2 de julho de 2018

Lição 2 – A Beleza e a Glória do Culto Levítico - Adultos

TEXTO ÁUREO
 Levítico 9.23
“Então, entraram Moisés e Arão na tenda da congregação; depois, saíram e abençoaram o povo; e a glória do SENHOR apareceu a todo o povo”.

VERDADE PRÁTICA

O verdadeiro culto divino não se impõe pelo ritualismo nem por sua pompa, mas pelo quebrantamento de coração e pela integridade de espírito. A glória de Deus não pode faltar.

LEITURA DIÁRIA
Segunda — Gn 4.4
Abel inicia o culto divino
Terça — Gn 12.1-3
Abraão é chamado a cultuar
Quarta — Êx 4.31
A fé conduz ao culto
Quinta — Êx 12.27
A explicação do culto
Sexta — Êx 10.9
A reivindicação do culto
Sábado — Rm 12.1-3
Um culto perfeito

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
  Levítico 9.15-24.
15 — Depois, fez chegar a oferta do povo, e tomou o bode da expiação do pecado, que era pelo povo, e o degolou, e o preparou por expiação do pecado, como o primeiro.
16 — Fez também chegar o holocausto e o preparou segundo o rito.
17 — E fez chegar a oferta de manjares, e a sua mão encheu dela, e a queimou sobre o altar, além do holocausto da manhã.
18 — Depois, degolou o boi e o carneiro em sacrifício pacífico, que era pelo povo; e os filhos de Arão entregaram-lhe o sangue, que espargiu sobre o altar, em redor,
19 — como também a gordura do boi e do carneiro, e a cauda, e o que cobre a fressura, e os rins, e o redenho do fígado.
20 — E puseram a gordura sobre o peito, e ele queimou a gordura sobre o altar;
21 — mas o peito e a espádua direita Arão moveu por oferta de movimento perante o SENHOR, como Moisés tinha ordenado.
22 — Depois, Arão levantou as mãos ao povo e o abençoou; e desceu, havendo feito a expiação do pecado, e o holocausto, e a oferta pacífica.
23 — Então, entraram Moisés e Arão na tenda da congregação; depois, saíram e abençoaram o povo; e a glória do SENHOR apareceu a todo o povo.
24 — Porque o fogo saiu de diante do SENHOR e consumiu o holocausto e a gordura sobre o altar; o que vendo todo o povo, jubilou e caiu sobre as suas faces.

HINOS SUGERIDOS
Harpa Cristã: 10


Harpa Cristã: 29


Harpa Cristã: 292 
OBJETIVO GERAL
Conscientizar de que o verdadeiro culto divino não se impõe pelo ritualismo, mas pelo quebrantamento de coração e pela integridade de espírito.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.

I. Mostrar como era o culto no Antigo Testamento;
II. Elencar os elementos do culto levítico;
III. Explicar as finalidades do culto levítico.

INTERAGINDO COM O PROFESSOR
Na lição de hoje repetiremos a respeito do culto divino. 
O que é mais importante em um culto? 
A liturgia? 
Aqueles que estão prestando um serviço a Deus? 
O que realmente agrada ao Senhor? 
Essas são indagações importantes, que precisamos fazer se queremos adorar a Deus da forma que Ele merece e que lhe agrada. Contudo, você professor(a), precisa estar atento para que não venha fazer de suas aulas um espaço de debates teológicos inúteis. Precisamos de reflexão, de debates que promovam a interação da classe. Também precisamos ouvir mais nossos alunos, no entanto que o nosso alvo seja sempre o crescimento espiritual deles.

No decorrer da aula, ressalte o cuidado que devemos ter para não cairmos no formalismo, pois Deus não está preocupado com a forma, mas com o coração daqueles que se achegam a Ele, é necessário que aqueles que desejam cultuar ao Senhor o faça em espírito e em verdade (Jo 4.24).


INTRODUÇÃO

O que é o culto divino? Não é fácil responder a essa pergunta, pois, no ato da adoração ao Deus Único e Verdadeiro, temos de evitar dois extremos: a informalidade profana e indecente, e o ritualismo que mata o genuíno culto bíblico. Por esse motivo, o Senhor deixou à congregação israelita, nos livros de Êxodo e de Levítico, ordenanças e instruções quanto à essência de seu culto.

