1 de agosto de 2016

Dinâmica: Evangelho Inclusivo - Lição 06: A evangelização dos grupos desafiadores - Adultos

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Lições Biblicas adultos: O Desafio da Evangelização 3° trimestre de 2016 - CPAD
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Adultos: O Desafio da Evangelização – Obedecendo ao ide do Senhor Jesus de levar as boas-novas a toda criatura
Lição 06: A evangelização dos grupos desafiadores
Professoras e professores, observem estas orientações:
1 – Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:
- Cumprimentem os alunos.
- Dirijam-se aos alunos, chamando-os pelo nome, para tanto é importante uma lista nominal para que vocês possam memorizar.
- Perguntem como passaram a semana.
- Escutem atentamente o que eles falam.
- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.
- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.
Outro fator importante para estabelecer vínculos com os alunos é através das redes sociais, adicionem os alunos e mantenham comunicação com eles.
3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email ou pelas redes sociais, deixando uma mensagem “in box” dizendo que sentiu falta dele(a) na EBD).
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.
4 – Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.
5 – Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associando a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!
6 – Agora, vocês iniciam o estudo da lição. Vejam estas sugestões:

- Apresentem o título da lição: A evangelização dos grupos desafiadores.
- Para introduzir o estudo do tema, utilizem a dinâmica “Evangelho Inclusivo”.
- Lembrem-se de que ao trabalhar o conteúdo da lição, vocês devem oportunizar a participação do aluno, envolvendo-o através de exemplos e situações próprias de sua idade. Dessa forma, vocês estão contextualizando o tema com a vida do aluno, além de promover uma aprendizagem mais significativa.
Tenham uma excelente e produtiva aula!

Atenção! Professores da classe dos novos convertidos:
Vocês encontram sugestões para a revista Discipulando do 1o. ao 4o. ciclo, no marcador "Discipulando".
Para a revista 1 e 2 do Discipulado, vocês encontram no marcador "Subsídio Pedagógico Discipulado 1" e "Subsídio Pedagógico Discipulado 2", do currículo antigo. Façam bom proveito!
Dinâmica: Evangelho Inclusivo

Objetivos:
Introduzir o estudo sobre evangelho para todos.
Refletir sobre a evangelização dos grupos desafiadores: Prostitutas, Homossexuais, Criminosos e Viciados.

Material:
04 placas, cada uma com 01 dos nomes: Prostitutas, Homossexuais, Criminosos e Viciados
Procedimento:
- Entreguem para 04 alunos as placas com os nomes: Prostitutas, Homossexuais, Criminosos e Viciados(01 placa = 01 aluno).
- Organizem os alunos em círculo.
- Os 04 alunos que estão com as placas devem se posicionar fora do círculo.
- Falem: Jesus disse: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei”(Mateus 11:28-28).
- Peçam para que os alunos repitam o versículo.
- Falem: “Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”(João 3:16-16).
- Peçam para que os alunos repitam o versículo.
- Falem: Fomos alcançados pelo grande amor de Deus. Hoje, gozamos da salvação.
Mas, há aqueles que ainda não conhecem Jesus como salvador. Quem são eles? Olhem ao seu redor!
Repitam: Quem são eles?
Os alunos devem ler o que está escrito nas placas.
- Como temos agido diante destes 04 grupos desafiadores?
Temos nos fechado(peçam para que os que estão no círculo se juntem bastante), excluindo-os, por preconceito, medo...?
Estamos dispostos a cumprir o IDE para todos, de acordo com Marcos 16:15: “E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura”.
- Então, o que precisa ser feito?
Aguardem a atitude dos alunos com relação aos 04 alunos que estão fora do círculo.
Espera-se que eles se dirijam aos 04 e falem da salvação ou chamem para fazer parte do círculo.
Se os alunos não fizerem, orientem para que façam. Por Sulamita Macedo.

Slides: Lição 6 - A Evangelização dos Grupos Desafiadores: - Adultos

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Slides






TEXTO ÁUREO
"[...] e o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora. (Jo 6.37)




VERDADE PRÁTICA
Falar de Cristo às prostitutas, criminosos e viciados também faz parte da missão evangelizadora da Igreja.


INTRODUÇÃO
A igreja do século 21 tem um grande trabalho pela frente: evangelizar os grupos desafiadores, dentre os quais destacamos as prostitutas, os homossexuais, os criminosos e os viciados. Tais pessoas não podem ser ignoradas em nossas ações evangelísticas.

