23 de dezembro de 2022

Plano de Aula Bíblica Adultos/Betel – Lição 13: O Espirito Santo e o Arrebatamento da Igreja

 ✋ A paz do Senhor Jesus Cristo a todos que amam a palavra de Deus, sejam muito bem vindos.

Mestre, Obreiro(a) ou Professor(a) da Escola Bíblica Dominical,
Esses materiais vão te auxiliar no preparo da aula.
Antes de dar esta aula pesquise os pontos abordados em seu Plano de Aula. Entenda a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos. O conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. procure ser criativo na exposição do assunto.
Que esta aula seja portadora de grandes bençãos para vida de seus alunos(as).
A AULA VAI COMEÇAR
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PLANO DE AULA
ANTES DA AULA
•Tenha todo o material da aula à mão para que não haja interrupções.

· Receba seus alunos com muito amor e alegria. Aqueles que tem faltado, mostre o quanto faz falta. O quanto é especial.

- Perguntem como passaram a semana.

- Escutem atentamente o que eles falam.

- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.

- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.·

Ore com sua turma por sua aula.
Observe se á algum pedido especial, pois as vezes pode ter acontecido algo com eles, e a sua oração, será aquilo que pode deixar tranquilo e confiante em Deus.
👉 Lembrem-se de que vocês devem oportunizar a participação do aluno, envolvendo-o através de exemplos e situações próprias de sua idade. Dessa forma, vocês estão contextualizando o tema com a vida do aluno, além de promover uma aprendizagem mais significativa.

 Momento do louvor
Cante:
Movimente-se cante com alegria .
Ensine como devemos adorar a Deus e porque devemos.
Crédito endereço na descrição dos vídeos:
Harpa Cristã Hino 346 É Meu O Céu Voz & Letra



EU CONFIO FIRMEMENTE - 242. HARPA CRISTÃ - (CIFRADO) - Carlos José



HARPA CRISTÃ 237 O GOZO DE ESTAR PREPARADO

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Tenham uma excelente e produtiva aula!
👉 Apresentem o título da lição:
O Espirito Santo e o Arrebatamento da Igreja
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TEXTO ÁUREO
Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas. Apocalipse 3.13.


VERDADE APLICADA
Podemos confiar que o Espírito Santo, como nosso Consolador, continuará operando em nós, nos ajudando e avivando a esperança pela volta de Jesus Cristo.


OBJETIVOS DA LIÇÃO
- Explicar o que é a regeneração.
- Mostrar a importância da santificação para o cristão.
- Conscientizar acerca do arrebatamento da Igreja.


TEXTOS DE REFERÈNCIA
1 Tessalonicenses 4. 13-16
13- Não quero, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem, para que não vos entristeçais, como os demais, que não dormem. têm esperança.

14- Porque, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também aos que em Jesus dormem Deus os tornará a trazer com ele.

15- Dizemos-vos, pois, isto pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, não precederemos os que.

16- Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro.


LEITURAS COMPLEMENTARES
SEGUNDA SI 16.3
Deus tem prazer nos Seus santos.

TERÇA Jo 16.13
O Espírito Santo é o Espírito da Verdade.

QUARTA Cl 3.9
Devemos nos despir do pecado.

QUINTA 1 Ts 3.13 
Jesus buscará apenas os santos.

SEXTA Tt 3.5
O lavar regenerador do Espírito Santo.

SÁBADO Ap 22.11
Quem é santo santifique-se mais.


MOTIVO DE ORAÇÃO
Ore para que a igreja não perca o desejo de estar com Jesus naquele Grande Dia.


ESBOÇO DA LIÇÃO
Introdução
1- O Espírito Santo na vida da lgreja
2– Espírito Santo: O Consolador inseparável da lgreja
3– Sem santificação ninguém verá o Senhor
Conclusão


INTRODUÇÃO
Encerrando o trimestre, veremos a importância de buscarmos continuamente sermos cheios do Espírito Santo para um viver santo, cumprindo a missão e não perdermos a expectativa do retorno de Jesus Cristo para buscar a Sua Igreja.


PONTO DE PARTIDA
Jesus buscará a Sua igreja


1- O ESPÍRITO SANTO NA VIDA DA IGREJA
O Espírito Santo, como o outro Consolador prometido por Nosso Senhor Jesus [Jo 14.16], está atuante no Corpo de Cristo, revestindo d poder, concedendo dons espirituais, guiando o povo de Deus em toda a verdade, produzindo o fruto com as qualidades do caráter de Cristo e preparando, despertando e alertando o povo de Deus quanto a necessidade de aguardar a “bem-aventurada esperança e o apareci­mento da glória do grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo” [Tt 2.13].


1.1. Evidências de uma igreja que está se preparando para o arrebatamento.

Ao refletirmos sobre o tema deste subtópico, nossa mente é direcionada para a Igreja dos tempos apostólicos, pois vemos em Atos e nas Epístolas características que marcaram aquela geração. Foi uma geração marcada: pelo revestimento de poder; intenso comprometimento com a proclamação da Palavra de Deus; expectativa quanto à segunda vinda de Jesus; pela ênfase no ensino quanto à perseverança, testemunho de vida, santificação e cultivo de virtudes cristãs. Portanto, é nas páginas das Escrituras Sagradas que devemos buscar a identificação que deve prevalecer na atual geração do povo de Deus que está se preparando para o arrebatamento.

