18 de novembro de 2015

O Controle da Mente nas Escolas dos EUA - Para os pais


A programação da educação

(Como resistir às três estratégias da UNESCO, a qual vem treinando os estudantes para rejeitarem a verdade e conformarem-se ao consenso pré-planejado).

A discussão na sala de aula chegou ao fim e Ashley começou a colocar seus livros em ordem. Sua classe de Inglês havia estudado Édipo, o rei mítico obcecado por uma trágica predição do oráculo de que ele iria matar o próprio pai e casar-se com a mãe. Momentos antes, a campainha havia tocado e os alunos da 10ª. Série na Califórnia ouviram a professora anunciar um trabalho escrito: “Você vai consultar um oráculo e este lhe diz que você vai matar o seu melhor amigo. É algo destinado a acontecer e não há como fugir. Você vai comentar esse assassinato. O que fará antes de se dar tal evento? Descreva como se sentirá após ter-se preparado para o mesmo. Como você realmente matou o seu amigo? (1)

Ashley ficou assustada. Que tarefa estranha! Por que o professor exigiu que ela imagine algo tão horrível? “Não quero fazer isso”, ela falou para si mesma. Muito após ter contado aos pais, estranhas sensações continuaram a perturbá-la interiormente, durante a noite.

No dia seguinte, sua mãe falou com a professora para que fosse dada à filha uma tarefa alternativa: “Não posso encorajar minha filha a escrever uma história sobre assassinar o seu melhor amigo”, ela explicou.

“Certamente Ashley sabe a diferença entre a fantasia e a realidade”, falou Miss Sawyer”, acrescentando o argumento clássico dos pais, através de todo o país, que ela havia aprendido a aguardar. “Ninguém se queixou disso, antes”.

“Isso é vergonhoso”, respondeu a mãe. “Acho que esses pais deveriam ficar alarmados.”

“Se eu der a Ashley uma tarefa diferente, ela irá se considerar uma tola.”
“A Sra. está dizendo que ou ela consegue um F ou então se considerará uma tola? Não se trata de uma situação sem escolha para ela?”

A professora não respondeu, o que deixou a mãe de Ashley preocupada. Que tipo de educação era essa?

1. – Confusão cerebral – A terapia de choque emocional tornou-se uma coisa normal, de costa a costa, nas escolas públicas. Ela produz dissonância cognitiva – confusão mental e moral – especialmente nos alunos treinados a seguir diretrizes divinas. Conquanto os tópicos das salas de aula possam oscilar entre as práticas homossexuais e ocultistas, à eutanásia e ao suicídio, todas elas confrontam e ampliam suas fronteiras morais. Mas por que?

“[Nosso objetivo] é exigir uma mudança na cultura prevalecente – nas atitudes, valores, normais e meios aceitos de se fazerem as coisas” (2), diz Marc Tucker, o mentor mestre por trás da escola para o trabalho e do desenvolvimento da “força de trabalho”, o qual está sendo agora implementado em cada estado. Trabalhando com Hillary Clinton e outros líderes globalistas, ele exigiu um movimento paradigma – uma transformação completa na maneira popular de pensamento, de crença e de percepção da realidade. Essas novas regras de paradigma, estão fora dos valores tradicionais e das verdades bíblicas, sendo estes agora considerados odiosos e intolerantes. (Ver “Clinton’s War on Hate Bans Christian Values” – A Guerra de Clinton ao Ódio Anula os Valores Cristãos). Todas as religiões devem ser moldadas na fôrma da nova espiritualidade global. (3) Visto como os líderes globalistas patrocinam esta religião mundial, como um meio de criar uma conscientização pública da nossa suposta unidade planetária, o Cristianismo Bíblico não se adapta. Ele é simplesmente descrito como “exclusivista” e “crítico” demais.

