31 de dezembro de 2014
Estudo Bíblico - O Bordão de Arão, Que Floresceu
O Povo Partiu de Sinai (Números 10-12)
Depois de sair do Egito, o povo de Israel ficou quase um ano acampado em frente do monte Sinai. Lá, eles receberam as leis que Deus comunicou através de Moisés e fizeram o tabernáculo e todos os seus móveis. No segundo mês do segundo ano, Deus mandou que saíssem. Apesar de ter passado 11 meses na presença de Deus, o povo facilmente ficou descontente. Quando o povo misto que subiu com eles começou a cobiçar as comidas do Egito, os israelitas se desanimaram e se queixaram contra Deus. Moisés, também, se desanimou devido ao seu cargo pesado. Logo depois, os próprios irmãos de Moisés complicaram mais ainda a sua situação, reclamando por não ter a mesma autoridade que Deus havia dado a ele.
A Covardia dos Espiões (Números 13-14)
Do deserto de Parã, Moisés enviou 12 líderes de Israel para espiar a terra que Deus tinha prometido a eles. Eles subiram e espiaram a terra durante 40 dias. Voltaram ao acampamento e afirmaram que a terra era muito rica, como Deus prometeu. Falaram também das cidades bem fortificadas e dos homens gigantes. Em tudo isso, eles relataram os fatos. As evidências sugerem que existiam naquela região homens maiores do que Golias (veja Números 13:22,28,33; 1 Samuel 17:4 e Deuteronômio 3:11). O problema com o relatório dos espiões não foi nos fatos que comunicaram, mas sim nas conclusões às quais dez deles chegaram. Eles sentiram-se como gafanhotos fracos na presença de guerreiros fortes. Podemos até concordar com a afirmação deles: “Não poderemos subir contra aquele povo, porque é mais forte do que nós” (Números 13:31). Os israelitas não eram guerreiros (tinham saído recentemente da escravidão egípcia) e não eram fortes como os cananeus. O problema é que eles esqueceram de Deus. Sozinhos, os israelitas jamais tomariam posse da terra. Mas Deus Todo-Poderoso já tinha prometido dá-la aos descendentes de Abraão.
Os espiões covardes induziram o povo a desistir do plano de subir à terra de Canaã. Falaram de voltar para o Egito, em plena rebelião contra os líderes fiéis e contra o próprio Deus. Os homens que confiaram em Deus (Moisés, Arão, Calebe e Josué) falaram: “...é terra muitíssimo boa. Se o Senhor se agradar de nós, então, nos fará entrar nessa terra e no-la dará, terra que mana leite e mel. Tão-somente não sejais rebeldes contra o Senhor, e não temais o povo dessa terra” (Números 14:7-9).
A diferença entre os espiões de Judá e Efraim e os das outras dez tribos era um ponto fundamental: a fé. Calebe e Josué confiaram no Senhor, e os outros temeram o inimigo. A conseqüência foi trágica. O povo percorreu o deserto durante 40 anos, até que morreram todos os homens daquela geração, menos Calebe e Josué.
Parados no Deserto (Números 15)
Imagine o desafio que Moisés enfrentou. Já foi difícil lidar com o povo quando eles iam para a terra prometida. Mas agora, eles não vão para lugar nenhum! Durante o resto de sua vida, ele teria que governar um povo rebelde parado no deserto por causa do pecado. Capítulo 15 mostra o que Moisés fez. Ele ensinou a lei de Deus ao povo, preparando uma nova geração para entrar na terra como servos fiéis ao Senhor.
Moisés se encontrou numa situação bem triste. Rodeado por moribundos, ele teria que tentar preservar a nova geração para receber a promessa. Ele ensinou e aplicou a palavra de Deus, instruindo o povo sobre ofertas, sacrifícios, pecado e castigo. Acima de tudo, ele ensinou sobre a santidade de Deus e a importância de obediência à palavra dele.
A Rebelião de Corá (Números 16)
Uma congregação parada, que não procura fazer as conquistas que Deus pede, é terra fértil para brigas e problemas internos. Foi exatamente isso que aconteceu no deserto. A congregação de Israel estava parada, e os conflitos começaram a surgir entre irmãos. Corá, um levita da família de Coate (a mesma família de Moisés e Arão) conduziu vários outros homens numa rebelião contra os líderes escolhidos por Deus. Mais de 250 homens, líderes respeitados pelo povo, participaram dessa insurreição, alegando que todas as pessoas foram santas e igualmente dignas de guiar o povo.
Deus agiu prontamente. Ele convocou uma reunião e fez abrir a terra para engolir os principais líderes da revolta, juntos com suas famílias e posses. Mais 250 homens que apoiaram a rebelião foram consumidos por fogo.
A demonstração do poder divino contra os rebeldes devia ter resolvido o problema, mas o povo de Israel demorou para aprender. A congregação murmurou contra Moisés e Arão no dia seguinte, levantando a acusação incrivelmente absurda de que Moisés e Arão haviam matado o povo do Senhor. Que ironia! Deus matou o povo do diabo, e a multidão acusou os servos de Deus de terem matado o povo do Senhor! Deus, na sua justiça, ameaçou matar todos de uma vez, mas Arão e Moisés se puseram entre a ira de Deus e o povo pecaminoso. Mesmo assim, morreram naquele dia 14.700 pessoas por causa dessas murmurações contra Deus e seus servos escolhidos.
O Bordão de Arão (Números 17)
Parece que o problema foi resolvido até o fim do capítulo 16. Os líderes da rebelião foram mortos, e quase 15.000 pessoas que os defendiam morreram, também. Mas Deus sabia que a raiz do problema ainda não foi tirada. As atitudes rebeldes do capítulo 16 refletiram um desrespeito da autoridade que o próprio Deus deu a Moisés e Arão. Foi necessário arrancar a rebeldia pela raiz.
O Senhor mandou que os príncipes de cada tribo levassem suas varas a Moisés. Ele especificamente disse que Arão representaria a tribo de Levi. Esse fato é importante. O principal líder da rebelião foi um primo de Arão, um levita da mesma família (veja Números 16:1 e Êxodo 6:18,20,21). Entre os levitas, Deus escolheu a casa de Coate para cuidar das coisas santíssimas (Números 4:2), mas Corá não estava contente com esse papel. Ele cobiçou a posição de seu primo, e tentou assumir uma posição que Deus não lhe deu. A primeira lição que Deus ensinou no capítulo 17 foi esta: Arão deve ser respeitado como líder dos levitas.
