26 de agosto de 2022

Plano de Aula Bíblica Jovens/Cpad – Lição 09: Quem segue a Cristo aprende novos valores

✋ A paz do Senhor Jesus Cristo a todos que amam a palavra de Deus, sejam muito bem vindos.
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O conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação da vida de seus alunos e isso é importante. Procure ser criativo na exposição da aula.
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A AULA VAI COMEÇAR
ANTES DA AULA
PLANO DE AULA
RESUMO DA LIÇÃO
Seguir a Jesus implica uma ruptura com os valores do mundo e uma adesão à santidade de Cristo.

Professor(a), veremos nesta lição que seguir a Jesus implica em uma ruptura com os valores do mundo e uma adesão à santidade de Cristo. Somos a Igreja de Jesus aqui na Terra, por isso não podemos imitar o pensamento deste mundo que jaz no Maligno. Não temos nada a aprender com a filosofia, o modo de pensar e agir deste mundo (Rm 12.2). Pertencemos a Jesus Cristo e o mundo precisa ver Cristo em nós por meio de nossas palavras, atitudes e sentimentos. Que venhamos viver para a glória do Senhor, exaltando o nome de Jesus Cristo.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
Professor(a), escreva no quadro a palavra “favoritismo”.
Em seguida faça as seguintes perguntas:
- O que significa favoritismo?
- No Reino de Deus pode haver favoritismo?
- Ouça os alunos com atenção e incentive à participação de todos.
- Em seguida, escreva no quadro o significado de favoritismo, preferência que se dá ao favorito; preferência que soberanos ou pessoas poderosas concedem a seus favoritos; regime (político, administrativo etc.) que concede compensações ou privilégios por influência, amizade, parentesco etc., sem levar em consideração valores como competência, merecimento e honestidade (Dicionário Houaiss).
- Conclui explicando que no Reino de Deus não há favoritismo e que Jesus ensinou que a pessoa mais importante no Reino de Deus é aquela que é serva de todos.


 Momento do louvor
Cante:
Movimente-se cante com alegria .
Ensine como devemos adorar a Deus e porque devemos.
Crédito endereço na descrição dos vídeos:
O NOSSO GENERAL É CRISTO ( LETRA )


Adhemar de Campos - Ele é o Leão da Tribo de Judá (1987)



BUSCAI PRIMEIRO / CORINHOS



Cassiane Harpa Cristã A Mensagem da Cruz

•Tenha todo o material da aula à mão para que não haja interrupções.

· Receba seus alunos com muito amor e alegria. Aqueles que tem faltado, mostre o quanto faz falta. O quanto é especial.

- Perguntem como passaram a semana.

- Escutem atentamente o que eles falam.

- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.

- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.· 

Ore com sua turma por sua aula. 
Observe se á algum pedido especial, pois as vezes pode ter acontecido algo com eles, e a sua oração, será aquilo que pode deixar tranquilo e confiante em Deus.
👉 Apresentem o título da lição:
Quem segue a Cristo aprende novos valores
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Tenham uma excelente e produtiva aula!

TEXTO PRINCIPAL
  
Mateus 20.26
Não será assim entre vós; mas todo aquele que quiser, entre vós, fazer-se grande, que seja vosso serviçal.



OBJETIVOS
- MOSTRAR que precisamos ter cuidado com a falsa piedade;
- COMPREENDER o que significa uma espiritualidade sadia;
- CONSCIENTIZAR de que devemos pensar segundo o padrão do Reino.


LEITURA SEMANAL
SEGUNDA – Tg 4.3
É preciso sabedoria ao orar.

TERÇA – Rm 8.17
Somos coerdeiros de Cristo.

QUARTA – Jr 17.9
Cuidado com o coração.

QUINTA – Ef 2.6
E Cristo que nos exalta.

SEXTA – Mt 20.7
Recebemos o que é justo.

SÁBADO – Is 53.3
Sigamos o exemplo de Cristo.


TEXTO BÍBLICO
Mateus 20.20-24
20 Então, se aproximou dele a mãe dos filhos de Zebedeu, com seus filhos, adorando- o e fazendo-lhe um pedido.

21 E ele diz-lhe: Que queres? Ela respondeu: Dize que estes meus dois filhos se assentem um à tua direita e outro à tua esquerda, no teu Reino.

22 Jesus, porém, respondendo, disse: Não sabeis o que pedis: podeis vós beber o cálice que eu hei de beber e ser batizados com o batismo com que eu sou batizado? Dizem-lhe eles: Podemos.

