20 de setembro de 2020

Lição 13: A vigilância conserva pura a Igreja: Subsídios, Dinâmica: Videos - aulas, Adultos

TEXTO ÁUREO
E as coisas que vos digo digo-os a todos: Vigiai.
Marcos 13.37.




VERDADE PRÁTICA
Através da vigilância, a Igreja se manterá pura e não se afastará do modelo traçado por Cristo, rejeitando assim as inovações e o mundanismo dos nossos dias.



LEITURA DIÁRIA
Segunda — Ef 4.1-16
O padrão divino para a Igreja

Terça — Mc 16.17-20; At 19.11
Numa igreja pura Deus opera maravilhas

Quarta — 1Tm 3.14-16
A Igreja é a coluna da verdade

Quinta — Ef 2.19-22
A Igreja é a família de Deus

Sexta — Ef 1.17-23; 5.23
Cristo, a cabeça da Igreja

Sábado — Sl 90.17; At 9.31
Deus confirma o trabalho da Igreja




LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Mateus 25.1-13.
1 — Então, o Reino dos céus será semelhante a dez virgens que, tomando as suas lâmpadas, saíram ao encontro do esposo.

2 — E cinco delas eram prudentes, e cinco, loucas.

3 — As loucas, tomando as suas lâmpadas, não levaram azeite consigo.

4 — Mas as prudentes levaram azeite em suas vasilhas, com as suas lâmpadas.

5 — E, tardando o esposo, tosquenejaram todas e adormeceram.

6 — Mas, à meia-noite, ouviu-se um clamor: Aí vem o esposo! Saí-lhe ao encontro!

7 — Então, todas aquelas virgens se levantaram e prepararam as suas lâmpadas.

8 — E as loucas disseram às prudentes: Dai-nos do vosso azeite, porque as nossas lâmpadas se apagam.

9 — Mas as prudentes responderam, dizendo: Não seja caso que nos falte a nós e a vós; ide, antes, aos que o vendem e comprai-o para vós.

10 — E, tendo elas ido comprá-lo, chegou o esposo, e as que estavam preparadas entraram com ele para as bodas, e fechou-se a porta.

11 — E, depois, chegaram também as outras virgens, dizendo: Senhor, senhor, abre-nos a porta!

12 — E ele, respondendo, disse: Em verdade vos digo que vos não conheço.

13 — Vigiai, pois, porque não sabeis o Dia nem a hora em que o Filho do Homem há de vir.




HINOS SUGERIDOS
Harpa Cristã: 17



Harpa Cristã: 88



Harpa Cristã: 140


OBJETIVO GERAL
Sinalizar a necessidade de o aluno cultivar uma vida de oração e de vigilância.



OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Abaixo os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com seus respectivos subtópicos.
I. Apontar o sentido da expressão “à meia-noite”;
II. Revelar que “à meia-noite” é o início de um novo dia;
III. Expor que “à meia-noite” é a hora das trevas;
IV. Destacar que “à meia-noite” marca a vinda do noivo;
V. Ressaltar o clamor da “meia-noite” como um brado de alerta.



INTERAGINDO COM O PROFESSOR
Vigilância remonta a uma atenção objetiva para consigo mesmo diante de Deus, uma consciência de passar em revista o nosso coração diante do Pai. Esse exercício requer pureza interior, honestidade para consigo mesmo. Só consegue fazer isso quem compreendeu profundamente as implicações do Evangelho na vida presente e na do porvir. Assim, à luz da pessoa bendita de Jesus Cristo, somos estimulados a vigiar em todo tempo. O nosso Senhor nos disse que deveríamos ficar despertados para compreender os tempos em que vivemos e conservar a fé até que Ele venha buscar a sua noiva. Sejamos, pois, vigilantes!



COMENTÁRIO
INTRODUÇÃO
Chegamos à última lição deste trimestre. Mais uma vez o Espírito Santo quer nos despertar dizendo que o tempo se abrevia (1Co 7.29). Meditemos hoje na parábola de Jesus, escrita em Mateus 25.1-11, onde encontramos 10 virgens que ouviram o clamor da meia-noite (v.6) mas apenas cinco delas estavam preparadas para ele. Deus nos abra os corações para compreendermos a sua Palavra, pois temos a necessidade de estar devidamente preparados! Amém.



PONTO CENTRAL
É preciso vigilância para conservar a pureza da Igreja.



I. MEIA-NOITE: O DIA QUE JÁ PASSOU
À meia-noite (exatamente às 24 horas), o dia terminou definitivamente. Tudo o que nele aconteceu pertence ao passado, ao dia de ontem. Este é o sentido da expressão à “meia-noite”. Ela nos fala de um dia, de um período de tempo que terminou. Do ponto de vista bíblico, o período de tempo (“o dia”) que está para terminar é a dispensação da Igreja (Rm 11.25; Lc 21.24), e no momento em que Jesus arrebatar a sua Igreja fiel, este período haverá terminado definitivamente. Vivemos, portanto, os últimos momentos da Igreja aqui na terra.

A Bíblia diz que somos o sustentáculo da verdade (1Tm 3.15). Que grande é a nossa responsabilidade! Por isso Jesus mandou que trabalhemos enquanto é dia (Jo 9.4), pois a NOITE há de vir, e então não será possível fazer mais nada!




SÍNTESE DO TÓPICO (I)
À meia-noite o dia findou, tudo o que aconteceu pertence ao passado, ao ontem.



SUBSÍDIO DIDÁTICO—PEDAGÓGICO
Esta lição deve reproduzir um apelo prático para a vida espiritual dos alunos. Por isso, ao introduzir esta lição, mencione o quanto que o Novo Testamento é mencionado ao lado da vigilância espiritual. A razão para isso é que a vigilância necessária não é uma questão meramente humana, mas espiritual. Necessitamos da graça de Deus, da orientação do Espírito Santo e de sua parceria para resistir a tudo o quanto pretende nos tirar do alvo, da meta do Reino de Deus. É preciso cultivar uma vida de oração e de vigilância.



II. MEIA-NOITE: INÍCIO DE UM NOVO DIA
Este fato diz respeito ao mundo inteiro. Aproxima-se o momento exato, à meia-noite, quando um novo dia vai raiar. Que dia será esse? O atalaia responde: — “Vem a manhã e vem também a noite” (Is 21.11,12).


