10 de março de 2023

Plano de Aula Bíblica Jovens/ Conectar+ Betel – Lição 11: Jesus, O Senhor da Igreja

✋ A paz do Senhor Jesus Cristo a todos que amam a palavra de Deus, sejam muito bem vindos.
Mestre, Obreiro ou Professor(a) da Escola Bíblica Dominical,
Esses materiais vão te auxiliar no preparo da aula.
Antes de dar esta aula pesquise os pontos abordados em seu Plano de Aula. Entenda a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos. O conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. procure ser criativo na exposição do assunto.
Que esta aula seja portadora de grandes bençãos para vida de seus alunos(as).
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PLANO DE AULA
ANTES DA AULA
👉 Vejam estas sugestões abaixo:
Prof. É inegável o senhorio de Cristo sobre a Sua igreja. 
Paulo, quando fala de muitos membros (1Co 12.20), está se referindo aos que existem no corpo de Cristo, ele afirma que Deus colocou os membros no corpo "cada um deles como quis",1Co 12.18. O verbo grego "tithemi" dá ideia de colocar no lugar apropriado, externando que não existe coincidência no corpo de Cristo; assim, o propósito estabelecido por Deus é colocar cada membro no seu devido lugar. Notemos bem que Deus, em Sua Sabedoria e Onisciência, sabe as potencialidades e as fragilidades de cada membro, por isso, como Senhor da igreja, estabelece cada um no seu devido lugar. É necessário entender que, no corpo de Cristo, nenhum membro sobrevive sem a interdependência do outro, pois somos extensão uns dos outros. Sendo Cristo a cabeça da Igreja (Ef 4.15), o comando precisa vir dEle, porque é do cérebro que vêm os estímulos, para que os membros exerçam suas funções para o crescimento do corpo.

 Momento do louvor
Movimente-se cante com alegria .
Ensine como devemos adorar a Deus e porque devemos.
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Presença/Grupo nova dimensão


É Só Chamar pelo Seu Nome/Grupo nova dimensão


Sarah Farias - O Rosto de Cristo (Live Session)


Jesus Cristo Mudou Meu Viver 

•Tenha todo o material da aula à mão para que não haja interrupções.

· Receba seus alunos com muito amor e alegria. Aqueles que tem faltado, mostre o quanto faz falta. O quanto é especial.

- Perguntem como passaram a semana.

- Escutem atentamente o que eles falam.

- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.

- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um. 
Ore com sua turma por sua aula. 
Observe se á algum pedido especial, pois as vezes pode ter acontecido algo com eles, e a sua oração, será aquilo que pode deixar tranquilo e confiante em Deus.
💨 Trabalhem os pontos levantados na lição sempre de forma participativa e contextualizada.
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Tenham uma excelente e produtiva aula!
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TEXTO DE REFERÊNCIA:
  1Coríntios 12.12-31
12 Porque, assim como o corpo é um, e tem muitos membros, e todos os membros, sendo muitos, são um só corpo, assim é Cristo também.

13 Pois todos nós fomos batizados em um Espírito, formando um corpo, quer judeus, quer gregos, quer servos, quer livres, e todos temos bebido de um Espírito.

14 Porque também o corpo não é um só membro, mas muitos.

15 Se o pé disser: Porque não sou mão, não sou do corpo; não será por isso do corpo?

16 E se a orelha disser: Porque não sou olho não sou do corpo; não será por isso do corpo?

17 Se todo o corpo fosse olho, onde estaria o ouvido? Se todo fosse ouvido, onde estaria o olfato?

18 Mas agora Deus colocou os membros no corpo, cada um deles como quis.

19 E, se todos fossem um só membro, onde estaria o corpo?

20 Assim, pois, há muitos membros, mas um corpo.

21 E o olho não pode dizer à mão: Não tenho necessidade de ti; nem ainda a cabeça aos pés: Não tenho necessidade de vós.

22 Antes, os membros do corpo que parecem ser os mais fracos são necessários;

23 E os que reputamos serem menos honrosos no corpo, a esses honramos muito mais; e aos que em nós são menos decorosos damos muito mais honra.

24 Porque os que em nós são mais nobres não têm necessidade disso, mas Deus assim formou o corpo, dando muito mais honra ao que tinha falta dela;

25 Para que não haja divisão no corpo, mas antes tenham os membros igual cuidado uns dos outros.

26 De maneira que, se um membro padece, todos os membros padecem com ele; e, se um membro é honrado, todos os membros se regozijam com ele.

27 Ora, vós sois o corpo de Cristo, e seus membros em particular.

28 E a uns pôs Deus na igreja, primeiramente apóstolos, em segundo lugar profetas, em terceiro doutores, depois milagres, depois dons de curar, socorros, governos, variedades de línguas.

29 Porventura são todos apóstolos? são todos profetas? são todos doutores? são todos operadores de milagres?

30 Têm todos o dom de curar? falam todos diversas línguas? interpretam todos?

31 Portanto, procurai com zelo os melhores dons; e eu vos mostrarei um caminho mais excelente.


VERSÍCULO DO DIA
Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela.
  Mateus 16.18

OBJETIVOS DA LIÇÃO
- Reconhecer o senhorio de Cristo sobre a Igreja.
- Identificar que Cristo age no seio da Igreja.
- Compreender que Deus galardoará Seus santos.


VERDADE APLICADA
Jesus estabeleceu a Igreja, e como Seu Senhor, outorgou-lhe autoridade e poder para que seja Sua representante na terra.


🙏
MOMENTO DE ORAÇÃO
Oremos para que os cristãos preguem o Evangelho com poder e autoridade.


INTRODUÇÃO
A Igreja foi estabelecida nesta terra como representante de Cristo, apesar de todas as perseguições e conspirações do inimigo no decorrer da História. Ela permanece de pé e triunfante, pois Jesus Cristo é o Seu Senhor.


PONTO CHAVE
Os crentes não precisam temer os levantes do inimigo nem as perseguições, pois o Senhor Jesus Cristo é o sustentáculo da Igreja.


1 - ELE ANDA NO MEIO DOS CASTIÇAIS
O Apóstolo João, quando estava na ilha de Patmos, teve uma visão esplendorosa e nela é possível ver o Filho do Homem andando no meio dos sete castiçais de ouro (Ap 1.12-13). Fica claro neste texto que Jesus está no meio da Igreja, como seu Senhor.


