6 de setembro de 2023

Plano de Aula Bíblica Adultos/ Cpad – Lição 11: Cultivando a Convicção Cristã

✋ A paz do Senhor Jesus Cristo a todos que amam a palavra de Deus, sejam muito bem vindos.
Mestre, Obreiro ou Professor(a) da Escola Bíblica Dominical,
Esses materiais vão te auxiliar no preparo da aula.
Antes de dar esta aula pesquise os pontos abordados em seu Plano de Aula. Entenda a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos. O conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. procure ser criativo na exposição do assunto.

A AULA VAI COMEÇAR
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PLANO DE AULA
Prof. Falar de convicção em tempos de relativismo é um convite para andar na contramão de uma cultura intelectual pela qual tudo é relativo e que ninguém pode ter certeza de nada. A dúvida é praticamente um dogma em muitos desses setores da sociedade. Por isso, nesta lição, temos a oportunidade de refletir a respeito da convicção cristã. Sim, a fé cristã traz convicção profunda a um coração permeado de incertezas: “Eu sei em quem tenho crido” (1 Tm 1.12).

APRESENTAÇÃO DA LIÇÃO
A) Objetivos da Lição:
I) Estimular a convicção espiritual nos cristãos a partir da confiança em Deus;
II) Compreender a necessidade de uma vida irrepreensível de modo que glorifique a Deus;
III) Reconhecer que o amor sacrificial e o abnegado trabalho são essenciais para o crescimento do Reino.

B) Motivação:
Nesta lição veremos que todo crente em Jesus precisa cultivar uma convicção espiritual, moral e social a fim de ser capaz de dar um verdadeiro testemunho neste mundo mergulhado em trevas.

C) Sugestão de Método:
Comece a aula propondo um diálogo sobre o que é convicção. Aguarde que digam. Pergunte à sua classe: “Alguém aqui é convicto de algo? Essa convicção honra o nome do Senhor?” Na sequência, diga que, de acordo com o Dicionário Houaiss, convicção é a “crença ou opinião firme a respeito de algo, com base em provas ou razões íntimas, ou como resultado da influência ou persuasão de outrem; convencimento”. Após alguns minutos de compartilhamento, inicie a exposição da lição.

A) Aplicação:
Esta lição nos convida a refletir sobre a necessidade de cada crente manter firme a sua convicção cristã em defesa dos interesses do Reino de Deus na Terra. Portanto, como cristãos, é mister que busquemos ter uma convicção espiritual resultante do poder do Espírito; uma convicção moral como reflexo do temor que temos a Deus; e uma convicção social que deve ser demonstrada pela abnegação em servir.

Cante:
Movimente-se cante com alegria .
Ensine como devemos adorar a Deus e porque devemos.
Crédito endereço na descrição dos vídeos:
HARPA CRISTÃ - 16 - DESPERTAR PARA O TRABALHO.wmv


Harpa Cristã 227 - Deus Amou Este Mundo



Hino 355 - Harpa Cristã - Fala do Amor de Cristo

•Tenha todo o material da aula à mão para que não haja interrupções.

· Receba seus alunos com muito amor e alegria. Aqueles que tem faltado, mostre o quanto faz falta. O quanto é especial.

- Perguntem como passaram a semana.

- Escutem atentamente o que eles falam.

- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.

- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
  
Ore com sua turma por sua aula.
Observe se á algum pedido especial, pois as vezes pode ter acontecido algo com eles, e a sua oração, será aquilo que pode deixar tranquilo e confiante em Deus.
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Para ilustrar o estudo, utilizem a:
Dinâmica: Convicção Cristã
Objetivo:
Concluir o estudo sobre o estudo da convicção cristã necessária para a defesa da nossa fé, diante do mundo que jaz no maligno, com ações preventivas e protetoras para a nossa mente.
Material:
Quadro branco

01 marcador para quadro branco

Bíblia

Óculos escuro

Protetor de ouvido

01 figura de 01 cérebro

Procedimento:
- Organizem os alunos em círculo.

- Falem: Acabamos de estudar sobre os aspectos da convicção cristã: espiritual, moral e social, tendo como exemplo as ações do apóstolo Paulo.

- Escrevam no quadro o nome destes 03 aspectos citados acima.

- Falem: Vimos no decorrer da lição exemplos que ocorreram no ministério do apóstolo dos Gentios, Paulo, com ações em defesa da fé cristã em meio a persegições, aflições e até descrédito.

- Falem: E, hoje, o que vocês podem apontar como atitudes em defesa da fé diante do espírito da Babilônia, dominado por satanás, atacando as doutrinas bíblicas, propagando a não realidade de Deus e do mundo espirtual?

Deixem que os alunos falem e anotem cada resposta.

Acrescentem outras informações, se necessário.

- Depois, leiam os versículos abaixo:

“Conserva o modelo das sãs palavras que de mim tens ouvido, na fé e na caridade que há em Cristo Jesus. Guarda o bom depósito pelo Espírito Santo que habita em nós(2 Timóteo 1:13,14).

“Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste, e de que foste inteirado, sabendo de quem o tens aprendido”(2 Timóteo 3:14).

- Falem: Para termos esta convicção cristã em um mundo mau, precisamos de ações preventivas e protetoras para nossa mente.

- Apresentem a figura do cérebro.

- Falem, apontado para a figura.

No sentido figurado, cérebro é o centro da inteligência e da razão. É nele que se processam as ideias e as atitudes.

