12 de agosto de 2022

Plano de Aula Bíblica Adultos/Betel – Lição 07: A Coerência entre a Vida Interior e a Prática Externa

✋ A paz do Senhor Jesus Cristo a todos que amam a palavra de Deus, sejam muito bem vindos.
O amor é maior motivação de nosso compromisso com Deus.
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O conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação da vida de seus alunos e isso é importante. procure ser criativo na exposição da aula.
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Ensine como devemos adorar a Deus e porque devemos.
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HARPA CRISTÃ: Saudosa Lembrança 2


Ó DESCE FOGO SANTO - 05 HARPA CRISTÃ - -Carlos José


HINO 526 HARPA CRISTÃ - GRANDIOSO ÉS TU

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Observe se á algum pedido especial, pois as vezes pode ter acontecido algo com eles, e a sua oração, será aquilo que pode deixar tranquilo e confiante em Deus.
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TEXTO ÁUREO 
  Colossenses 3.23
E tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como ao Senhor, e não aos homens.


VERDADE APLICADA
É preciso ter sempre em mente que Deus está atento às nossas ações e motivações e que nada está encoberto diante dEle.


OBJETIVOS DA LIÇÃO
- Ensinar que Deus sabe a intenção do nosso coração
- Mostrar a pretenciosa oração dos hipócritas.
- Apresentar a forma correta do jejum ensinado por Jesus.


TEXTOS DE REFERÊNCIA
  Mateus 6. 1-2,5
01- Guardai-vos de fazer a vossa esmola diante dos homens, para serdes vistos por eles; aliás, não tereis galardão junto de vosso Pai, que está nos céus.

02- Quando, pois, deres esmola, não faças tocar trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem glorificados pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão.

05- E, quando orares, não sejas como os hipócritas, pois se comprazem em orar em pé nas sinagogas e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão.


  LEITURAS COMPLEMENTARES
SEGUNDA / Sl 139.1-16
A onipresença e a onipotência de Deus.

TERÇA / Mt 23.13-30
Jesus censura os escribas e fariseus.

QUARTA / Lc 18.1-8
A parábola do juiz iníquo.

QUINTA / 1Co 13
A suprema excelência da caridade.

SEXTA / Ef 6.6-7
Não devemos servir para agradar aos homens.

SÁBADO /1Ts 2.4
Deus prova os nossos corações.


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MOTIVOS DE ORAÇÃO
Ore para que possamos aprender a ofertar, orar e jejuar corretamente.


ESBOÇO DA LIÇÃO
Introdução
1– A justiça operada pela falsa motivação
2– A pretenciosa oração dos hipócritas
3– A prática do jejum
Conclusão


INTRODUÇÃO
Jesus menciona três ações comuns a todo cristão: dar aos necessitados, jejuar e orar. Em todos os três casos, Ele nos leva a meditar sobre a intenção do coração: se fazemos para sermos vistos e elogiados pelos homens ou por fé e amor a Deus.


PONTO DE PARTIDA
Devemos agradar a Deus e não aos homens.


1- A JUSTIÇA OPERADA PELA FALSA MOTIVAÇÃO
Jesus condenou a atitude hipócrita de homens que, sob o disfarce de glorificar a Deus, buscavam a glória para si mesmos.


1.1. Agradando a Deus e não aos homens.

Jesus chama a atenção sobre a maneira disfarçada de servir ao próximo, que não basta apenas fazer algo bom. Mas algo cuja intenção do coração esteja centrada em Deus [Pv 14.33]. Ele destaca a diferença entre fazer as coisas para ser visto e elogiado pelos homens ou movido pelo amor e pela fé em Deus [Mt 6.1]. O grande ensinamento aqui é que a motivação é tão importante quanto a ação. Uma boa ação deve ser precedida por uma boa motivação para que seja eficaz para os outros e para aqueles que a oferecem. Qualquer motivação que não seja o amor, não terá sentido ou valor algum para Deus [1Co 13.3; Ef 6.6-7; 1Ts 2.4].

* Jesus espera que realizemos “obras de justiça”, não para entrar no reino ou para ganhar uma posição especial diante do Pai, mas como atos deliberados para conformar a expressão externa de nossas vidas ao trabalho realizado por Deus dentro de nossos corações [Cl 3.23]. Quando doamos qualquer coisa para uma pessoa ou para a obra de Deus, pensando em fazer o melhor para Deus, em gratidão por tudo que o Senhor tem feito por nós, expressamos em atitudes a transformação já realizada em nossas vidas [Mt 11.29].


1.2. A verdadeira e a falsa piedade.
Jesus traça um paralelo entre a verdadeira e a falsa piedade, que é apenas hipocrisia. Os hipócritas eram verdadeiros atores. Eles se apresentavam para serem vistos e aclamados pelo povo. Na declaração feita por Jesus vemos manifesta a verdadeira atitude de seus corações. Eles não ofertavam ao povo porque eram apenas generosos, eles o faziam para receber honra da parte daqueles a quem ofertavam. Suas boas obras tinham uma única finalidade: o reconhecimento público. Jesus disse que esse tipo de atitude produz apenas o reconhecimento humano e que, ao soarem as trombetas para que fossem notados pelos homens, já haviam recebido aqui mesmo seus galardões [Mt 6.1-2].

