27 de agosto de 2020

Lição 09: Habacuque, o Profeta da Torre de Vigia - Central Gospel

Vídeo aula:
Endereço na descrição do vídeo



TEXTO BÍBLICO BÁSICO
  Habacuque 1.2-4
2 Até quando, Senhor, clamarei eu, e tu não me escutarás? Gritar-te-ei: Violência! e não salvarás?

3 Por que razão me mostras a iniqüidade, e me fazes ver a opressão? Pois que a destruição e a violência estão diante de mim, havendo também quem suscite a contenda e o litígio.

4 Por esta causa a lei se afrouxa, e a justiça nunca se manifesta; porque o ímpio cerca o justo, e a justiça se manifesta distorcida.



  Habacuque 2. 1-4
1 Sobre a minha guarda estarei, e sobre a fortaleza me apresentarei e vigiarei, para ver o que falará a mim, e o que eu responderei quando eu for argüido.

2 Então o Senhor me respondeu, e disse: Escreve a visão e torna-a bem legível sobre tábuas, para que a possa ler quem passa correndo.

3 Porque a visão é ainda para o tempo determinado, mas se apressa para o fim, e não enganará; se tardar, espera-o, porque certamente virá, não tardará.

4 Eis que a sua alma está orgulhosa, não é reta nele; mas o justo pela sua fé viverá.




 
Habacuque 3.17,18
17 Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; ainda que decepcione o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado;

18 Todavia eu me alegrarei no Senhor; exultarei no Deus da minha salvação.



TEXTO ÁUREO
Ouvi, SENHOR, a tua palavra e temi; aviva, ó SENHOR, a tua obra no meio dos anos, no meio dos anos a notifica; na ira lembra-te da misericórdia. Habacuque 3.2

 Bíblia online
 Bíblia sagrada online




OBJETIVOS
Ao término do estudo bíblico, o aluno deverá ser capaz de:
● SABER que Habacuque fez questionamentos a Deus relacionados aos eventos que ele não conseguia compreender;
● ENTENDER que o profeta entrou em oração até obter uma resposta do Senhor para a situação;
● COMPREENDER que, apesar de não satisfazer os interesses imediatos da nação, a resposta de Deus serenou o coração do profeta.




INTRODUÇÃO
Habacuque significa abraço amoroso ou lutador. Segundo os escritos rabínicos, o profeta era de origem levita, portanto, atuava no Templo como cantor, conforme referências que fez aos seus instrumentos musicais (Hc 3.19; 3.1). Entretanto, biblicamente, trata-se de um personagem a respeito de quem pouco se sabe.


HABACUQUE, O PROFETA DA TORRE DE VIGIA
TEMA: O Deus que inspira fé em momentos de crise.
ESBOÇO:
1. Perplexidade de Habacuque sobre os caminhos de Deus
(Hc 1—2).

A. Problema 1: “Indiferença” de Deus para com o pecado de Israel (1.1-11).
• Indagação do profeta (1.2-4):
Por que os justos não são ouvidos? (v.2)
Por que os ímpios parecem ser bem-sucedidos? (v.3,4)
• Resposta do Senhor (1.5-11):


B. Problema 2: Uso de Deus da perversa Babilônia (1.12—2.20).
• Indagação do profeta (1.12-17):
Por que um Deus santo usa o ímpio? (v.12,13)
Por que permite que os ídolos da Babilônia recebam honra? (v.14-17)

• Resposta do Senhor (2.1-20):
Certeza do julgamento vindouro (v.1-3).
Refúgio do crente no julgamento vindouro (v.4).
Justiça do julgamento vindouro (v.5-13,15-19).
Caráter santo do julgamento vindouro (v.20).



2. Salmo de Habacuque em louvor a Deus (Hc 3).

A. Louvor pela pessoa de Deus (3.1,2).
• Aviva a tua obra, ó Senhor, no decorrer dos anos, e no decurso dos anos, faze-a conhecida; na tua ira lembra-te
da misericórdia (3.2).


B. Louvor pelo poder de Deus (3.3-16).
• Destrói majestosamente o ímpio (3.3-12).
• Livra magnificamente o justo (3.13-16).
C. Louvor pela providência de Deus (3.17-19).
• Providência na devastação e salvação abundante.






