A respeito do ser humano, a Palavra de Deus diz: “Fala o Senhor […] que forma o espírito do homem dentro dele” (Zc 12.1). 
Já parou para pensar que, além do sustento físico, Deus sustenta a vida interior do ser humano?
 Você tem dentro de si algumas faculdades cognitivas sem as quais a vida seria impossível:

1) memória:
2) atenção;
3) imaginação;
4) vontade;
5) linguagem etc.

É por meio dessas faculdades que a Palavra de Deus comunica para nós a vontade divina e o Espírito Santo esclarecemos a respeito de verdades celestiais (Rm 8.16). Por isso, o Senhor Jesus afirmou: “[…] Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus” (Mt 4,4). Ora, Ele sustenta você física, emocional e espiritualmente.


PENSE!
Deus criou, ordenou e sustenta todas as coisas.


PONTO IMPORTANTE!
Deus não nos abandonou à própria sorte.


SUBSÍDIO 2
Professor(a), explique que Deus governa e sustenta a sua criação. “Ele cuida para que estes tenham moradia adequada. Deus concedeu sabedoria aos homens para que construam por si mesmos e para o rebanho que é útil para eles, todavia, há algumas criaturas para as quais Deus provê mais imediatamente abrigo, Algumas aves, por instinto, constroem seus ninhos em arbustos próximos de rios: Nas nascentes que correm entre os moentes, habitam as aves do céu, cantando entre ramos (v. 12). Elas cantam de acordo com sua capacidade para honra de seu Criador e benfeitor, e o canto delas envergonha o nosso silêncio, ‘Nosso Pai celestial as alimenta’ (Mt 6.26), por isso, elas são tranquilas, alegres e não pensam no amanhã.” (HENRY, Matthew. Comentário Bíblico Antigo Testamento: Jó a Cantares. Rio de Janeiro: CPAD. 2010. p. 574.)


III – UM CONVITE PARA DELEITAR-SE NO BEM DO SENHOR
1- “Cantarei ao Senhor”.
Por tudo o que Deus fez e faz, o salmista diz: “Cantarei ao SENHOR enquanto eu viver” (v.33). É um convite para viver de maneira em que a vida seja digna de louvar a Deus. Assim, cante ao Senhor porque Ele criou você! Cante ao Senhor porque Ele ordena a sua vida! Cante ao Senhor porque Ele sustenta a sua vida! Em Deus, tudo é motivo para louvá-lo.


2- “A minha meditação”.
Uma vida de louvor a Deus não pode ser dissociada de uma vida de meditação. Por isso, o salmista afirma: “A minha meditação a seu respeito será suave”; e por isso, “eu me alegrarei no Senhor” (v.34). Os judeus sempre tiveram em alta conta a prática da meditação bíblica. No Ocidente, infelizmente, essa prática não é muito comum. A meditação bíblica tem a ver com a ideia de pensar de maneira bem concentrada a respeito de algo bíblico e espiritual, Isso pode ser feito antes de um período de oração e após a leitura de uma porção bíblica.

Por exemplo, nesta lição, estudamos a respeito da majestade de Deus, como Criador, Ordenador e Sustentador da Criação. Seria muito proveitoso parar um pouco e meditar a respeito disso. Algumas perguntas, a partir do texto bíblico lido, ajudam nesse processo: “a visão de Isaías 61-3. ajudamos a contemplar a beleza da majestade do Senhor”; “Como posso contemplar a majestade e glória de Deus?”; “O que eu era antes de Deus me criar?”; “Que impacto tem em mim a verdade de que Deus me criou do nada?”; “Consigo observar Deus organizando o seu plano em minha vida, na infância, na juventude e na fase adulta?”; “Percebo os dias bem específicos em que contemplei a provisão de Deus?”