*A palavra grega usada por Mateus é “hypokritai”, ela aparece nos versículos 2, 5 e 16. Era um termo usado no teatro grego e denota o ator por trás de uma máscara. Em Mateus 23.13-30, Jesus usa a mesma palavra e ideia em várias descrições da piedade dos fariseus. Ele define o ensino farisaico e a piedade como “hipocrisia”. Eles agiam de modo mascarado para ganhar o favor do povo, e não como um ato genuíno de adoração a Deus em rendição incondicional.


1.3. Ofertando em secreto.
Jesus apresentou como pode haver uma motivação falsa diante de uma atitude aparentemente sã. Revelou também que existe por parte de Deus uma recompensa para aqueles que doam pensando em fazer o melhor para Deus e para seu semelhante [Mt 6.2-3]. Jesus disse que o secreto revela o secreto. Disse que o Pai vê aquilo que secretamente fazemos e a forma como fazemos. Declarou que ao fazermos apenas para Ele, e não para sermos vistos pelas pessoas, Ele nos recompensará publicamente. Ou seja, o efeito que os hipócritas buscavam alcançar agindo de modo errôneo, Deus nos oferece gratuitamente quando agimos de boa vontade para com o próximo [Mt 6.3].

*
Jesus ensina, assim, que o “Pai” está observando e valoriza mais a qualidade de nosso serviço e não tanto a quantidade. Para Deus, a intenção é fundamental. Devemos ter em mente que estamos tratando com um Deus que prescruta o coração e sabe todas as coisas [Sl 139.1-16]. O que realmente é importante para Deus é a natureza dos motivos. Não existe galardão algum quando realizamos a obra divina por motivos egoístas ou para causar boas impressões diante das pessoas, pois a verdadeira justiça deve fluir de nosso interior [Mt 6.1].

*
Jesus condenou a atitude hipócrita de homens que, sob o disfarce de glorificar a Deus, buscavam a glória para si mesmos.


2- A PRETENCIOSA ORAÇÃO DOS HIPÓCRITAS
A segunda ação mencionada por Jesus é a oração, cujo foco está na intimidade e na comunhão com Deus. Ele assinala que a oração pode deixar de ser um verdadeiro ato de devoção e se tornar uma forma de hipocrisia quando o ato externo esconde motivos corruptos [Mt 6.5].


2.1. A maneira incorreta de orar.
Jesus ensina que toda oração autêntica deve ser dirigida a Deus. Quando chegava a hora estabelecida para a oração, os judeus piedosos deixavam o que estavam fazendo e oravam. Isso poderia ser feito discretamente ou com uma exibição pretensiosa. Algumas pessoas buscavam estar em um lugar onde suas presenças fossem notadas, como a sinagoga ou a esquina de uma praça. Nestes casos, a motivação interior dessas orações públicas era o reconhecimento e o elogio de sua devoção, o qual carece de valor diante de Deus [Mt 23.5-7]. Esta classe de oração hipócrita também recebe a mesma recompensa que as esmolas: o louvor do povo. Em contraste, Jesus orienta Seus discípulos a orarem em secreto [Mt 6.5-6].

* Em contraste com a ostentação pública por parte dos hipócritas, Jesus recomenda que procuremos um lugar privado, secreto, onde somente Deus nos observe. O fato de eles orarem neste ou naquele lugar, ou em pé, não era tão importante, Sua instrução era para que Seus discípulos não orassem como os hipócritas, cujo objetivo era chamar a atenção e o aplauso da multidão [Mt 6.5; 23.3]. Eles não apenas oravam na rua, mas andavam para chegar à esquina das ruas mais importantes bem na hora definida para orar. Como grandes atores, eles fizeram das ruas e sinagogas seus “teatros” [Mt 23.7].


2.2. Orando ao Pai em secreto.

A oração deve ser caracterizada por sua simplicidade. Aqui somos informados de que a oração é um assunto que diz respeito apenas a nós e a Deus. Jesus falou para entrar no quarto, fechar a porta e orar ao Pai que está em secreto [Mt 6.6]. Essa é a maneira correta de chegar-se a Deus em oração. Desta forma, o cristão expõe sua fé, devoção, confiança e amor diante de Deus e é recompensado pelo Senhor. Da mesma forma que Jesus apresenta uma recompensa para aquele que dá, apresenta ao que ora. As vitórias que se materializam no mundo físico sempre passam por um período secreto na presença de Deus [Hb 11.6].

* Jesus estabelece a grande regra para a oração. Insiste em que toda autêntica oração deve ser oferecida a Deus. A falha das orações dos judeus que Jesus criticava é que tinham o propósito de serem vistas pelos homens [Mt 6.5]. A oração secreta foi o diferencial na vida de muitos avivalistas do passado. Homens como: William Seymour, Hudson Taylor, John Wesley, Charles Finney, Moody, Jonathan Edwards, Gunnar Vingren e Daniel Berg, tinham a mesma coisa em comum, a oração. Seus momentos em secreto revelaram um Deus poderoso, salvador e envolvente.