Diante desse desafio, que exige uma ação concentrada de toda a igreja, saiamos a ganhar, para Cristo, os que se acham nos becos, sarjetas, prostíbulos, presídios e cracolândias. Jesus nunca deixou um marginalizado sem consolo e alívio. Ele disse: "Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei (Mt 11.28).

I - JESUS ANUNCIA O EVANGELHO DA INCLUSÃO



A narrativa da pecadora que, além de ungir Jesus, lavou-lhe os pés com as lágrimas, enxugando-os com os próprios cabelos, mostra a ação inclusiva do Evangelho de Cristo.

1. A reação do fariseu, o incluído. Vendo a pecadora adorando o Salvador, o fariseu pôs-se a murmurar contra o caráter e a missão de Jesus (Lc 7.39). Ele julgava-se bom, justo e repleto de boas obras. Aos próprios olhos, já estava incluso no Reino de Deus. Por esse motivo, achava-se no direito de excluir aquela prostituta, condenando-a ao fogo do inferno. Assim agiam os adeptos do farisaísmo (Lc 18.11).

Será que não estamos agindo de igual maneira frente aos que necessitam ouvir o Evangelho amoroso e inclusivo de Cristo? Não devemos excluir os que Deus quer incluir.


2. A reação da mulher, a excluída. Àquela pecadora não restava outra coisa senão chorar e adorar a Jesus com seu unguento e lágrimas (Lc 7.38). Ela nada podia alegar em sua defesa, pois todos sabiam quem era ela e o que fazia. Não podemos desprezar, pois, os que, ao nosso redor, choram envergonhados de seus pecados.


3. Reação de Jesus, o amor inclusivo. Diante da insensibilidade do fariseu, o Senhor mostra a fé operosa daquela pecadora (Lc 7.44-46). Em seguida, diante de todos, Jesus inclui a mulher no Reino de Deus: "Os teus pecados te são perdoados. A tua fé te salvou; vai-te em paz" (Lc 7.48,50).


II - O EVANGELHO ÀS PROSTITUTAS


Na evangelização das prostitutas, há duas perguntas a responder. Por que e como evangelizá-las?

1. Por que evangelizar as prostitutas. A resposta a esta pergunta é mais do que óbvia. Devemos evangelizá-las porque Jesus morreu por elas também (Jo 3.14-16). Logo, como já deixamos claro no tópico anterior, estejamos aptos a falar-lhes de Cristo. Várias são as mulheres que, libertas de pecados sexuais, tornaram-se heroínas da fé, como Raabe e a mulher pecadora na casa de Simão (Hb 11.31; Lc 7).



2. Como evangelizar as prostitutas. Embora nada impeça que um homem crente evangelize uma prostituta, recomenda-se, sempre que possível, que esse trabalho seja acompanhado por uma equipe feminina. Seja como for, que essas mulheres ouçam o Evangelho de Cristo. Todavia, acautelemo-nos daquelas que, embora aprendam sempre, jamais chegam ao conhecimento da verdade, em consequência de seu amor à vida pecaminosa (2 Tm 3.7).


III - O EVANGELHO AOS HOMOSSEXUAIS



Ao contrário do que alguns supõem, Cristo também liberta e salva os homossexuais. Este grupo precisa ser incluído em nossas ações evangelísticas.

1. Homossexuais em Corinto. Entre os crentes de Corinto, havia também ex-homossexuais que, ao se arrependerem de seus pecados, deixaram as velhas práticas. E, agora, achavam-se entre os santos daquela igreja (1 Co 6.10,11). Sua conversão não era propaganda enganosa, mas real e constatável. Basta esse único caso para comprovar o poder do Evangelho.


2. Como evangelizar os homossexuais. Os homossexuais, tanto homens quanto mulheres, devem ser abordados direta, mas respeitosa e amorosamente. Devemos vê-los como as demais pessoas carentes da graça de Deus. Se crerem no Evangelho e arrependerem-se de seus pecados, certamente serão salvos.

Já convertido, o ex-homossexual será devidamente discipulado e integrado à igreja. E, bem orientado, começará uma vida nova que, em todas as coisas, glorificará o nome de Deus.


IV - O EVANGELHO AOS CRIMINOSOS


Nossas prisões acham-se abarrotadas de homens e mulheres que precisam ouvir a verdade libertadora do Evangelho (Jo 8.32).
1. A capelania de Paulo e Silas. Os primeiros capelães carcerários da Igreja de Cristo foram Paulo e Silas. Presos como criminosos comuns, realizaram um trabalho incomum na penitenciária de Filipos. Ali, através de seu testemunho e proclamação, ganharam o carcereiro e sua família para Jesus, além de evangelizar os outros presos (At 16.19-34).