DESENVOLVIMENTO:
1. O Deus que inspira fé em momentos de crise: Habacuque.
• Ao contrário dos outros livros proféticos, Habacuque se parece mais com uma oração do que uma profecia. O preocupado profeta ousa dialogar com Deus, enfrentando-o com perguntas que parecem desafiar tanto a santidade quanto o amor do Senhor. Essa oração continua em todo o livro, enquanto o profeta faz a pergunta e espera a resposta de Deus.


• A fé divina de Habacuque é tão vigorosa e profunda que ele pode expressar honestamente suas dúvidas e ficar satisfeito quando o Senhor responde com novos apelos à fé.


• O interesse maior de Habacuque é pela santidade divina com respeito tanto à perversidade de Israel quanto à soberba da Babilônia (1.12,13; 2.20). Ele se afligiu por Deus permitir que o pecado continuasse em Judá sem punição (problema interno) e, depois preocupou-se por Deus usar a Babilônia como instrumento punitivo, nação ainda mais perversa (problema externo).


• O profeta toma a iniciativa de buscar revelação da parte de Deus. O Senhor responde as perguntas feitas pelo inquisidor. Uma crise de fé se desenrola, contudo é o profeta, e não o povo, que passa por essa crise.



2. O Deus que revela o erro (1.2-4).

• Visões proféticas sobre o futuro são ao mesmo tempo genéricas e bem específicas.


• Os comentários mais específicos geralmente tratam dos acontecimentos mais próximos do profeta, ao passo que as afirmações mais genéricas tendem a prometer, por exemplo, a derrota final do mal por Yahweh.


• Em Habacuque 1.2-4, o profeta faz ao Senhor uma pergunta específica, à semelhança de Asafe (Sl 73.1-16):


“Por que toleras o erro?”; “Até quando os pecadores irão prosperar?”
• A resposta divina é: “Estou trazendo os babilônios para destruir a perversidade de Israel” (1.5-11).



3. O juízo divino sobre os caldeus (2.6-20).
• Como foi anteriormente o caso da Assíria, uma Babilônia forte e cruel agirá como instrumento da ira de Deus contra o povo escolhido rebelde.


• À semelhança do que aconteceu com a Assíria (Is 10.5-27), a crueldade e arrogância da Babilônia serão o motivo de sua queda. Seu amor por outros deuses será a sua desgraça (2.18,19).



4. A crise de Habacuque (1.2-4,12-17; 2.1).
• A resposta de Deus, ao primeiro problema exposto por Habacuque (1.5-11), satisfaz apenas o elemento mais básico da pergunta do profeta. As atividades da Babilônia contra Judá explicam como um grupo de pecadores será retirado. Mas, caso a perversa Babilônia destrua a perversa Judá, então os ímpios ainda prosperarão, e a Babilônia será pior do que Judá. Certamente, o Senhor eterno tem condições de fazer algo melhor (1.12), então o profeta espera por uma resposta mais satisfatória (2.1).


• Antes de expor o destino dos perversos, o Senhor primeiramente protege os justos. Deus instrui Habacuque a escrever como um testemunho duradouro a visão/resposta revelada (2.2): o juízo de Deus sobre os perversos poderá parecer demorado, mas virá e os devastará (2.5-20).

• A postura de Habacuque e de todos os outros que clamam pelo Senhor deve ser de fé (2.4). Essa fé que revela e promete susterá Habacuque e demonstrará que ele é justo à vista do Senhor.

• Yahweh apresentou-se como um Deus que revela e exige fé. Esses detalhes ajudam Habacuque a conhecer o caráter de Deus e a entender que Sua obra baseia-se nesse caráter.

• Aqui, Deus diz a Habacuque para crer e agir com base nessa crença. A justiça depende da fé ou fidelidade.



• O salmo expressa o anseio de que Deus redima os fiéis mediante a remoção dos perversos. Esse ato significaria misericórdia para os oprimidos.


• É essa misericórdia que o profeta anseia ver, e Habacuque sabe que só o Senhor é capaz de realizar essa obra (3.3-15).


• Por esse tipo de obra, o profeta se satisfaz em esperar (3.16). Pela fé ele aguardará, embora tudo pareça deprimente ao redor dele (3.17-19). 
A Palavra de Deus apenas é suficiente para alimentar essa fé.
FONTES:
Central Gospel
ELLISEN, Stanley. Conheça melhor o Antigo Testamento – Um guia com esboços e gráficos explicativos dos primeiros 39 livros
da Bíblia. Editora Vida.
HOUSE, Paul R. Teologia do Antigo Testamento. Editora Vida.

