31 de janeiro de 2021

Aula Bíblica Pré - adolescentes – Lição 06: Uma conversa franca

Vejam estas sugestões:
Apresentem o título da lição: 
Uma conversa franca
A aula vai começar: 
Texto bíblico: 
  Provérbios 1. 8-9
8 Filho meu, ouve a instrução de teu pai, e não deixes o ensinamento de tua mãe,

9 Porque serão como diadema gracioso em tua cabeça, e colares ao teu pescoço.



  Provérbios 20. 5
Como as águas profundas é o conselho no coração do homem; mas o homem de inteligência o trará para fora.



  Tiago 5.16.
Confessai as vossas culpas uns aos outros, e orai uns pelos outros, para que sareis. A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos.


Bíblia online
Bíblia sagrada online

A paz do Senhor.
Pré - aula:
Endereço na descrição do vídeo


Para concluir, utilizem a:
Dinâmica: A Pressão
Objetivo: 
Refletir sobre a importância do diálogo na família, do ensino de valores cristão no lar e na Igreja, em oposição à pressão dos colegas não crentes.

Material:
10 bexigas

Procedimento:
- Dividam a turma em 02 grupos.
-
Para o grupo 01, orientem para fazer um círculo e distribuam 05 bexigas, peçam para que encham e em seguida eles devem escrever nos balões valores que a família ensina para os filhos.
- Para o grupo 02, orientem para fazer um círculo e distribuam 05 bexigas, peçam para que encham e em seguida eles devem escrever nos balões o que os colegas dizem para que eles façam.
- Depois, o grupo 01 deve fazer um círculo que não deixe brecha. Os balões devem ficar dentro do círculo e os componentes vão defender seus valores, não deixando que pessoas do grupo 02 penetrem e/ou coloquem outras bexigas com outros valores.
- O grupo 02 deve fazer um círculo ao redor do grupo 01. Seu objetivo é romper o círculo do grupo 01 e colocar outras bexigas com valores diferentes.
- Depois da realização dessa atividade, perguntem:
O que podemos tirar de lição com esta atividade?
Como foi o ataque e a defesa dos dois grupos?
Quais as dificuldades para defender os valores?
Como o grupo 01 se sentiu pressionado pelo grupo 02?
- Finalizando, peçam para que eles leiam quais os valores do grupo 01(família) e do grupo 02(amigos).



SUBSIDIO
professores, na lição desta semana seus alunos aprenderão sobre a importância do diálogo. Em muitas ocasiões é difícil para o pré-adolescente expressar o que sente e o que pensa para um adulto, tendo em vista que nesta fase o sentimento de acanhamento e a timidez estão muito presentes. Geralmente, os colegas da escola ou amigos da mesma idade são vistos como os mais confiáveis ao diálogo haja vista que a afinidade é fundamental para que o pré-adolescente se sinta à vontade para conversar. Se conversar é importante para o emocional o grande perigo que ronda nossos alunos nesta etapa da vida é justamente em quem confiam para compartilhar seus dilemas, pensamentos e intenções. Muitas vezes, o conselho de alguém da mesma idade é tão perigoso quanto o problema que o pré-adolescente está enfrentando. A aula de hoje é mais do que um conselho. É um alerta para que seus alunos não compartilhem sua vida com pessoas que não terão o conselho vindo da parte de Deus para auxiliá-los. Este dilema também faz parte do trabalho do professor, tendo em vista que os alunos precisam encontrar nele a referência para que possam fazer escolhas sábias. Portanto, seja amigo de seus alunos, não obrigue-os a contar a você o que não sentem vontade. Apenas se mostre empático, acolhedor e transborde confiança, pois no momento certo eles procurarão você para conversar. Esteja preparado!


1. Um passo de confiança. 
Embora seus alunos demonstrem contínua timidez na hora de expressar o que sentem ou pensam sobre vários assuntos, na verdade o que eles mais querem é falar. Entretanto, é natural que para iniciarmos a conversa com uma pessoa é preciso que haja interesse em falar sobre o assunto e afinidade. Infelizmente, muitos pré-adolescentes têm encontrado afinidade em amizades que não servem a Deus ou possuem uma forma de pensar completamente oposta ao ensinamento bíblico. A esse tipo de amizade a Bíblia aponta para o perigo do conselho dos ímpios, do caminho dos pecadores e da roda dos escarnecedores (cf. Sl 1). Por esse motivo, caro professor, é que as barreiras da desconfiança precisam ser derrubadas. Se os alunos encontrarem em você um(a) professor(a) acolhedor(a), amoroso(a), sem preconceito ou qualquer julgamento precipitado com relação às questões que fazem parte do universo juvenil, certamente, será mais fácil a aproximação e abertura ao diálogo.


2. A importância das referências. 
A referência é uma importante informação que serve de parâmetro ou indicação de proximidade quando pretendemos chegar a algum lugar. Semelhantemente, seus alunos procuram eventualmente em algumas pessoas o modelo de comportamento adequado para cada ocasião. É uma necessidade humana sentir-se pertencente a algum grupo. Seja na escola ou em alguma outra ocasião, seus alunos procurarão estar inseridos e relacionados com o meio onde vivem e constroem amizades. Para tanto, muitas vezes, seus alunos estarão abertos a fazer mudanças na maneira de pensar, de falar ou se comportar com vista em serem aceitos pelos grupos. Nesse contexto, é fundamental o trabalho da Escola Dominical, haja vista que é neste espaço que a consciência cristã é formada. Seus alunos precisam aprender a pensar, falar e se comportar de acordo com os preceitos da Palavra de Deus (cf. Rm 12.1,2). A Escola Dominical não é apenas um espaço de aquisição de conhecimento bíblico, mas também um espaço de formação do caráter cristão e, para isso, precisam de boas referências. Seus alunos precisam encontrar em você o modelo de vida para que aprendam como se comportar diante dos desafios enfrentados na sociedade.

