31 de março de 2023

Plano de Aula Bíblica Adultos/Betel – Lição 01: Do Éden a Babel

✋ A paz do Senhor Jesus Cristo a todos que amam a palavra de Deus, sejam muito bem vindos.

Mestre, Obreiro(a) ou Professor(a) da Escola Bíblica Dominical,
Esses materiais vão te auxiliar no preparo da aula.
Antes de dar esta aula pesquise os pontos abordados em seu Plano de Aula. Entenda a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos. O conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. procure ser criativo na exposição do assunto.
Que esta aula seja portadora de grandes bençãos para vida de seus alunos(as).
A AULA VAI COMEÇAR
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PLANO DE AULA
ANTES DA AULA
•Tenha todo o material da aula à mão para que não haja interrupções.

· Receba seus alunos com muito amor e alegria. Aqueles que tem faltado, mostre o quanto faz falta. O quanto é especial.

- Perguntem como passaram a semana.

- Escutem atentamente o que eles falam.

- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.

- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.

Ore com sua turma por sua aula.
Observe se á algum pedido especial, pois as vezes pode ter acontecido algo com eles, e a sua oração, será aquilo que pode deixar tranquilo e confiante em Deus.

👉 Lembrem-se de que vocês devem oportunizar a participação do aluno, envolvendo-o através de exemplos e situações próprias de sua idade. Dessa forma, vocês estão contextualizando o tema com a vida do aluno, além de promover uma aprendizagem mais significativa.

 Momento do louvor
Movimente-se cante com alegria .
Ensine como devemos adorar a Deus e porque devemos.
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124 - ADORAÇÃO |HARPA[LEGENDADO/LETRA]


Harpa Cristã, Nº 139 Jesus meu Eterno Redentor


NA ROCHA ETERNA FIRMADO - 258 HARPA CRISTÃ - Carlos José

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TEXTO ÁUREO
E porei inimizade entre ti e a mulher e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.
Gênesis 3.15.


VERDADE APLICADA
O Senhor Deus, que criou todas as coisas conforme a Sua vontade, é poderoso para cumprir o Seu glorioso propósito.


OBJETIVOS DA LIÇÃO
- Mostrar Deus como o Criador e Senhor da História.
- Apresentar o coração do homem e o coração de Deus.
-Explicar a origem das três civilizações antigas.


TEXTOS DE REFERÊNCIA
Gênesis 1. 26-28, 31
26- E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo réptil que se move sobre a terra.

27- E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou.

28- E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai, e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre todo animal que se move sobre a terra.

31- E viu Deus tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom. E foi a tarde e a manhã, o dia sexto.


LEITURAS COMPLEMENTARES
SEGUNDA / Gn 1.26-31
A criação dos seres viventes.

TERÇA / Gn 3.1-8
A queda do homem.
QUARTA / Gn 3.7-19 
Deus prometeu redimir a humanidade.

QUINTA / Rm 5.19-21
A graça superabundou o pecado.
SEXTA / Hb 8.6-11
Cristo é mediador de um pacto eterno.

SÁBADO / Ap 21.1-4
O novo céu e a nova terra.


MOTIVOS DE ORAÇÃO
Ore para que possamos colocar mais nossa confiança em Deus e Seus propósitos.


ESBOÇO DA LIÇÃO
Introdução
1– Elohin: o Criador e Senhor da História
2– O coração do homem e o coração de Deus
3– A origem das três civilizações antigas
Conclusão.


INTRODUÇÃO
Neste trimestre, estudaremos lições baseadas no livro de Gênesis, identificado como o livro dos começos. Na presente lição serão enfatizados os seguintes assuntos: a maravilhosa e perfeita obra da redenção já tinha sido planejada por Deus antes da fundação do mundo; a multiplicação da maldade na humanidade; e a origem das nações e dispersão dos povos.


PONTO DE PARTIDA:
Os propósitos de Deus sempre se cumprem.


1- ELOHIN: O CRIADOR E SENHOR DA HISTÓRIA
Como o povo de Israel que nasce na glória dos propósitos de Deus acaba aparecendo em estado de escravidão no Egito?
O livro de Gênesis nos responde esta pergunta.

1.1. O Cordeiro que foi morto antes da fundação do mundo.
O plano da redenção divina não foi um desesperado plano B de Deus para resolver o problema da queda. Aquele que teria o calcanhar ferido pela serpente é o mesmo descendente da mulher que lhe esmagaria a cabeça na cruz [Gn 3.15]. Mas Sua morte estava determinada antes da fundação do mundo [Ap 13.8]. Precisamos ler toda a Escritura tendo isso em mente.

Comentário Bíblico Moody – Gênesis 3: “Assim, temos nesta famosa passagem, chamada protevangelium, “primeiro evangelho”, o anúncio de uma luta prolongada, antagonismo perpétuo, feridas de ambos os lados, e vitória final para a semente da mulher. A promessa de Deus de que a cabeça da serpente seria esmagada apontava para a vinda do Messias e a vitória garantida. Esta certeza entrou pelos ouvidos das primeiras criaturas de Deus como uma bendita esperança de redenção.”


