1 de janeiro de 2023

Plano de Aula Bíblica Jovens/ Conectar+ Betel – Lição 13: Lições do Período Monárquico

✋ A paz do Senhor Jesus Cristo a todos que amam a palavra de Deus, sejam muito bem vindos.
Mestre, Obreiro ou Professor(a) da Escola Bíblica Dominical,
Esses materiais vão te auxiliar no preparo da aula.
Antes de dar esta aula pesquise os pontos abordados em seu Plano de Aula. Entenda a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos. O conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. procure ser criativo na exposição do assunto.
Que esta aula seja portadora de grandes bençãos para vida de seus alunos(as).
A AULA VAI COMEÇAR
PLANO DE AULA
ANTES DA AULA
👉 Vejam estas sugestões abaixo:
Prof. A vida cristã passa pela tomada de decisões.
Tomá-las sem buscar a direção de Deus pode nos trazergrandes prejuízos. Assim, a lição desta semana trata de um tema importante do Antigo Testamento. O povo de Israel pediu um rei para ser igual às outras nações. A decisão do povofoi marcada pela aparência humana e dados superficiais. Tal pedido, mais adiante, trouxe graves consequências espirituais ao povo de Israel através do rei Saul. Aqui, encontra-se uma ótima oportunidade para refletirmos acerca do grau de dependência que temos do Senhor. 
SUGESTÃO
- Para introduzir o estudo, exibam o vídeo “Profeta Samuel unge Saul Rei de Israel”, que tem a duração de 9 minutos e 34 segundos
Vocês encontram neste link> https://www.youtube.com/watch?v=nGgj-Q8Tu1s
Vejam as condições para apresentar o vídeo e local adequado.


Ao tratar da instituição da monarquia em Israel, não podemos ignorar a soberania de Deus ao estabelecer essa forma de governo. Embora a monarquia fosse um desejo nacional. Deus interveio e, segundo a sua vontade, estabeleceu essa forma de governo. Outrora, Ele levantava juizes em diversas regiões, mas agora Ele levantaria uma monarquia em Israel. Nesse sentido, estudaremos a razão da monarquia, a escolha do rei Saul, o primeiro rei de Israel e o mérito dessa escolha.


Prof. Embora a monarquia fosse algo previsto por Deus na história de Seu povo (Dt 1714); ficou explícito, em sua instituição, que Deus reprovava tal escolha naquele momento (1Sm 12.18-19). Deus escolheu Saul para ser rei (1Sm 9.15-17), entretanto este foi rejeitado, porque não cumpriu o seu propósito, logo, podemos aprender que, mesmo depois de escolhidos, podemos também ser rejeitados. A monarquia idealizada por Deus para Seu povo era a monarquia teocrática, a qual foi experimentada, em parte, com Davi e será plenificada com o Cristo. Já a monarquia que foi vivenciada por Israel imperava a descendência, quando muitos reis não seguiam as exigências da aliança; trazendo consigo o juízo de Deus sobre sua vida e sobre o povo; eram reis que não conheciam ao Senhor e sempre repetiam os pecados de Seus pais. Deus advertiu, antecipadamente, acerca do preço que Israel iria pagar por uma vida longe de Sua presença. Outro fator a considerar com a instituição da monarquia seria a imposição de impostos que mais tarde culminaria na divisão dos reinos. O resultado de tal insanidade foi a idolatria generalizada, o pecado alastrando-se no meio da nação e a derrocada dos reinos do Norte e do Sul.
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Momento do louvor
Cante:
Movimente-se cante com alegria .
Ensine como devemos adorar a Deus e porque devemos.
Crédito endereço na descrição dos vídeos:
 Meu Mestre Mandou - Aline Barros & Cia 2.mpg


Quão Grande É o Meu Deus - Soraya Moraes


Harpa Cristã 78


JERUSALÉM DIVINA - 207 - HARPA CRISTÃ - Carlos José



Harpa Cristã 342

•Tenha todo o material da aula à mão para que não haja interrupções.

· Receba seus alunos com muito amor e alegria. Aqueles que tem faltado, mostre o quanto faz falta. O quanto é especial.

- Perguntem como passaram a semana.

- Escutem atentamente o que eles falam.

- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.

- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.· 

Ore com sua turma por sua aula. 
Observe se á algum pedido especial, pois as vezes pode ter acontecido algo com eles, e a sua oração, será aquilo que pode deixar tranquilo e confiante em Deus.

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Para inicia utilizem a:
Dinâmica: Queremos um rei!
Objetivos:
Analisar a atitude do povo israelita ao pedir um rei contrapondo a vontade de Deus.
Refletir sobre a confiança de ser guiado por Deus, de acordo com a vontade dEle.

Material:
Uma venda

Procedimento:
- Escolham uma pessoa da classe ou outra que se apresente voluntariamente para representar um cego, para isto coloque uma venda sobre seus olhos.
- Mudem o aluno de posição e solicitem para que comece a caminhar até chegar a um determinado ponto da sala.

- Esperem que o aluno cego peça orientação e comecem a dar comandos para ele executar, como por exemplo: Siga em frente! Dobre à direita! Dobre à esquerda! Dê 03 passos para frente! Dê 02 passos para trás! etc.

- Retirem a venda do aluno e façam as seguintes perguntas:

Seria possível percorrer o caminho sem conhecer a orientação (a vontade) do guia?

Como você se sentiu sendo guiado?

Você entendeu de forma clara os comandos (a vontade) do guia?

O guia transmitiu confiança?

- Reflitam sobre as respostas do aluno “cego”, enfatizando a importância da segurança, da confiança que devemos ter em Deus e buscar Sua vontade.

- Pode acontecer que o aluno “cego” não execute alguns comandos que vocês falarem, porque pode confundir direita com esquerda e/ou não prestar atenção ao que está sendo orientado.

Esta atitude proporcionará a vocês a oportunidade de falar que as ovelhas precisam obedecer aos pastores e estar atentas se a voz representa comandos verdadeiros ou falsos, tendo como padrão a Palavra de Deus.

Para concluir, analisem a atitude do povo israelita ao pedir um rei contrapondo a vontade de Deus.
Ideia original desconhecida.
Fonte da dinâmica por Sulamita Macedo: Blogatitudedeaprendizblogspot.com.
💨 Trabalhem os pontos levantados na lição sempre de forma participativa e contextualizada.
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Tenham uma excelente e produtiva aula!
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TEXTO DE REFERÊNCIA:
1Samuel 12.13-25
13 Agora, pois, vedes aí o rei que elegestes e que pedistes; e eis que o Senhor tem posto sobre vós um rei.

