1 de março de 2023

Plano de Aula Bíblica Jovens/Cpad – Lição 10: Arrependimento Perdão e Santificação

✋ A paz do Senhor Jesus Cristo a todos que amam a palavra de Deus, sejam muito bem vindos.
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👉 Vejam estas sugestões abaixo:
👇O conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação da vida de seus alunos e isso é importante. Procure ser criativo na exposição da aula.
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A AULA VAI COMEÇAR
ANTES DA AULA
O caminho da santificação passa pelo arrependimento e pelo perdão.

Prof. Nesta lição falaremos a respeito de três assuntos fundamentais para que o cristão tenha uma vida vitoriosa em Jesus Cristo: 
Arrependimento, perdão e santificação. 
Algumas pessoas têm dificuldades para aceitar o perdão de Deus. Outras já não conseguem se perdoar. Porém, ainda há aquelas que não sabem perdoar as ofensas recebidas, deixando que a raiz de amargura adentre em seus corações. Depois de apresentar os tópicos da lição, ore com seus alunos pedindo que Deus nos ajude a recebermos o seu perdão, que venhamos também nos perdoar, assim como aqueles que nos ofenderam.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
Sugerimos que reproduza o quadro abaixo e utilize-o para mostrar aos alunos a respeito de Jesus e o perdão. Explique que assim como Jesus nos perdoa, nós também devemos perdoar aqueles que nos ofendem de alguma maneira. Afirme que a condição para recebermos o perdão divino é perdoando os que nos maltratam.

Momento do louvor
 
Movimente-se cante com alegria .
Ensine como devemos adorar a Deus e porque devemos.
Crédito endereço na descrição dos vídeos:
Viverei,Viverás 1988 Grupo Nova Dimensão


Jesus Cristo Mudou Meu Viver (What a Difference You've Made In My Life) (Vídeo Ao Vivo)


Aline Barros - Renova me Senhor Jesus (Legendado)


Elaine Martins - Santificação (Letra) | Gospel Hits


Aline Barros - Santidade


Em Espírito, em Verdade - Ministério Koinonya de Louvor - Letra

•Tenha todo o material da aula à mão para que não haja interrupções.

· Receba seus alunos com muito amor e alegria. Aqueles que tem faltado, mostre o quanto faz falta. O quanto é especial.

- Perguntem como passaram a semana.

- Escutem atentamente o que eles falam.

- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.

- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um. 
Ore com sua turma por sua aula. 
Observe se á algum pedido especial, pois as vezes pode ter acontecido algo com eles, e a sua oração, será aquilo que pode deixar tranquilo e confiante em Deus.
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💨 Trabalhem os pontos levantados na lição sempre de forma participativa e contextualizada. 
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👉 Apresentem o título da lição:
Arrependimento Perdão e Santificação
Tenham uma excelente e produtiva aula!
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Para iniciar apliquem a:
Dinâmica: Abrindo o Coração
Objetivos:
- Refletir sobre a importância e a eficácia do perdão.
- Enfatizar que o arrependimento e o perdão conduzem a santificação.

Material:
01 chave de metal ou confeccionada de cartolina com tamanho ampliado.
Procedimento:
- Leiam a parábola do Credor Incompassivo:
“Um certo credor tinha dois devedores: um devia-lhe quinhentos dinheiros, e outro cinquenta. E, não tendo eles com que pagar, perdoou-lhes a ambos”(Lucas 7:41 e 42).

- Depois, apresentem uma chave e perguntem aos alunos:

Para que serve uma chave?

Aguardem as respostas. Normalmente, apenas é mencionado o ato de abrir, porém não se esqueçam que também a chave é utilizada para fechar.

- Falem que o perdão pode ser comparado a uma chave.

- Perguntem: O que a perdão pode abrir ou fechar?

Exemplos:

Abrir: reatar amizade, alívio de um peso, sentimento de liberdade, alegria, perdão de Deus, perdão a si mesmo e ao próximo etc.

Fechar: espaço para brigas, amarguras, ressentimentos, doenças, mente tranquila etc.

- Enfatizem que a importância e a eficácia do perdão. E, ainda, que o arrependimento e o perdão conduzem a santificação.

- Para finalizar leiam Mc 11.25 e 26.

“E, quando estiverdes orando, perdoai, se tendes alguma coisa contra alguém, para que vosso Pai, que está nos céus, vos perdoe as vossas ofensas.

Mas, se vós não perdoardes, também vosso Pai, que está nos céus, vos não perdoará as vossas ofensas”.
Fonte da dinâmica por Sulamita Macêdo. /Blog//atitudedeaprendizblogspot.com.
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TEXTO PRINCIPAL
Vinde, então, e argui-me, diz o SENHOR; ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve […].   Isaías 1.18.


  LEITURA SEMANAL
SEGUNDA – 2 Pe 1.3,4
Escapamos da corrupção do mundo.

TERÇA – 2 Co 7.10 
A tristeza segundo Deus.

QUARTA -1 Jo 4.17-19 
O amor de Cristo nos livra do medo.

QUINTA – CL 2.14 
A cédula foi riscada.

SEXTA – Hb 2.11 
O que santifica e os santificados.

SÁBADO – Lc 19.1-10 
Zaqueu, arrependimento e perdão.