23 E diz-lhes ele: Na verdade bebereis 0 meu cálice, mas o assentar-se à minha direita ou à minha esquerda não me pertence dá-lo, mas é para aqueles para quem meu Pai o tem preparado,

24 E, quando os dez ouviram isso, indignaram-se contra os dois irmãos.


Bíblia online
Bíblia sagrada online


INTRODUÇÃO
Na atualidade, testemunhamos um movimento inverso acontecer na relação entre o mundo e a Igreja: invés daqueles que foram convocados por Jesus influenciarem os valores do mundo, é a mentalidade apartada de Cristo que tem influenciado algumas igrejas. É urgente que retomemos aos princípios do Reino, que sigamos o exemplo de Jesus e façamos da vida na Casa de Deus um ambiente de edificação e crescimento.


I- CUIDADO COM A FALSA PIEDADE
1- Nem sempre a sinceridade é sinônimo de piedade.
Imagine a cena, uma frágil idosa intercede pelo futuro de seus filhos. Pensando nesse tipo de contexto, podemos chegará precipitada conclusão de que isso é um pedido tão viável quanto justo. Contudo, em Mateus 20.20-28, somos apresentados a mais detalhes sobre a súplica da mãe de Tiago e João, e pela conclusão da narrativa aprendemos que, apesar da aparente honestidade do pedido, ele carregava a marca de uma sociedade pecaminosa. Era uma intercessão sincera, feita por uma mãe pelos seus filhos ao Criador, mas mesmo assim não foi acolhida por Jesus. Não basta orar, é necessário falar com Deus da forma correta, pois infelizmente muitos pedem, mas não recebem porque pedem mal ‘para o gastardes em vossos deleites” (Tg 4.3).


2- Sim, existem orações e pedidos inadequados.
Esse registro do Evangelho é um excelente exemplo para demonstrar como se pode fazer a coisa certa do modo errado. Sim, devemos orar uns pelos outros (Tg 5.16); a intercessão por todas as pessoas é uma ordenança bíblica. Todavia, o motivo daquele pedido ao Senhor estava completamente inadequado e por isso o Senhor repreendeu-o imediatamente: “Jesus, porém, respondendo, disse: Não sabeis o que pedis; podeis vós beber o cálice que eu hei de beber e ser batizado com o batismo com que eu sou batizado […]” (Mt 20.22). Logo, aprendemos que não basta orar, mas é absolutamente necessário ter as motivações corretas ao falar com Deus. O Senhor Jamais responderá alguma oração que pede algo frontalmente contrário à sua vontade, o caso mais clássico desse tipo de situação é Balaão e sua tentativa de amaldiçoar o povo de Deus (Nm 23.7-12).


3- Não existem favoritismos no Reino.
Qual o cerne do problema no pedido não atendido da mãe dos filhos de Zebedeu? A tentativa de garantir algum tipo de favorecimento com repercussão espiritual (Rm 2.11). O absurdo desse tipo de oração, em primeiro lugar, é a tentativa de desvirtuar a natureza de nosso relacionamento com o Eterno. Não precisamos de um “padrinho” que episodicamente faça alguma coisa por nós, pois já somos filhas e filhos do bom Deus (Ap 21.7), herdeiros de todas as coisas (Rm 8.17). Jamais reduza o Grandioso Deus, nem seu maravilhoso amor. O Eterno não faz um ranking de amor entre seus filhos, Ele simplesmente ama e abençoa com imparcialidade e generosidade. Os filhos de Adão é que insistem em divisões e rivalidades entre si, mas com relação à bênção de Deus não existe distinção alguma (Rm 10.12; Cl 3.11; GI 3.28). Deus já fez de nós o maior milagre sobre a face da Terra, Ele já nos colocou num lugar de honra e salvação (Ef 2.6), resta-nos agora adorá-lo para sempre.


PENSE!
É possível transformar a bênção da oração em prejuízo espiritual.


PONTO IMPORTANTE!
Todos os creem em Jesus são filhas e filhos de Deus.


SUBSÍDIO 1
Professor(a), explique que “a mãe de Tiago e João pediu a Jesus que destinasse a seus filhos lugares especiais em seu Reino. É natural que os pais queiram ver seus filhos promovidos e honrados, mas esse desejo pode tornar-se perigoso se interferir no plano específico de Deus. Ele pode ter em mente uma função diferente para cada filho; talvez uma que não tenha tanto destaque, porém não menos importante. Portanto, o desejo dos pais em relação ao progresso dos filhos deve ser mantido sob controle quando errarem para que o plano de Deus se torne uma realidade na vida deles.” (Extraído da Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal CPAD, p. 1260.)