1.1. Uma Igreja dirigida por Jesus
Como prometido, Jesus deixou o Seu Espírito para guiar a Igreja após Sua partida (Jo 16.7). Em Atos dos Apóstolos, vemos o Espírito Santo direcionando a greja a enviar missionários (At 13.1-3); alterando o itinerário do Apóstolo Paulo em sua segunda viagem missionária (At 16.6-10). A Igreja tem um Senhor e por isso precisa obedecer às ordens que vem da cabeça, que é Cristo (Ef 5.23). No exercício da vida eclesiástica, não existe lugar para os achismos humanos todas as nossas decisões devem passar pela anuência de Cristo.


1.2. Uma Igreja vitoriosa
Mesmo diante das perseguições enfrentadas no primeiro século da era cristã, quando cristãos foram martirizados em várias partes do mundo, as heresias assolando muitas igrejas que foram berços do cristianismo, como advertido pelo Apóstolo Paulo (1Tm 4.1-5), e o período das trevas com os desvios doutrinários, cismas e a união da igreja com o Estado, a igreja não acabou nem sucumbiu a isto; antes, seguiu pujante, pois está debaixo de uma promessa maravilhosa: "As portas do inferno não prevalecerão contra ela" (Mt 16.18). Esta Obra não nasceu no coração de homem, mas no coração de Deus, e por isso, mãos humanas não conseguem parar este povo revestido de poder.


REFLETINDO
Quanto mais a igreja é perseguida, mais ela cresce. No passado, o sangue dos mártires serviu de semente para o crescimento. Tertuliano


2 - O COOPERADOR JUNTO AOS DISCÍPULOS

Jesus investiu tempo em Seus discipulos para objetivando treiná-los afim de que continuassem a Obra após a Sua partida. Ele prometeu não deixá-los órfãos, enviando assim o Consolador. O evangelista Mateus registra a promessa de Jesus, quando disse que permaneceria com Seus discípulos até a consumação dos séculos (Mt 28.20).


2.1. A presença de Jesus em Seus discípulos
No Evangelho de Marcos, percebe-se que Jesus cooperava com os discípulos, confirmando a palavra com sinais e milagres (Mc 16.20). Atos dos Apóstolos, sendo um dos maiores relatos bíblicos da igreja no primeiro século da era cristã, evidenciam que, em todos os instantes, Jesus esteve com Seus discípulos, ajudando-os na execução da obra; seja na pregação do Evangelho, presos em cadeias, ou em situações adversas, os discípulos contavam com a presença de Jesus através de Seu Espírito para ajudá-los. Paulo, na ocasião do naufrágio, foi avisado que a embarcação se perderia, mas as vidas seriam poupadas (At 27.23-25). Jesus é Bom e Ele sempre estará conosco!


2.2. Jesus na vida dos mártires

Infelizmente, devido a perseguição, muitos cristãos perderam a vida. O primeiro deles foi Estevão, um dos escolhidos para ser diácono, reconhecido por ser um homem de fé e cheio do Espirito Santo (At 6.5). Durante a sua pregação, os religiosos o acusaram de blasfêmia e começaram a apedrejá-lo, porém Estevão viu os céus abertos e Jesus, que estava à direita de Deus (At 7.55). Assim como aconteceu na vida de Estevão, vários outros santos que morreram diante das feras ou ao fio da espada desfrutaram da presença de Deus. Paulo chegou a dizer que a morte não nos separa do amor de Deus (Rm 8.38-39).


3 - O GALARDOADOR DOS SANTOS
Jesus, como Senhor da Igreja, conhece a obra que cada um desenvolve no Reino, bem como a motivação, por isso Ele galardoará cada um segundo as suas obras (Rm 2.6). Sabendo desta verdade, precisamos abundar na Obra de Deus para recebermos o nosso galardão.


3.1. A certeza do galardão

O Jesus enfatiza para João no livro das Revelações: "Eis que cedo venho, e o meu galardão está comigo, para dar a cada um segundo a sua obra" (Ap 22.12). Esta certeza também foi dita pelo Apostolo Paulo, no fim de sua vida, ao dizer que sua coroa estava esperando por ele (2Tm 4.8). É maravilhoso saber que tudo aquilo que fazemos para Deus terá o seu galardão; o escritor aos Hebreus chega a dizer que Deus não é injusto para se esquecer de nossas obras (Hb 6.10). Por mais que sejamos reconhecidos nesta terra, o reconhecimento na eternidade será infinitamente maior; então, não se iluda com a vida terrena.


3.2. Advertência para não perdermos o nosso galardão
Em nossa vida abundante na Obra de Deus, experimentamos momentos auspiciosos na presença de Deus; acumulando a cada dia mais tesouros e recompensas eternas, mas Jesus nos adverte a vigiar para
não perdermos o nosso galardão (Ap 3.11). João, em sua segunda epistola, diz para cada um cuidar de sua própria vida para não perder o que tem ganhado, mas sim receber inteiro galardão (2Jo 1.8). Não podemos nos estribar em nosso histórico de vida ou pelo tempo que trabalhamos para Deus. Qualquer erro pode colocar tudo a perder, por isso é necessário vigiar, pois o Diabo vive ao derredor buscando a quem possa tragar (1 Pe 5.8). Que Deus nos ajude!


CONCLUSÃO
Como Senhor da Igreja, Jesus nos garante a vitória, independentemente das situações ou circunstâncias em que Sua noiva se encontra.

* Através de Diocleciano, a igreja enfrentou um dos maiores desafios de sua História, porém, com a presença de Jesus, os cristãos venceram e seguiram pujantes. Após um periodo de aproximadamente 300 anos de grande perseguição no Império Romano, foi assinado o Edito de Milão (313 d.C.; encerrando-se as perseguições, pois o Império Romano seria neutro em questão religiosa. Em 380 d.C, através de Teodósio, o Cristianismo foi considerado religião oficial.
* O nosso Senhor nos alistou para uma grande batalha e, com certeza, seremos recompensados pelo excelente trabalho prestado a Ele.
Fonte: Revista Betel Conectar


Jovens: Estudos, Pregações, Lições Bíblicas, Dinâmicas, Subsídios, Pré - aulas: Arquivo



Não dizeis vós que ainda há quatro meses até que venha a ceifa? Eis que eu vos digo: Levantai os vossos olhos, e vede as terras, que já estão brancas para a ceifa.
João 4:35
Volte sempre e traga mais gente se Deus tocar fique com a gente.
Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade. 
2 Timóteo 2.15.
Se é ensinar, haja dedicação ao ensino. Romanos12: 7b.
Seja imitador de Deus.
 