1.2. O Deus que vela por Sua Palavra.
O desenrolar histórico que se deu desde esta promessa divina no Éden até a sua consumação, não consiste de acidentes aleatórios, obras do acaso e trapalhadas humanas. Deus conduziu e conduz a história de uma forma misteriosa, amorosa e soberana para que o que Ele prometeu permanecesse de pé. O redentor viria como semente da mulher – uma referência clara à encarnação do Verbo e nascimento virginal do Cristo. E esta mulher descenderia de Israel. Daí, Deus, ao preservar Israel em toda a sua história de erros e fracassos, está garantindo o cumprimento daquilo que Ele prometeu, pois Deus mesmo cuida para que Sua Palavra se cumpra [Jr 1.12; Ml 3.6].

No verso de Jeremias, Deus deixa claro que Ele mesmo cuida para que aquilo que Ele prometeu se cumpra. O próprio Deus ilustra Sua prontidão em cumprir Suas promessas com uma vara de amendoeira, cujo termo no hebraico é semelhante à palavra “vigiando”. Antes de ser fiel aos Seus servos, Ele é fiel a Ele mesmo. As promessas de Deus são um compromisso dEle com Ele mesmo. Em Malaquias isso é reforçado em nossa relação com Ele. Fica claro que, na aliança que Deus tinha com Israel, se dependesse de Israel, Deus já os teria destruído completamente. Ou seja, a única razão para Israel ainda estar sendo preservado, era porque, ainda que o homem mude e abandone seus compromissos com Deus, Deus, por amor a Sua glória, não muda em Suas promessas.


1.3. A semente da mulher.
A serpente que estava no Éden ouviu numa mesma frase Deus falar tanto do destino de Cristo assim como do seu próprio destino [Gn 3.15]. Ainda assim passou a história tentando impedir que o descendente da mulher viesse ao mundo. Quando Israel estava no Egito, Faraó tenta exterminar a próxima geração de hebreus matando os recém-nascidos machos para eliminar possíveis ameaças de rebeliões [Êx 1.16].

Se esta loucura tivesse pleno sucesso, a raiz pura de Israel de onde o redentor nasceria se perderia com a miscigenação egípcia. Por trás da intenção insegura e infanticida de Faraó, estava a serpente tentando “ferir o calcanhar” de Israel para que o redentor não chegasse a nascer.

Deus, porém, salvou das águas a Moisés [Êx 2.1-9], varão hebreu de sangue puro que redimiria Israel da escravidão egípcia. Deus usou Moisés como um tipo Daquele que no futuro viria para libertar o povo da escravidão do pecado [Mt 1.21; Jo 8.36].

R. Cole (Êxodo: introdução e comentário, Vida Nova, 1980, p. 54): “Essa vã tentativa de eliminar o povo de Deus encontra seu paralelo no Novo Testamento quando Herodes tenta destruir toda uma geração de meninos em Belém [Mt 2.16]. Todavia, como no Novo Testamento, o agente escolhido de Deus é protegido; nem Faraó nem Herodes podem se opor ao plano de Deus.

A história humana, cercada de fracassos e fraquezas, não frustra os planos de Deus.


2- O CORAÇÃO DO HOMEM E O CORAÇÃO DE DEUS
Após a queda do homem, a caminhada da humanidade foi cada vez mais degradante. Gênesis, cujo significado simples significa começo, sinaliza de fato o começo de tudo. Inclusive do sofrimento na história humana.


2.1. O mal no íntimo do homem.
O primeiro homicídio dentro da primeira família com Caim e Abel mostra como a raça e sua história seria marcada pelo “morrerás” decretado no Éden [Gn 2.17]. Não só a morte, mas o homicídio entrou na rotina humana e não saiu mais. Pelo contrário, foi institucionalizado [Gn 4.15; 9.6]. Caim e Abel foram os primeiros irmãos e Caim o primeiro homicida. Champlin, em seu comentário sobre o primeiro homicídio em Gênesis, diz: “Essa narrativa simboliza a degeneração humana desde o princípio. Nada havia no meio ambiente de Caim que o tivesse levado a matar seu irmão. O ato originou-se da maldade no íntimo.”

É impressionante perceber como a virtude de Abel estimulou o pecado no interior de Caim. Esta é a natureza do mal em que se encontra o homem após a queda. O ambiente não explica nem origina a maldade. Ela já está à porta da alma esperando oportunidade de manifestar as trevas interiores [Jo 3.20].


2.2. A tristeza no íntimo de Deus.
O mal no íntimo do homem manifestou a tristeza no íntimo de Deus. A forma mais próxima de descrever esta tristeza de Deus estão nas palavras: “Então arrependeu-se o Senhor de haver feito o homem sobre a terra, e pesou-lhe em seu coração.” [Gn 6.6]. Esta tristeza é revelada depois que Deus constata o estado avançado do coração humano para o mal [Gn 6.5]. Esta constatação culminou no dilúvio. É nos dito que Deus se arrependeu de haver feito o homem e decide fazê-lo desaparecer da face da terra [Gn 6.7]. Porém, uma família foi salva. A família de Noé.