Moisés recolheu os cajados e os pôs no tabernáculo, diante do Senhor. Deus disse que o bordão do homem escolhido floresceria. É claro que isso seria um milagre e um sinal de Deus, mostrando qual tribo foi selecionada para representar o povo na presença dele. Moisés voltou no dia seguinte e achou onze bordões normais. A vara de Arão, porém, brotou, produziu flores e deu amêndoas! Uma vara viva não faria tudo isso numa noite só, muito menos uma morta! Deus claramente afirmou a sua escolha, para acabar com a rebeldia e as murmurações do povo de Israel (17:5,10).
Lições e Aplicações
Dessa história, podemos aprender várias lições proveitosas. Entre elas:
A importância da fé. Mais de 600.000 homens morreram no deserto por falta de fé. Deus ia lhes dar a terra de Canaã, mas eles não confiaram no poder dele. Viram suas próprias fraquezas e limitações, e não olharam para Deus e o seu poder. “De fato, sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam” (Hebreus 11:6).
Os perigos de ser inativos. Quando a congregação de Israel deixou de cumprir sua missão, dada por Deus, ela criou um clima desagradável que cultivou brigas e murmurações. Uma igreja, hoje em dia, deve ser ativa na missão dada por Deus. Devemos divulgar as boas novas e procurar resgatar homens e mulheres do pecado. Uma congregação que não se preocupa em progredir dentro da vontade de Deus acabará se destruindo com contenções e facções.
A necessidade de ensinamento contínuo. Mesmo sabendo que os pais não entrariam na terra prometida, Moisés continuou ensinando a palavra de Deus aos filhos. A preparação da nova geração exigiu trabalho árduo, pois os próprios pais não demonstraram firmeza na sua fé. A instrução na palavra de Deus exige persistência, paciência e repetição (veja 2 Pedro 1:12-15, onde Pedro fala três vezes da necessidade de lembrar seus leitores de verdades já ensinadas). Cristãos e igrejas que agradam ao Senhor hoje enfatizam o estudo da palavra dele.
As conseqüências do pecado. O povo rejeitou a palavra verdadeira falada por Calebe e Josué, e mais de 600.000 homens morreram no deserto. Corá e seus colegas induziram outros a rebelião, e eles e suas famílias foram engolidos pela terra. 250 homens apoiaram a rebelião, e foram consumidos por fogo. A multidão murmurou, e 14.700 morreram numa praga. Todos esses casos ilustram o princípio de Romanos 6:23: “... o salário do pecado é a morte”.
O respeito pela autoridade de Deus. O problema fundamental nesses episódios infelizes no deserto foi a falta de respeito pela autoridade de Deus. Quando Deus promete, ele cumpre (Tito 1:2). Quando ele escolhe alguém para servir, a pessoa deve cumprir seu papel (Romanos 12:3-8). Quando Deus fala, devemos escutar (João 12:47-50).
Conclusão
Quase 3.500 anos atrás, o povo escolhido por Deus atravessou o deserto de Sinai. Ao invés de fazer uma viagem relativamente fácil até a terra preparada pelo Senhor, os israelitas reclamaram, cobiçaram, praticaram idolatria e se rebelaram contra Deus. Os mesmos problemas atropelam a fé de muitas pessoas hoje, que não demonstram a firmeza espiritual para enfrentar e vencer os desafios no caminho para o céu. Do exemplo deles, e da resposta definitiva que Deus lhes deu no bordão de Arão que floresceu, podemos aproveitar algumas lições essenciais. Dos erros dos israelitas, podemos aprender como superar as tentações para alcançar o nosso alvo eterno (veja 1 Coríntios 10:1-13). Deus é fiel. Sejamos, também, fiéis!
A fé liberada através de suas palavras
Vamos falar da mulher que sofria de uma hemorragia. Ela estava com o mesmo problema fazia doze anos. Ela sofrera imensamente e ninguém conseguira ajudá-la. Com certeza esta mulher estava sendo atacada com pensamentos de desesperança. Quando pensou em procurar Jesus, com certeza alguém lhe disse: “De que adianta?”. Mas ela se enfiou no meio de uma grande multidão sufocante. Ela tocou no manto de Jesus, e a virtude de cura foi transmitida a ela. E ela ficou curada (Veja Marcos 5:29-34). Mas há uma parte dessa história que não podemos perder: “Porque [ela] dizia: Se tão somente tocar nas suas vestes, sararei. (Marcos 5:28).
Ela dizia e acreditava nisso! Entendem? Não havia dúvida para ela! Não importa como ela se sentia nem o quanto os outros possam ter tentado dissuadi-la da ideia. Por mais que o problema existisse há doze anos, mesmo parecendo ser impossível atravessar a multidão, esta mulher recebeu o milagre. Jesus lhe disse que foi a fé dela que a salvou (versículo 34). A fé dela liberada através de suas palavras. A fé precisava ser ativada para funcionar, e uma maneira de ativá-la é através de nossas palavras. Continue dizendo – e não perca as esperanças!
Noticias - Para cobrir rombo, Dilma tira recursos do trabalhador
O corte nos gastos do governo no segundo mandato da presidente Dilma Rousseff vai começar pelos direitos trabalhistas, com restrições no acesso a seguro-desemprego, abono salarial (PIS) e auxílio-doença, além de uma minirreforma na Previdência Social, com mudanças nas regras das pensões. As medidas foram anunciadas ontem e serão incluídas em medida provisória a ser encaminhada hoje ao Congresso Nacional. Segundo cálculos do futuro ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, o pacote vai gerar uma economia de R$ 18 bilhões por ano, a partir de 2015, equivalente a 0,3% do Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de bens e serviços produzidos no país).
Entre as medidas de maior impacto está a alteração no cálculo do valor da pensão da viúva ou do viúvo, que cairá pela metade, sendo acrescida de 10% por filhos dependentes, até o limite de 100%. Além disso, assim que os filhos forem completando a maioridade, as quotas relativas a eles serão suspensas, sem reverter para o pensionista. Atualmente, o benefício é integral, vitalício e independente do número de beneficiários.
Com a mudança, acaba a pensão vitalícia para cônjuges considerados jovens (até 35 anos). A partir desta idade, a duração do auxílio dependerá da expectativa de sobrevida: entre 39 e 43 anos, por exemplo, o prazo será de 15 anos; entre 33 e 38 anos, de 12. Somente receberá a pensão vitalícia quem ficar viúvo a partir dos 44 anos. Além disso, será exigida carência de dois anos de contribuição ao INSS para poder requerer o benefício e tempo mínimo de casamento de dois anos.
Para reduzir as despesas do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), o governo vai restringir o acesso ao seguro-desemprego, ampliando o período aquisitivo de seis para 18 meses na primeira vez em que o trabalhador recorrer ao auxílio. O abono salarial (PIS), que hoje corresponde a um salário mínimo para quem tem renda de até dois salários, não será mais integral. Ele vai variar de acordo com o tempo de carteira assinada, que subirá de um mês para seis meses na mesma empresa, no mínimo.