O Pres. Bush resumiu o objetivo, em seu anúncio do América 2000, a versão republicana do programa de reforma da educação, mundialmente adotado pela UNESCO:

“As nações que pretenderem obstaculizar antigas noções e ideologias vão cambalear e cair. Por isso hoje aqui estou para dizer que a América vai seguir em frente… Novas escolas para um novo mundo! Nosso desafio chega a nada menos do que uma revolução na educação americana.” (4)

Mergulhar os estudantes em situações imaginárias, que clamam contra os valores ensinados no lar, confunde e distorce a consciência dos mesmos. Cada história chocante e cada diálogo de grupo tendem a enfraquecer a sua resistência à mudança. Os absolutos bíblicos simplesmente não se adaptam a histórias hipotéticas, as quais se destinam a preparar as crianças para questionar e substituir os valores ensinados no lar. Há muito tempo que o modelo divino do que é certo e errado vem sendo colocado numa gangorra e o comportamento inadmissível já começa a se mostrar mais normal do que a obediência a Deus.

Contudo, é preciso mais do que uma consciência elástica para construir cidadãos mundiais complacentes. Novos valores devem substituir as antigas verdades divinas e nenhuma estratégia funciona melhor do que o antigo processo da dialética (consenso) explicado por Georg Hegel, abraçado por Marx e Lênin, o qual foi incorporado à educação americana nos anos 1980.

2. – Processo de Consenso – A Matt Piecora, aluno da sexta série na área de Seatle, foi ordenado que completasse a sentença: “se eu pudesse desejar três coisas, eu desejaria…” Matt escreveu: “Infinitamente acima de mais desejos, encontrar Deus, e que todos os meus amigos fossem cristãos.”
Uma vez que os desejos de cada aluno deveriam ser colocados “em exposição” numa parede, estes deveriam ser corretos. Matt não passou. A professora lhe disse que o seu último desejo poderia magoar as pessoas que não compartilhavam suas crenças. Matt não queria ferir pessoa alguma, portanto teve de acrescentar: “se eles quisessem”. (5)

Outra sentença a ser completada assim começava: “Se eu pudesse encontrar qualquer pessoa, gostaria de encontrar…” Matt escreveu: “Deus, porque foi Ele quem nos criou”. A professora mandou que ele acrescentasse: “em minha opinião”.

Quando os pais de Matt foram à escola, notaram as frases que haviam sido adicionadas às sentenças de Matt. “Por que você acrescentou isso?” Sua mãe perguntou: “A professora não quis que eu magoasse os sentimentos de outras pessoas”, ele respondeu.

“Mas estes são exatamente os seus desejos…”. “Achei que eram, mamãe”. Max parecia confuso. Mais tarde, a professora explicou aos pais de Matt que ela queria “diversidade” em sua classe e precisava pensar nos outros alunos. Contudo, essa desculpa não convenceu. Como se supunha que os papéis expressavam as “diversas visões dos estudantes”, se Matt não podia compartilhar as suas? Por que os seus desejos não se adequavam? Ou porque o problema real era o Cristianismo? “Tento instilar as verdades divinas em meu filho”, disse o pai de Matt, “mas parece que a escola deseja removê-las”. (Nota da Tradutora: Desde que Teoria da Evolução inundou as escolas, a tendência é anarquizar com tudo que Deus ensina em Sua Palavra e instilar mentiras tão diabólicas como esta na mentes dos estudantes]. Ele tem razão. As antigas crenças judaico-cristãs não se adaptam às novas crenças e valores exigidos pela unidade global. A planejada unidade exige “novo pensamento, novas estratégias, novo comportamento e novas crenças” (6) que rebaixam a Palavra e os valores de Deus. Grupos de discussão dirigidos são a chave para essa transformação. O Prof. Benjamin Bloom, chamado “Pai da Educação Dirigida Para Fora” resumiu isso muito bem: “O propósito da educação e das escolas é mudar o pensamento, os sentimentos e as ações dos estudantes” (7) “…Uma grande parte do que chamamos ‘bom ensino’ é a habilidade do professor em conseguir objetivos afetivos através do desafio às crenças fixas dos estudantes e levar os mesmo a discutir assuntos” (8)

O último comentário de Matt foi especialmente assustador para a professora. Sua declaração “Deus nos criou” é uma verdade absoluta, a qual não poderia ser modificada pelo grupo. Desse modo, não se ajustava ao processo de consenso – a principal estratégia psicossocial do novo sistema nacional internacional de educação, designado aos cidadãos do mundo. (9) Ele exige que as crianças participem de um grupo de discussão e concordem em;

* Ser abertas a novas idéias.