As diversas informações chegam até ele através de nossos sentidos, das mais variadas formas.

O que vemos, ouvimos e sentimos podem dominar nossa mente. Mas, podemos viver de forma diferente com a mente de Cristo.

- Entreguem para um aluno os óculos escuros e o protetor de ouvido.

- Perguntem:

Para que servem os óculos escuros e o protetor de ouvido?

Aguardem as respostas.

Certamente, as respostas vão fazer referência que estes objetos são utilizados para proteção.

- Agora, peçam para que ele coloque cada objeto.

- Agora, perguntem:

Que ações preventivas e protetoras para a nossa mente podem ser tomadas para que tenhamos a mente de Cristo e convicção cristã?
Aguardem as respostas.
Fonte da dinâmica por
Sulamita Macêdo/Blogatitudedeaprendizblogspot.com.
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👉 Apresentem o título da lição:
Cultivando a Convicção Cristã
Tenham uma excelente e produtiva aula!

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TEXTO ÁUREO
Porque a nossa exortação não foi com engano, nem com imundícia, nem com fraudulência.
1Tessalonicenses 2.3.


VERDADE PRÁTICA
O cultivo da convicção cristã é imperioso para a prática e a defesa da fé em tempo de adversidades.


LEITURA DIÁRIA
Segunda – 1 Ts 1.6 -10
Ministrando as Boas-Novas no poder do Espírito para salvação.

Terça – 2 Pe 1.16
O Evangelho não procede de fábulas para seduzir as pessoas com mentiras.

Quarta – Rm 16 .17,18
As falsas palavras e lisonjas corrompem o coração dos símplices.

Quinta – 1 Co 1.29-31
O salvo deve gloriar-se no Senhor e não em si próprio.

Sexta – Hc 1.1.4
Os problemas sociais como resultado do pecado.

Sábado – 1 Co 9 .11,12
Uma consciência altruísta de não criar obstáculo ao Evangelho.



INTRODUÇÃO
Diante das incertezas atuais e dos ataques às doutrinas bíblicas, é indispensável ao crente cultivar um a um a profunda convicção cristã (2 Tm 1.12-14). Não cabe ao salvo esmorecer em meio às tribulações, mas prosseguir confiante pelo prêmio da soberana vocação (2 Co 4.1; Fp 3.14). Nesta lição, estudaremos os aspectos espiritual, moral e social que formam a convicção de nossa fé cristã. O objetivo é despertar em cada cristão o desejo de ser um autêntico “embaixador de Cristo” em um mundo de trevas.


I- CONVICÇÃO ESPIRITUAL
1- Poder do Espírito.
Por orientação divina, o Evangelho foi proclamado na Europa. Paulo teve uma visão em que um homem lhe dizia: “passa à Macedônia e ajuda-nos” (At 16.9). A partir dessa revelação a mensagem da cruz foi anunciada em Filipos e depois em Tessalônica (At 16.10-12; 17.1). O apóstolo deixa claro que o Evangelho não foi pregado com o mero discurso racional, “mas, sobretudo, em poder, no Espírito Santo e em plena convicção” (1 Ts 1.5-ARA).

Nesse caso, o Evangelho foi ministrado com ousadia no poder do Espírito, de modo que resultou na salvação e libertação dos tessalonicenses (1 Ts 1.6 -10 ). Assim , podemos afirmar que, na ausência de convicção espiritual, a Palavra de Deus é reduzida ao mero intelectualismo humano e seu resultado é ineficaz na transformação de vidas (Mt 7.29; 1 Co 2.1-5).


2- Confiança em Deus.
O apóstolo declara que mesmo tendo “padecido e sido agravados em Filipos” (1 Ts 2.2a), sua fé não estava abalada. Ele se refere à perseguição sofrida antes de pregar em Tessalônica. Paulo e Silas tinham sido publicamente espancados com varas. Em seguida, lançados no cárcere interior com os pés no tronco (At 16.22-24). Todavia, apesar de feridos, perto da meia-noite, oravam e cantavam hinos a Deus (At 16.25).

Após essa severa provação, não esmoreceram, mas, impelidos pelo Espírito, vieram à Tessalônica. Na cidade, em meio às suas lutas, e com ousada confiança, anunciaram a Cristo (1 Ts 2.2b). Nessa perspectiva, somos encorajados a não desfalecer na pregação do Evangelho, mas confiados em Deus, jamais recuar, mesmo diante das ameaças de prisão ou de morte (Ap 2.10).


3- Fidelidade na pregação.
O apóstolo dos gentios assegura que o Evangelho anunciado em Tessalônica “não foi com engano, nem com imundícia, nem com fraudulência” (1 Ts 2.3a). Mostra que a doutrina cristã não procede de fábulas inventadas, condutas imorais ou de artifícios para seduzir as pessoas a crerem em mentiras (2 Pe 1.16). Ao contrário, Paulo declara que o Evangelho é de Deus, e que o próprio Deus o comissionou como arauto, “não como para agradar aos homens, mas a Deus, que prova o nosso coração” (1 Ts 2.4b). Dessa forma, o propósito do apóstolo não era o de satisfazer seus ouvintes com falsos discursos (Tg 1.22). Nesse sentido, somos exortados a manter fidelidade na pregação, repudiar os falsificadores da Palavra de Deus e anunciar Cristo com sinceridade (2 Co 2.17).