Pastor Amador dos Santos:
Estamos vivendo uma profunda estiagem nestas últimas décadas (Is 44.3). Existem muitas mãos mirradas dentro das igrejas [Le 6.6-11], mas o mesmo Jesus que entrou na sinagoga e mandou o homem estender a mão ressequida, continua entrando em nossas igrejas para fazer milagres semelhantes. O derramamento do Espírito restaura os homens de vidas secas, mudando completamente nossa igreja. Acreditamos que há um ruído de abundantes chuvas. O céu pode estar claro, sem prenúncio de chuva, mas os “Elias” de Deus já estão ajoelhados no cume do Carmelo Já vislumbram no horizonte uma nuvem do tamanho da palma de uma mão, anunciando as chuvas torrenciais do Espírito 1Rs 18.44].


1.2. A Igreja cheia do Espírito Santo.
O batismo no Espírito Santo não elimina a necessidade de a Igreja buscar uma constante renovação. Não encontramos no Novo Testamento o ensino de que o salvo ao ser cheio do Espírito uma vez, sempre estará cheio [At 4.8; 4.31; 13.9]. O apóstolo Paulo exortou a Igreja: “enchei-vos do Espírito” [Ef 5.18], ou seja, literalmente “continuar sendo cheios” ou “ser enchido repetidas veze”. Não podemos desprezar o preparo concedido pelo Espírito Santo ao longo da caminhada cristã, estimulando o salvo em todo o seu ser, mente, coração e vontade. Faz a diferença em todas as áreas da vida como podemos observar em Efésios 5.19 a 6.1-9.

Devemos ter em mente que é a ação direta do Espírito Santo que santifica a Igreja. Neste processo, um dos resultados reais e irrefutáveis da presença do Espírito Santo na Igreja é o seu crescimento de maneira saudável. Esta atuação do Espírito faz com que a Igreja preserve sua essência e se mantenha santa e pura. Sem o agir santificador do Espírito Santo a Igreja já teria cedido aos ataques do mundo e do império das trevas. Não podemos esquecer que a Igreja recebeu a missão de Cristo e junto com ela recebeu o Paracleto, o capacitador divino com a finalidade de ajudar, exortar, consolar e encorajar.


1.3. O Espírito Santo protege a Igreja, que vive a expectativa do arrebatamento.
Ao fazermos uma leitura aprimorada dos evangelhos, vemos que Jesus recomendou aos discípulos que não dessem início a qualquer obra, sem que antes eles tivessem recebido o Espírito Santo, Desse modo, Jesus os adverte para ficar em Jerusalém até que recebessem a promessa de Deus Pai [At 1.4-5]. Após ter ressuscitado e ser elevado ao céu, Jesus cumpre a Sua promessa de que não deixaria órfãos os seus seguidores. Assim, Ele enviou o outro Consolador, como havia dito [Jo 14.16-17]. Notamos que o Espírito Santo encheu a vida dos discípulos para eles receberem ousadia para pregar a Palavra de Deus e preparar a Igreja para estar eternamente com o Nosso Senhor nos céus.

Pastor William Barros:
O Espírito Santo tem um papel vital na vida e na existência da Igreja de Cristo. Sem o Espírito Santo, a Igreja não mais existiria ou seria meramente um clube ou mais uma agremiação. Ele é o Consolador que nos dá poder para fazer a obra de Cristo neste mundo e ao mesmo tempo prepara a Noiva para o arrebatamento.

*  A Igreja é Igreja e permanece sendo Igreja por que o Espírito Santo a santifica fundamentada constantemente na verdade.


2- ESPÍRITO SANTO: O CONSOLADOR INSEPARÁVEL DA IGREJA
Após a ascensão de Jesus, os primeiros discípulos aguardaram, em oração, o cumprimento da promessa de que seriam revestidos de poder, por intermédio da virtude do Espírito Santo, que seria enviado. A partir da descida do Espírito Santo [At 2] e após a primeira pregação, muitos se convertem, são batizados e tem início a organização de várias igrejas locais. Assim tem sido até os dias de hoje.


2.1. O Espírito Santo faz a Igreja ser reconhecida por seu amor. É preciso que hoje a Igreja permaneça atenta aos registros no Novo Testamento e procure permanecer aplicando os princípios ali expostos sobre sua atuação neste mundo. Enquanto a Igreja crescia, os apóstolos, cheios do Espírito Santo, exalavam o amor e o cuidado para com todos. Assim, o esfriamento do amor deve ser evitado pela Igreja que espera pela vinda do Senhor [1Ts 4.13-18]. Desde o início Deus tem derramado o Seu amor pelo Seu Espírito e, assim, a Igreja tem sido atuante e se desenvolvido. Assim, de igual modo, se agirmos como a Igreja de Atos dos Apóstolos, fazendo o uso do amor, Deus fará a Igreja crescer e florescer e seremos uma igreja saudável, uma igreja cheia do Espírito Santo.

O livro de Atos evidencia o nascimento da Igreja pentecostal, cheia de amor e cuidado por todos. Na Igreja Primitiva todos eram constantes, se guiam aos ensinamentos dos apóstolos e viviam um amor cristão, partindo o pão juntos, fazendo orações e participando das refeições com alegria e humildade. Por sua entrega, esta Igreja era estimada por todos. É importante ressaltar que demonstrar o amor é um mandamento, portanto é uma decisão que deve ser tomada por nós diariamente.
*  O Batismo no Espírito Santo não elimina a necessidade de a igreja buscar uma constante renovação.


