30 de junho de 2016

Noticia: Governo russo proíbe evangelização cristã para ‘conter terrorismo’

As multas previstas variam de R$ 2.500 até R$ 50.000

As leis que restringem a liberdade religiosa na Rússia já impediram que a seita da Cientologia chegasse ao país. O Ministério da Justiça ordenou no ano passado a dissolução da organização, que contava com 10 mil fiéis no país. Agora, uma decisão tomada nos principais órgãos legislativos russos, a Duma e o Conselho da Federação, mostra-se favorável a coibir também a evangelização cristã. Segundo a revista ‘Christanity Today’, novas leis proíbem toda forma de proselitismo fora dos templos, incluindo pregação e distribuição de literatura.

Isso afetará o trabalho missionário cristão, bem como atividades evangelísticas ao ar livre. Nem mesmo reuniões em residências para esse fim ou divulgação online de qualquer grupo religioso são permitidas. As multas previstas são equivalentes a R$ 2.500 para um indivíduo e até R$ 50.000 para uma organização. Caso a infração seja cometido por um estrangeiro, ele será deportado.

As medidas são consideradas as mais restritivas na história pós-soviética da Rússia. Proposta pela deputada Irina Yarovaya, do partido Rússia Unida, acredita-se que a iniciativa foi da Igreja Ortodoxa, a religião oficial da nação. Com o nome oficial de “leis de vigilância e antiterrorismo” elas visariam a restrição ao crescimento do islamismo, mas se estendem a todas as outras crenças.

De acordo com Frank Goble, especialista em questões religiosas e étnicas na região, a identidade nacional russa vem sendo promovida por Vladimir Putin desde o início do seu governo. Agora, somente um veto do presidente mudaria as decisões do legislativo, o que parece improvável.

Para o pastor Sergey Rakhuba, presidente da Missão Eurásia, o anúncio gerou preocupação nas sete denominações autorizadas a funcionar no país. Os evangélicos russos são menos de um por cento da população. Eles estão convidando a comunidade cristã mundial a orar para que Deus “possa intervir milagrosamente neste processo”. Caso isso não aconteça, Rakhuba diz que eles estão preparados: “Mesmo se a lei passar, não nos impedirão de adorar e compartilhar nossa fé. A Grande Comissão não vale apenas para os tempos em que há liberdade”.

A associação de Igrejas Protestantes da Rússia divulgou uma carta aberta onde reclama da violação da liberdade religiosa e de consciência pessoal que a Rússia desfruta desde o fim do regime comunista. Na década de 1920, no governo de Stalin, foi implantada a proibição de todas as atividades religiosas fora das “igrejas registradas” e a proibição de os pais ensinarem sobre a fé aos seus filhos.

David Aikaman, professor de história e especialista em religião, afirmou à ‘Christianity Today': “Não acho que podemos subestimar o desejo do governo russo de exercer controle total. Se a história serve como base, essas propostas revelam que o padrão de totalitarismo estão de volta ao país”.

De fato, desde 2012 está vigente na Rússia a lei “agente estrangeiro”, que oferece total controle ao governo sobre a atuação de qualquer liderança religiosa vinda do exterior. Os missionários estrangeiros têm dificuldades para a obtenção de vistos. Quando conseguem, precisam enfrentar uma complexa burocracia e estão sujeito a auditorias e restrições de suas atividades. Desde então, a presença de ONGs religiosas encolheu em um terço, de acordo com estatísticas oficiais.
Fonte: Gospel Prime


Fonte: G1
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Noticia: Determinar final de operações PF': diz bilhete encontrado na casa de João Santana

Materiais com anotações foram encontradas no apartamento do casal em Salvador. Os laudos da perícia técnica poderão ajudar a decifrar as intenções dos documentos

A Polícia Federal está tentando decifrar algumas anotações do publicitário João Santana e de sua esposa Mônica Moura. Entre os documentos apreendidos nas residências do casal em Camaçari, Salvador e São Paulo, há bilhetes, e-mails, agendas, notas fiscais e documentos que podem ajudar a elucidar o esquema de caixa dois, desvios de dinheiro público e lavagem de dinheiro em torno do petrolão. Uma dessas anotações mostra o casal tentando montar uma estratégia para minar os trabalhos da Operação Lava Jato.

