30 de dezembro de 2014

Cores mencionadas na Bíblia são descobertas em tecidos encontrados no deserto

Novas descobertas arqueológicas afetam edificação do Terceiro Templo
Novas descobertas arqueológicas afetam edificação do Terceiro Templo

No final de 2013, foi divulgado pela Autoridade de Antiguidades de Israel a descoberta de três tecidos raros. Com cerca 2.000 anos, eles foram encontrados pela equipe do doutor Naama Sukenik, que atua sob a orientação do professor Zohar Amar, do Departamento de Estudos e Arqueologia da Terra de Israel, e o doutor David Illouz, do Departamento de Ciências da Vida, da Universidade de Bar Ilan.

Os tecidos estavam em cavernas de Wadi Morbaat, localizadas ao sul de Qumran, na área do deserto da Judeia onde os Manuscritos do Mar Morto foram encontrados, nas décadas de 1940 e 1950. Um estudo detalhado analisou os materiais de 180 amostras desses tecidos. A maioria deles foram pintados com substâncias derivadas de plantas.

O exame minucioso do material foi coordenado pela doutora Orit Shamir, restauradora de resultados orgânicos da Autoridade de Antiguidades. As cores foram testadas usando instrumentação de análise avançada para identificação de corantes (HPLC) pelo doutor Sukenik e assistida pelos doutores Alexander e Rwak.

As peças ainda preservam suas cores originais, as mais prestigiada do Israel antigo: o azul, o roxo e o escarlate. Acredita-se que eram usados no vestuário dos moradores ricos da região. “A importância destes tecidos é extremamente significativa, praticamente não há paralelos para eles no registro arqueológico”, afirmou Yoli Shwartz, porta-voz Autoridade de Antiguidades de Israel em um comunicado.

Para os que não estão familiarizados com os relatos da Bíblia, no livro de Êxodo, Deus dá a Moisés instruções precisas para a construção do tabernáculo. A fabricação de peças de vestuário sacerdotais, que incluíam fios azuis e roxos e vermelhos (escarlate). Durante centenas de anos, os estudiosos questionaram se realmente havia a coloração azul celeste descrita na Bíblia. Os estudiosos levantavam inclusive a hipótese de o tchelet (Azul Celeste), na realidade seria o roxo ou o púrpura, pois o segredo de sua fabricação havia se perdido.

A análise moderna mostra que eles foram pintados com dois materiais muito valorizados na antiguidade, o argaman (roxo) retirado de um tipo de espinho e do pulgão armênio. A terceira peça indica que os fios foram pintados quando exposto à luz ou cozidos depois de tingidos e mostram a utilização adicional de um tipo de caracol para se alcançar a tonalidade azul.

A importância da descoberta tem um forte apelo religioso. Desde agosto de 2013, estão sendo treinados em Israel os cohanim (sacerdotes) numa iniciativa do Instituto do Templo. Eles se preparam, juntamente com várias outras organizações, a reerguer o Beit HaMikdash (Templo de Salomão) em Jerusalém.
Embora muitos utensílios do chamado Terceiro Templo já estejam prontos, os estudiosos judeus estavam divididos sobre as vestes do Sumo Sacerdote, que comandaria os sacrifícios.

Havia uma disputa sobre como seria sua roupa, uma vez que grande parte das instruções de Êxodo são específicas, mas quase impossíveis de serem reproduzidas sem um parâmetro de comparação. Com essa descoberta, será possível eliminar qualquer dúvida pendente sobre como deve ser as roupas sacerdotais, algo que pode causar o fim de algumas divisões e uma reprodução fidedigna às instruções contidas em Êxodo.
Fonte: The Blaze

ARQUEÓLOGO APRESENTA “PROVAS” DA TRAVESSIA DO MAR VERMELHO

DESCOBERTA ARQUEOLÓGICA
Tecnologia foi fundamental na busca pelos vestígios após mais de 3 mil anos. O professor de hebraico antigo e arqueólogo Michael Rood está lançando um DVD em que promete mudar o entendimento da narrativa bíblicade Êxodo, em especial da travessia do Mar Vermelho.