14 Se temerdes ao Senhor, e o servirdes, e derdes ouvidos à sua voz, e não fordes rebeldes ao mandado do Senhor, assim vós, como o rei que reina sobre vós, seguireis o Senhor vosso Deus.

15 Mas se não derdes ouvidos à voz do Senhor, e antes fordes rebeldes ao mandado do Senhor, a mão do Senhor será contra vós, como o era contra vossos pais.

16 Ponde-vos também agora aqui, e vede esta grande coisa que o Senhor vai fazer diante dos vossos olhos.

17 Não é hoje a sega do trigo? Clamarei, pois, ao Senhor, e dará trovões e chuva; e sabereis e vereis que é grande a vossa maldade, que tendes feito perante o Senhor, pedindo para vós um rei.

18 Então invocou Samuel ao Senhor, e o Senhor deu trovões e chuva naquele dia; por isso todo o povo temeu sobremaneira ao Senhor e a Samuel.

19 E todo o povo disse a Samuel: Roga pelos teus servos ao Senhor teu Deus, para que não venhamos a morrer; porque a todos os nossos pecados temos acrescentado este mal, de pedirmos para nós um rei.

20 Então disse Samuel ao povo: Não temais; vós tendes cometido todo este mal; porém não vos desvieis de seguir ao Senhor, mas servi ao Senhor com todo o vosso coração.

21 E não vos desvieis; pois seguiríeis as vaidades, que nada aproveitam, e tampouco vos livrarão, porque vaidades são.

22 Pois o Senhor, por causa do seu grande nome, não desamparará o seu povo; porque aprouve ao Senhor fazer-vos o seu povo.

23 E quanto a mim, longe de mim que eu peque contra o Senhor, deixando de orar por vós; antes vos ensinarei o caminho bom e direito.

24 Tão-somente temei ao Senhor, e servi-o fielmente com todo o vosso coração; porque vede quão grandiosas coisas vos fez.

25 Porém, se perseverardes em fazer mal, perecereis, assim vós como o vosso rei.



VERSÍCULO DO DIA
Porque tudo que dantes foi escrito, para nosso ensino foi escrito, para que, pela paciência e consolação das Escrituras, tenhamos esperança.
Romanos 15.4


OBJETIVOS DA LICÃO
- Entender que o monarca devia atentar às advertências da Lei;
- Destacar o problema religioso e político na monarquia;
- Enfatizar a esperança de Deus para Seu povo.


VERDADE APLICADA
Ser livre não é viver uma vida independente de Deus, mas antes é escolher viver para Deus.


MOMENTO DE ORAÇÃO
Oremos para que Deus venha nos dar líderes segundo o Seu coração e não aqueles que são gerados dos desejos humanos.


LEITURA SEMANAL
Seg Is 51.4
A justiça de Deus é luz para as nações.

Ter Pv 28.2
Os pecados da nação fazem mudar seus governantes.

Ouar Pv 14.34
A justiça exalta a nação.

Qui 2Cr 1.10
Sabedoria e conhecimento para liderar.

Sex Sl 33.12
Uma nação é próspera quando tem o domínio de Deus.

Sab Dn 2.21
Deus destrona reis e estabelece outros.


INTRODUÇÃO
Deus ouviu o clamor do povo no que tange ao desejo de ter um rei como as demais nações, porém o que se viu foi a nação trocando de governantes, mas não de conduta. O resultado foi o fim do Reino de Israel e o cativeiro do reino de Judá.


PONTO CHAVE
Só porque Deus permite determinadas coisas, como o caso da instituição da monarquia, não quer dizer; que ele aprovou tal escolha do povo.


1 - OS PROJETOS DE DEUS VÃO PREVALECER
O Apóstolo Paulo chega a dizer que a vontade de Deus é boa, agradável e perfeita (Rm 12.2). Sendo conhecedor desta verdade, é necessário que todos os nossos projetos tenham a assinatura do autor de nossa vida, Deus.


1.1. O povo não consultou a Deus ao pedir um rei
A monarquia em Israel foi vaticinada em diversas passagens (Gn 17.16; Gn 49.10; Nm 24.7; Dt 17.14). No entanto, na passagem bíblica em que os anciãos do povo chegaram a Samuel e requisitaram um rei como as demais nações, o povo não consultou, em momento algum, o profeta nem a Deus (1Sm 8.5). É perigoso não consultar a Deus sobre os nossos projetos muitos dos insucessos pessoais e eclesiásticos estão vinculados à falta de anuência divina. Salomão diz: Muitos projetos existem no coração do homem, mas o conselho do Senhor deve prevalecer (Pv 19.21).


1.2. Deus permitiu a monarquia, mas o rei deveria se adequar à vontade divina.

O texto de 1 Samuel 12. 17-19 deixa explícito que Deus permitiu que o povo tivesse um rei naquele momento, contudo o rei deveria se adequar às regras estabelecidas por Deus na aliança (Dt 17.14-20). O povo solicitou a troca do regime teocrático (Deus no governo), pelo monárquico (descendência real no governo), na verdade, eles desejavam uma independência da égide do Senhor, escolha essa que indubitavelmente resultaria no caos. Infelizmente, existem pessoas equivocadas no que diz respeito à vontade permissiva de Deus. A Bíblia nos orienta a buscar o centro da vontade de Deus.


REFLETINDO
Israel pagou um alto preço por imitar as demais nações; este fato deve servir de alerta para a igreja que representa o Israel de Deus.
Merril C. Tenney


2 - ABANDONO AOS MANDAMENTOS DE DEUS
Com a instituição da monarquia, houve um progresso nas conquistas bélicas e armamentista da nação, mas, por outro lado, o povo ficou desprovido da Lei de Deus, ficando vulnerável aos pecados que eram praticados pelas demais nações.


2.1. Passaram a confiar no rei e não em Deus
Durante a peregrinação no deserto rumo a terra prometida, vemos um povo que, através dos líderes Moisés e Josué, tiverem grandes conquistas devido a santificação e as estratégias reveladas por Deus com a conquista de Jericó, onde, por sete vezes, tiveram que rodear a cidade para a vitória chegar. No período monárquico, passaram a confiar na força de seu exército e na liderança de seus reis, exceto quando Ezequias buscou ao Senhor e Deus lhes concedeu vitória (2Cr 32). O rei mais sábio que já existiu deixou claro que o cavalo se prepara para o dia da batalha, mas a vitória vem do Senhor (Pv 21.31).