OBJETIVOS
- EVIDENCIAR que o arrependimento é a base para uma vida de santidade;
- COMPREENDER que o cristão deve perdoar a si mesmo e ao próximo;
- APRESENTAR exemplos bíblicos de pessoas transformadas por meio do arrependimento.


TEXTO BÍBLICO
  1 João 1.7-10
7 Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo pecado.

8 Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós.

9 Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.

10 Se dissermos que não pecamos, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós.

 
INTRODUÇÃO
O caminho para a santificação passa necessariamente pelo arrependimento e o perdão. Para se obter o perdão divino é preciso ter consciência do erro cometido, confessar e deixar a prática do pecado. Ser perdoado não é tudo, precisamos aprender a perdoar também, até a nós mesmos. Muitas pessoas têm se afastado de Deus por não conseguirem se perdoar, pelo orgulho que os afastam do arrependimento e do perdão ao próximo.


I- SANTIDADE E ARREPENDIMENTO
1- Santidade não significa perfeição.
O que significa perfeição? 
Não existe uma resposta única, pois cada pessoa tem seus padrões. Na filosofia grega, o conceito de perfeição estava relacionado a uma realidade imutável, um conceito estático e inflexível. 

No entendimento dos gregos algo que precisasse mudar já indicaria que não era perfeito, pois se fosse, não precisaria de mudanças.

Na cultura judaica, que regia os ensinos de Jesus e de seus apóstolos, o entendimento é de que a perfeição é uma realidade relacional e moral. 
A santificação não significa perfeição. 
Ela é contínua e progressiva. Só alcançaremos a perfeição e a santificação completa quando formos arrebatados pelo Senhor e recebermos um corpo glorificado. Jesus é o padrão divino de santidade para a humanidade, e quanto mais próximo chegarmos deste padrão, melhor.


2- A graça divina viabiliza que o cristão agrade a Deus com sua vida.
Sabemos que não existe ninguém perfeito a não ser Deus. O cristão é co-participante da natureza divina, mas está sujeito a falhas, a pecar (2 Pe 1.3,4). Essa verdade pode levar algumas pessoas a pensarem que não é possível alguém agradar a Deus. As pessoas têm talentos, habilidades e personalidade que as diferenciam como indivíduos.

Na área da santidade não é diferente, elas lidam de forma distinta com determinadas situações, mas todas podem agradar a Deus à sua maneira, mediante a graça, que possibilitou a nossa justificação por meio do sacrifício de Cristo e o perdão de nossos pecados (1 Jo 1.9). A graça de Deus alcança a todos que crêem e buscam misericórdia.


3- O arrependimento é a base para a santificação. Arrependimento não se fabrica, ele deve ser reate sincero. O cristão não pode viver na prática do pecado, mas em algum momento, inevitavelmente irá pecar (1 Jo 1.10). Para a restauração do homem será necessária uma conscientização do erro e o arrependimento para uma mudança de atitude. A tristeza segundo Deus, por causa dos pecados, conduz ao verdadeiro arrependimento (2 Co 7.10).

Por isso, o arrependimento serve como base à santificação. O arrependimento não pode ser algo a ser procrastinado; o ideal é ocorrer quando o cristão percebe que ofendeu ao Senhor. Quando alguém fica procrastinando o arrependimento é porque ele ainda não aconteceu. O arrependimento não pode ser por medo do inferno ou de ser punido. O crente salvo é conduzido pela cruz e constrangido pelo amor de Deus (2 Co 5.14,15). Sem arrependimento não ocorre transformação de vidas.


PENSE!
O pecado na vida do crente é um acidente e não uma prática.


PONTO IMPORTANTE!
O caminho para a restauração do erro e 0 arrependimento é o abandono do pecado.


SUBSÍDIO 1
Prof. Inicie explicando que assim como recebemos o perdão de Jesus, nós também temos que oferecer o mesmo perdão aqueles que cometeram alguma falta contra nós. Em seguida, peça que um aluno(a) leia João 1.7. Explique que nos “tempos do Antigo Testamento, os crentes transferiram simbolicamente os seus pecados para um animal, que era então sacrificado. O animal morria em seu lugar para pagar por seus pecados e permitir que continuassem a viver na presença de Deus.

O Senhor gratuitamente lhes perdoava por causa de sua fé nEle e porque conhecia as suas ordens relativas ao sacrifício. Tais sacrifícios antecipavam o dia em que Cristo removeria completamente o pecado. A verdadeira purificação do pecado veio com Jesus, o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo’ (1 Jo 1.29). O pecado, por sua natureza, traz a morte — este é um fato tão certo quanto a lei da gravidade. Jesus não morreu por seus próprios pecados. Ele não tinha nenhum.

Em vez disso, por uma transação que podemos nunca vir a entender completamente, Ele morreu pelos pecados do mundo. Quando entregamos e comprometemos nossa vida a Cristo, e deste modo nos identificamos com Ele, sua morte se torna a nossa. Ele pagou a pena por nossos pecados, e seu sangue nos purificou, Da mesma maneira que Cristo ressuscitou dos mortos, nós ressuscitaremos para uma nova vida de comunhão com Ele (Rm 6.4)” (Bíblia de Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD, p. 1781.).