Tudo está documentado em um filme de aproximadamente duas horas, disponível em DVD e Blu-Ray, mas por enquanto apenas em inglês. Ele fez gravações de vídeo subaquáticas no local historicamente identificado como o ponto de travessia. E diz que encontrou formações de corais que se parecem com as rodas das carruagens egípcias, além de ossos humanos e outras evidências do relato do Antigo Testamento.

Rood afirma: “Ateus zombaram da simples menção disso, religiosos modernos negam sua veracidade, especialistas afirmam que os locais tradicionais estão errados. Mas você verá [em vídeo] as evidências científicas e arqueológicas que ficaram preservadas em corais e pedras como testemunho para esta geração da travessia do Mar Vermelho e dos eventos no verdadeiro Monte Sinai”.

Durante meses, Michael Rood e uma equipe internacional de cientistas e exploradores documentaram os achados arqueológicos que consideram um dos mais importantes da história da raça humana. Eles vasculharam o antigo “Yam Soph” (o moderno “Golfo de Aqaba” também conhecido como “Mar Vermelho”), usando câmeras submarinas robóticas que mostram um grande campo de batalha submarino, onde o que sobrou do exército de Faraó ainda permanece incrustado no fundo do mar.
Segundo o arqueólogo, do exército que perseguiu o povo de Deus, estima-se que cerca de 20.000 carruagens foram destruídas naquele dia. Algumas formações de corais encontradas ainda hoje mostram, com a ajuda da tecnologia, que se tratam de vestígios de rodas com quatro pontos de sustentação, que são idênticas aos desenhos encontrados em tumbas egípcias do mesmo período.

E mais, as rodas estão cobertas por uma fina camada de ouro, algo pouco comum, que lhes concedem uma identidade única. O coral, por natureza, não se desenvolve sobre o ouro, o que permite que mesmo depois de tanto tempo os vestígios sejam facilmente identificáveis.
Além disso, ao longo da história, rodas de quatro, seis e oito raios foram usadas, mas as encontradas pela equipe são da 18 ª dinastia, ou seja, de 1.446 aC, quando acredita-se que o êxodo ocorreu.

Arqueologia Bíblica - Parte 1


Bem vindo ao fascinante mundo da arqueologia bíblica! O objetivo desses vídeos é divulgar alguns achados arqueológicos que nos comprovam a autenticidade histórica das Sagradas Escrituras. 

Arqueologia Bíblica - Parte 2



Agora, falaremos de alguns personagens bíblicos que tiveram sua existência comprovada pela arqueologia. Não estão todos aqui, é claro! Porque os achados são muito numerosos, mas, assistindo a esse vídeo você terá uma idéia do trabalho dos arqueólogos. Que o único e soberano Deus te abençoe poderosamente! 

Arqueologia Bíblica - Parte 3

Evidências arqueológicas do Êxodo
Arqueologia Bíblica - Parte 4



Mais alguns achados importantes da arqueologia bíblica que confirmam fatos e personagens bíblicos. 
Arqueologia Bíblica - Parte 5


Alguns lugares por onde o Senhor Jesus andou.
Arqueologia Bíblica - Parte 6


Descoberto o local exato das cidades de Sodoma e Gomorra. Evidências arqueológicas de sua destruição por fogo e enxofre.

"E condenou à subversão as cidades de Sodoma e Gomorra, reduzindo-as a cinzas e pondo-as para exemplo aos que vivessem impiamente" (2Pedro 2:6).

Arqueologia Bíblica - Parte 7


Autenticidade da Urna de Tiago é finalmente comprovada. Esse importante achado comprova a existência histórica de Jesus.

Clique aqui pra ver a matéria da revista ISTOÉ.

A Série (Arqueologia Bíblica é de autoria de Guerrova).

ARQUEÓLOGOS ACREDITAM TER ENCONTRADO AS LENDÁRIAS “MINAS DO REI SALOMÃO”

DESCOBERTA ARQUEOLÓGICA

Descoberta pode oferecer comprovação histórica dos reinados de Davi e Salomão. O termo “As Minas do Rei Salomão” é um romance publicado pelo autor inglês Henry Rider Haggard, que fez sucesso no mundo todo.  É a narrativa ficcional sobre uma jornada em meio as selvas do interior da África, onde um grupo de aventureiros busca uma grande riqueza   escondida nas minas que pertenceriam ao rei de Israel, que fora um dos homens mais ricos do mundo em seus dias. 