Tendo como exemplo a consagração do Santo Templo, em Jerusalém, mostraremos, nesta lição, a beleza e a glória do culto levítico. Que a nossa adoração a Deus conte, igualmente, com a presença do Espírito Santo em todos os atos. Sem a glória de Deus, nenhum culto tem validade.

PONTO CENTRAL
Deus não se agrada de um culto que se impõe pelo ritualismo.

I. O CULTO NO ANTIGO TESTAMENTO

Vejamos o que é o culto divino e o seu desenvolvimento na era patriarcal, no período de Moisés, no tempo de Davi e de Salomão, e após o cativeiro babilônico.

1. Definição. O culto divino é o serviço amoroso, voluntário e exclusivo que Deus requer de cada uma de suas criaturas morais (anjos e homens), mui particularmente de Israel, no Antigo Testamento, e, agora, da Igreja, para que todos, em todos os lugares e tempos, glorifiquem-no como o Criador, Senhor e Mantenedor de todas as coisas (Sl 100.1; Ap 14.7).

2. Na era patriarcal. O primeiro grande patriarca a prestar culto a Deus foi Noé (Gn 8.20). Abraão, Isaque e Jacó também construíram altares para adorar ao Senhor, que os chamara a constituir a nação profética, sacerdotal e real por excelência (Gn 12.7; 26.25; 35.1-7).
3. No período de Moisés. Deus, através de Moisés, entregou ao seu povo leis e instruções para que o seu culto passasse da informalidade a uma etapa mais teológica, litúrgica e congregacional (Êx 12.21-26). A partir daí, estabeleceram-se as festividades sagradas como a Páscoa e o Dia da Expiação (Êx 12.14,20; Lv 23.27,28). Agora, não somente as famílias, mas todo o povo é intimado a cultuar ao Senhor.
4. No tempo de Davi e Salomão. Até a ascensão de Davi, como rei de Israel, a música não era utilizada no culto divino. O cântico de Miriã e o de Débora constituíam manifestações espontâneas que precederam a inserção da música na liturgia do Santo Templo (Êx 15.20,21; Jz 5). Mas, com o rei Davi, que também era profeta, salmista e músico, a celebração oficial ao Senhor foi enriquecida com a formação de coros e instrumentos musicais (1Cr 15.16). Buscando sempre a excelência do culto divino, o rei Davi inventou e fabricou diversos instrumentos musicais (1Cr 23.5; 2Cr 7.6).

Salomão dedicou-se igualmente ao enriquecimento litúrgico e musical na adoração divina (2Cr 5.1-14). No auge do Santo Templo, a liturgia hebreia impressionava por sua beleza e arte (2Cr 5.13). Ezequias também destaca-se pelo zelo ao culto do Senhor (2Cr 29.26-28).
5. Após o cativeiro babilônico. Em 586 a.C., os judeus foram levados em cativeiro à Babilônia, onde permaneceram 70 anos (Jr 25.11,12). Nesse período, pelo que inferimos do Salmo 137, a adoração divina foi praticamente esquecida. Mas, com o retorno a Jerusalém, os repatriados, incentivados por Esdras e Neemias, reavivaram o culto levítico (Ne 12.22-30).


SÍNTESE DO TÓPICO (I)
Levítico era o manual do culto no Antigo Testamento.

SUBSÍDIO TEOLÓGICO
Culto
“1. Definição etimológica e antropológica. A palavra culto é originária do vocábulo latino ‘culto’, e significa adoração ou homenagem que se presta ao Supremo Ser. No grego, temos duas palavras para culto: ‘latréia ’, significando adoração; e ‘proskuneo ’, reverenciar, prestar obediência, render homenagem.

2. Definição teológica. O culto é o momento da adoração que tributamos a Deus; marca o encontro do Supremo Ser com os seus adoradores. Eis porque, durante o seu transcurso, cada membro da congregação deve sentir-se e agir com o integrante dessa comunidade de adoração — a Igreja de Cristo.

Se o culto aos ídolos induz o ser humano às mais abjetas práticas, a adoração cristã enleva-nos ao coração do Criador. O teólogo Karl Barth via o culto cristão como ‘o ato mais importante, mais relevante e mais glorioso na vida do homem’” (ANDRADE, Claudionor. As Disciplinas da Vida Cristã: Como alcançar a verdadeira espiritualidade. 1ª Edição. RJ: CPAD, 2008, pp.58,59).