As medidas vão atingir também os empregadores, que terão de arcar com os primeiros 30 dias de afastamento do trabalhador, em lugar dos 15 de hoje. O teto do auxílio-doença será equivalente à média dos últimos salários de contribuição, a fim de evitar que os trabalhadores recebam um benefício acima do último salário.
As medidas foram anunciadas pelo ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, acompanhado dos futuros ministros do Planejamento, Nelson Barbosa, e da Previdência, Carlos Gabas, da ministra do Planejamento, Miriam Belchior, e do ministro do Trabalho, Manoel Dias, depois de uma reunião marcada de última hora com representantes das centrais sindicais. Os presidentes das duas maiores centrais, Força Sindical e CUT, não compareceram. A Força não conseguiu mandar representante.
Procurado, o secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, criticou o anúncio no apagar das luzes, alegando que as medidas não foram negociadas com as centrais:
“As medidas são muito negativas e prejudicam os trabalhadores, principalmente quem fica desempregado e custou a conseguir o primeiro emprego”.
Ele disse que até o fim de janeiro as centrais sindicais vão fechar uma pauta conjunta, prevendo, entre outros itens, o fim do fator previdenciário.
Para o ex-diretor do Departamento de Emprego e Salário do Ministério do Trabalho Rodolfo Torelly, o governo escolheu o caminho mais fácil, sem enfrentar as falhas do sistema.
“O governo está metendo a mão no bolso do trabalhador”, disse Torelly, que considera a mudança no valor do abono inconstitucional.
Mercadante explicou que as medidas foram anunciadas agora porque foram preparadas pela atual equipe do governo. As propostas chegaram a ser discutidas nos últimos anos, mas foram engavetas por ordem de Dilma. Ele negou que as mudanças retirem direitos do trabalhadores.
“Estamos preservando as políticas, preservando os direitos adquiridos, preservando esses programas para o futuro. São ajustes e correções inadiáveis e indispensáveis”, disse Mercadante.
Segundo o ex-secretário de Previdência Social Leonardo Rolim, as alterações nas regras da pensão são importantes para corrigir distorções e reduzir o déficit da Previdência. O potencial, segundo ele, é de uma economia de R$ 1 bilhão já no primeiro ano e de até R$ 30 bilhões por ano, depois de 15 anos de vigência.
Fonte: O Globo
Entre as medidas de maior impacto está a alteração no cálculo do valor da pensão da viúva ou do viúvo, que cairá pela metade, sendo acrescida de 10% por filhos dependentes, até o limite de 100%. Além disso, assim que os filhos forem completando a maioridade, as quotas relativas a eles serão suspensas, sem reverter para o pensionista. Atualmente, o benefício é integral, vitalício e independente do número de beneficiários.
Com a mudança, acaba a pensão vitalícia para cônjuges considerados jovens (até 35 anos). A partir desta idade, a duração do auxílio dependerá da expectativa de sobrevida: entre 39 e 43 anos, por exemplo, o prazo será de 15 anos; entre 33 e 38 anos, de 12. Somente receberá a pensão vitalícia quem ficar viúvo a partir dos 44 anos. Além disso, será exigida carência de dois anos de contribuição ao INSS para poder requerer o benefício e tempo mínimo de casamento de dois anos.
Para reduzir as despesas do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), o governo vai restringir o acesso ao seguro-desemprego, ampliando o período aquisitivo de seis para 18 meses na primeira vez em que o trabalhador recorrer ao auxílio. O abono salarial (PIS), que hoje corresponde a um salário mínimo para quem tem renda de até dois salários, não será mais integral. Ele vai variar de acordo com o tempo de carteira assinada, que subirá de um mês para seis meses na mesma empresa, no mínimo.
As medidas vão atingir também os empregadores, que terão de arcar com os primeiros 30 dias de afastamento do trabalhador, em lugar dos 15 de hoje. O teto do auxílio-doença será equivalente à média dos últimos salários de contribuição, a fim de evitar que os trabalhadores recebam um benefício acima do último salário.
As medidas foram anunciadas pelo ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, acompanhado dos futuros ministros do Planejamento, Nelson Barbosa, e da Previdência, Carlos Gabas, da ministra do Planejamento, Miriam Belchior, e do ministro do Trabalho, Manoel Dias, depois de uma reunião marcada de última hora com representantes das centrais sindicais. Os presidentes das duas maiores centrais, Força Sindical e CUT, não compareceram. A Força não conseguiu mandar representante.
Procurado, o secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, criticou o anúncio no apagar das luzes, alegando que as medidas não foram negociadas com as centrais:
“As medidas são muito negativas e prejudicam os trabalhadores, principalmente quem fica desempregado e custou a conseguir o primeiro emprego”.
Ele disse que até o fim de janeiro as centrais sindicais vão fechar uma pauta conjunta, prevendo, entre outros itens, o fim do fator previdenciário.
Para o ex-diretor do Departamento de Emprego e Salário do Ministério do Trabalho Rodolfo Torelly, o governo escolheu o caminho mais fácil, sem enfrentar as falhas do sistema.
“O governo está metendo a mão no bolso do trabalhador”, disse Torelly, que considera a mudança no valor do abono inconstitucional.
Mercadante explicou que as medidas foram anunciadas agora porque foram preparadas pela atual equipe do governo. As propostas chegaram a ser discutidas nos últimos anos, mas foram engavetas por ordem de Dilma. Ele negou que as mudanças retirem direitos do trabalhadores.
“Estamos preservando as políticas, preservando os direitos adquiridos, preservando esses programas para o futuro. São ajustes e correções inadiáveis e indispensáveis”, disse Mercadante.
Segundo o ex-secretário de Previdência Social Leonardo Rolim, as alterações nas regras da pensão são importantes para corrigir distorções e reduzir o déficit da Previdência. O potencial, segundo ele, é de uma economia de R$ 1 bilhão já no primeiro ano e de até R$ 30 bilhões por ano, depois de 15 anos de vigência.
Fonte: O Globo
30 de dezembro de 2014
Estudo Bíblico - Os equívocos de Elifaz (amigo de Jó)

Significado do nome Elifaz: Jeová é meu Deus
1. Analisemos alguns pontos dessa forma equivocada de teologia:
1.1 — Quem determina o nível de relacionamento é o homem, e não Deus
Para essa teologia, Deus está à mercê de nossa justiça ou de nossas injustiças.
1.2 — A causa primeira da relação com Deus é a justiça, e não a graça Se formos “bonzinhos”, seremos abençoados, mas, se formos injustos e pecadores, Deus não nos dará nada.