Essa anotação foi recolhida em uma busca no apartamento do casal no luxuoso bairro do Corredor da Vitória, em Salvador. Há uma folha com anotações manuscritas, em cor azul, em uma caderneta Tilibra, onde se lê: “Determinar final de operações PF”, o que seria clara referência a uma estratégia para tentar controlar o trabalho da polícia. Na capa da caderneta está escrito “Bondade”. Os peritos estão tentando entender outras anotações na mesma página, como “estabilidade penal, consciência”, e “caráter, digo”. Em seguida, há anotação “Sem Chavez”, possível referência aos negócios de publicidade do casal na Venezuela. Há também referência a um “H. Costa” e ao “Sist. Político”.

A polícia também apreendeu quatro folhas de cadernetas com manuscritos diversos. Na primeira folha consta a anotação “Dossiê”. Ao lado, há anotações: “vdi se escurecer” e “vdi escir quem”. Em outra folha constam várias anotações, mas o relatório da PF só transcreveu as mais legíveis, que são: “cobrar”, “todos do povo foram acusados (GET, JK, Brizola)”, uma clara referência aos ex-presidentes Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek e o ex-governador Leonel Brizola. Na mesma lauda há as seguintes anotações: “seu governo”, “ver com quem to falando” e “não conseguiu… o estado + rico, como um… o BR empobrecido”.

No apartamento do casal em Indianápolis, em São Paulo, outros materiais apreendidos mostram que João e Mônica acompanham todas as investigações envolvendo o PT. Foram encontradas fotos impressas relativas a um procedimento investigatório que se iniciou com informações que o Conselho de Controle de Atividades Financeiras, o COAF, enviou ao Ministério Público e à Polícia Federal. Na busca, também foram encontradas fotos impressas de peças relativas a um inquérito policial e os depoimentos dos petistas João Vacari Neto e Paulo Frateschi. Outro documento importante que a polícia encontrou no apartamento do casal em São Paulo foi um conjunto de nove laudas com “histórico das correções feitas nas declarações de capitais brasileiros no exterior” dos sócios do Grupo Polis, de João e Mônica. Essas correções teriam sido feitas por pelo escritório Souza, Schneider, Pugliese e Sztokfisz Advogados. Há um quadro comparativo com os nomes de João Santana, Mônica Moura, Ayle Axe de Souza Santana e Daniel Moura Marques Requião. Os laudos da perícia técnica poderão ajudar a decifrar as intenções do casal.
Fonte: Veja


Fonte: G1
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Noticia: Procuradores da República ficaram ‘perplexos’ com decisão de Toffoli

Paulo Bernardo deixou a carceragem da PF em São Paulo e negou participação no esquema

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF)Dias Toffoli determinou que o ex-ministro do Planejamento Paulo Bernardo, preso preventivamente na Operação Custo Brasil na semana passada, fosse solto. Depois da decisão de Toffoli, o juiz Paulo Bueno de Azevedo, da 6ª Vara Criminal Federal de São Paulo, mandou soltar mais sete suspeitos. Eles estavam na carceragem da Polícia Federal em São Paulo. O juiz federal, no entanto, manteve a prisão de Paulo Ferreira, ex-tesoureiro do PT, e Nelson Freitas. Bernardo é suspeito de ter recebido R$ 7 milhões do esquema.

Paulo Bernardo saiu da prisão às 22h25. Os outros oito investigados por suposta participação em esquema de propina também deixaram o prédio na Lapa, Zona Oeste da capital paulista. “Estou com a impressão de que houve muita manipulação nisso aí”, disse Bernardo ao sair. Ele se referia às delações premiadas da Operação Lava Jato. O ex-ministro também negou qualquer participação com as empresas investigadas na Operação Custo Brasil.

Críticas

Os quatro procuradores do caso, no entanto, demonstraram “perplexidade” com a decisão de Toffoli. “Ao não conhecer integralmente a reclamação ajuizada e decidir pela soltura de Paulo Bernardo, o ministro suprimiu instâncias que ainda tomariam conhecimento do caso e sequer ouviu a Procuradoria-Geral da República (PGR)”, criticaram eles, em nota, reproduzindo a mesma ideia de colegas em Brasília no seminário “Grandes casos criminais”.

Na terça-feira, o Tribunal Regional Federal da 3ª Região havia negado soltura ao investigado Daisson Portanova, que é advogado. Eles tentarão reverter a decisão a partir da PGR. “As investigações continuarão, em conjunto e de maneira coordenada pelas instituições interessadas, com a mesma isenção com que foram conduzidas até o presente momento.”