2. A capelania da igreja atual. Num país como o Brasil, há um vasto campo no âmbito da capelania carcerária. A Igreja deve se esforçar para evangelizar os presídios e os menores que estão sofrendo medidas socioeducativas. Além disso, não deve se ausentar das áreas de risco, levando o Evangelho de Cristo às pessoas que traficam drogas e dependentes químicos.


V - O EVANGELHO AOS VICIADOS


Dizem que o número de viciados em crack, no Brasil, pode chegar à casa do milhão. Se isso for verdade, estamos diante de uma tragédia social.

1. Viciados libertos. Na igreja em Corinto, havia também muitos irmãos libertos do álcool que, à semelhança de outras drogas, vinha minando as bases do Império Romano. Entretanto, os que dantes eram escravos do vício levavam, agora, uma vida produtiva e digna (1 Co 6.10,11). O mesmo aplica-se aos que, hoje, vivem aprisionados à cocaína, ao crack, ao haxixe e outras substâncias nocivas.


2. Como evangelizar os viciados. Não é fácil expor o Evangelho aos que vivem nas cracolândias. Muitos deles já não têm qualquer discernimento; comportam-se como mortos-vivos. Para alcançá-los, exige-se uma equipe evangelística especializada e assistida por profissionais competentes. As medidas de segurança não podem ser desprezadas.


CONCLUSÃO


Há outros grupos desafiadores que não foram mencionados, mas que estão a requerer igual assistência. Busque conhecer as reais carências de sua cidade. O momento atual exige uma ação prioritária e urgente da Igreja de Cristo. Nenhum segmento social pode ficar de fora de nossa ação evangelística.


Elaboração dos slides: 
Pastor Ismael Pereira de Oliveira. 

Noticia: Delcídio detona Lula: ‘Um dia a conta chega prá todo mundo’

Autor da delação que levou à denúncia contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o senador cassado Delcídio Amaral (sem partido-MS) disse ao ‘Estadão’, na última sexta-feira (29/07) que “um dia a conta chega para todo mundo”. Delcídio se referia ao fato de Lula ter se tornado réu em ação criminal na Justiça Federal em Brasília por tramar contra a Operação Lava Jato.

O próprio Delcídio também é réu na mesma ação, ao lado de outros cinco acusados de envolvimento em um plano para comprar o silêncio do ex-diretor da Petrobrás Nestor Cerveró e assim atrapalhar as investigações da Operação. Delcídio foi preso no dia 25 de novembro, por determinação do Supremo Tribunal Federal.

Para o senador cassado, a decisão judicial que recebeu a acusação da Procuradoria contra Lula “só fortalece” suas revelações. Em troca de sua delação, o ex-senador deverá se livrar de uma eventual prisão, mesmo que condenado na ação por tentativa de obstrução a Lava Jato.
Fonte: Mídia Bahia


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Noticia: Califado em baixa: Estado Islâmico busca ataques com ‘lobos solitários’

Estado Islâmico declarou califado no Iraque e Síria em 30 de junho de 2014

O Estado Islâmico, que está perdendo território na Síria e no Iraque, reivindicou a autoria de uma série de ataques militantes em vários cantos do mundo recentemente, principalmente na França e na Alemanha.

A série de ataques ocorreram após um apelo para que os combatentes atacassem o Ocidente durante o mês sagrado do Ramadã, em junho e julho, em uma aparente mudança de estratégia por parte do grupo jihadista, que está sendo combatido há dois anos por bombardeios da coalizão liderada pelos Estados Unidos e também vê o avanço das forças locais em solo.

Mas em vez de pedir para os combatentes viajarem para o auto-proclamado califado, o grupo os está encorajando a agir localmente, com os meios que tiverem disponíveis.

“Se os tiranos fecharem as portas da imigração nas vossas caras, então abram as portas da jihad na cara deles e façam com que suas ações se voltem contra eles mesmos”, sugere um áudio supostamente gravado pelo porta-voz do grupo, Abu Muhammad al-Adnani, referindo-se aos esforços dos governos ocidentais para impedir que os militantes viajem para se juntar ao grupo no Oriente Médio.

Militantes responderam a isso com atos nos últimos dois meses, em países que fazem parte da coalizão que está atacando o Estado Islâmico. Eles atiraram em pessoas em uma boate da Flórida, atropelaram uma multidão com um caminhão na Riviera Francesa e atacaram com um machado usuários de um trem perto de Munique.

