1 de junho de 2016

Noticia: Terremoto de magnitude 7,2 sacode o nordeste de Taiwan

"..., e terremotos, em vários lugares." Mateus 24:7

Um terremoto de magnitude 7,2 na escala Richter sacudiu nesta terça-feira o nordeste de Taiwan, causando temor entre a população da capital, Taipé, sem que até o momento haja informações sobre vítimas, segundo o Centro Meteorológico Central da ilha.

O terremoto ocorreu às 13h23 locais (2h23 de Brasília) e teve seu epicentro perto da cidade de Yilan, no nordeste da ilha, acrescentou o centro meteorológico.

O terremoto foi sentido com força nas cidades do nordeste de Taiwan, onde desencadeou temor entre a população, especialmente em Taipé, Yilan e Taoyuan.

Taiwan está localizada em uma região de encontro entre placas tectônicas e sofre frequentes movimentos sísmicos, o mais devastador dos últimos anos, de magnitude 7,6, ocorreu em 22 de setembro de 1999 e deixou 2.416 mortos.

Em 6 de fevereiro de 2016, um terremoto de magnitude 6,4 atingiu Tainan, no sul da ilha, no qual 117 pessoas morreram devido ao desmoronamento de edifícios.
Fonte: EFE.



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Noticia: OMS recomenda a brasileiras considerar adiar gravidez

“...e pestes...” Mateus 24:7

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que casais que vivem em locais com o surto do vírus zika adiem ou pelo menos considerem adiar uma gravidez. Para os estrangeiros ou mesmo pessoais locais que apresentaram algum sintoma, a sugestão publicada nesta terça-feira, 31, pela entidade é de que esperem pelo menos seis meses para iniciar uma gravidez.
Já para estrangeiros que visitam locais com surtos e que não têm sintomas, a recomendação pede pelo menos 2 meses de espera até que uma gravidez seja iniciada.

A sugestão está sendo publicada depois que novos estudos realizados pela entidade e cientistas apontarem que o vírus tem um período maior de permanência no sêmen, além do que se previa.

"Nossa sugestão é de que pessoas em locais com surto adiem ou considerem adiar uma gravidez", disse Christian Lindmeier, porta-voz da OMS. Para ele, mulheres nesses países devem ter acesso a informação e medidas de prevenção, como preservativos.

Em casos de estrangeiros que visitam o Brasil e tenham sintomas como febre e conjuntivite, a sugestão é de que a espera seja de seis meses. "Isso é uma forma de garantir que o vírus deixe o corpo", apontou Lindmeier.

Segundo ele, a sugestão anterior da OMS era de uma espera de apenas três meses. "Decidimos rever nossas recomendações, diante das novas informações que temos sobre o vírus" disse.

Outra mudança se refere também a casais que tenham estado no Brasil, mesmo sem dar sinais de sintomas. "Essas pessoas devem esperar oito semanas ao voltar de locais afetados", indicou. Antes, a recomendação falava em quatro semanas.
Fonte: Estadão.


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Noticia: Paquistão: jovem é queimada viva por rejeitar pedido de casamento

Maria Sadaqat se recusou a casar com o filho de seu ex-chefe. ‘Ela foi torturada e queimada viva’, relatou Abdul Basit, tio da vítima

Uma jovem paquistanesa morreu nesta quarta-feira (1) depois de sido torturada e queimada viva no nordeste do país, por se recusar a casar com o filho de seu ex-chefe, informaram a polícia e seus familiares.

Maria Sadaqat, de 19 anos, foi atacada por um grupo de pessoas na segunda-feira na aldeia de Upper Dewal, perto de Muree.

“Ela foi torturada e queimada viva. Nós a levamos para o hospital em Islamabad, mas morreu hoje por causa de seus ferimentos”, relatou Abdul Basit, o tio da vítima, nesta quarta-feira à AFP em frente ao setor de queimados do Instituto de Ciências Médicas do Paquistão (PIMS).

“Estava divorciado e era duas vezes mais velho do que ela. Ela rejeitou a proposta e deixou o emprego”, indicou Basit.

“Mas eles a atacaram”.

Segundo a polícia, a jovem apontou o diretor da escola privada onde trabalhava e quatro outras pessoas como sendo seus agressores, em um comunicado em seu leito de morte.

“Nós já prendemos um dos suspeitos, e estamos em buscas dos outros”, informou o oficial encarregado da investigação, Mazhar Iqbal.
Fonte: G1


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Noticia: Conselho de Ética vota hoje parecer sobre processo de Cunha

O presidente do Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, José Carlos Araújo (PR-BA), recebeu na terça-feira (31) parecer sobre Eduardo Cunha (PMDB-RJ)

O Conselho de Ética da Câmara se reúne nesta quarta-feira (1º), às 14h, para a leitura do parecer – relatório e voto – sobre o processo de cassação do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). O documento tem um total de 84 páginas. Diante da possibilidade de pedido de vista, o presidente do conselho, José Carlos Araújo (PR-BA), prevê que a discussão e votação do parecer fique para terça-feira (7).