II- A SANTIDADE E O PERDÃO
1- O cristão precisa aprender a se perdoar.
João afirma que o amor de Cristo gera fruto de santidade e nele não há lugar para o medo ou julgamento (1 Jo 4.17-19). Uma das grandes fontes de medo é 0 sentimento de culpa. O cristão precisa entender que a justificação e a santificação em Cristo salvam tanto da culpa quanto do poder do pecado. Conta-se que certa vez, Lutero teve um sonho em que o Diabo apareceu e lhe apresentou uma longa Lista de pecados cometidos por ele.

O Inimigo queria impor sobre Lutero a culpa e a condenação pelas suas inúmeras falhas. Lutero não negou os pecados, mas lembrou ao Diabo que algo estava faltando ser escrito naquela longa lista. Então, ele disse: Escreva no final da lista que o sangue de Cristo, vertido na cruz, me purifica de todo pecado (1 Jo 1.7). Todos os nossos pecados, tudo o que poderia nos condenar, foi cravado na cruz do Calvário (Cl 2.14).


2- O cristão precisa perdoar o seu próximo.
Paulo aponta a grande dívida do cristão salvo para com Deus. O uso metafórico do pecado como dívida era uma prática comum dos judeus (Lc 7.4142). O perdão ao próximo após a justificação, é colocado como uma condicional para o perdão de novas dívidas na vertical(Mt 6.12; Mt 18.21-27).

Infelizmente, algumas pessoas estão despercebidas da realidade da mensagem na oração do Pai-Nosso: “Perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores” (Mt 6.12). Esta frase condiciona o nosso perdão à maneira como perdoamos a quem nos tem ofendido. Você já pensou na seriedade dessa afirmação? Como você tem lidado com aqueles com quem não simpatiza ou tem lhe ofendido? Como acha que Deus tratará tal situação? Liberte-se hoje, abandone essa carga pesada causada pela falta de perdão e continue a caminhada da santidade.


3- O cristão deve ser livre da raiz de amargura.
A raiz da amargura pode surgir, dependendo de como se lida com a ofensa recebida. Por um lado, se a ofensa não for tratada e perdoada a pessoa ficará ferida e presa ao seu ofensor. Contudo, se a ofensa for tratada e a pessoa ofensora for perdoada, haverá restauração total, com total liberdade para uma vida de santificação.

O autor de Hebreus relaciona a plena santificação, condição para ver e ter uma vida eterna com Deus, com a raiz de amargura: “Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor, tendo cuidado de que ninguém se prive da graça de Deus, e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem” (Hb 12.14,15). É preciso ter cuidado para que nenhuma raiz de amargura brote em seu coração e venha atrapalhar sua comunhão com o Senhor.


PENSE!
Como você lida com o perdão?


PONTO IMPORTANTE!
Se não perdoamos as ofensas que recebemos também não somos perdoados pelo Pai.


SUBSÍDIO 2
Prof. Explique que “pelo fato de Deus perdoar todos os pecados que cometemos, não devemos negar perdão a nossos semelhantes. À medida que entendemos O completo perdão de Cristo em nossa vida, devemos demonstrar uma atitude de perdão em relação aos outros. Se não o fizermos, colocamo-nos acima da lei do amor de Cristo” (.Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD, 2008, p. 188).


III- EXEMPLOS DE PESSOAS ARREPENDIDAS
1- Zaqueu, o chefe dos publicanos (Lc 19.1-10).
Jesus, ao passar por Jericó, teve um encontro com Zaqueu, chefe dos publicanos, Ele era de pequena estatura e rico. Os publicanos não eram bem-vistos pelos judeus, pois eram aliados das forças de ocupação romanas e tinham como principal atribuição coletar impostos de seus compatriotas para serem entregues a César. Por isso, eles eram odiados pelos judeus, considerados traidores da pátria e do povo.
Zaqueu estava ansioso para ver quem era o Senhor, mas a multidão ao redor de Jesus tornava quase impossível vê-lo. Então, ele sobe em uma figueira brava, um sicômoro. Ao chegar ao local, Jesus olha para Zaqueu e pede para se hospedar em sua casa, o que foi considerado pelos judeus um ato de traição (Lc 19.7). Na casa de Zaqueu, o resultado da bondade de Jesus logo é manifesto na fala do anfitrião: “Senhor, eis que eu dou aos pobres metade dos meus bens; e, se em alguma coisa tenho defraudado alguém, o restituo quadruplicado” (Lc 19.8).

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Ao Deus da Minha Salvação | CD Voz Do Coração | Aline Barros

A resposta de Jesus é objetiva e assertiva: “Hoje, veio a salvação a esta casa, pois também este é filho de Abraão” (Lc 19.9). Um exemplo de transformação duradoura de uma pessoa constrangida pela bondade e o perdão de Jesus.
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LOUVOR
Viverei,Viverás 1988 Grupo Nova Dimensão

2- A mulher pega em flagrante adultério (Jo 8.3-11).

João conta que os escribas e fariseus trouxeram a Jesus uma mulher apanhada em flagrante adultério e perguntaram-lhe: “Mestre, esta mulher foi apanhada, no próprio ato, adulterando, e, na lei, nos mandou Moisés que as tais sejam apedrejadas, Tu, pois, que dizes?” (vv. 4,5).