Os autores dos ataques tinham vários níveis distintos de conexão com os jihadistas do Oriente Médio. Alguns tentaram viajar para a Síria e estavam sob vigilância das autoridades, enquanto outros tinham demonstrado poucos sinais de radicalismo até praticarem os atos.

“Há um entendimento crescente de que a ideia de um califado está morrendo e mais e mais a liderança está pedindo que combatentes estrangeiros nem viajem ao Iraque ou à Síria, mas que se organizem para cometer violência localmente”, afirmou Max Abrahms, professor da Northeastern University, em Boston, e estudioso de grupos extremistas.

Autoridades e especialistas em segurança no Oriente Médio e no Ocidente preveem que a campanha militar contra o grupo no Iraque e na Síria inviabilizará o califado, mas ao fazer isso aumenta o risco de ataques em outros cantos do mundo.

‘Lobo solitário’

Há mais de um mês, os partidários do Estado Islâmico nas redes sociais estão encorajando os “lobos solitários” a atacar o Ocidente com métodos que vão desde sofisticadas explosões e tiroteios ao improviso de esfaqueamentos e até agressões físicas.

“Jurem lealdade secretamente ou em público ao (líder do Estados Islâmico) Abu Bakr al-Baghdadi, e cada um de vós será um soldado do califado, idênticos àqueles que estão presentes no Estado Islâmico”, afirmou um partidário.

Ao assumir a autoria de alguns ataques recentes, militantes referiram-se às palavras de Adnani.

Os militantes “realizaram a operação em resposta aos pedidos para atingir cidadãos dos países que fazem parte da coalizão que combate o EI” no Iraque e na Síria, afirmaram comunicados emitidos após quatro incidentes na Europa neste mês.

Na França, um ataque com um caminhão matou 84 pessoas em pleno Dia da Bastilha, em Nice, e um ato em uma igreja terminou na morte de um padre católico na Normandia. Na Alemanha, o ataque com machados e um homem-bomba deixaram 20 feridos no total.

A maioria dos agressores ecoou a retórica de Adnani e encorajou outros combatentes a imitá-los durante mensagens gravadas em que assumiam os ataques.

“Irmãos, usem uma faca, o que for necessário. Ataquem, matem em massa”, disse Abdel Malik Petitjean, um dos dois homens que mataram o padre no norte da França, na semana passada.

“Se vocês não conseguirem viajar para o Levante (Síria), então lutem contra os exércitos apóstatas em suas nações”, afirmou Muhammad Riyad, o refugiado afegão de 17 anos que realizou o ataque com o machado em um trem na Bavária.

Enquanto perde força militar, o Estado Islâmico está tentando cometer atos de violência em qualquer lugar do mundo, disse Abrahms. O grupo está inclusive assumindo a autoria de ataques cujos idealizadores tinham tênues ligações com o califado.

“É indiscriminado quem pode ser um soldado do califado. É indiscriminado quais ataques o grupo vai reivindicar”, explicou.

Nos últimos 18 meses, o EI perdeu um quarto das terras que tomou do Iraque e da Síria em 2014, informou neste mês a empresa de pesquisa IHS. Outras contas colocam o número próximo a 50 por cento.

Autoridades iraquianas prometeram retomar o controle de Mosul ainda neste ano, mas os militantes ainda devem manter alguns redutos em áreas desérticas e apostar em táticas de insurgência mais tradicionais.

O diretor do FBI James Comey disse nesta semana que ele espera um aumento nos ataques nos EUA e na Europa em caso de derrota do EI, da mesma forma que a Al Qaeda se formou a partir de insurgentes que se radicalizaram na década de 80 no Afeganistão.
Fonte: G1


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Noticia: Polícia Federal pede apoio à autonomia da corporação durante manifestação

Delegados colheram assinaturas em favor da PEC 42. E também contra o projeto que define crimes de abuso de autoridade

A Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal aproveitou a manifestação que ocorreu neste domingo (31/07) na Avenida Paulista para colher assinaturas em prol do “fortalecimento” da instituição. Em um ‘stand’ da PF, delegados pedem apoio contra o projeto que define crimes de abuso de autoridade, desengavetado pelo presidente do Senado Renan Calheiros.

Para o delegado Edson Garutti, o projeto em tramitação no Congresso é um risco para as atribuições da corporação pois “criminaliza a interpretação jurídica”. Os delegados também pedem assinaturas pela PEC 412, que prevê a autonomia da PF, hoje subordinada ao Ministério da Justiça.

