29 de junho de 2015

Notícia - Jean Wyllys ataca pastores Feliciano e Malafaia: “Oportunistas, canalhas e fundamentalistas”

O deputado federal e ativista gay Jean Wyllys (PSOL-RJ) respondeu à provocação do pastor Silas Malafaia durante a audiência pública realizada na Câmara dos Deputados para discutir o projeto apelidado de Estatuto da Família.

Durante a audiência, Malafaia afirmou que os ativistas gays eram uma “turma desunida”, pois Wyllys havia faltado à sessão.

Em sua página no Facebook, Wyllys referiu-se à audiência pública como “armadilha” e usou termos depreciativos para rotular os líderes evangélicos e parlamentares da bancada evangélica que participaram da sessão, como os pastores Silas Malafaia e Marco Feliciano (PSC-SP).

“Tenho, por convicção, jamais participar de armadilhas disfarçadas de ‘audiência pública’ ou de ‘debates’ montados por oportunistas, canalhas, fundamentalistas religiosos, caçadores de rola (o pássaro, claro!) e desonestos com o único objetivo de atraírem holofotes para si e para seu discurso enganador e odioso”, escreveu Wyllys.

Para se defender das acusações de que foge ao debate, Wyllys argumentou que prefere participar de eventos promovidos por instituições neutras pois entende que as discussões aconteçam “com honestidade intelectual”.

“Participo – e com grande prazer – de debates onde argumentos sejam ouvidos e ideias debatidas de fato, a partir de dados científicos e com honestidade intelectual, sem que ninguém precise berrar nos microfones nem mentir descaradamente para claque comprada. Dou como exemplos o debate promovido com o deputado Marcelo Aguiar pela revista Época, na FAAP, ou o debate com o deputado Ronaldo Fonseca, na TV Brasil”, afirmou o deputado, sugerindo que os debates promovidos em audiências públicas convocadas por parlamentares evangélicos não passem de teatro.

Assista ao debate sobre o Estatuto da Família entre Jean Wyllys e o pastor Ronaldo Fonseca na TV Brasil:

Fonte:Revista Época

28 de junho de 2015

Notícia - Pastor Franklin Graham ignora tribunal dos EUA: “Deus criou o casamento para homem e mulher”

O casamento gay foi aprovado nos Estados Unidos pela Suprema Corte do país, impondo um precedente jurídico sobre todos os estados da nação, que antes estavam divididos sobre o tema.

A legalização da união entre pessoas do mesmo sexo aconteceu na última sexta-feira, 26 de junho, após uma votação apertada, em que os juízes decidiram por 5 votos a 4 aprovar o tema.

O pastor Franklin Graham comentou a decisão judicial e lamentou os rumos de extremo secularismo que o país vem tomando, além de reforçar sua crença de que o casamento é a união entre um homem e uma mulher, conforme descrito pela Bíblia Sagrada.

“A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu hoje que o casamento homossexual é legal em todos os 50 estados. Com todo o respeito ao tribunal, isso não define o casamento, e, portanto, vocês não têm direito a redefini-lo”, escreveu Graham em sua página no Facebook.

De acordo com o pastor, as deliberações de um sistema de justiça criado por homens não superam o que Deus estabeleceu como padrão: “Muito antes do nosso governo existir, o casamento já tinha sido criado por Aquele que criou o homem e a mulher, Deus Todo-Poderoso e Suas decisões não estão sujeitas a analise ou revisão por qualquer tribunal de origem humana. Deus é claro sobre a definição de casamento em Sua Santa Palavra: ‘Por isso o homem deixará seu pai e sua mãe e apegar à sua esposa, e eles se tornarão uma só carne’ (Gênesis 2:24)”, escreveu.

O filho do evangelista Billy Graham terminou seu texto fazendo uma prece pela misericórdia divina sobre os Estados Unidos: “Peço a Deus que poupe América de Seu julgamento, no entanto, por nossas ações como uma nação, nós damos-lhe menos e menos razões para fazê-lo”, finalizou.
Fonte:Gospel+

27 de junho de 2015

Notícia - Pastores criticam atuação da bancada evangélica” tem gerado repercussão entre os evangélicos nas redes sociais.