Na Lei estava escrito que o homem adúltero e a mulher adúltera deveriam ser punidos com a morte (Lv 20.10). 
Fica explícita a má intenção dos escribas e fariseus, pois só apresentaram a mulher. Nem mesmo o marido dela é mencionado. Todavia, Jesus não debate a respeito da Lei, pois Ele estava interessado em resgatar a mulher.

Ela estava em uma situação humilhante e opressiva, em nome de uma falsa santidade. Jesus, depois de se inclinar e escrever na terra, por insistência dos acusadores, se levanta e responde: “Aquele que dentre vós está sem pecado seja o primeiro que atire pedra contra ela” (v. 7b). Jesus, mais uma vez, inclina-se e volta a escrever na terra. Os acusadores, como viviam uma santidade de “fachada”, saem desiludidos.

Jesus, se levanta e percebendo que está a sós com a mulher, então pergunta: “Ninguém te condenou?” A mulher responde: “Ninguém, Senhor”. Então Jesus disse-lhe: “Nem eu também te condeno; vai-te e não peques mais”. Jesus não a humilhou, não fez um longo sermão, simplesmente a aconselhou: “não peques mais”. As palavras de Jesus são um chamamento para uma vida de santidade.


PENSE!
Já fomos perdoados por Deus mediante a nossa fé em Jesus Cristo.


PONTO IMPORTANTE!
Assim como recebemos o amor e o perdão de Deus, também devemos oferecê-lo aqueles que nos ofenderam.


CONCLUSÃO
Nesta lição, nós aprendemos que não existe perfeição humana, mas mediante a graça de Deus o cristão que busca uma vida de santidade pode agradar a Deus, o crente precisa perdoar a si mesmo, ao próximo e deixar toda raiz de amargura, bem como buscar o arrependimento sincero, que é a base para o caminho de santidade.


HORA DA REVISÃO
1- Santidade significa perfeição?
R. Santidade não significa perfeição, A santificação é contínua e progressiva.



2- Na cultura judaica o que significava perfeição?
R. Na cultura judaica, que regia os ensinos de Jesus e de seus apóstolos, o entendimento é de que a perfeição é uma realidade relacional e moral.



3- Qual a base para a santificação?
R. O arrependimento é a base para a santificação.



4- O que a experiência do amor de Cristo gera em nós?
R. João afirma que a experiência do amor de Cristo gera fruto de santidade e nele não há lugar para o medo ou do julgamento (1 Jo 417-19).



5- Transcreva um versículo que trata a respeito do perdão. 
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Sugestão: 
R. “Perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores” (Mt 6.12).



Não dizeis vós que ainda há quatro meses até que venha a ceifa? Eis que eu vos digo: Levantai os vossos olhos, e vede as terras, que já estão brancas para a ceifa.
João 4:35.
Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.
2 Timóteo 2.15.
- O amor é maior motivação de nosso compromisso com Deus.
- Volte sempre e traga mais gente se Deus tocar fique com a gente.
Se é ensinar, haja dedicação ao ensino". Rm12 : 7b.

Plano de Aula Bíblica Adultos/ Cpad – Lição 10: O Avivamento na Vida Pessoal

✋ A paz do Senhor Jesus Cristo a todos que amam a palavra de Deus, sejam muito bem vindos.
Mestre, Obreiro ou Professor(a) da Escola Bíblica Dominical,
Esses materiais vão te auxiliar no preparo da aula.
Antes de dar esta aula pesquise os pontos abordados em seu Plano de Aula. Entenda a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos. O conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. procure ser criativo na exposição do assunto.



A AULA VAI COMEÇAR
 Vejam estas sugestões abaixo:
PLANO DE AULA
Neste domingo veremos que não há avivamento eclesiástico sem que haja cristãos genuinamente avivados. É desejo do Senhor que sejamos fervorosos e tenhamos intimidade diária com Ele. Não o bus­quemos de maneira sazonal, apenas quando tudo vai bem ou quando tudo vai mal, como diversas vezes Israel foi exortado, a fim de que o seu amor para com Deus não fosse como a neblina da manhã ou como orvalho que logo evapora (Cf. SI 78.34-37; Os 6.4). Mas que essa busca fosse sólida, contínua e sempre manifesta em atitudes de bondade e obediência (Cf. Is 58.1-10). Porque o Senhor quer misericórdia e não sacrifício; e o conhecimento de Deus, mais do que holocaustos (Cf. Os 6.6). Portanto, não por acaso, todo avivamento é marcado pela busca fervorosa, oração constante, leitura e prática da Palavra. Tais práticas produzem frutos notáveis em todas as áreas da vida do cristão.



APRESENTAÇÃO DA LIÇÃO
A) Objetivos da Lição:
I) Compreender as características de um genuíno avivamento na vida do salmista;
II) Conscientizar sobre a necessidade da prática constante das disciplinas espirituais cristãs para uma vida avivada;
III) Entender que uma vida cristã avivada e manifesta em bons frutos na vida pessoal do crente.

B) Motivação: 
É desejo do Senhor se relacionar com você na intimidade, no secreto, revelando-te coisas grandes e ocultas que não sabes (Jr 33.3). Por que se contentar com cisternas rotas, quando se tem à disposição um manancial de águas vivas? (Jr 2.13) Porque se contentar com experiências espirituais gloriosas, mas que não foram suas? Será que você tem buscado o Senhor com toda a sede e devoção que lhe são devidas? Será que muitas respostas que procuramos não estão ocultas nos momentos de oração, leitura e prática bíblica que negligenciamos?