II- BUSCANDO UMA ESPIRITUALIDADE SADIA
1- Nunca queira assumir o “papel de Deus” na sua história.
Não bastasse o pedido inconveniente da mãe dos irmãos apóstolos, estes insistiram no plano descabido de ter um lugar de honra no Céu (Mt 20.22,23). Por um instante, a glória e a majestade salvadora do Reino de Deus não foram suficientes para João e Tiago; eles também ambicionaram determinar seus galardões no Céu, Cuidado com as vezes que seu coração lhe disser: “Você merece!”, “Você é o melhor!”, o pecado está perigosamente próximo de realizar graves estragos em sua vida. Os filhos de Zebedeu não queriam apenas o Céu, já ambicionavam um lugar de destaque lá e, perceba, não era apenas um ingênuo pedido de quem desejava estar perto do Mestre. O Céu, lugar de justiça e paz, jamais poderá ser dividido de acordo com certos critérios humanos. Se depois da grave repreensão de Jesus, e desse breve comentário explicativo, a postura daquela mãe e de seus filhos não lhe causa incômodo ou constrangimento algum, isso diz muito sobre o seu coração e sua espiritualidade


2- Sintomas de uma fé decadente.
Para que não reste qualquer dúvida sobre a inadequação do pedido da família de Zebedeu, basta que reflitamos sobre a reação dos demais apóstolos (Mt 20.24). Ela produziu uma enorme celeuma no meio apostólico, como poucas vezes se vê nos Evangelhos. O pior dos apóstolos apareceu nesse momento, e esse problema não ocorre no início do ministério do Cristo, mas na etapa final, ou seja, já eram quase três anos caminhando com o Mestre, mas mesmo assim, aquele grupo de homens ainda estava em processo de aprendizagem a respeito de uma vida cristã saudável.


3- Os perigos da lógica do mundo.
Já pensou se muitos crentes quiserem ser “Zebedeus”? O que será da Igreja? Infelizmente, precisamos reconhecer que em alguns lugares isso já até pode estar acontecendo. São crentes carnais que querem os primeiros lugares (Mt 23.6), que alimentam seus egos de elogios públicos (Mt 23.7). Jesus exortou os escribas e fariseus, há quase dois mil anos, porque eles viviam dessa forma. Precisamos ter cuidado, pois foi contra isso que Jesus se opôs de modo contundente. Não houve qualquer tipo de negociação com o erro, o Mestre desconsiderou completamente a petição e imediatamente lembrou seus amigos da qualidade de valores que eles deveriam buscar. Não pode ser diferente hoje, é tempo de aprender o que significa servir a Deus.


PENSE!
A igreja não pode ser influenciada pelo pensamento deste mundo.


PONTO IMPORTANTE!
Enquanto o mundo luta por aparências, a igreja deseja amor e Justiça.


SUBSÍDIO 2
Explique que o pedido da mãe de Tiago e João foi egoísta, mas de “acordo com o texto de Mateus 27.56, a mãe de Tiago e João estava ao pé da cruz quando Jesus foi crucificado. Alguns sugerem que ela era irmã de Maria, a mãe de Jesus. Um relacionamento familiar muito próximo pode tê-la induzido a fazer esse pedido a favor de seus filhos.” (Extraído da Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. CPAD. p. 1260.)


III- PENSANDO SEGUNDO O PADRÃO DO REINO
1- A lógica do Reino é diferente da lógica do mundo.
A Igreja não pode imitar o Império das Trevas. Nossas igrejas locais não têm nada a aprender com a filosofia deste mundo, ou seja, sua maneira de pensar. Observe o que nos diz Romanos 12.2: “E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”. Jesus deixou bem claro aos seus discípulos que as relações no Reino precisam ser bem diferentes do modo como a sociedade sem Deus funciona (Mt 20.25,26). A Igreja fundamenta-se exatamente nisso: no reconhecimento dos princípios inegociáveis do Reino de Deus.


2- Servos do Reino.
Não há expressão melhor do que esta para definir o que é um líder segundo os padrões do Reino de Deus: ele é um servo (Mt 20.27). Outros sinônimos possíveis para a tradução de dulos são: mordomo, servo e diácono. Quem quiser ser grande deve ser o menor servo entre todos. Percebe-se assim que a honra valorizada por Jesus se estabelece no privilégio de servir os pequeninos de Deus.


3- Jesus, o modelo inquestionável a ser seguido.
O líder autêntico segue o modelo de gestão deixado por Jesus. Ele se importa com o bem-estar das pessoas e tem uma rotina de serviço para o Reino. Estes têm imensa alegria quando observam o Reino de Deus crescendo na vida das pessoas. O trabalho de Cristo não se limitou ao Templo, mas o nosso Mestre proclamou o Reino a todos, calejou os pés em suas jornadas, se doou ao extremo (Is 53.3), a ponto de dormir em meio a uma tempestade ou não conseguir descansar, por estar comprometido em orar, mesmo depois de extenuantes jornadas. Imite o modelo de liderança de Jesus.