Pastores criticam bancada evangélica: “confundem Bíblia com Game of Thrones”

Reportagem da Carta Capital quer dividir evangélicos


Pastores criticam bancada evangélica

Publicado no canal do Youtube da revista esquerdista Carta Capital, o vídeo “Pastores criticam atuação da bancada evangélica” tem gerado repercussão entre os evangélicos nas redes sociais.
Embora o vídeo original não tenha chegado a 10 mil visualizações, no Facebook chega a quase 900 mil, o que o caracteriza como viral. Em pouco mais de um dia, o material foi compartilhado quase 30 mil vezes e gerou milhares de comentários.

Os pastores que aparecem no vídeo de 3 minutos, segundo a revista, “repudiaram a atuação dos evangélicos em Brasília”. O alvo é a bancada evangélica, que normalmente é vista com maus olhos pela mídia. Não é surpresa, portanto, que a Carta Capital, abertamente pró-PT utilize depoimentos para minar a credibilidade dos deputados com posturas religiosas claras, uma vez que eles têm constantemente contrariado os interesses do partido que governa o país.

“Eles estão confundindo a Bíblia com Game of Thrones, Jesus com Darth Vader”, é a frase que abre o vídeo. Dita por afirma Carlos Bezerra Jr. , pastor da igreja Comunidade da Graça e também deputado estadual (PSDB/SP). Depois de Bezerra, que recebe mais destaque, seguem depoimentos de Levi Correa e Ed René Kivitz, ambos da Igreja Batista da Água Branca (SP) e da pastora Ester Leite Lisboa, da Igreja Anglicana. Por fim, Tercio de Oliveira, que não é identificado como pastor, apenas membro da Rede Evangélica Nacional de Ação Social.

O tom é crítico, fazendo-se considerações sobre a necessidade de uma bancada para representar os “interesses dos evangélicos” e também insinuar que eles não possuiriam legitimidade para tal.
Chama atenção que a revista parece ignorar que os pastores que prestaram depoimento não representam os evangélicos como um todo. Seguidamente as críticas a declarações de Marco Feliciano e Silas Malafaia, são rejeitadas por muitos justamente por serem porta-vozes de um grupo minoritário.

Surge assim um paradoxo de representatividade. Talvez a imprensa ignore que, diferentemente dos católicos que tem na CNBB seu órgão de expressão política mais atuante, os cerca de 20% da população que se declaram evangélicos não possuem fórum similar. Ou seja, se nem os “direitistas” podem falar em nome dos evangélicos como um todo, tampouco podem os “esquerdistas”.
O direito de livre-expressão garante a qualquer cidadão brasileiro o direito de expor publicamente seus pensamentos. O que causa estranheza é que algumas vozes são ouvidas apenas quando interessa dividir a opinião pública.

Não há registro desses mesmos pastores fazendo declarações tão contundentes diante dos inúmeros problemas que se abatem sobre o país, causado pelo governo federal. Tampouco são tão veementes em suas posturas quando questões que atingem diretamente o que a Bíblia defende, como a família tradicional.

O vídeo da Carta Capital encerra com uma fala do pastor Ed René, onde o mesmo diz que um parlamentar não foi eleito para ficar defendendo os interesses particulares do setor da sociedade que o elegeu. Porém, a mesma lógica não se aplica quando a questão é vista daqueles que supostamente defendem as “minorias”. Esses, em geral, são tratados com destaque por suas lutas. Nesses casos, parece tornar-se justo o empenho, por exemplo, pela legalização do aborto, das drogas e do casamento gay.

O Brasil vive amplos debates na sociedade, como o da diminuição da maioridade penal, justamente um dos tópicos do vídeo. Resta o questionamento por que a reportagem da revista ignora o importante papel das igrejas no fortalecimento da família, que teria relação direta com a questão da delinquência juvenil.

Do outro lado, os pastores ouvidos parecem esquecer que embora existam posturas da bancada que podem ser polêmicas, a maioria dos deputados federais e senadores tem defendido pouco mais do que a si mesmo e as mudanças impostas pelo governo federal que tanto prejudicam o cidadão.

Assista:


Notícia - Estado Islâmico chega a Jerusalém prometendo matar cristãos

Folheto com ameaças dá prazo até o final do mês
EI chega a Jerusalém prometendo matar cristãos

Este ano o mês de Ramadã, sagrado para os muçulmanos,está sendo marcado por uma série de atentados e ameaças por parte do Estado Islâmico em diferen
tes partes do mundo.