2.3. Orando sem vãs repetições.
Nos versículos 7 e 8, Jesus aponta uma prática ineficaz e inaceitável para Deus na oração: a repetição vã. A razão é que oramos a um Deus que já sabe tudo e está predisposto para nos ouvir e ajudar. Jesus não proíbe a repetição de uma oração. Ele orou três vezes no Jardim do Getsêmani essencialmente a mesma oração e elogiou a persistência em oração [Lc 18.1-8]. Jesus se refere às palavras “vãs” (sem sentido). O Pai conhece todas as nossas necessidades, esse já é um forte incentivo para orar com mais frequência e com mais confiança. Deus estabeleceu a oração para oportunizar ao ser humano estreitar relacionamento com o Senhor, ensinar-nos sobre a dependência e a relevância da fé e confiança nEle [Tg 4.8].

*
Segundo William Barclay, era impossível aos rabinos chegar-se a Deus se o coração não estivesse em atitude de oração. Estabeleciam que para uma autêntica oração era necessária pelo menos uma hora de preparação silenciosa e particular, e uma hora de meditação depois. Mas o sistema judeu de oração se prestava à ostentação e à hipocrisia, porque o coração do homem se encheu de vaidade. Jesus alertou os discípulos acerca dessa maneira errada e estabeleceu que a oração dirigida ao Pai de modo correto, além de proveitosa é totalmente gratificante [Mt 6.5-8].

*
A oração pode deixar de ser um verdadeiro ato de devoção e se tornar uma forma de hipocrisia quando o ato externo esconde motivos corruptos.


3- A PRÁTICA DO JEJUM
O jejum sempre foi uma prática importantíssima para a vida espiritual do povo de Deus, por isso Jesus critica os líderes religiosos e ressalta sua verdadeira motivação [Mt 6.16-18].


3.1. O jejum que agrada a Deus.
Tal qual as esmolas e a oração, o jejum dos líderes religiosos era apenas um espetáculo de sua suposta piedade, ao fingir dor, tristeza e abnegação. Era um verdadeiro show para atrair a atenção das pessoas [Is 58.2-8; Mt 6.16-18]. Em contraste, os discípulos do Reino devem fazê-lo de acordo com os princípios bíblicos, não para serem vistos pelas pessoas. Devem evitar toda ostentação, todo desejo de aparentar algo que não representa a verdade. Deve praticar sua piedade com alegria, com a intenção de agradar ao Pai e trazer glória ao Seu nome. Somente assim receberá a recompensa que Deus reserva para os fiéis. Em último caso, todo crente tem a sincera opção entre duas alternativas: ser um hipócrita e receber o aplauso do mundo ou ser autêntico e receber a recompensa de Deus.

* A hipocrisia não somente nos priva de nosso caráter, nos priva também de nossas recompensas espirituais [Mt 6.16]. Ao buscar o louvor superficial dos homens, deixamos de lado a eterna aprovação de Deus. Oramos, mas não obtemos resposta. Jejuamos, mas nosso interior não é aperfeiçoado. Assim, a vida espiritual se torna vazia e inerte. A hipocrisia nos conduz a perder nossa tanto a influência espiritual, quanto as bênçãos de aqui e quando Cristo voltar. Assim eram os fariseus, uma influência negativa, que corrompiam e destruíam tudo aquilo que tocavam [Mt 23.13, 15].


3.2. A privacidade no ato de jejuar.
Da mesma forma que ajudar os necessitados e orar, o jejum também deve ocorrer na privacidade do coração do discípulo [Mt 6.17-18; Lc 2.37]. Visto que o jejum requer autocontrole rigoroso, é uma tentação importante comunicar sutilmente nossos esforços ou vitórias aos outros. Embora isso possa ser feito de maneira inocente, Jesus nos avisa que revelar nosso jejum pode se tornar uma forma perigosa de orgulho e autoengano espiritual. O jejum pode ser individual ou coletivo [Jn 3.5]. O individual trata com o particular de cada um, o coletivo visa sempre encorajar a igreja a concentrar-se na obra de Deus, pedir direcionamento, expressar a tristeza pelo pecado, a buscar o perdão na comunidade. Em todos os casos, Jesus alertou para a privacidade do coração.

*
O jejum é um sinal de compromisso com Deus, quebrantamento e plena consciência de que somos dependentes. Essa prática deve surgir como fruto natural da presença do reino na totalidade da vida de cada discípulo. Quem encontrou o reino compreenderá que o reino se mostra de maneira concreta em uma vida piedosa e comprometida. A ação dos discípulos deve ser privada, mas a ação de Deus será revelada em plena luz para mostrar que o reino tem operado em segredo por meio do ministério dos discípulos. Em Cristo a verdadeira piedade opera em segredo, sendo manifestada por Deus numa ação salvífica visível e pública (Mt 6.17-18].


3.3. A maneira correta de jejuar.
Não podemos considerar que a aparência de miserabilidade é automaticamente sinônimo de espiritualidade. Os fariseus desfiguravam o rosto e apresentavam uma expressão abatida a fim de suscitar elogios, isso contrariava todo o propósito do jejum [Mt 6.16]. Jejuar nunca foi um meio de chegar-se a Deus para barganhar ou se tornar merecedor. O jejum tem como finalidade desviar nossos olhos das coisas desse mundo e focá-los apenas nas coisas de Deus. É uma forma de relacionar-se espiritualmente e de forma secreta com o Pai [Mt 6.17-18].