PENSE!
O líder cristão deve viver como servo de Cristo.


PONTO IMPORTANTE!
Cristo deve ter a primazia em nossas igrejas.


SUBSÍDIO 3
Os outros discípulos ficaram aborrecidos com Tiago e João por desejarem ocupar as posições mais elevadas. Todos queriam ser os maiores (Mt 18.1), mas Jesus ensinou que a pessoa mais importante no Reino de Deus é aquela que serve a todos. A autoridade é concedida não pela importância, ambição ou respeito, mas pelo serviço útil que possa vir a ser prestado a Deus é à sua criação.” (Extraído da Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal, CPAD, p. 1260.).


CONCLUSÃO
É surpreendente o tipo de pedido da mãe dos filhos de Zebedeu. Esse mesmo modelo de intenções não deve existir no coração dos crentes. Nosso exemplo não deve ser os bilionários de nossa geração, mas o pregador da cidade de Nazaré: Jesus Cristo. Que venhamos seguir o exemplo de Jesus, pois Ele não se negou a orar, a pregar a Palavra de Deus e a ajudar os enfermos e necessitados.


HORA DA REVISÃO
1- A lógica do Reino é diferente da lógica do mundo?
R. Sim. A Igreja não pode imitar o Império das Trevas.



2- Todas as orações sinceras devem ser respondidas, ainda que com objetivos inadequados?
R. Não! Não basta orar, mas é absolutamente necessário ter as motivações corretas ao falar com Deus.



3- Seguindo o exemplo de Jesus, como devemos agir diante do desejo pelo poder?
R. Devemos agir com o máximo rigor, rejeitando completamente e denunciando todos, aqueles que ambiciosamente tentam oprimir o povo de Deus.



4- O que significa liderar como Jesus?
R. Significa servir os pequeninos de Deus e ver em cada sorriso e abraço a presença material do Altíssimo.



5- Qual o padrão de comportamento que devemos seguir?
R. De Cristo ou do Império das Trevas? Jesus deve ser nosso modelo, pois seguindo Ele viveremos na lógica da humildade e do serviço.




Para concluir apliquem a:
Dinâmica: Sal da Terra
Objetivo:
- Enfatizar que o cristão deve influenciar o mundo com os valores do Reino de Deus, como “sal da terra”.
Material:
03 copos transparentes com água

02 saquinhos com sal

01 colher de chá

01 colher de sopa de sal


Procedimento:

- Expliquem que o sal representa o cristão e o copo com água está representando o mundo.

- Solicitem a atenção dos alunos para o que você vai realizar.

- Arrumem os 03 copos com água sobre uma mesa.

- Coloquem:

01 saquinho de sal dentro de 01 copo – não retire a embalagem(situação 01);

01 saquinho de sal ao lado de outro copo( situação 02);

01 colher de sal no último copo e misturem( situação 03).

- Perguntem: Qual situação melhor representa a conduta do cristão no mundo?

- Aguardem as respostas.

É comum haver votação para as três situações, com maioria para a situação 01. Mas, como vocês já deve ter percebido, a situação que melhor representada o cristão neste mundo é a da situação 03.

- Questionem:

Para as situações 01 e 02: Como o cristão pode estar influenciado o meio, como sal da terra, se estar isolado do mundo?

Para a situação 03: Está correto o crente está misturado com o mundo? Nós somos deste mundo? Estamos influenciando o mundo ou sendo influenciados?

- Após os questionamentos, leiam:

“Vois sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta senão para se lançar fora e ser pisado pelos homens”. Mt 5.13

“Bom é o sal; mas se o sal degenerar, com que se adubará?” Lc 14.34

“E dizia-lhes: Vós sois de baixo, eu sou de cima; vós deste mundo, eu não sou deste mundo”. Jo 8.23

“Não ameis o mundo, nem o que no mundo há”. I Jo 2.1

Espera-se que, após os questionamentos e a leitura das citações bíblicas, os alunos tenham compreendido que a situação 03 representa a conduta do cristão como sal da terra, influenciando o mundo com valores inegociáveis do Reino de Deus.

- Para concluir, leiam Romanos 12.2:
“E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”(Romanos 12:2).
Fonte da dinâmica por Sulamita Macedo: Blogatitudedeaprendizblogspot.com.
EBD | 3° Trimestre De 2022 | CPAD – Revista Jovens – Tema: Imitadores de Cristo – Ensinos Extraídos das Palavras de Jesus e dos Apóstolos. 
  