Com base nas informações apresentadas, dialogue com seus alunos sobre o que pensam da classe de Escola Dominical. 
Entregue para cada um deles um pedaço de papel e peça que escrevam o que pesam. 
Explique que eles não precisam colocar o nome. 
Prepare uma caixa (pode ser de sapato), faça um furo na tampa e utilize de urna para que os alunos depositem o papel. Depois retire alguns papéis e comente o assunto. Mostre-se atencioso(a) com a opinião de seus alunos. Não faça nenhuma crítica ou julgamento. Esta dinâmica será fundamental para que seus alunos sintam-se à vontade para expressar o que pensam e servirá para que você possa reavaliar o seu trabalho e realizar as mudanças necessárias para que a sua classe tenha mais afinidade. A unidade e comunhão são fundamentais para que os alunos sintam-se pertencentes ao grupo e desenvolvam a comunhão.
Fonte da dinâmica por Sulamita Macedo///blog/atitudedeaprendiz.blogspot.com
Fonte do subsidio///escolabiblica.blogspot.com
Créditos///Pré - adolescentes – Cpad


SHIRLEY CARVALHAES DIÁLOGO COM DEUS


30 de janeiro de 2021

Aula Bíblica Juvenis – Lição 06: Igreja: Expressão do Reino de Deus

 paz do Senhor.
A aula vai começar!
Vejam as sugestões abaixo:
Professores, vamos a mais uma aula abençoada. 
Nesta lição vamos refletir sobre o Reino de Deus. Para introduzir este tema, organize a classe em forma de círculo e inicie a atividade com qualquer frase com a expressão: "se", indicando uma condição. O aluno seguinte deve continuar a frase. Veja o exemplo a seguir. O professor começa: "Se a pessoa não nascer de novo...", o aluno seguinte responde: "não entra no Reino de Deus" e cria outra frase continuando o raciocínio: "Se a pessoa não entrar no Reino de Deus..."; outro aluno continua e assim sucessivamente.

OU

Utilizem a:
Dinâmica: Igreja x Reino de Deus
Objetivo: 
Refletir sobre as ações da Igreja como representante do Reino de Deus na terra.
Material:
Figura de uma igreja
01 cartolina
01 pincel atômico ou marcador para quadro branco.

Procedimento:
- Coloquem, no quadro ou cartolina, a figura de uma igreja e façam um círculo ao redor desta figura bem grande.
- Falem que esta figura vai representar a Igreja, embora saibamos que o prédio em si mesmo não se configura como Igreja de Cristo; pois a Igreja de Cristo é formada por pessoas que aceitaram a mensagem do Reino de Deus. Mas, aqui nesta dinâmica, se constituirá como algo figurativo da igreja como representante do Reino de Deus na terra.
- Falem: Nós também fazemos parte da Igreja de Cristo.
Então escrevam o nome de cada aluno dentro da figura da Igreja.
- Então, perguntem: Quais os valores do reino que a Igreja pode e deve expressar nesta sociedade?
Aguardem as respostas. Escreva-as dentro do círculo.
Exemplo de respostas:
Evangelização, ensino da Palavra de Deus, pregação Cristo Centrica, obras sociais, comunhão.
- Leiam:
Mt 28.19 e 20 – Evangelização
I Co 2.2 – Pregação Cristo Centrica
Tg 2. 15 e 16 – Obras sociais
Jo 13. 34 e 35, At 2.42 – Comunhão
- Reflitam sobre a atuação da Igreja em cada indicação, por exemplo:
Evangelização: Temos evangelizado? Quais as ações empreendidas pela Igreja para a propagação do evangelho?
Pregação: Qual o teor das pregações: é Jesus, o salvador? A pregação tem sido prioridade nos cultos?
Obras sociais: Quais as obras sociais desenvolvidas pela Igreja? São pontuais ou sistemáticas? O que temos feito?
Temos sido, enquanto parte integrante da Igreja, representantes dos valores do Reino? O que nos falta?
- Para concluir, leiam: I Pe 2.9:
“Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz”.

Em seguida, trabalhem o conteúdo da lição.


 

 

 

 

  

 
  
LEITURA BÍBLICA DA SEMANA
Seg. 1Co 4.20: 
O Reino de Deus é poder

Ter. Rm 14.17:
Justiça, paz e alegria

Qua. Mt 6.33: 
O Reino de Deus em primeiro lugar

Qui. Cl 1.13: 
Tirados das trevas para o Reino de Cristo

Sex. Jo 3.3,5: 
Quem verá o Reino de Deus

Sáb. 2Co 5.20: 
Os Embaixadores do Reino


 Bíblia online
 Bíblia sagrada online


OBJETIVOS
- Descrever o que significa Reino de Deus;
- Discutir sobre o papel da Igreja como agente do Reino de Deus;
- Refletir sobre as virtudes do Reino de Deus.