Bíblia online
Bíblia sagrada online

 


Lição 09: As taças da ira de Deus: Betel conectar

Vídeo aula:
Endereço na descrição dos videos:





Versículo do dia
E ouvi, vinda do templo, uma grande voz, que dizia aos sete anjos: Ide, e derramarei sobre a terra as sete taças da ira de Deus. Apocalipse 16.1

Bíblia online
Bíblia sagrada online



Verdade aplicada
A última série de julgamentos Divinos será o derramamento das taças.
O grau de intensidade das taças tem por finalidade a aniquilação dos inimigos de Deus.




Textos de Referência.
Apocalipse 15.1-8
1 E vi outro grande e admirável sinal no céu: sete anjos, que tinham as sete últimas pragas; porque nelas é consumada a ira de Deus.

2 E vi um como mar de vidro misturado com fogo; e também os que saíram vitoriosos da besta, e da sua imagem, e do seu sinal, e do número do seu nome, que estavam junto ao mar de vidro, e tinham as harpas de Deus.

3 E cantavam o cântico de Moisés, servo de Deus, e o cântico do Cordeiro, dizendo: Grandes e maravilhosas são as tuas obras, Senhor Deus Todo-Poderoso! Justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei dos santos.

4 Quem te não temerá, ó Senhor, e não magnificará o teu nome? Porque só tu és santo; por isso todas as nações virão, e se prostrarão diante de ti, porque os teus juízos são manifestos.

5 E depois disto olhei, e eis que o templo do tabernáculo do testemunho se abriu no céu.

6 E os sete anjos que tinham as sete pragas saíram do templo, vestidos de linho puro e resplandecente, e cingidos com cintos de ouro pelos peitos.

7 E um dos quatro animais deu aos sete anjos sete taças de ouro, cheias da ira de Deus, que vive para todo o sempre.

8 E o templo encheu-se com a fumaça da glória de Deus e do seu poder; e ninguém podia entrar no templo, até que se consumassem as sete pragas dos sete anjos.




👉 Objetivos da Lição
- Mostrar a consumação do juízo de Deus sobre a humanidade;
- Revelar que o juízo de Deus será sem misericórdia;
- Compreender o propósito escatológico de cada taça derramada.




Introdução
No fim da Grande Tribulação, Deus multiplicará Seu juízo sobre os habitantes da terra, pois o intuito agora não será o arrependimento, mas sim o total aniquilamento de todas as forças que conspiram contra Deus e Seus santos.



Ponto chave
Os cálices da ira de Deus acabarão com o anticristo e suas hostes.



1. AS PRAGAS SOBRE A NATUREZA
A exemplo das trombetas, algumas destas pragas recaem sobre o meio ambiente e seus componentes; provocando um desastre maior, fazendo com que a terra se torne um lugar péssimo para se viver. É notório que, nos cálices da ira de Deus, a intensidade dos juízos divinos será maior.



1.1. A ira de Deus sobre rios e mares
Quando o anjo receber a ordem de Deus, ele derramará o segundo cálice da ira de Deus sobre o mar, exterminando toda a vida marinha. Se, na segunda trombeta, a terça parte foi exterminada (Ap 8.8), agora, através deste cálice, morrerá no mar toda alma vivente (Ap 16.3, 13.32). A terceira taça terá como alvo os rios e as fontes, elas se transformarão em sangue. Vale relembrar que, na terceira trombeta, a terça parte das águas apenas se tornarão amargas, matando muitos homens. Aqui, entretanto, a exemplo do que aconteceu no Egito, as águas se tornarão em sangue. O julgamento de Deus atingirá em cheio, uma das necessidades básicas do ser humano que é a água; não existirá mais água potável.



1.2. A taça sobre o sol
O sol também servirá aos propósitos divinos. Quando o quarto anjo derramar o cálice da ira de Deus sobre o sol, os homens começarão a ser abrasados com o intenso fulgor do luminar. Diferente da quarta trombeta quando a terça parte do sol escureceu, este flagelo causará um calor excessivo, afligindo as pessoas com uma insolação terrível. Os efeitos colaterais deste calor causticante provocarão mudanças drásticas no clima, talvez até evaporação e degelo das grandes regiões glaciais da Terra.