Essas perguntas meditativas devem ser feitas em profunda contrição espiritual e quebrantamento de espírito, com uma consciência de que Deus está presente. Quando praticamos isso de maneira disciplinada, somado à nossa vida de oração, o resultado é o seguinte: “eu me alegrarei no Senhor” (v. 34). Após uma semana de prática, é notória a diferença em nossa vida espiritual. A prática da meditação bíblica tem base na Bíblia e na história da Igreja. Homens de Deus do passado, como John Wesley, praticavam a meditação bíblica. Teremos muito proveito espiritual ao meditarmos em diferentes porções das Escrituras Sagradas.


3- “Bendize, ó minha alma, ao SENHOR”.
Finalmente, o Salmo encerra-se com o salmista exortando a própria alma a bendizer ao Senhor (v.35). Lembre-se de que a expressão “Bendize, ó minha alma, ao SENHOR” também inicia este Salmo. Fica claro que, independente do que esteja acontecendo em nossa vida, temos muitos motivos para deleitarmos em Deus. Após cantar ao Senhor e meditar em suas obras não há outra coisa a fazer, senão: “Bendize, ó minha alma ao SENHOR” (v. 35).


PENSE!
Somos convidados a cantar ao Senhor e a meditar em suas obras.


PONTO IMPORTANTE!
Há motivos profundos para bendizer ao Senhor.


SUBSÍDIO 3
Professor(a), faça a seguinte indagação:
Você já louvou a Deus hoje pela sua criação?
Ouça os alunos com atenção e incentive a participação de todos. Em seguida, explique que “o salmista louvou muito a Deus: 
Cantarei ao Senhor; [...] ao meu Deus, Louvá-lo-ei como Jeová, o Criador; e como meu Deus, o Deus da aliança comigo, e não só agora, mas enquanto eu viver e enquanto existir (v, 33).” (HENRY. Matthew. Comentário Bíblico Antigo Testamento: Jó a Cantares. Rio de Janeiro: CPAD. 2010. p. 576.).


CONCLUSÃO
Nesta lição, contemplamos a glória e a majestade de Deus. Aprendemos que esse ser glorioso criou todas as coisas, e não somente as criou: ordenou todas as coisas, e não somente as ordenou; Ele sustenta todas as coisas. Isso é muito consolador, pois entendemos que não fomos deixados sozinhos no mundo. Deus está conosco! Por isso, esse é o tempo em que devemos cantar ao Senhor, meditar em suas obras e bendizê-lo verdadeiramente.


HORA DA REVISÃO
1- De acordo com a lição, o que é o Salmo 104?
R. Ele é um hino de celebração da criação de Deus, das coisas ordenadas e sustentadas por Ele mesmo.



2- O que os quatro primeiros versículos do Salmo 104 revelam? R. Os quatro primeiros versículos do Salmo 104 revelam razões preciosas para que os seres humanos exaltem e adorem a Deus.



3- Segundo a lição, o Salmo 104 apresenta Deus de três formas quanto ao seu governo da Criação. Quais são?
R. Deus criou: Deus ordenou e Deus sustenta.



4- O que a meditação bíblica tem a ver?
R. A meditação bíblica tem a ver com a ideia de pensar de maneira bem concentrada a respeito de algo bíblico e espiritual. Isso pode ser feito antes de um período de oração e após a leitura de uma porção bíblica.



5- Como o Salmo 104 encerra?
R. O Salmo encerra com o salmista exortando a própria alma a bendizer ao Senhor (v.35).





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Não dizeis vós que ainda há quatro meses até que venha a ceifa? Eis que eu vos digo: Levantai os vossos olhos, e vede as terras, que já estão brancas para a ceifa.
João 4:35.
Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.
2 Timóteo 2.15.
- O amor é maior motivação de nosso compromisso com Deus.
- Volte sempre e traga mais gente se Deus tocar fique com a gente.
Se é ensinar, haja dedicação ao ensino". Rm12 : 7b.

Plano de Aula Bíblica Adultos/ Cpad – Lição 10: Quando os Pais Sepultam seus Filhos

✋ A paz do Senhor Jesus Cristo a todos que amam a palavra de Deus, sejam muito bem vindos.
Mestre, Obreiro ou Professor(a) da Escola Bíblica Dominical,
Esses materiais vão te auxiliar no preparo da aula.
Antes de dar esta aula pesquise os pontos abordados em seu Plano de Aula. Entenda a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos. O conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. procure ser criativo na exposição do assunto.