REFLEXÃO
[...] e enviou-os a pregar o Reino de Deus e a curar os enfermos. (Lc 9.2)


SINTETIZANDO
A Igreja de Cristo é uma expressão viva do Reino de Deus e, por isso, pode ser considerada sua embaixadora. Ela é portadora das virtudes do Reino, responsável por sua expansão na Terra e vive sob o domínio pleno de Cristo - Rei, coroado por Deus, que lhe deu toda autoridade nos Céus, na Terra e debaixo da Terra (Fp 2.9-11). Diferentemente dos governos humanos, que são passageiros, o Reino de Deus subsistirá eternamente.


LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Marcos 1.14,15
14 E, depois que João foi entregue à prisão, veio Jesus para a Galiléia, pregando o evangelho do reino de Deus,
15 E dizendo: O tempo está cumprido, e o reino de Deus está próximo. Arrependei-vos, e crede no evangelho.
Lucas 17.20-24:
20 E, interrogado pelos fariseus sobre quando havia de vir o reino de Deus, respondeu-lhes, e disse: O reino de Deus não vem com aparência exterior.
21 Nem dirão: Ei-lo aqui, ou: Ei-lo ali; porque eis que o reino de Deus está entre vós.
22 E disse aos discípulos: Dias virão em que desejareis ver um dos dias do Filho do homem, e não o vereis.
23 E dir-vos-ão: Ei-lo aqui, ou: Ei-lo ali. Não vades, nem os sigais;
24 Porque, como o relâmpago ilumina desde uma extremidade inferior do céu até à outra extremidade, assim será também o Filho do homem no seu dia.


INTRODUÇÃO
O Reino de Deus é uma demonstração do poder divino em ação. Trata-se do domínio pleno que Deus tem sobre todo ser, sobre todas as coisas existentes nesse mundo. Não se trata de um poder no sentido material ou político, mas sim espiritual. O Reino consiste nos redimidos de todos os tempos, os santos do Antigo e do Novo Testamento, os salvos que reinarão com Cristo para sempre (Ap 7.9,10; 22.14)



1. É CHEGADO O REINO DE DEUS
Um dos principais ensinos de Jesus durante seu ministério terrestre foi sobre o Reino de Deus. O próprio João Batista, precursor de Cristo, apareceu no deserto da Judéia pregando a mensagem do arrependimento e a chegada do Reino de Deus (Mt 3.1,2). Mas o que significa Reino de Deus?


1.1. O governo de Deus
O Reino de Deus é uma demonstração do poder divino em ação; trata-se do seu governo sobre todas as coisas criadas por Ele. Mas se Deus sempre exerceu de forma absoluta o seu governo sobre o Universo, como compreender a expressão: "É chegado o Reino de Deus"?
Para isto é necessário analisarmos dois aspectos do seu governo:


1.1.1. O governo natural de Deus sobre a criação
A Bíblia expõe claramente a soberania plena de Deus sobre tudo e todos (SI 477,8). Deus tem o controle sobre toda a criação. Tudo, absolutamente tudo, é regido por Ele; todas as coisas foram criadas pela sua palavra.
O escritor aos Hebreus enfatiza: "Pela fé entendemos que os mundos foram criados pela palavra de Deus; de modo que o visível não foi feito daquilo que se vê" (Hb 11.3). A natureza obedece ao governo de Deus de um modo espontâneo e natural Ur 31.35). Ele é Senhor absoluto da sua criação. Tudo o que existe nos Céus e na Terra e em todo o Universo está sob o seu domínio (SI 103.19).


1.1.2. O governo moral de Deus sobre o homem
O homem foi criado por Deus à sua imagem e semelhança. Portanto, um ser moral, com capacidade intelectual de decisão, apto para obedecer de forma consciente, voluntária e inteligente à Palavra de seu Criador - que visa o melhor para sua existência.

É desta forma, mediante sua Palavra de vida e orientação, que Deus governava sobre os seres humanos (Gn 1.28-30). Por isso, estabeleceu limites para a conduta deles, alertando-os sobre os danos de determinadas escolhas; como por exemplo, comer da árvore do conhecimento do bem e do mal (Gn 2.15-17). Contudo, o Senhor deu-nos liberdade, até mesmo para escolhera morte. E esta foi a opção de Adão e Eva ao desobedecerem o Criador, se rebelando contra o seu governo, contra sua autoridade e sabedoria. O resultado você já conhece.

Tudo era perfeito enquanto o homem e a mulher estavam submissos à supremacia de Deus, mas ao desobedecerem e rejeitarem o seu governo justo e moral; foram expulsos do Jardim do Éden, pagando um alto - e previamente alertado - preço pela desobediência (Gn 3.1-19; Rm 3.23).


1.2 O Reino de Deus é chegado por meio de Cristo
Com a queda o homem, este tornou-se refém do pecado e da morte, transmitindo essa triste herança para toda a humanidade (Rm 5.12). Todos passamos a sofrer terríveis males em consequência da desobediência de Adão e Eva.

O homem não tinha em si nenhum recurso para mediar ou reverter esta situação, que essencialmente passa a ser um problema espiritual. Cristo, no entanto, veio ao mundo com o propósito de reconciliar o homem com Deus e lhe dá a oportunidade de viver mais uma vez no Seu Reino (Rm 5.17-21).

Jesus disse; "Eis que o Reino de Deus está entre vós" (Lc 17.21). O Mestre usou esta expressão para mostrar que Ele, o Rei de toda a criação, estava bem ali no meio deles, trazendo também uma revelação do milagroso poder do Reino ainda por vir.
Jesus mostra que para entrar no Reino de Deus se faz necessário um novo nascimento (Jo 3.1-5). Quando nascemos de novo somos transportados do reino das trevas para o Reino de Deus (Cl 1.13).