Comentário Bíblico Broadman, JUERP, 1987 – p. 196: “O verbo arrependeu-se (literalmente, suspirar) descreve o fato de se arrepender e de ficar triste apenas em sentido derivado. O escritor não quer dizer que Deus lamenta ter criado o homem, mas que Ele suspira de tristeza com o que está acontecendo. Uma coisa era prever o pecado do homem; outra, enfrentá-lo. Os três verbos deste versículo: arrependeu-se, feito e pesou provêm da mesma raiz, da mesma forma como as três principais palavras da declaração de Lameque, em 5.29: “consolará… obras… trabalho.” “Da mesma forma como as obras dos seres humanos lhes produziam dores, os seus atos na esfera moral causaram sofrimentos ao seu Criador” (Cassuto).”


2.3. Graça em meio ao juízo.
Após descrever a corrupção que assolava a humanidade, a maldade se multiplicando e a decisão do Senhor de destruir da face da terra o ser humano, o escritor sagrado apresenta um “porém” [Gn 6.8] – termo que expressa um contraste: há um homem que tem fé em Deus, obedece a Deus, anda com Deus. Pela graça de Deus, manteve-se puro em meio a uma geração corrompida [Gn 6.9; Hb 11.6-7]. Noé não se conformou com o modus vivendi de sua geração [Fp 2.15; 2Pe 2.5].

O relato da epístola aos Hebreus e da primeira de Pedro [1Pe 3.20] fazem menção da salvação da família de Noé.
 
Dentre tantas lições preciosas a serem extraídas deste texto, destacamos:
1) A graça de Deus continua se manifestando de maneira superabundante;

2) A influência positiva de Noé sobre sua família antes do dilúvio;

3) A fé que resulta em obediência a Deus e um viver justo e reto.

Deus disse que Noé foi o único justo que Deus encontrou naquela geração [Gn 7.1]. Porém, Paulo faz uso da teologia da queda do Antigo Testamento para concluir que “não há um justo sequer” [Rm 3.10]. Como entender isso? Existem homens que são mais justos ou mais pecadores que outros. Porém, a justiça que salva não é aquela que podemos observar em comparação aos homens, mas é uma justiça que reflete a pureza e santidade de Deus. Neste quesito, não há um justo sequer. Para sermos salvos por Deus, precisamos deste tipo de justiça que vem de Deus por meio de Cristo. Uma justiça que se manifesta no evangelho. Que não é por mérito, mas pela graça de Deus.

Após a queda do homem, a caminhada da humanidade foi cada vez mais degradante.


3- A ORIGEM DAS TRÊS CIVILIZAÇÕES ANTIGAS
Quando Noé estava construindo a arca, o som das suas marteladas na madeira era engolido pelo barulho da vida desregrada em que vivia sua sociedade. Agora, porém há um completo silêncio e uma terra vazia para um novo começo.

3.1. Uma nova terra. Deus deu a Noé o que deu a Adão: missão e autoridade.

Ele deveria se multiplicar, encher a Terra e dominá-la [Gn 9.1-3]. Temos um paralelo com o Éden aqui. O dilúvio é um novo começo. Porém, não no jardim, e não sem pecado. Por esta razão a lei a respeito do valor da vida foi estabelecida. Quem tirasse uma vida teria a vida tirada, sob a perspectiva de que cada ser humano carrega a imagem de Deus [Gn 9.5-6].

Estabelecido este mandamento e dada a Noé sua missão, Deus faz com ele e seus descendentes Sua aliança. Esta aliança divina, porém, se enquadra mais com uma promessa divina, pois não há parte requerida ao homem para que Deus não destrua mais o mundo com águas [Gn 9.9-17]. A partir dos filhos de Noé, toda a terra foi repovoada [Gn 9.19].

Expressões como “E lembrou-se Deus de Noé” [Gn 8.1] e “Então me lembrarei do meu concerto” [Gn 9.15] têm a mesma natureza da expressão “Então arrependeu-se o Senhor de haver feito o homem sobre a terra” [Gn 6.6], que é falar em linguagem humana a respeito de Deus. Chamamos isso de antropomorfismo, quando Deus é representado em forma humana ou antropopatismo, quando é representado por emoções humanas. Deve-se entender a dificuldade e limitações do escritor bíblico em traduzir a revelação de Deus aos homens, buscando as melhores palavras que dispunha para conseguir se fazer entendido. Tais palavras são sempre insuficientes, porém as melhores que ele tinha.


3.2. As três civilizações.
Com o início de uma nova humanidade, os três filhos de Noé se tornaram os pais das três grandes civilizações do mundo antigo [Gn 10.32]. Sem deu origem aos semitas, de onde surgiriam os judeus, de quem nasceria o Messias. Os outros dois filhos de Noé deram origem às duas grandes civilizações gentílicas. Jafé se tornou o pai de uma grande parte dos gentios com história de expansão, poder e prosperidade. De Cam nasceram os povos canaanitas, que ocuparam as regiões de Canaã. Sob a bênção de Deus, similares às dadas a Adão [Gn 1.22, 28], as três civilizações se multiplicaram, repovoando a terra para um novo começo [Gn 10.1-3].