2.2. O Espírito Santo gera esperança aos crentes de um futuro glorioso.
A esperança de encontrar com Cristo é essencial para a vida do crente. Se a pessoa não tem essa esperança, qual é o propósito da sua vida cristã? Paulo diz que se esperarmos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens [1Co 15.19]. A partir da compreensão deste texto, entendemos que necessitamos do auxílio do Espírito Santo para nos ajudar a esperar por algo que não vemos [Rm 15,13). O Espirito Santo nos faz acreditar que Cristo cumprirá o que disse, que preparará um lugar para estarmos juntamente com Ele [Jo 14.2]. A esperança que temos é que Ele voltará para nos buscar.

Esequias Soares:
“As profecias messiânicas do Antigo Testamento apontam para dois eventos: a aparição de Jesus como homem para realizar a grande obra da redenção e a sua segunda vinda, no fim dos tempos, escatológica, que envolve o arrebatamento da Igreja e a sua vinda em glória. Os profetas Isaías, Ezequiel, Zacarias, dentre os demais anunciam essas promessas. O slogan de Daniel Berg termina com o “breve voltará, que diz respeito ao arrebatamento da Igreja.”


2.3. É o Espírito Santo quem opera a regeneração.
A palavra regeneração remete a nascer de novo, nascer do Espirito, estar em Cristo, se tornar uma nova criatura [Jo 3.3-6; 2Co 5.17]. Na Bíblia fica implícita a ideia de que a regeneração é a atuação divina que proporciona um novo coração no homem, transformando-o em nova criatura. Assim, o grande trabalho do Espírito Santo é a obra da regeneração na vida do homem, já que nem todos atendem a esse chamado. Para fazer parte do Reino de Deus, é necessário tornar-se uma nova criatura e nascer do Espírito.

Dicionário Bíblico Wycliffe:
“A regeneração afeta sua natureza moral e espiritual e a transforma. A justificação remove sua culpa: a regeneração, sua atrofia espiritual, de forma que ele passa da morte espiritual para a vida espiritual. A justificação traz o perdão dos pecados: a regeneração. a renovação da vida espiritual para que o indivíduo possa atuar como filho de Deus.”

* O Espírito Santo proporciona ao crente amor esperança e regeneração para que tenha a capacidade de permanecer fiel à sã doutrina, através de uma adoração contínua e sincera, para que ele possa encontrar com Jesus naquele Grande Dia


3- SEM SANTIFICAÇÃO NINGUÉM VERÁ O SENHOR
Entristecemos o Espírito que reside em nós todas as vezes que atuamos de forma adversa aos ensinamentos da Palavra de Deus. Dentre os seus múltiplos ensinamentos, somos orientados a nos santificar [Hb 12.14]. Neste processo, santificar-se é abster-se de pecar pela atuação do Espírito Santo, para servir ao Senhor.

* A partir da descida do Espírito Santo [At 2] e após a primeira pregação, muitos se convertem, são batizados e tem início a organização de várias igrejas locais.


3.1. A santificação prepara a Igreja para o arrebatamento.
Paulo, sabedor que a cada dia que passa ficamos mais próximos da volta de Cristo, em sua carta direcionada aos crentes da Galácia, ele os adverte a andar em Espírito e não praticar a concupiscência da carne [Gl 5.16]. Apoiado na fé e crendo que o Espírito Santo está preparando um povo, a Igreja, para as Bodas do Cordeiro, Pau lo os adverte a andar no Espírito, para que não fossem surpreendidos naquele grande dia. Já em sua carta à igreja de Tessalônica, Paulo afirma que Deus nos escolheu para a salvação mediante a santificação do Espírito [2Ts 2.13].

Pastor William Barros:
“Em relação ao arrebatamento da Igreja, o Espírito Santo tem um papel de vital importância. Pois, sendo o “outro Consolador” está preparando, guiando, operando até o dia da volta de Cristo [Rm 8.11, 14-17; Ef 1.14], quando seremos glorificados com Cristo. Também nos adverte com relação ao perigo de entristecer o Espírito Santo, sendo que fomos selados por Ele para o dia da nossa redenção [Ef 4.30]. Em suma, podemos afirmar que, assim como o mordomo Eliezer preparou uma noiva para Isaque, o Espírito Santo prepara a noiva de Cristo para seu encontro com o noivo nos dias do arrebatamento [Gn 24].”


3.2. A Noiva deve permanecer pura e imaculada à espera do Noivo.
No Novo Testamento, Cristo é o Noivo e a Igreja, a Noiva. O Noivo não vai voltar para uma Noiva infiel, ineficaz e conivente com o pecado, que perdeu a sua pureza, zelo e presença do Espírito. Paulo usa esse simbolismo em sua carta aos Efésios no capítulo cinco. Cristo voltará para uma Noiva distinta, fervorosa, afetuosa e santa. Desse modo a Noiva se reunirá ao Esposo e essa oficial “cerimônia de casamento” será realizada e, então, estaremos para sempre com o Senhor [1Ts 4.17].