SINOPSE I
Sem ação poderosa do Espírito, a pregação é incapaz de transformar vidas.


AUXÍLIO TEOLÓGICO
O TESTEMUNHO DE PAULO (1CO 2.1-5 ) 
“Por causa da preocupação dos coríntios com a sabedoria humana, Paulo agora deixa claro sua posição quanto à relação entre a sabedoria humana e a pregação do evangelho. Cita assim mesmo como um exemplo de alguém que confiou no Espírito Santo, e não na eloquência ou na sabedoria humana, para que sua mensagem fosse efetiva. De acordo com o que disse no fim do capítulo 1, apóstolo se gloria no Senhor. […] Longe de depender de seus próprios recursos ou de sua capacidade de persuasão, Paulo contava com o Espírito Santo. Sua mensagem não era transmitida por ‘palavras persuasivas de sabedoria humana’. Antes uma ‘demonstração [apodeixis] do Espírito e de poder’. […]” (Comentário Bíblico Pente costal: Novo Testamento. 2. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2004, p.940-41).


II- CONVICÇÃO MORAL
1- Retidão nas ações.
A conversão opera a transformação moral na vida do crente salvo (2 Co 5.17). Desse modo, a Bíblia orienta, dentre outras recomendações, a deixar a mentira e falar a verdade (Ef 4 .25); deixar o furto e ser honesto (Ef 4.28); não pronunciar palavras torpes e dizer apenas o que edifica (Ef 4.29). Nesse aspecto, o apóstolo Paulo reivindica a retidão das próprias ações ao afirmar: “nunca usamos de palavras lisonjeiras, nem houve um pretexto de avareza” (1 T s 2.5). Aqui, ele enfatiza que jamais usou de falso sentimento para obtenção de favor. A inda assevera que sua motivação era desprovida de ambição financeira. Somente o falso cristão é que busca poder e influência por meio da bajulação mentirosa (Rm 16.18). Logo, a conduta de retidão é uma virtude do crente regenerado (Cl 3.23; 1 Jo 318 ).


2- Reputação ilibada.
Considera-se portadora de reputação ilibada a pessoa de reconhecida idoneidade moral (At 6.3). Veja como Paulo avalia sua reputação com esta frase: “não buscamos glória dos homens, nem de vós, nem de outros” (1 Ts 2.6a). Isso indica que o apóstolo não trabalhava no Reino em busca de reconhecimento humano. Essa postura foi adotada por ele em todo o lugar, demonstrando a coerência e a integridade de seu apostolado.

Ele não procurava obter “ vantagens” e nem “ honra” em parte alguma (1Ts 2.5,6). Aos coríntios, escreveu que o crente deve gloriar-se no Senhor e não em si próprio (1 Co 1.29-31). A conclusão é clara: os que aspiram fama e prestígio caem em tentação e maculam o Evangelho. Nosso viver deve glorificar a Deus. A Ele seja a glória, na igreja e em Cristo Jesus, para sempre! (Ef 3.21).


3- Vida irrepreensível.
O adjetivo “ irrepreensível” denota uma conduta que não pode ser censurada (Ef 5.27). Nesse contexto, o apóstolo invoca a Deus e a igreja em Tessalônica como testemunhas de sua postura “ santa, justa e irrepreensível” (1 Ts 2.10). Essas designações implicam obediência nas questões morais, atitude de retidão exemplar e conduta sem motivo algum de reprovação (1 Co 9.16-23).

Denotam o padrão de comportamento para com Deus, para com os homens e para consigo mesmo (1 Co 9.27). Ciente da influência que sua vida exercia sobre os fiéis, o apóstolo diz: “para vos dar em nós mesmos exemplo, para nós imitarmos” (2 Ts 3.9). Assim, o grau de comprometimento adotado pelo crente com os valores do Reino é o reflexo do nível de sua comunhão com Deus (1 Co 10.32).

AMPLIANDO O CONHECIMENTO
PARA QUE VOS CONDUZÍSSEIS DIGNAMENTE PARA COM DEUS.
Nós devemos viver de uma maneira que traga atenção positiva e a honra a Deus. Devemos sempre examinar a nós mesmos, para assegurar que as nossas vidas sejam dignas de nos identificar com Cristo, representar o seu caráter e transmitir a sua mensagem a outras pessoas. Só seremos capazes de fazer isto, confiando na graça e no poder de Deus.” Amplie mais o seu conhecimento, lendo a Bíblia de Estudo Pentecostal: Edição Global, Editora CPAD, p.2227.


SINOPSE II
O crente regenerado possui uma conduta de retidão e uma vida irrepreensível.


AUXÍLIO DEVOCIONAL
2Coríntios 5.13-15.
Tudo o que Paulo e seus companheiros fizeram foi para honrar a Deus. Não era apenas o temor a Deus que os motivava (2 Co 5.11), mas o amor de Cristo controlava os seus atos. A palavra controlar, ou constranger, quer dizer ‘agarrar firmemente’ — em outras palavras, o amor de Cristo os forçava a determinadas ações. Eles sabiam que Jesus, por seu grande amor, deu sua vida por eles. Ele não agiu visando seu próprio interesse, agarrando-se, de modo egoísta, à glória do céu que Ele já possuía (Fp 2.6 ). Em vez disso, Jesus de bom grado morreu por nós, nós também estamos mortos para a antiga vida. Como Paulo, não podemos mais viver para nos agradar a nós mesmos, mas devemos passar a nossa vida agradando a Cristo’’ (Bíblia de Estudo Cronológico Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD, 20 15, p.1649).