* Jejuar é um exercício espiritual para quebrantamento, de domínio próprio, para priorizar as coisas espirituais e estreitar o relacionamento com Deus. Quem jejua, o faz para si, porque Deus não muda, nós sim. O jejum é a mortificação da carne através da abstenção de alguma coisa, nunca deve ser feito em base de troca. Ou seja, darei isso para conseguir isso, essa é uma maneira errada de fazê-lo. Quando jejuamos, nosso espírito se fortalece e nos tornamos mais sensíveis para ouvir a voz de Deus e discerni-la. Embora não seja uma prática muito utilizada pelos cristãos atuais, o jejum é de vital importância para as nossas vidas [Mt 6.17-18].

*
O jejum é uma prática importante para a vida espiritual do povo de Deus, por isso Jesus critica os líderes religiosos e ressalta sua verdadeira motivação.


CONCLUSÃO
Todo aquele que passou pela experiência do novo nascimento, ao praticar esmola, oração e jejum, deve fazer com todo o seu ser envolvido – coração, mente e corpo – refletindo, assim, a fé, a devoção e o amor a Deus, visando a glória de Deus.

Fonte/Crédito Editora Betel.

Vídeos aulas:
Endereço e crédito na descrição dos vídeos:



Adultos: Lições Bíblicas, Dinâmicas, Subsidios, Pré - aulas: Arquivo

Se é ensinar, haja dedicação ao ensino". Rm12 : 7b.
Seja imitador de Deus.
O fim de todas as coisas está próximo. Portanto sejam criteriosos e estejam alertas. (1 Pedro 4.7).
“Deixe o ímpio seu caminho e converta-se ao Senhor.” (Isaías 55.7).
“E conheça a verdade e a verdade vai libertar você!” (João 8.32).

5 de agosto de 2022

Plano de Aula Bíblica Adultos/Betel – Lição 06: Os cuidados com a Intenção do Coração

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HARPA CRISTÃ 75 EM JESUS TENS A PALMA DA VITÓRIA


A OVELHA PERDIDA-156 HARPA CRISTÃ


Harpa Cristã - 422 - No Céu Não Entra Pecado - Levi - (com letra)

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TEXTO ÁUREO
    Provérbios 4.23
Sobre tudo o que deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as saídas da vida.


VERDADE APLICADA
Devemos cuidar bem de nosso interior, não permitindo que nosso coração seja a sede de sentimentos avessos à vontade de Deus.


OBJETIVOS DA LIÇÃO
-  Ensinar como Deus nos vê interiormente.
-  Destacar o modelo ideal de um servo de Deus
-  Mostrar como agir diante das pressões inimigas.


TEXTOS DE REFERÊNCIA
  Mateus 5. 21 -22,44 e 45
21- Ouvistes que foi dito aos antigos: Não matarás; mas qualquer que matar será réu de juízo.
22- Eu, porém, vos digo que qualquer que, sem motivo, se encolerizar contra seu irmão, será réu de juízo; e qualquer que disser a seu irmão: Raca, será réu do sinédrio; e qualquer que lhe disser: Louco, será réu do fogo do inferno.
44- Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem,
45- Para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus; porque faz que o seu sol se levante sobre maus e bons, e a chuva desça sobre justos e injustos.


  LEITURAS COMPLEMENTARES
SEGUNDA / Sl 14.1
A corrupção do homem.

TERÇA / Mt 5.17-48
O cumprimento da lei e dos profetas.

QUARTA / Rm 12.9
O amor seja não fingido.

QUINTA / Ef 4.26
Irai-vos e não pequeis.

SEXTA / Fp 2.5-11
Exortação à humildade.

SÁBADO / Tg 1.20
A ira do homem não opera a justiça de Deus.


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MOTIVOS DE ORAÇÃO
Ore a Deus pelo fortalecimento da nossa alma.


ESBOÇO DA LIÇÃO
Introdução
1– As atitudes do coração humano
2– Confrontando as impurezas da alma
3– Construindo pontes
Conclusão


INTRODUÇÃO
Jesus apresenta exemplos de como as tradições e interpretações superficiais dos fariseus haviam corrompido os ensinos da lei e dos profetas.


PONTO DE PARTIDA
Devemos cuidar bem do nosso interior.


1- AS ATITUDES DO CORAÇÃO HUMANO
Esta parte do Sermão da Montanha traz uma série de parágrafos acerca das exigências da lei. Em cada caso, Jesus corrige a artimanha, enquanto realça os princípios espirituais e morais do reino.


1.1. Combatendo a raiz do mal.
A interpretação dada por Jesus não era nada comum naqueles dias. Para os escribas e fariseus, não cometer homicídio era cumprir de modo integral o sexto mandamento [Êx 20.13; Dt 5.17]. Porém, Jesus foi além. Para Ele a proibição incluía pensamentos e palavras; a cólera, os insultos, e, também, o próprio homicídio. Aos olhos de Deus, o criminoso era tanto o que cometia o assassinato, quanto aquele que abrigava e alimentava ira contra o irmão; e o que cometia adultério era tão culpado quanto aquele que em seu coração abrigava pensamentos impuros [Mt 5.21-22]. A questão não era a atitude externa, mas principalmente o que desejava o coração.