1. A manhã começará. 
Um novo dia, o dia da eternidade, cujo início se dará quando Jesus chamar para si aqueles que lavaram suas vestiduras em seu precioso sangue. Esse é o dia de Jesus Cristo (1Co 1.8; 2Co 1.14; Fp 1.6,10; 2.16). Naquele momento, melhor do que nunca, Jesus verá o fruto do seu trabalho e de seu sofrimento (Is 53.11). Os que são do Senhor ressuscitarão e serão transformados, os vivos (1Co 15.23), e Jesus levará a sua Noiva para a sala das bodas, onde a Igreja e o Cordeiro se unirão para todo o sempre (2Co 11.2; Ap 19.9; 21.9). Desde já oremos e digamos: “Amém. Ora vem, Senhor Jesus” (Ap 22.20).


2. A noite vem. 
Quando Jesus levar a Noiva, começará também o “dia da ira do Cordeiro”, para o mundo que rejeitou a Jesus (Ap 6.16,17). O grande lagar da ira de Deus será pisado sem misericórdia (Ap 14.9; 15.7; 16.19; 19.15). As trevas dominarão a terra (Is 8.21,22). Para os homens que não houverem dado crédito às palavras de Deus começará o dia da vingança, e a ira de Deus será executada repentinamente, assim como foi nos dias de Noé (Gn 7.11,12; Mt 24.39).



SÍNTESE DO TÓPICO (II)
À meia-noite é o anúncio de um novo dia, mas também a chegada da noite também.



SUBSÍDIO TEOLÓGICO

“O cumprimento dessa profecia [Mt 24.15, ‘abominação da desolação de que falou o profeta Daniel’] ocorreu em dezembro 167 a.C., quando Antíoco Epifânio colocou um símbolo cultual pagão no altar dos holocaustos, e dedicou o templo de Jerusalém ao deus grego, Zeus. Mas tanto Daniel quanto Jesus viram um cumprimento mais importante. Daniel 12.1 dá um pulo para à frente, para o tempo da Grande Tribulação, e a identifica como ‘um tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até aquele tempo’. Jesus também identificou aquele tempo como a ‘grande aflição’ (Mt 24.21). No mundo presente, muitos crentes já estão sofrendo aflição, mas a Grande Tribulação será marcada pela ira de Deus mais do que qualquer coisa que o mundo já tem conhecido, conforme indica Apocalipse 6 - 18. Naquele período, também surgirá um ditador mundial, o Anticristo” (NORTON, Stanley (Ed.) Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal. RJ: CPAD, 2006, pp.633,634).



III. MEIA-NOITE, A HORA DE TREVAS
Para o povo de Deus, familiarizado com as Escrituras, nada parece estranho nem admirável, quando vemos trevas, angústias e dificuldades, pois sabemos, pela Bíblia, que estas coisas anunciam a vinda iminente de Jesus. O “lugar escuro” em que vivemos (2Pe 1.19), parece iluminado pelas promessas gloriosas da Palavra de Deus. As nossas almas se consolam com as profecias, pois quanto mais escura a noite, mais perto estamos da vinda de Jesus.


1. A natureza sente as trevas. 
Quando Jesus morreu, o Sol deixou de brilhar e houve trevas na terra (Mt 27.45). Hoje, toda a natureza geme, pelas coisas que hão de sobrevir à terra (Rm 8.22,23). Por isso há terremotos, peste, fome, catástrofes de toda a ordem: A Bíblia já previu tudo isto (Lc 21.11,25).


2. Os homens sentem as trevas. 
A Bíblia fala de tempos difíceis, quando o homem, em particular, será atormentado por tentações de toda espécie (1Tm 4.18; 2Tm 3.1-4). As perseguições à Igreja, o ódio aos crentes e a corrupção moral, provam que já anoiteceu há muito tempo (Lc 17.28; 21.12,16,17).


3. As nações estão em trevas. 
Há guerras e rumores de guerras (Lc 21.9; Mt 24.6). O perigo de guerras nucleares, biológicas e químicas constituem uma sombra ameaçadora, que paira sobre todo o mundo (Lc 21.25,26). O mundo já se preparou para a maior catástrofe todos os tempos, a Grande Tribulação (Mt 24.21), e não há lugar para recuo. As trevas da meia-noite já chegaram.



SÍNTESE DO TÓPICO (III)
A expressão “meia-noite” denota que a natureza sente as trevas e que as nações estão em trevas.



IV. MEIA-NOITE A VINDA DO NOIVO
Durante milênios, os salvos cantaram e falaram da segunda vinda de Jesus, muitos crentes, que esperavam aquele dia, dormiram no Senhor, guardando a fé; e os que hoje vivem, esperam ansiosos a segunda vinda de Jesus! Mas, a partir da “meia-noite”, ninguém mais dirá que “Jesus virá”. Pelo contrário: À meia-noite ouvir-se-á o clamor de júbilo incontido que encherá terra e o céu: será a Noiva exclamando: “CHEGOU O NOIVO”!!! Em Mateus 25.10 está escrito: “Chegou o esposo”. Naquele glorioso momento, o poder do Espírito Santo operará milagres (Rm 8.11; Fp 3.21), pois os que morreram em Cristo ressuscitarão com corpos gloriosos, e os que estiverem vivos serão transformados, e todos juntos serão arrebatados ao encontro com o Senhor nos ares (1Ts 4.11-18; 1Co 15.51-54). Seremos arrebatados ao céu, para não sofrermos a dor e a desgraça que atingirá o mundo todo. Iremos entrar nas moradas que Jesus foi nos preparar, e para as quais fomos comprados com o seu precioso sangue (Ap 7.14).



SÍNTESE DO TÓPICO (IV)
A expressão “meia-noite” denota a vinda infalível do Noivo.