AÇÃO TÓPICO 1
Peça que descrevam o que significa Reino de Deus. 
Deixe que respondam e mostre que se trata do governo sobre todas as coisas criadas por Ele, Destaque que o Reino de Deus pode ser visto sob dois aspectos: o governo natural de Deus sobre a criação e o e governo moral de Deus sobre o homem.


2. A IGREJA COMO AGENTE DO REINO DE DEUS
Por meio de Cristo, a Igreja torna-se a expressão máxima do Reino de Deus na Terra. Os discípulos receberam o encargo de continuar a pregação de Jesus depois da sua morte, ressurreição e ascensão: "Ide por todo o mundo, e pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for balizado será salvo" (Mc 16.15,163).


2.1. A incumbência de buscar o Reino
O Novo Testamento apresenta de forma abundante qual a missão do crente no Reino de Deus. Este deve buscar e trabalhar incessantemente pela vontade de Deus em todas as suas manifestações (Mt 6.10). Somente aqueles que se esforçam nessa missão se apoderam do Reino (Mt 11.12).


2.2. A missão de anunciar o Reino
A Igreja tem a incumbência de anunciar o Reino de Deus e as suas virtudes. O apóstolo Paulo afirma que somos embaixadores de Cristo (2 Co 5.20). Ser embaixador significa ocupar uma das mais importantes funções diplomáticas de um Estado. Um embaixador é detentor de plenos poderes para representar o seu país (rei ou presidente), e está encarregado de chefiar a missão diplomática em um ou mais Estados estrangeiros.


Como representantes do Reino de Deus temos autoridade para realizar as obras feitas por Cristo. Ele mesmo falou: "Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço, e as fará maiores do que estas, porque eu vou para meu Pai" (Jo 14.12).
Cristo nos deu plenos poderes para representar o seu Reino nesse mundo; onde somos estrangeiros, pois nossa pátria é com Ele nos Céus (1Pe 2.11; Fp 3.20).

O próprio Cristo que nos comissionou também nos autorizou a usar o seu nome para realizar milagres e expulsar demónios enquanto realizamos nossa missão aqui (Mc 16.17,18).


AÇÃO TÓPICO 2
Discuta sobre o papel da Igreja como agente do Reino de Deus, frisando que por meio de Cristo a Igreja torna-se a expressão dEle na Terra. Destaque que, por isso, fomos constituídos como embaixadores deste Reino aqui.


3. IGREJA: PORTADORA DAS VIRTUDES DO REINO DE DEUS
A Igreja possui as virtudes do Reino de Deus. Somente aqueles que foram transformados espiritualmente são verdadeiramente participantes do Reino e podem desfrutar das suas bênçãos (CL 1.13).


3.1. Ensinos do Sermão do Monte
A essência do ensino de Jesus foi destacado no texto conhecido como o "Sermão do Monte", apresentado em três longos capítulos: cinco, seis e sete, do livro de Mateus. Ensinando as bem-aventuranças, Jesus apresenta várias virtudes do Reino que nutrem a conduta e o caráter do crente, tais como: a humildade, a mansidão, fome e sede de justiça, misericórdia, coração limpo, pacificação, etc.

No decorrer da sua prédica, Jesus condena o orgulho, a falta de consideração com o próximo, o mundanismo, o egoísmo e a falta de amor, que proliferam neste mundo por toda a parte.


3.2. Cultivando as virtudes do Reino de Deus
É nosso dever como cristãos cultivar as virtudes do Reino de Deus. Como conhecerão o Reino de Deus aqueles que raramente oram, que se igualam em atitudes equivocadas com as pessoas do mundo, que negligenciam a Palavra e dedicam pouco tempo para a busca espiritual?

Devemos ser exemplo para os perdidos, para aqueles que estão no erro porque ainda não conheceram ao Senhor. Precisamos ser luz para esta escuridão. Como Paulo escreveu a Timóteo, há tantos anos, dizendo: "sê o exemplo dos fiéis, na palavra, no trato, no amor, no espirito, na fé, na pureza" (1Tm 4.12): hoje é o próprio Senhor Jesus que nos dá a mesma ordenança. Você tem sido este exemplo? As pessoas olham para sua vida e enxergam a Jesus? O anúncio do Reino não pode ser realizado apenas com palavras, é preciso acompanhá-las também das ações.


AÇAO TÓPICO 3
Como cidadãos do Reino de Deus, temos que desenvolver as características espirituais de Cristo. Peça que seus alunos mencionem algumas virtudes do Reino de Deus, Mostre que somente aqueles que foram transformados espiritualmente são verdadeiramente participantes do Reino e podem desfrutar destas suas bênçãos.


SUBSÍDIO
"Em geral, a palavra 'reino' denota a ideia de um domínio, uma região física ou espacial, incluindo o povo e a terra sobre os quais um rei exerce autoridade. Esse sentido também se aplica às palavras usadas para 'reino' no Antigo e no Novo Testamentos.

[...] Faz-se necessário um comentário geral sobre uma expressão que e especifica do Evangelho de Mateus. O ponto de interesse é o uso que ele faz da expressão 'Reino dos céus' em passagens em que Marcos ou Lucas, em seus relatos, referem-se ao 'Reino de Deus' (por exemplo, Mt 13.31; Mc 4.30: Lc 13.18).
[...] É incerto o motivo por que o Evangelho de Mateus menciona 'o Reino dos céus' de forma rotineira, o que não acontece nas outras narrativas. É provável que Jesus usasse as duas expressões, mas Lucas e Marcos simplesmente escolheram usar, de forma consistente, a expressão 'Reino de Deus' por ser menos ambígua para leitores gentios que a expressão mais judaica 'Reino dos céus'. Fica claro, a partir de passagens como 19.23.24. em que Jesus diz aos discípulos: 'é difícil entrar um rico no Reino dos céus. [...] é mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no Reino de Deus', que Mateus considera as duas expressões praticamente como sinónimas (ZUCK, R. B. Teologia do Novo Testamento, 1.ed,, RJ: CPAD, 2008, pp.36,38).