* Jesus ensinou que os pensamentos são tão importantes quanto os fatos, tudo se resume em que não era suficiente não praticar uma ação pecaminosa; era não alimentar o desejo de cometê-la. Jesus foi além porque afirmou que o homem não será julgado apenas por suas ações, mas, sim, e ainda mais, pelos desejos pecaminosos cultivados no íntimo, mesmo que esses desejos jamais tenham chegado a transformar-se em ação. Os padrões do mundo julgam apenas os atos exteriores, não são capaz de ver aquilo que há por trás do ato. Deus não vê como o homem, Ele vê aquilo que está no coração [1Sm 16.7].


1.2. O autocontrole vence a ira.
Todos somos capazes de sentir raiva ou indignação, isso é inevitável. Isso pode acontecer em qualquer situação. No entanto, devemos sempre vigiar e procurar conter essa perigosa paixão dentro de nós [Ef 4.26]. John Stott disse: “Nem toda ira é maligna… e até mesmo os seres humanos pecadores podem, às vezes, sentir a ira justa. Contudo, sendo pecadores, devemos assegurar que até mesmo esta ira justa seja tardia em aparecer e rápida em desaparecer”. Aos olhos de Deus, aquele que se ira contra seu irmão, sem motivo, está sujeito a julgamento como se houvesse cometido homicídio [Mt 5.22a]. A justiça esperada dos filhos de Deus não consiste apenas em evitar o assassinato, mas em eliminar a ira de nossas relações pessoais.

* Os grandes pensadores pagãos compreendiam perfeitamente a estupidez da “ira”; Cícero dizia que uma pessoa irada era incapaz de fazer-se inteligente ou agir de maneira justa. Sêneca descreveu a ira como “uma loucura passageira”. É importante ter em mente que ninguém que queira chamar-se “cristão” pode “perder o equilíbrio e a razão” quando de algum modo for ofendido pessoalmente. A Bíblia ensina claramente que não devemos abrigar a ira em nós [Tg 1.20; Cl 3.8].


1.3. O peso das palavras ofensivas.
Jesus repudia dois tipos de atitudes. O primeiro caso era chamar o irmão de “Raca”, uma palavra que muda o sentido de acordo com o tom de voz [Mt 5.22]. A ideia aqui é o desprezo. Chamar alguém de “Raca” era considerar como um idiota sem miolos, alguém imprestável e nulo. Este termo depreciativo era muito ofensivo porque eliminava a identidade da pessoa e a despojava do significado vinculado ao seu verdadeiro nome. O segundo caso era chamar de louco, “Morós”, termo usado para um retardado moral, o homem que vive de maneira imoral e, portanto, desejaria que não houvesse Deus [Sl 14.1]. O primeiro caso deve ser entregue ao Sinédrio para julgamento; o segundo será réu do fogo do inferno [1Jo 3.15].

* Jesus fala de dois casos em que a “ira” guardada no coração se manifesta com palavras ofensivas. A ira, o insulto e o xingamento são manifestações exteriores de uma atitude interior do coração. Ele quis dizer que o pecado da ira que não é apaziguado é mau, e, quando atinge o completo desprezo e começa a ser expresso em palavras, é ainda pior [1Jo 3.15]. Jesus nos ensina o quanto é grave destruir a boa reputação do próximo e como Deus vê e pune os que tais coisas fazem.

*
Esta parte do Sermão da Montanha traz uma série de parágrafos acerca das exigências da lei. Em cada caso, Jesus corrige a artimanha, enquanto realça os princípios espirituais e morais do reino.


2- CONFRONTANDO AS IMPUREZAS DA ALMA
O sermão segue e Jesus destaca a importância de estarmos em paz com Deus e as pessoas; fala sobre o adultério e como deve ser a palavra de um servo cristão.


2.1. A oferta deixada no altar.
Jesus mostra como é inútil ofertar a Deus quando não estamos em paz completa com os nossos semelhantes. Ele deixa claro que todas as vezes que abrigamos em nosso coração algum tipo de ressentimento, nossas ofertas não terão valor algum diante de Deus. O ponto central é pedir perdão, ficar livre de qualquer ressentimento e depois voltar e ofertar com paz no coração [Mt 5.23-24]. É claro que nem sempre conseguiremos nos reconciliar com todos ou chegar a um acordo, mas, como filhos de Deus, devemos fazer a nossa parte, e sempre tentar, até mesmo quando somos ignorados [Rm 12.18].

* Às vezes nos perguntamos por que temos a sensação de que o céu está de bronze em nossas orações, e por que tal barreira entre nós e Deus; é bem possível que nós mesmos sejamos a causa de tal barreira. Jesus deixou claro que não podemos esperar boas respostas do céu quando nutrimos ressentimentos e ódio contra nossos semelhantes. Ser aceito por Deus exige que também estejamos em paz uns com os outros. De outro modo não acontecerá nada em nossos altares [Rm 12.18; Hb 12.14].