O interesse sobre o tema chegou a ser mostrado em filmes de Hollywood. Uma exploração real, na década de 1930, liderada pelo arqueólogo americano Nelson Glueck afirmou ter encontrado as verdadeiras “minas do Rei Salomão”, não no interior da África, mas na região onde ficava o reino bíblico de Edom.

Pesquisas realizadas ao longo do século 20 questionavam as afirmações de Glueck, especialmente após a descoberta de um grande templo egípcio no centro do vale, em 1969. Para um grupo de influentes arqueólogos, os antigos egípcios construíram as minas no século 13 a.C., em um período muito anterior ao reinado de Salomão no século 10.
As recentes escavações em minas de cobre no extremo sul de Israel podem oferecer novas evidências sobre o reinado de Salomão, que dominou a região durante 40 anos. Sabe-se que durante a chamada “Idade do Ferro”, teve início a exploração dos depósitos de cobre no Vale de Timna, que hoje fazem parte de Israel.
Existem milhares de antigas minas e dezenas de locais de fundição naquele distrito. O debate atual dos arqueólogos é sobre quem controlava essas minas, e quando isso ocorreu. As escavações recentes realizadas no Vale de Timna revelaram ao mundo artefatos do século 10 a.C, o que coincidiria com o período do rei Salomão. Contudo, especialistas acreditam que as minas eram exploradas pelos edomitas, um povo que várias vezes guerreou com Israel.

Possível local das minas do rei Salomão.“Sem dúvida, as minas são do período do rei Salomão”, assevera o arqueólogo Erez Ben-Yosef, da Universidade de Tel Aviv. “Essas descobertas podem nos ajudar a compreender a sociedade local, pois se não fossem minas teriam passado despercebidas”.
Desde o ano passado, Ben-Yosef e sua equipe fazem escavações em uma área conhecida como “Colina dos Escravos”, um local de fundição inexplorado, que contém centenas de fornos e camadas de cobre restante da extração do metal.
Embora não existam ruínas arquitetônicas significativas no local, os arqueólogos encontraram pedaços de roupas, cordas, tecidos e objetos de cerâmica, além de restos de alimentos. Foram recolhidas 11 amostras desse material e submetidas a testes de datação de carbono na Universidade de Oxford, Inglaterra. Os resultados mostram que os itens datam da época do reinado de Salomão.
Ben-Yosef comemora, “No Vale de Timna, certamente descobrimos uma sociedade com alto grau de desenvolvimento, organização e poder”. A importância da descoberta se dá por que na arqueologia existe um antigo debate se os reis Davi e Salomão de fato existiram. Até recentemente, as únicas menção a eles encontravam-se nos textos do Antigo Testamento e na tradição judaica.  Ben-Yosef acredita que sua descoberta poderá provar que essas figuras bíblicas tinham controle sobre as minas do Vale de Timna, apelidadas agora de “as minas do Rei Salomão”.
A descoberta ainda precisa passar pelo longo e criterioso processo de reconhecimento arqueológico, mas deve entrar para a história quando for publicada em breve na conceituada revista científica American Schools of Oriental Research. Parece receber uma importância maior no momento em que cresce em Israel a possibilidade de se reconstruir o Templo de Salomão, pois o principal argumento dos muçulmanos que dominam o local é que não existem provas científicas provando que Salomão sequer existiu.

A arca de Noé e a Arqueologia (ilustrado com fotos e vídeo)

As colocações inseridas aqui são resumidas ou traduzidas do site do Museu Ron Wyatt. As referências estão no final da postagem. Estimulamos aos que dominarem a língua inglesa a visitarem o referido site para outras oportunidades de conhecimento. No final há um vídeo em espanhol apresentando a expedição.

A narrativa bíblica diz que Deus mandou Noé, sua família e pares dos animais existentes entrarem na arca e Ele mesmo a fechou por fora. Choveu, então, durante 40 dias e 40 noites (Gênesis 7).