II. OS ELEMENTOS DO CULTO LEVÍTICO

A fim de mostrarmos a beleza e a glória do culto divino no Antigo Testamento, tomemos como exemplo a consagração do Santo Templo, pelo rei Salomão, em Jerusalém.

1. Sacrifícios. O culto inaugural do Santo Templo, que teve início com a chegada da Arca Sagrada, foi marcado por uma grande quantidade de sacrifícios de animais (1Rs 8.5) — cf. Lv 1. De forma sem igual, o rei Salomão e todo o Israel demonstraram sua ação de graças ao Deus de Abraão, Isaque e Jacó.

2. Cânticos. Em seguida, os cantores e músicos puseram-se a louvar ao Senhor, entoando provavelmente os cânticos que Davi e outros salmistas haviam composto (2Cr 5.12,13).
3. Exposição da Palavra. Logo após. Salomão dirigiu-se ao povo, fazendo uma síntese da História Sagrada até aquele instante. Ele mostra a clara intervenção de Deus em cada etapa da existência de Israel (2Cr 6.1-13).
4. Oração. O rei dirige-se, agora, a Deus em oração, agradecendo-o por aquele momento, e intercede não só por Israel, mas pelos gentios que, ouvindo acerca da intervenção divina na vida de seu povo, para ali acorreriam (2Cr 6.32,33).
5. Leitura da Palavra. Após o cativeiro babilônico, já no tempo de Esdras e Neemias, a Palavra de Deus começou a ser lida publicamente como parte da liturgia do culto (Ne 8.1-8). Nesse período, os sacerdotes puseram-se também a explicar a Lei ao povo de Deus. Antes disso, a leitura das Escrituras limitava-se aos montes Gerizim e Ebal (Dt 29).
6. Bênção. O culto levítico era encerrado com a bênção araônica (Nm 6.22-26). Ao serem assim abençoados, os filhos de Israel conscientizavam-se de que eram propriedade particular do Senhor (Êx 19.5).

SÍNTESE DO TÓPICO (II)

Os sacrifícios, os cânticos, a exposição da Palavra e a bênção eram elementos centrais do culto Levítico.

SUBSÍDIO BÍBLICO-TEOLÓGICO

“O capítulo 9 de Levítico é um referencial da adoração no Antigo Testamento. Registra os primeiros sacrifícios públicos de Israel sob o regime do sacerdócio levítico. No capítulo 8, os sacrifícios foram oferecidos na ordenação de Arão e seus filhos, mas o povo ficou só observando; não participou. Agora, os sacerdotes começam de fato o ministério de mediação. Este era um dia importante para Israel. O Senhor apareceria para coroar a ocasião.

Para preparar o aparecimento de Deus, Arão ofereceu por si e seus filhos uma expiação de pecado e um holocausto (7,8). A oferta peto pecado de Arão era um bezerro, e seu holocausto, um carneiro. Esta é a única ocasião na qual a legislação sacrificial exigia um bezerro. Rashi comenta a respeito do bezerro: ‘Este animal foi escolhido como oferta pelo pecado para anunciar ao sacerdote [Arão] que o Santo, bendito seja Ele, lhe concedeu expiação por meio deste bezerro por causa do incidente do bezerro de ouro anteriormente feito’.

[...] A conclusão adequada para este culto é a presença do Deus vivo manifesto em sua glória ao povo. A palavra glória é termo particularmente bíblico. A ideia do radical hebraico (kabed ) é ‘ser pesado, ter peso, pesado’. A forma substantivada é empregada no mundo antigo para aludir à aparência do esplendor que acompanha um grande personagem. Brockington explica que, na Bíblia, glória se refere ‘àquilo que os homens podem perceber, originalmente pela visão, da presença de Deus na terra’. Note o uso do termo em Ezequiel 1. A palavra fala das seguintes experiências em tempos e situações diversas: Israel no Sinai; Salomão e o povo quando a Shequiná encheu a cada de Deus; Isaías no Templo; os pastores nos arredores de Belém; e os discípulos no monte da Transfiguração” (Comentário Bíblico Beacon. Volume 1. 1ª Edição. RJ: CPAD, 2005, pp.275,276).