Warren Wiersbe:
“Cristo entregou-se pela Igreja; da mesma forma, o marido entrega-se, por amor, à esposa. Jacó amava tanto a Raquel que se sacrificou catorze anos trabalhando para obtê-la como esposa. O verdadeiro amor cristão “não procura os seus próprios interesses” [1Co 13.5] – não é egoísta. Se um marido é submisso sacrificial, pagará de bom grado o preço necessário para que sua esposa possa servir e glorificar a Cristo no lar.”


3.3. Será arrebatado o crente que estiver em comunhão com o Espírito Santo.
Se quisermos ser participantes do arrebatamento da Igreja, precisamos manter uma comunhão diária com o Espírito Santo. Se bem observado, a comunhão do Espírito tem a ver com nossa salvação e vida com Deus. Paulo deixou registrado sobre a importância desta comunhão na vida de todos: “A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo sejam com vós todos. Amém!” [2Co 13.13].

Pastor César Roza de Melo:
“O conceito de arrebatamento é que todos os cristãos que estiverem em plena comunhão com Deus serão, repentinamente e instantaneamente, tirados desta terra e levados para o céu. O verbo “arrebatar” (do grego, Harpazo) significa, literalmente, “tirados com violência”; indicando que não haverá tempo para tomar uma decisão ou pedir perdão. Paulo chega a dizer que isto acontecerá num “momento”, do grego, átomos, ou seja, em um momento indivisível do tempo, num abrir e fechar de olhos [1Co 15.52].”

* Devemos deixar ser envolvidos pelo Espírito Santo, de modo que Ele desperte em nós a urgência de mudarmos nossas ações, para podermos escolher viver uma vida de comunhão com Deus.


CONCLUSÃO
Vimos nesta última lição que manter a santificação, a pureza e a comunhão com o Espírito Santo é nossa responsabilidade para que naquele Grande Dia estejamos preparados para o encontro com o Noivo nos ares.


Se é ensinar, haja dedicação ao ensino". Rm12 : 7b.
Seja imitador de Deus.
O fim de todas as coisas está próximo. Portanto sejam criteriosos e estejam alertas. (1 Pedro 4.7).
“Deixe o ímpio seu caminho e converta-se ao Senhor.” 
(Isaías 55.7).
“E conheça a verdade e a verdade vai libertar você!”
(João 8.32).

Plano de Aula Bíblica Adultos/ Cpad – Lição 13: O Senhor Está Ali

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PLANO DE AULA
Concluiremos a lição deste trimestre estudando os aspectos da Jerusalém no Milênio. Por isso, o primeiro tópico apresenta a cidade de Jerusalém no Milênio. O segundo tópico elenca os nomes das doze tribos e o propósito deles no Milênio. E, finalmente, o terceiro tópico mostra ''o Senhor está Ali” como o novo nome da cidade. Veremos que essa lição encerra todo o desenvolvimento das profecias do livro de Ezequiel que estudamos neste trimestre.

 APRESENTAÇÃO DA LIÇÃO
A) Objetivos da Lição:
I) Apresentar a cidade de Jerusalém no Milênio;
II) elencar os nomes das doze tribos no Milênio;
III) Mostrar que a expressão “o Senhor está Ali” é o novo nome da cidade.

B) Motivação: 
Que tipo de cidade a Jerusalém do Milênio será? Haverá um palácio real? É uma cidade simbólica ou literal?

C) Sugestão de Método:
Antes de iniciar a lição desta semana, faça uma revisão de todo o trimestre com a classe. Destaque os temas que os alunos mais reagiram ao longo do trimestre. Procure mostrar o quanto que o assunto tem lógica, ordem. Faça com que os seus alunos percebam o todo do livro de Ezequiel e o corre­lacione com o tema do trimestre: ”A Glória e a Justiça de Deus: A Igreja e a Convocação do Profeta Ezequiel para um Despertamento Espiritual”.

CONCLUSÃO DA LIÇÃO
A) Aplicação: Esta lição diz respeito à esperança cristã. Procure aplicar esta lição, aborda do a o assunto da esperança cristã. Lembre-se de que em 1 Coríntios 13.13, a esperança é apresentada como uma das grandes virtudes cristãs, ao lado da fé e do amor.

SUBSÍDIO AO PROFESSOR
A) Revista Ensinador Cristão. 
Vale a pena conhecer essa revista que traz reportagens, artigos, entrevistas e subsídios de apoio à Lições Bíblicas Adultos. Na edição 92, p.42, você encontrará um subsídio especial para esta lição.

B) Auxílios Especiais:

Ao final do tópico, você encontrará auxílios que darão suporte na preparação de sua aula: 1) O texto ”Atentemos para o Reino Futuro” amplia o assunto da nova cidade no Milênio; 2) O texto ”O Senhor Está Ali” aprofunda o sentido do novo nome da cidade.

Cante:
Movimente-se cante com alegria .
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Crédito endereço na descrição dos vídeos:
Créditos na descrições dos vídeos abaixo:
CONSAGRADO AO SENHOR -432 HARPA CRISTÃ - Carlos José -LEGENDADO



Hino 380 Da Harpa Cristã - Abraão e seu sacrifício (legendado)



Hino 38 - Harpa Cristã - O Senhor é Rei

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 O Senhor Está Ali
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Para iniciar o estudo apliquem a:
 Dinâmica: Está preparado(a)?
Objetivos:
- Destacar a necessidade de estar preparado para a Vinda de Jesus.
- Enfatizar que o Arrebatamento será o evento que dará o início dos últimos fatos apocalípticos.
- Ressaltar que a Igreja, composta pelos salvos em Jesus, vai participar dos eventos dos fins dos tempos, pois nesse período já estará com Cristo.
Material:
02 cartolinas

02 pincéis atômicos.