Clique aqui e apoie essa iniciativa: PEC 412 de 2009 Autonomia Constitucional da Polícia Federal

O projeto que define os crimes de abuso de autoridades estava engavetado desde 2009 e volta a tramitar no momento em que Renan tem em mãos pedidos de impeachment contra o procurador-geral da República Rodrigo Janot e em que o próprio Congresso está nas cordas devido aos sucessivos escândalos de corrupção e de inquéritos relacionados ao petrolão.

O texto que trata de abuso de autoridade enquadra delegados, promotores, membros do Ministério Público, juízes, desembargadores e ministros de tribunais superiores e prevê como pena até quatro anos de prisão e multa, além da perda de função da autoridade em caso de reincidência. O anteprojeto estabelece diversas situações consideradas como abuso de autoridade, como ordenar prisão “fora das hipóteses legais”, recolher ilegalmente alguém a carceragem policial, deixar de conceder liberdade provisória quando a lei admitir e prorrogar a execução de prisões temporárias.

O anteprojeto de abuso de autoridade também estabelece como crime ofender a intimidade de pessoas indiciadas, constranger alguém sob ameaça de prisão a depor sobre fatos que possam incriminá-lo, submeter o preso a algemas quando desnecessário e interceptar conversas telefônicas ou fazer escuta ambiental sem autorização.
Fonte: G1


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Pai adotivo de Jesus, José: Pregação para o dia dos pais

-Tema: FAMÍLIA

Mateus 1.19-24 e Lucas 2.4
-Introdução: Jesus era conhecido no meio do povo como “filho de José” (João 1.45 e 6.42) e “filho do carpinteiro” (Mateus 13.55). De seu pai adotivo, Jesus herdou o título de“carpinteiro” (Marcos 6.33) por ter aprendido sua profissão. Certamente Deus escolheu um homem íntegro para fazer parte da vida de seu Filho. José sabia que Jesus não era seu filho fisicamente, mas o amou como um verdadeiro pai.
Como era o pai adotivo de Jesus?
Vamos refletir em algumas características de José:

1- Temente a Deus: Mateus 1.20 e 2.13,19
A primeira característica que marca a vida de José é o seu temor a Deus. Ser temente a Deus não é ter medo e sim um amor profundo. José tinha uma vida de oração e levava sua família ao templo todos os anos na páscoa (Lucas 2.41). Por tão temente, o Senhor o visitou em sonho três vezes para orientar o seu futuro. Primeiro sonhou com um anjo lhe dizendo para assumir Maria e a criança (Mateus 1.20). Depois o anjo lhe apareceu novamente em sonho ordenando que fosse para o Egito (Mateus 2.13). Num terceiro sonho o anjo lhe disse que poderiam voltar (Mateus 2.19). Todo este roteiro de sonhos e viagens mostra que era alguém que tinha grande intimidade com Deus.
Ser um pai temente a Deus é ter uma vida de oração, buscar sempre a vontade de Deus em tudo. Viver na presença de Deus é a melhor forma de um pai abençoar sua família como sacerdote do lar (Deuteronômio 6.6-10). Um pai de família precisa buscar “o temor do Senhor é o princípio da sabedoria” (Provérbios 9.10).
Seja exemplo de temor a Deus!

2- Responsável: Lucas 1.27 e 2.4
Outra característica de José é sua responsabilidade que se destaca entre seus adjetivos. Primeiramente se percebe pelo fato de estar desposado com Maria (Lucas 1.27) assumindo seu compromisso de constituir uma família. José cumpriu sua obrigação civil e foi fazer o recenciamento na época e no lugar certo, mesmo diante da dificuldade de ter sua esposa grávida (Lucas 2.4). Além disso, José assumiu a paternidade pública de Jesus recebendo Maria como esposa (Mateus 1.24). Ser conhecido como carpinteiro também denota que era um homem trabalhador e bom profissional (Mateus 13.55) e também ensinou a profissão para seu filho (Marcos 6.33). Deu educação a seus filhos provavelmente em casa (João 7.15-17), pois Jesus sabia ler (Lucas 4.16 e 17) e escrever (João 8.8).
O exemplo de um pai ensina muito mais que suas palavras. Todo filho aprende como seu pai “ensina a criança no caminho em que deve andar” (Provérbios 22.6) e lembra-se de suas atitudes (Lucas 15.17). Quando um pai dá exemplo de responsabilidade, seus filhos o seguem como referencial e mesmo que se desviem um dia se lembrarão.
Seja um exemplo de pai responsável!