V. O CLAMOR DA MEIA-NOITE, UM BRADO DE ALERTA
“Mas à meia-noite ouviu-se um clamor: Aí vem o esposo!” (Mt 25.6). É este o clamor que ouvimos em nossos dias. Meu irmão, você está ouvindo já este clamor? Está escutando como o Espírito Santo diz ao mundo e aos salvos que Jesus vem breve? Está atento aos sinais dos tempos? Está atento ao cumprimento das profecias? (Lc 21.28,29; 1Pe 1.19). Quem tem ouvidos para ouvir, ouça o que o Espírito diz à Igreja (Ap 2.7). Mas aqueles que já ouviram a voz do Espírito Santo devem divulgar as Palavras eternas do Evangelho, enquanto houver tempo! Fomos chamados por Deus para sermos atalaias, e nossa função é despertar o povo! (Ez 3.17-21; Hc 2.1-3). Temos que anunciar aos homens que Jesus vem breve. Obreiros e crentes em geral: não nos cansemos de anunciar a volta de Jesus! Não é bastante que uma vez tenhamos sido feitos filhos da luz, e vestidos de vestes nupciais. Precisamos vigiar e permanecer prontos para a vinda do Senhor. Por isso diz a Bíblia: “Guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa” (Ap 3.11). Os membros da igreja de Filadélfia eram agradáveis a Deus, mas precisavam “guardar” o que haviam recebido do Senhor, para não serem roubados. É isso que a Palavra de Deus nos ensina, com a ordem “Vigiai” (Mc 13.36,37).


1. O sono espiritual é um sinal dos últimos tempos.
O sono pode ser causado, primeiramente, pela desobediência como aconteceu a Jonas (Jn 1.6). Quando obedecemos a Deus, somos revestidos do poder do Espírito Santo (At 5.32), para não adormecermos. Também a preguiça causa sono (Pv 24.30-33). Quando Davi ficou em casa, desocupado, enquanto o seu exército combatia, caiu em tentação (2Sm 11.1,2). Por isso é uma bênção para o crente estar muito ocupado na igreja do Senhor, servindo-o ali! Esgotamento espiritual, por falta de renovação, também pode causar sono. Está escrito que Abraão teve que lutar contra o sono ao pé do altar (Gn 15.12). Precisamos do poder de Deus, para ficarmos fortes e resistir a tudo, inclusive ao sono.


2. Seremos guardados vigilantes, se usarmos os meios que Deus põe à nossa disposição.
Ele nos desperta pela sua Palavra. Jesus despertou seus discípulos, falando-lhes (Mt 26.45,46). Como é preciosa a Palavra de Deus! Quem a estuda com atenção, encontra sempre incentivo e despertamento. Aleluia! O Espírito Santo nos conserva vigilantes e acordados. Ele é como o óleo na lâmpada (Mt 25.1-8). Vive, pois, uma vida, onde há inteira liberdade para o Espírito de Deus operar (2Co 3.17), e isto o conservará preparado para o encontro com o Senhor. A oração é outro fator de importância, para o qual Jesus chama a nossa atenção. Disse Ele: “Vigiai e orai para que não entreis em tentação” (Mt 26.41; Mc 13.33). E acrescentou: “O espírito está pronto, mas a carne é fraca”, significando que, se os discípulos orassem, o Espírito prevaleceria sobre a carne. Por que a oração é um recurso tão importante para nos manter vigilantes? Sim, porque pela oração vivemos em comunhão com Deus. Então ficamos fortes e felizes! Sim, porque pela oração vivemos em comunhão com Deus. O rosto de Moisés resplandecia quando tinha estado com Deus, no monte (Êx 34.29). Semelhantemente, também, Estêvão (At 6.15). A oração é uma arma eficaz contra Satanás (Ef 6.18). Quando combatemos e prevalecemos contra o nosso inimigo, permanecemos vigilantes. A oração é, finalmente, o meio pelo qual recebemos as bênçãos de Deus. A oração nos enche de sua graça, e nos faz prontos para o grande culto nas nuvens. Que Deus nos guarde, a todos, vigilantes, a fim de podermos ver, um dia, a glória de Deus! Estejamos atentos à nossa conduta, sempre buscando a santificação e purificação, para que não apareça alguma mancha em nossos vestidos, porque “qualquer que nEle tem esta esperança, purifica-se a si mesmo, como também ele é puro” (1Jo 3.3). Assim estaremos sempre preparados, e um dia o veremos tal como Ele é (1Jo 3.2).



SÍNTESE DO TÓPICO (V)
Se estivermos vigilantes seremos guardados do sono espiritual e discerniremos os dias.



SUBSÍDIO TEOLÓGICO
A Bíblia indica dois aspectos da Segunda Vinda de Cristo. Por um lado, Ele virá como o Preservador, Libertador ou Protetor ‘da ira vindoura’ (1Ts 1.10). ‘Logo, muito mais agora, sendo justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira’ (Rm 5.9). Devemos manter-nos espiritualmente vigilantes, viver a vida sóbria, equilibrada com dominio próprio, e usar a armadura do Evangelho: a fé, o amor e a esperança da salvação, ‘porque Deus não destinou para a ira, mas para a aquisição da salvação, por nosso Senhor Jesus Cristo, que morreu por nós, para que, quer vigiemos, quer durmamos, vivamos uns aos outros e edificai-vos uns aos outros’” (HORTON, Stanley (Ed.) Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal. RJ: CPAD, 2006, p.632).



CONCLUSÃO
Quando o clamor da meia-noite for ouvido, diz a Bíblia que o seu sentido é o seguinte: SAÍ-LHE AO ENCONTRO! É precisamente isto que o Espírito Santo quer dizer atualmente: “Prepara-te para te encontrares com o teu Deus” (Am 4.12). E nós devemos estar prontos a responder: “Já a sua Noiva se aprontou” (Ap 19.7,8). Lemos em Mateus 25.7 que, ao ouvir o clamor da meia-noite, as virgens começaram a preparar as suas lâmpadas. Meu irmão, a tua lâmpada está preparada hoje? Que Deus permita que nas nossas lâmpadas, nas nossas vidas, se cumpram as palavras de Lucas 12.35,36: “Estejam cingidos os vossos lombos, e acesas, as vossas candeias. E sede vós semelhantes aos homens que esperam o seu senhor, quando houver de voltar das bodas, para que, quando vier e bater, LOGO possam abrir-lhe” (Grifo nosso). O Espírito Santo nos está despertando hoje para que estejamos nesta condição. Estejamos atentos e sensíveis à sua voz. Amém.