Vídeos aulas:
Endereço e crédito na descrição dos vídeos:



Jovens: Estudos, Pregações, Lições Bíblicas, Dinâmicas, Subsídios, Pré - aulas: Arquivo


Não dizeis vós que ainda há quatro meses até que venha a ceifa? Eis que eu vos digo: Levantai os vossos olhos, e vede as terras, que já estão brancas para a ceifa. João 4:35.
- Volte sempre e traga mais gente se Deus tocar fique com a gente.
Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade. 2 Timóteo 2.15.
  
O amor é maior motivação de nosso compromisso com Deus.

Discipulando - 3º Ciclo, Cpad: Tema: Vivendo as Verdades Bíblicas

Discipulando - 3º Ciclo, Cpad: Tema: Vivendo as Verdades Bíblicas
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✍️  Comentarista: Alexandre Claudino Coelho
✍️ Fonte: Crédito/Editora Cpad.
 
Discipulado Diversos - Com vários temas Bíblicos Arquivo


 

  2Timóteo 2.15.
Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade. 
  João 3.16 
Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo...Filipenses 3:13,14
O segredo da felicidade está nestes versículos
Todos querem ser felizes mas umas pessoas são mais felizes que outras. Qual é o segredo da felicidade? Filipenses 4 explica o que você precisa para ser feliz:
1. Se alegrar em Deus

Ser feliz é uma decisão. Se você é salvo por Jesus, você tem muitas razões para ser feliz! Mesmo quando tudo corre mal, você tem a vida eterna e a amizade, a proteção e o conforto de Deus. Alegre-se, nem tudo é ruim!
2. Ser grato e entregar os problemas a Deus

Você está preocupado com alguma coisa? Não deixe que a ansiedade estrague sua felicidade. Fale com Deus sobre o problema. Confie em Deus e ele vai lhe ajudar. Não precisa ficar ansioso.

Atenção! Não se esqueça de agradecer a Deus pela ajuda! Quem é grato é mais feliz.
3. Pensar em coisas boas

Muitas vezes pensamos tanto nas coisas ruins da vida que esquecemos das coisas boas. Pensamentos negativos tiram a felicidade. Por isso, quando você está em baixo, pense em coisas boas! Por cada pensamento negativo pense em duas coisas positivas e agradeça a Deus por elas.
4. Pôr em prática

Saber não basta. Você precisa praticar! Quanto mais você pratica, mais fácil fica. Se você realmente quer ser feliz, precisa praticar o que a Bíblia diz.
Seja feliz!
Fonte: BÍBLIA SAGRADA ONLINE
Seja imitador de Deus
   

19 de agosto de 2022

Plano de Aula Bíblica Adultos/Betel – Lição 08: O Ensino de Jesus sobre a Oração

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Deus está aqui - Corinhos #10



Jesus em Tua presença - Quatro por Um (Letra) 


HARPA CRISTÃ: As Firmes Promessas 459


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Harpa Cristã - 126 - BEM AVENTURANÇA DO CRENTE.wmv

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👉 Lembrem-se de que vocês devem oportunizar a participação do aluno, envolvendo-o através de exemplos e situações próprias de sua idade. Dessa forma, vocês estão contextualizando o tema com a vida do aluno, além de promover uma aprendizagem mais significativa.
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TEXTO ÁUREO
  
Mateus 6.7
E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que, por muito falarem, serão ouvidos.


VERDADE APLICADA
Por intermédio da oração cultivamos o relacionamento com Deus e expressamos nossa dependência e interesse em glorificar o Seu Nome em nosso viver.


OBJETIVOS DA LIÇÃO
- Apresentar o modelo da oração do Pai Nosso.
- Explicar a primeira parte da oração: Deus e Sua glória.
- Mostrar as nossas necessidades e carências.


TEXTOS DE REFERÊNCIA
  Mateus 6. 9-13
09- Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome;

10- Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu;

11- O pão nosso de cada dia nos dá hoje;

12- E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores;

13- E não nos induzas à tentação, mas livra-nos do mal; porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém.


  LEITURAS COMPLEMENTARES
SEGUNDA / Sl 5.12
Deus aborrece os ímpios e abençoa os justos.

TERÇA / Sl 78.23-24
A salvação que Deus concedeu a Israel.


QUARTA / Ef 4.27-30
A santidade cristã.

QUINTA / | Fp 4.6
Não estejais inquietos por coisa alguma.

SEXTA / 1Ts 5.17
Orai sem cessar.

SÁBADO / 1Pe 5.7
Lançando sobre Deus toda a ansiedade.


 Bíblia online
 Bíblia sagrada online


MOTIVOS DE ORAÇÃO
Ore para que o Senhor nos ensine a achegar-se a Ele de modo correto.


