28 de abril de 2017

A História do Lápis: Texto de Reflexão

O menino olhava a avó escrevendo uma carta. A certa altura, perguntou:
- Você está escrevendo uma história que aconteceu conosco? E por acaso, é uma história sobre mim?
A avó parou a carta, sorriu, e comentou com o neto:
- Estou escrevendo sobre você, é verdade. Entretanto, mais importante do que as palavras, é o lápis que estou usando. Gostaria que você fosse como ele, quando crescesse. O menino olhou para o lápis, intrigado, e não viu nada de especial.
- Mas ele é igual a todos os lápis que vi em minha vida!
- Tudo depende do modo como você olha as coisas. Há cinco qualidades nele que, se você conseguir mantê-las, será sempre uma pessoa em paz com o mundo.- Primeira qualidade: Você pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer nunca que existe uma mão que guia seus passos. Esta mão nós chamamos de Deus, e Ele deve sempre conduzi-lo em direção à Sua vontade.
- Segunda qualidade: De vez em quando eu preciso parar o que estou escrevendo e usar o apontador. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final, ele está mais afiado. Portanto, saiba suportar algumas dores, porque elas o farão ser uma pessoa melhor.

- Terceira qualidade: O lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos manter no caminho da justiça.
- Quarta qualidade: O que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você.
- Finalmente, a quinta qualidade do lápis: Ele sempre deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida, irá deixar traços e procure ser consciente de cada ação. Autor desconhecido.



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A Navalha: Texto de Reflexão

Era uma vez uma navalha de excelente qualidade, que morava numa barbearia. Um dia em que a loja estava vazia, ela resolveu dar uma voltinha. Soltou-se do cabo e saiu para apreciar o lindo dia de primavera.
Quando a navalha viu o reflexo do sol em si mesma, ficou surpresa e encantada. A lâmina de aço lançava uma luz tão brilhante que, subitamente, com excessivo orgulho, a navalha disse a si mesma:

 - 
E eu vou voltar para aquela loja de onde acabei de fugir? É claro que não! Os deuses não podem querer que uma beleza tal como a minha seja desonrada dessa maneira. Seria loucura ficar aqui cortando as barbas ensaboadas daqueles camponeses, repetindo sem cessar a mesma tarefa mecânica! Será que minha beleza foi realmente feita para um trabalho desses? Certamente não! Vou esconder-me num local secreto e passar o resto da vida em paz.
E em seguida foi procurar um esconderijo onde ninguém a encontrasse.
Passaram-se os meses. Um dia a navalha teve vontade de respirar ar fresco. Saiu cautelosamente de seu refúgio e olhou para si mesma. Mas o que tinha acontecido? A lâmina estava enferrujada e não refletia mais a luz do sol.
A navalha ficou muito arrependida pelo que havia feito e lamentou amargamente a irreparável perda, dizendo:

- Como teria sido melhor se eu tivesse conservado em forma a minha linda lâmina, cortando barbas ensaboadas! Minha superfície teria permanecido brilhante e muna barba afiada! Agora aqui estou eu toda corroída e coberta pela ferrugem! E não há nada a fazer! 

Autoria desconhecida.
Fonte: Nosso Pão Diário



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O que está na sua boca? Texto de Reflexão

 
 Os peritos em comunicação afirmam que uma pessoa comum fala, em média, o suficiente para preencher 20 páginas datilografadas todos os dias. Isso significa que nossas bocas falam palavras que podem formar dois livros de 300 páginas a cada mês, 24 livros cada ano e 1.200 em 50 anos de fala.
Graças ao telefone, correio de voz, conversas face a face, as palavras compõem grande parte das nossas vidas. Por isso, são tão importantes os tipos de palavras que usamos.
A boca do salmista estava repleta de louvor, quando escreveu o Salmo 126. O Senhor havia feito grandes coisas por ele e pelo seu povo. Até os povos ao seu redor perceberam isso. Ao relembrar as bênçãos de Deus, ele disse: “Então a nossa boca encheu-se de riso e a nossa língua de cantos de alegria”(v 2).
Que palavras você teria usado no versículo 3, se tivesse escrito um salmo? Quantas vezes nossa atitude parece ser assim:
“O Senhor fez coisas grandiosas por mim e eu – não me lembro de nenhuma delas agora, me pergunto o que Ele vai fazer depois disso por mim, preciso muito mais”.
Ou você pode terminar a frase dizendo: “E eu O louvo e Lhe agradeço pela Sua bondade”? Ao recordar-se das bênçãos de Deus hoje, expresse-as em palavras de louvor a Ele. AMC Fonte: Nosso Andar Diário


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