3 de março de 2014

Deus não está escondido



Os céus declaram a glória de Deus; o firmamento proclama a obra de suas mãos. (Salmos 19:1)


Deus não se esconde de ninguém. Ele se revela a toda a humanidade (ver Romanos 1.19-20). Ele fala a todos através das obras de Suas mãos, e a própria natureza testifica do Seu poder e dos Seus planos.

Olhe em volta e preste atenção ao mundo que Deus criou. A principal coisa que Deus nos diz por intermédio da natureza é que Ele realmente existe. Ele tentar nos alcançar todos os dias e deixa pistas sobre si mesmo em toda parte, pistas que dizer: “Estou aqui! Você não precisa de se preocupar nem ter medo. Estou aqui”.

Todas as manhãs o sol se levanta e todas as tardes ele se põe. As estrelas saem para brilhar o céu da noite e o universo continua em ordem como um lembrete de que Deus está cuidando de nós.

Quando consideramos como algumas árvores parecem totalmente mortas durante o inverno e voltam à vida a cada primavera, somos lembrados de que Deus fará nossa vida florescer totalmente outra vez, mesmo que nos sintamos sem vida ou sem esperança por causa das circunstâncias que nos cercam.

Gosto de simplesmente olhar para uma árvore e vê-la balançar ao vento. Observei que as folhas mortas às vezes agarram aos galhos por algum tempo, mas depois uma forte rajada de vento vem e as arranca, abrindo espaço para que novos brotos cresçam e floresçam. Isso me faz lembrar que o vento do Espírito de Deus é fiel para soprar para longe tudo o que precisa permanecer. Ele trará nova vida e crescimento em tempos de refrigério.

Lembre-se destes exemplos de como Deus fala por intermédio da natureza e procure as pistas Dele em todos os lugares aonde você for hoje!

A PALAVRA DE DEUS PARA VOCÊ HOJE: procure uma das muitas pistas que Deus deixou para você hoje.

Estudo: Nosso vocabulário é a restituição



Texto-base: Lucas 6.43-45

Introdução: A restituição também passa por aquilo que proclamamos e confessamos, ou seja, nosso vocabulário. Se quisermos ter uma vida de vitória e triunfo, necessitamos rever o conteúdo daquilo que temos falado. Temos um estudo conhecido em nossa igreja chamado: “O Vocabulário Perverso e a Mentira” e aproveitaremos alguns pontos para abençoarmos a vida dos irmãos. Nesta semana falaremos sobre o que deve ser removido do nosso vocabulário e na próxima semana, o que deve ser acrescentado ao nosso vocabulário.

A partir da leitura do texto de Lucas, podemos concluir que o vocabulário de uma pessoa é o termômetro de seu coração. Isso pode revelar fé, esperança, pureza, humildade e alegria ou pode revelar arrogância, inveja, falta de juízo, impureza e morbidez. O interessante nisso é que, normalmente, não consideramos como pecado os males do nosso falar; porém, o mal falar é pecado e como qualquer outro devemos nos arrepender e expulsá-lo da nossa vida.

Momento de compartilhar

• Ofensas e palavras ferinas: Você se lembra de ter ferido ou desencorajado alguém por algo que disse? (Leia Colossenses 3.8 e 9 e Tiago 3.2-12). Dos perigos e dificuldades mencionados por Tiago, um dos pontos altos está nos versos 9 e 10, que é o ato de amaldiçoar (trazer maldição) sobre aqueles que foram feitos à imagem e semelhança de Deus. Tomemos cuidado com a alma do próximo; principalmente os mais chegados e que temos maior espaço no coração deles.

• Conversações, histórias e piadas obscenas: Quais eram as regras de linguagem na sua casa quando você era criança? Já lavaram sua boca com sabão? (vejamos Efésios 5.3 e 4). Hoje, os meios de comunicação e os diferentes cenários em que vivemos tentam nos influenciar e impregnar nosso vocabulário de impureza. Há uma ideia de que tudo relacionado ao sexo em duplo sentido é engraçado. Mas Paulo nos adverte: “Entre vocês não deve haver nem sequer menção de imoralidade sexual…”.