1.3 — O meu bem-estar ou o meu sofrimento dependem apenas de minhas justiças ou injustiças O meu bem-estar ou o meu mal-estar dependem exclusivamente disso.
1.4 — A lei de causa e efeito é fundamental na relação do homem com Deus Para essa teologia, a relação causa-efeito é: se for justo, serei abençoado; se for desobediente, Deus me punirá.
1.5 — O homem se relaciona com Deus por aquilo que Ele faz, e não pelo que Ele é em Sua essência. O diabo usou esse princípio para acusar Jó na presença de Deus. Disse: “Já te serve porque Tu o tens abençoado” (Jó 1.9,10).
II. A Bíblia mostra que mesmo o justo está sujeito ao sofrimento. No Salmo 73, está escrito:
2.1 — Pois eu tinha inveja dos soberbos, ao ver a prosperidade dos ímpios. Porque não há apertos na sua morte, mas firme está a sua força (Si 73.3,4)
2.2 — Eis que estes são ímpios; e, todavia, estão sempre em segurança, e se lhes aumentam as riquezas (SI 73.12)
2.3 — Na verdade que em vão tenho purificado o meu coração e lavado as minhas mãos na inocência (SI 73.13)
III. O sofrimento e o bem-estar aqui na terra estão relacionados:
3.1 — Ao pecado (ver Rm 5.12)
Se o homem fica doente e morre, é porque o pecado entrou no mundo. Isso não depende do nível de nossa santidade.
3.2 Às obras malignas de destruição (ver Jo 10.10)
A obra do diabo é matar, roubar e destruir. A Bíblia diz que ele é maligno porque a essência do seu caráter é o mal, é, indigno e perverso.
3.3 — À lei da vida (ver Mt 5.45)
Desde que o pecado entrou no mundo, foram estabelecidas leis. E o próprio Jesus falou que Deus faz com que o Seu sol nasça para todos os homens.
3.4 — Às nossas atitudes erradas (ver Lm 3.39)
Há muitas pessoas sofrendo as conseqüências das atitudes erradas que tomaram.
3.5 — À correção de Deus (ver Hb 12.6)
Deus corrige o que ama e açoita a qualquer que recebe por filho (Hb 12.6).
3.6 — Ao maior proveito do evangelho (ver Fp 1.12)
As prisões de Paulo serviram para edificar cristãos Se você estiver sofrendo, lembre-se de que Deus o está usando como instrumento para salvar outras almas por meio de seu testemunho.
3.7 — Ao aprimoramento espiritual (ver Rm 5.3)
Deus permite o sofrimento para aprimorar a sua fé. Por isso, sinta prazer quando atravessar as tribulações (2 Co 12.10).
3.8 — Aos desígnios de Deus (ver Jo 9.3)
Jó não sabia o que estava acontecendo no mundo espiritual naquele momento. Ele estava sendo provado porque Deus precisava ser glorificado por meio do seu sofrimento.
IV Algumas razões pelas quais somos abençoados:
4.1 —A bondade de Deus
Somos abençoados porque o Senhor é bom e misericordioso. Ele nos abençoa independentemente de nossos atos de justiça.
4.2 — A disponibilidade de recursos concedidos por Ele
O Senhor nos deixou todos os recursos naturais para que desfrutássemos deles. Por exemplo: somos beneficiados com a água, a terra, os animais, o petróleo etc. (Sl 115.16).
4.3 —A nossa fé
Jesus disse em Marcos 9.2 3: Se tu podes crer; tudo é possível ao que crê.
4.4 — As nossas atitudes
Não nos associarmos a pessoas habituadas a uma vida errada e sabermos esperar com paciência podem contribuir para o nosso bem-estar.
4.5 — As promessas de Deus
Deus nos fez promessas, e Jesus concordou com elas, as quais se manifestam por meio dele, para nos beneficiar. Assim Deus é glorificado (2 Co 1.20).
4.6 — A profunda comunhão com Deus
Por nós termos profunda comunhão com Deus, as janelas dos céus podem ser abertas, de modo que sejamos grandemente abençoados.
4.7 — O dever de abençoar outras pessoas
Isso está relacionado a ofertas e dízimos. Abençoando um ministério com ofertas, pode-se construir templos e ajudar pessoas com a bênção de Deus.
4.8 — Os desígnios e a soberania de Deus
Deus tem propósitos especiais quando abençoa uma pessoa. Não temos uma explicação lógica para tudo o que acontece com Seu povo.
V. Bases para um verdadeiro relacionamento com Deus
5.1 — Não podemos relacionar-nos com Deus nutrindo uma expectativa de troca
5.2 — Seria impossível sermos abençoados se fôssemos julgados pelos atributos de justiça e santidade de Deus
Subsídio teológico Se fôssemos julgados pela santidade de Deus, não mereceríamos nenhuma bênção, porque somos pecadores. Se fôssemos avaliados pelo senso de justiça de Deus, não mereceríamos ser salvos, pois erramos a todo momento. Porém, há três atributos que nos garantem as bênçãos: o amor, a bondade e a misericórdia. Esses atributos se uniram em nosso favor.
5.3 — Temos um bom relacionamento com Deus mediante a graça, que é o favor imerecido concedido a todos os homens para alcançarem a salvação em Cristo (Ef 2.8)
Conclusão
Somos salvos pela graça do Senhor Jesus Cristo. Por meio de Seu sangue derramado na cruz do Calvário, recebemos a bênção da salvação, a qual será cumprida na vida de todo aquele que crer na Palavra de Deus. As bênçãos materiais e espirituais não acontecem por meio das obras, mas porque fomos alcançados pela misericórdia, pelo amor e pela bondade do Senhor
Arqueólogos descobrem templo e objetos de culto da época do rei Davi, na região de Jerusalém
Pesquisadores e arqueólogos israelenses fizeram descobertas históricas a respeito de objetos de rituais religiosos da época do rei Davi.
De acordo com as informações da Autoridade de Antiguidades de Israel, as ruínas encontradas em Tel-Motza, região próxima a Jerusalém, faziam parte de um “enorme” templo de rituais. As descobertas não estão diretamente associadas ao rei Davi, embora contemporâneas, segundo informações do Huffington Post.
Para os arqueólogos, o achado histórico é raro: “A construção ritual em Tel Motza é incomum e surpreendente, pois foi encontrada à luz do fato de que quase não há restos de construções rituais do período em Judéia na época do Primeiro Templo”, disseram Anna Eirikh, Hamoudi Khalaily e Suá Kisilevitz ao Times de Israel.
Entre as descobertas, estão fundações e objetos de cerâmica, datadas de aproximadamente 2750 anos atrás. A raridade da descoberta foi enaltecida pelo jornal Jerusalém Post, pois durante o “tempo dos profetas Ezequias e Isaías, o judaísmo aboliu muitos locais de rituais pagãos”.