III. FINALIDADES DO CULTO LEVÍTICO
O culto levítico, no Antigo Testamento, tinha quatro finalidades básicas: adorar a Deus, reafirmar as alianças divinas, professar o credo mosaico e aguardar o Messias. Era uma celebração teológica e messiânica.

1. Adorar ao Único e Verdadeiro Deus. Ao reunir-se para adorar a Deus, a comunidade de Israel demonstrava duas coisas: a aceitação do Único e Verdadeiro Deus e a rejeição dos deuses pagãos (Lv 19.4; Sl 86.10; 97.9). Enfim, o culto afastava os israelitas da idolatria e aprofundava sua comunhão com o Senhor (Sl 96.5). Esse era o teor dos cânticos congregacionais do Santo Templo.

2. Reafirmar as alianças antigas. No culto levítico, os filhos de Israel professavam as alianças que o Senhor firmara com Abraão, Isaque, Jacó e Davi (Lv 26.9,45). Já em seus cânticos, reafirmavam a fé na presença de Deus em sua vida familiar e comunal (Sl 47.9), como mostra o Salmo 105.
3. Professar o credo divino. Em seus cultos, os israelitas, guiados pelo ministério levítico, professavam o seu credo: “Ouve, Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor” (Dt 6.4). Nesta sentença resume-se toda a teologia do Antigo Testamento. Que a Igreja de Cristo recite a doutrina divina.
4. Aguardar o Messias. No livro de Salmos, há uma elevada cristologia, que descreve a paixão, a morte, a ressurreição e a glorificação do Senhor Jesus Cristo como Rei dos reis (Sl 22.1-19; 16.10; 110.1-4; 2.1-8). Um israelita crente, e predisposto a servir a Deus, jamais seria surpreendido com a chegada do Messias, pois o culto levítico era essencial e tipologicamente cristológico (Lc 2.25-35).

SÍNTESE DO TÓPICO (III)
As finalidades do culto levítico eram: adorar a Deus, reafirmar as alianças divinas, professar o credo mosaico e aguardar o Messias.

SUBSÍDIO BÍBLICO-TEOLÓGICO
“Há muito tempo que os estudiosos se empenham em achar a ideia controladora por trás dos sacrifícios religiosos. Alguns sugerem que seja comunhão, ato simbolizado pela refeição comum. Outros enfatizam a propiciação, a substituição ou a gratidão festiva. É óbvio que o sacrifício é algo multifacetado da mesma maneira que é a relação do homem com Deus. Envolve comunhão, mas comunhão com Deus que implica em proposição, gratidão e petição. Assim, nossa atenção é remetida novamente à ideia de proximidade e intimidade com Deus. Tudo que diz respeito a aproximar-se de Deus está implícito no sacrifício. Este conceito explica as cinco variedades de ofertas: holocausto, oferta de manjares, oferta de paz, oferta pelo pecado e oferta pela culpa. Cada oferta fala de uma faceta diferente da proximidade com Deus.

Levítico toma por certo que quando os homens se achegam a Deus, eles não devem ir de mãos vazias. Há algo sobre a relação que torna correto e apropriado os homens levarem uma oferta. Desde os tempos do Novo Testamento é fácil esquecer esta verdade. Mas sempre temos de nos lembrar de que, embora os crentes possam se aproximar de Deus com ousadia, eles não devem ir de mãos vazias. Sob o antigo concerto, os adoradores iam com dádivas próprias. Hoje, os crentes vão com a própria Dádiva de Deus, seu Filho Jesus, como base de aproximação e intimidade dos adoradores com Deus” (Comentário Bíblico Beacon. Volume 1. 1ª Edição. RJ: CPAD, 2005, p.259).

CONCLUSÃO
Os filhos de Israel não souberam cultuar a Deus como Ele o requer de cada um de nós. Por isso, deixaram-se contaminar pelo formalismo. Apesar de sua rica e significativa liturgia, adoravam a Deus apenas com os lábios, pois o seu coração achava-se distante do Deus de Abraão (Is 29.13). Então, adoremos a Deus em espírito e em verdade (Jo 4.24). Apresentemos ao Senhor o nosso culto racional (Rm 12.1-3).
Quando cultuamos verdadeiramente a Deus, sua glória jamais nos faltará (Lv 9.23,24).