* Compartilhar sentimentos.

* Deixar de lado valores aprendidos no lar, os quais poderiam ofender os grupo.

* Comprometer-se no sentido de buscar um terreno comum e agradar o grupo.

* Respeitar todas as opiniões, não importa quão contrárias sejam estas às diretrizes divinas.

* Jamais argumentar ou violar a zona de conforto de alguém.

Primeiramente testado nas escolas soviéticas, este processo de mudança da mente exigia que os estudantes na URSS, China e outras nações comunistas “confessassem” seus pensamentos e sentimentos em seus respectivos grupos. Dia após dia, os professores treinados para facilitar isso conduziriam esses grupos em direção ao pré-planejado consenso.

Opiniões ou idéias contrárias – “teses’ e “antíteses” eram misturadas a quaisquer “verdades” mais elevadas que surgissem.

Cada nova verdade ou “síntese” refletiria idealmente uma mistura dos sentimentos e das opiniões de cada participante.

Na realidade, os estudantes eram manipulados para comprometer os seus valores e aceitar a compreensão soviética politicamente correta do assunto discutido. Pior ainda, as crianças aprendiam a negociar o pensamento individual por um modo de pensar coletivo. Visto como o consenso conclusivo poderia mudar com o próximo diálogo, o processo os imunizaria contra a fé em qualquer verdade ou fato imutável.

Este revolucionário programa de treinamento foi oficialmente introduzido em nosso sistema educacional em 1985, quando o Pres. Reagan e o Pres.

Gorbachov assinaram o Acordo de Troca de Educação entre os USA e a URSS. Isso colocou a tecnologia americana nas mãos dos estrategistas comunistas e, em troca, nos trouxe as estratégias psicossociais usadas nas nações comunistas, para doutrinar as crianças soviéticas com a ideologia comunista e conduzi-las à complacência ao monitor, pelo resto de suas vidas.

Hoje em dia, as crianças americanas, de costa a costa, aprendem leitura, saúde e ciência, através do trabalho de grupo e do diálogo. A maior parte dos assuntos é “integrada” ou misturada em conjunto, a fim de ser discutida num contexto multicultural. Desse modo, os alunos da 4ª. Série em Yowa “aprendem” ecologia, economia e ciência pela imersão da “vida real’ nas culturas nativas americanas. Eles ensaiam a vida tribal e idealizam a religião moldada pelos imaginários xamãs. Em busca de um terreno comum através de um professor treinador facilitador, eles compartilham suas crenças, sentimentos e experiências entre si.

Eles devem concordar em que “existem muitos deuses” ou “um deus com muitos nomes”, e comparar os exagerados tremeliques espirituais do xamanismo com as experiências em suas próprias igrejas. Qual a religião que seria mais excitante para o grupo?

O consenso poderia ser meramente uma resposta temporária em um mundo de contínua evolução, em direção à melhor compreensão da verdade – conforme é definido pelos líderes que visualizam uma força de trabalho uniforme e um sistema de gerenciamento operando através de grupos complacentes, em toda parte.

Tolerância zero para fato e lógica – “A revolução … no currículo é que não estão mais ensinando fatos às crianças” (10) anunciou a Dra. Shirley McCune em seu discurso de encerramento, na Conferência do Governo Sobre Educação, em 1989.

Os fatos e a verdade absoluta encorajam as pessoas a pensar por si mesmas. Contudo, nas comunidades gerenciadas dos dias futuros, o pensamento individual deve ceder lugar ao pensamento coletivo. O conhecimento factual deve ser expurgado, junto com as verdades bíblicas, visto como estes possibilitam as pessoas ao debate, à argumentação, dando-lhes resistência à manipulação.

