4 de março de 2016

Noticia: Yehudah Glick voltou ao monte do templo

Depois de em 2014 ter sido alvo de um ataque que quase lhe tirou a vida, o ativista judeu Yehudah Glick voltou a visitar o Monte do Templo, em mais uma tentativa para promover um aumento da presença dos judeus no Monte do Templo, especificamente para ali poderem orar, como é seu direito.

Glick percorreu a esplanada juntamente com sua esposa e o advogado, sempre rodeado pela polícia que alegadamente não tinha sido informada da visita.

Na semana passada o tribunal de Jerusalém anulou a ordem que impedia Glick de subir ao Monte.

Conforme na altura relatamos, Glick foi baleado em Outubro de 2014, quando saía de um evento em que tinha abordado a questão dos judeus poderem orar no Monte do Templo.

Glick ficou bastante ferido no ataque, mas recuperou de uma forma considerada "milagrosa."

Desde a Guerra dos Seis Dias, em Junho de 1967 que, num esforço para agradar às autoridades muçulmanas que gerem o local, Israel tem proibido os judeus de orar naquele espaço, onde nem com uma Bíblia é permitido entrar. Netanyahu decidiu recentemente manter o status quo do local, ainda que a imbecilidade dos muçulmanos esteja sempre fomentando e inventando acusações contra os judeus, como pretexto para atirar pedras à polícia e aos civis israelitas que ali sobem.

Glick não faz campanha contra os muçulmanos no local, mas advoga um entendimento que permita que ambas as religiões ali possam orar.

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Shalom, Israel!

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