 

Plano de Aula Bíblica Adultos/Betel – Lição 11: O Sermão Profético – Servo revela o futuro

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👉 Lembrem-se de que vocês devem oportunizar a participação do aluno, envolvendo-o através de exemplos e situações próprias de sua idade. Dessa forma, vocês estão contextualizando o tema com a vida do aluno, além de promover uma aprendizagem mais significativa.



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Harpa Cristã - 300 - Nossa Esperança - (com letra)


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TEXTO ÁUREO
Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não passarão.” Marcos 13.31.


VERDADE APLICADA
Todo cristão precisa estar vigilante, orando, perseverando e cumprindo a missão, pois breve Jesus voltará.


OBJETIVOS DA LIÇÃO
- Mostrar que devemos perseverar até o fim.
- Destacar que Jesus virá buscar os escolhidos
- Falar que antes da vinda do Servo surgirão falsos cristãos


TEXTOS DE REFERÊNCIA
Marcos 13. 3-7
3 E, assentando-se ele no monte das Oliveiras, defronte do templo, Pedro, e Tiago, e João, e André lhe perguntaram em particular:

4 Dize-nos quando serão essas coisas e que sinal haverá quando todas elas estiverem para se cumprir.

5 E Jesus, respondendo-lhes, começou a dizer: Olhai que ninguém vos engane,

6 Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos.

7 E, quando ouvirdes de guerras e de rumores de guerras, não vos perturbeis, porque assim deve acontecer; mas ainda não será o fim.

LEITURAS COMPLEMENTARES
SEGUNDA Mc 13.5
Cuidado para não ser enganado.

TERÇA Mc 13.6
Muitos virão dizendo ser o Cristo.

QUARTA Mc 13.10
É preciso pregar o Evangelho.

QUINTA Mc 13.24
Haverá sinais no céu.

SEXTA Mc 13.26
O Filho do Homem virá a qualquer momento.

SÁBADO Mc 13.31 
As palavras do Senhor não passarão.



MOTIVO DE ORAÇÃO
Ore pedindo a Deus para permanecer firme ate o fim.


ESBOÇO DA LIÇÃO
Introdução
1- O Sermão Profético do Servo
2– O Sermão Profético continua
3– A vinda do Filho do Homem
Conclusão.


INTRODUÇÃO
Abordaremos o capítulo 13 de Marcos, onde encontramos o Sermão Profético de Jesus. Veremos o que levou o Servo a proferir o Sermão, a destruição do Templo, a Grande Tribulação, a imprevisibilidade da volta de Jesus aos alertas do Senhor aos Seus discípulos.


PONTO PARTIDA
Devemos estar em constante vigilância.


1- O SERMÃO PROFÉTICO DO SERVO
Próximo ao fim de Sua missão na terra o Servo faria Seu último discurso que ficaria notório como Seu Sermão Profético. Evento este que Ele narrou em uma conversa particular com quatro dos seus discípulos [Mc 13.3]. Nesta conversa Jesus expôs em particularidades como seria o fim dos tempos.


1.1 O início do Sermão Profético.
No capítulo treze do evangelho de Marcos o autor com todo zelo narrou a fala relevante exposta pelo próprio Servo acerca dos dias futuros. Marcos descreve que, ao saírem do templo que Herodes havia construído, um dos Seus discípulos, impressionado com a estrutura da edificação, lhe disse: “(…) Mestre, olha que pedras e que edifícios!” [Mc 13.11]. Jesus respondeu: “(…) Vês estes grandes edifícios? Não ficará pedra sobre pedra que não seja derrubada:’ [Mc 13.2]. Nesta hora o Servo inicia o Seu sermão profético, falando sobre a futura destruição do Templo. Esta profecia se cumpriu em 70 d.C., quando o exercito romano, sob a supervisão de Tito, destruiu a cidade e derrubou o Templo. O historiador Flavio Josefo relata que a destruição do templo foi flagelante para o povo judeu.

Bispo Samuel Ferreira:
O sermão registrado em Lucas 21, como também em Mateus 24 e Marcos 13, e antecedido da afirmação de Jesus de que o templo seria destruído [Lc 21.6].
O evangelho de Mateus registra mais dois aspectos na pergunta dos discípulos, além dos mencionados pelos outros evangelhos:

1) “Quando serão essas coisas?”;
2) “Que sinal haverá da tua vinda?” [Mt 24.3] – enquanto Marcos e Lucas registram: “Que sinal haverá quando isto estiver para acontecer?”;
3)“(Conforme Mateus 24.3) – “E do fim do mundo?” Assim, no corpo do sermão temos informações sobre a destruição do Templo em Jerusalém, período da Grande Tribulação e a segunda vinda de Jesus.


1.2. O primeiro sinal de advertência descrito pelo Servo.
Como podemos observar, os discípulos se aproximam de Jesus para entenderem quando teria início quais seriam os sinais que aconteceriam para que eles pudessem entender sobre a consumação do século [Mc 13.4]. Jesus, então, alertou os discipulos sobre a necessidade de estarem alertas, para que nao fossem enganados: “(…) Olhai que ninguém vos engane, porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; a enganarão a muitos.” [Mc 13.5-6].

Bispo Samuel Ferreira:
“Os três evangelhos registram que o Senhor inicia seu sermão escatológico com uma advertência: Mateus 24.4 (“Acautelai- -vos”); Marcos 13.5 (“Olhai”) e Lucas 21.8 (“Vede”). Tais expressões no grego admitem algumas ideias: “considerar”; “prestar atenção diante de algo”; “citado como forma de cautela, tomar cuidado com”.


1.3. Conflitos entre as nações.
Estudar sobre o sermão profético não para resultar em terror ou deixar que a mente fique inquieta, entretanto, este tema e para despertar-nos para as verdades de que breve Ele regressara e que o Seu povo deve aguarda-Lo, pois Ele assegurou regressar uma segunda vez, para levar todos os salvos para o céu a ajuizar todos os povos [Lc 21.27]. Sobre o tema Marcos menciona a quebra da paz entre as nações quando Jesus discorre a respeito de guerras e rumores de guerras: “E, quando ouvirdes de guerras e de rumores de guerras, não vos perturbeis, porque assim deve acontecer; mas ainda não será o fim.” [Mc 13.7]. Assim entendemos que o princípio de dores será caracterizado por um aumento de embates de todas as ordens.

