5 de agosto de 2022

Plano de Aula Bíblica Adultos/ Cpad – Lição 06: A Sutileza das Ideologias contrárias à Família

 A paz do Senhor Jesus Cristo a todos que amam a palavra de Deus, sejam muito bem vindos.
O amor é maior motivação de nosso compromisso com Deus.
 Vejam estas sugestões abaixo:
Esses materiais vão te auxiliar.
Pesquise.
O conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação da vida de seus alunos e isso é importante. procure ser criativo na exposição da aula.


A AULA VAI COMEÇAR
ANTES DA AULA
PLANO DE AULA
A família é um projeto especial de Deus. 
Em sua soberania ele estabeleceu fundamentos que trazem estabilidade a essa magna instituição: Monogamia, heterossexualidade e indissolubilidade. Esses valores blindam a família contra as sutilezas das novas configurações familiares que estão calcadas em ideologias malignas. Assim, nesta lição aprenderemos os princípios bíblicos de uma família sólida que vive na presença de Deus.

APRESENTAÇÃO DA LIÇÃO
A) Objetivos da Lição:
I) Abordar a família como um projeto especial de Deus;
II) Elencar os fundamentos da família cristã;
III) Esclarecer as sutilezas da nova configuração familiar;
IV) Apontar os princípios bíblicos para uma família sólida.

B) Motivação:

Vivemos numa época desafiadora. Novas ideologias têm promovido a “normalização” de novas configurações familiares que nada tem a ver com 0 propósito de Deus. Como cristãos, de que forma devemos nos comportar diante dessas novas modalidades de união?

C) Sugestão de Método:
Uma das características da faixa etária do adulto é que ele aprende quando deseja. Nesse sentido, a dinâmica da Escola Dominical segue o princípio da voluntariedade. 
A presença do aluno no domingo pela manhã, ou em outro dia noutras localidades, traz com ele a predisposição para aprender. Por isso, sua aula deve ser bem planejada, estruturada e pensada. Se o aluno está disposto a aprender não podemos perder a oportunidade de ensinar bem. 
Assim sendo, ao longo da aula procure envolver a classe de maneira que a participação dela seja representada. 
Faça perguntas, peça para alguém resumir um subtópico, corrija o questionário com a classe.

CONCLUSÃO DA LIÇÃO
A) Aplicação: 
A nossa família é o bem maior que Deus nos deu. Nesse sentido, a lição nos convida a um compromisso com Ele e a nossa família. Incentive a classe a orar pela família, a estabelecer uma meta de ensinar a Palavra de Deus sistematicamente e a cultivar os valores da Bíblia no lar. É tempo de buscar a presença de Deus em família. É tempo de viver na presença do Espírito Santo em família.

SUBSÍDIO AO PROFESSOR
A) Revista Ensinador Cristão. 
Vale a pena conhecer essa revista que traz reportagens, artigos, entrevistas e subsídios de apoio à Lições Bíblicas Adultos. Na edição 91, p.39, você encontrará um subsídio especial para esta lição.
B) Auxílios Especiais: 
Ao final do tópico, você encontrará auxílios que darão suporte na preparação de sua aula:
1) O texto “ O Conceito Cristão de Família” é uma reflexão que expande o primeiro tópico a respeito da família como projeto de Deus;
2) O texto “Os Deveres da Família Cristã” traz uma proposta de aplicação dos papéis exercidos pelos membros da família.

 Momento do louvor
Cante: 
Movimente-se cante com alegria .
Ensine como devemos adorar a Deus e porque devemos.
Crédito endereço na descrição dos vídeos:
ABRAÃO E SEU SACRIFÍCIO-380 HARPA CRISTÃ Carlos José


HINO DE NÚMERO 333 (O CÉU É O MEU LAR) HARPA CRISTÃ


Harpa Cristã, Nº 266 Resgatados Fomos

•Tenha todo o material da aula à mão para que não haja interrupções.