SUBSÍDIO 2
[...] O Reino de Deus já havia iniciado e os que acreditaram nessa mensagem e em seu Anunciador deveriam demonstrar isso de forma concreta, não com teorias ou elucubrações, mas com o exemplo, levando as pessoas desesperançadas a quererem viver como elas. Este, inclusive, era o propósito de Israel, conforme pode ser visto em Deuteronômio 4.5-8.


Infelizmente, como se sabe o Povo Eleito fez justamente o contrário e, de acordo com o que Paulo diz em Romanos 2.24, fazendo referência a Isaías 52.5; Lamentações 2,15,16; Ezequiel 36.20-23, etc., em vez de as pessoas glorificarem ao Pai celestial pelo testemunho de Israel, o nome do Senhor era blasfemado e ultrajado entre os que não conheciam a Deus.

A mesma exortação pesa sobre os discípulos atualmente. Caso não vivam como Cristo estipulara no célebre Sermão, em vez de as pessoas glorificarem a Deus, o nome dEle será blasfemado e os discípulos deverão ser lançados fora e 'pisados pelos homens" (CARVALHO, César Moisés. O Sermão do Monte. Rio de Janeiro: CPAD, 2017, p.63).


Professores, é importante levar à classe a compreender o que significa o Reino de Deus, mostrando o que é necessário para fazer parte deste Reino. 
Destaque que a Igreja de Cristo, portanto cada um individualmente, é uma expressão viva do Reino de Deus. Por isso, grande é a responsabilidade de ser exemplo para os que estão de fora.


PARA CONCLUIR
Como cidadãos do Reino de Deus, precisamos desenvolver as características espirituais de Cristo, incluindo sua humildade (Mc 10.14,15) e santidade (1Co 6.9,10; Gl 5.19-24). 
É necessário o crente romper com as práticas pecaminosas e imorais do mundo para seguira Cristo e a sua Palavra. Isto requer esforço sincero e constante. Mas somente assim poderemos desfrutar das bênçãos do Reino.


PERGUNTAS E RESPOSTAS
1. O que significa Reino de Deus?
O Reino de Deus é uma demonstração do poder divino em ação: trata-se do governo sobre todas as coisas criadas por Ele. E pode ser visto sob dois aspectos: o governo natural de Deus sobre a criação e o governo moral de Deus sobre o homem.




2. O que significa a expressão: "O Reino de Deus está entre vós"?
Cristo usa esta expressão para mostrar que Ele, o Rei de toda a criação e o futuro Rei de Israel e de todas as nações, estava bem ali no meio deles.






3. Qual a condição para o homem entrar no Reino de Deus?
Para entrar no Reino de Deus se faz necessário um novo nascimento.





4. Qual a sua missão como embaixador de Cristo e de seu Reino? Anuncia,  fazer o Reino de Deus conhecido de todos, em palavras e' atitudes, por meio do evangelismo e de um bom testemunho, realizando, as obras de Cristo (Jo 14.12).





5. Cite ao menos cinco virtudes do Reino de Deus ensinadas por Jesus no Sermão do Monte. 
Humildade, a mansidão, fome e sede de justiça, misericórdia, limpo, pacificação.

Fonte da lição: www.ebd-escola.com.br
Fonte da dinâmica por Sulamita Macedo//blog/atitudedeaprendiz.blogspot.com
Fonte: subsidio/www.subsidiosblogspot.com
Fonte crédito: 
Lições Bíblicas Juvenis – Cpad

 
Buscai primeiro o reino de Deus-corinho

Aula Bíblica Adolescentes – Lição 06: Alegrias e Felicidades

Pré -  aulas:
Endereço na descrição dos vídeos:




Vejam estas sugestões:
 Apresentem o título da lição: 
Alegrias e felicidades.
Quebrando a rotina.
Professores, sugerimos a realização da dinâmica
Para Iniciar a aula:

Dinâmica: A Fonte da Alegria
Objetivo: 
Estudar sobre a alegria cuja fonte está em Deus.

Material:
02 bexigas

Procedimento:
- Dividam a turma em 03 grupos, distribuam para cada grupo uma das perguntas abaixo:
Em que momentos vocês se sentem alegres?
O que a alegria proporciona?
O que pode servir de impedimentos para sentir alegria?
Estipulem um tempo de 05 minutos para os grupos.
- Depois, organizem a turma em círculo e solicitem que cada grupo leia a pergunta e apresentem as respostas de forma objetiva.
- Falem: Existe uma alegria ocasionada por situações diversas e há outra diferente, que é aquela proporcionada pelo Espírito Santo, que permanece mesmo em situações difíceis.
- Para exemplificar, utilizem duas bexigas(bolas de aniversário).
Encham uma e vão soltando o ar devagar, enquanto vocês falam:
Há pessoas que ficam alegres, isto é, com a bola cheia, mas o que sentem é algo passageiro(neste momento a bola já deve estar vazia) e depois estão assim com a bola murcha.
Encham outra bola e deem um nó e falem: Há pessoas que estão sempre alegres, em qualquer circunstância (neste momento, brinquem com a bola, jogando para cima e depois batam nela, demonstrando situações de alegria e tristeza).
- Para concluir, falem: Aqui nesta demonstração há dois tipos alegria. Ambas são importantes, mas há uma alegria superior, cuja fonte está em Deus.
Leiam: “Resta, irmãos meus, que vos regozijeis no Senhor.” (Fp 3.1).