2.2. A cobiça no coração e o adultério.
É possível um homem olhar para uma mulher, admirar sua beleza e não ter pensamentos lascivos após isso. O homem que Jesus descreve olha para a mulher com o propósito de alimentar seus apetites sexuais interiores, como um substituto para o ato sexual em si [Mt 5.27-28]. Não é uma situação acidental, mas um ato planejado. Isso vale tanto para o homem quanto para a mulher. A impureza sexual nasce dos desejos do coração e só existe uma maneira de evitar que o pecado possa ter ocasião em nossas vidas, crucificando a carne [Gl 5.16-24; 1Jo 2.16].

* Jesus põe em vigor que aos olhos de Deus é culpado tanto o que comete o ato proibido, quanto o que cultiva o desejo de cometê-lo. O segredo é não alimentar esses desejos lascivos em nosso interior. O adultério não nasce do acaso. Tiago deixa claro que somos atraídos e engodados por nossa própria cobiça carnal [Tg 1.14-15]. O pecado deve ser tratado de maneira decisiva e rápida. Sua remoção deve ser imediata [Mt 5.29-30].


2.3. Os juramentos.
Sob as leis do Antigo Testamento era permitido que as pessoas fizessem juramento para provar uma afirmação ou promessa importante. Os juramentos ou votos ajudavam as pessoas a permanecerem fiéis aos seus compromissos [Lv 19.12; Nm 30.2]. Porém, na época de Jesus, os fariseus usavam vários tipos de artifício para se esquivar da verdade, e o juramento era um deles [Mt 5.34-36]. Jesus apresenta o modelo ideal de um servo de Deus. Aquele cujo caráter é tão confiável e verdadeiro que não precisa dar garantias de que sua palavra irá se cumprir, aquele que apenas um “sim” ou “não” é suficiente [Mt 5.37].

* Jesus vai à essência do propósito da lei quando diz que os discípulos não devem jurar “de forma alguma”. Para Ele, a simples palavra de um discípulo deve ter a mesma confiança de um documento ou contrato assinado. Se a natureza humana não fosse má, não haveria a necessidade de juramentos. O homem verdadeiramente bom não precisará jurar para que outros confiem nele; a veracidade de suas palavras e a firmeza de suas intenções não necessitam de tal garantia [Mt 5.37].

* Jesus destaca a importância de estarmos em paz com Deus e as pessoas; fala sobre o adultério e como deve ser a palavra de um servo cristão.


3- CONSTRUINDO PONTES
Jesus nos ensina de maneira prática como proceder diante das pressões inimigas. Seu objetivo é criar uma oportunidade para que o inimigo se converta à verdade do Reino de Deus.


3.1. Fugindo do ressentimento.

A missionária cristã Amy Carmichael disse: “Nada que alguém nos faça pode causar-nos dano, a menos que nos submetamos a uma reação errada”. Não é exatamente o que alguém faz contra nós que nos prejudica, mas a maneira como reagimos diante delas [Mt 5.38-42]. É evidente que não podemos controlar o que as pessoas fazem, mas como cristãos podemos controlar nossas reações. É natural revidarmos imediatamente quando somos ofendidos, às vezes, reagindo com um golpe ainda maior do que o recebido. Jesus nos ensina que devemos estar preparados para sofrer sem responder com vingança [Rm 12.17].

*
A lei dizia: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” [Lv 19.18]. Mas os escribas além de omitirem as palavras: “como a ti mesmo”, ainda acrescentaram: “odiarás o teu inimigo” [Mt 5.43]. Para eles “o próximo” era apenas um outro judeu, colocando todas as demais pessoas na categoria de inimigos. Para Deus, nosso “próximo” inclui o nosso inimigo. Todo ser humano é nosso próximo. Nesse sentido foi que Jesus apresentou aos discípulos um padrão bem mais abrangente de amor.


3.2. O amor pelos inimigos.
Assim como Deus nos amou e nos reconciliou com Ele quando éramos ainda Seus inimigos, Ele espera que façamos da mesma forma [Rm 5.10]. Jesus espera que vivamos nesse mundo em um nível bem mais elevado do que aqueles que não são cristãos. Nosso amor produz uma atmosfera de bênçãos que tanto aproxima, quanto torna mais fácil transformar os inimigos em amigos. Amar nossos inimigos é reproduzir em nós mesmos uma das características essências de nosso Criador [Mt 5.45]. Jesus nos convida a sair do círculo daqueles com os quais nos identificamos para nos interessar pelos de fora e demonstrar uma afeição sobrenatural [Mt 5.46-47].

* Nosso maior exemplo em amar aqueles que nos odeiam, nos criticam e afirmam ser nossos inimigos é Jesus Cristo. Ele viveu este princípio radical e se tornou um exemplo vivo para Seus seguidores [1Pe 2.20-25]. Ele amou tanto que deu Sua vida pelos pecadores [Rm 5.8]. Nossa grande missão como discípulos de Jesus Cristo não é amar aqueles que nos amam ou de nosso círculo íntimo. É amar indistintamente, tanto ao que merece, quanto os que não merecem.