PARA REFLETIR
A respeito de “A Vigilância Conserva Pura a Igreja”, responda:

1. Segundo 1 Timóteo 3.15, o que somos?
Sustentáculos da verdade.




2. Por que devemos trabalhar enquanto é dia?
Porque a noite vem, quando ninguém mais poderá trabalhar.




3. De acordo com a lição, o que representa a meia-noite para a Igreja?
O início de um novo dia.




4. O que nos assinala o sono espiritual?
Os últimos tempos.




5. Como as virgens prudentes esperaram o noivo?
Com as lâmpadas cheias de azeite.









Vídeos aulas:
Endereço na descrição dos vídeos:






Sugestão:
Apliquem a Dinâmica “Esperando o noivo”, para enfatizar a importância da vigilância na vida do cristão.
Dinâmica: Esperando o noivo
Objetivos:
Ilustrar e estudar sobre a parábola das 10 Virgens, observando a vigilância.
Refletir sobre qual deve ser a conduta do cristão diante da vinda de Jesus.
Material:
10 velas
05 caixas de palito de fósforos
05 caixas de palito de fósforos vazia
01 véu de noiva pequeno
Procedimento:
- Escolham 05 alunos para representarem as moças prudentes e 05 para representar as imprudentes.
- Entreguem velas para as 05 prudentes e 01 caixa de palito de fósforos. Da mesma forma, entreguem velas para as 05 imprudentes e 01 caixa de palito de fósforos vazia.
- Peçam para que os dois grupos se posicionem diante da sala.
- Leiam Mateus 25:1-10:
“Então o reino dos céus será semelhante a dez virgens que, tomando as suas lâmpadas, saíram ao encontro do esposo.
E cinco delas eram prudentes, e cinco loucas.
As loucas, tomando as suas lâmpadas, não levaram azeite consigo.
Mas as prudentes levaram azeite em suas vasilhas, com as suas lâmpadas.
E, tardando o esposo, tosquenejaram todas, e adormeceram.
Mas à meia-noite ouviu-se um clamor: Aí vem o esposo, saí-lhe ao encontro.
Então todas aquelas virgens se levantaram, e prepararam as suas lâmpadas.
E as loucas disseram às prudentes: Dai-nos do vosso azeite, porque as nossas lâmpadas se apagam.
Mas as prudentes responderam, dizendo: Não seja caso que nos falte a nós e a vós, ide antes aos que o vendem, e comprai-o para vós.
E, tendo elas ido comprá-lo, chegou o esposo, e as que estavam preparadas entraram com ele para as bodas, e fechou-se a porta”.
- Após a leitura da parábola das 10 virgens, falem: A parábola das 10 virgens trata de uma festa de casamento. Naquela época e naquele lugar, o noivo ia ao encontro da noiva na casa do pai dela, levando consigo os familiares e amigos, que cantavam e conduziam tochas para iluminar o caminho, pois não havia energia elétrica. Após o encontro do noivo com a noiva, eles e os convidados iam para a festa de casamento.
- Vocês devem dizer: Lá vem o noivo!
- Neste momento, os dois grupos devem acender as velas, somente 01 grupo vai conseguir(as prudentes).
- O outro grupo que não conseguiu acender as velas deve pedir ao outro grupo palitos de fósforo, mas deve ser negado. Elas saem para comprar azeite e quando retornam batem na porta que está fechada, mas não será aberta.
- Agora, reflitam sobre qual deve ser a conduta do cristão diante da vinda de Jesus, observando sempre a vigilância.
Fonte da dinâmica/blog/atitudedeaprendiz.blogspot.com
Credito, Lições Bíblicas Cpad
Jovens e Adultos
3º Trimestre de 2020
Título: Os princípios divinos em tempos de crise — A reconstrução de Jerusalém e o avivamento espiritual como exemplos para os nossos dias
Comentarista: Eurico Bergstén

19 de setembro de 2020

Lição 12: Zacarias, Um Apocalipse no Antigo Testamento - Central Gospel

TEXTO BÍBLICO BÁSICO
Zacarias 1.1-2
1 No oitavo mês do segundo ano de Dario veio a palavra do SENHOR ao profeta Zacarias, filho de Baraquias, filho de Ido, dizendo:

2 O Senhor se irou fortemente contra vossos pais.


Zacarias 14.4-9
4 E naquele dia estarão os seus pés sobre o monte das Oliveiras, que está defronte de Jerusalém para o oriente; e o monte das Oliveiras será fendido pelo meio, para o oriente e para o ocidente, e haverá um vale muito grande; e metade do monte se apartará para o norte, e a outra metade dele para o sul.

5 E fugireis pelo vale dos meus montes, pois o vale dos montes chegará até Azel; e fugireis assim como fugistes de diante do terremoto nos dias de Uzias, rei de Judá. Então virá o Senhor meu Deus, e todos os santos contigo.

6 E acontecerá naquele dia, que não haverá preciosa luz, nem espessa escuridão.

7 Mas será um dia conhecido do Senhor; nem dia nem noite será; mas acontecerá que ao cair da tarde haverá luz.

8 Naquele dia também acontecerá que sairão de Jerusalém águas vivas, metade delas para o mar oriental, e metade delas para o mar ocidental; no verão e no inverno sucederá isto.

9 E o Senhor será rei sobre toda a terra; naquele dia um será o Senhor, e um será o seu nome.



TEXTO ÁUREO 
E respondeu e me falou, dizendo: Esta é a palavra do SENHOR a Zorobabel, dizendo: Não por força, nem por violência, mas pelo meu Espírito, diz o SENHOR dos Exércitos.
Zacarias 4.6



OBJETIVOS
Saber que Zacarias fez parte da primeira Leva de Judeus que voltou do cativeiro babilônico. 
Entender como o profeta entregou a mensagem para a reconstrução do templo sem temer seus inimigos. 
Compreender que as visões do profeta eram referentes à sua época e também relacionadas ao futuro.



INTRODUÇÃO:
Zacarias significa "O Senhor Jeová se Lembra". O pai de Zacarias chamava-se Baraquias era filho de Ido. O profeta iniciou seu ministério dois meses depois de Ageu e não se sabe quanto tempo durou seu ministério, pela tradição judaica ele foi membro da grande sinagoga em Jerusalém. Zacarias foi contemporâneo de Ageu, Zorobabel e do sumo sacerdote Josué.