2.2. Faziam alianças com os inimigos pagãos
Tendo em vista a prática religiosa da antiguidade, seus reis acabaram fazendo alianças com povos pagāos, implantando em Israel a idolatria, que, consequentemente, fora difundida amplamente em todo o seu território. Uma das expressões que mais se lê nos relatos históricos dos livros Reis e Crônicas é: "E fez o que era mal aos olhos do Senhor. O reino do Norte não teve um rei sequer que tivesse compromisso com Deus, antes, viveram nos pecados de Jeroboão. No reino do Sul, esporadicamente, levantavam-se reis que tentavam erradicar a idolatria de Judá, porém isso foi muito pouco diante da devassidão que as pessoas se encontravam.


3 - DESPREZARAM A DEUS E A SEUS PROFETAS
A cegueira espiritual e o comprometimento com o pecado estavam tão acentuados que tanto os reis como a população zombaram dos mensageiros de Deus, desprezaram suas palavras e ridicularizaram os profetas da parte de Deus (2Cr 36.16).


3.1. Não conheciam a Lei de Deus
Um dos profetas enviados por Deus ao reino de Judá, chegou a dizer que Israel não tinha conhecimento de Deus e não o entendia (Is 1.3). Infelizmente, a Lei do Senhor estava em segundo plano, pois a prioridade era adorar os deuses que os reis implantaram em Israel; objetivando trazer prosperidade e desenvolvimento da nação. Ao relatar o governo do último reformador em Judá, a saber, o rei Josias, a Bíblia nos informa que a Lei que estava perdida foi achada (2Rs 22.8). Infelizmente, vivemos uma época em que as pessoas não primam pela leitura bíblica nem cultos de doutrina; e sim as conquistas terrenas. A recomendação bíblica é para buscar ao Senhor enquanto se pode achar, e invocar o Seu nome enquanto Ele está perto (Is 55.6).


3.2. A liderança eclesiástica e política estava comprometida
Como a sucessão do rei era pela descendência real, passaram a reinar em Israel Judá homens descompromissados com a Lei de Deus, porque não O conheciam. 
Estes homens estavam no reino por ser da linhagem real, Ou até mesmo por ter assassinado o rei (1Rs 15.28; 1Rs 16.12). Agregavam para si juízes, sacerdotes e profetas que faziam tudo o que eles queriam e o povo era oprimido cada vez mais com os tributos; sustentando assim a vida luxuosa da liderança. Vários profetas, como Isaías (I.23) vieram com uma mensagem em que chamavam Os sacerdotes e profetas de guias cegos e que serviam apenas pelo dinheiro e lucro, e que os juízes amavam o suborno.


CONCLUSÃO
O regime monárquico pode ter falhado, mas os intentos de Deus para Israel continuaram de pé.


* Os reis de Israel e Judá falharam no estabelecimento da Lei de Deus ao povo. Os reis terrenos apontavam para o Rei justo, perfeito e reto que viria reinar com justiça e verdade.
Da dinastia de Davi, veio Jesus, o Rei dos reis e Senhor dos Senhores, cujo trono é eterno (Sl 45).

* O reino terreno tem suas fraquezas humanas, mas quando focamos no Reino divino experimentamos milagres.
Fonte: Revista Betel Conectar

SUBSÍDIO BÍBLICO-TEOLÓGICO
“Todos os anciãos de Israel (4) vieram até Samuel, para demonstrar uma ampla insatisfação com a situação. 
A sua exigência de um rei se baseava em duas razões: Já estás velho, e teus filhos não andam pelos teus caminhos (5), além do desejo de que o rei pudesse ser o seu juiz ou líder e de que eles pudessem ser como todas as nações. Este desejo de adequar-se aos outros, rebelando-se contra as características divinas, foi uma fonte de problemas para o povo de Deus em todas as épocas.

0 descontentamento de Samuel (6) não ocorreu porque o povo julgou que ele estava velho e que os seus filhos não eram dignos de sucedê-lo, mas porque pediram um rei -fato no qual ele via claramente implicações profundas com envolvimentos morais e espirituais. Os seus receios se confirmaram quando o Senhor lhe disse: o povo não te tem rejeitado a ti; antes, a mim me tem rejeitado, para eu não reinar sobre ele (7). A nação já tinha uma triste história de rebelião e idolatria, e estava, agora, apenas fazendo a Samuel o que já havia feito ao Senhor (8). Esperava-se que o profeta concordasse com o pedido, mas ele protestou e claramente informou os líderes do resultado da sua escolha (9)” (Comentário Bíblico Beacon: 2 Josué a Ester. Rio de Janeiro: CPAD, 2005, p.193).


Jovens: Estudos, Pregações, Lições Bíblicas, Dinâmicas, Subsídios, Pré - aulas: Arquivo

Não dizeis vós que ainda há quatro meses até que venha a ceifa? Eis que eu vos digo: Levantai os vossos olhos, e vede as terras, que já estão brancas para a ceifa.
João 4:35
Volte sempre e traga mais gente se Deus tocar fique com a gente.Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade. 
2 Timóteo 2.15.
Se é ensinar, haja dedicação ao ensino. Romanos12: 7b.
Seja imitador de Deus.
 
  

Plano de Aula Bíblica Adultos/Betel – Lição 01: Marcos e o seu Evangelho

 ✋ A paz do Senhor Jesus Cristo a todos que amam a palavra de Deus, sejam muito bem vindos.

Mestre, Obreiro(a) ou Professor(a) da Escola Bíblica Dominical,
Esses materiais vão te auxiliar no preparo da aula.
Antes de dar esta aula pesquise os pontos abordados em seu Plano de Aula. Entenda a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos. O conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. procure ser criativo na exposição do assunto.
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A AULA VAI COMEÇAR
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ANTES DA AULA
•Tenha todo o material da aula à mão para que não haja interrupções.

· Receba seus alunos com muito amor e alegria. Aqueles que tem faltado, mostre o quanto faz falta. O quanto é especial.

- Perguntem como passaram a semana.

- Escutem atentamente o que eles falam.

- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.