Warren Wiersbe:
“Jesus também nos adverte a não se deixarem perturbar pelos conflitos políticos entre as nações. O império romano havia desfrutado certa paz por muitos anos, mas tal tranquilidade não seria permanente. Com o declínio do império e o desenvolvimento do nacionalismo, o conflito entre as nações era inevitável. A “Pax Romana” (Paz Romana – grifo nosso) desapareceria de vez:’

* A atenção na fé cristã precisa ser constante. Não temos dúvidas de que devemos permanecer cautelosos quanto a vinda de Cristo, sendo criteriosos com os mentirosos que dizem ser o Cristo a permanecer na vigilância contra os falsos profetas.


2- O SERMÃO PROFÉTICO CONTINUA
Nosso Senhor segue em Sua narrativa, descrevendo o cerco sobre a destruição de Jerusalém. Marcos 13.14 delineia a fala de Jesus discursando sobre a `abominação do assolamento’; se referindo à fala do profeta Daniel [Dn 9.27; 11.31; 12.11].


2.1. É necessário apressar-se.
Assistimos o Servo em Seu ilustre sermão profético tratar sobre os últimos acontecimentos, cujas profecias estavam conectadas com a destruição de Jerusalém pelos romanos no ano 70 d.C. e com o período do Anticristo na Grande Tribulação. Devido a reconhecer a urgência com que o inimigo se aproximava, o Servo orienta dizendo que aqueles que estiverem sobre o telhado, que fujam logo a não entrem em casa para pegar nada [Mc 13.15]; e quem estiver no campo, que não volte atrás a fim de buscar os seus vestidos [Mc 13.16]; seguindo seu discurso, Ele chama atenção para as mulheres grávidas e das mães com criancinhas recém-nascidas naqueles dias [Mc 13.17]. E ainda buscando ensinar de maneira concisa, Jesus orienta a orar a Deus para que isso não aconteça no inverno. Porque, segundo Ele, naqueles dias haverá uma aflição tão grande como nunca existiu desde que Deus criou o mundo.

Warren Wiersbe:
“Jesus adverte, especialmente, os cristãos judeus que estiverem em Jerusalém e na Judéia: “Fujam o mais rápido possível “: Essa mesma advertência valia para a invasão romana de Jerusalém que se daria no ano 70 d.C. (ver Lucas 21.20-24, lembrando que Daniel 9.26 predisse essa invasão). Os acontecimentos de 70 d.C. prefiguram aquilo que acontecera na metade da tribulação:’


2.2. A soberania de Deus.
É interessante observarmos no Sermão Profético aspectos relevantes como a soberania de Deus, Seu governo, Seu poder para “abreviar dias”: Ou seja, tudo está debaixo do governo divino. Ele tem pleno poder sobre todas as situações, inclusive os dias de tribulações, juízos, calamidades. Ele não esquece que tem “escolhidos” Este texto aponta para o cuidado de Deus e Sua atenção e providência para com os Seus. Este texto nos leva a meditar no poder de Deus para intervir em qualquer situação. Tal constatação nos faz descansar, confiar e esperar nAquele que sabe o que está acontecendo e permanece no controle das coisas [Mc 13.231.

Pr. Marcos Sant’Anna (Aperfeiçoamento Cristão, 2018, pp. 135-136) comenta sobre a visão de Joao do trono de Deus, em Apocalipse: “Sim, Satanás luta e ameaça, mas do Seu trono Deus emana ordens, limites e controle sobre o inimigo e os eventos que estavam por vir. Notamos que todas as manifestações estrondosas relatadas a partir do capítulo 6 de Apocalipse estão no pleno controle do que está assentado sobre o trono, o qual foi objeto da primeira visão de Joao ao subir (…)”. Vide alguns textos de Apocalipse que atestam sobre esta verdade do controle, limites e de permissão estabelecidos por Deus: 7.3; 11.7; 12.12; 13.7.


2.3. Acautelai-vos dos falsos profetas.
O Servo é o manancial de toda a verdade [Jo 14.6]; enquanto o diabo aniquila a vida e é o pai da mentira [Jo 8.44]. Assim sendo o diabo tem levantado falsos profetas para desconstruir a verdade do Evangelho e enganar a muitos. Podemos dizer que o ponto de partida para essa reflexão se dá ao lermos a fala do Servo quando diz que se levantaria falsos cristos e falsos profetas [Mc 13.22].

Já no Antigo Testamento lemos que o Senhor já ensinava Seu povo sobre o risco de ser ludibriado por falsos profetas [Dt 13.1-4]. Dentre os seus muitos escritos, lemos de igual modo no Novo Testamento a preocupação de Pedro instruindo a igreja do Senhor acerca do surgimento dos falsos profetas no meio do povo de Deus [2Pe 2.1-3].

* Nossa salvação depende de estarmos vigilantes, para vivermos da forma que o Servo deseja que vivamos, evitando os falsos cristos e falsos profetas, ocupando-nos zelosamente na obra de Deus.


3- A VINDA DO FILHO DO HOMEM
Ao descrever o sermão profético, Marcos afirma que a vinda do Filho do Homem será o apogeu deste evento, além de demonstrar a urgência de estarmos precavidos, a fim de não sermos surpreendidos pela vinda repentina do Servo nas nuvens.


3.1. O tempo da segunda vinda.
O evangelho de Marcos, dentre os seus muitos escritos, nos apresenta no capítulo 13 uma riqueza escatológica. O versículo 32 deste capítulo informa que o Filho de Deus, assumindo Sua forma de Servo, revela não saber o tempo da Sua volta: “Mas, daquele Dia e hora, ninguém sabe, nem os anjos que estão no céu, nem o Filho, senão o Pai’: Para compreendermos essa fala do Servo, podemos dizer que se trata apenas do período em que Ele permaneceu na terra.

O evangelista Joao registra a oração de Jesus pedindo ao Pai que Lhe concedesse a glória que tinha antes de vir ao mundo (o que aponta para a divindade de Jesus). Tal glória envolve, também, pleno conhecimento: “E, agora, glorifica-me tu, ó Pai, junto de ti mesmo, com aquela glória que tinha contigo antes que o mundo existisse:’ [ Jo 17.5].