A respeito de “A Beleza e a Glória do Culto Levítico”, responda:
O que é o culto divino?
O culto divino é o serviço amoroso, voluntário e exclusivo que Deus requer de cada uma de suas criaturas morais (anjos e homens), mui particularmente de Israel, no Antigo Testamento, e, agora, da Igreja, para que todos, em todos os lugares e tempos, glorifiquem-no como o Criador, Senhor e Mantenedor de todas as coisas.


Como era o culto no período de Moisés?
Deus, através de Moisés, entregou ao seu povo leis e instruções para que o seu culto passasse da informalidade a uma etapa mais teológica, litúrgica e congregacional. A partir daí, estabeleceram-se as festividades sagradas como a Páscoa e o Dia da Expiação. Agora, não somente as famílias, mas todo o povo é intimado a cultuar o Senhor.


Qual a contribuição de Davi ao culto divino?
Até a ascensão de Davi, como rei de Israel, a música não era utilizada no culto divino. O cântico de Miriã e o de Débora constituíam manifestações espontâneas que precederam a inserção da música na liturgia do Santo Templo. Mas, com o rei Davi, que também era profeta, salmista e músico, a celebração oficial ao Senhor foi enriquecida com a formação de coros e instrumentos musicais. Buscando sempre a excelência do culto divino, o rei Davi inventou e fabricou diversos instrumentos musicais.


Cite os elementos do culto levítico.
Os elementos são: sacrifícios, os cânticos, a exposição da Palavra e a bênção.


Quais os objetivos do culto levítico?
Adorar a Deus, reafirmar as alianças divinas, professar o credo mosaico e aguardar o Messias.





  Slides: Lição 2 – A Beleza e a Glória do Culto Levítico 
  Dinâmica: Primeiro as primeiras coisas: Lição 02: A Beleza e a Glória do Culto Levítico


Revista Adultos - 3° Trimestre de 2018 - Tema: Adoração,Santidade e serviço: Os princípios de Deus para sua igreja em Levíticos – CPAD


SUBSÍDIOS ENSINADOR CRISTÃO
A beleza e a glória do culto levítico

Resultado de imagem para biblia imagens
Há uma teologia do culto nas Escrituras
O comentarista do trimestre, pastor Claudionor de Andrade, mostra que havia uma teologia do culto levítico que perpassou toda a história monárquica da nação de Israel. Assim, ao inaugurar-se o Santo Templo, houve um trabalho precedente que desenvolveu a ordem litúrgica, o artesanato de instrumentos de louvores e a composição da música: tudo isso na esteira da teologia levítica do culto. Neste sentido, há ensinamentos para nós hoje a partir de Levítico.

O que Deus espera de nossa Adoração?
Há um “ditado” muito corrente na igreja hispânica, aqui na América Latina, em que se diz: “a Adoração tem de sê-la e parecê-la”.

Vivemos um tempo em que há dois perigosos extremos. O primeiro, o perigo do formalismo frio, engessado e meramente simbólico. O segundo, o oposto disso, em que a adoração pública seja realizada sem as devidas atenções para a rica e preciosa teologia do culto presente no Antigo e em o Novo Testamento.

Quando se fala que a Adoração tem de “sê-la” quer dizer que, em primeiro lugar, ela tem de partir do que há de mais forte, acumulativo e essencial no interior do ser humano: “Amarás, pois, ao Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças” (Mc 12.30). Esse primeiro mandamento está conectado com a seguinte verdade evangélica: “os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade” (Jo 4.23).

Quando se diz que a Adoração deve “parecê-la”, leva-se em conta que toda a adoração a Deus tem uma manifestação intelectual e corporal. O apóstolo Paulo sinalizou isso em 1 Coríntios 14.26: “Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação”. Nesse aspecto, estão contempladas as virtudes da reverência, do temor e da santidade quando prestamos um culto a Deus.