ESBOÇO DA LIÇÃO
Introdução
1– A oração modelo dos discípulos de Cristo
2– Deus e Sua glória
3– Nossas necessidades e carências
Conclusão.


INTRODUÇÃO
Orar é conversar com Deus. Por intermédio da oração, louvamos o santo Nome do Senhor, pedimos perdão por nossas falhas, agradecemos o que Ele nos concede e faz por e em nós, e falamos como estamos nos sentindo. 1Tessalonicenses 5.17.


PONTO DE PARTIDA
Orar é se submeter à vontade de Deus.


1- A ORAÇÃO MODELO DOS DISCÍPULOS DE CRISTO
A oração do Pai Nosso ensinada por Jesus está repleta de bons ensinamentos acerca da pessoa de Deus, daqueles que o adoram e das formas de achegar-se a Ele [Mt 6.9-13].


1.1. Ensina-nos a orar.
Nos dois evangelhos onde o Pai Nosso é mencionado, Jesus ensina a maneira correta de orar [Mt 6.9-13; Lc 11.2-4]. A relação com Deus, que segundo as crenças judias, regia tudo o que existe, era algo muito delicado e por isso pediram a Jesus que lhes ensinasse a forma correta de se dirigir a Deus, porque, segundo eles, só uma pessoa muito próxima de Deus poderia saber a maneira correta de falar com Ele, e Jesus era para eles essa pessoa. Com a oração do Pai Nosso, Jesus rompe com as rígidas atitudes que afastavam o homem de Deus e ensina um caminho que facilita o diálogo com Deus, a quem Jesus chama de Pai.

*     Os fariseus manipulavam tudo, até mesmo a oração. Além de fixarem padrões religiosos para o povo, eles descobriram um meio de usar até mesmo a oração para se promoverem [Mt 6.5]. Jesus era para Seus discípulos um modelo de como se comunicar com Deus e desejava que fizessem da mesma forma. Assim, como todo bom mestre, Ele lhes deu um modelo no qual pudessem acessar o Pai da mesma forma como acessava. Enquanto os fariseus oravam para alcançar o favor dos homens, Jesus ensina Seus discípulos a buscarem intimidade direta com o Pai [Mt 6.9-13].


1.2. A oração e sua ordem.

A oração está dividida em duas partes: a primeira metade se refere à glória de Deus (Nome, Reino e Vontade) e a outra metade trata de nossas necessidades e problemas pessoais. Deus é proeminente, recebe o primeiro lugar, depois, então, é que vamos nos dirigir para nossas necessidades e desejos. A primeira parte nos apresenta Deus como um Pai, um Deus que tem um nome santo e que deseja que Seu Reino se estabeleça na terra juntamente com Sua vontade [Mt 6.9-10]. A segunda parte se ocupa das três necessidades essenciais do ser humano e das três esferas do tempo nas quais o homem se move: pão, uma necessidade presente para o sustento diário; perdão, que nos remete ao passado; ajuda na tentação, onde a confiança do futuro repousa nas mãos de Deus [Mt 6.11-13].

*    Embora Jesus tenha dado a seus discípulos esse modelo, isso não significa que esta seja a única maneira correta de orar. A oração é um exercício que a cada dia nos aproxima mais de Deus em intimidade e nos separa desse mundo pecaminoso. O princípio jamais mudará, será sempre colocar a glória de Deus em primeiro lugar, depois é que lhe apresentamos quem somos e como estamos para que aja segundo Sua vontade. Orar é muito mais que buscar em Deus a solução de problemas e a conquista de objetivos próprios. Devemos orar insistentemente, sabendo que Deus também é um Pai, e como tal, sempre estará disposto a atender o pedido de seus filhos [1Ts 5.17; Sl 5.12].


1.3. Do Pai para os filhos.
Esse modelo de oração foi dado por Jesus Cristo para combater as vãs repetições feitas pelos fariseus. A invocação inicial começa com os discípulos chamando a Deus de Pai. Não era incomum os judeus considerarem Deus como Pai de Israel, mas como Pai de indivíduos numa relação especial era bastante inusitada. Esta experiência Pai e filhos era característica da relação de Jesus com Deus.

*    Esse modelo apresenta a oração como um instrumento poderoso para que a vontade de Deus se realize na terra, não para realizar a vontade do homem no céu. O propósito da oração é glorificar o nome de Deus e pedir ajuda para realizar sua vontade na terra. Essa oração não começa com nossos interesses pessoais, mas, sim, com pedidos que expressam nosso desejo em relação à gloria de Deus: Seu nome, Seu reino e Sua vontade. Jesus vontade é que também nos tornemos tão íntimos quanto Ele foi, para que o mundo inteiro creia que realmente somos filhos de Deus. João 17.21.