C) Sugestão de Método: 
Após orar pedindo ao Espírito Santo que ministre em cada coração, conduza a sua classe a uma reflexão. 
Peça que todos permaneçam de olhos fechados e tentem se lembrar de suas experiências mais marcantes com Deus. 
De algumas sugestões:
O dia do seu batismo no Espírito Santo; um dom recebido e manifesto em milagre; uma cura; uma resposta espe­cial de oração; ser usado em profecia ou receber uma da parte de Deus etc. 
Peça que reflitam sobre o que todas essas experiências têm em comum e entendam que as mãos do Senhor continuam estendidas para derramar muito mais sobre nós. Basta buscarmos a Ele com coração limpo e sincero (Is 59.1).

 
CONCLUSÃO DA LIÇÃO
A) Aplicação: 
A palavra “avivamento” pode ter sido banalizada pelo seu excesso de uso de maneira errônea. Contudo, assim como tantas outras vir­tudes de Deus, de nada adianta conhecer ou falar a respeito sem vivenciá-la, sem ver seus efeitos repercutindo em bom testemunho. Se você anseia por mais do Senhor e deseja ter uma vida marcada pelo legítimo avivamento, Ele te diz: “buscar-me-eis e me achareis quando me buscares de todo o vosso coração” (Jr 29.13).


SUBSÍDIO AO PROFESSOR
A) Revista Ensinador Cristão. 
Vale a pena conhecer essa revista que traz reportagens, artigos, entrevistas e subsídios de apoio a Lições Bíblicas Adultos. Na edição 92, p.41, você encontrará um subsídio especial para esta lição.

B) Auxílios Especiais: 
Ao final do tópico, você encontrará auxílios que darão suporte na preparação de sua aula:
1) Para aprofundar e expandir o segundo tópico, o texto “Enchei-vos do Espírito” mostra que o mandamento em Efésios 5.18 e continua. Portanto, o nosso fervor e busca espiritual não podem cessar após o batismo no Espírito ou se limitar ao momento do culto;
2) Para exemplificar e fundamentar o terceiro tópico, o texto “O fruto do
Espírito Santo” reforça que uma vida avivada é frutífera e manifesta o caráter de Cristo, apresentando-o ao mundo por meio do nosso bom testemunho.


Cante:
Movimente-se cante com alegria .
Ensine como devemos adorar a Deus e porque devemos.
Crédito endereço na descrição dos vídeos:
Créditos na descrições dos vídeos abaixo:
Hino 25 - Harpa Cristã - Jesus Tu és Bom


A ESPERANÇA DA IGREJA (CEIA)-53 HARPA CRISTÃ - Carlos JOSÉ


HARPA CRISTÃ: Grato a Ti 370



•Tenha todo o material da aula à mão para que não haja interrupções.

· Receba seus alunos com muito amor e alegria. Aqueles que tem faltado, mostre o quanto faz falta. O quanto é especial.

- Perguntem como passaram a semana.

- Escutem atentamente o que eles falam.

- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.

- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.

  
Ore com sua turma por sua aula.
Observe se á algum pedido especial, pois as vezes pode ter acontecido algo com eles, e a sua oração, será aquilo que pode deixar tranquilo e confiante em Deus.

 Apresentem o título da lição:
O Avivamento na Vida Pessoal
Tenham uma excelente e produtiva aula!



Para iniciar utilizem a:
Dinâmica: A Bagagem
Objetivo:
Refletir sobre a importância da frutificação espiritual na vida do cristão avivado.

Material:
Texto “A Bagagem”(postado abaixo)

01 mala grande

01 rolo de fita adesiva

02 clips

01 tesoura

01 cadeira

Palavras digitadas: Amizade, Amor, Raiva, Incompreensão, Medo, Pessimismo, Desânimo, Sorriso, Outro Sorriso, Mais Outro Sorriso, Felicidade, Tristeza, Paciência, Esperança, coragem, Entusiasmo, Equilíbrio, Responsabilidade, Tolerância, Bom humor, Preocupação, Oração, Leitura Bíblica, Obediência a Deus, Louvar e adorar a Deus.

Também digitem as 09 partes do Fruto do Espírito Santo (Gl 5.22) e as 16 obras da Carne(Gl 5.19 a 21).
Procedimento:
Dias antes da aula:
- Recortem todas as palavras indicadas no item material.

- Coloquem todas estas palavras dentro da mala grande( na parte interna), pregadas com fita adesiva para facilitar a procura das palavras.

- Com um clips junte as 09 partes do Fruto do Espírito e com outro as 16 obras da carne e coloquem dentro da mala.

Durante a aula:

- Escolham uma pessoa para ler o texto “A Bagagem” e outra para realizar as ações apontadas no texto. As orientações em negrito são minhas, não fazem parte do texto original.

Texto de Reflexão “A Bagagem”

Quando sua vida começa, você tem apenas uma mala pequenina na mão. (neste momento mostre a mala pequena).

