30 de dezembro de 2017

SETE CONSELHOS PARA SER FELIZ EM 2018 E SEMPRE

1. Seja otimista, sempre, pois o triunfo da Igreja é certo, haja o que houver. Em 2 Coríntios 2.14 está escrito que, em Cristo, sempre somos triunfantes. Ainda que morramos, estaremos para sempre com o Senhor (1 Ts 4.16,17; 1 Jo 3.1-3). Nada pode nos separar do amor de Deus. Nem a morte (Rm 8.37-39). Quando temos a certeza absoluta de que Deus está no controle de nossa vida, não nos deixamos levar pelo pessimismo. Por isso, não desanime nunca, mas faça a sua parte, preparando-se para as portas que, certamente, se lhe abrirão em 2018. A vereda do justo é como a luz da aurora, que brilha dia a dia, até ser dia perfeito (Pv 4.18).

2. Cultive a sua comunhão com Deus em todos os dias de 2018. Ter comunhão com o Senhor é como subir uma escada que não tem o último degrau. A cada dia devemos estar mais próximos de Jesus Cristo (Tg 4.8). Louve-o, ao acordar. Abra a janela do seu quarto, olhe para o céu, para a natureza, ouça o canto dos pássaros. Dirija seu veículo, pedale ou caminhe cantando louvores. Atravesse a rua dando glórias àquEle que dirige seus passos. Louve-o pelo dom da vida! E lembre-se, ao subir a escada da comunhão com Deus, de que a bênção principal está no topo dela. Seja feliz ao subir cada degrau, certo de que está no caminho certo, no caminho que conduz ao Céu (Mt 7.13,14).

3. Pare de querer “levar vantagem” em tudo; seja altruísta. Pense no próximo. Esforce-se para pensar nas dificuldades e necessidades das pessoas à sua volta. Seja paciente no trânsito, dirija devagar, respeite o pedestre. Esvazie-se da brutalidade que diariamente quer brotar dentro de você. Não se deixe influenciar pelo egoísmo prevalecente no mundo sem Deus. Faça o bem às pessoas à sua volta. Se você não é idoso ou deficiente físico, não use a vaga destinada a essas pessoas. Nunca “fure” fila. Não compre produto “pirata”. Seja honesto, ainda que não receba nada em troca, aparentemente; ainda que você seja o único a fazer o que é correto. Deus o recompensará.

4. Agradeça a Deus por lutas e vitórias; não seja um murmurador contumaz e vença a amargura. Ah, como é difícil conviver com pessoas que reclamam de tudo e de todos! Se chove, não está bom. Se faz frio ou calor, também está ruim. Experimente ver o lado bom de todas as coisas. Nenhum lugar do mundo é perfeito. Por isso, precisamos extrair o que é bom por onde passamos. Se chegamos ao fim de 2017 e ao começo de 2018, mesmo com lutas e sofrimento, foi graças a Ele. Agradeça ao Senhor, ao levantar-se da cama, antes das refeições, ao sair de casa, antes de dormir etc. Lembre-se da graça de Cristo, a cada dia. Ele lhe deu a maior bênção, dentre todas: a certeza da vida eterna (Jo 5.24).

5. Tenha senso de humor. Você não precisa ser mal-humorado para demonstrar que é santo. Fazem parte da vida o rir e o chorar. Por que viver chorando pelos cantos? Levante a sua cabeça! A vida segue. O cristão que se preza não vive o tempo dando gargalhadas, mas não é pecado sorrir e se divertir com parentes e amigos. Rir no momento certo faz bem.

6. Passe menos tempo nas redes sociais e leia a Bíblia diariamente. Dedique mais tempo à sua família. Use a Internet para crescer em conhecimento. Não navegue a esmo. Forme a sua coletânea de bons sites e blogs. Mesmo nas redes sociais, seja seletivo. Não perca tempo com efemeridades. Você já leu a Bíblia toda? Se sim, faça isso de novo. Se não, aproveite a chegada do novo ano para iniciar seu plano de leitura. Experiente ler as Escrituras em outros idiomas, versões, ou fazendo comparações. Dedique tempo ao estudo sistemático da Palavra de Deus. Isso, com certeza, tornará a sua vida melhor em 2018 e sempre.