Até mesmo a Matemática e os fatos científicos entram em conflito com o novo pensamento. Então, na exigência de uma “contínua mudança”, os estudantes devem aprender “uma nova matemática” – matemática sem fatos matemáticos, e computação – e uma ciência embasada em sentimentos, em lugar de fatos, os quais podem ancorar a mente da criança a certas realidades imutáveis.
Os estudantes que discordarem do plano de consenso devem enfrentar a intimidação e o ridículo, sendo marcados como “não cooperadores” e “sob risco”. Muitos deles são submetidos a tratamentos de mais intensa sensibilidade, descritos sob rótulos bonitos, tais como “solução de conflitos” e “gerenciamento de anseio”. Como o “pensamento crítico” e outros eufemismos educacionais, todos esses rótulos se destinam ao processo dialético que molda a complacência e demonstra a pouca tolerância à verdade bíblica.

As crianças cristãs podem sentir tudo, menos a liberdade de “expressar” as suas crenças e sentimentos em tal situação. Isso faz parte do plano de intimidação.

Seguir a Deus – Para ficar fora de um mundo que exige o consenso, as crianças precisam:

1. – Conhecer e memorizar a Palavra de Deus: “E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus” (Romanos 12:2).Se elas não renovarem suas mentes com a verdade, serão transformadas pelo mundo, não por Deus. Até mesmo Jesus foi tentado a comprometer a verdade e seguir a sedutora racionalização de Satanás. No deserto, Ele mostrou a maneira de sair vitorioso, alicerçando cada palavra na imutável Palavra de Deus. Ele respondeu: “Está escrito” E não “Eu acho”, “eu sinto”. Manejando a Palavra da Verdade, Ele neutralizou o engano e venceu a batalha (Lucas 4 e Hebreus 4:12).

A memorização é a chave. Verdades e fatos memorizados provêem uma âncora mental para a visão bíblica do mundo, a qual é necessária para se reconhecer e resistir ao comprometimento.

2. – Reconhecer a natureza da batalha – Na URSS o processo dialético foi usado para criar trabalhadores complacentes com o Comunismo, prontos para servir ao estado. Hoje em dia, o objetivo do processo de consenso é o mesmo: criar cidadãos globais complacentes para as visualizadas “comunidades sustentáveis” (Ver Agência 21, em nosso website)
Daqui para a frente, quem se opõe (ao certo ou errado, verdades ou mentiras, fatos ou ficção) deve ser desafiado, imergido ou redefinido, a fim de que seja esmagada a resistência e se estabeleça uma nova unidade, complacência e prontidão para acompanhar a “contínua mudança”.

A inspiração vem de Satanás (1 João 5:19), o qual adapta suas estratégias aos tempos em mutação. No início da história, ele usou verdades torcidas e um diálogo sedutor para desafiar a compreensão de Eva em relação a Deus e aos Seus caminhos. Hoje ele usa o mesmo processo nos grupos.

Uma multidão pode ser facilmente manipulada – especialmente quando treinada para desprezar a verdade absoluta e os fatos contrários. (Provérbios 13:20; 2 Timóteo; Hebreus 13:9; 1 Timóteo 6:20).

3. – Usar a Arma de Deus – A verdades estratégicas delineadas em Efésios 6:10-18 poderão denunciar e contra-atacar qualquer engodo. Estudem o encarte – “A Armadura de Deus” (Encontrado na página “Armor” do nosso website, cap. 4 do Brave New Schools). Ele dá a lista das Escrituras chaves e mostra porque as seis partes da armadura denunciam e enfrentam todas as principais mentiras da Nova Era ou das religiões embasadas na terra.

Em seguida, ensine seus filhos a orar através das peças da armadura.

