30 de julho de 2016

Noticia: Irã: Pastor Yousef Nadarkhani é acusado novamente

"Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

Ele foi convocado pelo Tribunal Revolucionário do Irã, que fica na cidade de Rasht, pelas acusações de atividades sionistas e por evangelizar muçulmanos

Depois de um longo histórico de prisões, julgamentos e acusações por parte dos tribunais iranianos, mais uma vez, o pastor Yousef Nadarkhani é acusado de agir contra a segurança nacional do país. No último dia 24, ele foi convocado pelo Tribunal Revolucionário do Irã, que fica na cidade de Rasht, pelas acusações de atividades sionistas e por evangelizar muçulmanos. Agora o pastor tem o prazo máximo até o dia 31 de julho para pagar uma fiança estipulada no valor aproximado de 33 mil dólares, caso contrário poderá ser preso.

No dia 13 de maio, Nadarkhani e sua esposa Tina Pasandide Nadarkhani foram presos juntamente com Mohammadreza Omidi, Yasser Mossayebzadeh e Saheb Fadaie. Logo após, o casal foi liberado, mas os outros três tiveram que pagar a fiança do mesmo valor, cada um, para serem libertados.

A história do pastor começou em 2006, quando foi acusado de apostasia. Ele evangelizava os muçulmanos e, desde então, passou a ser perseguido pela justiça do país. Na ocasião, os juízes pediram para que ele se “arrependesse” diante do tribunal, mas Nadarkhani respondeu: “Arrependimento significa voltar atrás, e eu voltaria para quê? Para a blasfêmia que eu vivia antes de conhecer a Cristo?” Os juízes retrucaram: “Você deve voltar para a religião dos seus antepassados, deve voltar ao islã”. Então ele decidiu: “Eu não posso fazer isso”. E desde então, a perseguição a ele continua.

Pedidos de oração
· Clame a Deus por provisão para o pastor Nadarkhani. Que a vontade do Senhor seja realizada e que a Paz que excede todo entendimento invada seu coração.
· Ore pelos mais de 90 líderes e pastores presos no Irã. Que Deus os fortaleça e lhes dê graça.
· Interceda pelo governo e pelos líderes religiosos do país. Que eles se convertam e que pratiquem a justiça de Deus para com o cristão iraniano.
Fonte: Portas Abertas.


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Noticia: ONU alerta que ondas de calor podem continuar matando milhares de pessoas

"...e grandes sinais do céu." Lucas 21:11
Escritório das Nações Unidas para a Redução do Risco de Desastres pediu que sejam tomadas medidas para reduzir mortalidade; agência ressaltou possível aumento de óbitos devido a temperaturas muito quentes causadas por mudança climática.

O Escritório das Nações Unidas para a Redução do Risco de Desastres, Unisdr, alertou nesta quinta-feira para o possível aumento de mortes causadas por ondas de calor devido à mudança climática.

A agência pediu que sejam tomadas medidas para reduzir a mortalidade causada pelo fenômeno.

Temperatura Recorde

O alerta veio poucos dias após a Organização Meteorológica Mundial, OMM, anunciar que as temperaturas globais para os primeiros seis meses do ano chegaram a novas altas, colocando 2016 no caminho para ser o ano mais quente já registrado.

A agência também ressaltou a temperatura de 54º Celsius no Kuwait na semana passada.

Ondas de Calor

O representante especial do secretário-geral para a redução do risco de desastres, Robert Glasser, afirmou que milhões de pessoas em todo o mundo deveriam estar recebendo alertas sobre ondas de calor para que não se repitam as milhares de mortes causadas pelo fenômeno, principalmente na Ásia e na Europa no ano passado.

Entre 2005 e 2015, uma média de 25 grandes ondas de calor foi registrada a cada ano, resultando em cerca de 7,2 mil mortes anuais. Em 2015, o ano mais quente já registrado, foram informadas cerca de 3,2 mil mortes na França, 2,2 mil na Índia e 1,2 mil no Paquistão.

Mudança Climática

Glasser ressaltou que a mudança climática está ampliando o impacto de diversos episódios de temperaturas extremas.

Ele destacou a necessidade de uma gestão do risco de desastres com ênfase no calor extremo para reduzir a mortalidade causada por este fenômeno.

O representante do secretário-geral pediu mais ação para garantir que pessoas carentes, incluindo refugiados, crianças, idosos e pessoas com deficiência tenham acesso a avisos com bastante antecedência.

Glasser ressaltou ser preciso que elas também tenham acesso à água, abrigo adequado e proteção do calor e do sol.