7. Não guarde para si o que tem recebido do Senhor; compartilhe o amor de Deus. O verdadeiro Evangelho muda o mundo e a vida das pessoas (2 Co 5.17). Evangelize seus parentes, amigos, vizinhos, colegas de trabalho etc. Partilhe com eles os preciosos ensinamentos do Senhor Jesus e seja sempre triunfante. 

Feliz 2018!
Por Ciro Sanches Zibordi
Fonte:CPADNews

28 de dezembro de 2017

27 de dezembro de 2017

Noticia: Vício em videogames poderá ser considerado um transtorno mental

E pestes...” Mateus 24:7
A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou nesta quinta-feira (21) que o vício em vídeogames poderá ser reconhecido como um transtorno mental a partir de 2018, ano em que será divulgada a próxima edição da Classificação Internacional das Doenças (CID).

Na lista de doenças, que ainda está sendo preparada, o vício em vídeogames deverá entrar na categoria “distúrbios devido a um comportamento dependente”, o mesmo, por exemplo, de quem aposta de forma compulsiva.

“Os profissionais de saúde devem reconhecer que o vício em vídeogames pode ter sérias consequências para a saúde. Mesmo que a maioria das pessoas que joga videogame não tem esse problema, em algumas circunstâncias, o abuso pode levar a efeitos adversos”, explicou o líder do Departamento de Saúde Mental e Abuso de Substâncias da OMS, Vladimir Poznyak.

Se o vício em vídeogames entrar na próxima edição da CID, será a primeira vez que a OMS incluirá uma dependência “tecnológica” na lista de doenças.

Para verificar se a pessoa é uma viciada em vídeogames, os médicos deverão prestar atenção em alguns sintomas. Um deles, é quando o paciente dá prioridade aos videogames “até o ponto em que o jogo prevalece sobre os outros interesses da vida”.

Segundo a OMS, se o transtorno for aceito na lista, o diagnóstico e o tratamento da “doença” poderá ser facilitado.

Além disso, a publicação pode incentivar as agências de saúde a investigarem o tema.
Fonte: ANSA

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Noticia: Perseguição é discreta e sistemática

Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9
O Relatório da Organização Norte-americana de Direitos Humanos Enough Project, que atua na África, diz que os Estados Unidos devem considerar a perseguição a cristãos no Sudão antes de retirar as sanções que ainda restam contra o país. O relatório, publicado este mês, diz que o Sudão é culpado de“discretos e sistemáticos atos de perseguição”.

O relatório foi escrito pelo Dr. Suliman Baldo, especialista em resolução de conflitos. Segundo ele, o governo usa a política para explorar as diferenças dentro e entre as comunidades. Ou seja, de acordo com o relatório, o governo é culpado de incitar conflitos e divisões. O Sudão, entre outras coisas, “apoia um grupo que rivaliza com o corpo representativo da igreja de Cristo oficial”, resultando em ataques a líderes e destruição de propriedades.

A perseguição aos cristãos no Sudão não é uma simples violação da liberdade de religião. É sistemática e remanescente de uma política de limpeza étnica. A perseguição não é uma coleção de incidentes isolados, mas um padrão. Desde 1993, o Sudão está presente na Lista Mundial da Perseguição e, na maioria das vezes, ocupa as primeiras 20 posições. Em 2017, o Sudão é o 5o colocado.

Nossos irmãos sudaneses precisam de nossas orações. Ore para que o governo tenha um real interesse no fim da perseguição aos cristãos e que assim eles possam desfrutar de seus direitos como cidadãos. Clame para que a igreja cresça e se fortaleça mesmo em meio à perseguição.
Fonte: Portas Abertas

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Noticia: Cristãos refugiados recebem ajuda emergencial

Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9
O grupo extremista islâmico Boko Haram não foi contido nas fronteiras do país onde nasceu, a Nigéria, e tem afetado a vida dos habitantes dos países vizinhos, como Níger, Chade, e a parte norte de Camarões. Os ataques do Boko Haram já mataram mais de 2 mil pessoas e deslocaram pelo menos 155 mil no norte de Camarões desde 2014.