Simplifique cada parte, a fim de adaptá-la à idade deles. Tenha a certeza de que eles conhecem as Escrituras que embasam suas orações, de modo que a sua fé seja alicerçada na Palavra de Deus e não na imaginação deles.

4. – Avalie o custo – “Se vós fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu, mas porque não sois do mundo, antes eu vos escolhi do mundo, por isso é que o mundo vos odeia. Lembrai-vos da palavra que vos disse: Não é o servo maior do que o seu SENHOR. Se a mim me perseguiram, também vos perseguirão a vós; se guardaram a minha palavra, também guardarão a vossa. Mas tudo isto vos farão por causa do meu nome, porque não conhecem aquele que me enviou” (João 15:19-21). Se os seus filhos se recusarem a conformar-se com o mundo, este na certa os rejeitará. Será que eles vão preferir a aprovação de Deus, como sendo mais preciosa do que a aprovação de sua turma? Qualquer que seja o nível de sua compreensão, eles vão precisar escolher: “…escolhei hoje a quem sirvais; se aos deuses a quem serviram vossos pais, que estavam além do rio, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; porém eu e a minha casa serviremos ao SENHOR” (Josué 24:15).

5. – Faça o compromisso de seguir o Pastor – Paulo o fez e regozijou-se: “Mas o que para mim era ganho reputei-o perda por Cristo. E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como escória, para que possa ganhar a Cristo, e seja achado nele, não tendo a minha justiça que vem da lei, mas a que vem pela fé em Cristo, a saber, a justiça que vem de Deus pela fé” (Filipenses 3:7-9). Ele havia se dedicado a Deus e nada poderia removê-lo dessa resolução.

As crianças que escolhem seguir a Jesus podem perder amigos, mas ganharão o maior de todos os prêmios: amor sem fronteiras, vida e proteção do nosso Rei soberano. Ele proverá toda a sabedoria e força de que necessitarem no andar com Ele. Lembrem-se: “Fiel é o que vos chama, o qual também o fará (1 Tessalonicenses 5:24). Nele todos estarão seguros para todo o sempre!
“Bem-aventurados sereis quando os homens vos odiarem e quando vos separarem, e vos injuriarem, e rejeitarem o vosso nome como mau, por causa do Filho do homem. Folgai nesse dia, exultai; porque eis que é grande o vosso galardão no céu, pois assim faziam os seus pais aos profetas” (Lucas 6:22-23). [As ilustrações acima são excertos da Brave New Schools].

(Mind Control) – Berit Kjos/tradução: Mary Schultze, maio 2005.


Notas de Rodapé:


1. This quote is written according to Ashley’s recall.

2. Marc Tucker, “How We Plan to Do It,” Proposal to the New American School Development Corporation: National Center for Education and the Economy, July 9, 1992.

3. See “The UN Plan for Your Mental Health” and “Trading U.S. Rights for UN Rules.”

4. Former President George Bush announcing America 2000, White House, April 18, 1991. America 2000: An Education Strategy (Washington: The U.S. Department of Education, 1991), 50, 51, 55.

5. Matt’s parents explained to me what happened and sent a copy of the completed form.

6. Lee Droegemueller, Commissioner of Education, “Assessment! Kansas Quality Performance Accreditation (QPA), Kansas State Board of Education, Topeka, KS, January 1992.

7. Benjamin Bloom, All Our Children Learning (New York: McGraw Hill,1981); 180.

8. David Krathwohl, Benjamin Bloom and Bertram Massia, Taxonomy of Educational Objectives, The Classification of Educational Goals, Handbook II: Affective Domain (McKay Publishers, 1956), 55.

9. For a summary of the main points of Goals 2000, read “Zero Tolerance for Non-Compliance.” For practical understanding of the whole program, read Brave New School.

10.Shirley Mc Cune, Senior Director, Mid-continent Educational Laboratory, speaking at the 1989 Governors’ Conference on Education. Transcribed from conference video.

Matéria retirada do site www.crossroad.to/text/articles/mc9-24-98.html
Por Berit Kjos

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