*     A oração do Pai Nosso ensinada por Jesus está repleta de bons ensinamentos acerca da pessoa de Deus.


2- DEUS E SUA GLÓRIA
A primeira parte da oração é seguida por três detalhes importantes: a paternidade divina; o nome santo de Deus e o estabelecimento de Sua vontade. Mateus 6.9-10.


2.1. “Pai nosso que estás nos céus”.
Homens de Deus do Antigo Testamento como: Noé, Abraão, Davi, jamais ousaram chamar a Deus de Pai. É em Jesus Cristo que o relacionamento pai/filho e entre o Criador Santo e Suas criaturas pecadoras é celebrado de modo incrivelmente elevado e próximo: “Pai nosso”. Nas palavras de John Stott: “Tratar a Deus como Pai reflete nossa consciência acerca de um Deus pessoal, amoroso e poderoso”. Quando Ele diz “nosso”, indica que Ele não é Deus como Pai e com os outros como irmãos [Mt 5.9, 16, 22-23, 47-48; 6.1, 6, 8].

*   “Pai nosso que estás nos céus” expressa uma relação de intimidade e confiança [Mt 6.9b]. Deus é um Pai a quem recorremos com base em Seu amor, não para apaziguar Sua ira. “Pai nosso” indica a relação filial que temos com o Pai por meio da fé pessoal no Filho. Os judeus, durante o período do Antigo Testamento, conheciam a Deus como Pai [Dt 32.6; Sl 103.13; Is 63.16], porém, nunca no sentido íntimo e pessoal como agora na era cristã. Também ao dizer “nosso”, estamos reconhecendo que outros têm o mesmo direito e acesso a Deus e que eles são nossos irmãos. Trata-se de uma privilegiada bênção poder chamar Deus de Pai, além de uma grande responsabilidade [Mt 5.48].


2.2. Santificado seja o teu nome.
Este Deus, a quem chamamos Pai, é também o Deus a quem devemos nos aproximar com reverência e adoração, com temor e admiração. Deus é nosso Pai que está nos céus, e nEle se combinam o amor e a santidade. Santificado seja o seu nome é uma expressão de reverência que evita o excesso de confiança. Quando oramos assim, expressamos o desejo de que o próprio Deus seja reverenciado e que tudo o que denota e representa Seu nome, Seu próprio caráter e atributos, sejam honrados entre os homens, sejam santificados em todo o mundo. Deus revelou Sua natureza sob nomes diferentes e Ele é tão inefável que um só não expressa toda a Sua grandeza e glória [Dt 32.3; Sl 135.1; Mt 6.9b].

*    Os judeus tremiam diante do nome de Javé e reverentemente usavam Adonai (Senhor). O nome e a pessoa de Deus são inseparáveis no pensamento hebraico [Êx 3.13-14; Is 52.6]. Profanar o nome de Deus era profanar sua pessoa. Tal temeridade de semelhança pagã foi expressamente proibida no Decálogo [Êx 20.7]. O sentido da oração é que o nome de Deus seja tratado de maneira diferente de todos os outros nomes, que lhe seja dada uma posição absolutamente única entre todos os nomes. Esta petição contém o desejo de que Deus seja conhecido, honrado e glorificado por todos os homens em toda a extensão de Seu nome.


2.3. Venha teu reino, e seja feita a tua vontade.

A oração ensinada por Jesus inclui o estabelecimento do Reino aqui na terra, onde a vontade soberana de Deus deve unir céus e terra [Mt 6.10]. O Comentário Bíblico Pentecostal diz que a expressão: “Venha o teu Reino” fixa o tom claramente escatológico, orientando os ouvintes ao cumprimento do tempo do fim no estabelecimento final do reinado de Deus no mundo. Requer o fim de toda instituição humana que não esteja em conformidade com a vontade de Deus. Como filhos, devemos nos interessar pelo programa divino: entronizar Jesus como Rei dos reis e Senhor dos senhores. 1Timóteo 6.13-15. Nossa principal tarefa é estar ocupados com aquilo que ocupa o coração de Deus: a exaltação de Seu Filho. Mateus 6.33.

*    “Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu”, expressa o desejo pela realização do Reino de Deus em forma absoluta na terra, assim como no céu. Deus revelou Seu propósito eterno, Sua vontade na Bíblia e supremamente na pessoa de Seu Filho Jesus Cristo. O súdito do Reino deve apresentar-se ao Seu Rei todos os dias, submeter-se à Sua soberania e estar comprometido com o cumprimento de Sua santa vontade. Assim se concretiza o Reino de Deus entre os homens [Mt 6.10].