Na terça-feira (31), o presidente interino da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão (PP-MA), encaminhou uma consulta à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) a respeito do rito dos processos de cassação de deputados federais. Embora não esteja especificado que se trata de uma consulta sobre a tramitação do processo contra o presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha, a iniciativa ocorre na reta final de apreciação da representação contra Cunha no Conselho de Ética.

A consulta é vista por opositores de Cunha como mais uma manobra para atrapalhar o andamento do processo no conselho. Em outras ocasiões, Maranhão deu pareceres favoráveis a Cunha, atendendo a requerimentos de aliados do presidente afastado.

Entrega do parecer

O parecer do relator Marcos Rogério (DEM-RO) sobre Cunha foi entregue nessa terça-feira a Araújo. O relatório foi finalizado após quase seis meses, desde que as investigações contra o ex-presidente da Câmara foram iniciadas.

Cunha é acusado de ter mentido à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras, quando negou a existência de contas no exterior em seu nome. De acordo com parlamentares que o acusam, isso caracteriza quebra de decoro parlamentar.

Com a entrega do documento ao presidente do conselho, começou a contar o prazo de 24 horas para a convocação de uma reunião para sua leitura do documento, o que deve ocorrer hoje. A previsão é que o relatório seja votado no dia 9 de junho.

Representações

Na reunião de terça, de última hora, Araújo recebeu três representações da Corregedoria da Câmara, apresentadas por políticos locais do interior da Bahia. Ele terá cinco dias úteis para se defender. O parecer só foi entregue após essas representações. “Fui notificado de que tenho cinco dias para responder para a Corregedoria, que encaminhará à Mesa [Diretora], para votar. Se avaliar procedente, [a Mesa] encaminha ao presidente do Conselho de Ética, que terá de se afastar. É isso o que querem aqueles que articularam essas representações”, disse Araújo.
Fonte: Agência Brasil


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Noticia: Conselho do MP nega pedido de Lula para afastar procurador da Lava Jato

Por unanimidade, o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) negou nesta terça-feira (31/05) pedido da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para afastar o procurador da República Carlos Fernando dos Santos Lima, que integra a força-tarefa da Operação Lava Jato.

O colegiado entendeu que cabe à Corregedoria do Ministério Público Federal tomar eventuais providências. A defesa de Lula alegava que Lima deveria ser afastado de suas funções por, em entrevistas à imprensa, ter feito juízo de valor negativo e atribuído crimes ao petista durante as investigações do petrolão, sem que ele seja réu dos escândalos de corrupção na Petrobras.
Fonte: Veja


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Noticia: Senado aprova pena mais dura para crime de estupro coletivo

Pela proposta da senadora Vanessa Grazziotin, a pena para o crime de estupro praticado por duas ou mais pessoas aumenta de um a dois terços

Uma semana após se tornar público o caso do estupro coletivo de uma adolescente no Rio de Janeiro, ocorrido no sábado (21), o plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (31), por unanimidade, projeto de lei que tipifica os crimes de estupro coletivo e de divulgação de imagens desse tipo de crime.

Pela proposta, de autoria da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), a pena para o crime de estupro praticado por duas ou mais pessoas poderá ser aumentada de um a dois terços.

“Temos que a reprovabilidade da conduta nos estupros perpetrados por diversas pessoas, na mesma ocasião, é mais elevada que nos demais crimes contra a dignidade sexual, pois a pluralidade de agentes importa, além da covardia explícita e da compaixão inexistente, em ainda mais sofrimento físico e moral, medo e humilhação para a vítima”, argumentou a senadora Simone Tebet (PMDB-MS), relatora da matéria.

Uma emenda da relatora transforma em crime, com pena de reclusão de dois a cinco anos, oferecer, trocar, disponibilizar, transmitir, distribuir, publicar ou divulgar, por qualquer meio, inclusive sistema de informática ou telemático, fotografia, vídeo ou outro registro que contenha cena de estupro.

“A divulgação do estupro e, a partir desse momento, sua virtual e eterna permanência na internet não gera apenas prejuízos morais à vitima, a exemplo de um xingamento ou de uma mera depreciação pessoal. A divulgação perturbará seu convívio familiar, desestabilizará suas relações sociais, deixará sequelas em futuros relacionamentos amorosos e na imagem que a vítima buscará construir a respeito de si mesma”, acrescentou Simone Tebet.

A matéria estava na pauta da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, mas o presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), propôs a apresentação de um requerimento assinado pelos líderes para que a votação fosse levada diretamente ao plenário.

O requerimento foi aprovado no início da noite e, depois de votada as matérias pautadas, o mérito do projeto foi aprovado. O texto segue agora para apreciação da Câmara dos Deputados.