No dilúvio, apenas Noé e sua família receberam livramento do Senhor. Depois que as águas baixaram, Noé sai da arca e adora a Deus junto com sua família. Ele deveria recomeçar a civilização como se fosse um novo Adão. Cada um dos seus três filhos deu origem às três grandes civilizações do mundo antigo. Os semitas encontraram o destaque na história da redenção, pois seriam, através de um relacionamento mais íntimo por meio da lei, o canal de Deus para reconciliar todas as nações ao Criador.


3.3. A grande confusão.
A criação de Deus indica a ordem sobre o caos [Gn 1.2-3]. O propósito criativo sobre o vazio. “Tudo foi criado por ele e para ele” [Cl 1.16]. Ou seja, tudo o que Deus fez e faz é para a glória do Seu nome. Ele cria a humanidade e dá dons e habilidades aos homens para que estes, por meio dos feitos, propaguem a glória do nome de Deus em sua multiforme sabedoria.

Porém, o que vemos em Babel retrata como o homem falha em dois aspectos: ao invés de se espalharem como portadores da glória de Deus ao mundo, eles se ajuntam. Além disso, usam sua capacidade para honrar seu próprio nome [Gn 11.3-4]. A resposta de Deus à ordem humana que contraria o propósito de Deus é a confusão [Gn 11.7-9]. A ação divina, porém, em confundir a língua também foi solução divina para a propagação daqueles que carregam a Sua imagem.

Podemos ver a bênção e a ordem de Deus para que Noé se multiplicasse sobre a Terra [Gn 9.1] na genealogia do capítulo 10. Todas as nações posteriores descendendo de uma mesma raiz genealógica e se espalhando com características distintas. O dilúvio, uma das grandiosas intervenções divina, demonstra que Deus não deixa o homem por sua própria conta. Com Noé Ele julga, em Babel Ele perturba e em Abraão Ele chama. A rotina do povo antediluviano era comer, beber e dar-se em casamento. Tudo isso, porém era feito como se não existisse um Deus. Cristo diz que este será o ambiente que precederá a Sua vinda. Estamos vivendo tempos diferentes disso?

O dilúvio deu uma nova chance para a humanidade. Porém, o problema humano após a queda não foi resolvido com o juízo.


CONCLUSÃO
A entrada do pecado na história afetou não apenas a humanidade, mas, também, a própria natureza. Porém, tal tragédia não surpreendeu o Criador, pois o perfeito plano da redenção já estava delineado desde a fundação do mundo.




Se é ensinar, haja dedicação ao ensino". Rm12 : 7b.
Seja imitador de Deus.
O fim de todas as coisas está próximo. Portanto sejam criteriosos e estejam alertas. (1 Pedro 4.7).
“Deixe o ímpio seu caminho e converta-se ao Senhor.” 
(Isaías 55.7).
“E conheça a verdade e a verdade vai libertar você!”
(João 8.32).

30 de março de 2023

Plano de Aula Bíblica Adultos/ Cpad – Lição 01: Quando a Família Age por Conta Própria

✋ A paz do Senhor Jesus Cristo a todos que amam a palavra de Deus, sejam muito bem vindos.
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PLANO DE AULA 
A família é uma instituição divina, a célula-mater da sociedade. Infelizmente temos vivido períodos tenebrosos em que a família vem sendo atacada, por vezes de forma velada e muitas outras, de forma direta. Além dos ataques externos, o cristão deve cuidar para que os conflitos internos como discórdia e desarmonia não interfiram na unidade familiar. O pastor Elienai Cabral, escritor, conferencista e consultor doutrinário e teológico da CPAD, é o comentarista deste trimestre. Ele nos ajudará, através de sua experiência pastoral, a compreender os relacionamentos familiares e a lidar com as dificuldades pelas quais as famílias cristãs têm passado.

APRESENTAÇÃO DA LIÇÃO
A) Objetivos da Lição:
I) Identificar que as promessas divinas para Abrão passavam também por sua família;
II) Reconhecer que não podemos tentar “interferir” nos planos de Deus;
III) Entender que uma decisão precipitada pode gerar conflitos desnecessários na família.

B) Motivação: 
Todos sabemos que existem consequências para as ações que praticamos. O que fazemos pode desencadear uma série de acontecimentos que talvez perdurem até muito tempo após a nossa morte. Infelizmente, quando tomamos uma decisão, a maioria de nós pensa somente nas consequências imediatas. Provavelmente seus alunos não sabem os efeitos em longo prazo da maioria das decisões que tomam. Mas, o fato de que haver consequências no humor não deveria fazê-los pensar com cuidado e buscar a direção de Deus nas escolhas de hoje?