A AULA VAI COMEÇAR
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PLANO DE AULA
A morte de um(a) filho(a) é, talvez, a maior experiência de dor que um ser humano pode experimentar. O Livro de Jó apresenta o quadro de perda dos filhos do patriarca, bem como seu período de dor e lamentação. De uma só vez, ele perdeu todos os seus filhos. A presente lição tem o propósito de abordar esse tema que é, ou será, a realidade de muitos pais cristãos. O Livro de Jó nos mostra que, no momento intenso desse sofrimento, é possível expressar as emoções de dor, tristeza e saudade sem, contudo, deixar de confiar em Deus, tendo como seu verdadeiro esteio. Ele continua soberano e cuidando de nossas vidas mesmo em período de dores. Talvez, uma das experiências mais profundas de fé, em meio a dor, é expressar sinceramente o que Jó disse: “Nu saí do ventre de minha mãe e nu tornarei para lá; o Senhor o deu e o Senhor o tomou; bendito seja o nome do Senhor” (Jó 1.20).

APRESENTAÇÃO DA LIÇÃO
A) Objetivos da Lição:
I) Descrever a família de Jó;
II) Refletir a respeito de como lidar com a morte na família;
III) Conscientizar de como os cristãos devem enfrentar a perda na família.

B) Motivação:
Como lidar com a perda de um(a) filho(a) dentro da família? Expressar emoção diante da dor é sinônimo de fraqueza de fé? O cristão está ileso de viver essa experiência de dor? A proposta desta lição é refletir a respeito dessas e outras questões, de modo que tiremos lições da Palavra de Deus com o objetivo de enfrentar essa dolorosa realidade, quer no presente quer no futuro.

C) Sugestão de Método:
Para introduzir a lição desta semana, pergunte a classe se há algum modo correto em ­lidar com a perda de filhos. 
Seja mais direto: 
Como o crente deve se comportar diante da morte de um filho?
A ideia é apenas instigar os alunos. 
Ouça-os com atenção. 
Em seguida, diga que não há uma receita de como passar por essa experiência, mas que, a partir da Palavra de Deus, devemos saber que esse tipo de perda pode ocorrer com o crente. 
Nesse processo de sofrimento, culpar a Deus não é um caminho de sabedoria, mas sim o de viver o luto e manter acesa a chama da esperança em Cristo.

CONCLUSÃO DA LIÇÃO
A) Aplicação: 
Leve em conta que a lição nos estimula a refletir a respeito de um sofrimento imerecido, como a perda de filhos dos justos. 
Mostre que só do episódio de Jó se encontrar na Bíblia é uma prova de que Deus se interessa com a maneira de como lidamos com as perdas da vida. Esse tema é uma oportunidade de aprender a como lidar com as perdas de pessoas queridas.

SUBSÍDIO AO PROFESSOR
A) Revista Ensinador Cristão.
Vale a pena conhecer essa revista que traz reportagens, artigos, entrevistas e subsídios de apoio à Lições Bíblicas Adultos. Na edição 93, p.41, você encontrará um subsídio especial para esta lição.

B) Auxílios Especiais:
Ao final do tópico, você encontrará auxílios que darão suporte na preparação de sua aula:
1) O texto “O Sofrimento Imerecido”, localizado ao final do segundo tópico, aprofunda a respeito da realidade da dor de Jó diante do sofrimento que se abateu sobre ele.
2) O texto “A Fé sobrevive ao Sofrimento”, localizado ao final do terceiro tópico, traz aprofundamento a respeito da fé que cresce e se desenvolve em meio ao sofrimento.

Cante:
Movimente-se cante com alegria .
Ensine como devemos adorar a Deus e porque devemos.
Crédito endereço na descrição dos vídeos:
Harpa de Ouro - Pela Cruz Ao Céu Irei (Com Letra)


Hino 361 - Harpa Cristã - O Peregrino e a Glória


Harpa Cristã 463 - O Povo De Abraão

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· Receba seus alunos com muito amor e alegria. Aqueles que tem faltado, mostre o quanto faz falta. O quanto é especial.