À medida em que os anos vão passando, a bagagem vai aumentando. Existem muitas coisas que você recolhe pelo caminho, porque pensa que é importante. (Peguem a mala grande)

A um determinado ponto do caminho começa a ficar insuportável carregar tantas coisas. Pesa demais (andar como se mala realmente estivesse pesada). Então você pode escolher:

Ficar sentado à beira do caminho (se sentar), esperando que alguém o ajude, o que é difícil. Pois, todos que passarem por ali já terão sua própria bagagem. Você pode ficar a vida inteira esperando, até que seus dias acabem.

Ou você pode aliviar o peso, esvaziando a mala. Mas o que tirar? Você começa tirando tudo para fora, e vendo o que tem dentro… Amizade… Amor… Nossa! Tem bastante! E curioso, não pesa nada!(comecem a tirar as palavras à medida que forem mencionadas).

Mas tem algo pesado. Você faz força para tirar. É a raiva, como ela pesa.

Aí você começa a tirar, tirar e aparecem à incompreensão, o medo, o pessimismo.

Nesse momento, o desânimo quase te leva para dentro da mala. Mas, você puxa-o para fora com toda a força, e aparece um sorriso, que estava sufocada no fundo de sua bagagem.

Pula para fora outro sorriso e mais outro sorriso, e ai sai à felicidade.

Você coloca as mãos dentro da mala de novo e tira pra fora a tristeza.

Agora, você vai ter que procurar a paciência dentro da mala, pois você vai precisar bastante…

Então procurem o restante, esperança, coragem, entusiasmo, equilíbrio, responsabilidade, tolerância, bom humor, as 09 partes do Fruto do Espírito(ao retirar leia cada uma), oração, leitura bíblica, obediência a Deus, louvar e adorar a Deus.

Tira a preocupação também, e deixa de lado. Depois você pensa o que fazer com ela… ( as 16 obras da carne, ao retirar leia cada uma).

Bem, sua bagagem está pronta para ser arrumada de novo! Mas, pense bem o que você vai colocar lá dentro!

Agora é com você… E não se esqueça de fazer isso mais vezes… Pois o caminho é muito, muito longo.

Autoria do texto desconhecida(texto adaptado por Sulamita Macedo).

3 – Agora, sugiram aos alunos para que “arrumem a mala”, colocando as palavras que merecem estar no caminhar da vida do cristão avivado.

4 – Para concluir, leiam o versículo de Mateus 11. 28 a 30.

“Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.

Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve”(Mateus 11:28-30).

Fonte da dinâmica por Sulamita Macêdo /Blogatitudedeaprendizblogspot.com.





TEXTO ÁUREO
Porque a tua benignidade é melhor do que a vida; os meus lábios te louvarão. Assim, eu te bendirei enquanto viver; em teu nome levantarei as minhas mãos.
 Salmos 63.3-4.


VERDADE PRÁTICA
A presença do Espírito Santo é uma realidade em todos os dias da vida de um crente avivado.


LEITURA DIÁRIA
Segunda – Sl 55.17
A oração do salmista três vezes ao dia.

Terça – Dn 6.10
Daniel orava três vezes ao dia.

Quarta – Sl 119.11
Escondendo Palavra no coração para não pecar.

Quinta – Sl 119.105
A Palavra de Deus dirige a vida do crente

Sexta – 1 Tm 4.16
O cuidado do cristão consigo mesmo e com a doutrina.

Sábado – 1 Pe 1.15,16
Sendo santo em todas as áreas da vida.


LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
  Salmos 63.1-8
1- Ó Deus, tu és o meu Deus; de madrugada te buscarei; a minha alma tem sede de ti; a minha carne te deseja muito em uma terra seca e cansada, onde não há água.

2- para ver a tua fortaleza e a tua glória, como te vi no santuário.

3- Porque a tua benignidade é melhor do que a vida; os meus lábios te louvarão.

4-Assim, eu te bendirei enquanto viver; em teu nome levantarei as minhas mãos.

5- A minha alma se fartará, como de tutano e de gordura; e a minha boca te louvará com alegres lábios.

6- quando me lembrar de ti na minha cama e meditar em ti nas vigílias da noite.

7- Porque tu tens sido o meu auxílio; jubiloso cantarei refugiado à sombra das tuas asas.

8- A minha alma te segue de perto; a tua destra me sustenta.






INTRODUÇÃO
É vontade de Deus que os crentes sejam espiritual­mente avivados. Ademais, não pode haver igreja local avivada sem que os membros experimentem um avivamento espiritual em suas vidas. Além de esse avivamento se manifestar no interior do templo, ele se revela em todos os lugares, no testemunho cotidiano da vida, que inclui o casamento, a vida familiar, a escola/faculdade, o trabalho, os negócios, enfim, em toda nossa área de atividade e, principalmente, na proclamação do Evangelho. Assim, estudaremos a respeito da importância do avivamento espiritual na vida diária do crente.


PALAVRA-CHAVE: 
FERVOR


I- O AVIVAMENTO NA VIDA DO SALMISTA
1- Uma busca sincera.
O estudante da Bíblia sabe que o salmista experimentou momentos de lutas, dificuldades e opressões ao longo da vida. Entretanto, mesmo diante desse processo difícil, o salmista desejava, com entusiasmo, a presença de Deus: “ó Deus, tu és o meu Deus; de madrugada te buscarei; a minha alma tem sede de ti; a minha carne te deseja muito em uma terra seca e cansada, onde não há água” (Sl 63.1).