Procedimento:
- Escolham dois alunos e falem: Vocês ganharam uma passagem aérea para Paris e o voo será daqui a uma hora.

- Digam: Vocês tem 01 minuto para “arrumar a mala”.

- Mostrem a mala, que será representada pelo quadro ou a cartolina.

- Solicitem para que eles escrevam os nomes dos objetos que irão levar.

- Cronometrem o tempo não deixem passar nenhum segundo e em seguida peçam para que parem de escrever.

- Várias situações podem acontecer:

1 - Pelo pouco tempo, os 02 alunos não conseguirem arrumar a mala.

2 - Mesmo tendo pouco tempo, os alunos conseguirem arrumar a mala, colocando objetos de mais necessidade.

3 - Os alunos recusarem arrumar a mala, porque considera difícil arrumá-la em pouco tempo. Observação: Qualquer que seja o resultado, há lições a serem extraídas quanto ao tema da Vinda de Jesus.

- Falem: Vamos estudar sobre a Vinda de Jesus e este resultado pode nos remeter a preparação do crente para o arrebatamento que será num abrir e fechar de olhos. Vejamos:

Para a situação 01: Não se prepararam para o Arrebatamento, negligenciou suas ações no tempo para a preparação.

Para a situação 02: Prepararam-se no tempo certo para o Arrebatamento, observou o tempo e as ações.

Para a situação 03: Recusaram-se o momento de preparação para o Arrebatamento, mesmo tendo sido avisado para se organizarem.

- Falem: O importante é que todos estejam preparados para o encontro com Jesus no Arrebatamento. Com este evento, se dará o início das últimos fatos apocalípticos. E a Igreja, composta pelos salvos em Cristo, vai participar pois neste momento já estará com Jesus.
Fonte da dinâmica por Sulamita Macêdo /Blogatitudedeaprendizblogspot.com.
👉👇
TEXTO ÁUREO
Não se fará mal nem dano algum em todo o monte da minha santidade, porque a terra se encherá do conhecimento do SENHOR, como as águas cobrem o mar.
Isaias 11.9.


VERDADE PRÁTICA
O Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó governa soberanamente o seu povo. Ele está no meio do seu povo.


LEITURA DIÁRIA
Segunda – Gn 49.1,2
Jacó abençoa e anuncia o destino dos seus filhos.

Terça– Ap 21.12-14
As portas são nomeadas em homenagem às doze tribos de Israel.

Quarta– Is 2.2-4
Jerusalém será a sede do governo de Cristo no Milênio.

Quinta – Is 60.1
A glória de Deus sobre Jerusalém.

Sexta – Ez 3.5
Jerusalém é o centro da terra no meio das nações.

Sábado – Ap 21.3
A nossa cidade está nos céus, no mundo vindouro.


LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Ezequiel 48.30-35
30 – E estas são as saídas da cidade, desde a banda do norte: quatro mil e quinhentas medidas.

31 – E as portas da cidade serão conforme os nomes das tribos de Israel: três portas para o norte: a porta de Rúben, uma, a porta de Judá, outra, a porta de Levi, outra;

32 – da banda do oriente, quatro mil e quinhentas medidas e três portas, a saber: a porta de José, uma, a porta de Benjamim, outra, a porta de Dã, outra;

33 – da banda do sul, quatro mil e quinhentas medidas e três portas: a porta de Simeão, uma, a porta de Issacar, outra, a porta de Zebulom, outra;

34 – da banda do ocidente, quatro mil e quinhentas medidas e as suas três portas: a porta de Gade, uma, a porta de Aser, outra, a porta de Naftali, outra.

35 – Dezoito mil medidas em redor; e o nome da cidade desde aquele dia será: O SENHOR Está Ali.


 Bíblia online
 Bíblia sagrada online


INTRODUÇÃO
Vimos, na primeira lição do trimes­tre, que o livro de Ezequiel antecipa a tradição apocalíptica nas Escrituras. O livro de Ezequiel começa com a visão da glória de Javé e conclui com a descrição da glória de Deus na Jerusalém glorificada. Não é possível compreender o livro de Apocalipse sem os orácu­los de Ezequiel. Encontramos abundantes dados cruzados nesses dois livros e ambos são revelações sobre o fim dos tempos. A presente lição encerra o trimestre estudando os aspectos da Jerusalém do Milênio.


Palavra-Chave: 
SENHOR


I – SOBRE A CIDADE
Há certa similaridade entre a visão de Ezequiel e a do apóstolo João no livro de Apocalipse, na linguagem e no conteúdo. Mas é importante que os crentes saibam distinguir a diferença entre a Jerusalém do Milênio da Nova Jerusalém do mundo vindouro.


