
Conforme revelado pela revista ‘Veja’, ex-presidente pretendia pedir asilo à Itália para escapar da Operação Lava Jato
A Comissão de Relações Exteriores do Senado pedirá explicações ao chanceler Mauro Vieira sobre o plano secreto de fuga do ex-presidente Lula, revelado pela ‘Veja’. Reportagem desta semana da revista detalha o plano sigiloso do petista para pedir asilo à Itália como suposto perseguido político e, na prática, escapar de uma provável punição a ser imposta a ele na Operação Lava Jato. O ministro de Relações Exteriores vai prestar esclarecimentos aos senadores às 10 horas do dia 14 de abril.
Nesta quinta-feira (31), a senadora Ana Amélia Lemos (PP-RS) apresentou requerimento para que o ministro Mauro Vieira prestasse informações sobre o plano de fuga de Lula. Para a senadora, como o Brasil tem estruturas democráticas sólidas, não se justificaria dar guarida ao ex-presidente.
Lula é investigado na Operação Lava Jato por ter recebido favores de empreiteiras que atuaram no petrolão e escondido patrimônio recebido dessas construtoras. Segundo reportagem de VEJA, para se livrar de ter de expiar a culpa atrás das grades, o petista pretendia pedir asilo a uma embaixada, de preferência a da Itália, e se apresentar como um perseguido político. Em troca da anistia, ‘Veja’ revelou que Lula aceitaria ficar dez anos fora do Brasil.
Também no dia 14 de abril, o ministro Mauro Vieira terá de dar explicações à CRE sobre circulares telegráficas do Itamaraty alertando embaixadas brasileiras sobre o risco de um “golpe” contra a presidente Dilma Rousseff. O autor dos telegramas, conforme informou o jornal ‘O Globo’, é o ministro Milton Rondó Filho, que chefia uma seção de combate à fome no Ministério. Depois do episódio, Rondó foi advertido e perdeu o direito de emitir quaisquer comunicações para as representações brasileiras no exterior.
Leia também:Notícias. Com
Deixe o seu comentário
Fonte: Veja

Outra novidade é o fácil acesso às conversas a partir da própria tela de notificações do celular
O WhatsApp atualizou seu sistema e trouxe algumas novidades, por enquanto ainda em versão de teste. Agora será possível interagir nas conversas com palavras em negrito e em itálico e também será possível responder uma mensagem na própria tela de notificações do celular, sem precisar abrir o aplicativo para realizar a tarefa.
Para usar o negrito, as palavras devem estar entre dois asteriscos (*), e para colocar uma palavra em itálico ela deve estar entre dois sinais underline ( _ ). Também foram incluídas na nova versão mais opções para o layout das conversas. Em vez de imagens, é possível escolher algumas cores neutras para compor a tela de fundo e deixá-la mais simples, de acordo com o gosto do usuário.
Segundo o site especializado Android Police, a versão beta 2.12.560 para Android, que contém essas novidades, já pode ser baixada pelo smartphone no programa de testes da Play Store, ou o usuário pode fazer o download da atualização no APK Mirror. Para dispositivos IOS, a versão de testes é a 2.12.17. No entanto, o WhatsApp não informou quando a atualização estará disponível para todos os usuários.
Leia também:Notícias. Com
Deixe o seu comentário
Fonte: Veja