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Ore com sua turma por sua aula.
Observe se á algum pedido especial, pois as vezes pode ter acontecido algo com eles, e a sua oração, será aquilo que pode deixar tranquilo e confiante em Deus.
👉 Lembrem-se de que vocês devem oportunizar a participação do aluno, envolvendo-o através de exemplos e situações próprias de sua idade. Dessa forma, vocês estão contextualizando o tema com a vida do aluno, além de promover uma aprendizagem mais significativa.

 Momento do louvor
Cante:
Movimente-se cante com alegria .
Ensine como devemos adorar a Deus e porque devemos.
Crédito endereço na descrição dos vídeos:
HÁ TRABALHO PRONTO - 93. HARPA CRISTÃ - (CIFRADO) - Carlos José



Conversão (Foi na Cruz) - Hino 15 Harpa - Com letra



HARPA CRISTÃ 6 NA MALDIÇÃO DA CRUZ




TEXTO ÁUREO
Só Lucas está comigo. Toma Marcos e traze- -o contigo, porque me é muito útil para o ministério.
2 Timóteo 4.11


VERDADE APLICADA
Mesmo vivenciando dificuldades e instabilidades, o discípulo de Cristo deve perseverar e aproveitar as oportunidades para crescimento e amadurecimento.


OBJETIVOS DA LIÇÃO
- Apontar a relevância de viver em um lar cristão.
- Mostrar que um momento de fracasso não é nosso fim.
- Falar que Deus sempre está disposto a nos restaurar.


TEXTOS DE REFERÊNCIA
Atos 12. 9-12
9- E, saindo, o seguia. E não sabia que era real o que estava sendo feito pelo anjo, mas cuidava que via alguma visão.

10- E, quando passaram a primeira e a segunda guarda, chegaram à porta de ferro que dá para a cidade, a qual se lhes abriu por si mesma; e, tendo saído, percorreram uma rua, e logo o anjo se apartou dele.

11- E Pedro, tornando a si, disse: Agora sei, verdadeiramente, que o Senhor enviou o seu anjo e me livrou da mão de Herodes e de tudo o que o povo dos judeus esperava.

12- E, considerando ele nisto, foi à casa de Maria, mãe de João, que tinha por sobrenome Marcos, onde muitos estavam reunidos e oravam.


LEITURAS COMPLEMENTARES
SEGUNDA Dt 31.6
Devemos ser corajosos.

TERÇA Sl 44.26
Deus se levanta em nosso auxílio.

QUARTA Sl 145.14
O Senhor ergue o caído.

QUINTA Sl 146.8
O Senhor eleva o abatido.

SEXTA Jr 31.25
Quando estamos fracos, Deus nos eleva.

SÁBADO 1 Pe 5.10
Deus traz a restauração que precisamos.


 Bíblia online
 Bíblia sagrada online


MOTIVO DE ORAÇÃO
Ore para que vidas e ministérios sejam restaurados.


ESBOÇO DA LIÇÃO
Introdução
1- Quem foi Marcos?
2– Particularidades do evangelho de Marcos
3– Do início ruim a um fim honroso
Conclusão.


INTRODUÇÃO
Dentre os evangelhos sinóticos, assim denominados pelas semelhanças entre si, Marcos é o mais curto, entretanto isso em nada atenua o seu valor teológico e a beleza de sua mensagem.


PONTO DE PARTIDA
A Relevância de viver em um lar cristão.


1- QUEM FOI MARCOS?
Marcos, assim como Lucas, não esteve entre os doze apóstolos que andaram e foram treinados pelo Senhor para pregarem o Evangelho, diferentemente de Mateus e João que ficaram com Ele durante todo o Seu ministério terreno. A Bíblia nos mostra que Marcos era filho de uma mulher chamada Maria [At 12.12] e parente de Barnabé [Cl 14.10]. Em algumas versões Marcos é apresentado como primo de Barnabé. O registro de Lucas em Atos parece indicar que a casa da mãe de Marcos era um lugar de reunião da igreja e de oração a Deus. Marcos também é citado como companheiro de Barnabé e Paulo durante a primeira viagem [At 12.15; 13.5], tendo abandonado os dois missionários no decorrer da viagem [At 15.38].


1.1. Marcos teve a graça de viver em um lar cristão.

Quando lemos a história da libertação de Pedro do cárcere determinado por Herodes, observamos que, após o anjo libertá-lo das algemas e guiá-lo até a porta cidade, Pedro chegou à casa da irmã Maria, mãe de Marcos, onde os irmãos estavam orando por ele [At 12.12].

Paul Gardner:
A primeira referência a este Marcos no Novo Testamento aparece no relato da libertação miraculosa de Pedro da prisão em Jerusalém, onde fora colocado por ordem de Herodes Agripa (44 d.C.) [At 12.6-11]. Após ser liberto pelo anjo, este apóstolo dirigiu-se “a casa de Maria, mãe de João, que tinha por sobrenome Marcos”. Como muitos outros judeus daquela época (como Saulo, também chamado de Paulo; At 13.9), ele tinha um nome hebraico (João, que significa “Deus é gracioso”) e um romano (Marcos, que significa “grande martelo”). O fato de seu pai não ser mencionado em conexão com a família e a casa provavelmente significa dizer que já havia falecido.”


1.2. Marcos teve um lar a serviço do Reino de Deus.
Sobre o conceito de entrega pelas coisas de Deus, podemos dizer que observamos esta qualidade na pessoa de Maria, mãe de Marcos. Lucas expõe que, mesmo vivendo um momento adverso, onde os cristãos estavam sendo perseguidos e mortos por Herodes [At 12.1 21, Maria cedeu a sua habitação para acolher os irmãos da igreja de Jerusalém nesse momento tão infausto. Os exemplos de coragem da irmã Maria poderiam ser muitos, pois a cada dia, ao abrir as suas portas, ela corria o sério risco de ser descoberta e sofrer as duras penas das leis romanas. Lucas nos faz enxergar que Pedro, após a libertação do cárcere, busca abrigo na casa da irmã Maria, pois tinha a certeza de que lá encontraria o povo de Deus. Assim, essa mulher nos mostra que devemos ser aguerridos quando se trata em combater em benefício do Evangelho de Cristo, mesmo durante as perseguições em nossa vida. Maria não arredou mão de fazer o que era certo, mesmo correndo risco de morte.