Até agora, os arqueólogos encontraram o que supostamente seriam a en
Descobertas arqueológicas recentes de materiais e manuscritos reforçam narrativas bíblicas
Descobertas arqueológicas recentes de materiais e manuscritos reforçam narrativas bíblicas
Duas descobertas arqueológicas movimentaram a comunidade internacional nos últimos dias.
De acordo com informações do site Israel National News, foram encontradas evidências de que uma das narrativas bíblicas, a batalha de Siló, presente no livro de 1 Samuel, quando os filhos de Eli foram mortos e a Arca da Aliança foi levada, realmente aconteceu.
Pesquisadores encontraram fundações, restos de um vaso e cinzas de um incêndio, o que denotaria que uma batalha significativa ocorreu no local.
Houve também a descoberta de manuscritos judeus de mais de mil anos no Afeganistão, está sendo considerada por arqueólogos a mais importante nos últimos cem anos, quando, em 1896, foram descobertos outros manuscritos numa sinagoga egípcia.
Os arqueólogos dimensionaram a importância da descoberta revelando que diversos colecionadores e historiadores europeus fizeram contato manifestando interesse em adquirir os manuscritos.
O departamento de história do governo de Israel teria adquirido 29 desses pergaminhos, por um valor não revelado, informou o site Acontecer Cristiano.
Segundo os cientistas, nos tempos medievais, a região onde foram encontrados havia sido um importante centro cultural e econômico. Para os arqueólogos, a descoberta é a primeira evidência física de que tenha existido uma grande comunidade judaica no antigo Afeganistão. A região hoje é fronteira com o Irã.
Os manuscritos seriam ligados a livros do Antigo Testamento e foram encontrados por fazendeiros numa região que atualmente é reduto do Talibã. Devido às condições de baixa umidade do deserto, o material ficou bem preservado ao longo do tempo.
O conteúdo dos manuscritos não foi revelado por completo, mas conteriam, entre outras coisas, contratos civis escritos em hebraico, aramaico, árabe e persa, além de textos religiosos, como comentários sobre o livro de Isaías.
Fonte: Gospel +
Saiba quais foram as 10 maiores descobertas em arqueologia bíblica em 2012
A cada ano dezenas de instituições realizam escavações arqueológicas nas terras citadas da Bíblia. Algumas dessas escavações chamam a atenção permitir organizar melhor informações importantes que nos ajudam a entender melhor o mundo bíblico em seu contexto social.
Em 2012 várias dessas descobertas foram feitas, e algumas delas foram listadas pelo Christian Messenger. 10 das mais importantes entre essas descobertas encontram-se listadas abaixo:
1-) Mosaico Huqoq Synagogue: Localizado na pequena vila de Huqoq, a oeste do Mar da Galileia, esse artefato foi encontrado pelo arqueólogo Jodi Magness, que também é professor de judaísmo na Universidade Chapel Hill, no estado norte americano da Carolina do Norte.
O mosaico retrata Sansão amarando as caudas das raposas e também mostra duas faces em torno de uma inscrição. Essa sinagoga data de vários séculos depois da época de Cristo. Os estudiosos esperam que através dela possam obter mais informações sobre o desenvolvimento das sinagogas na região da Galileia.
2-) Santuários de culto em Khirbet Qeiyafa: Descoberta feita em 2011, mas anunciada no início da primavera de 2012, pelo arqueólogo Yosel Garfinkel, da Hebrew University (Universidade Hebraica). Os santuários são evidências de culto antes e o Templo de Salomão.
Trata-se de santuários sem imagens de culto, que são diferentes dos santuários cananeus e em conformidade com as tradições do judaísmo. Khirbet Qeiyafa fica sobre o Vale de Elah, cerca de 20 km ao sudoeste de Jerusalém.
1-) Mosaico Huqoq Synagogue: Localizado na pequena vila de Huqoq, a oeste do Mar da Galileia, esse artefato foi encontrado pelo arqueólogo Jodi Magness, que também é professor de judaísmo na Universidade Chapel Hill, no estado norte americano da Carolina do Norte.
O mosaico retrata Sansão amarando as caudas das raposas e também mostra duas faces em torno de uma inscrição. Essa sinagoga data de vários séculos depois da época de Cristo. Os estudiosos esperam que através dela possam obter mais informações sobre o desenvolvimento das sinagogas na região da Galileia.
2-) Santuários de culto em Khirbet Qeiyafa: Descoberta feita em 2011, mas anunciada no início da primavera de 2012, pelo arqueólogo Yosel Garfinkel, da Hebrew University (Universidade Hebraica). Os santuários são evidências de culto antes e o Templo de Salomão.
Trata-se de santuários sem imagens de culto, que são diferentes dos santuários cananeus e em conformidade com as tradições do judaísmo. Khirbet Qeiyafa fica sobre o Vale de Elah, cerca de 20 km ao sudoeste de Jerusalém.
3-) Reservatório de água do período do Primeiro Templo: Esta cisterna está localizada a sudoeste do Monte do Templo, em Arco de Robinson. Com sua capacidade de 66 mil litros, esta descoberta fornece novas informações sobre o consumo de água na época do Primeiro Templo de Jerusalém.
4-) Belém Bullah: A impressão de selo com três linhas de script, esta é a primeira menção de Belém fora da Bíblia. Ele foi encontrado durante a peneiração de material de escavações na Cidade de Davi.
Era um selo de uso fiscal, relacionado com a tributação dos embarques durante o reinado de um rei em torno do tempo de Ezequias, Manassés, ou Josias.
5-) Selo de Jerusalém: Um selo real, que diz: “Pertencente a Matanyahu Ben Ho”, este selo foi encontrado perto de Arco de Robinson nas ruínas de um edifício do período do Primeiro Templo.
6-) Um escaravelho egípcio: Este escaravelho foi encontrado em Jerusalém, pouco antes da Páscoa de 2012. Ele retrata a imagem de um pato, que é o nome do deus sol Amon-Ra. Ela é datada do século 13 a.C., logo após o período Amarna.
7-) Kiryat Gat Hoard: Tesouro que foi encontrado perto de Ashkelon e contém 140 moedas romanas de ouro e prata que datam do século I d.C. e início do segundo. O tesouro inclui um brinco de ouro e um anel com um selo representando uma deusa alada.
8-) A escultura hitita Neo, em Tel Tayinat: As inscrições da escultura registram eventos do reinado de Suppiluliuma, que provavelmente enfrentou Salmaneser III em 858 a.C. Tim Harrison, arqueólogo da Universidade de Toronto, acredita que este é o reino neo-hitita de Patina, que também pode ser Calno, citado em Isaías 10:9-10.