III- CONVICÇÃO SOCIAL
1- Bem-estar comum.
O bem estar comum alcança o homem em suas necessidades físicas e espirituais. Não por acaso, a Bíblia fornece instruções para o bem-estar espiritual e social dos seres humanos (2 Tm 3.16,17). O papel da igreja é o de proclamar o Evangelho (Mt 28.19) e aliviar o sofrimento promovendo o bem-estar social entre os irmãos (Tg 2.15-17). Habacuque registra que os problemas sociais de sua época resultavam do pecado, tais como: inversão de valores, violência e injustiças (Hc 1.1-4).

Assim, o mal social tem origem no pecado. Ciente disso, o apóstolo Paulo escreve: “quiséramos comunicar-vos, não somente o evangelho de Deus, mas ainda as nossas próprias almas” (1 Ts 2.8). Esse sentimento é comparado ao cuidado de uma mãe que se preocupa e protege os filhos (1 Ts 2.7), também é equiparado ao procedimento de um pai amoroso que se interessa pelos problemas dos filhos (1 Ts 2.11b).

Era assim que Paulo encorajava, confortava e servia de exemplo à igreja (1 Ts 2.11a). Nessa direção, o dever cristão engloba a moral e o social. A dedicação exclusiva de uma parte em detrimento da outra não retrata o Evangelho de Cristo (Tg 4.17).


2- Dedicação altruísta.
O apóstolo se dedicou com profundo altruísmo na propagação do Evangelho (At 20.24). Apesar do direito inerente ao seu apostolado, ele decidiu nada receber “ ainda que podíamos, como apóstolos de Cristo, ser-vos pesados” (1 Ts 2.6b). Assim sendo, para prover o necessário sustento, o apóstolo valeu -se de seu ofício de fabricante de tendas (At 18.3). Acerca disso, recordava aos irmãos do seu “trabalho e fadiga; pois, trabalhando noite e dia, para não sermos pesados a nenhum de vós” (1 Ts 2.9).

Para não se tornar um fardo para a igreja, ele se desgastou numa atividade laboral extenuante. Aqui é importante ressaltar que a Bíblia não condena a provisão financeira para os obreiros, pois o próprio apóstolo escreveu que “aos que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho” (1 Co 9.14) e que “ digno é o obreiro do seu salário” (1 Tm 5.18). Assim, ele explica que não usou dessa justa prerrogativa porque conhecia a extrema pobreza da igreja de seu tempo (2 Co 8.1,2), que suportou as restrições financeiras para não criar obstáculo ao Evangelho (1 Co 9.11,12) e que tudo fez para ganhar o maior número possível de alma (1 Co 9.19).

Nesse sentido, aprendemos que o amor sacrificial e o trabalho voluntário e desprendido são essenciais para o crescimento do Reino e devem fazer parte de uma profunda convicção cristã como contraponto claro ao “ espírito da Babilônia” que é o oposto do altruísmo cristão.


SINOPSE III
A convicção social presente na vida de Paulo era um exemplo para a igreja.


CONCLUSÃO
Paulo foi submetido a uma série de provações durante o seu ministério (1 Ts 2.2). Não obstante, ele nos deixou exemplo de intensa convicção de nossa eleição em Cristo (1 Co 11.1). Destacam-se sua convicção espiritual resultante do poder do Espírito (1 T s 2.4); sua convicção moral como reflexo do temor a Deus (1 Ts 2.5); e sua convicção social demonstrada pela abnegação em servir (1 Ts 2.9). Ratifica-se que, em nossos dias, carecemos dessa firme convicção em defesa dos interesses do Reino de Deus na Terra.


REVISANDO O CONTEÚDO
1- O que podemos afirmar a respeito da ausência da convicção espiritual?
R. Na ausência de convicção espiritual, a Palavra de Deus é reduzida a mero intelectualismo humano e seu resultado é ineficaz na transformação de vida.



2- De acordo com a lição, em que somos exortados?
R. Somos exortados a manter fidelidade na pregação, repudiar os falsificadores da Palavra de Deus e anunciar a Cristo com sinceridade.



3- O que é a conduta de retidão?
R. É uma virtude do crente regenerado.



4- Quem é o portador de reputação ilibada?
R. A pessoa de reconhecida idoneidade moral (At 6.3).




5- O que o dever cristão engloba?
R. O dever cristão engloba a moral e o social. A dedicação exclusiva de uma parte em detrimento da outra não retrata o Evangelho de Cristo (Tg 4 .17).

  
O amor é maior motivação de nosso compromisso com Deus.
  
DE TODO O MEU CORAÇÃO!!!
Ensinar não é uma tarefa fácil, pois exige dedicação, estudo, planejamento e reflexão, estamos preparando esse material com o objetivo de ajudá-lo.
Volte sempre e traga mais gente se Deus tocar fique com a gente.

Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo...
Filipenses 3:13,14
Se é ensinar, haja dedicação ao ensino". Rm12 : 7b.
Ide....pregai o evangelho a toda criatura

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AS NAÇÕES PRECISAM OUVIR FALAR DO AMOR DE CRISTO

 2Timóteo 2.15.
Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade. 
  João 3.16 
Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo...Filipenses 3:13,14
O segredo da felicidade está nestes versículos
Todos querem ser felizes mas umas pessoas são mais felizes que outras. Qual é o segredo da felicidade? Filipenses 4 explica o que você precisa para ser feliz:
1. Se alegrar em Deus

Ser feliz é uma decisão. Se você é salvo por Jesus, você tem muitas razões para ser feliz! Mesmo quando tudo corre mal, você tem a vida eterna e a amizade, a proteção e o conforto de Deus. Alegre-se, nem tudo é ruim!
2. Ser grato e entregar os problemas a Deus

Você está preocupado com alguma coisa? Não deixe que a ansiedade estrague sua felicidade. Fale com Deus sobre o problema. Confie em Deus e ele vai lhe ajudar. Não precisa ficar ansioso.
- Atenção! Não se esqueça de agradecer a Deus pela ajuda! Quem é grato é mais feliz.
3. Pensar em coisas boas

Muitas vezes pensamos tanto nas coisas ruins da vida que esquecemos das coisas boas. Pensamentos negativos tiram a felicidade. Por isso, quando você está em baixo, pense em coisas boas! Por cada pensamento negativo pense em duas coisas positivas e agradeça a Deus por elas.
4. Pôr em prática

Saber não basta. Você precisa praticar! Quanto mais você pratica, mais fácil fica. Se você realmente quer ser feliz, precisa praticar o que a Bíblia diz.
Seja feliz!

Fonte: BÍBLIA SAGRADA ONLINE

Seja imitador de Deus

1 de setembro de 2023

Plano de Aula Bíblica Adultos/Betel – Lição 10: Sofonias – O Fim está Próximo

 ✋ A paz do Senhor Jesus Cristo a todos que amam a palavra de Deus, sejam muito bem vindos.

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ANTES DA AULA
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Observe se á algum pedido especial, pois as vezes pode ter acontecido algo com eles, e a sua oração, será aquilo que pode deixar tranquilo e confiante em Deus.

Trabalhem os pontos levantados na lição, sempre de forma participativa e contextualizada.
 Momento do louvor
Movimente-se cante com alegria .
Ensine como devemos adorar a Deus e porque devemos.
Crédito endereço na descrição dos vídeos:
Sossegai Harpa cristã - 578 com letras




Hino 485 - Harpa Cristã - Andando Para o Céu



Harpa Cristã 483 - Ora Vem, Jesus



A FACE ADORADA DE JESUS - MISSÃO HARPA



Mattos Nascimento Jesus Voltará


Nelson Ned - Jesus Está Voltando


Sarah Farias - O Rosto de Cristo (Live Session)



O Rei Está Voltando - Amanda Wanessa (Voz e Piano


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TEXTO ÁUREO
Naquele dia, se dirá a Jerusalém: Não temas, ó Sião, não se enfraqueçam as tuas mãos.
Sofonias 3.16.


VERDADE APLICADA
É preciso vigiar, orar e permanecer fiel, pois o Senhor Deus não está indiferente à iniquidade que se multiplica. O Dia do Senhor virá.


OBJETIVOS DA LIÇÃO
- Apresentar o cenário da mensagem de Sofonias.
- Falar sobre a ira de Deus sobre Jerusalém.
- Extrair lições de Sofonias para os dias de hoje.


TEXTOS DE REFERÊNCIAS
Sofonias 1. 1-4
1 Palavra do Senhor vinda a Sofonias, filho de Cusi, filho de Gedalias, filho de Amarias, filho de Hezequias, nos dias de Josias, filho de Amom, rei de Judá.

2 Inteiramente consumirei tudo sobre a face da terra, diz o Senhor.

3 Arrebatarei os homens e os animais, consumirei as aves do céu, e os peixes do mar, e os tropeços com os ímpios; e exterminarei os homens de cima da terra, disse o Senhor.

4 E estenderei a minha mão contra Judá e contra todos os habitantes de Jerusalém e exterminarei deste lugar o resto de Baal e o nome dos queimarins com os sacerdotes.

  

LEITURAS COMPLEMENTARES
SEGUNDA Jl 2.2
Dia do Senhor: dia de trevas e tristezas.

TERÇA Am 5.20
Predição da ruína de Israel.

QUARTA Sf 1
Ameaças contra Judá e Jerusalém.

QUINTA Sf 2
Ameaças contra diversas nações.

SEXTA Sf 3.1-8
O castigo de Jerusalém.

SÁBADO Sf 3.9-20
A promessa feita aos fiéis.



MOTIVO DE ORAÇÃO
Ore a Deus por coragem para anunciar o problema do pecado.


ESBOÇO DA LIÇÃO
Introdução
1- O cenário da mensagem do profeta Sofonias
2- A ira de Deus sobre Jerusalém
3- Sofonias para hoje
Conclusão.


INTRODUÇÃO
Sofonias pregou a necessidade de buscar ao Senhor, tendo em vista o iminente juízo de Deus sobre o pecado, mas também transmitiu a esperança de redenção e salvação para os remanescentes fiéis.


PONTO DE PARTIDA
Viver longe de Deus é viver Seu iminente juízo.


1- O CENÁRIO DA MENSAGEM DO PROFETA
Sofonias Sofonias profetizou nos dias de Josias [Sf 1.1]. O profeta era do reino do Sul e o cenário em que viveu naquela época era de total afastamento de Deus, injustiças, corrupção e o domínio estrangeiro sobre o povo de Deus. Eles foram contaminados em todos os sentidos pelos costumes dos povos que os oprimiam.