Manual Bíblico Unger:
“Será que o Filho sabia o tempo de sua segunda vinda? Quanto ao dia e a hora, ninguém sabe, nem os anjos do céu, nem o Filho, senão somente o Pai” [Mt 24.36; Mc 13.32]. Em Marcos, o Senhor assume uma atitude de completa humilhação como servo, e o servo é apropriadamente apresentado como aquele que não conhece os negócios do Senhor [ Jo 15.15]. Depois Jesus, na morte, desfez- -se de sua condição de servo, sendo ressuscitado para a glória, então Ele, o Filho glorificado, tudo sabia, recebendo essa revelação [Ap 1.1]:’


3.2. Precisamos estar alertas em todo tempo.
Em seu discurso apocalíptico o Servo segue dizendo aos seus discípulos: “Olhai, vigiai e orai, porque não sabeis quando chegará o tempo.” [Mc 13.33]. Ainda para compreender a necessidade de estarmos atentos, Ele faz uma comparação sobre este momento narrando que será como um homem que sai de casa a viaja para longe; mas, antes de ir, dar ordens, distribui o trabalho entre os empregados e manda o porteiro ficar de vigia [Mc 13.34]. Pela fala de Jesus percebe-se que devemos estar preparados em todo o momento, para que quando Ele retornar para buscar a Sua Igreja não nos encontre adormecidos.

Como se vê sem embargo no conteúdo, o Servo querendo nos mostrar sobre a necessidade da vigilância narra essa história para que estejamos alertas, pois, não sabemos a hora que Ele vem, se será a tarde, ou a meia-noite, ou de madrugada, ou de manha [Mc 13.35].


3.3 Jesus diz a todos: Vigiai.
O ensino principal de Marcos capítulo treze e vigiar. Podemos ler que Jesus inicia o Seu discurso abordando o fim dos dias falando sobre a importância da vigilância: “E Jesus, respondendo-lhes, começou a dizer: Olhai que ninguém vos engane:’ [Mc 13.5]. Conforme observamos, o evangelista Marcos encerra o capítulo fazendo uso do chamado do Servo a todos sobre a necessidade da vigilância: “E as coisas que vos digo digo-as a todos: Vigiai.” [Mc 13.37]. Reparem que o Servo, ao concluir Seu discurso profético, finaliza com a palavra vigia.

Warren Wiersbe:
Vigiar significa permanecer alerta, em sua melhor postura, desperto. Porque ninguém sabe quando Jesus Cristo voltará. Quando estava aqui na Terra em forma humana, Jesus não sabia o dia nem a hora de sua volta. Nem mesmo os anjos sabem. O mundo incrédulo zomba de nós, pois continuamos apegados a essa “esperança abençoada”; mas Ele voltará conforme prometeu [2Pe 3]. Cabe a cada um permanecer fiel e ocupado, sem especular nem discutir detalhes ocultos da profecia:

* Devemos estar sempre preparados, vigiando e orando em todo tempo, pois não sabemos o dia e a hora da volta de Jesus. Por isso, é importante ficar atento, permanecendo firme, fiel, crendo e perseverando até aquele Grande Dia.


CONCLUSÃO
Que o Espírito Santo continue guiando a Igreja em toda a verdade [Jo 16.13], para não sermos enganados nestes últimos dias a perseverarmos em oração, vigilância e cumprido a missão que o Senhor nos entregou, enquanto aguardamos “a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus a nosso Senhor Jesus Cristo.
Tito 2.13.


Se é ensinar, haja dedicação ao ensino". Rm12 : 7b.
Seja imitador de Deus.
O fim de todas as coisas está próximo. Portanto sejam criteriosos e estejam alertas. (1 Pedro 4.7).
“Deixe o ímpio seu caminho e converta-se ao Senhor.” 
(Isaías 55.7).
“E conheça a verdade e a verdade vai libertar você!”
(João 8.32).

Plano de Aula Bíblica Adultos/ Cpad – Lição 11: O Avivamento e a Missão da Igreja

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PLANO DE AULA
Prof. Estudaremos o quanto o revestimento de poder advindo do Espírito Santo foi o propulsor da massiva salvação e evangelização pela Igreja do Primeiro Século, deixando-nos mo­delo de busca espiritual e dedicação a “Grande Comissão”. Uma característica comum a todos os cristãos avivados é, de fato, o comprometimento com Cristo e com a missão dada por Ele de fazer discípulos. O amor, a alegria e a gratidão por tão grande salvação impulsionam a busca do Espírito que, uma vez derramado, repercute uma vida completamente transformada. O fervor na busca pelo Consolador caminha junto ao fervor na busca pelas almas perdidas, pois essa é a maior missão da Igreja de Cristo.

APRESENTAÇÃO DA LIÇÃO
A) Objetivos da Lição:
I) Conhecer as características que evidenciam o avivamento da Igreja Primitiva;
II) Conscientizar de que o avivamento espiritual é indispensável para proclamar o Evangelho sob o poder do alto;
III) Explicar que o genuíno avivamento repercute em evangelismo e missões, juntamente com a manifestação dos dons e poder do Espírito Santo.

B) Motivação:
Como bem sabemos, os discípulos custaram a crer que o Mestre havia ressuscitado; encontravam-se por demais dispersos e desanimados. Quantos discípulos de Jesus também não se encontram assim, hoje, dentro das igrejas? Muitos até trabalham na obra, porém, estão sem a chama do primeiro amor, a alegria e o entusiasmo que tinham quando receberam o Santo Espírito. Vigiemos e oremos a fim de que o desânimo e as distrações com os cuidados desta vida não sejam capazes de minar a nossa sede e fervor tanto na busca por Cristo quanto pela salvação dos perdidos.

C) Sugestão de Método:
Previamente, selecione entre os membros de sua classe ou igreja um voluntário para contar um testemunho impactante de evangelização. Se possível, una o relato tanto do evangelista quanto do evangelizado. Evidentemente, estipule um tempo objetivo para isso. Estimule a todos em classe a também recordarem testemunhos pessoais e da imensa alegria de ganhar uma alma para Cristo. Por fim, peça que leiam Isaías 52.7,8 e clamem, a fim de que sejam “atalaias” de Deus nesta geração.