- Perguntem como passaram a semana.

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- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.

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Ore com sua turma por sua aula.
Observe se á algum pedido especial, pois as vezes pode ter acontecido algo com eles, e a sua oração, será aquilo que pode deixar tranquilo e confiante em Deus.
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Quando os Pais Sepultam seus Filhos
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TEXTO ÁUREO
Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados; perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos.
2 Coríntios 4.8-9.


VERDADE PRÁTICA
Não devemos ser indiferentes à morte inesperada, mas também não podemos nos desesperar.


LEITURA DIÁRIA
Segunda – 1 Co 15-55,56
A morte foi cravada no lenho da cruz.

Terça – Jo 5.24
A morte do justo é uma passagem para adentrar à vida eterna.

Quarta – Ec 3.4
Na morte é tempo de chorar.

Quinta – Dt 29.29; 1 Co 13.12
Nem sempre sabemos a causa do sofrimento.

Sexta – Jo 11.35
Jesus se comoveu com a morte de um amigo.

Sábado – 1 Ts 4.14-18
Brevemente nos encontraremos.


LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Jó 1.13,16-19
13 – E sucedeu um dia, em que seus filhos e suas filhas comiam e bebiam vinho na casa de seu irmão primogênito,

16 – Estando este ainda falando, veio outro e disse: Fogo de Deus caiu do céu, e queimou as ovelhas e os moços, e os consumiu; e só eu escapei, para te trazer a nova.

17 – Estando ainda este falando, veio outro e disse: Ordenando os caldeus três bandos, deram sobre os camelos, e os tomaram, e aos moços feriram ao fio da espada; e só eu escapei, para te trazer a nova.

18 – Ainda este falando veio outro e disse: Estando teus filhos e tua filhas comendo e bebendo vinho, em casa de seu irmão primogênito,

19 – Eis que um grande vento sobreveio dalém do deserto, e deu nos quatro cantos da casa, a qual caiu sobre os jovens, e morreram; e só eu escapei, para te trazer a nova.




INTRODUÇÃO
O patriarca Jó era um homem próspero, tinha uma família feliz e desfrutava de razoável segurança. Sua esposa era mulher dedicada à sua casa e tudo parecia dentro da normalidade, até que a tragédia familiar se abateu sobre a sua casa. Nesta lição, estudaremos a respeito da morte dos filhos de Jó e como a família do patriarca passou por essa tragédia. Veremos que a experiência de os pais sepultarem os filhos talvez seja a experiência mais dolorosa da vida humana e, ao mesmo tempo, como podem os encontrar na Bíblia, a Palavra de Deus, consolo diante desse quadro.


PALAVRA CHAVE
SEPULTAR


I – A FAMÍLIA DE JÓ
1- Quem era Jó?
O patriarca Jó nasceu no Norte da Arábia, na terra de Uz. As pesquisas dizem que ele viveu numa época anterior a de Moisés, antes mesmo de Abraão, entre os séculos 25 e 28 a.C. Naquele tempo, a longevidade humana era maior que a atual, o que explica a sobrevida de 140 anos do patriarca (Jó 42.16). Mais especificamente, ele nasceu depois do dilúvio (Jó 22.16) e tornou-se um homem rico e próspero (Jó 1.3; 42.12). Seu caráter santo foi testemunhado pelo próprio Deus: homem sincero, reto, justo, temente a Deus e, por isso, “se desviava do mal” (Jó 1.8).


2- A esposa de Jó.
Tudo o que se sabe a respeito da esposa de Jó é o que está registrado no capítulo 2 do livro. Ela ganhou a fama de uma mulher insana e ambiciosa por causa da perda de todos os bens materiais e dos filhos que foram mortos por uma tragédia. Ainda, Jó foi vítima de feridas purulentas, das quais ela teve repugnância. Todavia, fazia o seu papel de esposa, não abandonando o patriarca. Indiscutivelmente, a esposa de Jó foi perdendo a paciência diante da provação do seu esposo. Seu desespero afetou sua fé, a ponto de levá-la a declarar para o seu marido: amaldiçoa a Deus e morre (Jó 2.9). Ela teve 10 filhos com Jó, e como não se deixou influenciar pela proposta desesperada de sua esposa, o patriarca suportou tudo até que Deus virasse a sua sorte e transformasse o mal em bênção.