OU


Dinâmica: "alegria, alegria”.
Material Didático
Professores, para a aula de hoje Você precisará de: 
Uma caixa de sapato ou um saco preto, bem como algumas imagens (1 foto com rosto sorrindo, 1 foto de pomba branca) e objetos (1 limão, 1 pedra, 1 lenço, 1 espinho).

Passe a caixa ou saco com as imagens e objetos para que cada aluno retire algo. Após todos terem apanhado, peça-os que pensem o que pode significar, esse objeto ou imagem nas lutas da vida cristã. 

A seguir, incentive-os a socializarem o que pensam, mostrando primeiro a figura/objeto. A fim de auxiliá-los, você pode ajudá-los no decorrer da apresentação oferecendo alguns significados aos objetos. 

Por exemplo: 
Rosto sorrindo - aletria na tribulação;
Lenço — para enxugar as lágrimas; 
Pedra — dificuldades no caminho; 
Espinho - incômodo, sofrimento; 
Limão- angústia, tristeza; 
Pomba - Paz, Espírito Santo.
Para terminar a dinâmica, leia com eles os seguintes textos; Neemias 8.10; Filipenses 4.4. 


Em seguida, trabalhem o conteúdo da lição.






  
 TEXTO BÍBLICO
Filipenses 4.4-13
4 Regozijai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, regozijai-vos.
5 Seja a vossa equidade notória a todos os homens. Perto está o SENHOR.
6 Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com ação de graças.
7 E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus.
8 Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.
9 O que também aprendestes, e recebestes, e ouvistes, e vistes em mim, isso fazei; e o Deus de paz será convosco.
10 Ora, muito me regozijei no Senhor por finalmente reviver a vossa lembrança de mim; pois já vos tínheis lembrado, mas não tínheis tido oportunidade.
11 Não digo isto como por necessidade, porque já aprendi a contentar-me com o que tenho.
12 Sei estar abatido, e sei também ter abundância; em toda a maneira, e em todas as coisas estou instruído, tanto a ter fartura, como a ter fome; tanto a ter abundância, como a padecer necessidade.
13 Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece.


DESTAQUE
Tenha sempre alegria, unidos no Senhor! Repito; Tenham alegria (Fl 4.4).


LEITURA DEVOCIONAL
SEG.......................................................Sl 16.11
TER........................................................Sl 51.8,15
QUA........................................................Lc 2.10
QUI.........................................................1Pe 4.13
SEX............................................................Sl 31.7 SÁB............................................................Fp 1.25
DOM...........................................................Mt 5.12

Bíblia online
Bíblia sagrada online

Objetivos
1- Definir o que é alegria;
2- Mostrar que a alegria cristã não deve estar baseada em circunstâncias;
3- Enfatizar o contentamento como forma de triunfo sobre todas as coisas.


ESTUDANDO A BÍBLIA
Professor, inadvertidamente muitos de nós temos confinado a Educação Cristã às quatro paredes do templo, aos domingos pela manhã e num período de tempo aproximadamente 50 minutos de aula. Entretanto, caso não ampliemos campo de ação e incluamos outros ambientes não convencionais junta ao nosso programa educacional, correremos o risco de não frutificarmos tanto quanto poderíamos. Nós precisamos entender que o mundo/a vida é a nossa sala de aula.
Devemos aproveitar todas as oportunidades para ensinar e aprender. Jesus ensinou no monte, no barco, em casas, no velório, no vale, no Templo, nas festas, e, à mulher samaritana no poço.
Paulo fundou a igreja de Filipos quando realizou sua segunda viagem missionária (At 16.9-40). Nessa cidade, o evangelho da graça chegou de forma maravilhosa levando salvação à vendedora de púrpura, Lídia (At 16.13,14), à jovem escrava de Satanás e dos homens (At 16.16-18), ao carcereiro romano (At 16.27-34) e a muitas outras pessoas.
A carta aos filipenses foi escrita por Paulo quando ele estava preso na cidade de Roma, por volta de 62 d.C. Por intermédio dela o apóstolo agradeceu a generosidade dos irmãos (4.15-18), mas alertou sobre os perigos da quebra da comunhão (2.3,4; 4.2) e da heresia (3.2), bem como convocou os irmãos a se alegrarem no Senhor, razão pela qual a epístola é chamada por alguns como a "carta da alegria".


O QUE É ALEGRIA?
De acordo com alguns manuais de Ética Cristã, alegria ‘e' a emoção prazerosa resultante da satisfação da sede insaciável do homem por uma vida mais plena. Essa definição se confirma na prática quando observamos em todas as partes do mundo, entre religiosos e ateus, das mais variadas idades, o empenho de homens e mulheres na incansável busca da tão almejada alegria plena.

Em sua legítima busca pela alegria, o ser humano tem sido distraído pelas ilusões momentâneas dos prazeres sexuais, da aquisição de riquezas, do glamour oferecido pela fama, do sucesso profissional, do consumismo e da sensação de autossuficiência ocasionada pela aquisição do poder. Entretanto, em sua velhice, o sábio Salomão entendeu o caráter transitório da alegria terrena fundamentada meramente no prazer: não passa de vaidade (Ec 2.1-12).