· Receba seus alunos com muito amor e alegria. Aqueles que tem faltado, mostre o quanto faz falta. O quanto é especial.

- Perguntem como passaram a semana.

- Escutem atentamente o que eles falam.

- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.

- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.· 
Ore com sua turma por sua aula. 
Observe se á algum pedido especial, pois as vezes pode ter acontecido algo com eles, e a sua oração, será aquilo que pode deixar tranquilo e confiante em Deus.
 Apresentem o título da lição:
A Sutileza das Ideologias contrárias à Família


Tenham uma excelente e produtiva aula!
Para iniciar, apliquem a:
Dinâmica: Ele e Ela
Objetivo: 
Estudar sobre o modelo bíblico para o casamento: monogâmico e heterossexual.

Material:
01 tesoura

Nomes de casais da Bíblia digitados( os nomes devem estar lado a lado, por exemplo ADÃO EVA)

Vejam esta lista de 20 casais:

Adão e Eva, Abraão e Sara, Isaque e Rebeca, Sansão e Dalila, Elcana e Ana, Jacó e Raquel, Boaz e Rute, Zacarias e Isabel, José e Maria, Ananias e Safira, Áquila e Priscila, Acabe e Jezabel, Amã e Zeres, Assuero e Ester, Nabal e Abigail, Elimeleque e Noemi, Moisés e Zípora, José(governador) e Azenate, Esaú e Judite e Davi e Mical.

Procedimento:
- Falem que vocês vão realizar agora uma atividade para introcuzir o tema sobre o casamento bíblico.

- Observem o número de alunos, pois é importante que a quantidade seja par. Se um aluno sobrar, um professor pode formar dupla com ele.
- Observem estas orientações abaixo para a formação de pares(casais bíblicos):

Alternativa 01:

Se vocês tiverem 20 alunos, vocês formarão 10 casais. Daí, a importância de só cortar os nomes dos membros que formam o casal, quando tiver certeza da quantidade.

Cuidado para não distribuir nome de um membro de um casal e não haver o seu par, por exemplo: alguém recebeu o nome DAVI e ninguém recebeu MICAL.

Vocês podem indagar: E se minha classe for só de mulheres, ou só de homens, ou mesmo mista e não conseguir formar casal mulher com homem?

A ideia aqui é a formação de casais da Bíblia, não tem ou não deve haver qualquer conotação de formação de casais do mesmo sexo.

Alternativa 02:

Se sua classe for de mulheres, entregar apenas nomes femininos para as alunas. O nome do par masculino correspondente, vocês colocam em cima de uma mesa para as alunas procurarem.

Se sua classe for de homens, entregar apenas nomes maculinos para as alunos. O nome do par feminino correspondente, vocês colocam em cima de uma mesa para os alunos procurarem.

- Agora, solicitem para que formem os pares, por exemplo: Zacarias deve procurar Izabel e vice-versa etc.

- Quando os casais estiverem formados, organizem todos os pares em um círculo.

- Peçam para que os casais se apresentem, falando: Eu sou Ananias, eu sou Safira...

- Falem: O que vocês observam desta formação dos casais?

Aguardem as respostas.

Espera-se que os alunos apontem que cada casal é formado por homem e mulher.

- Falem que este é o modelo de casamento bíblico e em seguida leiam:

“E criou Deus o homem à sua imagem; á imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou” (Gn 1.27).

“Portanto, deixará o varão o seu e a sua mãe e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne” (Gn 2.24).
- Agora, iniciem o estudo sobre o casamento bíblico.
Fonte da dinâmica por Sulamita Macêdo/blog//atitudedeaprendiz.blogspot.com.




TEXTO ÁUREO
  Gênesis 2.18.
E disse O Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só;far-lhe–ei uma adjutora que esteja como diante dele.


VERDADE PRÁTICA
Dentre os muitos perigos que a sociedade contemporânea enfrenta estão aqueles de natureza ideológica que planejam destruir a família.


  LEITURA DIÁRIA
Segunda – Mt 19.6
A família e a união indissolúvel entre homem e mulher.