Mestre em direito penal pela PUC de São Paulo, Daniel Bialski entende que Toffoli agiu corretamente. “Qualquer juiz, vendo irregularidade, pode sanar essa irregularidade”, avaliou. A Operação Custo Brasil é derivada da Lava Jato, cuja maioria das prisões foi mantida pelo STF. A Corte só soltou um grupo de executivos no início de 2015 e os três executivos da Odebrecht: Alexandrino Alencar, Rogério Araújo e Márcio Faria. O ex-dirigente da Petrobras Paulo Roberto Costa foi preso em 2014, mas preso novamente, só deixando o cárcere depois de seu acordo de colaboração premiada.

Conheça os procuradores da república da Lava Jato:

A força tarefa da Lava jato é formada por nove procuradores de várias regiões do país
Fonte: Correio Braziliense


Fonte: G1
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Noticia: Túnel de fuga escavado por judeus durante o nazismo é descoberto

Túnel utilizado na Segunda Guerra Mundial para fuga de soldados, é descoberto na Lituânia. A passagem foi encontrada na floresta de Ponar, onde cerca de 100 mil pessoas foram mortas durante o nazismo

Um grupo de arqueólogos descobriu na Lituânia um túnel usado por judeus durante a Segunda Guerra Mundial para escapar de um campo de extermínio nazista. A passagem subterrânea, de 35 metros de comprimento, foi construída há cerca de 70 anos na floresta de Ponar, onde cerca de 100 mil pessoas foram mortas durante o nazismo.

Apesar das incontáveis tentativas de encontrá-lo, o trajeto completo do túnel ainda não havia sido descoberto. Agora, a equipe formada por pesquisadores de Israel, Estados Unidos, Canadá e Lituânia conseguiu localizá-lo usando técnicas de escaneamento do solo, usadas para a exploração de petróleo e na indústria de mineração. A descoberta da passagem reforça os relatos dos sobreviventes que conseguiram usar a galeria para escapar das atrocidades cometidas no local.

A floresta de Ponar foi usada, entre 1941 a 1944, para o extermínio e descarte de corpos de dezenas de milhares de judeus da cidade próxima de Vilna. Prisioneiros do campo de concentração Stutthof, na Polônia, eram usados pelos nazistas para trabalhar na escavação de covas coletivas, no empilhamento de corpos e na coleta de madeira para a incineração.

Foram esses prisioneiros que escavaram o túnel, a partir da prisão onde passavam as noites. Durante uma noite de abril de 1944, o grupo se arrastou pelo túnel até a floresta. Contudo, os guardas descobriram a fuga e perseguiram os prisioneiros. Dos 80 fugitivos, 12 conseguiram escapar e depois contaram suas histórias e indicaram a localização aproximada da passagem.

“Essa descoberta é um testemunho reconfortante da vitória da esperança sobre o desespero. A descoberta do túnel nos permite apresentar não apenas os horrores do Holocausto, mas também o anseio pela vida”, afirmou Jon Seligman, da Autoridade Israelense de Antiguidades, em um comunicado.
Fonte: Veja


Fonte: G1
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Lição 1 - Noé, um pregador ousado: Juniores

Estes estudos estão sendo disponibilizados somente para o uso não comercial.


JUNIORES - Tema: Histórias de fé e coragem
Comentarista: José Carvalho de Andrade
Comentário: Prof.ª Jaciara da Silva
Lição 1 - Noé, um pregador ousado

A Palavra de Deus diz: “Noé andou com o verdadeiro Deus.” (Gn 6.9) O que isso quer dizer? Não que Deus andou na Terra, nem que Noé de alguma forma foi para o céu. Pelo contrário, Noé era tão obediente a Deus e o amava tanto que era como se ele e Deus andassem lado a lado como amigos.

Ao Mestre

Nesse trimestre podemos aprender um pouco mais sobre homens que dedicaram suas vidas na obediência a Deus. Verdadeiros heróis da fé.

Que ao final desse trimestre nossa fé e a dos pequenos tenham sido fortalecidas e edificadas com o exemplo de vida desses maravilhosos servos de Deus.

Objetivo
Professor (a) ministre sua aula de forma que ao término, seu aluno compreender que é nosso dever transmitir a salvação a todos nossos familiares e vizinhos, mesmo quando eles não entendem, como Noé fez.

Memorizando
 
“Pois o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor".(Rm 6.23 – NVI).

 Texto bíblico em estudo: Gn 6.5-7.24; 8.15-9.17.