Por isso, é inadmissível num culto verdadeiro a Deus haver qualquer atividade paralela. Isso era inconcebível no Antigo e em o Novo Testamento. Por exemplo, seria inconcebível a um sacerdote, enquanto este apresentasse o sacrifício no altar, o outro estivesse resolvendo questões administrativas. Seria completamente fora de lógica, e uma blasfêmia para os apóstolos, concomitante ao ato da Santa Ceia, ocorrer outros afazeres de caracteres comerciais.


através deste site.Almeida Revista eAtualizada
Bíblia Nova Tradução na Linguagem de Hoje, da Sociedade Bíblica do Brasil. através deste site.
BÍBLIA ONLINE

 
Fonte: Das imagens acima - www.escola dominical.
Fonte: Revista Adultos - 3° Trimestre de 2018 -
Tema: Adoração,Santidade e serviço: Os princípios de Deus para sua igreja em Levíticos – CPAD

Lições Bíblicas: 1º Trimestre 2018
Lições Bíblicas: 2º Trimestre 2018
Lições Bíblicas: 3º Trimestre 2018

1 de julho de 2018

Noticia: Palácio de Ramsés II, o faraó do Êxodo foi descoberto no Egito

Palácio de Ramsés II, o faraó do Êxodo foi descoberto no Egito.
Mais uma vez a historicidade bíblica poderá ser confirmada em breve pela arqueologia bíblica. O palácio de Ramsés II foi descoberto no Egito, segundo a maioria dos pesquisadores bíblicos ele foi o faraó no tempo da saída do Povo de Israel do Egito.

Um busto de Ramsés II que está exposto no Museu Britânico em Londres.
A Agência de Antiguidades egípcias anunciou aos meios de comunicação que uma equipe de arqueólogos encontrou um templo ritual ao lado do Cairo pertencente a Ramsés II, identificado pela maioria dos estudiosos como Faraó da Bíblia. A ruínas do templo que foram encontradas ao sudoeste do Cairo. Uma pesquisa profunda nas ruínas do palácio de Ramsés poderão revelar através da arqueologia bíblica a veracidade dos relatos bíblicos.

Fonte: segredosdaarqueologiabiblica.blogspot.com.br



                                                 Mais noticias
Arqueologia Bíblica
ABORTO
Últimos Acontecimentos Bíblicos

Noticia: Confirmando as profecias, judeus das "Tribos Perdidas" estão regressando a Israel

Desde há 2.500 anos que vem sendo anunciado pelos profetas que nos"últimos dias", os judeus das tribos dispersas de Israel fariam o seu retorno à Terra dos seus ancestrais, a única que lhes foi concedida pelo Senhor Deus de Israel.
"Assim diz o Senhor Deus: Eis que Eu tomarei a vara de José que esteve na mãos de Efraim, e a das tribos de Israel, suas companheiras, e as ajuntarei à vara de Judá, e farei delas uma só vara, e elas se farão uma só na Minha mão" - Profeta Ezequiel 37:16

"Dize-lhes pois: Assim diz o Senhor Deus: Eis que Eu tomarei os filhos de Israel dentre os gentios, para onde eles foram, e os congregarei de todas as partes, e os levarei à sua terra" - Profeta Ezequiel 37:21. (Ênfase minha).

225 JUDEUS DA TRIBOBNEI MANASSÉSFAZEMALIYAH

Há exactamente 2 semanas atrás, o rabi Michael Freund, líder da organização "Shavei Israel", trouxe para Israel mais 225 membros da tribo Bnei Manassés, em cumprimento às profecias de há milénios atrás que agora se estão cumprindo na nossa geração.

Freund fundou a organização "Shavei Israel" com o intuito de procurar pessoas com raízes judaicas mas que se desconectaram do povo judeu. Desde a fundação da organização, ele já ajudou judeus subbotnik que se converteram sob os czares russos, há cerca de 200 anos atrás, polacos entregues à adopção pelos seus pais judeus durante o Holocausto, descendentes de judeus que chegaram a Kaifeng, na China, há mais de mil anos atrás, e Bnei Anussim, descendentes de judeus que foram forçados à conversão católica durante a Inquisição espanhola e portuguesa dos séculos 14 e 15, e muitos outros.

"UMA DECISÃO PROFUNDAMENTE PESSOAL..."

Tal como menciona o site da organização: "Para o povo judeu, o retorno não pode envolver coacção ou compulsão. É uma decisão profundamente pessoal e não pode ser imposta a partir do exterior. Pode resultar de um desejo de recuperar uma herança perdida, ou de uma intensa necessidade de compreender vários costumes herdados e tradições familiares."


AUSENTES DA TERRA HÁ 2.700 ANOS...
Os Bnei Manassés partiram de Israel há mais de 27 séculos. Sendo parte das 10 tribos, foram separados do resto de Israel pelos assírios nos dias finais do 1º Templo de Jerusalém, 140 anos antes do exílio na Babilónia. Os seus ancestrais vaguearam durante séculos pelas regiões da Ásia central e do Extremo Oriente antes de assentarem na região nordeste da Índia, ao longo da fronteira com Burma e o Bangladesh.