3- Os filhos de Jó.
Jó estava atento ao modo de viver de seus filhos. Estes tinham uma rotina social de banquetes, muita comida e bebida. A Bíblia mostra que o pai apresentava sacrifícios a Deus por seus filhos, e orava por eles todos os dias, ou seja, havia zelo e cuidado do patriarca para 0 bem-estar espiritual de seus filhos (Jó 1.4,5).


SINOPSE I
Jó era um homem bem-sucedido, era casado e tinha muitos filhos. Em todas as áreas o patriarca era próspero.


II – LIDANDO COM A MORTE DENTRO DA FAMÍLIA
1- Jó e sua esposa foram surpreendidos pela morte dos filhos.
Os versículos 18 e 19 relatam o momento em que a notícia da morte de seus filhos chega à casa de Jó. Quando tudo parecia normal, a morte os surpreendeu. Todos os seus filhos morreram. Deus não nos criou para morrer, mas a morte é uma maldição advinda do Pecado e só o Senhor Jesus foi capaz de cravar essa maldição no lenho de sua cruz no Calvário (1 Co 15.55,56). Assim, todos ficamos perplexos diante da morte e, principalmente, quando envolve alguém próximo a nós. Por isso, a Palavra de Deus nos mostra que devemos estar conscientes quanto à realidade da morte. Não temos domínio nenhum sobre ela. Entretanto, a nossa confiança está em Cristo e, por causa de sua ressurreição, podemos afirmar que a morte não nos reterá na sepultura, mas servirá de meio para adentrar à vida eterna com o nosso Salvador (Jo 5.24).


2- Razões para a tristeza do luto de Jó e de sua mulher.
De certo modo, Jó tinha uma família feliz (Jó 1.1-5). Nesse contexto, Satanás desafiou a fidelidade dele e o atacou frontalmente com a morte de seus filhos (1.13-18; 2.1-6). A Bíblia não fala do sepultamento dos filhos de Jó, mas certamente ele aconteceu. É importante ressaltar que uma perda como essa traz uma tristeza imensa. A Palavra de Deus diz que há tempo para tudo: Há tempo de sorrir e há tempo de chorar (Ec 3.4). A tristeza e o choro passaram a fazer parte da família de Jó, outrora feliz e próspera.


3- Fidelidade ao Senhor em meio à dor.
O capítulo 1 de Jó mostra a reação do patriarca diante da notícia trágica da morte de seus filhos: Jó rasgou o manto, rapou a cabeça, lançou-se em terra e adorou ao Senhor (Jó 1.20). Isso mesmo: Jó adorou a Deus. Aqui, ele iniciou o processo de aceitação do ocorrido diante do Senhor da vida. Essa passagem bíblica nos mostra que a dor da perda não passa, mas o processo de aceitação torna o luto mais digno. Por isso, o patriarca pôde dizer em atitude de adoração: “Nu saí do ventre de minha mãe e nu tornarei para lá; o Senhor o deu e o Senhor o tomou; bendito seja o nome do Senhor” (Jó 1.21). Ainda, o texto bíblico diz que Jó em tudo não pecou nem atribuiu a Deus falta alguma (Jó 1.22).


SINOPSE II
Jó e sua esposa foram surpreendidos pela morte de seus filhos e tiveram que viver esse momento de dor.