Em Gênesis 8: 4-5, 13-14, a Palavra diz:

4 E a arca repousou no sétimo mês, no dia dezessete do mês, sobre os montes de Ararate.

5 E foram as águas indo e minguando até ao décimo mês; no décimo mês, no primeiro dia do mês, apareceram os cumes dos montes.[...]

13 E aconteceu que no ano seiscentos e um, no mês primeiro, no primeiro dia do mês, as águas se secaram de sobre a terra. Então Noé tirou a cobertura da arca, e olhou, e eis que a face da terra estava enxuta.

14 E no segundo mês, aos vinte e sete dias do mês, a terra estava seca.(Gênesis 8:4-5, 13-14)

A pesquisa do arqueólogo Ron Wyatt investigou o texto bíblico detalhadamente e verificou que o texto diz "[...] sobre os montes de Ararate." Então, examinando os manuscritos hebraicos do Gênesis compreendeu que a arca estaria sobre as montanhas de Urartu (toda a cadeia de montanhas da região oeste da Turquia.)

O exército da Turquia tem continuamente enviado expedições para procurar restos da Arca, mas o monte Ararate está sempre sob neve em deslocamento. Além de haver estado sujeito a erupções vulcânicas no início dos anos 1800 que resultaram na formação do Monte Ohura Gorge, no lado noroeste do monte. Apesar disso, é a área onde se têm focado até agora as explorações em busca da Arca.

Aos 17 anos, Ron Wyatt e milhares de pessoas, leram o artigo da revista Life sobre uma estranha forma de barco em uma altura de quase 32.000 metros, nas montanhas de Ararate. Não no Monte Ararate, mas nas montanhas de Ararate, uma distância de 32 km do Monte Ararate.

A Revista Life escreveu:

Forma de Barco é vista próximo ao Ararat - Enquanto examinava rotineiramente fotos de seu país, um capitão turco repentinamente visualizou a foto mostrada abaixo. Nela, uma montanha a mais de 32 km ao Sul de Ararate, a aportagem bíblica da Arca de Noé, havia uma forma de barco de cerca de 152,1 metros de comprimento. 

O capitão reportou e rapidamente uma expedição que incluía cientistas americanos foram até o sítio.

Aos 2.133 metros, no meio dos escombros e deslizamentos de terra, os exploradores encontraram uma área clara e verdejante como um barco e margeada pelos lados com terra íngreme. Suas dimensoes estavam próximas àquelas descritas no Gênesis:

"14 Faze para ti uma arca da madeira de gofer; farás compartimentos na arca e a betumarás por dentro e por fora com betume.
15 E desta maneira a farás: De trezentos côvados o comprimento da arca, e de cinqüenta côvados a sua largura, e de trinta côvados a sua altura.
16 Farás na arca uma janela, e de um côvado a acabarás em cima; e a porta da arca porás ao seu lado; far-lhe-ás andares, baixo, segundo e terceiro." (Gênesis 6:14-16)

Isto é, teria a grosso modo, 137,16 x 22,86 x 13,71 metros. Uma rápida pesquisa de dois dias não revelou sinais de que o objeto fosse feito por mãos humanas. Contudo, um cientista no grupo disse que nada na natureza poderia criar uma forma tão simétrica. Uma escavação poderia ser realizada no ano seguinte para resolver o mistério."

Em agosto de 1977, Ron Wyatt viajou à Turquia e examinou pessoalmente o "objeto em forma de arca" mostrado na Revista Life e encontrou grandes pedras, utilizadas como âncoras na época. Essas pedras-âncoras possuíam características muito específicas que foram identificadas positivamente. Elas não serviam para manter o barco parado, mas estabilizado para resistir às ondas altas. Eram comumente encontradas no Mar Mediterrâneo.

Em 1978, um terremoto expôs mais do que os nove metros que estavam expostos do "objeto em forma de barco". E em agosto de 1979, Ron Wyatt retornou ao sítio após o terremoto. Agora, a figura parecia um grande naufrágio. 

As paletas de madeira da estrutura do barco podiam ser vistas à volta da forma. Incluindo uma forma que poderia ser o suporte horizontal do deck. 