Paul Gardner:
Maria, mãe de João Marcos, é mencionada pelo nome apenas em Atos 12.12. Pedro fora lançado na prisão por Herodes, mas um anjo do Senhor interveio e o libertou miraculosamente. O apóstolo então dirigiu-se à casa dessa irmã em Cristo, O fato de que havia um bom número de cristãos reunidos ali que oravam pela libertação de Pedro e de que foi o primeiro lugar para onde ele se dirigiu depois que foi solto sugere que provavelmente tratava-se de uma casa espaçosa, que possivelmente era o local de reuniões regulares de uma das “igrejas” de Jerusalém.”


1.3. Marcos é a prova clara de que o exemplo vem de casa.
A vida da mãe de Marcos foi um exemplo não só para os de fora, como de igual modo o foi para o seu filho. Podemos deduzir que, através de seus ensinamentos. Marcos, anos mais tarde, tornou-se companheiro do apóstolo Paulo, juntamente com seu parente Barnabé [At 12.25]. Por sua audácia e intrepidez, Maria proporcionou ao seu filho Marcos os meios para que se tornasse um dos condutores da igreja e autor do evangelho que leva o seu nome.

Pastor Valdir Oliveira:
* Ensinar a criança “no” caminho em que deve andar. Não adianta só mostrar o caminho, tem que ir junto [Pv 22.6]. Dar instruções devidas em todo lugar, em todo tempo [Dt 6.6-7]. Os pais não devem deixar para a igreja, a escola, o mundo e a vida, a tarefa de ensinarem seus filhos, pois é dever primário dos pais.

* Marcos teve a graça de viver em um lar cris- tão. Ele viu sua mãe disponibilizar sua casa para que os irmãos pudessem orar e ter comunhão uns com os outros na fé.


2- PARTICULARIDADES DO EVANGELHO DE MARCOS
O evangelho de Marcos, mesmo sendo o menor entre os quatro evangelhos, de acordo com a tradição, foi o primeiro a ser escrito, sendo a fonte primária para Mateus e Lucas. Entretanto, diferente dos outros evangelhos, Marcos deixa claro que seu propósito é mostrar que o Mestre lidera através do serviço, expondo que Jesus veio servir e sofrer em favor de Seus servos [Mc 10.45].


2.1. Contexto histórico do evangelho de Marcos.
Nos dias em que o evangelista Marcos escreveu seu evangelho, os cristãos estavam lidando com uma ampla e cruel perseguição por parte dos líderes religiosos, pois na sociedade judaica naquele momento tudo se decidia em volta da composição religiosa, que tinha como base a estrutura do templo. Outra preocupação dos cristãos era o Império Romano que os oprimia incansavelmente. Assim os cristãos viviam em ambiente hostil onde eram reprimidos pelo Império Romano para que eles adorassem o imperador como um deus e oprimido pelos líderes religiosos para que não aceitassem esse novo ensinamento estabelecido por Cristo. Contudo os cristãos, por recusarem tais orientações, sofriam todo tipo de retaliação, pois os mesmos procuravam manter sua fidelidade a Jesus Cristo e por tal postura sofriam as piores aflições.

A perseguição aos cristãos foi realizada de maneira implacável pelo Império Romano e pelas autoridades religiosas locais. Sobre a perseguição empreendida pelos judeus aos cristãos, vemos essa oposição em um texto fazendo menção da pessoa do apóstolo Paulo, quando o acusam de modo depreciador de fazer parte da seita dos nazarenos At 24.5]. Influenciado pelos líderes religiosos, os romanos passaram a perseguir os cristãos que sofriam uma série de afrontas que tinha como finalidade evitar que o cristianismo continuasse a se desenvolver pelo Império.


2.2. Data.
Não há um entendimento unânime em relação à data em que o evangelho de Marcos foi documentado; entretanto, acredita-se que as anotações devem ter sido realizadas entre 55 e 70 d.C., esse pensamento se dá em razão de Marcos não fazer nenhuma citação sobre a destruição do templo, que havia sido prenunciada por Cristo [Mc 13.1-2]. A história mostra que, no ano 70.C.. a cidade de Jerusalém foi arruinada pelo exército romano sob a liderança do general Tito. Depois de um longo cerco, centenas de judeus foram mortos e um grande número levado aprisionado.

Conforme as palavras ditas por Jesus, a cidade de Jerusalém foi destruída pelos romanos sob a liderança de Tito em 70 d.C. A história narra que, im- pacientes com a oposição dos judeus, os romanos originaram um verdadeiro banho de sangue, matando centenas de judeus e terminaram por incendiar aquilo que o povo judeu tinha de mais apreço: o templo.

2.3. Destinatários.
Em seu conhecido evangelho, entendemos que Marcos procura, ao que tudo indica, apresentar Cristo aos romanos. A origem deste pensamento, de ter Marcos escrito para os gentios, se dá por ele não mencionar nada a respeito do nascimento ou da genealogia de Jesus. Podemos dizer que se evidenciam por seus dezesseis capítulos que ele procura mostrar aos romanos que Cristo não veio para ser servido, todavia para servir e guiá-los à subordinação completa do Evangelho.

Hernandes Dias Lopes: 
O consenso geral entre os estudiosos é que Marcos foi escrito de Roma para os cristãos que viviam em Roma. Segundo William Hendriksen, Marcos foi escrito para satisfazer o pedido urgente do povo de Roma por um resumo dos ensinos de Pedro.

* O evangelho de Marcos não se inicia com genealogia, pois os romanos não estavam preocupados em genealogia, todavia em ação.


3- DO INÍCIO RUIM A UM FIM HONROSO
Em Atos 13.13 podemos ler que Marcos deixou a comitiva da primeira viagem missionária de Paulo e Barnabé e regressou para Jerusalém. Adotando o ponto de vista das Escrituras, não sabemos a razão que o fez regressar.


3.1. Marcos recuou, mas não abandonou a fé.
Por seu regresso na primeira viagem missionária que havia feito com Paulo e Barnabé, Marcos será o motivo de uma calorosa discussão entre ambos. O pensamento de ambos conflitava em razão de Marcos ter deixado uma imagem negativa do ponto de vista de Paulo. Barnabé, entretanto, acreditava que Marcos merecia outra oportunidade e assim o fez. Vemos que Paulo e Barnabé irão se apartar um do outro, com Paulo escolhendo Silas como companheiro e Barnabé oferecendo outra chance a Marcos, levando-o consigo para Chipre [At 15.39].