CONCLUSÃO DA LIÇÃO
A) Aplicação: 
Após enfatizar que o avivamento espiritual é indispensável para proclamação eficaz do Evange­lho de poder neste mundo incrédulo, proponha a seguinte reflexão: Você tem buscado mais do Espírito Santo para exercer a Grande Comissão? Tern investido tempo e esforço no cumprimento da principal missão deixada por Cristo à Igreja?

SUBSÍDIO AO PROFESSOR
A) Revista Ensinador Cristão. 
Vale a pena conhecer essa revista que traz reportagens, artigos, entrevistas e subsídio de apoio a Lições Bíblicas Adultos. Na edição 92, p.41, você encontrará um subsídio especial para esta lição.

B) Auxílios Especiais:
Ao final do tópico, você encontrará auxílios que darão suporte na preparac;ao de sua aula:
1) Para aprofundar o segundo tópico, o texto “O poder do Alto para evangelizar” demonstra, com base em Atos 1.8, que precisamos ser revestidos do poder do Espírito para testemunhar de Cristo até os confins da terra;
2) Para aprofundar o terceiro tópico, o texto “Ganhar almas é a missão suprema de todo discípulo de Cristo” enfatiza que a “Grande Comissão” e para todos os salvos, pois ganhar almas foi a principal tarefa do Senhor Jesus aqui na terra (Lc 19.10).

Cante:
Movimente-se cante com alegria .
Ensine como devemos adorar a Deus e porque devemos.
Crédito endereço na descrição dos vídeos:
Créditos na descrições dos vídeos abaixo:
Harpa Cristã Hino 430 Evangleho da Salvação


À BEIRA DA ESTRADA-449 HARPA CRISTÃ-Carlos José LEGENDADO


SENHOR, OS MENSAGEIROS TEUS - 604. HARPA CRISTÃ - (CIFRADO) - CARLOS JOSÉ

•Tenha todo o material da aula à mão para que não haja interrupções.

· Receba seus alunos com muito amor e alegria. Aqueles que tem faltado, mostre o quanto faz falta. O quanto é especial.

- Perguntem como passaram a semana.

- Escutem atentamente o que eles falam.

- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.

- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.

  
Ore com sua turma por sua aula.
Observe se á algum pedido especial, pois as vezes pode ter acontecido algo com eles, e a sua oração, será aquilo que pode deixar tranquilo e confiante em Deus.
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👉 Apresentem o título da lição:
O Avivamento na Vida Pessoal
Tenham uma excelente e produtiva aula!
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Para iniciar utilizem a:
Dinâmica: O Resgate
Objetivo: 
Exemplificar o ato de evangelizar e refletir sobre os resultados.

Material:
Lanternas, velas ou isqueiros para uma parte da turma (grupo 01).

TNT preto em tiras para vendar os olhos de alguns alunos (grupo 02).

Procedimento:
- Após trabalhar o conteúdo da lição, dividam a turma em dois grupos.
O grupo 01 representará aquelas pessoas que já ingressaram no Reino de Deus, isto é, ouviram e aceitaram Sua palavra. Para este grupo, entreguem uma lanterna, vela ou isqueiros.

O grupo 02 representará aquelas pessoas que estão no reino das trevas. Para cada aluno entreguem uma faixa de TNT de cor preta.

- Façam as explicações expostas no item acima para os alunos.

- Apontando para o grupo 01, leiam Cl 1.12 a 14. Então, peçam aos alunos deste grupo para que acendam as lanternas, velas ou isqueiros.

- Agora, apontando para o grupo 02, leiam II Co 4.4. Solicitem para que os seus componentes coloquem a venda(TNT preto) sobre os olhos.

- Em seguida, perguntem para o grupo 01: O que podemos fazer para resgatar aqueles que estão no reino das trevas?

Certamente as respostas serão dirigidas para o evangelismo, a propagação da mensagem de salvação.

- Então, solicitem para que os membros grupo 01, com suas lanternas acesas, cheguem até o grupo 02 e falem da mensagem do Evangelho.

Observação muito importante: Combinem previamente com o grupo 02, para que alguns aceitem e outros não aceitem a mensagem de salvação. O grupo 01 não deverá saber desse combinado.

- Aqueles que aceitarem deverão retirar a venda dos olhos e entrar no Reino de Deus, isto é, no grupo 01.

- Concluam, falando que devemos ser evangelizadores e que não estamos sozinhos, pois temos a ajuda do Espírito Santo.Reflitam ainda sobre os resultados da evangelização. Leiam Rm 10.14.
Fonte da dinâmica por Sulamita Macêdo /Blogatitudedeaprendizblogspot.com.

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TEXTO ÁUREO
E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado.
Marcos 16.15-16.


VERDADE PRÁTICA
Neste tempo marcado pela falta de fé, a Igreja só pode cumprir a sua missão se estiver imersa no avivamento espiritual.


LEITURA DIÁRIA
Segunda – Rm 1.16
O Evangelho e o poder de Deus para a salvação de todo o que crer.

Terça – Mc 16.20
Deus confirma a pregação do Evangelho com sinais e milagres.

Quarta – 2 Co 11.4
Não devemos pregar “outro evangelho.

Quinta – Mt 11.5
Jesus e os pobres no anúncio do Evangelho.

Sexta – 1 Co 2.4
Evangelizar em demonstração do Espírito e de poder.

Sábado – 2 Tm 4.2
Pregando “a tempo e fora de tempo.


LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Marcos 16.14-20
14- Finalmente apareceu aos onze, estando eles assentados juntamente, e lançou-lhes em rosto a sua incredulidade e dureza de coração, por não haverem crido nos que o tinham visto já ressuscitado.

15- E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura.

16- Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado.

17- E estes sinais seguirão aos que crerem: em meu nome, expulsarão demônios; falarão novas Línguas;

18- Pegarão nas serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e imporão as mãos sobre os enfermos e os curarão.

19- Ora, o Senhor, depois de lhes ter falado, foi recebido no céu e assentou-se à direita de Deus.

20- E eles, tendo partido, pregaram por todas as partes, cooperando com eles o Senhor e confirmando a palavra com os sinais que se seguiram. Amém!





INTRODUÇÃO
Neste trimestre, vimos que, nos seus primórdios, a Igreja era conhecida pelo seu dinamismo na evangelização, no discipulado e no cuidado com os neces­sitados como resultado do grande avivamento produzido pelo Espírito Santo. Depois que foram revestidos do poder, os discípulos nunca mais foram os mesmos. Eles receberam mais poder para cumprir o mandato de Jesus. Hoje, mais do que nunca, as igrejas cristãs precisam do avivamento espiritual para proclamar o Evangelho de Cristo no mundo que está em rebeldia contra Deus.