Ao estudarmos a Bíblia Sagrada, percebemos que a alegria está por todo lugar fazendo parte da história de vida do povo de Deus (Dt 12.6,12; Fp 4.4; 1Pé 4.13). Ela é experimentada quando o ser humano se aproxima do Eterno (SI 16.11) e recebe o seu perdão (SI 51.8,15) ou encontra o seu amor (SI 31.7). O próprio Evangelho é uma mensagem de grande alegria (Lc 2.10). Só em filipenses o tema "alegria" aparece dezesseis vezes (1. 4,18,25; 2.2,28; 3.1; 4.1,4,11).
O conteúdo da alegria bíblica não está no entretenimento que distrai, mias no relacionamento com o Deus que se revelou em Cristo Jesus para nos salvar e possibilitar a restauração da comunhão que no jardim do Éden, por intermédio da Queda, foi afetada. Por isso, o mundo não pode fios conceder ou remover essa alegria, pois esta vem exclusivamente de Deus.


AUXILIO DEVOCIONAL
Sustentado pela Alegria
As suas mãos são torcidas e os seus pés são inúteis. Ele não consegue tomar banho sozinho. Ele não consegue comer sozinho, nem escovar os dentes, nem pentear o cabelo, nem vestir a sua roupa debaixo. As suas camisas são fechadas por tiras de velcro. A sua fala se arrasta como em uma fita cassete já muito usada.


Robert sofre de paralisia cerebral.
A doença impede que ele possa dirigir um automóvel, andar de bicicleta e sair para um passeio. Mas não o impediu de concluir o colégio nem de frequentar as aulas da Universidade Crista Abilene, onde obteve um título universitário em Latim. A doença não impediu que ele lecionasse em um ginásio em Sr. Louis nem de ir para o outro lado do oceano em cinco viagens missionárias.
E a doença de Robert não o impediu de ser um missionário em Portugal.
Ele se mudou para Lisboa, sozinho, em 1972. Ali, ele alugou um quarto de hotel e começou a estudar português. Conheceu um dono de restaurante que poderia lhe dar comida depois da hora do rush e um professor que poderia lhe ensinar o idioma.
Depois, ele passou a ir diariamente a um parque onde distribuía folhetos que falavam de Cristo. Em um período de seis anos, ele conduziu setenta pessoas ao Senhor, uma das quais tornou-se a sua esposa, Rosa.
Recentemente ouvi Robert em uma palestra. Eu vi outros homens carregando-o na sua cadeira de rodas até a plataforma. Observei quando eles colocaram uma Bíblia no colo dele. Eu vi os seus dedos rígidos e o seu esforço para abrir as páginas. E vi as pessoas na plateia enxugando as lágrimas de admiração. Robert poderia ter pedido consolo ou piedade, mas ele fez exatamente o oposto. Ele levantou a sua mão curvada ao ar e anunciou: 'Tenho tudo o que preciso para ser alegre'.
As suas camisas são fechadas com velcro, mas a sua vida é sustentada pela alegria" (LUCADO, Max. Experimentando o coração de Jesus. Rio de Janeiro: CPAD, 2007, pp.151,52).


TENHAM SEMPRE ALEGRIA, UNIDOS NO SENHOR
Por mais estranha que pareça a frase citada acima, ela não foi escrita por alguém que estava fazendo a viagem turística dos seus sonhos. A frase é fruto de um homem maduro, que embora esteja injustamente encarcerado, aprendeu a confiar e a descansar em Deus em meio às circunstâncias que o convidavam a questioná-lo. Embora não tivesse as rédeas da situação, Paulo cria no controle de Deus. O apóstolo é uma prova de que embora a alegria possa ser ofuscada momentaneamente pelas frequentes aflições do tempo presente (jo 16.20-22), ela será constantemente renovada pelo Espírito Santo que habita em nós e por intermédio da esperança eterna (Rm 8.22-30).

Escrevendo aos filipenses, o apóstolo nos ensina algumas valiosas lições sobre a verdadeira alegria desfrutada pelo povo de Deus:
a) Ela não é circunstanciai.
Paulo está preso, porém escrevendo e desfrutando da alegria interior. A soma dos problemas do lado de fora do corpo não foi capaz de subtrair a alegria de dentro do seu coração.


b) Ela não é opcional.
O apóstolo dos gentios exorta aos irmãos a se manterem alegres. Afinal de contas, eles têm o Evangelho, o Reino e o Espírito Santo que nos oferecem alegria gratuita, plena e verdadeira.


c) Ela não é humana.
O apóstolo diz: "alegrem-se no Senhor". A nossa alegria não nasce a partir das circunstâncias favoráveis nem tão pouco do coração enganoso do homem, mas de Jesus Cristo — aquele que morreu, ressuscitou e está assentado à direita de Deus Pai e que em breve voltará para tomar a sua "noiva" para si eternamente.


d) Ela não é descartável.
A alegria não é algo que se desfaz como um copo de plástico. Ela é uma joia preciosa dada por Deus aos homens e que precisa ser preservada e desfrutada diariamente em todos os mentos da vida. Ela não acaba quando cru o sofrimento, pelo contrário, é em meio aos sofrimentos, e sob a graça de Deus, que a nossa alegria é renovada.
Unidos a Cristo triunfaremos em alegria diante das maiores tristezas que a vida possa nos apresentar. Nele, somos mais do que vencedores (Rm 8.31-39), pois "essa pequena e passageira aflição que sofremos vai nos trazer uma glória enorme e eterna, muito maior do que o sofrimento" (2 Co 4.17).


