Glick percorreu a esplanada juntamente com sua esposa e o advogado, sempre rodeado pela polícia que alegadamente não tinha sido informada da visita.
Na semana passada o tribunal de Jerusalém anulou a ordem que impedia Glick de subir ao Monte.
Conforme na altura relatamos, Glick foi baleado em Outubro de 2014, quando saía de um evento em que tinha abordado a questão dos judeus poderem orar no Monte do Templo.
Glick ficou bastante ferido no ataque, mas recuperou de uma forma considerada "milagrosa."
Desde a Guerra dos Seis Dias, em Junho de 1967 que, num esforço para agradar às autoridades muçulmanas que gerem o local, Israel tem proibido os judeus de orar naquele espaço, onde nem com uma Bíblia é permitido entrar. Netanyahu decidiu recentemente manter o status quo do local, ainda que a imbecilidade dos muçulmanos esteja sempre fomentando e inventando acusações contra os judeus, como pretexto para atirar pedras à polícia e aos civis israelitas que ali sobem.
Glick não faz campanha contra os muçulmanos no local, mas advoga um entendimento que permita que ambas as religiões ali possam orar.
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Shalom, Israel!
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