1.1. Conhecendo um pouco mais o profeta.
O nome Sofonias significa ‘Yahweh escondeu/ocultou para proteger’, assim como descrito no sentido do Salmo 27.5: “Porque no dia da adversidade me esconderá no seu pavilhão; no oculto do seu tabernáculo me esconderá; pôr-me sobre uma rocha”. Outros estudiosos consideram a possibilidade do significado do nome do profeta “Jeová ocultou” indicar que ele tenha nascido durante o período truculento que marcou o reinado de Manassés, no reino do Sul [2Rs 21.16]. Este mesmo rei abraçou a idolatria e a corrupção moral, influenciado pela Assíria, e induziu o povo ao sincretismo religioso.

Esdras Bentho & Reginaldo Leandro (Introdução ao Estudo do Antigo Testamento, CPAD, 2019, p. 558-559): “Pfeiffer e Harrison definem o nome de Sofonias nos seguintes termos: “Seu nome indica uma confiança no poder de Deus para esconder (isto é, proteger) seu adorador em momentos de perigo”. O período da profecia de Sofonias é uma época excessivamente dramática. É o período da expansão da Assíria com suas destruições e crueldades (…) Logo a seguir a situação se inverte: os medos aniquilam Nínive em 612 a.C., depois os neocaldeus da Babilônia inundam o Ocidente. Jerusalém terá sido sitiada três vezes antes de ser arruinada em 586 a.C. (…) Nesse contexto conturbado, e mais precisamente durante os anos de menoridade do rei Josias, situa-se a atuação do profeta Sofonias.”


1.2. A mensagem do profeta.
A mensagem do livro de Sofonias é um chamado de arrependimento para o povo de Judá. Tanto o povo quanto sua liderança apostataram da fé [Sf 3.1-4]. Eles estavam distantes do Senhor, influenciados pelos costumes pagãos; isso atingia não somente a religião, mas também o estilo de vida daquele povo [Sf 1.2-6]. Havia corrupção e as injustiças sociais eram gritantes. Sofonias denunciou as injustiças que estavam entre as lideranças e em determinados grupos do povo [Sf 3.1-5]. O profeta também direcionou suas palavras para outras nações como as cidades da Filisteia [Sf 2.4-6], para os etíopes [Sf 2.12] e para a Assíria e sua capital Nínive [Sf 2.13-14],

Ev. Valdilon Ferreira Brandão (Revista Betei Dominical, 2o Trimestre/1994, p. 42): “Sofonias apresenta sua mensagem de forma bem comum no profetismo judaico. Ele comunica o julgamento, para logo em seguida apresentar a causa deste, e conclui com a apresentação do grande amor de Deus aos que se arrependem [2Pe 3.9]. Esta é a forma que o Espírito Santo usa para trazer os pecadores aos pés de Cristo [Jo 16.8]”. O comentarista ainda ressalta que, apesar de proferir mensagens contra outros povos, contudo o foco principal é o próprio “povo de Deus que tinha a responsabilidade de ser exemplo para as outras nações [Is 5.1, 7].


1.3. Justiça e esperança.
Apesar de uma profecia com duras palavras direcionadas ao povo e a sua liderança, havia nas palavras de Sofonias também um anúncio de esperança e justiça: “O Senhor afastou os teus juízos, exterminou o teu inimigo; o Senhor, o rei de Israel, está no meio de ti; tu não verás mais mal algum.” [Sf 3.15]. O cativeiro babilônico traria dor e sofrimento ao reino de Judá, que não atentou para as mensagens que os profetas trouxeram, chamando-o ao arrependimento. Mesmo assim, para aqueles que se voltassem para o Senhor havia uma mensagem de esperança [Sf 3.13]. A promessa era de que os remanescentes veriam o fim de seus opressores e, a partir disso, teriam um recomeço que os permitiria viver de modo diferente, com uma nova configuração social livre das influências de outras nações.

Esdras Bentho & Reginaldo Leandro (Introdução ao Estudo do Antigo Testamento, CPAD, 2019, p. 566-567) mencionam que a última seção do livro de Sofonias abrange de 3.9 até 3.20, onde “o profeta não está apenas olhando para Jerusalém e Judá, nem em volta, mas contempla muito além; para uma época de cura e bênção que virá a Israel e a todos os outros povos. O reino messiânico abrangerá todas as outras nações. (…) Grande promessas de bênçãos e restauração para a cura das nações são citadas. A Cidade Santa será cirandada e purificada, e então será honrada em toda a terra. O povo redimido louvará a Deus que habita no meio dele [Sf 3.11-20].

Um povo que opta por viver longe dos preceitos de Deus está fadado a viver sob Seu iminente juízo, mas também pode encontrar em Sua misericórdia alívio e esperança.


2- A IRA DE DEUS SOBRE JERUSALÉM
Quando aconteceu o julgamento de Jerusalém, sua população foi levada para a Babilônia [2Rs 24-25], No entanto, a mensagem registrada em Sofonias 3.18-20 faz referência a um grupo de pessoas dispersas e aflitas, os remanescentes, a quem Deus traria de volta da Babilônia para Jerusalém depois do exílio de 70 anos. Essa restauração teve início quando Ciro permitiu que os judeus voltassem à sua terra natal. Essa volta dos judeus a Judá, em cumprimento à profecia de Sofonias é uma prefiguração da redenção final da terra.