De acordo com o Artigo 213 do Código Penal, constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a praticar sexo ou a praticar ou permitir que com ele se pratique está sujeito ànprisão de seis a dez anos.

Se da conduta resultar lesão corporal de natureza grave ou se a vítima é menor de 18 anos ou maior de 14 anos, a pena passa a ser de oito a 12 anos. Se da conduta resultar na morte da vítima, passa a ser de 12 a 30 anos de prisão.
Fonte: Agência Brasil


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Noticia: Nova secretária de Política para Mulheres é contra o aborto

A secretária Fátima Pelaes com o presidente em exercício Michel Temer no Palácio do Planalto. Contrária ao aborto, Pelaes escreveu leis em favor de presas e domésticas

O ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, apresentou nesta terça-feira (31) a ex-deputada Fátima Pelaes como nova secretária de Políticas para Mulheres, órgão ligado ao ministério. Além dela, Moraes apresentou o perito Celso Perioli para a Secretaria Nacional de Segurança Pública e a procuradora Flávia Piovesan para a Secretaria Nacional de Direitos Humanos, cuja nomeação já havia sido anunciada.

A apresentação ocorreu durante reunião com secretários de Justiça dos 26 estados e do Distrito Federal, convocada para discussão do Plano Nacional de Segurança Pública. O presidente em exercício Michel Temer participou da abertura da reunião.

Na ocasião, o governo confirmou a criação de um núcleo, dentro do Ministério da Justiça, especializado em ações de proteção à mulher, que visa estimular a maior notificação às polícias de casos de violência. A criação do órgão foi anunciada após o episódio de estupro coletivo de uma adolescente no Rio de Janeiro.

Posição sobre aborto

Socióloga e ex-deputada federal pelo Amapá, Fátima Pelaes (PMDB) é próxima a Temer e ocupava a presidência nacional do PMDB Mulher, um dos núcleos do partido.

Pelaes foi da bancada evangélica e defende posições mais conservadoras que as da anterior secretária de Políticas para Mulheres, Eleonora Menicucci.

Durante a atuação parlamentar, ela se manifestou contra o aborto numa sessão que discutia proposta que visava concessão de uma bolsa a mulheres que engravidem após estupro. O projeto também garantia ao nascituro assistência pré-natal e encaminhamento para adoção, se fosse a vontade da mãe.

“Nós enquanto representantes do povo brasileiro, temos que pensar que direito nós mulheres temos de tirar uma vida? […] Como é que nós queremos tirar essa vida ali no seu início? Nós não podemos permitir isso”, afirmou, durante sessão na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara.

Na mesma comissão, Pelaes afirmou que nasceu de um estupro que a mãe dela sofreu dentro da penitenciária, quando “cumpria pena por um crime passional”. “Ela chegou a pensar sim no aborto, porque não se via saída […] Ela não teve como fazer, pediu perdão para mim, depois que eu já estava adulta. E hoje eu estou aqui podendo dizer: a vida começa na hora da concepção sim. Porque se há muito tempo atrás ela tivesse feito isso [aborto], nós não estaríamos aqui”, afirmou a então deputada.

“A gente pode dizer, ‘mas foi o seu caso’. Mas quantos outros… Dá-se um jeito. Consegue-se sobreviver. Não é fácil, mas é possível”, afirmou Pelaes, na ocasião, sobre a gravidez por estupro.

Na ocasião, ela lembrou que já teve posição a favor do aborto. “Eu já estive também em alguns momentos, nesta comissão, dizendo que toda mulher tem direito e que a vida não começa na concepção. Mas eu precisava ser curada, ser trabalhada, porque eu estava com trauma, eu não conseguia falar disso. Hoje eu posso”, afirmou.

Projetos

Como deputada federal, Pelaes foi autora de projeto de lei, aprovado em 2009, que obrigou penitenciárias para mulheres a construir seção para gestante e parturientes, além de creche para crianças com idade entre seis meses e sete anos.

A ex-deputada também propôs a mudança na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) que garantiu às empregadas domésticas direito à licença-maternidade de 120 dias, sem risco de perder o emprego ou parte do salário.

Estupro coletivo

Na semana passada, Pelaes divulgou nota em que pedia punição dos responsáveis pelo estupro sofrido por uma jovem de 16 anos no Rio de Janeiro. Em depoimento, a vítima disse que foi dopada e violentada por mais de 30 homens. Imagens dela nua e desacordada foram divulgadas em redes sociais.

“Nosso respeito e solidariedade à família desta jovem que como tantas mulheres sofre a violência do estupro […] Esse assunto não deveria ser apenas, ou especificamente, de interesse das mulheres. É um assunto que interessa homens e mulheres engajados na construção de relações sociais mais justas e igualitárias”, escreveu.
Fonte: G1


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