O terremoto também havia quebrado o objeto de "ponta a ponta", e Ron foi capaz de recolher amostras de dentro. Amostras de material de fora do objeto também foram tomadas para comparação.

Ron mediu o objeto achado e ele tinha 157 metros de comprimento. 156 metros, além de 0,91 metros, do comprimento da seção que tinha quebrado. Note que 300 cúbitos reais egípcios equivalem a 157 metros. A unidade de medida que Moisés, que escreveu o livro de Gênesis, seria o Cúbito Real egípcio. Esta é a mesma unidade de medida utilizada na construção da Grande Pirâmide no Egito. Este côvado era empregado até pelo menos o tempo do Rei Salomão, a exemplo dos portões construídos por ele, em Israel, que são baseados nesta unidade de medida.

Escaneamento com radar em junho e julho de 1985

Ron Wyatt, Dave Fassold e John Baumgardner pesquisaram o sítio com detectores de metal e localizaram um objeto que tinha a a aparência de pesos de arremessos de ferro. Foi registrado por Dave Fassold que a análise semi-quantitativa das amostras de ferro, que foram recolhidas por John Baumgardner, possuíam entre 60 a 91,84 de FE2O3. Bastante incomum na natureza sem manipulação humana.

Radares subterrâneos analisaram o sítio e revelaram uma estrutura em forma de barco abaixo da superfície.

Em agosto de 1986, Joe Rosetta, vice-presidente do Geophysical Survey Systems, (criadora do radar subterrâneo) revisou os escaneamentos. Sua conclusão foi: "Não é um objeto natural. Os reflexos ocorrem muito periodicamente para ser uma interface natural.[...] Você nunca verá algo como isso na geologia natural… Algum ser humano construiu essa estrutura, quem quer que tenha sido."

“A arca de Noé foi encontrada!”, é oficial, em fevereiro de 1987

Wyatt encontrou-se com o Governador do Distrito de Agri, o Sr. Sevket Ekinci. Em dezembro de 1986, a decisão foi favorável – era a decisão oficial dos membros do Ministério de Assuntos estrangeiros, dos Assuntos Internos e dos pesquisadores da Universidade de Ataturk, entre outros que a “formação em forma de barco” realmente continha os restos da arca de Noé.

Foram feitos planos para a dedicação oficial do sítio, que incluiria Ron Wyatt como convidado de honra, como o descobridor do fato de que era realmente a arca de Noé. Foi erigido um centro de visitações no local, cerimônia coroada pela demonstração do radar subterrâneo. 

Nessa experiência foi encontrada pelo radar uma estrutura e realizada uma escavação, que foi documentada no rádio e na tv. O material seguiu para os laboratórios nos EUA para estudo. Os compostos encontrados possuíam características de que um dia fora madeira viva. 

Já haviam sido observados objetos de metal dispostos lado a lado na estrutura do barco, mas não podiam ser movidos para não provocar a destruição do sítio. Aproveitando a escavação realizada na inauguração do monumento, em junho de 1991, com muito cuidado Wyatt e sua equipe puderam descobrir um rebite bastante grande. Prova de que a construção era humana e pela disposição de peças como essa, era um barco.

Isso possibilitou a solicitação de uma escavação completa ao governo turco.

Enquanto esperava na licença, Ron Wyatt, Richard Rives e Marvin Wilson dos Estados Unidos e Allen Dr. Roberts, de Sydney, Austrália, foram tomados como reféns. Na mira da arma, eles passaram 21 dias escalando montanhas no leste da Turquia enquanto seus agressores evitavam as forças turcas que tentavam resgatá-los. 

Richard Rives, conseguiu que as indústrias de metalurgia analisassem o rebite nos EUA. A corrosão por água foi detectada na peça. Foi compreendido que era um metal fossilizado que havia antes estado inserido em madeira e que estivera sob muita água. 

O rebite continha titânio na liga e isso lhe dava grande resistência, inclusive à corrosão. Todas as análises mostraram haver associado ao Titânio, Alumínio, Manganês, Vanádio e Cromo, os elementos que hoje são conhecidos como a melhor liga para o titânio.