1. DESTINATÁRIOS E PROPÓSITO
O profeta estava preocupado em que a forma de governo continuasse Teocrático.
Teocracia = Governo exercido por Deus, no êxodo Deus governou através de Moisés e depois através de Josué. Zacarias entendia que para avançar no governo teocrático, dependeria da postura do povo diante da aliança estabelecida com Deus. As profecias de Zacarias foram destinadas aos moradores de Judá e em particular aos moradores de Jerusalém



1.1. O Profeta do Apocalipse
O livro é composto de grande teor escatológico, em Zacarias 14:04 fala sobre o Senhor colocar os pés sobre o monte das oliveiras, estabelecendo definitivamente o reino do Senhor. Zacarias falou mais sobre o Messias do que todos os outros profetas menores juntos, sendo chamado de o profeta do apocalipse. Sua mensagem alcançou o início do milênio.



1.2. Conteúdo
O livro começa lembrando do pecado de gerações anteriores, motivando a geração atual a arrepender-se e voltar-se para Deus, depois vem uma sequencia de oito visões, descrevendo as principais características da era messiânica. 
Chamada ao Arrependimento Oito Visões Um ato Simbólico Alegria da Era Messiânica Triunfo da Era Messiânica.



2. AS VISÕES DE ZACARIAS

Quatro Cavalos Quatro Chifres Homem com um Cordel de Medir Sumo Sacerdote com as Vestes Sujas Um Castiçal e Duas Oliveiras Um Rolo Voante Uma Mulher e um Efa de Cereais Quatro Carros Puxados por Cavalos Oito visões interligadas, recebidas três meses depois da primeira mensagem proferida pelo profeta, caracterizam o livro de Zacarias como um escrito Apocalíptico.



2.1. A Primeira Visão:
Os Quatro Cavalos Um homem estava montado em um cavalo vermelho e atrás dele estavam cavalos vermelhos, morenos e brancos ( Zc.1:8). Estes são os que o Senhor tem enviado para andarem pela terra. eles responderam que ja haviam andado pela terra e que ela estava tranquila e em descanso. (O cavalo vermelho estava parado entre as murtas (murta é um tipo de arbusto).



2.2. A Segunda Visão:
Os Quatro Chifres A visão dos quatro chifres refere-se aos poderes que dispersaram Judá, Israel e Jerusalém. ela é seguida da visão de quatro ferreiros, instrumento de Deus utilizado para castigar àqueles que fazem mal ao povo de Deus. Obs: Os ferreiros vieram também para dispersarem Judá.



2.3. A Terceira Visão:
O Homem com um Cordel de Medir Esta visão tem dois propósitos: Verificar as dimensões da cidade que sera reedificada e apontar a futura Jerusalém, citada por João em Apocalipse 11:1-2. Esta passagem ainda mostra que Jerusalém será habitada como aldeia sem muros e que o Senhor será para ela um muro de fogo e que o Senhor será a glória da cidade.



2.4. A Quarta Visão:
O Sacerdote de Vestes Sujas Zacarias viu satanás fazendo oposição ao sumo sacerdote, Josué, e que este estava com as vestes sujas, Josué estava ministrando, utilizando vestes que não eram sagradas ou adequadas para o sumo sacerdote, suas vestes sujas foram tiradas, sua iniquidade foi purificada e ele vestiu as vestes apropriadas.



2.5. A Quinta Visão:
Um Castiçal Com Sete Lâmpadas e Duas Oliveiras Nesta época o templo estava sendo reconstruído, no castiçal de ouro tinham sete lâmpadas alimentadas com azeite que vinha diretamente das duas oliveiras, representando a glória do Senhor ali presente. Passando a limpo: As duas oliveiras = dois poderes, religioso e político (Josué, o sumo sacerdote e Zorobabel, o governador), Deus estava encorajando estes dois para a restauração do templo e da nação de Judá.



2.6. A Sexta Visão:
Um Rolo Voante Os rolos estavam anunciando a maldição que viria sobre aqueles que não andassem em conformidade com a Lei do Senhor.



2.7. A Sétima Visão:
A Mulher e um Efa de Cereais Zacarias viu um cesto de cereais fechado com uma tampa de chumbo, quando abriram a tampa, havia uma mulher assentada dentro do cesto, depois a visão foi alterada, surgiram duas mulheres com asas semelhantes à de uma cegonha, e voavam levadas pelo vento. Elas pegaram o cesto e transportaram-no para a Babilônia A primeira mulher representava a idolatria e os tipos de iniquidade cometidos O cesto representava o pecado do povo Quando levado para a Babilônia estava mostrando que a iniquidade seria tirada



2.8. A Oitava Visão:
Os Quatro Carros Puxados por Cavalos Os quatro carros puxados por cavalos eram agentes de Deus que tinham a missão de manter vigilância sobre o mundo.



3. A VISÃO ESCATOLÓGICA
O profeta ainda apresentou algumas mensagem de Deus para a nação (Oráculos), e por fim falou sobre o retorno de Jesus com a Igreja, que estará com Ele em glória, para a instauração do tempo milenar.



3.1. Os Oráculos
As mensagem que o profeta entregou ao povo:



3.1.1. O Renovo 
Zacarias 6:9-15 fala sobre a consagração de Josué, o sumo sacerdote, representando o Messias. O qual edificará o templo, levará a glória e assentar-se-á e dominará no seu trono, trazendo renovo.



3.1.2. O Jejum 
O profeta trouxe uma mensagem desafiando o povo que estavam prosperando financeiramente a jejuar e a buscar a justiça social, pois estavam preocupados somente com o crescimento pessoal individual.



3.1.3. O Zelo Pelo seu Povo 
O Senhor mostrou mais uma vez que zela por Jerusalém, esta passagem (Zc.8:1-3) mostra a paixão imensa que o Senhor tem por seu povo.



3.1.4. Outros Oráculos 
Fala-nos da sentença do Senhor contra as nações vizinhas, denuncia os governantes estrangeiros de Juda, chamados de pastores e anuncia o restabelecimento do seu povo, e por fim faz distinção entre os pastores bons dos insensatos. 3.2. Um Belo Quadro Escatológico No final do livro Jerusalém aparece cercada por inimigos, porém seu derradeiro desfecho é a purificação de Israel. O Senhor não abandona o seu povo.