3- Obediente: Mateus 1.18-25
A terceira característica marcante em José é a sua obediência a Deus, por isso foi chamado de “justo” (Mateus 1.19). Obedeceu à lei levando Jesus para ser circuncidado ao oitavo dia (Lucas 2.22). Não havia coabitado com sua noiva antes do casamento (Mateus 1.18). Somente depois do nascimento de Jesus é que recebeu Maria como sua mulher (Mateus 1.25). Por um instante José foi tentado a deixar Maria (Mateus 1.19), com as melhores intenções de livrar sua noiva de um castigo infame. Contudo, assim que recebeu mensagem do anjo, obedeceu imediatamente recebendo Maria como esposa e o filho como se fosse seu (Mateus 1.24). Até o nome da criança José obedeceu e colocou como mandou o anjo (Mateus 1.21 e 25). Desde os lugares onde morou com sua família até cada detalhe de sua vida foram em obediência à orientação de Deus (Mateus 2.13, 19,20).
Quando o pai é obediente a Deus, os filhos são obedientes ao pai. Se o pai não obedecer a sua liderança, os filhos não saberão obedecê-lo. Muitos pais sacrificam seus filhos por não ensinar obediência, pois “obedecer é melhor que sacrificar” (I Samuel 15.22). Por isso é importante buscar em tudo a “boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Romanos 12.2). Um pai sabe o que é melhor para o filho (Mateus 7.9-12) e precisa ensinar a ser obediente em tudo.
Seja um exemplo de obediência a Deus!

Eduque seus filhos como se fosse o filho de Deus!
-CONCLUSÃO:
Não sabemos como foi o fim da vida de José. Muitos historiadores acreditam que morreu antes de Jesus, por isso Cristo demonstrou ser o responsável por sua mãe quando estava na cruz (João 19.26). Mas o exemplo de sua vida tem muito a nos ensinar, pois viveu com um propósito de preparar seus filhos. Nós também não sabemos como será o fim de nossa vida e devemos viver para Deus cada minuto do nosso viver estando prontos para deixar os filhos preparados para a vida. Talvez Deus tenha permitido que soubéssemos o fim da história de José para mostrar que a paternidade é uma 'história sem fim', mas que os filhos educados para Deus dão continuidade eternamente.
Se você soubesse que há um grande propósito de Deus para seu filho, como você o educaria? Com certeza da melhor forma possível. Então é o que deve fazer porque assim como José sabia que Jesus é especial, cada criança também é importante para Deus e para eles reservou o seu Reino (Mateus 19.14). Não seja um pai como o mundo quer e sim como Deus ensina. Seus filhos também não são seus e sim de Deus. Se você pensar que seus filhos pertencem a Deus e que o Senhor os confiou a você para cuidar, certamente fará o melhor para eles.
Eduque seus filhos para Deus!
_____________________________
Citações Bíblicas: Bíblia Revista e Atualizada, Sociedade Bíblica do Brasil.

Paternidade Espiritual: Pregação para o dia dos pais

-Tema: DISCIPULADO
“meus filhos, por quem, de novo, sofro as dores de parto, até ser Cristo formado em vós”
Gálatas 4.19



Introdução: Vivemos em um tempo onde a paternidade tem sido muito desvalorizada. Muitos problemas psicológicos advêm da ausência da figura paterna ou problemas de identificação com progenitores. O ser humano precisa de uma referência paternal que lhe dê segurança. Por isso Jesus chamava a Deus de Pai (Mateus 6.9). Na igreja este mesmo problema tem sido reproduzido porque muitos novos convertidos não têm pais espirituais para ensinar em sua nova vida.
Até onde se sabe o apóstolo Paulo não se casou (I Coríntios 9.5) e provavelmente não teve filhos. Contudo tratava seus discípulos como se fossem seus filhos. Em suas cartas às igrejas que pastoreava, escrevia chamando-os de filhos, como por exemplo, às Igrejas em Roma como “filhos de Deus” (Romanos 8.16 e 19), em Corinto “como a filhos meus amados” (I Coríntios 4.14), na Galácia “porque vós sois filhos” (Gálatas 4.6) e em Éfeso “filhos amados” (Efésios 5.1).
A paternidade espiritual não é nada fácil, por isso Paulo diz que sofria mais de uma vez as dores de parto e seu objetivo era que Cristo fosse formado em seus discípulos. Ou seja, não os abandonaria ‘até’ que se tornassem parecidos com Jesus, o modelo do Pai celestial. Paulo é um grande exemplo de paternidade espiritual porque cuidava de seus discípulos.
Você tem um pai espiritual?
Vamos refletir sobre o cuidado de Paulo com seus discípulos chamados de filhos:


1- TIMÓTEO > Filho na Fé: I Timóteo 1.2 “a Timóteo, verdadeiro filho na fé, graça, misericórdia e paz, da parte de Deus Pai e de Cristo Jesus, nosso Senhor”.