9-) Trigo de 3.400 anos de Hazor: O trigo foi descoberto em 14 jarros de argila, queimados, mas não destruídas, há 3.400 anos. Este é uma das mais importantes escavações em curso em Israel, no local de uma das mais importantes cidades antigas do país.
10-) Porto helenístico de Akko: Os arqueólogos estão escavando os restos do porto, que foi o mais importante de Israel nos séculos imediatamente antes do nascimento de Cristo.Fontes: Christian Messenger
Entrada do templo e um altar, e as pesquisas continuam, para se chegar ao maior número de informações possíveis.
Moisés e a Travessia do Mar Vermelho:Mito ou verdade ? (ilustrado com fotos)
Imagine que você está de frente ao oceano, do lado direito, cercado por montanhas, e, do lado esquerdo, montanhas. Estão com você quase três milhões de mulheres, crianças, animais, anciãos. Você está TOTALMENTE DESARMADO e, atrás de você o exército mais poderoso dessa terra... Parece tudo perdido, não é?
Mas não está... Veja o poder do nosso Deus testemunhado pelos arqueólogos e historiadores!
Nessa postagem você verá fotos do/a:
· caminho que as tribos fizeram no deserto;
única saída possível;
· preparação da saída para atravessar o Mar Vermelho;
· peças que comprovam a submersão do exército egípcio; e do
· marco memorial de Salomão da travessia, no lado do mar que está no território da Arábia Saudita.
A VIAGEM E A DIREÇÃO DE DEUS
Ilustração: Mapa da Terra de Gósen
Fonte: WYATT, 2011.
Então, caminharam através desta ravina (foto), que iria dar na praia de Nuweiba.
Ilustração: Ravina que culmina na Praia de Nuweiba, Egito
Fonte: WYATT, 2011. Essa não era a única ravina, mas era o único lugar na costa do Mar Vermelho, que permitiria a quantidade de pessoas, que estava com Moisés:
Ilustração: Foto de Satélite da
Praia de Nuweiba, Egito
Fonte: WYATT, 2011.
Praia de Nuweiba no golfo de Aqaba por onde eles presumivelmente atravessaram … Grande praia para 2 milhões de pessoas, não é? Observe o mapa e veja que não havia outro lugar tão espaçoso. Verificando as medidas de profundidade no sonar, o pesquisador Wyatt descobriu uma ponte de terra subaquática exatamente entre a praia de Nuweiba e o lado saudita.
Abaixo, uma foto do exército atual do Egito fazendo exercícios de guerra nessa porção da costa:
Ilustração: Foto aérea da Praia de Nuweiba, Egito
Fonte: WYATT, 2011.
A PONTE DA LIBERTAÇÃO
Verificando as medidas de profundidade no sonar, o arqueólogo Ron Wyatt descobriu uma ponte de terra sob a água, exatamente entre a praia de Nuweiba e o lado saudita do Mar Vermelho. Sem essa ponte, a travessia, ainda que o mar se abrisse em outro ponto, seria duríssima, quase impossível para pessoas de idade ou crianças pequenas, pois desceriam e subiriam por um paredão de uma profundidade de mais de 1500 m. Ou seja, teriam que descer mais de um quilômetro e meio, em pedras, e escalar o mesmo do outro lado. Mas, quando Deus quer ser literal, Ele tem poder para sê-lo: “a vereda do justo é plana; tu, que és justo, aplanas a vereda do justo.” (Isaías 26:7). O Deus que justifica, é o Deus que guia. O Deus que guia é o Deus que conclui a vitória.
Ilustração : A ponte de terra submersa em Nuweiba, Egito.
Fonte: WIATT, 2011
O MAR SE ABRE E O INIMIGO É DERROTADO!Deus dividiu o mar com um forte vento oriental, expondo esta ponte de terra subaquática, por onde Moisés e os israelitas passaram em terra seca! Foi assim que três milhões de pessoas puderam atravessá-lo!
Então, Moisés estendeu a mão sobre o mar; e, com um forte vento do Leste, o Senhor fez recuar o mar toda aquela noite, tornando o mar em terra seca. As águas se dividiram, e os israelitas entraram pelo meio do mar em terra seca; e as águas ficaram como um muro à direita e à esquerda deles. (Êxodo 14:21-22)
De acordo com o que é relatado na Bíblia, as charretes do faraó tentaram persegui-los.
E os egípcios os perseguiram e entraram atrás deles até o meio do mar, com todos os cavalos, os carros e os cavaleiros do faraó. 24 Na vigília da manhã, o Senhor desde a coluna de fogo e de nuvem, olhou para o acampamento dos egipcios e os tumultuou. 25 Ele travou as rodas dos seus carros para andarem com dificuldade. Então os egípcios disseram: Fujamos de Israel, pois o Senhor combate por eles conta os egípcios.26 Então o Senhor disse a Moisés: Estende a mão sobre o mar, para que as águas se voltem sobre os egípcios, sobre seus carros e cavaleiros. 27 Então Moises estendeu a mão sobre o mar, e este retomou a sua força ao amanhecer, e os egípcios fugiram, indo de encontro ao mar. Assim o Senhor derrubou os egípcios no meio do mar. 28 As águas voltaram e cobriram os carros e os cavaleiros e todo o exército do faraó, que haviam entrado no mar atrás deles. E não restou nem um deles sequer. (Êxodo 14: 23).
Então Wyatt decidiu mergulhar e olhar neste local! Adivinhem o que ele descobriu…
Os artefatos encontrados incluem rodas, partes de charretes, como também ossadas humanas e de cavalos. Vários foram encontrados, tanto na linha costeira saudita como na costa de Nuweiba, no Egito. Desde 1987, Ron Wyatt encontrou três raios dourados de rodas de charrete. Corais não se desenvolvem no ouro, portanto sua forma original foi mantida, no entanto, a madeira que estava dentro deste folheado de ouro se desintegrou, deixando-o muito frágil e impossibilitando a sua remoção. Mas, os ossos humanos foram coletados e levados à análise e foi comprovada a sua idade.
Ilustração: Carruagem de Tutancamon, no museu do Cairo e roda submersa encontrada no Mar Vermelho.
Fonte: WYATT, 2011.
Compare a roda de charrete incrustada de coral, filmada na linha costeira saudita com esta charrete, encontrada no túmulo de Tutankamon.
Ilustração: Ossos humanos encontrados no fundo do Mar Vermelho junto às carruagens egípcias Fonte: WYATT, 2011.
A esperança de futuras expedições é explorar as águas profundas com câmeras remotas e mini-submarinos.