Manual Bíblico Unger:
Essa viagem épica, que levaria o evangelho à Europa, começou com aguda dissensão. Paulo e se separaram por causa de João Marcos [At 12.25; 13.13; 2Tm 4.11], Barnabé navegou, com Marcos, rumo a sua terra natal, Chipre. Paulo e Silas partiram para a Ásia Menor, dessa vez por terra.


3.2. Marcos, um obreiro restaurado na obra de Deus.
É inevitável identificar que Marcos de um desertor foi restaurado a serviço do Reino. Para exemplificar podemos ver que ele esteve em companhia de Pedro, que o tratava como um filho: “A vossa coeleita em Babilônia vos saúda, e meu filho Marcos.” [1Pe 5.13]. Já o apóstolo Paulo, que recusou sua companhia na segunda viagem missionária, agora descreve que Marcos está indo até os colossenses e solicita que o recebam com todo respeito [Cl 4.10].

Podemos ver na vida de Marcos que Deus tem prazer em restaurar o homem [Jr 31.25]. Fica visível por toda Bíblia que Deus nunca desiste de nós. Ele tem tudo que precisamos para ter uma vida restaurada. Ele entende nossos questionamentos melhor do que nós mesmos e tem sempre o remédio certo para curar as nossas feridas.


3.3. Marcos, de desacreditado a benéfico.
Após começar seu ministério de maneira inconstante, Marcos se levantou e cooperou de maneira digna para o desenvolvimento da igreja no primeiro século. Mesmo sem ter sido um pastor de relevância na liderança da igreja em Jerusalém como Tiago. Pedro, Paulo e seu parente Barnabé, ele teve a sua importância para o Reino, sendo o primeiro a escrever o Evangelho de Jesus Cristo, o qual foi fonte para os demais.

Paul Gardner:
Alguém talvez julgue que a firmeza de Paulo em não permitir a participação de João Marcos na segunda viagem missionária significaria o fim de qualquer ministério juntos no futuro. O caso, porém, não foi esse. Em duas de suas cartas (60 a 62 d.C.), provavelmente escritas enquanto aguardava o primeiro julgamento em Roma, depois de completar sua terceira viagem missionária, o apóstolo refere-se a ele de forma apreciativa. Na carta aos Colossenses, Marcos é mencionado com outros cooperadores de Paulo como alguém que fora “uma consolação” para ele [Cl 4.10-11]. Na carta a Filemom, novamente é descrito (junto com Lucas e outros) como “cooperador” [Fm 24]. Finalmente, em sua última carta, escrita a Timóteo, Paulo lhe dá instruções: “Toma a Marcos e traze-o contigo, porque me é muito útil para o ministério” [2Tm 4.11].

* Marcos teve sua vida restaurada e pôde ser uma bênção nas mãos do Senhor. De igual modo Deus oferece uma vida nova, cheia de esperança para todo aquele que se arrepende e se volta para os pés do Senhor.


CONCLUSÃO
A leitura do livro de Marcos nos faz ver que ele intenciona apresentar Jesus como Servo de Deus. Podemos concluir dizendo que o tema central deste evangelho é que Cristo veio para servir e não para ser servido. Jesus veio para resgatar a humanidade.


Se é ensinar, haja dedicação ao ensino". Rm12 : 7b.
Seja imitador de Deus.
O fim de todas as coisas está próximo. Portanto sejam criteriosos e estejam alertas. (1 Pedro 4.7).
“Deixe o ímpio seu caminho e converta-se ao Senhor.” 
(Isaías 55.7).
“E conheça a verdade e a verdade vai libertar você!”
(João 8.32).

Plano de Aula Bíblica Jovens/ Conectar+ Betel – Lição 01: A Promessa do Salvador

✋ A paz do Senhor Jesus Cristo a todos que amam a palavra de Deus, sejam muito bem vindos.
Mestre, Obreiro ou Professor(a) da Escola Bíblica Dominical,
Esses materiais vão te auxiliar no preparo da aula.
Antes de dar esta aula pesquise os pontos abordados em seu Plano de Aula. Entenda a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos. O conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. procure ser criativo na exposição do assunto.
Que esta aula seja portadora de grandes bençãos para vida de seus alunos(as).
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👉 Vejam estas sugestões abaixo:
Ei Professor(a)!
Depois da queda, quando se esperava o derramar da ira de Deus, o Altíssimo apresentou “uma promessa, uma esperança” (Gn 3.15). Ele disse que a semente da mulher feriria a cabeça da serpente, anunciando, assim, a vinda do Salvador. A promessa foi repetida, com outros enfoques, por muitos profetas (At 10.43). Essa linda mensagem foi entregue ao povo de Israel. Ao longo do tempo, as gerações guardavam essa Palavra e ensinavam seus filhos a crer e também passar adiante. A expectativa messiânica encheu o povo judeu de esperança, desde o início de sua trajetória até os dias atuais (pois, os judeus ainda aguardam a chegada do Messias).


Ponto de Partida
A promessa do nascimento do Filho de Deus, como apresentada na Bíblia, é contestada por muitos pseudos intelectuais; por isso, esteja atento para que os alunos(as) compreendam profundamente a lição. 
Diante desse propósito, investigue as várias profecias veterotestamentárias acerca dos fatos referentes à vinda do Messias. 
Com essas informações, elabore um quadro onde conste o nome do profeta, o texto e referência bíblica, (nesta ordem).
Você pode usar as profecias mencionadas na “leitura devocional” e outras que apontamos ao Longo da lição. 
Através desta pesquisa, você irá aprofundar seus conhecimentos sobre as profecias bíblicas que se cumpriram na vida de Jesus.
Vamos Descobrir


Você sabia que o nascimento de Jesus foi planejado por Deus nos mínimos detalhes? 
Durante muitos séculos, Deus usou homens e mulheres para anunciar a vinda do Salvador.
Ao longo do Antigo Testamento, podemos ver dezenas de profecias específicas sobre o nascimento, a vida e obra do Messias e todas se cumpriram em Jesus — você sabia disso? Hoje vamos conhecer algumas dessas promessas e profecias!


OU ASSIM
Para iniciar utilizem a:
Solicite aos alunos que traga testemunhos de pessoas a quem Deus fez promessas e que, após o período de espera, viram o seu cumprimento.
Os relatos podem ser extraídos da internet ou, ainda, conseguidos por meio de entrevistas com familiares, amigos e/ou membros da igreja.
Introduza a aula pedindo aos alunos que relatem algum destes testemunhos.
É interessante que você também conte um testemunho pessoal. As histórias contadas produzirão confiança no coração dos alunos. 
Pergunte se algum deles tem promessa de Deus, e estimule-os a lançar sobre Ele toda a ansiedade, porque, independente do tempo de espera, o Senhor vela para cumprir a sua palavra (Jr 1.Í2). 
Ressalte que hoje a aula trata de uma extraordinária promessa feita por Deus lá no Éden. Uma promessa, uma esperança. A vinda de Jesus, nosso Redentor.