1– ”E estas são as saídas da cidade” (v.30).
Essa seção final da profecia é um suplemento não somente do capítulo, mas também do próprio livro. Apesar de o nome da cidade não ser mencionado, o contexto deixa claro que se trata de Jeru­salém. O termo hebraico para ”saídas”, totsa’oth, aparece somente uma vez em Ezequiel e é usado no livro de Números com o sentido de ”limites, extre­midades” (Nm 34.4,5,8,9,12); a versão bíblica Tradução Brasileira emprega ”extremidade” no versículo 4. Como o profeta usa outra palavra para ”saídas” (Ez 42.11; 44.5), muitos expositores do Antigo Testamento acham que ”saí- das”, apesar de semanticamente correta, não se ajusta bem no presente contexto. A ideia, segundo alguns, seria ”estas são as extremidades da cidade”, mas ”saídas” é a forma familiar e mais tradicional, mantida na Septuaginta, a versão grega do Antigo Testamento, e nas nossas versões atuais da Bíblia.


2- Formato da cidade (v.31).
A des­crição da cidade de Ezequiel revela ser ela quadrada (Ez 48.16), e nessa visão suplementar, o profeta fala de quatro lados descritos no sistema horário: norte, leste, sul e oeste, um tipo da Nova Jerusalém (Ap 21.16). A extensão de cada lado é de ”quatro mil e quinhentas medidas” ou: ”dois mil duzentos e cinquenta metros” (Ez 48.16 – NAA). A cidade de Jerusalém nunca teve a sua área territorial quadrada e nem a sua arquitetura em nenhum período histórico. O que o profeta está revelando é algo novo até então, é uma figura da Nova Jerusalém do mundo vindouro.


3- As doze portas (vv.31-34).

A Jeru­salém histórica do período de Ezequiel e Jeremias possuía pelo menos seis portas segundo o livro de Jeremias: Porta do Povo (Jr 17.19); Porta do Sol (Jr 19.2); Porta de Benjamim (Jr 20.2; 37.13; 38.7); Porta da Esquina (Jr 31.38); Porta dos Cavalos (Jr 31.40); Porta do Meio (Jr 39.3); e Porta Entre os Muros (Jr 52.7). A torre do templo de Marduque, deus dos babilônios, Etemananki, tinha um recinto quadrado cujo acesso era por doze portas. Ezequiel conhecia a sua cidade de origem (Ez1.1- 3), talvez conhecesse também a torre de Marduque em Babilônia, pois vivia entre os exilados de Babilônia.


4- Origem do formato e das portas.
Deus é a fonte da revelação e da inspiração da visão e da mensagem de Ezequiel. Não se pode admitir que o profeta se inspirou num templo pagão, pois os oráculos entregues ao profeta, seja por imagem ou som, ou seja, visão ou palavra, vieram de Javé (Ez 1.3; 3.14; 8.1-3). Apesar de ser literal, pela descrição da cidade, ela é uma figura da Nova Jerusalém (Ap 21.10-13), cujo arquiteto e construtor é o próprio Deus (Hb 11.10). Por que Ezequiel se inspiraria na cidade de Babilônia? Isso não faz sentido.


SINOPSE I
Deus é o arquiteto e construtor da nova Jerusalém, a cidade do Milênio.


II – SOBRE O NOME DAS DOZE TRIBOS
Os patriarcas Abraão, Isaque e Jacó aparecem com frequência nas Escritu­ras como representantes e fundadores da nação de Israel. Outras vezes, são os nomes dos doze filhos de Jacó para representar as doze tribos de Israel.


1- As doze tribos de Israel.
Há cerca de 20 listas dos filhos de Jacó e das respectivas tribos de Israel no Antigo Testamento, mas não existe nenhum padrão. Por exemplo, a lista com os quatro primeiros nomes, Rúben, Simeão, Levi e Judá seguem a ordem de nascimento (Gn 35.22-27;46.8-27; 49.3-27; Êx 1.1-6). Outras listas divergem a partir do quinto nome (Nm1.5-17; 13.4- 16). A lista de Ezequiel segue no sentido horário a partir do norte da cidade com Rúben, Judá e Levi (v.31); leste, ou oriente: José, Benjamim e Dã (v.32); sul: Simeão, Issacar e Zebulom (v.33); oeste, ou ocidente: Gade, Aser e Naftali (v.34).


2- Critério da ordem dos nomes.
Pelo relato do nascimento deles, a melhor explicação da ordem dos nomes parece ter sido o critério das mães deles ou pelo menos uma tentativa. Leia e Zilpa, de um lado (Gn 29.32-35; 30.10-13); Raquel e Bila, de outro (Gn 30.6-8; 22-24). A diferença é que Naftali é filho de Raquel por meio de sua serva Bila (Gn 30.8) e está junto com Gade e Aser (Ez 48.34), filhos de Leia por meio de Zilpa (Gn 30.10-13). Toda escolha tem seu propósito, nada é aleatório, os escritores bíblicos sabiam o que estavam fazendo; a questão é que nós desconhecemos esses critérios.