Refletindo
O derramar das taças será o último dos julgamentos contra toda impiedade dos homens. Orivaldo Prattis



2. PRAGAS SOBRE OS HOMENS
Os pecadores que decidiram viver uma vida regalada neste mundo, bem como aqueles que aceitaram o sinal da besta para poder vender e comercializar, agora experimentarão o juízo de Deus sobre as suas vidas. Durante as trombetas, os juízos de Deus objetivavam em parte o arrependimento, mas agora será para sofrimento e extermínio.



2.1. Chagas e chuvas de pedras
Na inauguração das últimas pragas sobre a humanidade, o primeiro anjo, por determinação divina, derramará o primeiro cálice sobre a Terra, atingindo, em cheio, os homens que tenham o sinal da besta e adoram a sua imagem. Os homens serão acometidos de uma chaga má e maligna (Ap 16.2). Segundo o original, "chaga má e maligna", pode ser entendida como tumores e erupções na carne dos homens que os atormentarão de tanta dor, mas não terá um teor fatal.
A última praga será derramada no ar; provocando trovões, relâmpados e terremotos. A consequência desta praga para os homens será terrível, pois, pedras de peso de um talento cairão sobre as pessoas (Ap 16.21). Segundo as medidas e pesos da Bíblia, quando se fala de um talento, está se falando de aproximadamente 45 quilos.

Ao terminarem os juízos das sete taças, estará consumada a obra de limpeza da terra...




2.2. A frase da sétima praga
Segundo o Apocalipse, diferente das demais pragas, no último juízo de Deus derramado sobre a Terra, o anjo fala: "Está feito!" Esta simples frase no grego é uma só palavra que indica uma ação completa. Essa é a voz de Deus e sua declaração é final. Ao terminarem os juízos das sete taças, estará consumada a obra de limpeza da terra, onde será inaugurada uma nova dispensação: o Milênio, onde a terra desfrutará de mil anos de paz.



3. JUÍZO DIVINO SOBRE A BESTA
O juízo de Deus chegará para todos, ninguém ficará livre e impune do castigo dEle. A Tríade Satânica que, por alguns meses, dominará sobre a terra, sofrerá com os flagelos da ira Divina, pois virá diretamente no centro do poder para desestabilizar o reino. Se antes as pessoas exclamavam eufóricas, neste momento elas morderão a língua de tanta dor.



3.1. A taça sobre o trono da Besta
O derramamento do quinto cálice da ira de Deus virá para desmoralizar todo o governo satânico. A consequência imediata decorrente do trono da besta é que o reino se tornou "tenebroso". Trevas desnaturais afetarão a Terra, e os homens sofrerão amargamente pela situação de lamúria e de humilhação. É importante observar que, mesmo sabendo e reconhecendo o peso das mãos de Deus, os corações humanos se tornarão inflexíveis, Apocalipse 16.11 é bastante explícito ao dizer que os "homens blasfemarão do Deus do céu.



3.2. A Taça de Deus sobre o rio Eufrates
A sexta praga lançada sobre o rio Eufrates está diretamente ligada ao plano de Deus para a destituição do poder terreno liderado por Satanás, a besta e o falso profeta. Este flagelo, diferente dos outros, não será uma praga visando a humanidade, mas de preparo para a batalha. O texto diz que o rio Eufrates secará, preparando assim, o caminho para os reis do Oriente em direção a Israel, para a batalha do Armagedom, que se aproxima neste tempo.



Conclusão
O grande e terrível dia do Senhor chegará mostrando às pessoas que toda a rebelião terá a sua consequência.
O juízo divino através das taças derramadas servirá de purificação da Terra.




Eu aprendi que:
Os Cálices da ira de Deus servirão não mais para o arrependimento mas sim, para a purificação da Terra.



Jovens: Betel Conectar, 3º Trimestre de 2020 | Fim dos tempos: o arrebatamento e o juízo de Deus?



