27 de julho de 2018

Lição 05 - Roboão, o primeiro monarca do reino do Sul - Central Gospel

Texto Bíblico Básico:
  1 Reis 12.1-5
1 - E foi Roboão para Siquém, porque todo o Israel veio a Siquém, para o fazerem rei.
2 - E sucedeu, pois, que, ouvindo-o Jeroboão, fi lho de Nebate, estando ainda no Egito (porque fugira de diante do rei Salomão e habitava Jeroboão no Egito),
3 - enviaram e o mandaram chamar; e Jeroboão e toda a congregação de Israel vieram e falaram a Roboão, dizendo:
4 - Teu pai agravou o nosso jugo; agora, pois, alivia tu a dura servidão de teu pai e o seu pesado jugo que nos impôs, e nós te serviremos.
5 - E ele lhes disse: Ide-vos até ao terceiro dia e voltai a mim. E o povo se foi.


  2 Crônicas 11.1-4
1 - Vindo, pois, Roboão a Jerusalém, ajuntou da casa de Judá e Benjamim cento e oitenta mil escolhidos, destros na guerra para pelejarem contra Israel e para restituírem o reino a Roboão.
2 - Porém a palavra do SENHOR veio a Semaías, homem de Deus, dizendo:
3 - Fala a Roboão, fi lho de Salomão, rei de Judá, e a todo o Israel, em Judá e Benjamim, dizendo:
4 - Assim diz o SENHOR: Não subireis, nem pelejareis contra os vossos irmãos; tornai cada um à sua casa, porque de mim proveio isso. E ouviram as palavras do SENHOR e desistiram de ir contra Jeroboão.


Texto áureo: 
  1 Reis 12.6
PALAVRA INTRODUTÓRIA
- Professor(a), nesta lição recomendo você se inteirar bem desse fato estudando desde a assunção de Roboão até o momento do cisma.
- "estudaremos o cisma israelita", o "cisma israelita", foi uma divisão que ocorreu no reino, onde se separaram as 12 tribos, na época eram 13 tribos, pois a tribo de José se dividiu em duas. Ficou Judá e Benjamim no Reino do Sul e o restante no Reino do Norte.
- "inexperiência de Roboão", esse rei foi o filho de Salomão que assumiu o reino completo e foi o responsável pela divisão, por não saber lidar com um problema que vinha se arrastando desde a época de seu pai.


1. O DESMONTE DA NAÇÃO ISRAELITA
O sucessor de Salomão tornou-se o responsável pela divisão de um reino", esse rei não aprendeu com seu pai a buscar a mesma sabedoria que tornou o reino forte, não adianta muito sabermos buscar a sabedoria de Deus e não ensinar nossos filhos a buscar a mesma.

1.1. Motivo da cisão: a coroa pertence a Jeová
 Ignorando levianamente as orientações divinas (Dt 7.3,4; 17.17a)", notamos aqui o exemplo que Salomão estava dando a seus filhos, mostrando como ignorava as ordenanças de Deus feitas na Lei de Moisés. Todos os que ignoram o ensino do Senhor na presença da família planta uma semente no coração dos filhos.

Pelo sincretismo pagão", é a mistura de crenças religiosas de diversos segmentos.
- Somente a Ele pertencia a coroa suprema", quer dizer que na verdade foi Deus que arquitetou a divisão do Reino, apenas usou a idiotice de Roboão para isso.

1.1.1. Deus anunciou a divisão do Reino
- "Jeroboão foi interpelado pelo profeta Aías, de Siló", só a título de curiosidade, Siló foi o último lugar onde ficou o Tabernáculo antes de desaparecer na História.
- "porque Salomão o havia rejeitado, adorando deuses estrangeiros", todos os problemas sobre idolatria, estupides e vaidade que Salomão tanto combateu foram seu maior ponto fraco.
- Para que Ele sempre tivesse um descendente de Davi reinando", Deus não se esqueceu da promessa feita a Davi e manteve um rei descendente dele no trono, até o dia em que foi transferido a Cristo e jamais sairá de sua mão.