AUXÍLIO VIDA CRISTÃ
O SOFRIMENTO IMERECIDO
Jó desejava que um árbitro decidisse sobre o golpe que ele levara, mas ele não encontrou nenhum (9.33). Os bens levados e os filhos mortos, Jó não fez nada para merecer o que recebeu. O primeiro versículo do livro de Jó declara que Jó era um bom homem que tinha uma boa vida. Os dois primeiros capítulos explicam a pergunta: por quê? só é respondida no céu. Jó chamava a Deus apenas para ouvir o eco de suas palavras. Seu brado no capítulo 3 é o brado de todo ser humano: o que eu fiz para merecer isso? O sofrimento imerecido é a principal razão pela qual muitos rejeitam a crença a Deus. Se Jó é o livro mais antigo da Bíblia (como muitos estudiosos afirmam), então Deus abordou o problema cedo e de frente” (Bíblia Além do Sofrimento: Onde as Lutas parecem Intermináveis a Esperança em Deus é Infinita. Rio de Janeiro: CPAD, 2020, p.727).


III – OS CRISTÃOS E O LUTO
1- Não culpe a Deus.
Não é muito difícil de, nos momentos de perdas inesperadas, o ser humano se desesperar e passar a blasfemar contra Deus. Não é isso que aprendemos com Jó (cf. Jó 1.21,22). O antigo patriarca nos ensina a viver a confiança em Deus mesmo no momento delicado da morte inesperada de um ente querido . Nem sempre saberemos o motivo da morte de uma pessoa amada ou de um determinado sofrimento. Há mistérios na vida que não conseguimos desvendar na Terra (Dt 29.29). O próprio livro de Jó não revela por que os seres humanos sofrem. O que o livro nos ensina e encoraja é suportar o sofrimento com paciência, achando-se fiel nos caminhos do Senhor diante do processo de um sofrimento imerecido. Haverá um dia que tudo estará patente diante de nossos olhos (1 Co 13.12).


2- Vivendo o luto.
Com o patriarca Jó, aprendemos que o crente em Jesus não deve ser indiferente ao luto, pois, psicologicamente, isso não é saudável. Como seres humanos, devemos manifestar as emoções próprias de um momento de luto, tais como: o choro, o silêncio, a compenetração. Diante da dor da família de Lázaro, nosso Senhor agitou-se no espírito, comoveu-se e chorou (Jo 11.35 -NAA).


3- Mantenha a esperança.
Vimos que é saudável manifestar emoções próprias do período de luto, mas também é verdade que o crente não deve se desesperar como quem não tem esperança (1 Ts 4.13). É preciso levar em conta que o período do luto dura em média seis meses. Se após esse período, a pessoa não consegue voltar às atividades normais é preciso buscar ajuda especializada, pois isso não é saudável. Esse cuidado é coerente com a fé cristã que proclama a esperança de vida porque nosso Senhor ressuscitou no terceiro dia, vencendo a morte. Portanto, a Palavra de Deus traz consolo e conforto para a alma enlutada (2 Co 1.3-5). Um dia, brevemente, estaremos para sempre com a pessoa querida que partiu em Cristo (1 Ts 4.14-18).



SINOPSE III
No período do luto, o cristão não deve culpar a Deus, mas, em Cristo, manter viva a esperança.


AUXÍLIO VIDA CRISTÃ
A FÉ SOBREVIVE AO SOFRIMENTO
“Muitos pensam que, por crerem em Deus, Ele os livra dos problemas. Assim, quando ocorrem as calamidades, questionam a bondade e a justiça divina. Mas a mensagem de Jó é que não desistamos de Deus quando Ele permite que tenhamos experiências ruins. A fé em Deus não garante prosperidade pessoal, e a falta de fé não é sinônimo de problemas nesta vida. Se assim fosse, as pessoas creriam em Deus apenas para enriquecimento próprio. Deus é capaz de nos resgatar do sofrimento, mas pode também permitir que o sofrimento ocorra por motivos além da nossa compreensão. A estratégia de Satanás é fazer com que duvidemos de Deus neste exato momento. Aqui Jó mostra uma perspectiva maior que a busca de seu conforto pessoal. Se sempre soubemos os motivos de nossos sofrimentos, nossa fé não terá espaço para crescer” (Bíblia de Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD, 2020, p.703).