Ainda que muitas organizações não governamentais nessas áreas auxiliem os refugiados, líderes de igrejas explicam que cristãos são frequentemente tratados de forma injusta. Por isso a Portas Abertas enviou ajuda emergencial a cerca de 300 famílias cristãs na cidade de Mora, que recebeu muitos refugiados. Cada família ganhou uma cesta básica com arroz, farinha de milho, sal, óleo vegetal, peixe defumado e também sabonete. Alguns refugiados receberam Bíblias em francês ou na língua local.

Seis pastores receberam apoio financeiro para suprir suas várias necessidades. Entre eles, o pastor Mattieu, que conta: “Eu fugi de Amchide porque não tinha escolha. Havia ataques em todos os lugares”. Em 2014, antes de o pastor Mattieu sair de Amchide com muitos outros, o Boko Haram destruiu muitas casas e incendiado sua igreja. “Eles vieram de manhã e atearam fogo na igreja. Tudo foi engolido pelas chamas, instrumentos, bancos... Nós perdemos tudo”, relembra o pastor.

Mesmo vivendo em Mora com sua família, ele viaja aproximadamente 30 quilômetros até Amchide todo domingo para pregar e ensinar um pequeno grupo de cristãos que resistiram ao ataque do Boko Haram ou que já retornaram à cidade. Ele leva cerca de uma hora de moto para percorrer as estradas de terra até Amchide. O pastor agradece: “Muito obrigado àqueles que contribuíram financeiramente e nos ajudaram com orações. Que Deus os abençoe”.

Os refugiados em Mora expressam sua gratidão
Os testemunhos destes cristãos perseguidos são muitos. Cada um carrega sua história de perdas e dor. Mas também expressam sua gratidão pela fidelidade de Deus através dos irmãos que vieram em sua ajuda. O marido de Martha morreu durante um dos ataques do grupo terrorista em 2015. Ela recebeu dinheiro para que pudesse continuar com seu pequeno negócio e ajudar suas necessidades diárias. “Muito obrigada por sua ajuda”, agradece a cristã.

Hawa caminhou quilômetros com sua família para fugir de um ataque do Boko Haram. Durante a fuga, ela acabou machucando o quadril, mas não tinha dinheiro para pagar os tratamentos médicos. Com a ajuda da Portas Abertas ela conseguiu o atendimento necessário. Além de comida, ela também recebeu uma máquina de costura para ajudá-la na renda mensal. O marido de Hawa agradece, dizendo: “Nós estamos em Mora há dois anos e não é fácil, é preciso trabalhar duro para conseguir algo até para comer. Mas vocês trouxeram as doações e eu realmente agradeço muito. Deus os abençoe”.

Suzanne fugiu para Mora em 2014 com o marido e dois filhos. Mas depois ele a abandonou para casar com uma muçulmana. Agora ela tem que cuidar sozinha dos dois filhos. “Eu agradeço a igreja, pois eles me ajudaram muito com as orações. Meu marido me abandonou. Ele se tornou um muçulmano por causa de uma mulher, mas pela vontade de Deus eu estou aqui com meus filhos na igreja. Eu agradeço a Deus e a vocês por tudo que nos têm dado”.

Pedidos de oração
Agradeça a Deus pelos recursos para ajudar a suprir as necessidades básicas destes cristãos perseguidos.
Ore pelo fim dos ataques e para que a paz e a estabilidade sejam restabelecidas no norte do Camarões.
Clame para que os pastores que ministram na região tenham muita graça e sabedoria.
Fonte: Porta Abertas

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Noticia: Os possíveis impactos da volta do fenômeno La Niña no clima do planeta

E grandes sinais do céu: Lucas 21:11
Seus efeitos serão sentidos por vários meses. E, segundo especialistas ouvidos pela BBC, trará também riscos de formação de novos furacões no oceano Atlântico.
A versão deste ano, observam, é bastante atípica.
"Desta vez o La Niña chegou muito tarde, no outono (do Hemisfério Norte), e não está claro se continuará se intensificando ou se irá se enfraquecer ainda mais, como aconteceu no inverno passado", diz William Patzert, do Laboratório de Propulsão a Jato (JPL, na sigla em inglês) da Nasa, a agência espacial americana.