C) Sugestão de Método: 
Para introduzir a primeira lição, reproduza na lousa, ou no do show, algumas características dos dois personagens da lição, Abraão e Sara. Você pode fazer isso por meio do auxílio da Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal, páginas 31 e 33. Apresente os pontos fortes e êxitos, fraquezas e erros, lições de vida desses personagens informações essenciais

CONCLUSÃO DA LIÇÃO
A) Aplicação: tata primeira lição nos convida a refletir a respeito da nossa responsabilidade diante da nossa família. Somos os responsáveis diretos por conduzi-la dentro da vontade do 
Senhor .

SUBSÍDIO AO PROFESSOR
A) Revista Ensinador Cristão:
Vale a pena conhecer essa revista que traz reportagens, artigos, entrevistas e subsídios de apoio à Lições Bíblicas Adultos. Na edição 53, 136, você encontra um subsídio especial para esta lição.
B) Auxílios Especiais: 
Ao final do tópico, você encontrará auxílios que darão suporte na preparação de sua aula.
1) O texto “esposa substituta”, localizado depois do segundo tópico, analisa o costume daquele povo em que o patriarca tinha filhos com a serva de sua esposa, sendo o artifício usado por Sarai para “ajudar” a Deus;
2) O texto “Consequências da união de Abrão com Agar”, ao final do terceiro tópico, traz uma ampliação das consequências do que a atitude de Sarai trouxe para a família.


Cante:
Movimente-se cante com alegria .
Ensine como devemos adorar a Deus e porque devemos.
Crédito endereço na descrição dos vídeos:
Créditos na descrições dos vídeos abaixo:

58 Harpa Cristã.


HARPA CRISTÃ - 84 - O GRANDE EU SOU.wmv


458 Harpa Cristã.


Eu E Minha Casa Léa Mendonça voz e letra


Aline Barros - Família 


Regis Danese - Deus da Família

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👉 Apresentem o título da lição:
Quando a Família Age por Conta Própria
Tenham uma excelente e produtiva aula!
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TEXTO ÁUREO
“… Na verdade, Sara, tua mulher, te dará um filho, e chamarás o seu nome Isaque e com ele estabelecerei o meu concerto […]” Gênesis 17.19.


VERDADE PRÁTICA
Quando o ser humano se precipita a respeito dos planos de Deus, as consequências dessa ação são inevitáveis.


LEITURA DIÁRIA
Segunda – Gn 12.4
A promessa de uma grande descendência.

Terça – Gn 15.2
A dúvida do patriarca Abrão.

Quarta – Gn 15.4
A promessa de um herdeiro.

Quinta – Gn 16.2-6
A precipitação do casal.

Sexta – 1 Rs 8.56
Deus cumpre a sua promessa.

Sábado – 1 Tm 3.5,6
Mentores espirituais da própria casa.


LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
  Genesis 12.1-3
1- Ora, o Senhor disse Abrão: Sai-te da tua terra, e da tua parentela, e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei.

2-E far-te ei uma grande nação, e abençoar-te-ei, engrandecerei o teu nome, e tu serás uma bênção.

3- E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra.

  Genesis 16.1-51 
Ora Sarai, mulher de Abrão, não lhe dava filhos, e ele tinha uma serva egípcia, cujo nome era Agar.

2 E disse Sarai a Abrão: Eis que o Senhor me tem impedido de dar à luz; toma, pois, a minha serva; porventura terei filhos dela. E ouviu Abrão a voz de Sarai.

3 Assim tomou Sarai, mulher de Abrão, a Agar egípcia, sua serva, e deu-a por mulher a Abrão seu marido, ao fim de dez anos que Abrão habitara na terra de Canaã.

4 E ele possuiu a Agar, e ela concebeu; e vendo ela que concebera, foi sua senhora desprezada aos seus olhos.

5 Então disse Sarai a Abrão: Meu agravo seja sobre ti; minha serva pus eu em teu regaço; vendo ela agora que concebeu, sou menosprezada aos seus olhos; o Senhor julgue entre mim e ti.





INTRODUÇÃO
Ao longo deste trimestre, estudaremos assuntos relacionados à família. Nesta oportunidade, especificamente, ponderamos que, diferentemente de outros trimestres, os assuntos referem-se aos problemas do cotidiano familiar. Veremos o que a Palavra de Deus tem a nos ensinar quanto a problemas de comunicação conjugal, ciúmes, rebeldia, porfias, mentiras, mágoas e educação de filhos, dentre outros assuntos. Nesta lição, em especial, focaremos nas atitudes precipitadas de Sarai e Abrão, ao decidirem não esperar o cumprimento da promessa de Deus e agirem por conta própria, “ajudando-0” no cumprimento da promessa Veremos as consequências de quando deixamos de ouvir a voz de do Senhor para “ouvir” a voz de um coração enganoso.