Esses ossos mineralizados são um dos muitos grupos encontrados na travessia e foram testados pelo Departamento de Osteologia da Universidade de Estocolmo. Um deles foi identificado como um fêmur humano da perna direita de um homem de 1,65-1,70 m de estatura. Ele está essencialmente ‘fossilizado’ e totalmente substituído por minerais e corais portanto não pode ser datado pelo método de radio carbono, no entanto, este espécime era muito antigo.
Não importa quantos se levantem contra você, não importa o poder, a riqueza e as armas dos inimigos. O Deus que lhe leva à libertação lhe dá vitória e o que se volta contra a vontade de Deus na sua vida será destruído, aniquilado. A prova está aí, perseverando após três mil e quinhentos anos. Literalmente, os planos do inimigo foram por água abaixo! Se levantou contra os propósitos de Deus ficou no fundo do mar, os que seguiram o Senhor, atravessaram pela ponte do milagre e da provisão de Deus em segurança.
COLUNA MEMORIAL DE SALOMÃO
Quando Ron Wyatt visitou pela primeira vez Nuweiba, em 1978, ele encontrou uma coluna estilo fenício, próxima à água. Infelizmente, as inscrições tinham sido corroídas pela erosão, por isso, a importância desta coluna não foi percebida, até 1984, quando uma segunda coluna de granito foi encontrada no lado oposto, na costa saudita, idêntica a primeira, exceto pelas inscrições, que estava intactas!
Ilustração: Coluna Memorial no lado saudita do Mar Vermelho
Fonte: Wyatt, 2011
O pesquisador, então, percebeu que havia encontrado as duas colunas colocadas por um rei, como era comum no velho testamento, em ambas as praias para comemorar a travessia do Mar Vermelho! Em letras Fenícias (hebreu arcaico), ela contém as palavras: Mizraim (Egito ); Salomão; Edom; morte; Faraó; Moisés; e Yahweh, indicando que o Rei Salomão pôs estas colunas como um memorial pelo milagre da travessia. A Arábia Saudita não admite turistas e, talvez, temam visitantes não autorizados, então, as autoridades sauditas removeu a sua coluna e colocou apenas uma bandeira para assinalar o local, onde elas estavam.
Deus tem o seu milagre preparado. Nenhum inimigo poderá resistir. Nunca esqueça do que Ele já fez na sua vida, pois, todos os dias, Ele tem renovado sua misericórdia a nosso respeito. Não faltará caminho para seguir, não faltará força para vencer. O que está fechado se abrirá e você cantará como Moisés e Miriã, depois de passar a ponte da fé para a liberdade:
20 A profetisa Miriã, irmã de Arão, tomou um tamborim, e todas as mulheres saíram atrás dela com tamborins e com danças. 21 E Miriã lhes respondia: Cantai ao SENHOR, porque gloriosamente triunfou e precipitou no mar o cavalo e o seu cavaleiro. (Êxodo 15:20-21).
Prepare-se para a festa porque a libertação está tão próxima quanto os montes que lhe cercam dos lados, o exército que está no seu encalço, todas as fraquezas de que se vê acompanhado e é maior do que o mar na sua frente! E se o vento começar a soprar forte, não é uma tempestade que se aproxima, é Deus chegando para lhe LIBERTAR DEFINITIVAMENTE! Aleluia! O Senhor reina!
Você pode orar assim:
Querido Deus, o Senhor é glorioso e manifestará a tua libertação sobre a minha vida, me fazendo passar através de qualquer obstáculo e qualquer perseguição porque o Senhor já estabeleceu um caminho para que eu andasse em segurança, eu confio em Ti, que és a minha vitória, em nome de Jesus!
REFERÊNCIAS:
WYATT, R. The Red Sea Crossing. Nashville, TN, EUA: Ron Wyatt Museum, [S. d.]. Disponível em <http://wyattmuseum.com/red-sea-crossing.htm> Acesso em 01 set. 2011.
Mas não está... Veja o poder do nosso Deus testemunhado pelos arqueólogos e historiadores!
Nessa postagem você verá fotos do/a:
· caminho que as tribos fizeram no deserto;
única saída possível;
· preparação da saída para atravessar o Mar Vermelho;
· peças que comprovam a submersão do exército egípcio; e do
· marco memorial de Salomão da travessia, no lado do mar que está no território da Arábia Saudita.
A VIAGEM E A DIREÇÃO DE DEUS
Eles partiram de Gósen, através de Sucote, veja o mapa:

Ilustração: Mapa da Terra de Gósen
Fonte: WYATT, 2011.
Então, caminharam através desta ravina (foto), que iria dar na praia de Nuweiba.
Ilustração: Ravina que culmina na Praia de Nuweiba, Egito
Fonte: WYATT, 2011. Essa não era a única ravina, mas era o único lugar na costa do Mar Vermelho, que permitiria a quantidade de pessoas, que estava com Moisés:
Ilustração: Foto de Satélite da
Praia de Nuweiba, Egito
Fonte: WYATT, 2011.
Praia de Nuweiba no golfo de Aqaba por onde eles presumivelmente atravessaram … Grande praia para 2 milhões de pessoas, não é? Observe o mapa e veja que não havia outro lugar tão espaçoso. Verificando as medidas de profundidade no sonar, o pesquisador Wyatt descobriu uma ponte de terra subaquática exatamente entre a praia de Nuweiba e o lado saudita.
Abaixo, uma foto do exército atual do Egito fazendo exercícios de guerra nessa porção da costa:
Ilustração: Foto aérea da Praia de Nuweiba, Egito
Fonte: WYATT, 2011.
A PONTE DA LIBERTAÇÃO
Verificando as medidas de profundidade no sonar, o arqueólogo Ron Wyatt descobriu uma ponte de terra sob a água, exatamente entre a praia de Nuweiba e o lado saudita do Mar Vermelho. Sem essa ponte, a travessia, ainda que o mar se abrisse em outro ponto, seria duríssima, quase impossível para pessoas de idade ou crianças pequenas, pois desceriam e subiriam por um paredão de uma profundidade de mais de 1500 m. Ou seja, teriam que descer mais de um quilômetro e meio, em pedras, e escalar o mesmo do outro lado. Mas, quando Deus quer ser literal, Ele tem poder para sê-lo: “a vereda do justo é plana; tu, que és justo, aplanas a vereda do justo.” (Isaías 26:7). O Deus que justifica, é o Deus que guia. O Deus que guia é o Deus que conclui a vitória.
Ilustração : A ponte de terra submersa em Nuweiba, Egito.
Fonte: WIATT, 2011
O MAR SE ABRE E O INIMIGO É DERROTADO!Deus dividiu o mar com um forte vento oriental, expondo esta ponte de terra subaquática, por onde Moisés e os israelitas passaram em terra seca! Foi assim que três milhões de pessoas puderam atravessá-lo!
