“Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

Até agora não foi revelado o local onde os líderes estão detidos e a Organização de Direitos Humanos pede ao governo a liberação deles
A Organização de Direitos Humanos para Conselho e Desenvolvimento das Igrejas do Sudão pediu para o governo libertar dois líderes cristãos que estão presos desde dezembro de 2015. De acordo com os relatórios da Portas Abertas, Hassan Kodi e Telal Ngosi, foram detidos depois de participar de uma conferência cristã em Addis Abeba, na Etiópia, no mês de outubro de 2015.
O governo, desde então, negou que eles recebessem visitas de familiares, de líderes de igreja e até mesmo de advogados, nem sequer o local onde estão os líderes que moravam nas montanhas de Nuba foi revelado. "O Sudão é conhecido por perseguir violentamente aos cristãos, principalmente os que atuam nas montanhas de Nuba. Os convertidos do islamismo para o cristianismo são os que mais enfrentam ataques sistemáticos e generalizados. O caso dos dois líderes não é um incidente separado, mas faz parte da rotina dos extremistas islâmicos", comenta um dos analistas de perseguição.
Segundo o analista, somente a comunidade internacional foi capaz de forçar o governo sudanês a liberar Meriam Ibrahim, que havia sido condenada à morte por apostasia. O governo acusou a cristã de adultério por ter se casado com um homem que não é muçulmano. A Anistia Internacional a considerou uma "prisioneira de consciência" por ter sido negado a ela a liberdade de religião. A cristã chegou a dar à luz no corredor da morte e só não foi executada porque tinha o direito de amamentar seu filho durante dois anos. Atualmente, ela vive com seu marido nos Estados Unidos. Casos como estes são comuns no Sudão, o 8º país na Classificação da Perseguição Religiosa. Ore por essa nação.
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Fonte: Portas Abertas.
Taxa é a maior desde o início da série da Pnad Contínua, em 2012. Número de desocupados subiu quase 40% sobre mesmo trimestre de 2015
O desemprego ficou em 10,9% no primeiro trimestre deste ano, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Essa taxa é a maior desde o início histórica da Pnad Contínua, em 2012.
No trimestre encerrado em dezembro, o índice havia chegado a 9% e no primeiro trimestre de 2015, bateu 7,9%.
Segundo o IBGE, o aumento da taxa de desocupação ocorreu por causa da alta expressiva da desocupação, redução da ocupação e aumento da força de trabalho. “Está acelerando porque tem mais pessoas na população desocupada e menos pessoas na população ocupada. E isso está indo de forma bastante consistente ao longo dos últimos meses”, observou Cimar Azeredo, coordenador de trabalho e rendimento do IBGE.
A quantidade de pessoas desocupadas cresceu 22% em relação ao período outubro a dezembro e chegou a 11,1 milhões – o maior número de desocupados desde o início da Pnad Contínua. Já na comparação com o primeiro trimestre de 2015, a alta foi ainda maior, de 39,8%.
Na outra ponta, a população ocupada, que somou 90,6 milhões de pessoas, recuou 1,7% sobre o trimestre encerrado em dezembro do ano passado e 1,5% sobre o período de janeiro a março de 2015. O número de pessoas empregadas com carteira assinada também caiu e chegou a 34,6 milhões. Sobre dezembro, a diminuição foi de 2,2% e sobre os primeiros três meses de 2015, de 4%.
“A gente está voltando para meados de 2013 [o patamar] na população ocupada. A notícia é que caiu [no primeiro trimestre do ano em comparação com o trimestre anterior] além do que tem sido observado.”
A maior redução partiu da indústria geral (-5,2% sobre dezembro), seguida pela construção (-4,8%) e pela administração pública (-1,9%). Sobre o trimestre de janeiro a março, houve alta do número de ocupados em transporte, armazenagem e correio (4,3%); serviços domésticos (4,3%) e alojamento e alimentação (4%), entre outros setores.
Com a redução das ofertas de emprego, o número de pessoas que optaram por trabalhar por conta própria cresceu em ambas comparações. A alta foi de 1,2% sobre o trimestre de outubro a dezembro de 2015 e de 6,5% em relação ao primeiro trimestre de 2015.