I- DEUS FAZ PROMESSAS A ABRÃO
1- O encontro de Deus com Abrão.
Abrão vinha de uma jornada de conquistas e vitórias pessoais desde que saiu de Ur dos Caldeus e, depois, de Harã (Gn 11.31; 13.1-4). Entretanto, o casal Abrão e Sarai não tinha filhos. No capítulo 12 de Gênesis, o patriarca tinha 75 anos de idade quando Deus lhe prometeu uma grande descendência (Gn 12.4). No capítulo 15, o Senhor lhe faz uma promessa específica de um herdeiro. E, finalmente, quando Isaque, o filho da promessa, nasceu, o patriarca tinha 100 anos (Gn 21.5). Assim, podemos dizer que Abraão esperou por 25 anos pelo cumprimento da promessa divina.


2- A dúvida diante da espera.
Após a promessa de uma descendência (G 12), veio uma preocupação a Abrão: “Senhor Jeová, que me hás de dar? Pois ando sem filhos, e o mordomo da minha casa é o damasceno Eliezer” (Gn 15.2). Esse questionamento revela que sua fé estava em crise, Abrão não conseguia ver a realização do sonho do casal, uma vez que Sarai era estéril. Não é diferente conosco também. Às Vezes somos bloqueados por dúvidas que nos impedem de, pela fé, enxergar a operação do sobrenatural.


3- Deus garante a Abrão o cumprimento da promessa. 
Como vimos, Gênesis 15.4 traz a promessa de um filho. No versículo 7, o Senhor diz ” Eu sou o Senhor” (Gn 15.7). De modo que Ele desfez a preocupação do patriarca, especificando uma promessa: “Este não será o teu herdeiro [Ismael]; mas aquele que de ti será gerada, esse será o teu herdeiro Isaque” (Gn 15.4) Aqui, Deus está afirmando a Abrão que suas promessas sem base no próprio caráter, pois Ele não é homem para mentir, nem filho do homem para se arrependa, “porventura, diria ele e não a faria Ou falaria e não o confirmaria?” (Nm 21.10). Deus cumpre fielmente a sua Palavra (Sl 89.34). Infelizmente, porém Abrão vacilaria na fé e não transmitirá a Sarai confiança na promessa (Gn 16.2,3).


SINOPSE I
Deus fez a promessa de uma grande descendência a Abrão. A espera acabou gerando dúvida, mas o Senhor garante aquilo que promete.


II- INTERFERÊNCIA NO PLANO DE DEUS
1- A tentativa de Sarai em “ajudar” a Deus. 
Pelo processo natural, Sarai não podia gerar filhos por causa de sua esterilidade e, naquele contexto, ela estava ainda com a idade avançada. Por isso, Sarai persuadiu a Abrão de que a melhor forma de ele ter um herdeiro seria tornar a serva egípcia Agar e com ela conceber um filho (Gn 16.2). Naquele tempo era permitido fazer isso para que um homem tivesse um herdeiro, E essa tentativa de “ajudar a Deus” no cumprimento da promessa de um filho foi uma atitude precipitada de Abrão. Na Vida conjugal, é importante que um casal crente consulte a Deus em tudo. Nesse sentido, Abrão deveria convencer sua mulher a esperar em Deus, pois ele cumpre a sua Palavras (1 Rs 8.56).


2- Os dois vacilam na fé. 
No capítulo 15, Abrão é um homem de fé. Porém, no capítulo 16, a situação muda completamente porque ele prefere ouvir a voz de sua mulher, conforme Gênesis 16.2 “E ouviu Abrão a voz de Sarai”. A verdade é que, diante da reclamação de sua esposa, Abraão aquietou-se e preferiu aceitar o argumento dela e não acreditar no milagre de ambos gerarem um filho conforme a promessa. Os dois deixaram a lógica da fé e se apegaram à lógica meramente humana. Devemos cuidar para não interferir nos desígnios de Deus, pois isso pode significar o desvio da vontade divina. Não podemos, por causa de uma decisão precipitada, querer intervir no plano original divino.


3- O problema da precipitação. 
Sarai abandonou e desprezou a confiança em Deus, preferindo resolver o problema ao seu modo, além de induzir seu marido à mesma atitude equivocada incrédula. Ao afastar-se da dependência de Deus, o casal não conseguiu evitar as consequências desastrosas para sua vida (Gn 16.5-9). Agar engravidou e teve o filho que Abrão sonhava ter, mas provocou um conflito familiar histórico entre Abrão e Sarai, entre Sarai e Agar, posteriormente, entre os filhos de ambos, Ismael e Isaque. Muitos conflitos são gerados nos lares por causa de atitudes precipitadas da parte dos cônjuges. A essência dessa precipitação de Abrão permanece até hoje, com as sementes de Ismael e Isaque, ou seja, judeus e árabes.


SINOPSE II
A precipitação de Sarai gerou consequências na família que reverberam até aos dias atuais entre as duas nações.


AUXÍLIO TEOLÓGICO
A ESPOSA SUBSTITUTA
“O tempo passou e Sarai continuava sem filhos. Deus não prometeu que o filho sairia dela Agar e o problema de uma promessa não cumprida permanecia. Na opinião de Sarai, a resposta era o costume da pátria de onde vieram. Este costume dizia que a esposa sem filhos têm de oferecer ao marido uma criada para servir no lugar dela. A descendência será considerada sua.