Ainda que ele vivesse em um período de sequidão e cansaço “na carne”, sua alma tinha sede de Deus e, por isso, promete buscá-lo na madrugada. O salmista tinha plena convicção: “tu és o meu Deus”.


2- Contemplando e bendizendo ao Senhor.
O salmista também tinha o anseio em ver a “fortaleza” e a “glória” de Deus, como ele pode contemplar no santuário (Sl 63.2). Esse contato glorioso com o Deus da glória gera, na alma do ser humano, o reconhecimento da benignidade divina. Por isso, os lábios do salmista louvarão ao Senhor (Sl 63.3) e ele o bendirei enquanto viver (Sl 63.4), tendo o nome do Senhor erguido em suas mãos (Sl 63.4).

Aqui, podemos aprender com ele a respeito da disposição da alma em contemplar a glória do Senhor e bendizê-lo por toda a vida. Segundo o salmista, é possível viver essa realidade espiritual diante de um contexto completamente oposto à presença de Deus. Somente um verda­deiro avivamento espiritual, na vida do crente, é capaz de fazer isso.


3- Deus é o nosso auxílio.
O salmista também afirma que a sua alma se fartará com a presença de Deus e sua boca louvará ao Senhor da vida (Sl 63.5). Esse é o resultado da busca e da contemplação do Senhor. O salmista sabe que lembrar de Deus e meditar em sua Palavra é a garantia de auxílio, júbilo e segurança (Sl 63.6-8). Nada é tão consolador para uma vida avivada do que o crente ter Deus como auxílio, refúgio e fortaleza. Um verdadeiro avivamento pessoal promove a bênção da segurança divina na vida do crente.


SINOPSE I
O anseio e a busca sincera pela presença de Deus possibilitaram um avivamento na vida do salmista.


II- O AVIVAMENTO ESPIRITUAL DO CRENTE
1- Reservando uma agenda de piedade.
A luz do que aprendemos com o salmista, percebemos que há elementos imprescindíveis para que a vida do crente seja poderosamente avivada. São elementos que, ao longo das Escrituras e da história da Igreja, encontramos como modelo espiritual para o crente: a prática da oração e da leitura devo­cional das Escrituras. Primeiramente, é importante que o crente reserve um tempo ao longo do dia para desfrutar de períodos especiais em que cultive a vida devocional e, consequentemente, estreite a comunhão com Deus (Sl 55.17; Dn 6.10).


2- A prática da oração.
A Bíblia relata exemplos de homens que desenvolveram o hábito de oração ao longo do dia. Aqui citamos três: O salmista Davi tinha o costume de orar pelo menos três vezes ao dia (Sl 55.17); Daniel orava três vezes ao dia (Dn 6.10); Jesus, o nosso maior modelo de oração, orava intensamente no dia (Mt 26.36-44). Esse exercício diário de oração é um instrumento maravilhoso para o crente desenvolver uma vida espiritualmente avivada. Na Bíblia, muitos homens e mulheres de Deus venceram grandes batalhas porque tinham a prática diária de oração.


3- A leitura devocional da Bíblia.
O crente avivado deve ler e estudar diariamente a Bíblia. Isso é preciso para entender, absorver e viver seus preciosos ensinamentos. Além disso, os dias são maus e, por isso, devemos portar a “espada do Espírito” (Ef 6.17). Aliás, a Bíblia deve ser lida e estudada levando-se em conta os seguintes aspectos: ela nos permite meditar nas coisas de Deus (Sl 119.97); ela previne o nosso coração de pecar (Sl 119.11); ela nos consola (Sl 119.50); ela dirige a vida (Sl 119.105); e ordena a vida pessoal (Sl 119.133)


SINOPSE II
As disciplinas espirituais cristãs são características de um genuíno avivamento.


AUXÍLIO TEOLÓGICO
ENCHEI-VOS DO ESPÍRITO!
“Uma experiência contínua. Paulo encorajou os crentes a ‘encher-se [li­teralmente, ‘continuar sendo cheios’] do Espírito’ (Ef 5.18). Os versículos que se seguem são de interesse especial (vv.19.21). Eles dão diversos exemplos daquilo que irá demonstrar uma vida cheia do Espírito Santo:
(a) falar uns com os outros com salmos, hinos e canções espirituais;
(b) cantar e fazer música para o Senhor;
(c) sempre dar graças a Deus Pai por tudo, no nome de nosso Senhor Jesus Cristo;
(d) submeter-se uns aos outros em temor de Deus. Seguindo este último item está o tratamento extensivo dos relacionamentos de marido e mulher; de pais e filhos e de senhores e escravos (empregadores e empregados).

E assim claro que a vida verdadeira­mente cheia do Espírito inclui encorajamento de companheiros crentes (veja a passagem paralela em Cl 3. 16), adoração genuína, uma atitude reta com relação às circunstâncias e relações interpessoais adequadas. Carson comenta que a ordem de Paulo de ser cheio do Espírito ‘é vazia se Paulo não pensa que é perigosamente possível para os cristãos serem “vazios” do Espírito’.