*    A primeira parte da oração é seguida por três detalhes importantes: a paternidade divina; o nome santo de Deus e o estabelecimento de Sua vontade.


3- NOSSAS NECESSIDADES E CARÊNCIAS
A segunda parte da oração é seguida por mais três detalhes importantes: a provisão de Deus, a pureza pessoal e a proteção divina. Mateus 6.11-13.


3.1. O pão nosso de cada dia.
Orar pelo pão cotidiano é viver em total confiança na provisão de Deus. Israel havia aprendido essa lição com o maná do deserto. Todos os dias eles recebiam o maná, vindo direto da mesa de Deus (Êx 16.1-10; Sl 78.23-24). Aquele pão era suficiente apenas para um dia, nem mais, nem menos. Assim como o maná era fornecido diariamente, os discípulos também devem depender da provisão divina em cada dia. Jesus advertiu Seus discípulos a não se preocuparem demasiadamente com o futuro. A melhor maneira de evitar a ansiedade é confiar que Deus proverá pão para hoje e amanhã. (Mt 6.34; Fp 4.6).

*     Esta petição nos ensina a orar por nosso pão do dia presente; nos ensina a viver dia a dia, e não estar ansiosos pelo futuro distante e desconhecido. Nossas necessidades podem variar de um dia para o outro. Podemos ter necessidades físicas, mentais, emocionais ou espirituais. Mesmo assim, o Mestre ensinou que devemos confiar que Ele vai suprir nossas necessidades diárias (Mateus 6.31-32). O princípio dessa oração está em viver cada dia na certeza de que o Senhor estará sempre atento às nossas necessidades. Precisamos muito praticar esse princípio, pois vivemos em um mundo totalmente desesperado e ansioso. (1Pe 5.7).


3.2. O perdão de nossas dívidas.
A oração nos ensina não somente a pedir o pão diário, mas, também, o perdão diário. Isto significa que Deus está atento não somente às nossas necessidades, mas também com a forma que chegamos diante dEle para pedir. William Barclay: “A verdadeira oração é um assunto de família (“Pai nosso”)”. E se não existe entendimento entre os membros da família, como podemos querer ter um bom relacionamento com o Pai? O perdão diz respeito à comunhão: se não estamos em comunhão com Deus, não podemos orar efetivamente. Nossa comunhão com Deus é influenciada pela comunhão com nossos irmãos; consequentemente, o perdão é parte importante da oração. (Mt 5.23-25).

  * Uma vez que o perdão diz respeito à comunhão, aquele que ora não pode ter pecado em seu coração. John Stott: “O perdão é tão indispensável à vida e à saúde da alma como o alimento para o corpo […] O pecado é comparado a uma “dívida”, porque merece o castigo. Mas quando Deus perdoa o pecado, Ele cancela a penalidade e anula a acusação que há contra nós”.


3.3. Livrai-nos do mal.
É impossível viver nesse mundo sem ser tentado. Até Jesus passou por isso [Hb 4.15]. Esse é um mal que não podemos evitar, até mesmo por que a cobiça está dentro de cada um de nós por causa de nossa natureza pecaminosa [Tg 1.14]. Também devemos ter em mente que, embora os anjos do Senhor acampem ao nosso redor para nos livrar do mal, o inimigo sempre estará ao nosso derredor buscando uma brecha [1Pe 5.8-9]. Em todo o tempo que estivermos aqui, seremos bombardeados com as ciladas astutas de nosso adversário [Ef 6.11]. A oração do Pai Nosso nos ensina que a cada dia e a cada instante de nossas vidas devemos rogar pela proteção divina.

*   A Bíblia nos ensina que neste mundo opera um poder do mal e apresenta o mal como um poder ativo e pessoal que se opõe a Deus. Devemos pedir em todo tempo que Deus nos livre do maligno e de suas tramas ardilosas. Mas devemos ter a consciência de que muitos males que nos advém são resultados de escolhas e decisões precipitadas ou equivocadas da nossa parte.(Pv 26.2). O Senhor Deus é poderoso para nos livrar das investidas malignas, mas a Palavra de Deus diz para não darmos lugar ao diabo. (Ef 4.27).

*   A segunda parte da oração possui mais três detalhes importantes: a provisão de Deus; a pureza pessoal e a proteção divina.


CONCLUSÃO
O fato de Jesus ter cultivado uma vida de oração quando exercia o ministério neste mundo e ensinado Seus discípulos a orar, atesta a necessidade e relevância da oração na vida do cristão. Oração é falar com Deus. É relacionamento com o Nosso Pai Celestial. É estarmos abertos para Deus em confiança e louvor para recebermos o que Ele tem reservado aos Seus.
Fonte/Crédito Editora Betel.

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