O maior construtor naval de todos os tempos

Noé foi criado num mundo que estava rapidamente passando de mal a pior. Já estava ruim nos dias de seu bisavô Enoque, outro homem justo que andou com Deus. Enoque tinha predito que um dia de julgamento estava para vir sobre os ímpios daquele mundo. Agora, nos dias de Noé, a maldade estava ainda pior. De fato, do ponto de vista de Deus, a Terra estava arruinada, pois havia muita violência.

A Palavra de Deus diz: “Noé andou com o verdadeiro Deus.” (Gn 6.9) O que isso quer dizer? Não que Deus andou na Terra, nem que Noé de alguma forma foi para o céu. Pelo contrário, Noé era tão obediente a Deus e o amava tanto que era como se ele e Deus andassem lado a lado como amigos. Milhares de anos depois, o autor aos hebreus disse sobre Noé: “Por intermédio [de sua] fé, ele condenou o mundo.” (Heb 11.7) Como ele fez isso? O que podemos aprender de sua fé?

Imagine como era difícil cuidar de uma família num mundo assim! Mas foi isso o que Noé fez. Noé encontrou uma boa esposa e, quando ele tinha 500 anos, ela teve três filhos — Sem, Cão e Jafé. Juntos, eles tinham que proteger seus filhos de más influências. Meninos costumam admirar “homens de fama”, homens fortes, violentos. Noé e sua esposa não podiam proteger seus filhos de todas as histórias sobre as façanhas daqueles homens sem temor a Deus, mas podiam ensinar a atraente verdade sobre o Criador. Aquele que aborrece toda a maldade. Eles tinham que ajudar seus meninos a ver que Deus se sentia triste por causa da violência e da rebelião no mundo (Gn 6.6).

Noé e sua esposa foram bem-sucedidos. Seus filhos se tornaram homens bons e se casaram com mulheres que também queriam colocar o verdadeiro Deus, em primeiro lugar na vida.

Certo dia, Deus falou a esse servo amado sobre seu propósito de destruir o mundo daqueles dias. Deus ordenou a Noé: “Faze para ti uma arca da madeira duma árvore resinosa.” (Gn 6.14).

Essa arca não era um navio, como alguns acham. Não tinha proa, popa, quilha nem leme. Era basicamente um grande baú, ou caixa. Deus forneceu a Noé as dimensões exatas da arca, alguns detalhes sobre seu projeto e orientações para revestir a arca de betume por dentro e por fora.

Betume era uma substância colhida na forma de lodo na região do mar Morto, e do Eufrates. Usadas para proteger de umidades, e também usado como cal em construções.

Deus disse a Noé o motivo: “Eis que estou trazendo o dilúvio de águas sobre a terra . . . Tudo o que há na terra expirará.” Mas Jeová fez o seguinte pacto, ou acordo formal, com Noé: “Terás de entrar na arca, tu e teus filhos, e tua esposa, e as esposas de teus filhos contigo.” Noé também devia levar representantes de todos os tipos de animais. Apenas os que estivessem dentro da arca sobreviveriam ao Dilúvio! (Gn 6.17-20).

Noé e sua família trabalharam juntos para construir a arca e para cumprir as ordens de Deus. Que tarefa gigantesca Noé tinha diante de si. A arca seria enorme — uns 133 metros de comprimento, 22 metros de largura e 13 metros de altura. Era muito maior do que as maiores embarcações de madeira construídas até hoje. A construção durou décadas. Havia árvores para derrubar, toras para arrastar e vigas para cortar, moldar e encaixar. A arca teria três pavimentos, ou conveses, vários compartimentos e uma porta lateral. Também teria janelas no alto, ao longo dos quatro lados, bem como um telhado de duas águas com uma leve inclinação para que a água escorresse (Gn 6.14-16).

Conforme os anos passavam e a arca tomava forma, Noé deve ter ficado muito feliz com o apoio de sua família. Havia outro aspecto do trabalho que pode ter sido ainda mais desafiador do que construir a arca. A Bíblia diz que Noé era um “pregador da justiça”. (Cf. 2 Pe 2.5). Assim, ele corajosamente tomou a liderança em avisar aquela sociedade ímpia e perversa sobre a destruição que estava para acontecer. Qual foi a reação das pessoas? - Não creram e zombaram dele. Mais tarde, Jesus Cristo disse que as pessoas daquela época “não fizeram caso”. Ele disse que elas estavam tão envolvidas com as coisas do dia a dia, como comer, beber e casar, que não deram nenhuma atenção a Noé (Mt 24.37-39). Muitos zombaram dele e de sua família; alguns talvez o tenham ameaçado e se oposto a ele violentamente. Talvez tenham até mesmo tentado impedir a construção da arca. Mas Noé e sua família nunca desistiram. Apesar de viverem num mundo que considerava o principal objetivo da vida deles algo sem importância, sem sentido e tolo, eles continuaram a realizar o seu trabalho fielmente.