Em todas as jornadas do seu exílio, os Bnei Manassés continuaram a praticar o judaísmo tal como faziam os seus ancestrais, incluindo a observância do Sábado, a alimentação kosher, a celebração das festas judaicas e a obediência às leis relacionadas com a pureza da família. Sempre foram também alimentando o sonho de um dia retornarem à terra dos seus ancestrais, a Terra de Israel.

A "Shavei Israel" já trouxe para Israel mais de 3.500 membros da tribo da Bnei Manassés, ajudando-os no difícil processo de se adaptarem e assentarem num novo país. Restam na Índia cerca de 7.000 membros desta tribo "perdida."
Fonte: Shalom, Israel!



                                                          Mais noticias
Arqueologia Bíblica
ABORTO
Últimos Acontecimentos Bíblicos

Noticia: Descoberta Estrada Romana de 2000 anos perto de Beit Shemesh

Descoberta Estrada Romana de 2000 anos perto de Beit Shemesh.
Descoberta de estrada romana - Mais uma daquelas descobertas arqueológicas incríveis estão ocorrendo na Terra Santa, hoje a Autoridade de Antiguidades de Israel fez uma declaração a imprensa que após escavações de resgate iniciarem junto a cidade de Beit Shemesh, os arqueólogos encontraram nada menos que o caminho romano para a cidade durante o primeiro século, ou seja, contemporâneo a Jesus.

Mais uma vez, tudo começou por causa de um novo projeto de abastecimento de água alternativo e a estrada romana foi encontrada junto ao que hoje é conhecido como o "caminho de Israel" um caminho que é utilizado por israelenses e turistas para conhecer o país de norte a sul.
A estrada romano é ampla e impressionante têm 2.000 anos de idade e está excepcionalmente preservada, foi descoberta neste mês de fevereiro passado em escavações arqueológicas da Autoridade de Antiguidades de Israel, juntamente com o ulpan "Amit Venus" de Beit Shemesh, perto da auto-estrada 375. A escavação foi realizada no âmbito do que estabelece empresa de águas de Beit Shemesh.

Fonte: segredosdaarqueologiabiblica.blogspot.com.br



                                           Mais noticias
Arqueologia Bíblica
ABORTO
Últimos Acontecimentos Bíblicos

Noticia: Cristão ex-muçulmano é ameaçado por parentes

Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome. Mateus 24:9
O cristão ex-muçulmano Alim é um dos irmãos que compareceu, junto com seu pastor, ao funeral de Kamila*, uma das primeiras convertidas no Tajiquistão. Leia aqui sobre o problema que o marido de Kamila, Mihrab*, enfrentou durante e após o funeral da esposa. Ele continua sendo pressionado por familiares muçulmanos a voltar ao islã. Agora o mesmo está acontecendo com Alim.

Após o funeral, o mulá (líder da mesquita) chamou os tios e primos de Alim à mesquita para incitá-los contra a Alim por causa da sua fé. Eles exigiram que ele retornasse ao islamismo, negando a fé cristã oficialmente dentro da mesquita. Eles ameaçaram bater nele e expulsá-lo da comunidade. Seria muito difícil para Alim, pois junto com a esposa e filho, ele mora na casa de seus pais.

Mas ele não negou a Jesus e isso deixou seus familiares muito bravos. Eles passaram a persegui-lo e ameaçá-lo por vários dias, o que deixou Alim muito estressado. Então seu pastor sugeriu que ele ficasse em uma casa segura (lugar que a Portas Abertas apoia, onde recebe cristãos para um tempo de refrigério) até a situação se acalmar.