Timóteo é o mais conhecido filho espiritual de Paulo. Com base no texto acima que usamos e expressão ‘filho na fé’. Paulo o conheceu em Listra sendo já “um discípulo chamado Timóteo, filho de uma judia crente, mas de pai grego” (Atos 16.1). A partir de então passa acompanhar Paulo nas viagens missionárias (Atos 17.14,15) principalmente na Ásia (Atos 19.22 e 20.4). Também chegou a ser preso por causa do evangelho como Paulo (Hebreus 13.23).
Escrevendo às igrejas, Paulo quase sempre cita a presença de Timóteo na abertura das cartas ou no encerramento, tornando um coautor junto com Paulo. Aos Coríntios, Paulo o indica para ser recebido “Timóteo, que é meu filho amado e fiel no Senhor” (I Coríntios 4.17) e devia ser bem recebido “porque trabalha na obra do Senhor, como também eu” (I Coríntios 16.10). Testemunha sobre ele que “conheceis o seu caráter provado, pois serviu ao evangelho, junto comiãgo, como filho ao pai” (Filipenses 2.19-22). Era um representante de Paulo nas visitas às igrejas para trazer notícias para o apóstolo (Filipenses 2.19). Aos cristãos de Roma Paulo chama “Timóteo, meu cooperador” (Romanos 16.21). Através destas palavras percebemos que era algo notório a todos o tratamento de Paulo com Timóteo como pai e filho.
Nas cartas que escreveu a Timóteo, Paulo o chama de filho várias vezes ensinando-o “o dever de que te encarrego, ó filho Timóteo” (I Timóteo 1.18), com muito carinho “ao amado filho Timóteo” (II Timóteo 1.2) e abençoando-o “tu, pois, filho meu, fortifica-te na graça que está em Cristo Jesus” (II Timóteo 2.1). O tratamento paternal de Paulo para Timóteo ensina muitos conselhos de um mestre a seu discípulo.
Com Paulo aprendemos que devemos gerar filhos na fé através da pregação do evangelho e Timóteo nos ensina a desejar aprender sobre esta fé, sendo pessoas ensináveis. Um pai sempre deve estar pronto a ensinar e um filho pronto a aprender.
Se você for filho na fé também será um pai espiritual!

2- TITO > Filho na Comunhão: Tito 1.4 “a Tito, verdadeiro filho, segundo a fé comum, graça e paz, da parte de Deus Pai e de Cristo Jesus, nosso Salvador”.
O que sabemos de Tito é que seria também um jovem pastor como Timóteo e assim como este era discípulo de Paulo. Tito viajava com Paulo (Gálatas 2.1) e quando este estava preso, Tito fazia as viagens representando Paulo até que foi enviado pelo apóstolo para a ilha de Creta (Tito 1.5) como pastor ou bispo como diz a tradição histórica¹. Sua origem era grega (Gálatas 2.3) e chegou a pregar na região da Dalmácia onde hoje é a Croácia (II Timóteo 4.10)
A comunhão entre Paulo e Tito era tão grande que Paulo lamente quando está ausente e o chama de ‘meu irmão Tito’ “não tive, contudo, tranquilidade no meu espírito, porque não encontrei o meu irmão Tito” (II Coríntios 2.13). Depois Paulo declara que “Deus, que conforta os abatidos, nos consolou com a chegada de Tito” (II Coríntios 7.6). Paulo dizia que chegou a “a recomendar a Tito” (II Coríntios 8.6) sabendo que tinha “Tito a mesma solicitude por amor” (II Coríntios 8.16) falando para todos que “Tito, é meu companheiro e cooperador” (II Coríntios 8.23) e ainda o defendia o tempo todo perguntando “porventura, Tito vos explorou? Acaso, não temos andado no mesmo espírito? Não seguimos nas mesmas pisadas?” (II Coríntios 12.18). Na segunda carta aos Coríntios, Tito aparece várias vezes como um representante de Paulo sendo um personagem de destaque neste livro.
Parece que Tito era um jovem muito alegre porque Paulo fala várias vezes que “nos alegramos pelo contentamento de Tito, cujo espírito foi recreado por todos vós” (II Coríntios 7.13), chegando até mesma a ter“exaltação na presença de Tito” (II Coríntios 7.14). Além disso, Tito era um filho obediente a Paulo porque não aceitou a circuncisão pregada pelos judeus (Gálatas 2.3). Tito também é chamado de filho na fé, mas Paulo diz que tinham uma fé comum, ou seja, uma grande comunhão havia entre eles.
Com Paulo aprendemos que devemos ter comunhão com nossos discípulos e não nos sentir superior a eles de forma arrogante. Tito nos ensina que precisamos dar alegria para nossos líderes espirituais não levando apenas problemas, mas também os consolando em suas dificuldades.
Viva em comunhão e alegria com seus filhos espirituais!