Ignorado pela grande mídia, o surgimento de um panfleto com o símbolo do Estado Islâmico em plena Jerusalém assusta. O material escrito em árabe foi espalhado na por
ção oriental de Jerusalém, reivindicada pela Autoridade Palestina como sua capital.

A mensagem é clara. Todos os cristãos árabes vivendo na porção ocidental de Jerusalém, devem sair de lá até o final do Ramadã ou serão mortos. Segundo a imprensa israelense atualmente cerca de 12.000 árabes cristãos vivem na capital.

Divulgado apenas por alguns sites judeus, a notícia alarmante surge no mesmo dia em que o Papa deu sua bênção para que a Autoridade Palestiniana se torne uma nação independente.

Panfleto do EI

O Vaticano ignora a realidade que existem milhares de cristãos árabes em Israel e que sempre desfrutaram de liberdade religiosa. Mesmo assim nunca se manifestou sobre as ameaças que são feitas àqueles cristãos que vivem nas cidades palestinas.

A comprovação de um Estado Islâmico na Palestina – nome que assina os panfletos – mostra que as ameaças dos jihadistas de invadir Israel podem estar cada vez mais perto de se concretizarem.
Existem registros de jovens que saíram da Palestina para se juntar ao Estado islâmico nos últimos anos. No ano passado,foguetes foram lançados de Gaza contra Israel durante a guerra.

Bandeiras com símbolos do EI foram vistas no Monte do Templo em Jerusalém em meados de 2014.

No início deste mês, um vídeo do grupo extremista, mostra o lançamento de um ataque a partir da Faixa de Gaza contra o povo israelense. Movimentações militares nas Colinas de Golan, que marcam a fronteira do norte de Israel com o sul da Síria – dominada pelo EI – mostram que extremistas estão acampados a poucos quilômetros da fronteira. 

Notícia - EI supera Al-Qaeda como líder do terrorismo global, diz relatório

Enquanto os jihadistas recrutam novos soldados, a Al-Qaeda perde poder em seu território

EI supera Al-Qaeda como líder do terrorismo

O Departamento de Estado dos Estados Unidos informou em seu relatório anual que o Estado Islâmico (EI) ultrapassou a Al-Qaeda e hoje é o principal grupo terrorista do mundo.

O documento publicado enfatiza a forte capacidade do grupo em recrutar militantes estrangeiros e espalhar sua mensagem pelo mundo. Outro fator que fez com que o EI ultrapassasse a Al-Qaeda foi a capacidade de disseminar sua brutalidade.

Ainda de acordo com o relatório, em 2014 o número de ataques terroristas cresceu 35% em relação ao ano anterior. O departamento anotou, porém, que os ataques estão concentrados em alguns países e que 60% deles aconteceram no Iraque, Paquistão, Afeganistão, Índia e Nigéria.

O EI se vale das redes sociais para enviar mensagens recrutando novos soldados e ainda promovendo as atrocidades cometidas com os reféns que são capturados.

O número de mortes por terrorismo aumentou 81% em 2014, segundo o relatório americano, resultado de ataques excepcionalmente letais como decapitações e crucificações. Os números de sequestros e detenções também aumentaram.

Enquanto o EI cresce, a Al-Qaeda vai perdendo domínio, principalmente no Paquistão e Afeganistão. “A liderança da Al-Qaeda também parece ter perdido o ímpeto frente ao movimento de liderança global e à rápida expansão do Estado Islâmico”, diz o relatório.

Outro dado relevante do documento é a citação da influência que a guerra civil na Síria teve no aumento do terrorismo na região. “A taxa de terroristas estrangeiros que viajaram para a Síria – totalizando mais de 16 mil pessoas de mais de 90 países – ultrapassou o número de terroristas estrangeiros vindos do Afeganistão e Paquistão, Iraque, Iêmen ou Somália em qualquer período dos últimos 20 anos”.