Agora, junto com a família, Alim está em uma casa segura e precisa de nosso apoio. Ore por sua proteção e segurança e clame para que o Senhor o fortaleça. Mas interceda também pela vida de seus familiares, para que sejam salvos e que haja reconciliação entre eles.
*Nome alterado por segurança.
Fonte: Portas Abertas



                                             Mais noticias
Arqueologia Bíblica
ABORTO
Últimos Acontecimentos Bíblicos

Noticia: Refugiados sírios se estabelecem na Armênia

Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome. Mateus 24:9
Antes da guerra na Síria, havia uma população de mais de 100 mil sírios de origem armênia no país. Essa comunidade consiste de pessoas cujos bisavós foram exilados de sua histórica terra-natal durante o genocídio armênio pelo Império Otomano em 1915 – do qual a Síria fazia parte. Os que conseguiram escapar ou sobreviveram aos campos de refugiados fizeram da Síria seu lar. Estabelecida na Síria, essa minoria cristã construiu dezenas de igrejas, escolas e centros culturais. No entanto, o embaixador da Armênia na Síria, Arshak Poladian, afirmou que em 2017, 70% deles deixou o país.

Neres Kevo, dono de uma cafeteria em Yerevan, a capital da Armênia, é um dos 70 mil sírios armênios que fugiram durante a guerra. Ele tinha uma fábrica de filtros de ar para veículos em Aleppo. Um dia tudo foi destruído por um ataque aéreo. “Vendo o resultado de anos de trabalho duro se perder do dia para a noite e temendo por nossa vida, minha família e eu decidimos deixar a Síria”, conta Kevo.

De acordo com o Ministério da Diáspora da Armênia, cerca de 25 mil sírios-armênios mudaram para lá desde o começo da guerra, em 2011. Desses, 3 mil seguiram para outros destinos ou voltaram para a Síria. A Armênia e outras organizações têm dado ajuda financeira e humanitária a sírios-armênios. Os que se estabeleceram na Armênia em breve receberão uma ajuda financeira da União Europeia no valor de 3 milhões de euros (cerca de 13, 4 milhões de reais), conforme divulgado pela Armenpress, agência de notícias da Armênia. A ajuda será destinada a casas, negócios e treinamento.

Kevo é o líder da União de Sírios-Armênios na Armênia e acredita que a diminuição da comunidade cristã na Síria é irreversível, pois pouquíssimos refugiados voltaram. “De agora em diante, o Oriente Médio será uma zona perigosa para cristãos, porque um novo conflito pode surgir a qualquer momento. Os filhos daqueles que estão na Armênia há quatro, cinco anos, já estão estabelecidos em escolas e universidades e não falam árabe. Além disso, muitos deles já abriram o próprio negócio aqui. E alguns estão só esperando o momento certo para voltar e vender suas propriedades na Síria e se mudar definitivamente para cá”, afirma.

Apoie refugiados
Você pode fazer a diferença na vida de cristãos iraquianos refugiados na Jordânia. Através de uma doação, você possibilita que eles recebam aconselhamento pós-trauma e ajuda emergencial. Para saber como doar, clique aqui.
Fonte: Portas Abertas




                                                   Mais noticias
Arqueologia Bíblica
ABORTO
Últimos Acontecimentos Bíblicos

Noticia: A importância do discipulado na Índia

Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome. Mateus 24:9
Os cristãos indianos enfrentam uma perseguição extrema por causa da fé. A Índia ocupa a 11ª colocação na Lista Mundial de Perseguição 2018. Muitos casos envolvem discriminações por parte de moradores locais, que resultam em xingamentos, agressões e até mesmo expulsão de cristãos da aldeia. A Portas Abertas tem auxiliado às igrejas locais fornecendo comida e outros meios de sustento para aqueles que tiveram que fugir.

Em algumas regiões, a própria polícia motiva a população a perseguir aqueles que se convertem. Recentemente, um casal e seu filho de 5 anos foram arrastados de forma agressiva para uma reunião do vilarejo. Lá, eles foram ameaçados e o pai abusado fisicamente. Além disso, eles receberam ameaças de que perderiam a terra e continuariam a ser perseguidos. Essa hostilidade gera medo. Nesse caso, a família chegou a deixar de participar dos cultos da igreja.

Nos passos do mestre
Para minimizar esse tipo de situação, com a sua ajuda, a Portas Abertas leva para Índia um treinamento bíblico. Dessa forma, cristãos perseguidos, pastores ou líderes são treinados para transmitir os ensinamentos e fortalecer outros irmãos, para que permaneçam firmes na fé. Faça parte desse projeto e continue apresentando a igreja indiana em oração.
Fonte: Portas Abertas



                                            Mais noticias
Arqueologia Bíblica
ABORTO
Últimos Acontecimentos Bíblicos