O tema do Dia Internacional para a Redução de Desastres, em 13 de outubro, é reduzir mortalidade.
Fonte: Rádio ONU.



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Noticia: Ecos da Guerra Fria: Clinton promete apoio à OTAN na luta contra a ‘ameaça russa’

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6
A ex-Secretária de Estado Hillary Clinton aceitou oficialmente a sua candidatura à presidência dos EUA durante a convenção do Partido Democrata, que acontece na Filadélfia.

Durante seu discurso, até agora o mais importante de toda sua carreira política, ela apresentou algumas diretrizes de seu possível mandato presidencial, voltadas principalmente para a recuperação da economia e a segurança do país, a começar pela criação de empregos, aumento dos salários e combate à desigualdade.

Dentre as ideias apresentadas, Clinton declarou que pretende aumentar os impostos cobrados das grandes corporações, já que, segundo ela, atualmente 90% dos lucros do país estão concentrados nas mãos de 1% dos americanos.

"A Wall Street, as corporações e todos os super ricos irão pagar impostos justos. <…> É aí que está o dinheiro. E nós vamos atrás do dinheiro" – disse a candidata, explicando que esses recursos serão destinados para solucionar problemas sociais no país.

Falando em política externa, Clinton declarou o apoio dos EUA à OTAN na luta contra a suposta "agressão russa".

"Me orgulho do fato de apoiar os nossos aliados na OTAN contra qualquer ameaça com que eles se depararem, incluindo a ameaça por parte da Rússia" – disse.

Abordando o tema do terrorismo, a candidata prometeu alcançar a derrota definitiva do grupo extremista Daesh (Estado Islâmico).

"Vamos atacar seus abrigos do ar e apoiar as forças locais para destruí-los em terra. <…> Isso não será nem rápido nem fácil, mas não tenham dúvidas: sairemos por cima" – garantiu Clinton.

Já no âmbito da segurança interna, a democrata disso que não pretende lutar pela proibição da livre circulação de armas de fogo no país.

"Não estou aqui para para mudar a segunda emenda [da Constituição], não estou para confiscar as suas armas. Quero apenas que ninguém, que não deveria ter uma arma, possa matá-los" – disse a candidata.
Fonte: Sputnik.


Noticia: 'Su-24 foi derrubado com apoio da OTAN'

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6
Especialista fala em entrevista exclusiva à Sputnik sobre a participação da OTAN na derrubada do avião russo.

Willy Wimmer, ex-vice-presidente da Assembleia Parlamentar da OSCE, ex-secretário de Estado para os assuntos da Defesa da Alemanha e ex-deputado do Parlamento alemão da coalizão CDU/CSU, avançou, em uma entrevista para a Sputnik, a suspeita de que o avião russo Su-24 poderia ter sido abatido por um avião de combate turco com a ajuda da OTAN.

Respondendo à questão sobre tal suspeita, Willy Wimmer disse que, segundo as informações que possui, a derrubada foi levada a cabo com a ajuda de dois aviões AWACS (Sistema Aéreo de Alerta e Controle — inglês: Airborne Warning and Control System), um dos EUA e outro da Arábia Saudita.

Uma aeronave como o bombardeiro russo não pode ser simplesmente derrubada: é necessária a determinação exata do alvo. Ora isso só pode ser feito por aviões AWACS.

De acordo com Wimmer, o avião americano partiu de Chipre. O outro decolou de uma base na Arábia Saudita. Em caso de interceptação, a OTAN tem as suas próprias regras. Normalmente, os órgãos da aviação civil estabelecem contato com o avião intruso. Eles chamam a atenção do piloto para a infração ou exigem que faça pousar o avião. Se isso não for suficiente, as estruturas militares intervêm. Em tempo de paz, o máximo que elas podem fazer é forçar o piloto a pousar. Ora, o que aconteceu neste incidente não corresponde às regras internacionais. Eles abateram o avião russo porque queriam derrubá-lo.

Wimmer pressupõe que, por trás desta derrubada, poderá estar alguém que quisesse destruir as relações entre a Rússia e a Turquia.

Ao comentar o fato de que, na verdade, foi um piloto turco que derrubou o Su-24 russo, o político diz:"Agora a Turquia destaca que, entre os pilotos que tomaram a decisão de derrubar o avião e o governo turco há uma enorme distância. Dizendo que a decisão de atacar o avião foi da responsabilidade do piloto, o governo se demarca ao máximo das próprias Forças Armadas. Apenas resta supor que os pilotos saíram da base de Incirlik por sua própria vontade".