PALAVRA-CHAVE:
MISSÃO


I- O AVIVAMENTO APÓS A RESSURREIÇÃO DE CRISTO
1- O desânimo dos discípulos. 
Depois da sua ressurreição, Jesus se apresentou triunfante e glorioso perante seus discípulos que estavam desanimados, incrédulos, como se estivessem órfãos, abandonados. Ao ouvirem o testemunho de Maria Madalena, que estivera no túmulo de Jesus, e constatado que Ele havia ressuscitado, eles simplesmente não creram. Estavam completamente desolados (Mc 16.10-13).


2- A aparição de Jesus aos discípulos.
Após haver ressuscitado, ante o clima de incredulidade que dominou a mente dos discípulos, Jesus apareceu aos onze que estavam reunidos e com medo dos líderes judeus. Jesus lhes disse: “Paz seja convosco” (Lc 24.36). Eles pensavam que “viam algum espírito” (Lc 26.37); até que Jesus lhes mostrou as mãos e os pés perfurados (Lc 26.40). Mesmo assim, eles não creram que era Cristo ressuscitado (Lc 26.41).


3- O avivamento após a ressurrei­ção.
Depois da ressurreição, Jesus deu aos discípulos o mandato da “Grande Comissão”: E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado (Mc 16.15,16). Naquela ocasião, Jesus prometeu que sinais e milagres autenticariam seu ministério (Mc 16.17).

Esses sinais estão à disposição de todos os que creem, em todos os tempos e lugares. Depois do Pentecostes, os discípulos pregaram com unção, expulsaram demônios e curaram enfermos (At 3.6-10; 5.15,16; 8.7- 8). Paulo e Silas foram poderosamente usados por Deus (At 16.14,15). Filipe curou muitos enfermos (At 8.617). Desse modo, vários outros fatos demonstraram que a Igreja de Jesus receberá o avivamento espiritual, indispensável para proclamar o Evangelho sob o Poder do Alto (At 9-34-42; 14.8-10).


SINOPSE I
A transformação dos discípulos após o revestimento de poder.


AMPLIANDO O CONHECIMENTO
“DÁ-ME O PAÍS”
Que as nossas armas sejam as de John Knox. Este bravo campeão de Deus logrou alterar não apenas a política, como a própria história de seu país. Que segredo detinha Knox? Oração e confiança irrestrita na intervenção divina no curso natural dos negócios humanos. Nas caladas de sua aflição, orava: ‘Senhor, dê-me a Escócia senão morrerei! Dá-me a Escócia, senão morrerei!”‘. Amplie mais o seu conhecimento, lendo a obra Fundamentos Bíblicos de um Autêntico Avivamento, editada pela CPAD, pp.174,75.


II- O AVIVAMENTO NA MISSÃO DA IGREJA LOCAL
1- O avivamento nas missões locais.
O avivamento espiritual, como consequência do Pentecostes, produziu uma chama nos corações dos seguidores de Jesus. Mesmo com perseguições, os apóstolos pregaram ousadamente o Evangelho de Jesus Cristo, começando por Jerusalém. Eles foram perseguidos e presos por terem proclamado a doutrina de Cristo na Cidade Santa, mas foram libertos pelo poder de Deus e continuaram a proclamar o Evangelho (At 5.27-29,42).

Este é o modelo de evangelização dinâmica local: não só pregar dentro das quatro paredes dos templos, mas realizar a evangelização pessoal nas casas e nos bairros. A igreja avivada Apresenta sinais de que o Pentecostes está ativo em sua prática missionária. Há uma demonstração de que os dons espirituais estão ativos na sua vida e o amor pela pregação do Evangelho de Jesus se faz notório.


2- O avivamento nas missões regionais.
- Podemos dizer que a missão regional é aquela realizada em locais mais distantes do centro de ação inicial. Num estado brasileiro há diversos municípios ou cidades do interior. São as nossas “judeias e samarias” a serem alcançadas pelo trabalho de evangeliza­ção. Depois de impactar Jerusalém com a mensagem do Evangelho, os discípulos a levaram a muitos outros lugares (At 8.1,4,14; Mt 10.23).


3- Missões regionais atualmente.
Nos dias de hoje, esperamos que Deus desperte as igrejas locais em centros metropolitanos, em cidades de porte médio e em municípios de pequeno porte para evangelizarem, cumprindo a “grande comissão” de Jesus. Que isso aconteça sem que seja necessário haver perseguições a fim de despertarmos para a obra de Deus.

Ora, ainda desfrutamos de liberdade constitucional para expressar nossa fé e proclamar o Evangelho a toda a criatura, em todos os lugares, estados, cidades e distritos. Oremos para que o Brasil seja de fato uma nação que se renda a Cristo!


SINOPSE II
Uma igreja avivada demonstra que o Pentecostes está ativo em sua prática missionária.


AUXÍLIO TEOLÓGICO
O PODER DO ALTO PARA EVANGELIZAR
Nos círculos pentecostais, nenhum aspecto dos propósitos do batismo no Espírito têm recebido mais atenção do que a sua utilização para a evangelização do mundo. Isso é firmemente baseado em Atos 1.8: ‘Recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra’.

O livro de Atos é um comentário desses dois temas relacionados, que os discípulos receberiam poder quando o Espírito viesse sobre eles e de que eles seriam testemunhas de Jesus para todo o mundo. Quando Jesus disse aos seus discípulos que eles seriam suas ‘testemunhas’, o pensamento não é tanto que seriam seus representantes, embora isso seja verdade, mas sim que iriam atestar a sua ressurreição. A ideia do testemunho ocorre ao longo do livro de Atos; ela é aplicada geralmente aos discípulos (1.8,22; 2.32; 3.15; 5-32; 10.39,41; 13.31) e especificamente a Estevão (22.20) e a Paulo (22.15; 26.16).

A evangelização mundial pelos pentecostais, que aconteceu no século XX, é um testemunho da realidade da experiência pentecostal. Infelizmente, alguns historiadores e missiologistas da igreja moderna foram lentos ao reconhecer a tremenda contribuição do movimento pentecostal com relação à propagação do evangelho por todo o mundo” (PALMA, A. D. O Batismo no Espírito Santo e Com Fogo: Os Fundamentos e a Atualidade da Doutrina Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 2002, pp.86-87).