OU ASSIM
Para iniciar utilizem a:
Dinâmica: Quanto você vale?
Objetivo:
Iniciar o estudo sobre a salvação, como pagamento do resgate do homem por Jesus.
Material:
01 figura de carro, casa e objetos de uma casa
Papel
Pincel atômico
Fita adesiva

Procedimento:
- Comecem perguntando qual o valor dos objetos que os alunos estão com eles naquele momento da aula.
Anotem as respostas num papel e coloquem ao lado de cada objeto.
- Agora, coloquem num quadro as figuras de um carro, uma casa e objetos de uma casa e perguntem:
Quanto pode valer este carro?
E a casa?
E outros objetos da casa?
Anotem as respostas, num papel e coloquem ao lado das figuras do carro, casa e utensílios domésticos.
- Perguntem: E você, quanto vale?(valor monetário)
- Entreguem para os alunos ¼ da folha de papel ofício.
Peçam para que eles escrevam este valor no papel, que deve ser colocado na roupa do aluno. Peçam para que cada aluno fale quanto ele vale.
- Depois, façam uma comparação dos preços dos objetos com o valor de uma pessoa, no caso o valor indicado por eles para si mesmos.
- Vocês sabem que vocês têm muito valor para Deus?
Quando o homem pecou, ele passou a ter uma dívida muito grande para com Deus. Mas, Deus com seu grande amor, providenciou o resgate do homem, enviando seu filho Jesus, para pagar esta dívida, reconciliando o homem com Ele.
- Sabem qual o preço desta dívida que foi paga por Jesus?
Então leiam:
Rm 5.8 “Mas Deus prova seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores”.
I Co 7. 23a “Fostes comprados por bom preço...”
- Falem: Esta é a graça de Deus, um favor não merecido que nos alcançou gratuitamente, através do sacrífico de Jesus.
“E, quando vós estáveis mortos nos pecados, e na incircuncisão da vossa carne, vos vivificou juntamente com ele, perdoando-vos todas as ofensas, havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz”(Cl 2:13,14).
Ideia original desconhecida.
Fonte da dinâmica por Sulamita Macedo//blog/atitudedeaprendiz.blogspot.com
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Momento do louvor
Cante:
Movimente-se cante com alegria .
Ensine como devemos adorar a Deus e porque devemos.
Crédito endereço na descrição dos vídeos:
Meu Redentor Vive - Diante do Trono

Esperança - Aline Barros

Firme nas promessas - Missão Harpa
Prof. Através da promessa de Gênesis 3.15: "E porei inimizade entre ti e a mulher e entre a tua semente e a sua semente, esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar": (chamada também pela teologia de protoevangelho) se desenrolam todas as demais profecias acerca do Messias. Não podemos asseverar com exatidão o número de profecias acerca do Messias, mas em Jesus todas as profecias veterotestamentárias se cumpriram de forma cabal. No Evangelho de Mateus, cujo propósito é demonstrar Jesus como o Messias de Israel, onde é perceptível o uso da expressão "para que se cumprisse", por diversas vezes, pois o autor se preocupa em lincar o acontecimento presente com as citações do Pentateuco, os Profetas e os Salmos. Na opinião de Josh McDowell, o Antigo Testamento, escrito durante um período de mais de 1000 anos, contém centenas de referências ao Messias que viria; e todas estas referências cumpriram-se em Jesus Cristo, fornecendo uma sólida confirmação de Suas credenciais como o Messias prometido.
•Tenha todo o material da aula à mão para que não haja interrupções.

· Receba seus alunos com muito amor e alegria. Aqueles que tem faltado, mostre o quanto faz falta. O quanto é especial.

- Perguntem como passaram a semana.

- Escutem atentamente o que eles falam.

- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.

- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.· 

Ore com sua turma por sua aula. 
Observe se á algum pedido especial, pois as vezes pode ter acontecido algo com eles, e a sua oração, será aquilo que pode deixar tranquilo e confiante em Deus.
💨 Trabalhem os pontos levantados na lição sempre de forma participativa e contextualizada.
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Tenham uma excelente e produtiva aula!
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TEXTO DE REFERÊNCIA:
Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? Por que te alongas do meu auxílio e das palavras do meu bramido?
Salmos 22:1


VERSÍCULO DO DIA
E porei inimizade entre ti e a mulher e entre a tua semente e a sua semente, esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar. Gênesis 3.15.


OBJETIVOS DA LIÇÃO
-  Identificar as citações messiânicas no Pentateuco;
-  Vislumbrar as promessas do Salvador nos Salmos;
-  Compreender os mistérios que envolvem as profecias messiânicas.


VERDADE APLICADA
A promessa do Salvador é encontrada em vários textos das Sagradas Escrituras que provam o grande amor de Deus pela humanidade.


MOMENTO DE ORAÇÃO
Oremos para que venhamos entender as promessas acerca do Salvador e assim propagar as boas novas de Cristo.


LEITURA SEMANAL
Seg Is 7.14
Jesus nasceria de uma virgem.
Ter Zc 9.9
Jesus viria montado num jumentinho.
Qua Dt 18.15
Um profeta como Moisés.
Qui Gn 3.15
Jesus como semente da mulher.
Sex Is 9.6
Jesus é o Príncipe da Paz.
Sab Is 53.2
Jesus não tinha parecer nem formosura.


INTRODUÇÃO
A primeira referência sobre o Salvador do mundo foi dita no Jardim do Eden, logo após a queda do homem, mostrando que Deus, em Sua infinita graça, esmagaria a cabeça da serpente através da semente da mulher.


PONTO CHAVE
Todas as citações messiânicas servem de alicerce para a construção da Nova Aliança revelada em Jesus Cristo.


1 - JESUS E AS REFERENCIAS NO PENTATEUCO
Existem muitas passagens do Pentateuco usadas no Novo Testamento ratificando a História de Jesus, evidenciando que o plano de salvação foi elaborado por Deus desde a eternidade, conforme registrado em Apocalipse 13.8.