3.3. Sede perfeitos como o vosso Pai.
O termo “perfeito”, usado em Mateus 5.48, vem da palavra grega “teleios”, que significa: fim, meta, propósito ou objetivo. Refere-se à nossa integridade e maturidade como filhos de Deus. William Barclay nos diz que esse termo destacava o homem quando alcançava a plenitude de sua estatura física, em oposição ao moço ou o menino que não está ainda desenvolvido. Uma coisa é “teleios” se ela realizar o propósito para a qual foi criada; um homem é “perfeito” se cumprir o propósito para o qual Deus o criou e enviou ao mundo.

* O ensino de toda a Bíblia é que somente alcançamos a plenitude de nossa humanidade quando nos assemelhamos a Deus, essa é a meta final [1Jo 3.2]. A cada dia devemos crescer para alcançar essa plenitude e a única coisa que pode nos assemelhar a Deus é viver um amor incondicional, aprendendo a perdoar como Ele perdoa e a amar como Ele ama, e isso só poderá acontecer quando estivermos praticando intensamente os ensinamentos de Cristo [Mt 7.24].

* Jesus nos ensina de maneira prática como proceder diante das pressões inimigas. Seu objetivo é criar uma oportunidade para que o inimigo se converta à verdade do Reino de Deus.


CONCLUSÃO
As atitudes do coração são o adequado fundamento e fonte das ações externas. O coração devidamente enraizado em Jesus e edificado sobre Ele, produzirá bons frutos e resistirá às tempestades da vida (Mt 7.20, 25).
Fonte/Crédito Editora Betel.

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Se é ensinar, haja dedicação ao ensino". Rm12 : 7b.
Seja imitador de Deus.
O fim de todas as coisas está próximo. Portanto sejam criteriosos e estejam alertas. (1 Pedro 4.7).
“Deixe o ímpio seu caminho e converta-se ao Senhor.” (Isaías 55.7).
“E conheça a verdade e a verdade vai libertar você!” (João 8.32).
   

Plano de Aula Bíblica Jovens/ Conectar+ Betel – Lição 06: Representações do Espírito Santo

✋ A paz do Senhor Jesus Cristo a todos que amam a palavra de Deus, sejam muito bem vindos.
O amor é maior motivação de nosso compromisso com Deus.
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- Perguntem como passaram a semana.

- Escutem atentamente o que eles falam.

- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.

- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.· 
Ore com sua turma por sua aula. 
Observe se á algum pedido especial, pois as vezes pode ter acontecido algo com eles, e a sua oração, será aquilo que pode deixar tranquilo e confiante em Deus.
👉 Apresentem o título da lição:
Lição 05: A Ação do Espírito Santo na Nova Aliança


TEXTO DE REFERÊNCIA:
   João 7.37-39
37 E no último dia, o grande dia da festa, Jesus pôs-se em pé, e clamou, dizendo: Se alguém tem sede, venha a mim, e beba.

38 Quem crê em mim, como diz a Escritura, rios de água viva correrão do seu ventre.

39 E isto disse ele do Espírito que haviam de receber os que nele cressem; porque o Espírito Santo ainda não fora dado, por ainda Jesus não ter sido glorificado.


  LEITURA SEMANAL
Seg Mc 1.10
O Espírito Santo como pomba sobre Jesus.

Ter At 10.38
Jesus ungido com o Espírito Santo.

Qua At 2.1-2
O Espírito Santo como vento veemente.

Qui Jo 7.38-39
O Espírito Santo como água.

Sex At 2.3
Espírito Santo manifestando com línguas de fogo.

Sab Ef 1.13
O Espírito Santo como selo.


VERSÍCULO DO DIA
Mateus 3.16
E, sendo Jesus batizado, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus e viu o Espírito de Deus, descendo como pomba e vindo sobre ele.


Bíblia online
Bíblia sagrada online

VERDADE APLICADA
Através dos símbolos que representam o Espírito Santo conhecemos mais a respeito de Sua personalidade e ação no homem.


OBJETIVOS DA LIÇÃO
-  Saber sobre os títulos atribuídos ao Espírito Santo;
-  Compreender as verdades dos símbolos do Espírito Santo;
-  Conhecer os aspectos da simbologia do Espírito Santo.


INTRODUÇÃO
Falar sobre os símbolos do Espírito Santo é ampliar a nossa visão acerca de Sua função e propósito, pois Deus, quando estabeleceu tais representações, objetivava comunicar, de maneira clara, ao homem acerca do Espírito Santo.


PONTO CHAVE
Cada símbolo e titulo atribuído ao Espírito Santo revelam verdades e profundidades teológicas a respeito da Terceira Pessoa da Trindade.


1 - OS TÍTULOS DO ESPÍRITO SANTO
O Novo Testamento apresenta vários títulos concedidos ao Espírito Santo, objetivando conectar o título a uma função específica no Seu relacionamento com o homem. Veremos abaixo alguns destes títulos e sua efetividade na vida dos discípulos.


1.1. O Espírito da Verdade
Este é um dos termos mais usados por Jesus, quando ele faz alusão ao Espírito Santo. Quando lemos o título Espírito da Verdade (Jo 14.17), fica claro que uma das funções do Espírito Santo é revelar a verdade de Deus ao nosso coração; a verdade que liberta e nos faz testemunhas de Cristo. Segundo o texto de João 16.13, o Espírito Santo nos guiaria também em toda a verdade. Como filhos de Deus e discípulos de Jesus, necessitamos ter a nossa vida regida pela verdade; verdade nos lábios, verdade no andar e verdade no desenvolvimento de nossa vida cristã.