Então, Moisés estendeu a mão sobre o mar; e, com um forte vento do Leste, o Senhor fez recuar o mar toda aquela noite, tornando o mar em terra seca. As águas se dividiram, e os israelitas entraram pelo meio do mar em terra seca; e as águas ficaram como um muro à direita e à esquerda deles. (Êxodo 14:21-22)
De acordo com o que é relatado na Bíblia, as charretes do faraó tentaram persegui-los.
E os egípcios os perseguiram e entraram atrás deles até o meio do mar, com todos os cavalos, os carros e os cavaleiros do faraó. 24 Na vigília da manhã, o Senhor desde a coluna de fogo e de nuvem, olhou para o acampamento dos egipcios e os tumultuou. 25 Ele travou as rodas dos seus carros para andarem com dificuldade. Então os egípcios disseram: Fujamos de Israel, pois o Senhor combate por eles conta os egípcios.26 Então o Senhor disse a Moisés: Estende a mão sobre o mar, para que as águas se voltem sobre os egípcios, sobre seus carros e cavaleiros. 27 Então Moises estendeu a mão sobre o mar, e este retomou a sua força ao amanhecer, e os egípcios fugiram, indo de encontro ao mar. Assim o Senhor derrubou os egípcios no meio do mar. 28 As águas voltaram e cobriram os carros e os cavaleiros e todo o exército do faraó, que haviam entrado no mar atrás deles. E não restou nem um deles sequer. (Êxodo 14: 23).
Então Wyatt decidiu mergulhar e olhar neste local! Adivinhem o que ele descobriu…
Os artefatos encontrados incluem rodas, partes de charretes, como também ossadas humanas e de cavalos. Vários foram encontrados, tanto na linha costeira saudita como na costa de Nuweiba, no Egito. Desde 1987, Ron Wyatt encontrou três raios dourados de rodas de charrete. Corais não se desenvolvem no ouro, portanto sua forma original foi mantida, no entanto, a madeira que estava dentro deste folheado de ouro se desintegrou, deixando-o muito frágil e impossibilitando a sua remoção. Mas, os ossos humanos foram coletados e levados à análise e foi comprovada a sua idade.
Ilustração: Carruagem de Tutancamon, no museu do Cairo e roda submersa encontrada no Mar Vermelho.
Fonte: WYATT, 2011.
Compare a roda de charrete incrustada de coral, filmada na linha costeira saudita com esta charrete, encontrada no túmulo de Tutankamon.
Ilustração: Ossos humanos encontrados no fundo do Mar Vermelho junto às carruagens egípcias Fonte: WYATT, 2011.
A esperança de futuras expedições é explorar as águas profundas com câmeras remotas e mini-submarinos.
Esses ossos mineralizados são um dos muitos grupos encontrados na travessia e foram testados pelo Departamento de Osteologia da Universidade de Estocolmo. Um deles foi identificado como um fêmur humano da perna direita de um homem de 1,65-1,70 m de estatura. Ele está essencialmente ‘fossilizado’ e totalmente substituído por minerais e corais portanto não pode ser datado pelo método de radio carbono, no entanto, este espécime era muito antigo.
Não importa quantos se levantem contra você, não importa o poder, a riqueza e as armas dos inimigos. O Deus que lhe leva à libertação lhe dá vitória e o que se volta contra a vontade de Deus na sua vida será destruído, aniquilado. A prova está aí, perseverando após três mil e quinhentos anos. Literalmente, os planos do inimigo foram por água abaixo! Se levantou contra os propósitos de Deus ficou no fundo do mar, os que seguiram o Senhor, atravessaram pela ponte do milagre e da provisão de Deus em segurança.
COLUNA MEMORIAL DE SALOMÃO
Quando Ron Wyatt visitou pela primeira vez Nuweiba, em 1978, ele encontrou uma coluna estilo fenício, próxima à água. Infelizmente, as inscrições tinham sido corroídas pela erosão, por isso, a importância desta coluna não foi percebida, até 1984, quando uma segunda coluna de granito foi encontrada no lado oposto, na costa saudita, idêntica a primeira, exceto pelas inscrições, que estava intactas!
Ilustração: Coluna Memorial no lado saudita do Mar Vermelho
Fonte: Wyatt, 2011
O pesquisador, então, percebeu que havia encontrado as duas colunas colocadas por um rei, como era comum no velho testamento, em ambas as praias para comemorar a travessia do Mar Vermelho! Em letras Fenícias (hebreu arcaico), ela contém as palavras: Mizraim (Egito ); Salomão; Edom; morte; Faraó; Moisés; e Yahweh, indicando que o Rei Salomão pôs estas colunas como um memorial pelo milagre da travessia. A Arábia Saudita não admite turistas e, talvez, temam visitantes não autorizados, então, as autoridades sauditas removeu a sua coluna e colocou apenas uma bandeira para assinalar o local, onde elas estavam.
Deus tem o seu milagre preparado. Nenhum inimigo poderá resistir. Nunca esqueça do que Ele já fez na sua vida, pois, todos os dias, Ele tem renovado sua misericórdia a nosso respeito. Não faltará caminho para seguir, não faltará força para vencer. O que está fechado se abrirá e você cantará como Moisés e Miriã, depois de passar a ponte da fé para a liberdade:
20 A profetisa Miriã, irmã de Arão, tomou um tamborim, e todas as mulheres saíram atrás dela com tamborins e com danças. 21 E Miriã lhes respondia: Cantai ao SENHOR, porque gloriosamente triunfou e precipitou no mar o cavalo e o seu cavaleiro. (Êxodo 15:20-21).
Prepare-se para a festa porque a libertação está tão próxima quanto os montes que lhe cercam dos lados, o exército que está no seu encalço, todas as fraquezas de que se vê acompanhado e é maior do que o mar na sua frente! E se o vento começar a soprar forte, não é uma tempestade que se aproxima, é Deus chegando para lhe LIBERTAR DEFINITIVAMENTE! Aleluia! O Senhor reina!
Você pode orar assim:
Querido Deus, o Senhor é glorioso e manifestará a tua libertação sobre a minha vida, me fazendo passar através de qualquer obstáculo e qualquer perseguição porque o Senhor já estabeleceu um caminho para que eu andasse em segurança, eu confio em Ti, que és a minha vitória, em nome de Jesus!
REFERÊNCIAS:
WYATT, R. The Red Sea Crossing. Nashville, TN, EUA: Ron Wyatt Museum, [S. d.]. Disponível em <http://wyattmuseum.com/red-sea-crossing.htm> Acesso em 01 set. 2011.
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