“Tem componente sazonal atuando de forma bastante efetiva, que é: as pessoas que foram contratadas temporariamente foram dispensadas. O índice de efetivação praticamente não ocorreu, ele foi suplantado pela dispensa. Foram 1,6 mil trabalhadores dispensados. A perda do quarto trimestre para o primeiro trimestre foi de 1,606 milhão, ou seja, foram dispensados além do que foram contratados no final do ano”, analisou Azeredo.
Salário
De acordo com o IBGE, o primeiro trimestre deste ano mostrou que o rendimento médio recebido pelos trabalhadores ficou R$ 1.966 – 3,2% abaixo do registrado no mesmo período de 2015. Já sobre o trimestre encerrado em dezembro, não houve variação.
“O período atual foi mais agressivo em termos de dispensa, em termo de queda da qualidade do emprego gerando com isso uma busca maior pela ocupação. Quando cai emprego e cai renda, isso gera procura.”
Frente ao trimestre de outubro a dezembro de 2015, só subiu o rendimento dos trabalhadores domésticos: 2,3%. Já sobre o primeiro trimestre de 2015, houve redução dos ganhos para a categoria dos trabalhadores por conta própria: 3,9%.
“Trabalho doméstico voltou a subir, que é outra forma de entrar no mercado, principalmente mulher de baixa renda e de pouca escolaridade. Ela tende a voltar ao mercado através do emprego doméstico”, analisou.
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Fonte: G1
“Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

Embora o governo do Bangladesh se declare um estado laico, faz uso de várias leis islâmicas para reger o país
A Alta Corte de Bangladesh rejeitou uma petição que pretendia eliminar o islã como religião oficial do Estado. Atualmente, algumas leis islâmicas regem o país, que está na 35ª posição da atual Classificação da Perseguição Religiosa. Os convertidos ao cristianismo, vindos do islamismo ou hinduísmo são constantemente agredidos, de várias formas, e rejeitados tanto pela comunidade quanto pela própria família. Isso vem acontecendo ao longo dos anos, mas depois que ocorreu o assassinato dos quatro bloggers seculares, por grupos islâmicos radicais, no ano passado, o governo declarou uma guerra contra o extremismo islâmico.
"Essa decisão do Supremo Tribunal não é uma surpresa, nós já esperávamos por isso. A situação do país é complicada, já que o Bangladesh continua a ser a única nação a se declarar laica e ao mesmo tempo se denomina oficialmente islâmica. Por conta disso, a situação da liberdade religiosa está cada vez mais pressionada e o clima é tenso para os cristãos. O país está vivendo de aparências", comenta um dos analistas de perseguição.
Além da situação religiosa, as tensões políticas atingiram outro pico com o mandado de detenção, emitido recentemente contra o líder da oposição, Khaleda Zia, por ter realizado um ataque violento contra o governo, em janeiro de 2015. A Reuters informou que o líder vai tentar pagar fiança para não ser detido. Com todos esses problemas, as igrejas estão enfrentando uma perseguição ainda maior, lutando para se manterem de pé e, principalmente, para continuar seus trabalhos evangelísticos que, dependendo da situação, pode custar a própria vida de muitos cristãos. Ore por essa nação.
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Fonte: Portas Abertas.
“...e pestes...” Mateus 24:7

O Brasil registrou 91.387 casos de suspeita de contaminação pelo zika vírus no primeiro trimestre do ano, informou o ministério da Saúde na terça-feira. O boletim epidemiológico do órgão revela, ainda, que a doença foi confirmada em 2.844 grávidas.
Só no Nordeste foram reportados 30.286 casos de suspeita de zika entre 3 de janeiro e 2 de abril. A região também foi a mais afetada pelo surto de microcefalia, detectado em outubro de 2015.
A malformação congênita no cérebro dos bebês, que cientistas associam à contaminação de grávidas pelo zika vírus, causa sequelas permanentes e limita o desenvolvimento motor e intelectual dos portadores.