Segundo Patzert, o fenômeno costuma aparecer no verão do Hemisfério Norte, intensificando-se no outono e no inverno. Neste ano, porém, os primeiros efeitos começaram a ser notados apenas em novembro.

Mas o que é o La Niña e como os especialistas constatam que ele está novamente ativo?
El Niño

De acordo com Juan Carlos Cárdenas, meteorologista da empresa de prognósticos climáticos The Weather Company, para entender o La Niña é preciso explicar o fenômeno Enos (El Niño - Oscilação Sul), do qual ele faz parte.

"O El Niño é uma oscilação atmosférica que causa o enfraquecimento dos ventos alísios (que ocorrem nas regiões subtropicais) no hemisfério sul do Pacífico. Esses ventos, quando são normais, arrastam as águas superficiais desde a costa até o oceano, e isso faz com que as águas geladas das profundidades surjam ali", explica.

Essa água gelada, diz, é normal na zona equatorial da costa da América do Sul.

"Quando esses ventos alísios se enfraquecem, esse processo cessa, a água quente se acumula e se produz um aumento da superfície do mar, principalmente na costa do Peru e do Equador."

Quando esses ventos alísios são muito fortes e a subida das águas geladas é reforçada na zona equatorial, acompanhada de uma temperatura do mar abaixo do normal, aí começa a manifestar-se o La Niña.

Cárdenas comenta que também há a "zona neutra", na qual nos encontrávamos há pouco tempo, em que nenhum dos dois eventos estão notavelmente ativos e as temperaturas permanecem na média.

Ele acrescenta que, geralmente, os centros meteorológicos podem determinar com antecipação quando a oscilação do sul mudará de sinal.

Um dos sintomas é a diferença da pressão atmosférica e os ventos que estão associados a ela. É o primeiro sinal que aparece antes da mudança de temperatura do mar.

"Quando esses sinais começam a ser detectados, sabe-se que o La Niña ou o El Niño podem ser produzidos", diz.

Os efeitos de um e outro, que vão desde secas a inundações, de chuvas a furacões, dependerão sempre da zona da oscilação: podem produzir secas na América Latina ou na Austrália e ilhas do Pacífico e nevascas intensas no norte dos Estados Unidos.

Mas quais são as previsões para essa nova ativação do La Niña?
O que pode acontecer

O meteorologista Patzert diz que é muito cedo para fazer previsões, mas, segundo ele, tudo indica que o La Niña está muito tranquilo este ano.

"Mesmo que tenha sido incomum sua aparição nessa época, ele tem se mostrado enfraquecido e não há sinais de que possa se intensificar", afirma.

Algo similar aconteceu no ano passado, em que um tardio La Niña se manifestou por alguns meses e logo desapareceu, sem grandes consequências no clima mundial.

"Temos que esperar. O inverno deste ano na região norte dos Estados Unidos, por exemplo, parece ter se adiantado, e é algo que costuma estar associado a esse fenômeno", diz o especialista.

"Também são previsíveis secas no início do ano na zona sul dos Estados Unidos e na zona equatorial da América Latina", diz.

Patzer acredita que mesmo que o La Niña se intensifique nos próximos meses, seus impactos sobre o clima mundial não seriam tão intensos como aconteceu com o El Niño entre 1997 e 1998.

"Ali houve uma ativação muito intensa também do La Niña. Entretanto, seu comportamento nos últimos tempos tem sido muito incomum. Após a nova ativação do El Niño em 2015 e 2016, o La Niña tem se mostrado especialmente fraco", diz.

"Ele está se comportando de uma forma muito atípica, então tem que haver cuidado em prever qual será o impacto neste ano. Por enquanto, o La Niña começou tarde e muito fraco."
Fonte: BBC

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