2.1. A ira do Senhor.
O dia da ira do Senhor [Sf 1.14-17] sugere um tempo sombrio com as palavras – “indignação”, “angústia”, “desolação”, “escuridade” e “trevas” [Sf 1.15]. Para aqueles que viveram no pecado e se voltaram contra Deus não há meios de escapar. Mas esse dia terrível também extinguirá a maldade sobre a terra e também a indiferença daqueles que pensam que Deus permanece alheio às mazelas do ser humano. São aquelas pessoas céticas, que apesar de não negarem a existência de Deus, negam-se a crer em Sua intervenção no mundo [Sf 1.12].

Comentário Beacon: “A descrição que Sofonias faz sobre o dia do SENHOR [Sf 1.15-16] é muito parecida com o texto de Joel 2.2 e Amós 5.20. Mas a narrativa de Sofonias é mais completa e dá maior destaque ao fato de este ser um dia de ira. O original hebraico é um poema que não há como reproduzir adequadamente em tradução. Mas mesmo numa versão percebemos o espírito tumultuoso e a atmosfera aterrorizante que os ouvintes devem sentir.”


2.2. O Dia do Senhor.
O profeta Sofonias é conhecido por alguns estudiosos como o “Profeta do Dia do Senhor”, por causa das várias vezes em que ele utilizou essa expressão em sua profecia [Sf 1.7-10,14-16,18; 2.2-3; 3.8]. A sua mensagem faz várias referências a esse dia como o dia da soberania e do juízo de Deus: “O grande dia do Senhor está perto, está perto, e se apressa muito a voz do dia do Senhor; amargamente clamará ali o homem poderoso.” [Sf 1.14]. Essa mensagem não determina um dia específico, nem um lugar determinado, mas um tempo. Naquela época, essa palavra estava relacionada à invasão e dominação babilônica sobre Judá, isso aconteceu 20 anos depois da profecia de Sofonias.

Bispo Oídes José do Carmo (Revista Betel Dominical, 2° Trimestre de 2008, p. 46): “No livro de Sofonias estudaremos a respeito do Dia do Senhor, porque os demais assuntos de que trata o profeta já foram abordados nas lições anteriores. “Dia da ira”, “dia da vingança”, “dia da visitação’ do Senhor e outros, são alusivos a períodos de julgamentos proferidos pelos profetas, e comumente seguidos de “naquele (s) dia (s)”, significam as consequências e a abrangência do conjunto de ações justas e poderosas de Jeová para tornar a congregar a si todas as coisas, no Dia do Senhor.” 2 3 . Restauração e alegria. Havia a profecia do Dia do Senhor, mas também o profeta anuncia que a alegria em Jerusalém seria restaurada e isso o leva a conclamar a cidade para cantar e se alegrar [Sf 3.14-17]. A razão para isso era que o Deus, o Poderoso, estaria lá para salvá-la. Sua presença era sinal de força e proteção contra todo o mal [Sf 3.5, 17].


2.3. Restauração e alegria.
Havia a profecia do Dia do Senhor, mas também o profeta anuncia que a alegria em Jerusalém seria restaurada e isso o leva a conclamar a cidade para cantar e se alegrar [Sf 3.14-17]. A razão para isso era que o Deus, o Poderoso, estaria lá para salvá-la. Sua presença era sinal de força e proteção contra todo o mal [Sf 3.5, 17].

Manual Bíblico – Entendendo a Bíblia (CPAD, 2011, p. 319-321), sobre a mensagem de Sofonias: “Como todos os outros profetas da Bíblia, Sofonias acrescenta uma mensagem de esperança. Depois da destruição punitiva, Deus promete reunir os sobreviventes espalhados, que são seus verdadeiros adoradores. Unido, o povo de Deus celebrará o fim da tristeza, violência e injustiça. (…) As últimas palavras de Sofonias são de que os que amam o Senhor podem confiar nEle, m esm o quando não puderem confiar em mais ninguém .

É preciso anunciar o Dia do Senhor para que os homens saibam que precisam se arrepender dos seus pecados e voltar-se para Deus antes que seja tarde.


3- SOFONIAS PARA HOJE
A coragem e a ousadia de Sofonias são uma inspiração, pois ele ensina que não importa a classe social, status ou prestígio nos ambientes políticos, o problema do pecado é um problema de todos os homens e isso precisa ser anunciado com coragem e ousadia


3.1. As injustiças nossas de cada dia.
Apesar de Judá ter se afastado de Deus e por isso sofria duras consequências, esse afastamento também trouxe insensibilidade e corrupção entre o próprio povo. O profeta denuncia corrupção e dureza espiritual que caracterizavam todas as classes de Jerusalém. Seus líderes, juízes, profetas e sacerdotes eram todos corruptos e endurecidos [Sf 3.3-4], Mesmo Sofonias fazendo parte da classe mais alta de Judá, isso não foi impedimento, como homem de Deus, de exercer o seu ministério como profeta, denunciando o pecado, mas também a corrupção vigente.