Jovens: Estudos, Pregações, Lições Bíblicas, Dinâmicas, Subsídios, Pré - aulas: Arquivo

Lição 09: A soberania de Deus em meio às crises: Vídeos - aulas, Slides, Betel: Adultos

Vídeos aulas:
O endereço na descrição dos links





TEXTOS DE REFERÊNCIA
Ester 3. 8-11
8. E Hamã disse ao rei Assuero: Existe espalhado e dividido entre os povos em todas as províncias do teu reino um povo, cujas leis são diferentes das leis de todos os povos, e que não cumpre as leis do rei; por isso não convém ao rei deixá-lo ficar.
9. Se bem parecer ao rei, decrete-se que os matem; e eu porei nas mãos dos que fizerem a obra dez mil talentos de prata, para que entrem nos tesouros do rei.
10. Então tirou o rei o anel da sua mão, e o deu a Hamã, filho de Hamedata, agagita, adversário dos judeus.
11. E disse o rei a Hamã: Essa prata te é dada como também esse povo, para fazeres dele o que bem parecer aos teus olhos.






Texto Áureo
Tu conservarás em paz aquele cuja mente está firme em ti; porque ele confia em ti. Isaías 26.3





Verdade Aplicada
A confiança em Deus nos faz perseverar nos propósitos de Deus, mesmo na crise.




👉 Objetivos da Lição
- Ressaltar que a verdadeira paz só é possível em Deus.
- Ensinar que em meio às crises o Senhor nos socorre.
- Mostrar segredos para vencer as crises.

Bíblia online
Bíblia sagrada online





Hinos Sugeridos
Harpa Cristã: 03





Harpa Cristã: 178




Harpa Cristã: 180





Introdução
O livro de Ester nos mostra como é importante sermos fiéis ao Senhor. Nesta lição, aprenderemos sobre agirmos com coragem e fé na tribulação e como desenvolvermos nossa confiança em Deus.

1. Satanás sempre quer roubar a nossa paz
A palavra paz é apontada como um estado de calma ou tranquilidade. A paz é um dos grandes propósitos da vida de qualquer ser humano. Paz é a ausência de inquietação e desesperança. O discípulo de Cristo desfruta da paz de Deus, como resultado de sua confiança e seu relacionamento com Jesus Cristo. Porém, Satanás usará pessoas para tentar roubar a nossa paz. Veremos aqui como ele usou Hamã para roubar a paz do povo judeu.

1.1. Família: nosso refúgio, nossa paz.
Mardoqueu e Ester eram felizes mesmo Ester não sendo sua filha biológica. Mesmo Ester estando no palácio entre centenas de moças virgens, esperando a decisão do rei para saber quem seria a nova rainha, Mardoqueu estava sempre próximo para saber notícias dela [Et 2.11]. Importante citar que Mardoqueu cumpriu com louvor sua missão de tutor, levando Ester a experimentar o amor de Deus em sua vida.