1.2. O reino é dividido
- "eles queriam que o novo governante aliviasse-lhes a carga tributária", havia já um sentimento de abandono e preferência no coração do povo que aflorou com a assunção do novo rei, pois o rei anterior era muito poderoso e sábio e provavelmente temeram levar-lhe o problema.
- Judá e Benjamim", convém lembrar que a família de sacerdotes levitas que ministrava no Templo permaneceram em Jerusalém e também algumas poucas famílias de tribos do Norte também ficaram, pois na época de Jesus encontramos esse relato:
E estava ali a profetisa Ana, filha de Fanuel, da tribo de Aser. Esta era já avançada em idade, e tinha vivido com o marido sete anos, desde a sua virgindade;" Lc 2,36




A HISTÓRIA DA DIVISÃO DO REINO DE ISRAEL.
No ano de 931 a.C. , tendo morrido o grande sábio o Rei Salomão, o Reino de Israel se dividiu em Norte (passou a chamar-se Reino de Israel e Sul (passou a chamar-se Reino de Judá). A mão de ferro que conduzia o reino e mantinha unida as 12 tribos de Israel desapareceu.
O Reino do Norte chamado Reino de Israel assumiu Jeroboão filho de Nabat (conforme Biblia de Jerusalém em Rs 15,1) tendo como capital Samaria. Este Reino do Norte continha a maioria das tribos de Israel, 10 tribos, e também a maior população. Jeroboão para impedir a ida ao Templo em Jerusalém, mandou construir dois Templos, um em Dã, e outro em Betel.
O Reino do Sul chamado Reino de Judá ficou como outro filho de Salomão Roboão tendo capital Jerusalém. Para o Sul permaneceram as tribos em torno a Jerusalém, Tribo de Benjamin e Judá. Habitam a região montanhosa, árida e seca, menos propensa a agricultura, mas protegida dos invasores do Norte e Sul.
A explicação desta divisão acontecida para o Povo de Deus não é difícil de ser entendida. O Projeto de Deus que foi vivido por mais de 200 anos ensinava a maneira do povo ser feliz e ser bem sucedido na vida. Todos igualmente teriam oportunidade de prosperarem. As pessoas ou grupo de pessoas que não viviam e valorizavam estes novos valores, não seguindo o projeto de Deus começaram a morrer. Compravam outra vez a própria escravidão que tinham vivido na escravidão do Egito. Este abandono do Projeto, faz com que Deus os abandone. O Povo de Deus começa a andar para trás. Começou a decair e cada vez mais estava indo para o fundo do poço.
Consulta:
BRIGHT, J., História de Israel, Nova Coleção Bíblica, n°7, 2 edição, Paulinas, São Paulo 1981, pág.302ss.
DIOCESE DE JOINVILLE, Bíblia Deus conosco, Vozes Petrópolis, 1989, 135ss.

ROBOÃO E OS MAUS CONSELHOS
Dizem que se conselho fosse bom seria vendido e não dado. Não sei, não. Conselho é a experiência de outra pessoa, que tenta nos orientar sobre uma situação vivida. Conselho também é fruto da maturidade e da sabedoria de alguém, necessariamente a pessoa não precisa ter vivido uma situação idêntica para saber qual o melhor caminho a seguir.

Os jovens não gostam de conselhos, os idosos acham que não precisam mais de conselhos, a turma do meio não aceita conselho dos jovens, porque consideram que eles ainda não têm experiência para aconselhar e nem dos idosos, porque acham sempre que eles fizeram tudo errado. Em suma, quase ninguém ouve conselhos com os ouvidos de quem quer acertar.