Pr. Valdir Alves de Oliveira (Revista Betel Dominical, 1° Trimestre de 2022, p. 14-16) ao abordar sobre “Um profeta destemido”, escreve sobre a grande responsabilidade dos que afirmam serem anunciadores de mensagens vindas da parte de Deus: “Independentemente de as pessoas gostarem ou não, o papel do profeta de Deus é transmitir as mensagens com autenticidade, sem erros nem intransigência (ódio ou agressividade), consciente de que são verdades vindas de Deus [2Pe 1.20-21 ]. (…) Nos nossos dias, se a mensagem não massagear o “Ego” das pessoas, o mensageiro não é um “bom” profeta, orador, pregador, pastor e mestre, principalmente se não pregar a doutrina da prosperidade e do triunfalismo.”


3.2. Esperança em dias sombrios.
O profeta Sofonias traz uma palavra de esperança de que, ao final, Deus consertará todas as coisas. Quando a justiça está distorcida, quando o certo e o errado parecem ter o mesmo valor, quando os líderes se tornam corruptos e não há quem confiar, o caminho mais fácil e óbvio parece ser o desânimo. Quando, além disso tudo, os líderes religiosos falham, é preciso lutar para não permitir que o ceticismo tome conta da fé. Sofonias dá garantia de que ainda podemos confiar em Deus [Sf 3.17], Mesmo em dias sombrios a fé do cristão pode ser um raio de luz para iluminar a vida de outros que estão ao seu redor.

Ev. Valdilon Ferreira Brandão (Revista Betel Dominical, 2° Trimestre/1994, p. 44): “Uma parte do povo de Deus sempre foi e será rebelde e obstinada, não se importando com os juízos de Deus [Hb 4.11], Sofonias mostra que, mesmo tendo Deus destruído nações inteiras, o povo não tomava consciência disto [Sf 3.6-7], O profeta começa então a vislumbrar um tempo futuro, quando Deus purificará por meio do fogo [Sf 3.8] o Seu povo. A idolatria e a injustiça estavam instaladas na cidade santa [Sf 1.4, 6; 3.1-8], bem no meio dela [Sf 3.3], Porém não é esta a única força presente, isto porque “no meio dela o Senhor é justo, Ele não comete injustiça…” [Sf 3.5]. Esta força irá por fim triunfar. O anúncio do castigo era apenas o início do anúncio da transformação e da purificação. Verdadeiramente o Senhor era Rei de Israel [Sf 3.15].


3.3. Confiança nas promessas. 
O profeta Sofonias pretendia incentivar os seguidores fiéis do Senhor, assegurando-lhes que Deus conservaria um remanescente e, no fim, cumpriria as promessas feitas aos antepassados. Essa certeza deveria ajudá-los a perseverar em tempos difíceis e enxergar com grande expectativa o período que se seguiria ao juízo iminente. Haveria purificação [Sf 3.9-13] e regozijo [Sf 3.14-17], ou seja, uma restauração completa com bênçãos para os habitantes daquela cidade.

Manual Bíblico – Entendendo a Bíblia (CPAD, 2011, p. 323): “Mas, de alguma maneira, depois que Deus tiver destruído a terra no “ardor da sua ira”, Ele irá “ajuntar as nações…os zelosos adoradores” que aparentemente sobreviveram a holocausto [Sf 3.8, 10]. E, com isso, surgirá um remanescente. O grupo de pessoas que sobreviver “não cometerá iniquidade, nem proferirá mentira, e na sua boca não se achará língua enganosa; porque serão apascentados, deitar-se-ão, e não haverá quem os espante” [Sf 3.13].

A mensagem do cristão precisa ser de advertência, mas também de encorajamento para que os servos de Deus permaneçam firmes apesar dos dias sombrios.


CONCLUSÃO
A mensagem de Sofonias se destaca e se identifica com os dias atuais. O povo de sua época estava totalmente pervertido e não buscava ao Senhor, por causa disso havia injustiças, corrupção e o pecado imperava.



NÃO TENTE SE ESCONDER DE DEUS!


O SOCORRO QUE VEM DE DEUS


  


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  2Timóteo 2.15.
Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade. 
  João 3.16 
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Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo...Filipenses 3:13,14
O segredo da felicidade está nestes versículos
Todos querem ser felizes mas umas pessoas são mais felizes que outras. Qual é o segredo da felicidade? Filipenses 4 explica o que você precisa para ser feliz:
1. Se alegrar em Deus

Ser feliz é uma decisão. Se você é salvo por Jesus, você tem muitas razões para ser feliz! Mesmo quando tudo corre mal, você tem a vida eterna e a amizade, a proteção e o conforto de Deus. Alegre-se, nem tudo é ruim!
2. Ser grato e entregar os problemas a Deus

Você está preocupado com alguma coisa? Não deixe que a ansiedade estrague sua felicidade. Fale com Deus sobre o problema. Confie em Deus e ele vai lhe ajudar. Não precisa ficar ansioso.

Atenção! Não se esqueça de agradecer a Deus pela ajuda! Quem é grato é mais feliz.
3. Pensar em coisas boas

Muitas vezes pensamos tanto nas coisas ruins da vida que esquecemos das coisas boas. Pensamentos negativos tiram a felicidade. Por isso, quando você está em baixo, pense em coisas boas! Por cada pensamento negativo pense em duas coisas positivas e agradeça a Deus por elas.
4. Pôr em prática

Saber não basta. Você precisa praticar! Quanto mais você pratica, mais fácil fica. Se você realmente quer ser feliz, precisa praticar o que a Bíblia diz.
Seja feliz!

Fonte: BÍBLIA SAGRADA ONLINE
Seja imitador de Deus
  

Se é ensinar, haja dedicação ao ensino". Rm12 : 7b.