1.1. A Semente da mulher
No livro de Gênesis, após a queda do homem, Deus profere a primeira referência acerca do Messias; Ele viria do ventre de uma mulher. Na passagem de Gênesis 3.15, contemplamos o conteúdo do Evangelho, pois aqui encontramos a manifestação da graça de Deus sobre o homem caído e sem esperança, a ponto de tentar tampar sua nudez com folhas (Gn 3.7). A expressão "semente da mulher" revela descendência humana, ou seja, o Verbo de Deus (Jo 1.1) entraria na História da humanidade ao ser gerado no ventre de uma mulher e nascer. Louvado e exaltado seja o nome do Senhor, pois Ele interveio na História humana manifestando Sua graça e Seu anmor.


1.2. Um profeta como Moisés

Outra citação bastante abrangente e de muita implicação teológica está registrada em Deuteronômio 18.18. Embora a identidade deste profeta não seja mencionada em nenhuma passagem do Novo Testamento, sabemos que os judeus desenvolveram a perspectiva de um profeta escatológico. Jesus como profeta cumpriu os requisitos desta profecia, pois além de ser a própria Palavra de Deus, revelava as verdades acerca do Reino de Deus. O verdadeiro profeta não falava de si mesmo, mas revelava o próprio Pai em Sua essência, em Seus ensinamentos; deixava claro que apregoava a ação de Deus na História humana (Lc 11.20).


REFLETINDO
Foi justamente na queda do homem, que Deus revelou Seu grande amor para com a humanidade; punindo, mas também mostrando Sua infinita graça. Philip Yancey


2 - JESUS REVELADO NOS SALMOS
O livro de Salmos não traz somente as orações de Davi e de outros homens, bem como a vida litúrgica nas canções e poesias, mas como livro inspirado, também revela nuances do Messias nos trechos chamados de messiânicos.


2.1. O sofrimento do Messias
O Salmo 22, mostra claramente alguns acontecimentos acerca do sofrimento do Messias. Este Salmo começa com a frase de exclamação acerca do desamparo do Pai (Sl 22.1; Mt 27.46); revelando também as vestes sendo repartidas e os homens lançando sorte sobre elas (Sl 22.18; Mc 15.24). O texto ainda aborda pessoas zombando e maneando a cabeça (Sl 22.7-8; Mt 27.41-43). Estas passagens e suas devidas conexões evidenciam que o projeto de redenção estava nos desígnios de Deus. Em Jesus se cumpriu a Lei, os Profetas e os Salmos (Lc 24.44), bem como as citações de promessas messiânicas do
Antigo Testamento.


2.2. A vida e traição do Messias nos Salmos
E perceptível no Salmo 2.1-3, a rejeição que Jesus teria dos lideres religiosos; prenunciando as provas apresentadas a Herodes e Pilatos que solicitavam Sua morte. No Salmo 41.9 é revelado um evento crucial: a traição por parte de alguém intimo; acontecimento este registrado durante a Santa Ceia (Mt 26.23;Jo 13.18). Ainda encontramos no Salmo 34.20, que nenhum de Seus ossos seriam quebrados; passagem esta confirmada no Evangelho de João 19.36. A vida, a morte, a ressurreição e o domínio do Messias foram registrados muitos anos antes de Ele vir ao mundo, provando o controle de Deus sobre a História humana.


3 - JESUS NOS LIVROS PROFÉTICOS
As profecias sobre o Cristo não estão circunscritas ao Pentateuco e aos Salmos, mas estão, principalmente, nos livros proféticos, revelando que, na Antiga Aliança, foram estabelecidos parâmetros acerca do Messias, e que Jesus cumpriria todas estas profecias.


3.1. Isaías, o profeta messiânico
O livro do profeta Isaías apresenta muitas profecias concernentes ao Messias. Um dos mais conhecidos é Isaías 53; onde detalhes da vida, crucificação e morte são revelados de forma minuciosa. No que diz respeito ao Seu ministério, Isaias 61.1-3 revela algumas características da obra que seria realizada; inclusive esta passagem se cumpre em Lucas 4.21.
Acerca dos títulos e nomes do Messias, Isaías também vaticina dizendo que será Maravilhoso, Conselheiro, Deus forte, Pai da eternidade e Príncipe da Paz (9.6). Quase sete séculos antes do Messias chegar, o profeta Isaías vislumbra detalhes da vida dEle; Deus se incumbiu de cada detalhe no devido tempo.


3.2. O Messias citado nos profetas menores
No livro profético de Zacarias, está profetizado que Jesus seria traído por trinta moedas de prata (Zc 11.12-13); que seria abandonado por Seus amigos (Zc 13.7), e que viria montado num jumentinho (Zc 9.9).Quando olhamos para o profeta Miqueias 5.1-2, percebemos duas citações claras ao Messias; a primeira diz respeito a baterem em Sua cabeça, cujo cumprimento se deu na passagem de Marcos 15.19. A segunda é sobre o lugar de Seu nascimento, conforme cumprimento em Mateus 2.1,5-6. Existem várias outras citações, mas estas já evidenciam que Jesus era o prometido rei que viria trazer o Reinado de Deus, mas também que sofreria em resgate de muitos (Mc 10.45).


CONCLUSÃO
A promessa do Salvador foi ratificada por várias profecias na Bíblia e teve seu cumprimento na Pessoa Bendita de Jesus Cristo.

*  Mesmo diante de tantas profecias acerca do Messias, Israel não conseguiu vislumbrar em Jesus o cumprimento das profecias do Antigo Testamento. Escatologicamente falando, eles irão reconhecer a Jesus como Messias no fim dos tempos, quando forem perseguidos pela Besta e pelo falso profeta.

*  A promessa de Jesus como Salvador não nasceu da vontade humana, mas do projeto eterno de Deus em remir a humanidade.
Fonte: Revista Betel Conectar


Jovens: Estudos, Pregações, Lições Bíblicas, Dinâmicas, Subsídios, Pré - aulas: Arquivo

Não dizeis vós que ainda há quatro meses até que venha a ceifa? Eis que eu vos digo: Levantai os vossos olhos, e vede as terras, que já estão brancas para a ceifa.
João 4:35
Volte sempre e traga mais gente se Deus tocar fique com a gente.Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade. 
2 Timóteo 2.15.
Se é ensinar, haja dedicação ao ensino. Romanos12: 7b.
Seja imitador de Deus.