Davi unificou o Reino de Israel e sobre todas as tribos governou por cerca de quarenta anos. Depois dele Salomão manteve a união do reino e também governou por igual período de seu pai. O reinado de Salomão foi de paz por todos os lados.

A promessa de Deus era que a casa de Davi seria estabelecida em Israel e Deus sempre cumpre Suas promessas, porém é preciso ser fiel para ser abençoado. Depois de Salomão houve contenda entre o filho de Salomão, o rei Roboão, e Jeroboão, filho de Nebate, e o reino foi novamente dividido.

Tudo começou quando Salomão ainda reinava sobre todo Israel. Ele observou o jovem Jeroboão e viu que ele era forte, valente e trabalhador, então Salomão o constituiu como administrador da casa de José.

Um dia Jeroboão estava saindo de Jerusalém e no caminho encontrou o profeta Aías, que estava vindo do campo e estava vestido com uma túnica nova. Não havia ninguém por perto, somente Aías e Jeroboão, nenhuma testemunha de um momento absolutamente espantoso.

Aías pegou a roupa nova que ele estava trajando e partiu em doze partes, deu a Jeroboão dez partes e disse: “Toma para ti os dez pedaços, porque assim diz o SENHOR Deus de Israel: Eis que rasgarei o reino da mão de Salomão, e a ti darei as dez tribos.” (1 Reis 11:31). Deus falou pela boca do profeta que rasgaria o reino de Salomão, mas como assim? Deus não prometeu a Davi que estabeleceria sua Casa perpetuamente em Israel? Prometeu, sim, e cumpriu.

Deus não é homem para mentir e nem filho do homem para se arrepender. Por causa de Sua promessa a Davi, Deus mandou dizer a Jeroboão: “Porém não tomarei nada deste reino da sua mão; mas por príncipe o ponho por todos os dias da sua vida, por amor de Davi, meu servo, a quem escolhi, o qual guardou os meus mandamentos e os meus estatutos. Mas da mão de seu filho tomarei o reino, e darei a ti, as dez tribos dele. E a seu filho darei uma tribo; para que Davi, meu servo, sempre tenha uma lâmpada diante de mim em Jerusalém, a cidade que escolhi para pôr ali o meu nome.” (1 Reis 11:34-36).

Deus não destituiu o reino a Salomão e disse que não o faria por amor a Davi, Seu servo, mas que da mão de seu filho tiraria o reino, porém não totalmente, por causa da Sua aliança com Davi. Para Jeroboão, a mensagem do Senhor não poderia ser melhor, veja: “E te tomarei, e reinarás sobre tudo o que desejar a tua alma; e serás rei sobre Israel.” (1 Reis 11:37). Estava dada a sentença.

Salomão se levantou contra Jeroboão para matá-lo, mas ele fugiu para o Egito, onde ficou até a morte de Salomão e Roboão, seu filho, começar a governar.

Roboão foi para Siquém, porque todo Israel se reuniu para coroá-lo. Foi nesta ocasião que Jeroboão e toda congregação foi falar com o novo rei, dizendo: “Teu pai agravou o nosso jugo; agora, pois, alivia tu a dura servidão de teu pai, e o pesado jugo que nos impôs, e nós te serviremos.” (1 Reis 12:4). Roboão ouviu a queixa e pediu três dias para pensar e o povo voltou para suas casas.

O povo estava insatisfeito com o jugo do reino sobre suas cabeças, havia muitos impostos e o pedido era relevante. É preciso lembrar que Davi juntou todo o material necessário para construir o templo e Salomão construiu, ou seja, durante oitenta anos o povo contribuiu bastante para construir o templo, mas o templo já estava pronto e o povo queria ser aliviado da carga dos altos impostos. Era justo.

O novo rei recebeu conselho dos anciãos que lhe disseram: “Se hoje fores servo deste povo, e o servires, e respondendo-lhe, lhe falares boas palavras, todos os dias serão teus servos.” (1 Reis 12:7). Era um bom conselho, Roboão atenderia ao pedido do povo e este povo o serviria todos os dias de seu reino, mas ele não aceitou o conselho.