"É impossível ter uma ideia da proporção de grávidas infectadas pelo vírus que terão bebês com microcefalia. Até agora, a maioria desses casos foi em mulheres que ficaram doentes durante o primeiro trimestre da gravidez", afirmou o diretor de Vigilância das Doenças Transmissíveis do ministério, Cláudio Maierovitch.
Em todo o país, três pessoas morreram por causa do vírus, transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, que também transmite a dengue e a chikungunya.
Os dados são os primeiros oficiais sobre o zika no país, e chegam depois do governo ter determinado, no início do ano, que todos os casos de suspeita do vírus deveriam ser registrados.
Até então, as autoridades estimavam que 1,5 milhão de brasileiros tinham contraído o zika. Não existe tratamento nem vacina para a doença.
Outra estatística do Ministério da Saúde revela que foram confirmados 1.198 casos de bebês com microcefalia, de 7.228 suspeitas, de outubro a abril, que o governo relaciona com o zika.
O possível vínculo entre o vírus e a malformação levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar emergência global.
Nesta segunda-feira, a subdiretora-geral da OMS, Marie-Paule Kieny, disse que o vírus está "claramente" perdendo terreno no Brasil, provavelmente devido ao fim do verão austral, período em que a proliferação do mosquito é maior.
O zika pode causar também transtornos neurológicos, como a síndrome de Guillain-Barré, doença que provoca paralisia e pode levar à morte do paciente.
O governo brasileiro informou também que no primeiro trimestre do ano foram registrados 802.429 casos de suspeita de dengue, 13,7% a mais que no mesmo período de 2015, com 140 mortos, e 39.017 casos de chikungunya, que aumentaram 426%.
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Fonte: AFP.
Ataque matou 14 em hospital e expôs fragilidade de cessar-fogo na guerra
“Ele sempre estava ali. Preocupava-se com as necessidades das pessoas. Era honesto e muito comprometido. Trabalhava em condições que você não pode imaginar”.
Assim foi descrito o médico Mohammed Wasim Moaz, que morreu em um ataque nesta semana a um hospital em Aleppo, na Síria. Quem conviveu com o médico e fez a descrição foi Aitor Zabalgogeazkoa, ex-chefe da ONG Médicos Sem Fronteiras (MSF) na cidade síria.
Wasim, de 36 anos, não era apenas um médico. Era o último pediatra na zona de Aleppo controlada pela oposição, segundo Rami Abdurahman, chefe da ONG britânica Observatório Sírio para os Direitos Humanos.
“O doutor Wasim era um pediatra extremamente dedicado, que optou por arriscar sua vida para continuar ajudando a população de Aleppo. Sua morte é uma tragédia terrível que terá um impacto devastador numa situação que já é crítica”, afirmou a ONG Médicos sem Fronteiras à BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC.
Ao menos 14 pessoas morreram na quinta-feira no ataque ao hospital Al Quds, considerado o principal centro de referência em pediatria na região.
A ONG Médicos sem Fronteiras prestava apoio ao hospital desde 2012, ao lado do Comitê Internacional da Cruz Vermelha, fornecendo material médico, combustível e formação médica.
O centro contava com oito médicos e 28 enfermeiros que trabalhavam em tempo integral. No ataque, segundo a ONG, morreram dois médicos, dos enfermeiros, um segurança, um funcionário de manutenção e oito pacientes.
O hospital, reduzido a escombros, tinha 34 leitos, setor de urgência, serviço de consultas externas, ambulatório e UTI, entre outros recursos.
Fontes locais atribuíram o ataque a forças leais ao governo de Bashar Al-Assad, mas o governo negou responsabilidade.
Ajuda em perigo
O responsável pela assistência humanitária da ONU à Síria, Jan Egeland, se disse alarmado pelo ataque e que a ajuda dessa natureza para grande parte do país está em risco.
“Quando a população está sangrando por essa guerra, é catastrófico que médicos, enfermeiros e ajudantes estejam sendo bombardeados e assassinados. O último pediatra no leste de Aleppo morreu. Isso não pode continuar. Agora é quando precisamos de trabalhadores em saúde”, disse.
A disponibilidade de pessoal médico na Síria foi impactada pelos cinco anos de guerra civil que deixaram mais de 270 mil mortos e deslocaram milhões de moradores.