Isso parece ser o pensamento, sob panorama diferente, por trás da admoestação de Paulo a Timóteo para despertar ‘o dom de Deus, que existe em ti pela imposição das minhas mãos’ (2 Tm 1.6; veja também 1 Tm 4.14)” (PALMA, Anthony D. O Batismo no Espírito Santo e com Fogo. Rio de Janeiro: CPAD, 2002, p.100-01).


III- A VIDA PESSOAL E FAMILIAR DO CRENTE AVIVADO
1- A vida pessoal.
O avivamento espiritual também traz consequências para a vida pessoal. Não por acaso, a Palavra de Deus alerta para “ter cuidado” consigo mesmo, da “doutrina” e “perseveran­ça” a respeito do que se tem aprendido (1Tm 4.16). Em suma, claramente há uma direção da Palavra de Deus para desenvolver aspectos relevantes em nossa vida pessoal: integridade (Mt 5.37; Tg 2.12); prudência no falar e no agir (Pv 25.11; Ec 3.1,7); cuidado na saúde física e emocional (3 Jo 1.2).


2- A vida com o cônjuge.
Uma vida matrimonial pode e deve ser vivida no Espírito de Deus. Uma vida avivada no Espírito tem como consequência básica: o amor e a submissão (Ef 5.22,25-27); a demonstração de carinho e afeto (Pv 31.29; Ct 1.16; 4.1); uma comunicação eficiente e atenta (Tg 1.19; Pv 18.13,20). Portanto, uma vida de bênção no lar é consequência, como lemos em Efésios 5 e 6, de uma vida cheia do Espírito Santo (Ef 5.18-21).


3- A vida com os filhos.
Um crente avivado da atenção ao seu relaciona­mento com os filhos. Aqui, há cuidados indispensáveis para uma vida cristã avivada e feliz no relacionamento entre pais e filhos: o afeto (Fp 2.1,2; Sl 2.12); os cuidados espirituais (Dt 11.18-21); o hábito do culto doméstico (Sl 78.1-9); o relacionamento cristão com os filhos (Ef 6.4; Cl 3.21); a disciplina dos filhos (Hb 12.7; Pv 19.18; Jr 31.20).


4- Os efeitos do avivamento na vida pessoal.
O crente avivado e alegre (Ed. 3.11-13). A alegria do Senhor produz fortalecimento espiritual no interior do crente fiel, em todas as situações da vida e, por isso, ele é forte (Ne 8.10). Semelhantemente a Sadraque, Mesaque, Abede-Nego e Daniel, o crente avivado não teme a morte (Dn 3.12; 19-26; Dn 6.1-10). E, finalmente, o crente avivado é santo, uma condição indispensável para ver Deus, pois sem santificação ninguém verá O Senhor” (Hb 12.14; 1 Pe 1.15,16).


SINOPSE III
O caráter e o testemunho exemplar são frutos de uma vida cristã avivada.


AUXÍLIO TEOLÓGICO
O FRUTO DO ESPÍRITO SANTO
Jesus utilizou a analogia da videira para ensinar a relação necessária que deve existir entre o Espírito Santo e o crente para que a sua semelhança com Cristo seja notória nele. É o Espírito Santo que produz o fruto espiritual em nós quando nos rendemos sem reservas a Ele. Isso abrange nosso espírito, alma e corpo e todas as faculdades que os constitui. […] O fruto do Espírito é o caráter de Cristo produzido em nós para que em nosso viver o demonstramos ao mundo” (GILBERTO, Antonio. O Fruto do Espírito. Rio de Janeiro: CPAD, 2019, pp.15-37).


CONCLUSÃO
Nos Salmos, podemos ver como Davi demonstrou uma realidade de forma bem expressiva de um avivamento espiritual diante de Deus. Assim, todo crente pode ter uma vida pessoal avivada, desde que em todos os momentos e lugares, esteja em comunhão estreita com o Senhor.


REVISANDO O CONTEÚDO
1- Qual é o anseio do salmista?
R. O salmista também tinha o anseio em ver a “fortaleza” e a “glória” de Deus, como ele pode contemplar no santuário (Sl 63.2).



2- O que o salmista afirma em Salmos 63.5?
R. O salmista também afirma que a sua alma se fartará com a presença de Deus e sua boca louvará ao Senhor da vida (Sl 63-5).



3- Quais elementos encontramos como modelo espiritual para o crente?
R. A prática da oração e da leitura devocional das Escrituras.



4- Por que o crente avivado deve ler e estudar a Bíblia?
R. O crente avivado deve ler e estudar diariamente a Bíblia porque é preciso para entender, absorver e viver seus preciosos ensinamentos.



5- Quais aspectos relevantes devem ser desenvolvidos em nossa vida pessoal?
R Em suma, claramente há uma direção da Palavra de Deus para desenvolver aspectos relevantes em nossa vida pessoal: integridade (Mt 5.37; Tg 2.12); prudência no falar e no agir (Pv 25.11; Ec 3.1,7); cuidado na saúde física e emocional (3Jo 1.2).




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Não dizeis vós que ainda há quatro meses até que venha a ceifa? Eis que eu vos digo: Levantai os vossos olhos, e vede as terras, que já estão brancas para a ceifa.
João 4:35.
Volte sempre e traga mais gente se Deus tocar fique com a gente.
Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.
2 Timóteo 2.15.