1.2. O Consolador
Outro título dado ao Espírito Santo no Novo Testamento é o de Consolador. A origem da palavra grega indica alguém que está ao nosso lado para sustentar e amparar; sendo assim, esta palavra mostra o Espírito Santo presente em todos os momentos de nossa caminhada cristã. Na vida dos apóstolos contemplamos o Espírito Santo sempre presente; operando sinais e maravilhas, sendo, assim como hoje, o fator essencial no avanço da igreja daquele século. Não precisamos temer as perseguições e as adversidades, pois o Consolador estará ao nosso lado para nos fazer triunfar,


REFLETINDO
Quando fixamos o olhar no Espírito Santo, ele toma o pincel da fé, mergulha-o na tinta da Palavra de Deus e desenha belos quadros sobre a tela do nosso coração. Dr.Paul Yonggj Cho


2 - OS SÍMBOLOS DO ESPÍRITO SANTO
Percebemos vários símbolos do Espírito Santo na Bíblia, tais como azeite, pomba, fogo, vento, água e selo. Embora tais símbolos mostrem verdades acerca do Espírito Santo, o Espírito Santo não é limitado por nenhuma delas.


2.1. O Espírito Santo como pomba
Quando Jesus foi batizado, o texto é claro ao dizer que o Espírito Santo Se fez presente como uma pomba (Mt 3.16). A pomba, como símbolo, significa brandura, doçura, amabilidade, inocência, suavidade, paz, pureza e paciência. O Espírito Santo transmite paz aos discípulos em momentos de tribulação, produz paciência nos momentos de tormenta, mas não habita onde existe pecado. Paulo afirma que o Santo Espírito nos encheria plenamente de alegria, paz e esperança (Rm 15.13). Que venhamos, a cada dia, usufruir desta presença maravilhosa do Espírito Santo.


2.2. O fogo do Espírito Santo
Não foi sem propósito que o Espírito Santo tem como símbolo o fogo e que o batismo com o Espírito Santo é com fogo (Lc 3.16). O fogo ilustra a limpeza, além de aquecer e iluminar. O Espírito Santo tem um papel preponderante na igreja, santificando-a na Palavra para o arrebatamento; além disto, ilumina a nossa mente para compreender as grandezas e os mistérios de Deus. Outra propriedade do fogo é aquecer nas noites frias do deserto; quem tem o Espírito Santo conta com o amigo de todas as horas para lhe aquecer nos invernos da vida.


3 - REPRESENTAÇÕES DO ESPÍRITO SANTO
A Bíblia usa algumas representações acerca do Espírito Santo para expressar uma verdade acerca de Seu caráter e atuação. Tanto no AT como no NT observamos o Espírito sendo comparado com água, vento, óleo, e etc.


3.1. O Espírito Santo como água

Jesus, em uma de Suas alusões ao Espírito Santo, fala que rios de água viva correriam do interior daqueles que cressem em Cristo (Jo 7.38-39). A água é algo essencial à existência humana, trazendo refrigério aos cansados e, no AT, servia até mesmo em rituais de purificação. Assim é o Espírito Santo, não conseguimos viver uma vida plena sem a Sua presença; Sua presença nos faz descansar; trazendo alento e renovo para os corações sedentos e cansados. Que venhamos beber da fonte do próprio Deus e assim viver uma vida na plenitude do Espírito Santo de Deus.


3.2.O vento do Espírito
Por duas ocasiões, vemos o vento mostrando verdade a respeito do Espírito. No diálogo de Jesus com Nicodemos encontramos que a pessoa guiada pelo Espírito não sabe de onde vem e nem para onde vai, ou seja, ela é completamente conduzida pela vontade divina (Jo 3.8). Em outro momento marcante na história da igreja, que é o derramamento do Espírito em Atos 2, observamos o Espírito enchendo a casa como um som de um vento veemente e impetuoso (At 2.2). Quando o homem vive no Espírito, tem a vida movida por Sua vontade, pois o Espírito o conduz para onde quer, ao mesmo tempo em que é invisível, Ele é impetuoso em Sua ação, na qual podemos sentir Sua presença maravilhosa; trazendo consigo o frescor e o refrigério.


CONCLUSÃO
O Espírito Santo foi prometido por Jesus e, através dos títulos concedidos a Ele e de Seus símbolos, somos capazes de compreender as grandes verdades que Deus revelou ao homem.
*  O Espírito Santo está conosco como garantia de que Jesus voltará para buscar a Sua igreja. A promessa é: "Estarei convosco todos os os dias até a consumação dos séculos", Mt 28.20.
Fonte: Revista Betel Conectar
  
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Não dizeis vós que ainda há quatro meses até que venha a ceifa? Eis que eu vos digo: Levantai os vossos olhos, e vede as terras, que já estão brancas para a ceifa. João 4:35
Volte sempre e traga mais gente se Deus tocar fique com a gente.Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade. 2 Timóteo 2.15.
Se é ensinar, haja dedicação ao ensino". Rm12 : 7b.
Seja imitador de Deus.