Roboão pediu conselho dos jovens que cresceram com ele, uma turma quase teen, que não sabia nada da vida. Não deu outra, eles deram um péssimo conselho ao colega, veja só: “Meu dedo mínimo é mais grosso do que os lombos de meu pai. Assim que, se meu pai vos carregou de um jugo pesado, ainda eu aumentarei o vosso jugo; meu pai vos castigou com açoites, porém eu vos castigarei com escorpiões.” (1 Reis 12:10-11).
Que conselho mais bobo!

Em sua arrogância, Roboão gostou do conselho de seus colegas, foi lá e repetiu cada palavra para o povo, que se reuniu para saber a resposta do rei. Vendo o povo que o novo rei não deu uma resposta sábia, se rebelou contra Roboão, a ponto do povo dizer que não reconhecia a Casa de Davi para reinar sobre eles, viraram as costas ao novato e néscio (incapaz, ignorante) rei Roboão.

O rei não estava mentindo quando disse que ia afligir o povo e logo ele mandou seu ministro da fazenda (só para contextualizar melhor), cobrar os impostos dos israelitas, mas ele não foi muito bem recebido, não, aliás, o povo apedrejou e matou o homem e Roboão fugiu para Jerusalém.

Foi desta forma que o reino foi dividido. Jeroboão foi ungido rei sobre as dez tribos de Israel e Roboão reinou sobre as tribos de Judá e parte de Benjamim. O reino nunca mais foi unificado e tudo aconteceu conforme a palavra do profeta Aías.

O estopim para a separação dos reinos de Israel e Judá foi um mau conselho recebido pelo filho de Salomão, que preferiu seguir a orientação de seus colegas de grupo escolar, a ouvir os sábios anciãos. É interessante observar que Roboão herdou o reino de seu pai Salomão, mas não veio em seu DNA nem um cadinho da proverbial sabedoria salomônica, pelo contrário, o que Salomão tinha de sábio, Roboão tinha de lerdo.

União vem de Deus, separação vem do diabo. Se Roboão tivesse sido sábio, não teria perdido quase todas as tribos de Israel e só ficou com duas, porque Deus honrou Sua aliança com Davi.

A vida espiritual tem dessas coisas, é preciso conversar com Deus antes de tomar uma decisão, porque uma escolha mal feita acaba comprometendo muitas vidas. No tabuleiro de Deus, as peças não estão soltas, isoladas, ao oposto, há uma sintonia, uma harmonia tremenda entre todas as peças, já que somos pétalas de uma mesma rosa, somos um inteiro dividido e unido em suas partes: a Igreja de Jesus. 
Cabe a cada um de nós buscar sabedoria em Deus e agir com prudência em todas as ocasiões, sabendo que Jesus é o elo que nos liga a Deus Pai e nosso único Salvador. Depois de reconhecer Jesus como seu Salvador, sua vida todinha será passada a limpo.

Após a morte de Salomão, Israel se dividiu em dois grandes reinos:
Judá - Sul - Capital em Jerusalém, que seguiu tendo um descendente de Davi como rei e Israel.
Demais 10 tribos - Norte - Durante sua existência de aproximadamente 200 anos cerca de 6 dinastias diferentes.

Os motivos dessa divisão estão relacionados ao fato de Salomão ter privilegiado imensamente Judá, sua tribo natal. Já durante o seu reinado, alguns focos de rebelião haviam se formado mas que devido à força do governo não conseguiram tomar forma. Roboão era o descendente de Salomão a quem cabia ser rei de todo Israel. Contudo, enquanto em Judá ele foi bem-vindo e coroado, quando foi para a parte norte, os habitantes desta região queriam ao menos uma promessa de que Roboão diminuiria os impostos e trabalhos forçados que eram dirigidos a eles.