• Zombarias, escárnios e sarcasmos. Algo não sadio e que não procede do amor ao próximo; pelo contrário, tira a seriedade do ambiente e entristece o Espírito Santo em nós (veja o exemplo em Levítico 19.14).

• Mexericos, murmurações, detrações e calúnias: Você já foi vítima de calúnia? Esse termo significa conversas que trazem prejuízo a algo ou a alguém, tirando a honra, deteriorando a imagem do outro e contaminando a comunhão dos santos. A ordem é clara (Levítico 19.16).

Conclusão: Se o meu coração for bom, nele haverá um bom tesouro que dará origem a boas coisas. A palavra firme poderá ser dita, sem expor e sem humilhar e trará bênçãos para aquele que a acolheu. Poderei brincar com o próximo (se ele me der liberdade), sem macular a imagem de Deus em mim nem fazer com que o próximo me enxergue diferente de como Cristo me santificou. O pecado deve ser tratado e, em certos casos, até exposto, mas da maneira correta. É dentre as pessoas que não fazem parte da comunhão dos santos que se encontram os maldizentes e caluniadores (1 Coríntios 5.11). Que o Senhor nos purifique para que sejamos instrumentos Dele nesta geração como aconteceu com o profeta Isaías (Isaías 6.5-7).

2 de março de 2014

Estudo Bíblico

 Parábola





Lucas 15:3-10
Segundo o relato de Lucas, os fariseus e os escribas estavam murmurando acerca do comportamento de Jesus por receber em sua companhia publicanos e pecadores, e com eles compartilhar principalmente a comida (Lc 15:1-3), já que os praticantes da Religião Judaica evitavam o relacionamento com esse tipo de gente. Acontece, que no contexto histórico e religioso em que Jesus estava atuando na implantação do Reino de Deus, era inevitável o confronto com estes líderes religiosos.

Para entendermos o que levou Jesus a proferir as duas parábolas, precisamos saber quem eram as pessoas que pertenciam a esses grupos, como se originaram e como agiam.

Haviam três grupos distintos: os Fariseus e os Escribas, que eram líderes da Religião Judaica e os Publicanos que eram repudiadas pelo povo judeu porque os julgavam pecadores. Os dois primeiros grupos, acusavam-no de estar com o terceiro, por acharem que os Publicanos não merecedoras de nenhum favor de Deus.

Assim, os Fariseus cujo nome significa “Separatistas”, surgiu quando o Remanescente do povo judeu retornou para a Judéia depois do Exílio. O objetivo dos Fariseus, era reconstruir a comunidade judaica como Nação dedicada ao Senhor pela observância da Lei.

Com a influência crescente do sumo sacerdote, tornou-se um cargo ambicioso, pensando mais em vantagens políticas do que em responsabilidades espirituais. Nos tempos de Jesus esse grupo era considerado a seita mais numerosa, poderosa e influente. Eram legalistas rigorosos. Defendiam a rígida observância da letra, das formas da Lei e das tradições. Embora existissem alguns homens bons no meio deles, na sua maioria eram conhecidos pela cobiça, crueldade, justiça própria e hipocrisia.

Os Escribas, eram copistas dos textos sagrados e mestres encarregados de ensinar a Lei. O escribismo desenvolveu-se durante o cativeiro babilônico. Eram peritos profissionais na interpretação e aplicação da Lei, e em outras Escrituras do Velho Testamento.

Com a multiplicação das tradições orais e a introdução de um sistema de interpretação e exposição das Escrituras, os Escribas, passo a passo, foram levados a conclusões que teriam horrorizado os primeiros representantes da ordem. A relação entre a lei moral e o cerimonial foi esquecida e invertida. O estudo das Escritura em si tornou-se uma obsessão para com as minúcias, até nas sílabas e letras, sendo que a idolatria da letra destruía a reverência em que ela tivera a sua origem. Esse foi um dos motivos, que levou Jesus a condenar essa super-veneração da “tradição” dos homens (Mc 7:7-8).