Décadas depois, a arca finalmente ficou pronta. Noé recebeu outra ordem de Jeová Deus: “Entra na arca, tu e todos os da tua casa.” Ao mesmo tempo, Deus mandou Noé levar todo tipo de animal para a arca — sete no caso dos animais puros, apropriados para sacrifícios, e dois no caso dos demais (Gn 7.1-3). Deve ter sido uma visão inesquecível. No horizonte podia-se ver animais de todos os tamanhos e formas chegando aos milhares. Eles vinham andando, alguns de modo desajeitado, outros bem devagar, e ainda outros vinham voando e rastejando. Imaginem o imenso trabalho que Noé teve com os animais, tentando cercá-los ou fazendo alguma coisa para atraí-los para dentro do espaço limitado da arca. O relato diz que eles “entraram... vindo a Noé para dentro da arca”(Gn. 7.9).

Quando Noé, sua família e os animais estavam dentro da arca, “Deus fechou a porta atrás dele”, e começou a chover. E continuou chovendo, chovendo e chovendo por 40 dias e 40 noites, até inundar a Terra toda, assim como Deus tinha dito. Assim Noé, sua família e todos os animais foram salvos da destruição daquela era de violência e maldade.

Conclusão
As famílias cristãs hoje podem aprender muito da fé de Noé e sua família. Afinal, vivemos no que a Bíblia chama de“últimos dias” deste sistema mundial. (2 Tm 3.1) Jesus disse que nossa época seria exatamente como a época em que Noé construiu a arca. O mundo reage à mensagem sobre o Reino de Deus com apatia, zombaria ou mesmo perseguição. Por isso, é bom que os cristãos se lembrem de Noé, pois não são os primeiros a enfrentar desafios como esses.

 
LEIA TAMBÉM:Lição 1 - Noé, um pregador ousado: Juniores

Referências bibliográficas

SCHULTZ, Samuel J. – A História de Israel no Antigo Testamento – 2º edição – Editora Vida Nova, 2009
JOSEFO, Flávio. História dos hebreus: de Abraão à queda de Jerusalém (obra completa). Trad. de Vicente Pedroso. Editora: CPAD, 2004.

Noticia: Apartamento não tem foro’, diz juiz que autorizou busca contra Paulo Bernardo

Magistrado destacou que Gleisi Hoffman não era alvo da investigação, que se restringiu aos bens de seu marido. “Não é o apartamento funcional que tem foro por prerrogativa de função. É a senadora da República que tem foro por prerrogativa de função”

O juiz federal substituto Paulo Bueno de Azevedo, que determinou a prisão do ex-ministro Paulo Bernardo e buscas e apreensões no apartamento que ele divide com a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), disse ao Supremo Tribunal Federal (STF) que não houve ilegalidades na decisão que autorizou que bens e documentos do petista fossem recolhidos. Paulo Bernardo foi o principal alvo da Operação Custo Brasil, que investiga um esquema milionário de propina em operações de crédito consignado.

A autorização para busca e apreensão em um apartamento funcional do Senado, onde Gleisi e Paulo Bernardo moram em Brasília, levou a questionamentos ao STF e a pedidos de explicação do relator do caso, Celso de Mello. Ao Supremo, o juiz disse que “a ordem restringia-se a Paulo Bernardo e apenas a seus bens, equipamentos eletrônicos, documentos, etc” e informou que a senadora Gleisi não é investigada na Operação Custo Brasil.

O apartamento funcional de Gleisi seria, no entendimento do juiz, um bem público federal, passível, portanto, de ser alvo de busca e apreensão. “Não é o apartamento funcional que tem foro por prerrogativa de função. É a senadora da República que tem foro por prerrogativa de função”, disse. “A medida não foi contra o Senado nem contra a senadora”, completou.

Nas explicações enviadas a Celso de Mello, Paulo Bueno de Azevedo declarou que, na descrição do endereço que deveria ser alvo de buscas, nem a polícia nem o Ministério Público informaram que se tratava de um apartamento funcional. Ele ponderou ainda que “na audiência de custódia, Paulo Bernardo informou que a maior parte do tempo residiria no endereço em Brasília”.