Deus é o Engenheiro do Universo… Ele instruiu Noé na Arca e deu o caminho para a salvação da sua família e um novo recomeço para o seu mundo. Ele pode fazer a mesma coisa agora e sempre! Creia!
WYATT, R. The Search for Noah's Ark. Nashville, TN, EUA: Wyatt Museum, 1991. Disponível em: <http://wyattmuseum.com/noahs-ark-04.htm> Acessado em: 04 out. 2011.

Arqueólogos debatem local do julgamento de Jesus Cristo

Descoberta arqueológica pode mudar maneira como vemos o julgamento de Cristo
Arqueólogos debatem local do julgamento de Jesus Cristo

Para vários estudiosos, o local exato onde Jesus foi condenado à morte permaneceu um mistério mesmo após dois mil anos. Contudo, uma recente descoberta arqueológica em Jerusalém pode fazer alguns segmentos cristãos questionar as suas teorias.

Todos os anos, milhares de peregrinos cristãos de todo o mundo viajam para Jerusalém querendo conhecer os locais descritos na Bíblia. Isso inclui onde Jesus nasceu, onde foi batizado, realizou seus milagres, foi julgado, crucificado e enterrado. Muitos desses locais históricos seguem a tradição, ainda que sua localização seja contestada.

Perto do Monte Sião, ocorreu uma grande descoberta arqueológica em 1999. Escavações perto da prisão Kishle revelaram que existiam ali muros pertencentes a um grande edifício.

Segundo Amit Reem, arqueólogo da Autoridade de Antiguidades de Israel, “os vestígios arqueológicos encontrados na escavação sugerem que trata-se do verdadeiro palácio de Herodes, o Grande. Vejamos o tamanho das paredes. Foi um grande projeto de engenharia, como mostra a escavação. Encontramos um vasto sistema de esgoto subterrâneo que só poderiam pertencer a Herodes”, explica Reem em um documentário sobre o assunto.

A questão que divide historiadores é o local exato onde ocorreu o julgamento de Cristo. Enquanto muitos afirmam que foi no palácio de Herodes, outros insistem que ele foi julgado na fortaleza Antonia. A Bíblia diz que Jesus compareceu diante de Pôncio Pilatos na residência (pretório). Mas Pilatos vivia no castelo ou na fortaleza Antonia?

O padre e professor de arqueologia Eugenio Alliata afirma: realmente é possível que o pretório ficasse no palácio de Herodes. Mesmo assim, as provas deveriam ser mais contundentes para a Igreja Católica mudar seu ensinamento secular de que o julgamento ocorreu na fortaleza Antônia.

“É a tradição que recebemos e precisaríamos de um argumento muito forte para haver mudança”, justifica Alliata.

Embora a descoberta do palácio de Herodes possa mudar algumas ideias sobre o local do julgamento de Jesus, esse não é o único local de disputa entre estudiosos. 
Com informações CBN.
Assista (em espanhol):

Noticias - Kaká e Carol Celico reatam casamento

Após um mês separados, o jogador Kaká e Carol Celico decidiram dar uma nova chance ao casamento de nove anos. O fim do relacionamento foi confirmado por eles em novembro.

A volta foi anunciada pelos dois na madrugada desta terça-feira (30) em suas redes sociais. Ambos publicaram uma foto em que o jogador aparece beijando Carol. “Felizes para sempre. Sentimentos para 2015”, diz a legenda.Os dois passaram o Natal juntos, com os dois filhos, Luca, 5 anos, e Isabela, 3, e também publicaram na semana passada fotos de uma viagem em família.

Kaká e Carol namoraram por três anos antes do casamento, que aconteceu quando ele tinha 23 anos e ela, 18.
Fonte: Veja

Noticias - Contas do governo têm pior resultado para meses de novembro em 18 anos

Segundo informações da Secretaria do Tesouro Nacional divulgadas nesta segunda-feira (29), as contas do governo registraram um déficit primário, ou seja, com despesas maiores do que receitas, mesmo sem contar os juros da dívida pública, de R$ 6,71 bilhões em novembro deste ano.