CONCLUSÃO:
O profeta anunciava mensagem de denúncia de pecados, anunciava os juízos de Deus para aquele tempo, e também trazia uma mensagem para um tempo distante. O profeta estava vendo o sofrimento e o castigo do povo, mas enxergava também escatologicamente.




RESPOSTAS PARA PERGUNTAS DIFÍCEIS
1. Por que Zacarias é às vezes chamado de “Apocalipse do Antigo Testamento”? A mensagem de Zacarias funciona mais ou menos como a do livro de Apocalipse. Suas profecias são relevantes tanto para os ouvintes imediatos de Zacarias quanto para gerações futuras. Essa característica se deve à estrutura da profecia, uma vez que o profeta inicia cada uma das três seções principais (capítulos 1—6; 7—8; 9—14) com referências históricas, mas, logo em seguida, avança no tempo e trata do segundo advento, quando o Messias voltará para o seu templo, a fim de estabelecer seu reino aqui na terra.

O profeta lembrou o povo de que o Messias tinha um compromisso imediato e em longo prazo. As palavras de Zacarias eram, portanto, “boas e confortadoras” (1:13) tanto para os exilados do tempo do profeta como para o remanescente do povo escolhido de Deus nesse dia futuro. É essa função dupla de falar para o presente e para o futuro que leva algumas pessoas a conferir a Zacarias o título de “Apocalipse do Antigo Testamento”.



APROFUNDAMENTO
1. Como você aplica em sua vida o conhecido versículo de Zacarias 4:6? 2. A qual evento histórico Zacarias 12:10 se refere?



3. De que maneiras Zacarias falou sobre o ciúme de Deus?



4. Como Zacarias adicionou sua voz à de Ageu para incentivar o povo a reconstruir o templo?



5. O que Zacarias tem a dizer a respeito de eventos futuros além do tempo de Cristo?
Manual bíblico MacArthur

Lição 12: A implantação do Reino de de Deus: Betel conectar

Versículo do dia
E vi um novo céu e uma nova terra. Porque já o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe. Apocalipse 21.1



Verdade aplicada

Deus tem um lugar reservado para todos os redimidos na consumação de Seu Reino.



Textos de Referência.
Apocalipse 21.1-8

1 E vi um novo céu, e uma nova terra. Porque já o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe.

2 E eu, João, vi a santa cidade, a nova Jerusalém, que de Deus descia do céu, adereçada como uma esposa ataviada para o seu marido.

3 E ouvi uma grande voz do céu, que dizia: Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e o mesmo Deus estará com eles, e será o seu Deus.

4 E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas.

5 E o que estava assentado sobre o trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E disse-me: Escreve; porque estas palavras são verdadeiras e fiéis.

6 E disse-me mais: Está cumprido. Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim. A quem quer que tiver sede, de graça lhe darei da fonte da água da vida.

7 Quem vencer, herdará todas as coisas; e eu serei seu Deus, e ele será meu filho.

8 Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos que se prostituem, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte.




👉 Objetivos da Lição
- Entender que o milênio acontecerá depois de muito sofrimento;
- Compreender
que o grande projeto de Deus foi se relacionar com o ser humano;
- Mostrar
que, na consumação de tudo, habitaremos em um novo céu e uma nova terra.



Introdução
Após a guerra o Armagedom, será estabelecida na Terra mil anos de paz, que servirão de preambula da instauração do novo céu e da nova terra. Lembrando que, entre o milênio e a recriação da terra, haverá ainda a grande guerra de Gogue e Magogue.



Ponto chave
O dia do triunfo dos remidos se aproxima, quando entrarão na cidade pelas portas.



1. A INSTAURAÇÃO DO MILÊNIO
Depois da Terra ser quase destruída pelos selos, trombetas, pragas da ira de Deus e também pela batalha do Armagedom, Cristo implantará o Reino milenial na Terra. Esta nova dispensação será inaugurada no fim da 70ª semana de Daniel, ao fim dos 7 anos de tormento e punição.



1.1. Entendendo o milênio
A expressão em latim para mil anos é "millenium"; como o próprio nome sugere: Milênio. Será um período em que Cristo reinará sobre a Terra; de acordo com a passagem profética de Salmos 72.8. Seu reinado se estenderá de uma extremidade a outra. Segundo o relato que está em Isaías 11, neste período, reinará a justiça e a verdade, os animais viverão em harmonia. Os animais ferozes e peçonhentos não farão mal e a Terra se encherá de conhecimento de Deus.



1.2. Quem estará no Milênio?
O texto de Apocalipse 20.4 sugere algumas pessoas que estarão no milênio, os sobreviverem ao período de dor e sofrimento, como também os mortos em Cristo, que morreram durante o período da Grande Tribulação por não terem adorado a Besta e nem terem aceitado o sinal dela em sua vida. O texto é claro em dizer que eles "viverão e reinarão com Cristo durante mil anos". Vale ressaltar que, neste período, o diabo estará preso no abismo em cadeias, conforme o registro bíblico em Apocalipse 20.2.



Refletindo
Morte, lamento e dor são características de um mundo de pecado...e não fazem parte daquilo que Deus tem preparado para os que O amam. Rubens Szczerbacki


2. NOVO CÉU E NOVA TERRA
A Grande esperança da Igreja se cumprirá, o dia em que o Reino de Deus será consolidado no céu e na terra e todo este planeta será renovado. Viveremos em um mundo completamente transformado ao lado de nosso Deus.



2.1. Características deste Reino
A Palavra de Deus nos garante que haverá justiça, paz e alegria no espírito (Rm 14.17). Neste novo céu e nesta nova terra não haverá lugar para a corrupção, pois a justiça de Deus dominará a Terra; não haverá discórdia e nem brigas, pois a paz do Cordeiro cobrirá a face da Terra e a tristeza não terá mais lugar. Deus enxugará de nossos olhos todas as lágrimas. (Ap 21.4). Lá não teremos motivos para chorar mas, sim, para celebrar; a alegria tomará conta da vida das pessoas.



2.2. Não haverá morte, pranto e nem clamor
Neste Reino preparado para os remidos não existe mais a morte, nem angústia, nem dor e enfermidade, pois o nosso corpo será glorioso, capaz de suportar todas as coisas (Fp 3.21). Quando o escritor, Paulo, fala deste corpo glorioso, ele está dizendo que o corpo não será atacado por enfermidade, não estará sujeito à morte, pois conforme Apocalipse 20.14, a morte será lançada no inferno. Não teremos lutas ou tribulações para nos desesperar, mas somente viveremos por toda a eternidade com Cristo.