Quanto aos Publicanos, não constituíam nenhum partido político e muito menos religioso, pelo fato de serem tidos como traidores da pátria. Isto porque, prestavam serviços ao Império Romano como Cobradores de Impostos. Eram odiados pelos Judeus, principalmente pelos Fariseus e Escribas que os reputavam como pecadores, no mesmo nível das meretrizes (Mt 9:10; 21; 31; Mc 2:15).

A murmuração, em parte, se concentrava no fato de Jesus estar na companhia de publicanos como Mateus, que foi salvo e tornou-se um apóstolo (Mt 9:9) e, de se hospedar e comer na casa de Zaqueu que também era um cobrador de impostos a quem também salvou. (Lc 19:1-10).

Assim, Jesus demonstrava ser amigo dos publicanos, salvando-os e se hospedando-se com eles. Motivos suficientes para dar lugar a murmuração dos fariseus e escribas que achavam publicanos e pecadores desprezíveis e distantes de Deus. Como se Deus não fosse misericordioso em Cristo, para salvar todos os pecadores. Consideravam uma blasfêmia alguém que operava milagres e maravilhas em nome de Deus, se achar misturado com Cobradores de Impostos, pecadores e prostitutas.

Jesus proferiu estas duas parábolas e mais a parábola do Filho Pródigo, em três histórias distintas e possíveis no mundo real para transmitir verdades e ensinos eternos. Onde mostra que a misericórdia e o amor de Deus são infinitos e transcendem o nosso entendimento. Deste modo, publicanos e pecadores, pessoas que eram consideradas alijadas do amor de Deus, e portanto merecedores dos rigores da Lei e sobre os quais deveria recair a ira e o castigo Deus, não podiam estar juntos a Jesus que se dizia enviado de Deus para salvar o mundo.

Mas, justamente aí, estava o grande engano. Jesus veio para salvar todo aquele que se havia perdido em seus delitos e pecados. E como tal, nada mais justo do que ir em busca destas pessoas para manifestar-lhes o amor de Deus.

Ao proferir a parábola da ovelha perdida, Jesus contou para os seus ouvintes que um pastor ao contar o seu rebanho ainda no deserto, verificou que estava faltando uma ovelha de suas cem ovelhas. O homem tinha cem ovelhas, mas acabando de contar-lhes tinha somente noventa e nove. Ele não tinha mais uma centena de ovelhas porque lhe faltava uma. Aquele homem se orgulhava de sua centena de ovelhas. Ele tinha intimidade com o seu rebanho. Ele o conhecia. Tinha o cuidado de contá-las sempre que as remanejava para se certificar que suas cem ovelhas estavam presentes. Mas, quando verificou que lhe faltava uma, ficou desesperado e ansiosamente saindo depressa foi em busca daquela que se havia perdido. Jesus diz, que ele a achou e colocando-a sobre os seus ombros se encheu de júbilo, de alegria e de regozijo, porque a sua ovelha que estava perdida foi achada. Ao chegar em casa, este homem faz uma festa, convidando seus amigos e vizinhos para juntos se alegrarem, porque a sua ovelha foi achada. Ele tinha noventa e nove ovelhas e faltava somente uma. Uma ovelha não devia significar tanto para o fazendeiro porque ele tinha ainda as noventa e nove. Mas, não era assim que ele pensava. Ele pensava que o seu rebanho só estaria completo com as cem ovelhas. Ela era importante para ele porque completava o seu rebanho e dava-lhe prazer e regozijo possuir uma centena de ovelhas. As noventa e nove ovelhas não eram motivo de festa e regozijo naquele momento, mas a ovelha que estava perdida e foi achada. Essa sim, era motivo de grande alegria.