III- O AVIVAMENTO E AS MISSÕES TRANSCULTURAIS
Em Atos 1.8 Jesus disse que seus discípulos haveriam de levar sua mensagem “[…] até aos confins da terra”. Eles ganharam almas para Cristo, e abriram igrejas na Fenícia, em Chipre e em Antioquia (At 11.19).


1- Primeira igreja missionária.
A igreja em Antioquia já realizava as missões locais, ou missões urbanas, e muitas pessoas aceitaram a Cristo como Salvador (At 11.20,21). Por causa do crescimento da igreja em Antioquia, os discípulos mandaram para lá Barnabé. Aquela igreja tornou-se a primeira igreja missionária. Barnabé e Saulo foram os primeiros missionários, enviados para as missões transculturais (At 13.1-3). Foi através de Paulo que a Europa pré-cristã se tornou um continente cristão. Como vimos, em lição anterior, Deus levantou homens na unção do Espírito Santo para evangelizar o velho continente.


2- Evangelização e decadência espi­ritual da Europa.
A partir da Europa, o Evangelho espalhou-se para o mundo, chegando à América com os Peregrinos; alcançou a África, onde se destacou David Livingstone, de 1841 a 1873, ganhando muitas almas para o Reino de Deus. Foram movimentos espirituais tão extraordinários que se espalharam para outras partes. Hudson Taylor foi missionário na China, de 1853 a 1905; e houve outros missionários que deram suas vidas a obra missionária trans­cultural, a partir da Europa.

Por falta de amor e interesse pela evangelização constante e intensiva, a Europa, que deu tantos missionários ao mundo, se transformou em pós cristã, tornando-se um dos lugares mais carentes do Evangelho de Cristo no mundo. Os crentes se acomodaram, deixaram de buscar o avivamento espiritual, conforme diz a Palavra de Deus (2 Cr 7.14). Há países no velho continente em que nem 5% das pessoas frequentam qualquer igreja.


3- Clamor pelo avivamento espiritual.
As missões transculturais são as atividades missionárias que cumprem a última etapa da missão da Igreja: “até aos confins da terra” (At 1.8). Elas concretizam o ide imperativo de Jesus, que ordenou seus discípulos a irem “por todo o mundo” e pregarem “o evangelho a toda a criatura”. Esse objetivo missionário só pode ser alcançado se houver um avivamento espiritual em todas as igrejas, a começar pelos pastores, líderes ou dirigentes. Que Deus reavive sua obra em todo o mundo. Oremos, como Habacuque: “Ouvi, Senhor, a tua palavra e temi; aviva, ó Senhor, a tua obra no meio dos anos, no meio dos anos a notifica; na ira lembra-te da misericórdia” (Hc 3.2).


SINOPSE III
O avivamento é crucial para levar o Evangelho “até aos confins da terra.


AUXÍLIO TEOLÓGICO
GANHAR ALMAS É A MISS.AO SUPREMA DE TODO DISCÍPULO DE CRISTO
Evangelismo pessoal e a obra de falar de Cristo aos perdidos individualmente: e levá-los ao Salvador (Jo 1.41,42; At 8.30). A importância do evangelismo pessoal vê-se no fato de que a evangelização dos pecadores foi o último assunto de Jesus aos discípulos antes de ascender ao céu.

Nessa ocasião, Ele ordenou a Igreja o encargo da evangelização do mundo (Mc 16.15). O alvo do evangelismo pessoal é tríplice: salvar os perdidos, restaurar os desviados e edificar os crentes. Ganhar almas foi a suprema tarefa do Senhor Jesus aqui na terra (Lc 19.10). Paulo, o grande homem de Deus, do Novo Testamento, tinha o mesmo alvo e visão (1Co 9.20). Uma grande parte dos crentes pensa que a obra de ganhar almas para Jesus e para os pregadores, pastores e obreiros em geral osntentam-se em, comodamente sentados, ouvir os sermões, culto após culto, enquanto os campos estão brancos para a ceifa, como disse o Senhor da seara (Jo 4.35). O ‘ide’ de Jesus para irmos aos perdidos (Mc 16.15), não é dirigido a um grupo especial de salvos, mas a todos, indistintamente, como bem revela o texto citado. Portanto, a evangelização dos pecadores pertence a todos OS salvos” (GILBERTO, Antônio. Prática do Evangelismo Pessoal. 1. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1983, p.10).


CONCLUSÃO
Os cristãos avivados demonstram compromisso com Deus, com Cristo, e com a missão da Igreja. Eles têm amor pela obra de Deus e cooperam com a evangelização local, regional e transcultural. Em várias igrejas cristãs, mesmo no século da falta de fé, há demonstrações de avivamento espiritual, com a manifestação dos dons do Espírito Santo e o fervor na busca pelas almas perdidas. Essa é a missão maior da Igreja do Senhor Jesus Cristo.


REVISANDO O CONTEÚDO
1- Como os discípulos estavam diante de Jesus triunfante e glorioso?
R. Jesus se apresentou triunfante e glorioso perante seus discípulos, que estavam desanimados, incrédulos, como se estivessem órfãos, abandonados.



2- Que mandato o Senhor Jesus deu aos discípulos?
R. Depois da ressurreição, Jesus deu aos discípulos o mandato da “grande comissão”.



3- Qual é o modelo de evangelização dinâmica local?
R. Esse é o modelo de evangelização dinâmica: não só pregar dentro das quatro paredes dos templos, mas o de realizar a evangelização pessoal nas casas e nos bairros.



4- O que são missões regionais?
R. Podemos dizer que a missão regional é aquela realizada em locais mais distantes do centro de acao inicial. Num estado brasileiro, ou de outro país, há diversos municípios ou cidades do interior.



5- O que são missões transculturais?
R. As missões transculturais são as atividades missionárias que cumprem a última etapa da missão da Igreja: “até aos confins da terra” (At 1.8).




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Não dizeis vós que ainda há quatro meses até que venha a ceifa? Eis que eu vos digo: Levantai os vossos olhos, e vede as terras, que já estão brancas para a ceifa.
João 4:35.
Volte sempre e traga mais gente se Deus tocar fique com a gente.
Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.
2 Timóteo 2.15.