...Será esta a capital de todo o reino que, naquele momento, estará na terra permanentemente.


3. A NOVA JERUSALÉM
Na visão descrita por João, encontramos em Apocalipse 21.2, menção à cidade santa, a nova Jerusalém que descia do céu. Será esta a capital de todo o reino que, naquele momento, estará na terra permanentemente.


3.1. Uma cidade inigualável
Na visão apocalíptica, João conta em detalhes sobre esta Santa Cidade. A nova Jerusalém tem a glória do Deus Todo-Poderoso. João diz que esta cidade não necessita de luz, pois a glória do Cordeiro é que traz todo o brilho e fulgor (Ap 21.23). Outro detalhe interessante é que o seu muro é de jaspe e a cidade de ouro puro. Por mais que João tente expressar o fulgor daquela beleza, ele não consegue, pois excede a qualquer padrão de beleza e riqueza da Terra. Os fundamentos da cidade são doze no total e todos feitos de pedras preciosas, a saber: jaspe, safira, calcedônia, esmeralda, sardônica, sárdio, crisólito, berilo, topázio, crisoprásio, jacinto e ametista.


3.2. Será a glória e a honra das nações
No milênio, a nova Jerusalém estará pairando nos ares, acima da Jerusalém terrestre mas, quando a Terra for renovada pelo próprio Deus, descerá à Terra para ser a capital do Reino de Deus.
Segundo o relato bíblico, as nações andarão na sua luz e trarão para ela glória e honra. As portas destas jamais se fecharão, ali não haverá noite e nem mesmo entrará nela a corrupção, perversidade ou mentira. Só morarão nesta cidade aqueles que alvejaram as suas vestes no sangue do Cordeiro e aqueles cujos nomes estão no Livro da Vida.


Conclusão
A ditosa cidade nos espera com todo o seu fulgor; tudo está preparado, esperando apenas os vencedores da saga terrena.


Eu aprendi que:
O mistério será apenas o preâmbulo do Reino que virá e que não terá fim.





 
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Jovens: Betel Conectar, 3º Trimestre de 2020 | Fim dos tempos: o arrebatamento e o juízo de Deus?



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Lição 12: O fiel experimenta o socorro divino mesmo em tempos de crise: Vídeos - aulas, Slides, Betel: Adultos

  
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TEXTOS DE REFERÊNCIA
Daniel 6. 4-8; 21-22.
4. Então os presidentes e os príncipes procuravam achar ocasião contra Daniel a respeito do reino; mas não podiam achar ocasião ou culpa alguma; porque ele era fiel, e não se achava nele nenhum erro nem culpa.
8. Agora, pois, ó rei, confirma a proibição, e assina o edito, para que não seja mudado, conforme a lei dos medos e dos persas, que não se pode revogar.
21. Então Daniel falou ao rei: Ó rei, vive para sempre!
22. O meu Deus enviou o seu anjo, e fechou a boca dos leões, para que não me fizessem dano, porque foi achada em mim inocência diante dele; e também contra ti, ó rei, não tenho cometido delito algum. 
Texto Áureo
Os justos clamam, e o Senhor os ouve e os livra de todas as suas angústias. Salmo 34.17
  
Verdade Aplicada
O fiel vivencia o cuidado e a presença de Deus, mesmo no dia mau.
👉Objetivos da Lição
- Explicar que o Senhor fecha a boca dos leões.
- Mostrar a importância de termos uma vida de oração.
- Ressaltar que o Senhor sempre nos dá o escape.