3- ONÉSIMO > Filho nas Algemas: Filemom 1.10 “sim, solicito-te em favor de meu filho Onésimo, que gerei entre algemas”.
Onésimo foi outro filho espiritual de Paulo que este conheceu quando já estava preso em Roma por causa do evangelho. Era natural de Colosso, por isso Paulo o enviou para lá com a missão de pregar e dar notícias sobre o apóstolo “vos envio Onésimo, o fiel e amado irmão, que é do vosso meio” (Colossenses 4.9). Onésimo era um escravo de um homem chamado Filemom que também era amigo de Paulo (Filemom 1.16) e fugiu por ter roubado de Filemom (Filemom 1.18). Converteu-se quando conheceu Paulo na prisão e assim que foi possível Paulo o mandou de volta para seu senhor com uma carta “ao amado Filemom, também nosso colaborador”(Filemom 1.1).
Ao falar do escravo Onésimo, Paulo testemunha sobre sua mudança de vida dizendo que “ele, antes, te foi inútil; atualmente, porém, é útil, a ti e a mim” (Filemom 1.11). O amor de Paulo por Onésimo era como de pai e filho dizendo que “envio de volta em pessoa, quero dizer, o meu próprio coração” (Filemom 1.12). Paulo não queria se afastar dele, mas “queria conservá-lo comigo” (Filemom 1.13) tendo tanta consideração que pede que “recebe-o, como se fosse a mim mesmo” (Filemom 1.17). Paulo assume a paternidade de Onésimo e se dispõe a pagar suas dívidas se fosse preciso (Filemom 1.19) e pede ao seu dono que o receba de volta “não como escravo; antes, muito acima de escravo, como irmão caríssimo” (Filemom 1.16). Ainda na prisão Paulo gerou um filho e o preparou para enfrentar a vida assumindo seus erros e testemunhando sua mudança de vida.
Com este filho Paulo nos ensina que mesmo diante de dificuldades devemos gerar filhos espirituais, pois embora estivesse com mãos algemadas, tinha a boca livre para pregar. Onésimo é um exemplo de que sempre há esperança e nunca é tarde para recomeçar, além de que precisamos assumir e enfrentar nossos erros.
Um pai encoraja o filho e este enfrenta com apoio do pai!

Seja um filho!
-CONCLUSÃO:
Estes três discípulos de Paulo que foram chamados de seus filhos nos ensinam muitas coisas. A Igreja cuidar daqueles que passam pelo novo nascimento, como crianças recém-nascidas que precisam primeiro de um leite espiritual (Hebreus 5.12,13). Paulo disse aos coríntios que “leite vos dei a beber, não vos dei alimento sólido; porque ainda não podíeis suportá-lo” (I Coríntios 3.2). A desnutrição espiritual dos novos convertidos tem causado muitos abortos e órfãos espirituais que se tornam pessoas feridas, resistentes ao evangelho e rebeldes não aceitando serem filhos porque não tiveram pais.
Certa vez ouvi que ‘o título mais importante para Deus é o de filho’, porque não importa o que a pessoa seja, quando se torna filho de Deus tudo pode ser mudado (João 1.12). Muitos líderes não conseguem gerar filhos porque não tiveram pais, mas Deus quer curar esta esterilidade espiritual e tratar com esta irresponsabilidade para que todos os seus filhos tenham como pais pessoas que os orientem em sua nova vida.
Quem nunca foi filho não saberá ser pai!
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PR. WELFANY NOLASCO RODRIGUES
¹ http://pt.wikipedia.org/wiki/Tito_(b%C3%ADblico)Citações Bíblicas: Bíblia Revista e Atualizada, Sociedade Bíblica do Brasil.