O juiz destacou trechos do despacho que autorizou a coleta de documentos de Paulo Bernardo e afirmou que excluiu da busca e apreensão qualquer bem ou documento pertencente à senadora. “O Judiciário pode permitir a busca e apreensão na residência de uma pessoa que não é investigada por nada, contra a qual não pairem quaisquer suspeitas? A resposta é positiva desde que haja, na mesma residência, alguém que seja investigado e contra o qual pairem indícios suficientes a justificar a busca e apreensão”, explicou. “Para todos os efeitos, a senadora não é investigada nesta primeira instância, ou seja, ela não é sujeito passivo da medida de busca e apreensão. Portanto, não há, em tese, óbice para busca e apreensão na residência de Paulo Bernardo, muito embora sua esposa ocupe cargo público detentor de foro de prerrogativa de função”, resumiu.
Fonte: Veja


Fonte: G1
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Noticia: Moro abre novo processo contra Dirceu e ele vira réu (de novo) na Lava Jato

O juiz federal Sergio Moro aceitou nesta quarta-feira (29) nova denúncia contra o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu no escândalo do petrolão. Ao lado do ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque, Dirceu responderá a acusações de corrupção e lavagem de dinheiro. O irmão do petista, Luiz Eduardo de Oliveira e Silva, também se tornou réu no processo. As suspeitas são de que o grupo tenha cometido os crimes de corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de dinheiro e pertinência a organização criminosa em um esquema de cobrança de propina de empresas de tubos fornecedoras da Petrobras.

Segundo as investigações, dois empresários da Apolo Tubulars, Carlos Eduardo de Sá Baptista e Paulo Cesar Peixoto de Castro Palhares, pagaram propina de mais de 7 milhões de reais a Renato Duque para que ele beneficiasse a empresa em uma licitação coordenada pela Gerência de Materiais da estatal. Na transação criminosa, na qual Dirceu também recebeu uma parcela dos recursos, a Apolo abocanhou um contrato de fornecimento de tubos com valor inicial de 255,8 milhões de reais, depois ampliado para impressionantes 450,4 milhões de reais. Na operação, o MP diz que Dirceu recebeu cerca de 2,2 milhões de reais em propina.

A denúncia apresentada à Justiça diz respeito à 30ª fase da Operação Lava Jato, batizada de Vício. A força-tarefa do MP afirma que as empresas Confab Tubos S/A e a Apolo Tubos e Equipamentos, que, juntas, tinham mais de 5 bilhões de reais em contratos com a Petrobras, pagaram valores superiores a 40 milhões de reais em propina “para prosperar” na estatal. Segundo os investigadores, no fim de 2009, executivos da empresa Apolo procuraram o operador financeiro Julio Camargo, delator da Lava Jato, e pediram orientação para ser contratados pela Petrobras. Em vez de mostrarem sua qualificação técnica, os empresários falaram abertamente sobre quanto em propina precisariam desembolsar.

No despacho em que acolheu a denúncia, Sergio Moro disse que “há provas decorrentes de depoimentos de criminosos colaboradores conjugados com provas documentais e que indicam a cobrança e o pagamento da vantagem indevida” no esquema.

Camargo procurou o apadrinhado do PT na petroleira, Renato Duque, que abriu as portas da empresa para mais um braço de criminosos. Além de dinheiro vivo, a propina foi viabilizada por meio de contratos fictícios orquestrados pelo irmão de Dirceu, Luiz Eduardo de Oliveira e Silva, também condenado na Lava Jato. Os investigadores identificaram que, quando houve um represamento dos valores a ser pagos a Dirceu, Luiz Eduardo propôs a celebração de contratos de fachada com a empresa Credencial Construtora, Empreendimentos e Representações Ltda, velha conhecida da Justiça e já citada como envolvida no pagamento de 12 milhões de reais em propina de empreiteiras enroladas no petrolão.

“Falta aparente causa econômica lícita para os pagamentos vultosos efetuados pela Apolo Tubulars para as empresas de Julio Gerin de Almeida Camargo e para os pagamentos vultosos efetuados pelas últimas à Credencial Construtora. Também ausente aparente causa econômica lícita para o pagamento pela Credencial à JD Assessoria e Consultoria”, disse Moro em sua decisão.

Em setembro, Moro já havia aceitado denúncia da Lava Jato contra Dirceu e outras catorze pessoas, entre elas o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto.
Fonte: Veja


Fonte: G1
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