Aleppo é uma cidade dividida desde 2012, por um conflito entre forças leais ao governo e opositores.
Segundo o MSF, em março deste ano restavam menos de 80 médicos na área da cidade controlada pela oposição, que abriga cerca de 250 mil pessoas. Havia, por exemplo, apenas dois ginecologistas.
O aumento das hostilidades nas últimas 48 horas causou a morte de ao menos 60 pessoas na região de Aleppo.
O Comitê Internacional da Cruz Vermelha disse que tais ataques colocam a cidade à beira de um desastre humanitário.
Fim da trégua?
Regiões da Síria que estavam em situação crítica por falta de remédios, alimentos e outros produtos básicos começaram a receber ajuda nas últimas semanas, graças à entrada em vigor de um cessar-fogo fechado por algumas das principais forças em conflito.
A trégua, apoiada pelos Estados Unidos e pela Rússia, permitiu a abertura de corredores humanitários para envio desses itens.
O enviado especial da ONU para a Síria, Staffan de Mistura, alertou que o frágil pacto poderia entrar em colapso “a qualquer momento”.
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Fonte: BBC Brasil
“...e pestes...” Mateus 24:7

O Brasil registrou este ano, até o 16 de abril, 230 mortes pelo vírus influenza A (H1N1), informou Agência Brasil.
Segundo o levantamento do Ministério da Saúde, divulgado nesta segunda-feira, foram registrados 1.365 casos da doença em todo o país neste período.
Com 976 notificações, a Região Sudeste concentra o maior número de casos de H1N1 este ano, com 883 apenas no estado de São Paulo. Também houve registro de H1N1 em Santa Catarina (102), Goiás (62), Rio de Janeiro (44), Minas Gerais (44), Pará (42), Distrito Federal (36), Rio Grande do Sul (32), Bahia (32), Paraná (30), Mato Grosso do Sul (14), Pernambuco (11), Alagoas (6), Ceará (6), Rio Grande do Norte (6), Espírito Santo (5), Mato Grosso (4), Paraíba (3), Amapá (1) e Sergipe (1).
Embora pelo menos cinco estados tenham começado a imunização, a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe será aberta oficialmente no próximo sábado (30) em todas as cidades do país e é voltada a públicos com maior risco de complicações pelos vírus, como crianças com menos de seis anos, gestantes, idosos e profissionais da saúde.
Os principais sintomas da chamada gripe A são infecção aguda das vias aéreas e febre – em geral mais acentuada em crianças do que em adultos. Também podem surgir calafrios, mal-estar, dor de cabeça e de garganta, moleza e tosse seca, além de diarreia, vômito, fadiga e rouquidão.
A prevenção da doença é feita com regras básicas de higiene, como cobrir a boca ao tossir ou espirrar e lavar as mãos com frequência. Também se deve evitar permanecer por muito tempo em ambientes fechados, sem ventilação e com aglomeração de pessoas.
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Fonte: Sputnik.

Uma usina nuclear na Alemanha foi infectada por vírus de computador, mas parece que isto não representou uma ameaça para as operações porque as instalações são isoladas da Internet, disse a operadora da instalação.
A usina Gundremmingen, localizada a cerca de 120 quilômetros a noroeste de Munique, é administrada pela concessionária alemã RWE.
Os vírus, que incluem "W32" e "Conficker", foram descobertos na unidade B da Gundremmingen, em um sistema de computador modernizado em 2008 com um software de visualização de dados associado a equipamentos para transportar barras de combustível nuclear, disse a RWE.
Malwares também foram encontrados em 18 unidades de dados removíveis, principalmente pen drives, em computadores em escritórios mantidos separados dos sistemas operacionais da usina. A RWE disse que aumentou as medidas de segurança.
A RWE informou o Escritório Federal para Informações de Segurança da Alemanha (BSI) que está trabalhando com especialistas em tecnologia da informação dentro do grupo para examinar cuidadosamente o incidente.
Representantes do BSI não estavam imediatamente disponíveis para comentários.
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Fonte: Reuters.