Jesus mostra então, que haverá grande regozijo no céu por um só pecador que se arrepende, de que para noventa e nove que não necessitem de arrependimento. Os noventa e nove já pertencem a Deus. Já fazem parte do Seu gozo eterno. Mas aquela alma que está perdida e se arrepende, entregando-se a Deus, é motivo de muito gozo e alegria. Assim, como um fazendeiro se alegra ao encontrar uma ovelha que se perdeu do rebanho, Deus o Pai Eterno, se alegra e se regozija ao encontrar um pecador perdido que se arrepende. Isto quer dizer que publicanos, pecadores e prostitutas, carecem da misericórdia e do amor de Deus. Este era o propósito que levava Jesus a amar estas pessoas e admitir a presença deles no seu circulo de amizades e discipulado. Os Fariseus e os Escribas não entendiam este propósito de Jesus, por isso murmuravam. Eles não necessitavam de Jesus, nem de serem buscados, porque não se arrependiam de seus delitos e pecados, a cegueira envolvia-lhes deixando-os sem o discernimento de que Jesus era o Filho de Deus. E como tal, estava em busca dos que precisavam de Deus e não dos que se julgavam justificados pela Lei que tão somente Jesus conseguiu cumprir. O que levava Fariseus e Escribas a seguir a Jesus, não era matar a sede de conhecer a Deus, mas de pegar Jesus em alguma falha para acusarem-no segundo os seus conceitos religiosos. Já os publicanos, pecadores e prostitutas seguiam a Jesus porque tinham sede de conhecer a Deus e seguir os seus ensinos.

A parábola da Dracma perdida segue o mesmo raciocínio. Qual a mulher que tendo dez Dracmas, perdendo uma, não varre a casa toda até encontrá-la e encontrando-a, não chama as suas vizinhas e amigas para se regozijarem com ela, porque tinha perdido uma Dracma e a achou. O Dracma era uma Moeda gregra de prata (Mateus 26:15). Quatro Dracmas formavam um Tetradracma. O Dracma é equivalente ao Denário que era uma moeda romana. Isso é tudo o que sabemos à respeito dessa Moeda. Mas, não há dúvida que era valiosissima, se assim não o fosse, aquela mulher não chamaria as vizinhas e amigas para se regozijar de alegria por tê-la achado. Da mesma forma, a grande alegria nos céus quando um pecador se arrepende e é achado por Deus. Porque as 9 moedas nas mãos daquela mulher eram importantes, valiam muito e estavam presentes e seguras, mas no momento em que ela sentiu falta da décima, esta sim, passou a ser a mais importante e com sede foi buscada por toda a casa até ser achada. Agora, a mulher estava feliz por haver recomposto novamente as suas finanças de Dez Dracmas. Toda vez que o céu é recomposto, com pecadores remidos que estavam perdidos e são achados, há festa, regozijo e Deus é glorificado. Sempre que alguém reconhece que é pecador e se reconcilia com Deus por intermédio de Jesus há festa no céu.

Os fariseus e os escribas não entendiam nada do amor de Deus e de sua salvação em Cristo, motivo pelo qual, Jesus, proferiu as três parábolas para que eles entendessem que a alma do pecador importante para Deus. Em Lucas 19:10, Jesus confirma o que as parábolas já tinham expressado: “Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o perdido”.

Consequências do Pecado na Família


Texto: Isaías 5.24b,25a
Introdução

Algumas considerações sobre o pecado por Martin Lloyd Jones:

> O pecado é uma terrível doença e seus sintomas são inúmeros.

> A força mais poderosa no mundo, depois do poder de Deus, é o poder do diabo, o poder do pecado.

> O pecado não respeita ninguém: pobres, ricos; cultos, ignorantes; experientes, inexperientes; ninguém tem imunidade natural ao pecado.

> Somos bons em medicar sintomas, mas muito pobres em curar a doença.

> Nada que a civilização haja produzido foi bem sucedido para lidar com o problema do pecado.

> O pecado sempre ofusca o senso de moral, o senso de certo e errado, e sempre obscurece o senso de justiça!

> Davi era um favorito de Deus, um grande rei, um grande líder militar, um grande poeta, um grande salmista, mas por causa de seu pecado Deus o puniu, apesar de ele ser um dos Seus servos escolhidos! O pecado de um indivíduo sempre afeta também sua própria família.