Esse é o pior resultado, para meses de novembro, desde o início da série disponibilizada pelo governo, em janeiro de 1997. No ano passado, as contas do governo registraram um superávit primário de R$ 28,97 bilhões. Este valor registrado em novembro de 2013 – recorde para este mês – foi “inflado” pelo ingresso de mais de R$ 20 bilhões em recursos de parcelamentos.

As contas públicas têm registrado forte deterioração devido ao aumento de gastos públicos, à ajuda à Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), e ao baixo ritmo de crescimento da arrecadação – resultado do fraco nível de atividade da economia e das desonerações de tributos anunciadas nos últimos anos pelo governo federal. Também recuaram fortemente neste ano as receitas de concessão.

No acumulado dos onze primeiros meses deste ano, o governo registrou um déficit primário (receitas menos despesas, sem contar os juros da dívida pública) inédito.

De janeiro a novembro, o governo teve um déficit primário de R$ 18,31 bilhões. Em igual período do ano passado, foi registrado um superávit primário nas contas do governo de R$ 62,53 bilhões. O pior resultado até então para os onze primeiros meses de um ano havia sido registrado em 1997 (superávit de R$ 3,4 bilhões).

Pelo conceito abaixo da linha (que é calculado por meio da variação da dívida pública e que é utilizado como parâmetro para as metas fiscais), o Tesouro informou o governo registrou déficit maior ainda: de R$ 21,3 bilhões nos onze primeiros meses deste ano.

Segundo dados do governo federal, as receitas totais subiram 3,9% nos onze primeiros meses deste ano, contra o mesmo período do ano passado, para R$ 1,1 trilhão. O crescimento das receitas foi de R$ 41,6 bilhões de janeiro a novembro deste ano.

Ao mesmo tempo, as despesas totais cresceram mais do que o triplo do aumento das receitas. Nos onze primeiros meses do ano, avançaram 12,7%, para R$ 933 bilhões. Neste caso, a elevação foi de R$ 105 bilhões. Os gastos somente de custeio, por sua vez, avançaram bem mais de janeiro a novembro: 17,7%, para R$ 201 bilhões.

Já no caso dos investimentos, os gastos somaram R$ 73,3 bilhões de janeiro a novembro deste ano, informou o Tesouro Nacional, valor que representa um aumento de 26,1% frente a igual período de 2013 (R$ 58,4 bilhões).

No caso das despesas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que somaram R$ 53,9 bilhões nos onze primeiros meses de 2014, houve alta de 33,9% sobre igual período do ano passado (R$ 40,3 bilhões), informou a Secretaria do Tesouro Nacional.

O resultado das contas do governo recuou na parcial deste ano apesar de o governo ter recebido mais dividendos (parcelas dos lucros) das empresas estatais. De janeiro a novembro de 2014, os dividendos pagos pelas empresas estatais ao Tesouro Nacional somaram R$ 17,9 bilhões, contra R$ 15,75 bilhões no mesmo período do ano passado. O aumento foi de R$ 2,15 bilhões neste ano.

Por outro lado, caíram as receitas de concessões, recuaram as receitas de parcelamentos e subiram os pagamentos feitos à Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) até novembro. As concessões, que renderam R$ 22,05 bilhões (por conta principalmente do bônus do campo de Libra, no valor de R$ 15 bilhões) nos onze primeiros meses de 2013, engrossaram os cofres públicos em R$ 2,8 bilhões no mesmo período deste ano.

No caso dos parcelamentos, houve, no acumulado de 2014, até novembro, o ingresso de R$ 17,5 bilhões nos cofres públicos – contra R$ 22,77 bilhões no mesmo período de 2013.

Ao mesmo tempo, foram pagos R$ 9 bilhões para a CDE em 2014. No mesmo período do ano passado, os aportes à CDE somaram R$ 6,36 bilhões. Essa parcela de R$ 9 bilhões paga de janeiro a agosto pelo governo faz parte de um valor total de até R$ 10,5 bilhões estimados com recursos orçamentários para todo este ano.

Desde o final de 2012, o país vem utilizando mais energia gerada pelas termelétricas por conta do baixo nível dos reservatórios de hidrelétricas. A operação das térmicas ajuda a poupar água dessas represas, mas tem um custo maior, que normalmente seria repassado às contas de luz.
Fonte: G1