Ao invés de agir diplomaticamente, Roboão declarou que as tribos do norte pertenciam a ele por conquista. Essa resposta desencadeou grandes protestos e Roboão foi obrigado a fugir de volta para o sul para salvar sua vida. Surgiu então a possibilidade das tribos do norte formarem um país próprio, ao qual deram o nome de Israel. O líder destas tribos era Jeroboão, um Efraimita que já durante o reinado de Salomão havia tido problemas com o rei.

Ocorreu então a guerra entre Roboão e Jeroboão, o sul e o norte, Judá e Israel. Foi uma guerra longa, mas não muito intensa. No início, o norte era mais fraco e provavelmente teria sucumbido, caso Judá não tivesse que enfrentar outra guerra, ao mesmo tempo contra os Egípcios. Muito enfraquecidos por essa luta, Roboão teve de desistir dos planos de reinar sobre Judá e Israel.

Judá e Israel desenvolveram-se de maneiras muito diferentes. Judá estava em um local árido, de solo rochoso, incapaz de criar muita riqueza e que não fazia parte das rotas comerciais. Por essas características, não era alvo intenso do interesse de outros povos conquistadores. Com isso, a dinastia reinante também não era muito pressionada internamente, já que não se criam generais fortes e carismáticos em épocas de relativa paz.

Israel, por outro lado, era o exato oposto. Situada numa região fértil, centro do comércio entre o Egito e a Mesopotâmia e tendo condições de produzir excedente para exportar para os fenícios, Israel criou uma aristocracia forte e luxuosa, levando a grande diferença social. Isso era ainda potencializado pelos perigos externos vindos de povos vizinhos e conquistadores que buscavam toda essa riqueza e importância comercial. Como resultado, Israel estava sempre em guerra e, cada guerra criava generais fortes e interessantes para o povo que davam golpes de estado, criando novas dinastias, mas que no fim não faziam grande diferença vindo a ser substituídos por novos generais de características semelhantes.

Nesse contexto surgem os profetas. A principal função destes homens era mostrar quando o povo ou os governantes se desviavam do caminho da religião e buscar formas de corrigir estes erros. Os principais problemas que os profetas apontavam eram: a desigualdade social especialmente em Israel e, como era vontade de D´us que não apenas se fizessem as orações e sacrifícios, mas que também os judeus se preocupassem com o bem dos outros, a justiça social.

Outras ideias importantes dos profetas estavam relacionadas com a assimilação e com a união do povo. Quanto ao problema da união, era defendido que se Ele havia escolhido os descendentes de Abraão para a aliança, logo deviam unir-se e não separar-se, como defendia Amós. A assimilação era um problema, pois o contato intenso com outros povos e os casamentos, especialmente de governantes, com mulheres de outros países facilitava a incorporação de elementos de outros cultos ou o abandono de elementos do judaísmo. Era esse o ideal, por exemplo, de Elias, um dos principais profetas do período. Uma fascinante história deste profeta ocorre depois do casamento de Acabe, rei de Israel com Jezebel, filha do rei de Tiro.

Certa vez, Acabe queria comprar a vinha de Naboth. Contudo, Naboth não queria vender, como era seu direito pelas leis e costumes de Israel. Acabe estava pronto a aceitar isso, já que acreditava nas mesmas leis. Contudo, Jezebel, como vinha de Tiro, não podia aceitar que qualquer habitante não cumprisse os desejos do rei. Contratou falsas testemunhas que acusaram Naboth de traição. Este foi condenado à morte e sua vinha confiscada pelo rei. Quando Acabe foi visitar sua nova propriedade encontrou o profeta Elias, que lhe disse: “Mataste e agora pretendeis a herança?”.