1.2. É no lar que se aprende a viver e construir a paz.
Notamos na história de Ester que a paz se vive quando existe uma integração mútua de pais com filhos. Já se buscou muito enfoque para ilustrar o cuidado de Mardoqueu por sua prima Ester. Podemos ver que tudo que Mardoqueu fazia estava respaldado pela Palavra de Deus, pois era um homem conectado com Deus. A par disso, podemos afirmar que a firmeza e ousadia de Ester eram resultados da confiança em Deus sem questionar, transmitida por seu primo Mardoqueu.
1.3. Não existe algo mais valioso do que a paz.
Vivemos dias que tanto se fala sobre estresse, fome, pandemia, depressão e síndrome do pânico, há, porém, algo precioso que não devemos nos esquecer. Nas belas palavras do profeta Isaías, podemos ver que existe uma porta divina para aqueles cuja mente está abrigada no Senhor: "Tu conservarás em paz aquele cuja mente está firme em ti; porque ele confia em ti." [Is 26.3]. É importante observar que pior que medo, pandemia, dor, depressão, é ter em seu interior um coração perturbado, longe de Deus.
2. Se incomoda, é porque você brilha
Os livros de Esdras, Neemias, Isaías, Daniel e Ester mencionam a Pérsia e trazem diferentes traços sobre o modo de vida do povo judeu neste vasto império, após a Babilônia ser conquistada pelas forças persas. Este conflito se deu com a permissão de Deus, para que os judeus pudessem voltar livres à terra de Israel. Contudo, nem todos os judeus retornaram à sua terra. Alguns preferiram permanecer nas diversas cidades do império persa. Estes judeus que fizeram esta opção desenvolveram suas atividades comerciais por todo o império e contavam com a proteção do rei, mas nem todos se agradaram disso.
2.1. As crises vêm para roubar o nosso sono.
Os servos de Deus sempre incomodaram os filhos das trevas. Os sonhos de José incomodavam seus irmãos, a prosperidade de Jacó aborrecia seu sogro Labão, a unção de Davi importunava sua esposa Mical, as profecias de Jeremias eram vistas com desprezo pela liderança e o povo de Israel. Não faltam, aliás, exemplos para citarmos. No livro de Ester, vemos um homem por nome Hamã que, por meio de uma lei, irá determinar que todos os judeus deveriam ser mortos e seus bens saqueados. Este decreto irá tirar o sono do povo de Deus.
2.2. A crise chega para o povo de Deus.
O amalequita Hamã ficou transtornado pelo fato de Mardoqueu recusar-se a se prostrar diante dele. Este posicionamento de Mardoqueu em não se curvar diante deste homem trouxe uma crise sem precedentes ao povo judeu. Movido pelo ódio, Hamã trama agora, não apenas a morte de um único judeu, mas sim de todos [Et 3.13]. Assim como qualquer crise, esta crise chegou trazendo tristeza e lamento a todos os judeus [Et 4.3].
2.3. A crise chegou, e agora?
Hamã estava agindo sob a inspiração de Satanás, o autêntico inimigo do povo de Deus. As Santas Escrituras nos orientam a não ficarmos impressionados com essas provações [1 Pe 4.12]. Temos que ter em mente que quando os "Hamãs" se levantam é porque eles têm ciência de que Deus tem algo maravilhoso reservado para o futuro de Seu servo. O objetivo de Satanás era destruir Mardoqueu para que ele não tivesse sucesso em libertar seu povo do extermínio. Este judeu nos ensina quatro verdades para seguirmos em nossa caminhada cristã: 1) Na hora da crise confie em Deus; 2) Deus é o nosso socorro bem presente na hora das adversidades; 3) Não deixe que o medo te domine; e 4) Descanse em Deus. Agindo assim, veremos que aquele que se levantar contra você se levantará contra o próprio Deus.
3. Segredos para vencer as crises
Quando parece que está tudo perdido, tenha uma certeza, resta uma esperança! Deus abomina o arrogante e exalta o Seu servo. Notamos no livro de Ester que o Senhor abate os arrogantes e ampara com Sua graça aqueles que têm espírito humilde [1 Pe 5.5]. Ester e Mardoqueu nos fazem ver que para transformarmos crises em vitórias devemos enxergar a graça dEle nos sustentando de uma maneira especial a cada dia.
3.1. Vencer o medo.
Todos teremos problemas e certamente enfrentaremos crises. Ester não foi uma exceção. No momento de crise, teve que vencer o medo e se apresentar diante do rei, mesmo existindo uma lei que só poderia chegar próximo ao rei, se ele assim determinasse [Et 4.11]. Ester nos ensina como devemos nos comportar no momento da adversidade: foco, atitude e determinação. Ela nos faz ver que quando confiamos no Senhor, o medo não nos domina e o poder de Deus se manifesta sobre as nossas vidas.
3.2. Enxergar o triunfo.
Às vezes, as tempestades da vida podem ser tão avassaladoras que achamos que não vamos suportar. Mardoqueu, ao saber do decreto real, se vestiu de pano de saco e se pôs a chorar amargamente por toda a cidade. Entretanto, Deus sempre cuidou do Seu povo [Is 43.1-2]. No momento certo Deus honrou Mardoqueu. Ao descobrir a trama de Hamã, o rei Assuero pôs fim à crise que o povo judeu atravessava e honrou Mardoqueu com um traje real [Et 8.15]. É assim que Deus faz no momento de crise: abate o soberbo e exalta o humilde.
3.3. Nosso socorro vem do alto.
O monarca, sabendo que fora manipulado para um grande genocídio, enfurecido manda matar Hamã na forca que ele havia feito para Mardoqueu [Et 7.9]. A atitude de Ester salvou os judeus de um extermínio em massa. Ela cumpriu o seu propósito debaixo de jejum e oração em favor do seu povo. Que cumpramos os propósitos divinos em nossas vidas cujos objetivos são abençoar os que sofrem e correm risco de morte eterna.





CONCLUSÃO
A palavra crise se tornou comum em nossos dias. As mídias e as redes sociais não falam de outra coisa a não ser pandemia, doenças, etc. Diante da história de Ester e Mardoqueu, estamos convencido de que o Senhor utiliza ocasiões complexas para cumprir Seus propósitos na vida dos Seus filhos.





SLIDES 
Fonte dos slides