  
Hinos Sugeridos
Harpa Cristã: 33




Harpa Cristã: 107




Harpa Cristã: 330


Introdução
A importância deste enfoque será atestada por meio da biografia de Daniel, que nos ensina que devemos permanecer firmes na fé, mesmo diante de situações que coloquem a nossa vida em risco.
1. Daniel não abriu mão de sua identidade
Esta lição tem como objetivo pautar a fidelidade do cristão a Deus em tempos de crise. Para isso seremos guiados pela história de Daniel, que, durante toda sua vida, pautou a sua confiança em Deus, mesmo que isto viesse lhe custar a vida.
1.1. Decida não se contaminar com o mundo.
Não é fácil fazer escolhas. Contudo, Daniel nos faz ver que precisamos ser assertivos em nossas escolhas. Mesmo habitando em uma terra distante e correndo risco de morte, Daniel decidiu ser fiel a Deus, De acordo com as ordens do rei Nabucodonosor, os jovens exilados deveriam receber uma refeição especial para entrarem na presença do rei. Daniel e seus amigos fizeram a escolha de não se contaminarem com as iguarias do rei [Dn 1.8]. Daniel sabia que esta era a sua melhor escolha. Por meio deste ato, eles mostraram que possuíam fé em Deus e que seriam protegidos de todo mal. mesmo em terra estranha.
1.2. O espírito excelente de Daniel.
Cada pessoa tem a sua parcela de responsabilidade na construção do caráter. Daniel possuía um caráter admirado por todos [Dn 6.4]. A Igreja de Cristo necessita de homens com as características de Daniel. De nada vale uma admirável aparência, se por dentro o caráter é desprezível. Homens que se descuidam da formação do caráter, podem agir como judas, que se vendeu por trocados. Os maiores problemas da humanidade advêm pelas falhas de caráter [Pv 6.12]. 
1.3. Um homem notável.
Por causa da sua escolha de não se contaminar com as iguarias do rei, Daniel alcançou graça e misericórdia da parte de Deus [Dn 1.9]. Daniel foi posto como governador da província da Babilônia, como também principal governador de todos os sábios da Babilônia, porque deixou que em sua vida entrasse um espírito excelente. Ele nos mostra que é possível servir a Deus mesmo em uma terra e submergida pelo caos do pecado.
2. Integridade em tempos de crise
Assim como nos dias de Daniel, hoje o mundo atravessa uma crise de justiça sem precedentes, uma desintegração dos valores éticos e morais. A integridade de Daniel fez com que todos os príncipes do reino, presidentes, capitães e governadores tomassem conselho para achar alguma coisa que o condenasse. Mesmo sabendo de seus planos, Daniel não abriu mão de Deus.
2.1. Separados de seu povo e de sua terra.
Daniel era ainda jovem, quando o rei Nabucodonosor invadiu Jerusalém e aprisionou alguns judeus. Ele estava entre os jovens que foram levados para o exílio. Provavelmente, Daniel presenciou sua família sendo dizimada, seu povo sendo morto e aprisionado. Ele teve seus sonhos roubados, pois teve que habitar em uma terra estranha, servir ao rei de Babilônia e conviver com um povo idólatra. Esta vida não fazia parte dos sonhos do jovem Daniel, mas fazia parte dos planos de Deus para ele.
2.2. Decreto de morte.
Após o desafio enfrentado durante a preparação dos jovens para serem apresentados ao rei, agora Daniel e seus companheiros enfrentam o decreto do rei, determinando a morte de todos os sábios. O rei Nabucodonosor havia tido um sonho que o deixou perturbado. Então, determina que seus sábios deveriam contar o sonho e a sua interpretação. Diante de tal desafio os sábios apresentaram a dificuldade para cumprir tal ordem. Era ingênuo achar que enganariam o grande rei. Diante da recusa do rei em ceder mais tempo para a interpretação, eles admitiram a impossibilidade de interpretá-lo. Diante destas palavras, o rei muito se aborreceu e ordenou a morte de todos os sábios da Babilônia, o que incluiria Daniel e seus amigos. As Escrituras nos fazem saber que Daniel foi para casa e, junto com seus companheiros, rogou a Deus por misericórdia para que o mistério do sonho fosse desvendado. Então, Deus revela o sonho a Daniel, o que garantiria a vida dos demais sábios. Diante disso Nabucodonosor declarou que o Deus de Israel era o Deus dos deuses e engrandeceu a Daniel, dando-lhe honrarias [Dn 2.46-49].
2.3. Inveja.
A inveja moveu Caim a cometer o primeiro assassinato nas Escrituras, diante do fato do Senhor ter atentado para seu irmão e a oferta que o mesmo oferecia, enquanto que o Senhor não atentou para si [Gn 4.4-5]. A inveja é identificada como "obra da carne", aquela "tendência moral do homem que não é movido pelo Espírito" [Gn 5.16, 19-21]. Devido a bênção do Senhor estar sobre Daniel, logo ele seria alvo de inveja. Pessoas próximas ao rei irão tramar para que ele seja morto e os deixe livres em seus atos de injustiça [Dn 6.4-9]. Porém, a trama para matar Daniel acabou resultando em honra para o servo de Deus e a glória de Deus [Dn 6.25-28].
3. O perigo da vaidade
O processo de preocupação com a própria imagem pode trazer sérias consequências para si e para quem está próximo. Por vaidade, o rei Dario proporcionou a Daniel a maior crise de sua vida. A perspectiva de ser tratado como Deus por demais atraente para o rei. ~~
3.1. Fé em meio aos invejosos.
A inveja é um sentimento de angústia, ou mesmo raiva, perante o que o outro tem. A inveja gera o rancor diante de um sonho não realizado de possuir os predicados ou atributos de outro ser. Este sentimento dominava os corações de todos os príncipes, prefeitos, presidentes e governadores da Babilônia em relação ao pensamento do rei em constituir Daniel sobre todo o reino [Dn 6.3]. Sabedores que Daniel era possuidor de espírito excelente, estes homens, movidos pela inveja, tramaram uma conspiração para prejudicar Daniel. Eles começaram a observar cada passo de Daniel na esperança de encontrar algo que desonrasse seu caráter. Mesmo sendo invejado, Daniel seguiu motivado em seus propósitos com Deus.
3.2. Daniel e sua intimidade com Deus.
Daniel mantinha um relacionamento diário com Deus [Dn 6.10]. Os adversários de Daniel não conseguiram encontrar falta alguma nele, porque ele possuía um caráter irretocável. Daniel era um homem sincero e leal em seus princípios, um homem de muita fé, pois cria em Deus acima de tudo e todos. Só existia uma forma de acusar Daniel: sua devoção a Deus [Dn 6.5]. Então estes homens propõem ao rei Dario que que ele edite um decreto, no qual, que durante trinta dias, ninguém poderia interceder a nenhum deus, senão ao próprio rei. Ainda nos dias de hoje, muitas leis são decretadas para prejudicar a Igreja do Senhor. Mas, assim como Daniel, o Senhor está conosco e iremos prevalecer diante dos inimigos do povo de Deus.
3.3. Companhia divina na hora da crise.
Por causa da sua devoção a Deus, Daniel foi acusado de alta traição ao rei. Mesmo após o decreto real dizendo que só poderia fazer petição ao rei Dario, e caso fosse achado em falta seria lançado na cova dos leões, ainda assim, Daniel não abriu mão de orar a Deus [Dn 6.10-11]. Ao perceber a injustiça de seu decreto, o rei Dario ficou impossibilitado de ajudar Daniel neste momento. Haja vista que no império medo-persa. quando uma lei era aprovada, nem mesmo o rei tinha poderes para revogá-la [Dn 6.8]. Então, o rei autoriza que Daniel seja lançado na cova dos leões. Enquanto os invejosos comemoravam o resultado da sua trama, o rei perde o sono por reconhecer a perversidade da lei que o fizeram assinar. Pela manhã bem cedo, o rei grita por Daniel, que responde prontamente que Deus havia achado nele inocência e que por isso havia enviado o Seu anjo para fechar a boca dos leões [Dn 6.22-23]. Esta experiência vivida por Daniel tipifica as crises que atravessamos nesta vida, verdadeiras covas a fim de nos parar. Contudo, em Deus aprendemos como sobreviver às crises da caminhada cristã. 
  
CONCLUSÃO
Os homens que tramaram a morte de Daniel acabaram sendo um canal de bênçãos para promovê-lo. Verdadeiramente, a história de Daniel nos adverte que em meio às crises vale a pena ser fiel ao Senhor.
  

Vídeos aulas
Fonte nas descrições dos vídeos: 




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Revista Betel
Fonte dos slides: www.revistaebd.com


Adultos:Revista Betel Dominical - 3º Trimestre de 2020: Tema: Transformando as adversidades em cenários de milagres e vitórias