Proposição

> Apesar de sua graça, Deus sempre pune o pecado e este traz conseqüências para a família.

> A Bíblia nos mostra quais foram os pecados de Davi, e quais as conseqüências de seus pecados para si mesmo e para a sua família.

I.) Os pecados de Davi

> Adultério – 2 Sm 11.1-5

> Mandante de uma morte – 2 Sm 11.14-17

> Bate-Seba e Joabe foram cúmplices dos pecados de Davi – 2 Sm 11.2, 14-18

> Não devemos jamais ser cúmplices dos pecados de outros: “Não te tornes cúmplice de pecados de outrem. Conserva-te a ti mesmo puro” (1 Tm 5.22).

II.) As conseqüências do pecado de Davi sobre si mesmo e sobre sua família

> A profecia de Natã – 2 Sm 12.9-12
> O incesto de Amnon – 2 Sm 13.14
> Absalão mata Amnon – 2 Sm 13.28,29
> Revolta de Absalão e a fuga de Davi – 2 Sm 15.14,16
> Absalão e as concubinas de Davi – 2 Sm 16.22
> A morte de Absalão – 2 Sm 18.14,15

Conclusão

> Cuidado com a noção errada e desequilibrada da graça de Deus! Não devemos abusar da graça. Apesar de Sua graça, Deus sempre pune o pecado!

> Exemplos: Dilúvio, Torre de Babel, Sodoma e Gomorra, Cativeiro Assírio e Babilônico para o povo israelita, Queda de Jerusalém no ano 70 d.C.

> A punição de Deus vem sobre nações, comunidades (famílias) e indivíduos.

> Fujamos do pecado!

1 de março de 2014

Aproxime-se


Aproximem-se de Deus, e ele se aproximará de vocês! (Tiago 4:8)

Nem todos estão dispostos a pagar o preço necessário para estar próximos de Deus. Nem todos estão dispostos a simplesmente dedicar tempo necessário ou fazer os investimentos necessários para o crescimento espiritual. Deus não pede todo nosso tempo. Ele certamente quer que façamos coisas que não consideramos “espirituais”. Ele nos criou com um corpo, uma alma (mente, vontade e emoção) e um espírito, e espera que cuidemos de todas essas áreas.

Exercitar o nosso corpo e cuidar da nossa alma exige tempo e esforço. Nossas emoções precisam ser ministradas; precisamos nos divertir e ter um tempo de entretenimento, e ainda precisamos desfrutar o convívio com outras pessoas. Nossas mentes precisam crescer e ser renovadas diariamente. Além disso, temos uma natureza espiritual que precisa de atenção. Para nos mantermos equilibrados e saudáveis, precisamos dedicar tempo para cuidar de todo o nosso ser.

Creio que a questão da intimidade com Deus se resume a uma questão de tempo. Dizemos que não temos tempo para buscar a Deus, mas a verdade é que dedicamos tempo para fazer as coisas que são mais importantes para nós. Ainda que todos nós tenhamos que combater as distrações todos os dias, se conhecer Deus e ouvi-lo for importante para nós, encontraremos tempo para fazer isso. Não tente encaixar Deus no seu roteiro, mas em vez disso, encaixe o seu roteiro em torno do seu tempo com Ele.

Conhecer Deus é um investimento de longo prazo, portanto não desanime se você não tiver resultados instantâneos. Esteja determinado em honrá-lo com seu tempo e você colherá os benefícios.

O endemoninhado gadareno Lucas 8.26-39





Jesus sempre preferiu a dignidade humana a despeito das questões culturais e econômicas de sua época. Para ele o zelo pelo ser humano é mais importante do que o zelo pelas coisas. O povo gadareno se esqueceu de prezar pela dignidade daquele homem. Preferiam vê-lo endemoninhado, sujo, nos sepulcros, vivendo feito bicho, do que comprometer sua economia e seus interesses.