AUXÍLIO DIDÁTICO
Professor, você precisa conduzir seus alunos adolescentes ao amadurecimento. E para isso é preciso tempo, dedicação, cuidado e amor sincero. Instrua-os mostrando que Deus tem compromisso com eles independente das circunstâncias difíceis vivenciadas por eles.


POSSO TODAS AS COISAS NAQUELE QUE ME FORTALECE!
Paulo é um servo de Deus exemplar. Sua vida inspira fidelidade a Deus, cuidado ao próximo e contentamento com ávida. Após ordenar aos irmãos que se alegrassem no Senhor (4.4), destacar o papel da oração como um antídoto à preocupação (4.6) e a falar sobre a paz de Deus que guarda o coração e a mente daqueles que entregam confiantemente suas inquietações ao Senhor em oração (4.7), o apóstolo Paulo revela o porquê de ele poder todas as coisas em Cristo (4.10-23):
Faça um verso que descreva a alegria cristã, utilizando as seguintes palavras: Cristo; verdadeira; encontrar; prazer.
Resposta pessoal.

a) Ninguém nasce sabendo tudo sobre o contentamento (v.11). Paulo aprendeu o segredo de viver contente. Como é bom ter humildade para aprender. Infelizmente, muitos jovens que estão iniciando a vida não têm paciência e humildade para ouvir experiências e aprender lições com os mais velhos. E com isso acabam aprendendo as coisas da fornia mais difícil e dolorosa. Porém, o apóstolo nos ensina que na vida é preciso estar disponível ao aprendizado. Ele diz que aprendeu a viver contente; significa estar satisfeito com o que tem, seja pouco ou muito (Pv 30.7-9; Mt 6.11).


b) As circunstâncias geram vítimas ou vencedores (v.12). 
Paulo não foi vítima das circunstâncias, pelo contrário, ele andou sobre as circunstâncias. Aprendeu a viver contente em todos os lugares e em qualquer situação. Transitava com naturalidade entre a escassez e a abundância. Apesar de ter razões suficientes para reclamar ou se vitimar, escolheu acreditar na providência, no poder e na promessa de Deus. O apóstolo não permitiu que as circunstâncias externas determinassem suas atitudes internas. Ao invés de fracassar, escolheu triunfar sobre as circunstâncias.


c) Contentamento nasce da comunhão com Deus (v.13). 
O contentamento de Paulo não foi resultado de sua autodisciplina, conhecimento intelectual, dons e talentos pessoais, experiência ministerial ou f orça física. Ele é categórico ao dizer que a fonte de seu contentamento e força foi Jesus Cristo. Que preciosa lição o apóstolo nos ensina! Era o poder de Cristo nele que o habilitava a viver contente em todas as situações. Jesus disse que sem Ele nada podemos fazer (Jo 15.5).
Assim como Paulo, cada um de nós deve aprender a valiosa lição do contentamento para que possamos triunfar sobre as circunstâncias sendo fortalecidos pela comunhão em Jesus Cristo, para um dia dizermos com plena certeza: "Posso todas as coisas naquele que me fortalece!".
Você tem contentamento em Cristo?


AUXÍLIO PEDAGÓGICO
Professor, introduza o terceiro tópico com a seguinte ilustração extraída do livro editado pela CPAD Experimentando coração de Jesus, de Max Lucado: "Uma lenda da Índia conta de um rato que morria de medo de gatos, até que um mágico o transformou num gato. Isto resolveu o problema do seu medo... até que ele encontrou um cachorro, então o mágico transformou-o num cachorro. Então o rato-virado-gato-vira-do-cachorro ficou satisfeito até encontrar um tigre - então, uma vez mais, o mágico transformou-o no que lhe dava medo. Mas quando o tigre chegou reclamando que tinha encontrado um caçador, o mágico recusou-se a ajudar. 'Eu vou transformar você novamente num rato, porque embora você tenha o corpo de um tigre, ainda tem o coração de um rato'."
Em seguida, reflita com eles sobre a questão do contentamento. Pergunte-os por que as pessoas se demonstram tão insatisfeitas com o que são e têm. Diga-lhes que é preciso que busquemos contentamento em Deus, para que possamos triunfar sobre todas as circunstâncias da vida, pois é muito triste viver a vida refém das coisas que nos cercam.

Procure em sua Bíblia três versículos relacionados à alegria e transcreva-os abaixo:
* Filipenses 4.4; 
* Salmos 30.5; 
* Salmos 16.11.


RECAPITULANDO
O ser humano peregrina incansavelmente em busca da experiência da vida plena, da felicidade, da alegria verdadeira. Experiência que só pode ser vivida por meio do relacionamento sincero com Jesus Cristo.
O cristão, em meio às adversidades da vida, é capaz de desfrutar da verdadeira alegria, uma vez que ela não é circunstancial, opcional, humana ou descartável.


REFLETINDO
1. Você já teve uma experiência de sofrimento em que seu coração foi confortado por uma alegria inexplicável?
Resposta pessoal.




2. Quais as quatro lições abordadas nesta lição sobre a verdadeira alegria?
A alegria do cristão não é circunstancial, opcional, humana, descartável.




3. Como você definiria contentamento? 
Resposta pessoal.
Fonte: subsidio/www.subsidiosdominical.comFonte da dinâmica por Sulamita Macedo//blog/atitudedeaprendiz.blogspot.com
Fonte da lição www.escola-ebd.com.br
Créditos. Editora responsável pela Revista Adolescentes da Cpad.