O jornalista da Sputnik lembrou que, inicialmente, o governo turco apoiou os pilotos, mas Wimmer sublinha que, politicamente, seria difícil dizer que tudo foi feito a pedido das autoridades turcas. Depois de tudo o que aconteceu até hoje, é mais fácil compreender algumas declarações de Erdogan.

Quanto à tentativa do golpe militar recentemente ocorrida na Turquia, Willy Wimmer também vê a mão dos EUA. "Na minha opinião, é perfeitamente compreensível que os Estados Unidos estejam colaborando com o exército turco. Portanto, é lógico que na Turquia tenha havido um golpe para não colocar em risco a política de Washington relativamente à Rússia.

Surge a questão sobre os motivos de Erdogan ao planejar visitar a Rússia logo depois do golpe. O especialista acredita que esta decisão foi tomada devido aos rumores de que Erdogan deve a sua vida às informações fornecidas pela Rússia. Obviamente, Erdogan quer primeiro visitar aqueles com quem pode colaborar e quem lhe salvou a vida, se isso for verdade.

Willy Wimmer considera que as relações entre a Turquia e os EUA estão tão tensas que não se sabe se se romperão ou não. "Estamos na Turquia e não é porque a Síria tenha atacado a Turquia. É porque a Turquia tem posto abertamente óleo no fogo da guerra civil síria. Erdogan está implicado no caos que reina na Síria e nós temos que lidar com centenas de milhares de vítimas. Isso significa que a Bundeswehr não protege um aliado e que a sua presença incentiva-o a continuar as suas ações agressivas contra o vizinho. Esta esquizofrenia é já parte integrante da OTAN.
Fonte: Sputnik.



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Noticia: Rússia não permitirá envio de armas a zonas ocupadas por rebeldes de Aleppo

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6
A Rússia não permitirá o envio de armas do exterior a zonas ocupadas da cidade síria de Aleppo, controladas por rebeldes. A declaração é do vice-ministro da Defesa russo, Anatoli Antonov, nesta sexta-feira (29).

“Não permitiremos de nenhuma maneira o envio de armas do exterior a zonas controladas pelos rebeldes”, disse Antonov em um comunicado de imprensa.

Ele também comentou que em caso necessário se abrirão corredores para comboios humanitários que se dirigem a Aleppo.

Atualmente o centro de Aleppo está sob controle do Exército governamental e os arredores estão sendo controlados por jihadistas. Se os militares sírios conseguirem liberar completamente Aleppo dos terroristas, um milhão de refugiados sírios retornarão à cidade.

Antes do início da guerra Aleppo, que era considerada a capital comercial da Síria, tinha 5 milhões de habitantes.
Fonte: Sputnik.



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29 de julho de 2016

Noticia: Sudão do Sul está "à beira de um abismo", diz Ban Ki-moon

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6
O secretário-geral da ONU, Ban ki-moon, advertiu nesta quinta-feira que o Sudão do Sul está "à beira de um abismo" e exigiu dos líderes do país compromisso com a paz.

"As promessas do novo Estado pela paz, justiça e oportunidades foram desperdiçadas", disse Ban em discurso perante o Conselho de Segurança das Nações Unidas.

O diplomata coreano se mostrou "indignado pela magnitude da violência sexual" no país e exigiu "a prestação de contas por todas as atrocidades" cometidas.

Ontem, a ONU anunciou que documentou pelo menos 120 casos de abusos sexuais durante a atual onda de violência em Juba e disse que está investigando acusações de que "boinas azuis" permitiram que soldados sul-sudaneses cometessem alguns desses crimes.

Milhares de civis deixaram suas casas nas últimas semanas, muitos buscando proteção da ONU, por causa da violência armada que explodiu novamente neste mês entre leais ao presidente do Sudão do Sul, Salvar Kir, e seguidores de seu oponente político, Riek Machar.

Em agosto de 2015, Kiir e o então vice-presidente Machar -agora em paradeiro desconhecido- assinaram um acordo de paz que, pelo menos sobre o papel, pôs fim a quase dois anos de guerra.

No entanto, entre 8 e 11 de julho, ocorreram duros combates entre unidades militares rivais em Juba e outras zonas do país, que deixaram pelo menos 300 mortos, segundo o governo, e o forçaram o deslocamento de mais de 36 mil pessoas, de acordo com dados da ONU.

O conflito entre ambos os grupos explodiu em dezembro de 2013, quando Kiir, da etnia dinka, denunciou uma suposta tentativa de golpe de Estado liderado por Machar, dos nuer.
Fonte: EFE.



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Em busca de Adão e Eva - Documentário Completo