3- Propósito dos nomes.
Dos três patriarcas do Gênesis, Abraão, Isaque e Jacó, o último deles foi o único em que não houve eliminatória dos filhos para a formação da nação de Israel. De Abraão, o filho escolhido foi !Isaque (Gn 17.20,21); de Isaque, o filho escolhido foi Jacó (Gn 25.23; Rm 9.10-13); de Jacó, todos foram incluídos na nação escolhida (Êx 1.1-6). Esses doze filhos de Jacó deram os seus nomes aos doze territórios na terra de Canaã, durante a partilha da terra sob a liderança de Josué (Js 14.1-3). Assim, o propósito desses doze nomes dos filhos de Jacó, como representantes da nação, está claro também no éfode sacerdotal: “E porás as duas pedras nas ombreiras do éfode, por pedras de memória para os filhos de Israel; e Arão levará os seus nomes sobre ambos os seus ombros, para memória diante do Senhor” (Êx 28.12). O nome nas doze portas da Jerusalém milenar, bem como na Nova Jerusalém, tem por propósito a memória dos filhos de Israel.


SINOPSE II
O nome nas doze portas da Jerusalém milenar tem por propósito a memória dos filhos de Israel.


AUXÍLIO TEOLÓGICO
ATENTEMOS PARA O REINO FUTURO
O livro de Ezequiel começa a des­crevendo a santidade de Deus, que Israel menosprezou e ignorou. Como resultado, a presença de Deus partiu do Templo, da cidade e da vida do povo. O livro termina com uma visão detalhada do novo Templo, da nova cidade e do novo povo, todos demonstrando a santidade de Deus. As pressões diárias da vida podem nos fazer focar o presente, o aqui e agora, e levar-nos a esquecer de Deus. E por isso que a adoração é tão importante; tirar nossos olhos de nossas preocupações atuais, a fim de que atentemos para a santidade de Deus e para seu Reino futuro. A presença de Deus torna tudo glorioso, e a adoração nos leva à sua presença” (Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD, 1995, p.1087).


AMPLIANDO O CONHECIMENTO
O REINO MILENIAL DE CRISTO
O reino milenial de Cristo introduzirá a manifestação eterna da glória do Cordeiro de Deus. Sem a doutrina bíblica do Milênio, não teríamos nenhuma ligação entre a história e a ordem eterna de Deus. Esta era de ouro não será apenas a forma de Deus estabelecer vínculos históricos, mas também restituirá ao homem por meio do Deus-homem, Jesus Cristo, o domínio perdido pela queda de Adão. O Messias será engrandecido como o Filho de Davi; Ele ocupará o trono de Davi e reinará sobre a casa de Davi a partir da cidade de Davi: Jerusalém. Leia mais em Enciclopédia Popular de Profecia Bíblica, CPAD, p.320).


III – O SENHOR ESTÁ ALI
Esse é o novo nome da Cidade de Jerusalém depois de sua purificação e restauração espiritual, sem deixar lembranças da idolatria, prostituição e violência. O nome Jerusalém não conseguiu deletar, da memória do povo, as abominações do passado, por isso esse nome precisa ser mudado.


1- Os nomes da cidade.
O primeiro nome da cidade de Jerusalém é Salém (Sl 76.2), que significa paz (Hb 7.2), desde os dias do patriarca Abraão (Gn 14.18). Ela foi chamada também de Jebus (Jz 19.10) que esteve sob o domínio dos jebuseus e só foi conquistada por Davi depois de alguns séculos da conquista de Canaã, e chamada também de Cidade de Davi (2 Sm 5.6,7). Ela é também chamada de Sião e de Ariel (Is 2.3; 29.1,2). Jerusalém é o nome mais conhecido e significa ”cidade de paz”. Mas esse nome não aparece no suplemento da profecia de Ezequiel; a cidade é identificada pelas características ali apresentadas (Ap 20.1-6). Ela é chamada, em Apocalipse, de ”arraial dos santos, a cidade amada” (Ap 20.9).


2- O nome divino.
Os nomes de Deus não são apenas um apelativo, nem simplesmente uma identificação pessoal, mas são .inerentes ‘a sua natureza e revelam suas obras e atributos. Não é meramente uma distinção dos deuses das nações pagãs. O nome revela o poder, a grandeza e a glória do Deus Todo-Poderoso, além de mostrar os atributos dEle. O próprio Deus se identifica a si mesmo como há-Shem, “o Nome” (2 Sm 6.2). Quando a Bíblia faz menção do “nome de Deus” está se referindo ao próprio Deus: “haverá um lugar que escolherá o Senhor vosso Deus para ali fazer habitar o seu nome” (Dt 12.11).


3- Yahweh Shammah (v.35).
A Bíblia nos mostra, com clareza, que Deus se deu a conhecer, nos tempos do Antigo Testamento, por vários nomes inerentes à sua natureza e à circunstância de sua revelação. Para Abraão, Ele apareceu como a provisão para o sacrifício em lugar de Isaque, seu filho, com o nome Yahweh Yireh, ou Javé Jirê, que significa ”O SENHOR Proverá” (Gn 22.14); e, prometendo livrar os filhos de Israel daquelas pragas e enfermidades que sobrevieram aos egípcios, Ele se manifestou como Yahweh Rafá’, “Javé Rafá”, isto é, eco SENHOR que Sara” (Êx 15.26) entre outros nomes. Mas o nome divino, Yahweh Shammah, ”Javé Samá”, isto é, ”O SENHOR Está Ali” (Ez 48.35), é o novo nome dado à cidade no Milênio, o objetivo é dissociar o nome de Jerusalém com os pecados do passado.



SINOPSE III
O SENHOR Está Ali” (Ez 48.35) é o novo nome dado à cidade no Milênio para dissociar o nome de Jerusalém com os pecados passados.