CONCLUSÃO
Sem dúvida, a morte é uma experiência muito dolorosa para o ser humano. A de um filho, então, tem uma sobrecarga psicológica imensa. A dimensão da dor da perda de um pai e de uma mãe é incalculável. Por isso, é importante que levemos em conta esta declaração do salmista: “Ainda que a minha carne e o meu coração desfaleçam, Deus é a fortaleza do meu coração e a minha herança para sempre” (Sl 73.26 – NAA). No processo do luto, não devemos culpar a Deus, mas manter firme a nossa esperança nEle. O Senhor Jesus venceu a morte e ressuscitou ao terceiro dia. Essa é uma verdade consoladora e, ao mesmo tempo, esperançosa. Portanto, nesse momento, é tempo de confiar em Deus.


REVISANDO O CONTEÚDO
1- Descreva a característica espiritual de Jó, testemunhada pelo próprio Deus.
R. Homem sincero, reto, justo, temente a Deus e, por isso, “se desviava do mal” (Jó 1.8).



2- O que a Bíblia mostra a respeito de Jó em relação aos seus filhos?
R. A Bíblia mostra que o pai apresentava sacrifícios a Deus por seus filhos, e orava por eles todos os dias, ou seja, havia zelo e cuidado do patriarca para o bem-estar espiritual de seus filhos (Jó 1.4,5).



3- Que reação de Jó o capítulo 1 mostra?
R. O capítulo l de Jó mostra a reação do patriarca diante da notícia trágica da morte de seus filhos: Jó rasgou o manto, rapou a cabeça, lançou-se em terra e adorou ao Senhor (Jó 1.20).



4- Segundo a lição, o que patriarca Jó nos ensina a respeito da morte inesperada de um ente querido?
R. O antigo patriarca nos ensina a viver a confiança em Deus mesmo no momento delicado da morte inesperada de um ente querido.



5- Qual foi a reação do Senhor Jesus diante da dor da família de Lázaro?
R. Diante da dor da família de Lázaro, nosso Senhor agitou-se no espírito, comoveu-se e chorou (Jo 11.35 – NAA).


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Para concluir utilizem a:
Dinâmica: Aqueles que dormiram
Objetivo:
Concluir o estudo sobre o luto.
Material:
01 quadro branco

01 marcador para quadro branco

Procedimento:
- Após o estudo da lição, perguntem para os alunos:

Quais frases ou palavras vocês já escutaram ou disseram para comunicar o falecimento de alguém?

Aguardem as respostas e anote-as no quadro.

Exemplos de algumas frases/palavras:

Descansou

Partiu

Foi fazer a longa viagem

Fechou o paletó de madeira

Bateu as botas

Passou desta para melhor

Foi para o andar de cima

Dormiu no Senhor

Foi para a glória

- Falem: Qualquer que seja a forma do comunicado sobre o falecimento de um parente, um amigo, a reação inicial é de surpresa, tristeza, angústia, choro... Afinal, é um comportamento natural diante de uma separação física por meio da morte.

Muitas pessoas apresentam comportamento exagerados, pois ficam desperadas, sem consolo algum, diante da dor que estão sentindo.

Mas, qual deve ser a atitude de um cristão diante da morte?

Deixem que os alunos falem.

Espera-se que os alunos apontem que devemos confiar na esperança, conforto e consolação de Deus.

- Para concluir, leiam:
“Irmãos, não queremos que vocês sejam ignorantes quanto aos que dormem, para que não se entristeçam como os outros que não têm esperança. Se cremos que Jesus morreu e ressurgiu, cremos também que Deus trará, mediante Jesus e juntamente com ele, aqueles que nele dormiram”(1 Tessalonicenses 4:13,14).
Fonte da dinâmica por Sulamita Macêdo/Blogatitudedeaprendizblogspot.com.


Não dizeis vós que ainda há quatro meses até que venha a ceifa? Eis que eu vos digo: Levantai os vossos olhos, e vede as terras, que já estão brancas para a ceifa.
João 4:35.
Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.
2 Timóteo 2.15.
Volte sempre e traga mais gente se Deus tocar fique com a gente.