O Supremo Tribunal Federal (STF) decide nesta quinta-feira (31) se o juiz Sérgio Moro, responsável pela investigação da Operação Lava Jato na primeira instância da Justiça Federal, continuará na condução dos inquéritos contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A Corte decidirá se referenda decisão proferida na semana passada pelo ministro Teori Zavascki, relator da Operação Lava Jato no Supremo. O ministro suspendeu as investigações que envolvem Lula, por entender que cabe à Corte analisar se o ex-presidente tem foro privilegiado e deve ser processado pelo tribunal.
A polêmica sobre a nomeação de Lula para ocupar o cargo de ministro da Casa Civil do governo Dilma não deverá ser decidida pelos ministros, porque o processo no qual a posse foi suspensa está sob a relatoria do ministro Gilmar Mendes e não está pautado.
Na decisão, que atendeu a pedido da Advocacia-Geral da União (AGU), Teori suspendeu, com base em jurisprudência da Corte, a divulgação das interceptações envolvendo a Presidência da República e fixou prazo de dez dias para que Sérgio Moro preste informações sobre a divulgação dos áudios do diálogo entre a presidenta Dilma Rousseff e Lula, tornados públicos após decisão do juiz.
Na terça-feira (29), em informações prestadas a pedido de Zavascki, Moro pediu desculpas por ter autorizado a divulgação de escutas telefônicas entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente Dilma Rousseff. Ao ministro, Moro também disse que não teve a intenção de provocar polêmicas, conflitos ou constrangimentos.
Leia também:Notícias. Com
Deixe o seu comentário
Fonte: O Dia

O inquérito 1.621 da Operação Zelotes, que cita o ex-presidente Lula, seu filho Luís Cláudio e os senadores peemedebistas Romero Jucá (RR) e Renan Calheiros (AL), foi enviado na íntegra no Supremo Tribunal Federal para manifestação da Procuradoria-Geral da República.
A informação foi repassada aos deputados da CPI do Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais) pelo delegado da Polícia Federal Marlon Cajado. Ele que depôs na última terça-feira aos parlamentares. Cajado disse que aguarda o retorno do inquérito para concluí-lo – ele pode ser cindido ou até mantido na instância superior, já que constam nos autos nomes de parlamentares com foro privilegiado.
Em fevereiro, o juiz da 10ª Vara Federal de Brasília, Vallisney de Souza Oliveira, determinou a remessa ao Supremo do depoimento do ex-servidor da Receita João Batista Gruginski, um dos investigados, e documentos conexos. Ele relatou à PF um suposto repasse de 45 milhões de reais em propina, repartidos entre Jucá, Renan e o ex-senador Gim Argello. Os três negam. Marlon Cajado disse, no entanto, que todos os autos do inquérito subiram à Suprema Corte para definição da competência. Lula já depôs como testemunha e, segundo Cajado, contribuiu com a investigação. Mas, o delgado também disse à Justiça antes que era preciso apurar se o ex-presidente e seus ex-ministros se associaram ou não à quadrilha de lobistas investigados por facilitar com propina a edição de medidas provisórias com incentivos fiscais a montadoras de automóveis.
Leia também:Notícias. Com
Deixe o seu comentário
Fonte: Veja

Na decisão, o ministro entendeu que não é possível derrubar a decisão de um colega da Corte por meio de habeas corpus
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello arquivou nesta terça-feira (29) o habeas corpus em que a mulher e filha do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), pediam para não serem julgadas pelo juiz federal Sérgio Moro, da Justiça Federal em Curitiba.
Na decisão, Mello entendeu que não é possível derrubar a decisão de um colega da Corte por meio de habeas corpus.
No dia 15, o ministro Teori Zavascki, relator da Operação Lava Jato no STF, atendeu pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) e desmembrou a investigação, deixando somente a parte do inquérito referente ao presidente da Câmara no Supremo.
De acordo com a denúncia apresentada este mês contra o presidente da Câmara, Cláudia Cruz e Danielle Cunha, que também são investigadas com o marido e pai no Supremo, foram beneficiadas pelos recursos que estavam depositados em contas na Suíça atribuídas a Cunha. Com a decisão, somente Cunha responderá às acusações no STF.
Pela denúncia, US$ 165 mil foram encontrados em uma conta na Suíça atribuída à mulher de Cunha. De acordo com as investigações, parte do valor foi usada para pagar despesas do cartão de crédito de Danielle Cunha.
Leia também:Notícias. Com
Deixe o seu comentário
Fonte: Agência Brasil