AUXÍLIO TEOLÓGICO
O SENHOR ESTÁ ALI
O livro de Ezequiel termina com a grande promessa de que, um dia, Deus habitará eternamente com seu povo: promessa está repetida em Ap 21.3: ‘Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens, pois com eles habitará’. A maior bênção para nós, como povo de Deus, é termos Deus em nosso meio; esta é a essência da alegria e da felicidade. Como resultado da presença eterna de Deus, nunca mais o crente sofrerá tristeza, desprazer e aflições, como aqui neste mundo (Ap 21.4). Esta é a nossa suprema visão é esperança enquanto aguardamos o dia da vinda do nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo” (Comentário Bíblico Beacon: Isaías a Daniel. Vol. 4. Rio de Janeiro: CPAD, 2014, pp.487).


CONCLUSÃO
O apóstolo Paulo ensina que com a queda de Israel veio a salvação para os gentios, o que não diremos com a sua plenitude! (Rm 11.12) As bênçãos anun­ciadas nas profecias de Ezequiel não se restringem apenas ao povo judeu, elas são extensivas a toda a terra. É importante salientar que nós já estamos sendo abençoados, como Igreja, pela presença do Espírito Santo em nossas vidas.


REVISANDO O CONTEÚDO
1- Qual o formato da cidade da visão de Ezequiel?
R. A descrição da cidade de Ezequiel revela ser ela quadrada (48.16), e nessa visão suplementar ele fala de quatro lados descritos no sistema horário: norte, leste, sul e oeste, um tipo da Nova Jerusalém (Ap 21.16).


2- Quantas portas possuíam a cidade de Jerusalém nos dias de Ezequiel segundo o livro de Jeremias? A
R.Jerusalém histórica do período de Ezequiel e Jeremias possuía pelo menos seis portas segundo o livro de Jeremias.


3- Qual o propósito do nome das doze tribos de Israel nas portas da cidade?
R. O nome nas doze portas da Jerusalém milenial bem corno na Nova Jerusalém tem por propósito a memória dos filhos de Israel.


4- Quais os nomes de Jerusalém no período bíblico?
R. Salém (Gn 14.18; Sl 76.2; Ap 7.2); Jebus (Jz 19.10); Cidade de Davi (2 Sm 5.6-7), Ariel (Is 2.3; 29.1, 2).


5- Por que, no Milênio, Jerusalém será chamada ”Javé Samá”, ”O SENHOR Está Ali”?
R. O objetivo é dissociar o nome de Jerusalém com os pecados do passado..



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Não dizeis vós que ainda há quatro meses até que venha a ceifa? Eis que eu vos digo: Levantai os vossos olhos, e vede as terras, que já estão brancas para a ceifa.
João 4:35.
Volte sempre e traga mais gente se Deus tocar fique com a gente.
Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.
2 Timóteo 2.15.

Adultos - Lições Bíblicas Cpad: 4° Trimestre de 2022: Tema: A Justiça Divina - A Preparação do Povo de Deus para os Últimos Dias no Livro de Ezequiel

Adultos - Lições Bíblicas Cpad: 4° Trimestre de 2022: Tema: A Justiça Divina - A Preparação do Povo de Deus para os Últimos Dias no Livro de Ezequiel
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Lição 01: Ezequiel, o Atalaia de Deus
Lição 05: Contra os Falsos Profetas
Lição 06: A Justiça de Deus
Lição 07: A Responsabilidade é Individual
Lição 08: O Bom Pastor e os Pastores Infiéis
Lição 09: Gogue e Magogue: Um Dia de Juízo
Lição 10: A Restauração Nacional e Espiritual de IsraelLição 13: O Senhor Está Ali
✍️ Comentarista: Esequias Soares


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Bíblia online
Bíblia sagrada online
  2Timóteo 2.15.
Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade. 
  João 3.16 
Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo...Filipenses 3:13,14
O segredo da felicidade está nestes versículos
Todos querem ser felizes mas umas pessoas são mais felizes que outras. Qual é o segredo da felicidade? Filipenses 4 explica o que você precisa para ser feliz:
1. Se alegrar em Deus

Ser feliz é uma decisão. Se você é salvo por Jesus, você tem muitas razões para ser feliz! Mesmo quando tudo corre mal, você tem a vida eterna e a amizade, a proteção e o conforto de Deus. Alegre-se, nem tudo é ruim!
2. Ser grato e entregar os problemas a Deus

Você está preocupado com alguma coisa? Não deixe que a ansiedade estrague sua felicidade. Fale com Deus sobre o problema. Confie em Deus e ele vai lhe ajudar. Não precisa ficar ansioso.

Atenção! Não se esqueça de agradecer a Deus pela ajuda! Quem é grato é mais feliz.
3. Pensar em coisas boas

Muitas vezes pensamos tanto nas coisas ruins da vida que esquecemos das coisas boas. Pensamentos negativos tiram a felicidade. Por isso, quando você está em baixo, pense em coisas boas! Por cada pensamento negativo pense em duas coisas positivas e agradeça a Deus por elas.
4. Pôr em prática

Saber não basta. Você precisa praticar! Quanto mais você pratica, mais fácil fica. Se você realmente quer ser feliz, precisa praticar o que a Bíblia diz.
Seja feliz!
Fonte: BÍBLIA SAGRADA ONLINE

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