Sarai tinha uma serva egípcia chamada Agar que ela ofereceu a Abrão. Abrão aceitou a oferta e pouco tempo depois Agar teve um filho. Emoções profundas e intensas no coração de cada participante estavam emaranhadas com o problema de interpretar uma promessa divina por meio de providências legais.

Agar ficou arrogante com sua senhora, e Sarai ficou amarga e abusiva. Indo ao marido, ela a acusou de privá-la dos direitos básicos de esposa e exigiu que tomasse uma atitude[…]. Era contrário ao costume da pátria de onde vieram as esposas servas mostrarem desrespeito à esposa principal. Abrão recusou punir Agar, mas permitiu que Sarai agisse como quisesse” Comentário Bíblico Beacon: Gênesis a Deuteronômio. Vol.1 Rio de Janeiro: CPAD, 2014,p.63).
AMPLIANDO O CONHECIMENTO
Entre o povo da Mesopotâmia, o costume, quando a esposa era estéril, era deixar que a sua serva tivesse filhos com o esposo. Esses filhos eram considerados filhos legítimos daquela esposa.
(1) Apesar de existir então esse costume, a tentativa de Abrão e Sarai de terem um filho através da união de Abrão com Agar não teve a aprovação de Deus (2.24).
(2) O NT fala do filho de Agar como sendo o produto do esforço humano – […] (Gl 4.29).” Amplie mais o seu conhecimento, lendo a Bíblia de Estudo Pentecostal, editada pela CPAD, p.55.


III- AS CONSEQUÊNCIAS DE UMA DECISÃO PRECIPITADA
1- O conflito na família de Abrão. 
A precipitação do casal acabou criando o conflito entre Abrão e Sarai, provocado pela nova situação a que se submeteu Agar. Discórdia e desarmonia suscitaram uma situação insustentável dentro desse lar. Agar, sentindo-se privilegiada dentro da casa de Abrão, visto que ele estava dando atenções especiais para com ela por causa do seu filho em seu ventre, provocou ciúmes em Sarai. Está, então, começou a hostilizar sua serva (Gn 16.4-6). Essa situação ficou bem difícil dentro da casa do patriarca.


2- A fraqueza de Abrão. 
Depois de toda a experiência com Deus e de ouvir as suas promessas divinas para a vida pessoal e familiar, Abrão optou pela fraqueza e a carnalidade. Não teve firmeza para persuadir Sarai, diante do conselho de ter esse filho com Agar, a confiar em Deus e em suas promessas (Gn 16.6). Essa história nos ensina que não podemos apenas olhar para as soluções humanas. Há momentos em nossa vida que só a mão de Deus pode operar. Tenhamos sensibilidade espiritual para discernir o que está sob nossa responsabilidade e o que só depende única e exclusivamente de Deus (cf. Êx 14.15-18).


3- Uma opinião equivocada acerca de Deus. 
Quando Sarai diz a Abrão que o Senhor me tem impedido de gerar” parecia estar afirmando que Deus havia falhado com ela para gerar filhos (Gn 16.2). Ela afastou-se do lugar de absoluta dependência de Deus e preferiu decidir por si mesma, usando Agar como meio para o cumprimento da divina promessa. Seu coração carnal fez com que ela desprezasse a fé.

Nesse sentido, a fraqueza de Abrão não foi tanto a de não agir sabiamente com Sarai quanto a convencê-la a acreditar no milagre de Deus em sua vida. Sua esposa precisava de uma experiência com Deus capaz de dar-lhe o conhecimento suficiente para entender que seu marido tinha razão no que dizia. Portanto, é preciso atentar para uma preciosa lição: os homens de Deus têm um papel de mentores espirituais em suas casas e, por isso, não podem deixar de governá-la com sabedoria (cf. 1Tm 3.5,6).


SINOPSE III
Uma decisão precipitada gera consequências que vão desde conflitos na família a equívocos acerca de Deus

AUXÍLIO TEOLÓGICO
CONSEQUÊNCIAS DA UNIÃO DE ABRÃO COM AGAR
“Aqui temos as más consequências imediatas do infeliz casamento de Abrão com Agar. Um grande mal se produz rapidamente. Quando nós não agimos bem, o pecado e os problemas estão à porta. E podemos agradecer a nos mesmos pela culpa e pela tristeza que nos acompanham quando saímos do caminho do nosso dever. 
Veja isto nesta história.
I- Sarai é desprezada, e, desta ma­neira, sente-se provocada e se irrita, v.4. Tão logo, Agar percebe estar grávida de um filho do seu senhor, passa a considerar a sua senhora com desprezo, talvez criticando-a pela sua esterilidade, insultando-a, para irritá-la (como em 1 Sm 1.6). Ela estava se gabando das perspectivas que tinha de trazer um herdeiro a Abrão, para aquela boa terra, e para o cumprimento da promessa. Agora ela se julga uma mulher melhor do que Sarai, mais favorecida pelo Céu, e com probabilidade de ser mais amada por Abrão. E por isso já não é mais submissa como costumava ser. Observe:

1- Os espíritos [pessoas] inferiores e servis, quando favorecidos e promovidos, seja por Deus ou pelo homem, podem se tornar arrogantes e insolentes, e esquecer seu lugar e origem.
 