Aliado à falta de união entre Judá e Israel, surgia uma forte ameaça. Eram os Assírios, terríveis conquistadores que aumentaram seu poder e que se expandiam rapidamente. Israel e Aram (outro reino), tentando conter os assírios buscaram uma união junto com Judá. Esta, porém, não aceitou e Aram e Israel decidiram invadir Judá e sitiar Jerusalém. O rei de Judá, Acaz, enviou, então, um suborno ao rei da Assíria para que este invadisse Aram. Com isso, Aram deixou de ser independente e Judá se salvou. Israel era logicamente o próximo passo. O rei de Israel aceitou se submeter à Assíria enquanto buscava modos de retomar sua independência. Isso levou os Assírios a tomarem uma posição mais forte e, em (722 A.E.C.), culminou com a invasão de Israel, a queda de Samaria (719 A.E.C.) e o exílio dos habitantes desta cidade, bem como de outros habitantes ricos e influentes do resto do país.

NOTA : HEDONISMO

 
 A palavra hedonismo vem do grego hedonikos, que significa "prazeroso", já que hedon significa prazer. Como uma filosofia, o hedonismo surgiu na Grécia e teve Epicuro e Aristipo de Cirene como alguns dos nomes mais importantes. Esta doutrina moral teve a sua origem nos cirenaicos (fundada por Aristipo de Cirene), epicuristas antigos. O hedonismo determina que o bem supremo, ou seja, o fim último da ação, é o prazer. Neste caso, "prazer" significa algo mais que o mero prazer sensual. Os utilitaristas ingleses (Bentham e Stuart Mill) foram os continuadores do hedonismo antigo.
Em muitas ocasiões o hedonismo é confundido com o epicurismo. No entanto, existem algumas diferenças entre eles, sendo que Epicuro criou o epicurismo com o objetivo de aperfeiçoar o hedonismo. O epicurismo tem como um dos objetivos a ausência da dor, e por isso o prazer tem um papel mais passivo, e o indivíduo deve renunciar a coisas que possam originar dor e sofrimento. No caso do hedonismo, a busca pelo prazer é aconselhada de forma intensa, levando também em conta os prazeres sexuais.
Como o hedonismo aborda a busca excessiva pelo prazer como o propósito mais importante da vida, muitas religiões a repudiam, pois consiste em uma doutrina que entra em choque com a doutrina de muitas igrejas.
Hedonismo ético e psicológico
O hedonismo pode ser dividido em duas categorias: hedonismo ético e hedonismo psicológico.
O hedonismo psicológico tem como fundamento a noção que em todas as ações, o ser humano tem a intenção de obter mais prazer e menos sofrimento, e essa forma de viver é única coisa que fomenta a ação humana. Por outro lado, o hedonismo ético tem como princípio o fato de o homem contemplar o prazer e os bens materiais como as coisas mais importantes das suas vidas
.
  
  
 Lição 05 - Roboão, o primeiro monarca do reino do Sul
  
Pré - aula: Lição 05: Roboão, o primeiro monarca do reino do Sul 



Jovens e Adultos: Lições da Palavra de Deus - 3º Trimestre de 2018 - Tema: Os grandes Reis de Israel - Historias de guerras, fracassos e conquistas - Editora: Central Gospel

 
através deste site.Almeida Revista eAtualizada
Bíblia Nova Tradução na Linguagem de Hoje, da Sociedade Bíblica do Brasil. através deste site.
BÍBLIA ONLINE

Fonte: Clube de teologia
Crescendoparaedificar.blogspot.com
Jovens e Adultos: Lições da Palavra de Deus - 3º Trimestre de 2018 - Tema: Os grandes Reis de Israel - Historias de guerras, fracassos e conquistas - Editora: Central Gospel
Comentarista: Pr. Gesiel Gomes

JESUS VIRA!

Lições Bíblicas: 1º Trimestre 2018
Lições Bíblicas: 2º Trimestre 2018
Lições Bíblicas: 3º Trimestre 2018

Nenhum comentário:

Postar um comentário