O grupo terrorista Boko Haram também fez parte do estudo, com base na Nigéria, os extremistas dividem com o EI o nível de brutalidade de suas táticas e atacam a população nigeriana com apedrejamento e escravidão de crianças. 
Fonte G1

Notícia - Suprema Corte dos EUA aprova o casamento gay em todo o país

Decisão afeita 13 estados americanos onde a união civil entre pessoas do mesmo sexo não era reconhecida
Suprema Corte dos EUA aprova o casamento gay

O assunto mais falado nesta sexta-feira (26) foi a decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos que legalizou o casamento entre pessoas do mesmo sexo, a sentença vale para os 50 estados americanos.

Foram cinco votos contra quatro, mas apesar da pouca diferença de votos, homossexuais e simpatizantes de todo o mundo comemoraram a decisão, inclusive o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, que escreveu no Twitter que “o amor venceu”.

Com a decisão, os 13 estados americanos onde a união entre pessoas do mesmo sexo não era reconhecida passam a ter que aceitá-las obrigatoriamente.

A Corte julgava o pedido de Jim Obergefell, um homossexual viúvo que queria sua união de 21 anos com John Arthur, reconhecida no Estado de Ohio, onde eles viviam, para que o casamento constasse na certidão de óbito de John.

“O casamento encarna um amor que pode perdurar até mesmo após a morte”, disse o tribunal americano na decisão. Estaria equivocado dizer que estes homens e mulheres desrespeitam a ideia de casamento… Eles pedem direitos iguais aos olhos da lei. A Constituição lhes concede este direito”.

Em Ohio, e também em Kentucky, Michigan e Tennessee as leis locais afirmam que o casamento é apenas a união entre um homem e uma mulher e por isso os pedidos de reconhecimento de uniões homossexuais eram negados e os interessados tinham que validar seus casamentos em outros estados.
Fonte:Gospel+

Notícia - Plano dos EUA entrega administração de Jerusalém ao Vaticano

Coalizão Internacional formada por judeus, cristãos e muçulmanos poderá administrar a cidade
Plano dos EUA entrega Jerusalém ao Vaticano

O secretário de Estado americano, John Kerry, esteve em Israel  substituiu Hillary Clinton. Ele foi ao país para tentar consolidar as bases de um “acordo histórico” entre israelenses e palestinos.

O plano de segurança que ele vem discutindo com as duas partes é um dos assuntos centrais das negociações serem resolvidas, pois nem o governo palestino nem o israelense se mostram otimistas que haverá um tratado de paz em breve.

Poucos dias após sua passagem pela região, começaram a surgir fortes indícios que os Estados Unidos, o maior e mais importante aliado de Israel, esteja prestes a propor que Jerusalém Oriental e seus lugares sagrados seja administrativo por um conselho internacional. Ele seria formado por representantes palestinos e israelenses, além de países muçulmanos como Turquia e Arábia Saudita. Como muitos desses locais são sagrados para os cristãos, o Vaticano ficaria encarregado.

Segundo está sendo divulgado pela mídia americana, o plano de Kerry para essa “coalizão internacional” seria uma solução temporária, com duração de dois a três anos, enquanto não se chega a um acordo final, afirma o site WND. Israel, obviamente, não se mostrou receptivo a entregar a porção Oriental de Jerusalém.

Kerry tem se mostrado ansioso por querer apresentar um “marco” da administração Obama, que seria um acordo para o reconhecimento de um Estado palestino. O secretários afirmou: “Nós trabalhamos com uma abordagem que garante a segurança de Israel e respeita completamente a soberania dos palestinos. Temos esperanças de chegar a este acordo sobre o estatuto final”.

Segundo as fontes diplomáticas israelenses e palestinas, em sua viagem, Kerry, focou especificamente nas medidas de segurança, defendendo que Israel teria “presença militar” no Vale do Jordão durante dez anos. A proposta desagradou os palestinos.

O Vale do Jordão atravessa o coração de Israel. Ele começa no norte do Mar Morto, estendendo-se até a cidade de Aqaba, no sul do país, cruzando pelo deserto de Arabá. Parte dele demarca a fronteira com a Jordânia.

Para vários sites especializados em profecias, como o Profecy News Watch, chama atenção o fato de justamente nos dias que Kerry esteve no país, Israel viu a maior nevasca já registrada no mês de dezembro. Boa parte do país ficou paralisado. Este seria um sinal de que as profecias do Antigo e do Novo Testamento de que Jerusalém será “pisoteada pelos gentios” estão muito próximas de se cumprir.
Fonte: site WND