Veja Provérbios 29.21; 30.21-23. É difícil atribuir a honra aqueles que realmente devem ser honrados.

2- Nós sofremos, com razão, por causa daqueles a quem agradamos de maneira pecaminosa. 
E é justo que Deus converta em instrumentos de nossa aflição aqueles aos quais tornamos instrumentos do nosso pecado, e que nos aprisiona nos nossos próprios maus conselhos: o que revolve a pedra, está sobre ele rolará” (HENRY, Matthew. Comentário Bíblico Antigo Testamento: Gênesis a Deuteronômio. Rio de Janeiro: CPAD, 2010, pp.94,95).


CONCLUSÃO
Esta lição nos ensina a respeito das promessas de Deus para a vida do crente. Entretanto, ela alerta para o perigo de nos precipitarmos com interferências no cum­primento dessas promessas. Vimos que esse tipo de atitude trouxe consequências graves para a família de Abrão. Que Deus nos livre de tentarmos interferir em seus planos, pois sabemos que sua vontade é boa, agradável e perfeita (Rm 12.2).


REVISANDO O CONTEÚDO
1- Quanto tempo Abraão esperou pelo cumprimento da promessa divina? 
R. Abraão esperou por 25 anos pelo cumprimento da promessa divina.


2- No capítulo 15 de Gênesis, Abrão é um homem de fé; por que no capítulo 16 a situação muda completamente? 
R. A situação mudou completamente porque ele preferiu ouvir a voz de sua mulher.


3- Por que Sarai persuadiu a Abrão de que a melhor forma de ele ter um herdeiro seria tornar a serva egípcia, Agar, por mulher? R. Porque Sarai não podia gerar filhos por causa de sua esterilidade e, naquele contexto, ela estava com idade avançada.


4- Quais elementos suscitados que deixaram a casa de Abrão em uma situação insustentável?
R. Discórdia e desarmonia.


5- Para qual lição preciosa precisamos atentar? 
R. Os homens de Deus tem um papel de mentores espirituais em suas casas e, por isso, não podemos deixar de governá-la com sabedoria (cf. 1 Tm 3.5,6).


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Para concluir, utilizem a
Dinâmica: Firme nas promessas
Objetivos:
- Refletir sobre o cumprimento das promessas divinas.
- Renovar a esperança e a fé nas promessas de Deus.
Material:
01 folha de papel ofício dividida ao meio por um traço e caneta, para cada aluno.

Procedimento:
- Perguntem o que significa a palavra “Promessa”.
Segundo o Dicionário Michaelis é ”1. Ato ou efeito de prometer. 2 Declaração pela qual alguém se obriga, pela fidelidade e pela justiça, a fazer ou deixar de fazer alguma coisa”. Há outros significados.

- Falem acerca da importância do cumprimento das promessas a nível terreno. Também reflitam sobre do incômodo causado quando há falhas nas promessas e o estado de felicidade promovido por uma promessa cumprida.

Vocês já passaram por alguma dessas situações? Vocês ocasionaram ou foram vítima?

- Agora, afirmem: Deus não falha em suas promessas.

Leiam Nm 23.19.

- Falem: Nesta lição, estamos estudamos sobre a promessa divina de um filho ao casal Abrãao e Sara. Porém, Sara crendo nas impossiblidades, interferiu para o nascimento desse filho, por meio de sua serva Agar com Abraão. Foi um plano precipitado que trouxe muitos problemas familiares e o aparecimento de 02 povos em conflito. Abraão e Sara fraquejaram na confiança da promessa de Deus. Mas, Deus cumpriu com sua promessa para o casal, com o nascimento do filho Isaque.

Vocês têm esperado por muito tempo por uma ou mais promessas divinas para sua vida? Vocês encontram-se desencorajados? Sem fé? Sem forças? Calma!

Lembrem-se do que Deus já fez por vocês!

- Entreguem uma folha de papel ofício para cada aluno divida ao meio por um traço.

- Solicitem aos alunos que escrevam do lado direito as promessas ainda não foram cumpridas.

- Falem: Lembrem-se do que Deus já fez por você! Façam do lado direito da folha, uma lista das situações que Ele cuidou e providenciou socorro para você! Observem o quanto Deus já fez por vocês. Firmem-se em Suas promessas!
- Concluam, lendo: II Pe 3.09a e Sl 125.01.
Fonte da dinâmica por Sulamita Macêdo /Blogatitudedeaprendizblogspot.com.


DEUS é o maior interessado na restauração do seu casamento


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Não dizeis vós que ainda há quatro meses até que venha a ceifa? Eis que eu vos digo: Levantai os vossos olhos, e vede as terras, que já estão brancas para a ceifa.
João 4:35.
Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.
2 Timóteo 2.15.

Volte sempre e traga mais gente se Deus tocar fique com a gente.