É triste quando os valores de uma sociedade são tão distorcidos a ponto de tornar o ser humano, a quem Deus ama, alguém sem valor, um mero objeto para se alcançar e manter objetivos. Jesus restabelece esses valores e mostra que pessoas valem mais do que coisas. Anunciar Jesus a uma sociedade corrompida significa caminhar contra os interesses de culturas que cooperam, promovem e aprovam a opressão e o “endemoninhamento” de pessoas. O Reino de Deus não compactua com os aspectos opressores das diversas culturas existentes.

28 de fevereiro de 2014

A familia é projeto de Deus e sempre será

Entra na Arca com sua Família (Gênesis 7.1-24)

 - A família foi, é e sempre será um glorioso projeto de Deus.
 - Mesmo com todos os ataques do adversário e as investidas desse mundo depravado e em progressiva convulsão social, a família prevalecerá.

- Desde o início, Deus planejou a família ideal que vivesse em total santidade. Mas isso não aconteceu.

- O pecado entra na vida do homem e a sentença é pronunciada: a morte (Rm. 6.23). a maldade e a corrupção do homem se ploliferou sobre a terra, e o juízo de Deus foi anunciado (Gn 6.1-7). Deus resolve “limpar” a terra, exterminando os iníquos.

- Porém ele encontra um homem fiel: Noé (Gn 6.8-9) e olha para sua família com graça e misericórdia. Essa família era provavelmente um modelo para aquela geração contaminada.

- Para salvar esta família, Deus projeta uma arca e manda que Noé construa e coloque nela sua família junta com alguns animais. Somente nesta arca haveria salvação da grande destruição.

- Deus de forma graciosa e amorosa, dá uma ordem a Noé e sua família que precisa ser obedecida ainda hoje por nós e por nossas famílias “... entra na arca, tu e toda a tua casa...” (Gn 7.1)

Nesta história extraímos três lições sobre a graça e o amor de Deus pelas famílias:

1. Deus tem um plano salvífico para a família: notem que a idéia da arca partiu de Deus, e não de Noé (Gn 6.14-16).

- O projeto da arca foi iniciativa de Deus e não de Noé. Deus tem um plano de salvação para nossas famílias e sua graciosa ordem é essa: “entra na arca com sua família”.

- Arca significa salvação,graça, cuidado, preservação.

- Sua família está a salvo?

- Sua família está dentro da arca?

- Esse barco que nos referimos hoje é Jesus. Entra na arca já!

2. A porta vai ser fechada: segundo algumas suposições, Noé levou cem anos para construir a arca (Gn 6.32; 7.36).

- O que mais importa é que durante a construção, ele anunciou o juízo de Deus, que por sua vez, não foi ouvido.

- Muitas famílias, aliás, toda aquela geração, pereceu condenada pelas águas do dilúvio (I Pe 3. 18 –22).

- Todas aquelas famílias desperdiçaram suas vidas e a chance de se salvarem. A porta foi fechada pelo próprio Deus. Não perca tempo, a porta vai se fechar. Entra na arca já!

3. Fora da arca só há morte: não havia nenhum lugar seguro na terra para se esconder.

- Todas as famílias que se negaram a entrar na arca, pereceram. Somente quem estava na arca, estava salvo. Fora da arca, fora de Jesus, só existe morte. Morte em todos os sentidos. (Jo 3.18-19).

- Infelizmente, muitas famílias hoje estão rejeitando a oferta de salvação e se não entrarem na arca, sofrerão gradativa destruição, culminando em morte.

- Deus nos dá a opção: vida ou morte? Benção ou maldição? Jesus ou o mundo?

- Mas a ordem amorosa de Deus é essa: Entra na arca já! A destruição se aproxima. Venha para Jesus, você e sua família.

- Deus não sente prazer na morte do ímpio, mas deseja que este se arrependa (Ez 18.23).

- Deus ama sua família, tanto que enviou Jesus, seu próprio filho para salva-la. É necessário, porém que você e sua família entrem na arca. Essa arca é Jesus.

Não perca tempo, traga sua família à Jesus e salve enquanto há tempo.Deus te abençoe.

AUTOR: Reverendo Adeir Goulart da Cruz