Reunião da comissão que analisa impeachment termina em bate-boca e tumulto
As discussões na comissão do impeachment chegaram ao mais elevado nível de tensão nesta quarta-feira (30). Desde o início, a sessão que ouviria os autores da denúncia contra Dilma Rousseff foi marcada por bate-boca entre os deputados. Eles acabaram com os microfones cortados pelo relator: “Isso aqui, com todo respeito, não é uma Câmara de Vereadores”, disse Jovair Arantes (PTB-GO), antes de chamar o jurista Miguel Reale Júnior para depor.
Arantes não imaginava, porém, que a reunião encerraria com parlamentares quase protagonizando cenas de pugilato, provocando um empurra-empurra generalizado que chegou a derrubar cinegrafistas que acompanhavam a discussão.
A confusão começou após o presidente do colegiado, deputado Rogério Rosso (PSD-DF), encerrar os trabalhos da comissão sem que todos os inscritos se pronunciassem. A iniciativa, para deputados governistas, foi um “golpe” para impedir a fala daqueles que discordavam dos denunciantes da presidente da República. Petistas, entre eles o deputado Paulo Teixeira (SP), dirigiram-se a Rosso com o dedo em riste e aos berros. Em seguida, foi a vez dos deputados Ivan Valente (PSOL-SP) e Caio Nárcio (PSDB-MG) trocarem empurrões e quase chegarem às vias de fato, enquanto concediam uma entrevista. Os dois tiveram de ser apartados pela segurança da Câmara. O deputado Henrique Fontana (PT-SP) também entrou na bagunça e deixou o plenário aos gritos de que não é “bandido”. Entre os espectadores do tumulto, houve espaço até para piada: “Teve golpe. Literalmente”, brincavam.
Leia também:Notícias. Com
Deixe o seu comentário
Fonte: Veja
“Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

"A igreja não vai desaparecer, embora pareça. Quando Jesus morreu, todos pensaram o mesmo: ‘agora acabou’. Mas ele ressuscitou dos mortos e a igreja cresceu"
A Portas Abertas vai completar 38 anos no Brasil, no dia 1º de maio. No mundo, porém, ela já existe há 60 anos e sempre é importante refletir sobre o seu objetivo. O grande e principal motivo da organização existir é apenas um: fortalecer a igreja onde há perseguição aos cristãos. Há décadas não se falava tanto sobre o assunto como hoje em dia, mas a perseguição teve seus picos ao longo da história e acontece desde os tempos de Jesus e da inauguração do cristianismo.
Atualmente, o assunto está em alta de novo, impactando ainda mais as pessoas por causa da divulgação na mídia. Certamente, você vai ligar a TV, navegar na internet ou ler um jornal e vai perceber que, todos os dias, os cristãos perseguidos fazem parte do noticiário. Mas pessoalmente, se você pisasse em um dos 50 países da Classificação da Perseguição Religiosa, o que sentiria? Ao ver tantos cristãos sendo mortos, igrejas sendo destruídas e queimadas e o extremismo prevalecendo, pensaria que a igreja corre o risco de desaparecer destas terras?
Vamos, por um breve momento, olhar para a perspectiva bíblica e observar os acontecimentos dos últimos meses. A Igreja Perseguida tem sido acompanhada e ajudada, por isso temos muitos relatos e testemunhos. O que mais chama a atenção é a forma como esses cristãos lidam com a perseguição, eles não murmuram, mas são gratos por estarem sofrendo pelo nome de Cristo e dizem que dessa forma fica mais claro saber qual a identidade deles e que estão certos de que pertencem a um Reino que não faz parte desse mundo.
Uma das consequências da perseguição é a sensação de que a igreja vai deixar de existir. "A igreja não vai desaparecer, embora pareça. Quando Jesus morreu, todos pensaram o mesmo: ‘agora acabou’. Mas ele ressuscitou dos mortos e a igreja cresceu. Quando Estêvão foi apedrejado até a morte, todos pensaram que seria o fim da igreja primitiva, mas isto também não aconteceu. A igreja no Iraque, segundo país na Classificação da Perseguição Religiosa de 2016, tem sofrido há mais de 2 mil anos. Dá uma sensação de que ela vá sucumbir, mas acredite, ela vai sair dessa crise", disse um líder cristão iraquiano que está deslocado. Ore pelos cristãos perseguidos no Iraque.
Leia também:Notícias. Com
Deixe o seu comentário
Fonte: Portas Abertas.