Terça – Gn 2.24
A família como célula mater da sociedade.

Quarta – 1 Tm 3.2
A monogamia como princípio bíblico do casamento.

Quinta – Gn 2.23
O valor e o devido reconhecimento da mulher.

Sexta – Pv 31.15-18
A virtude da mulher na família e na sociedade.

Sábado – Dt 6.6-9
A família e transmissão de valores para os filhos.


LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
  Gênesis 2.18-24
8 – E disse o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só;far-lhe-ei uma adjutora que esteja como diante dele.
19 – Havendo, pois, o Senhor Deus formado da terra, todo animal do campo e toda ave dos céus, os trouxe a Adão, para este ver como lhes chamaria; e tudo o que Adão chamou a toda a alma vivente, isso foi o seu nome.
20 – E Adão pôs os nomes a todo o gado, e às aves dos céus, e a todo animal do campo; mas para o homem não se achava adjutora que estivesse como diante dele.
21 – Então, o Senhor Deus fez cair um sono pesado sobre Adão, e este adormeceu; e tomou uma das suas costelas e cerrou a carne em seu lugar.
22 – E da costela que o Senhor Deus tomou do homem formou uma mulher; e trouxe-a a Adão.
23- E disse Adão: Esta é agora osso dos meus ossos e carne da minha carne; esta será chamada varoa, porquanto do varão foi tomada.
24 – Portanto, deixará o varão o seu pai e a sua mãe e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne.






INTRODUÇÃO
Nesta lição mostraremos que a família é um projeto de Deus e que há valores fundamentais sobre os quais ela está edificada. Tratamos aqui também dos perigos que rondam a família cristã. Velhas práticas como a infidelidade conjugal, bem como os modelos alternativos de construção familiar são perigos que demandam nossa atenção Contudo, há uma narrativa que faz passar a infidelidade conjugal como algo natural e normal. Mudou-se o rótulo, mas o veneno continua mortífero. Por outro lado, os pais devem ter cuidado a respeito das novas distorções da sexualidade como a teoria genderqueer. Vigiemos.


Palavra-Chave:
FAMÍLIA


I – FAMÍLIA, PROJETO DE DEUS
1- Uma instituição divina.
Quando consultado pelos fariseus sobre a questão do divórcio, Jesus respondeu: “Portanto, o que Deus ajuntou não separe o homem” (Mt 19.6b). Ao dizer que ninguém separasse o que Deus havia ajuntado, nosso Senhor se referia a constituição familiar. E mais, com essa fala, Jesus reconheceu que a família é uma instituição divina. Foi Deus, e não o homem, que a criou. A família, portanto, é criação de Deus. Esse fato mostra a importância que a família tem no projeto de Deus para a humanidade. Ora, Ele tem um projeto para a humanidade e nele Deus inclui a família; Ele tem um plano para a Igreja, e nele Deus também inclui a família.


2- A célula mater da sociedade.
No contexto social, a família é a primeira instituição a ser estabelecida (Gn 2.24). Ela é a célula mater da sociedade, ou seja, na base da sociedade está a família. Na verdade, não poderia haver sociedade ou vida social sem a existência da família. Esse fato é de suma importância para interpretar corretamente qualquer fenômeno social. Não há dúvida de que a desagregação da família moderna está no topo dos principais problemas sociais ora presenciados.


SINOPSE I
A família é uma instituição divina e, por isso, é a célula mater da sociedade.


AUXÍLIO VIDA CRISTÃ
O CONCEITO CRISTÃO DE FAMÍLIA
“O casamento cristão pressupõe a formação de uma nova família e, como resultante, o nascimento de filhos. Está inserida na criação dos filhos, a responsabilidade familiar de prover o sustento e todo o cuidado indispensável para o desenvolvimento do ser humano. Por conseguinte, entre outros deveres e obrigações do casal, inclui-se o planejamento familiar. A Declaração de Fé das Assembleias de Deus professa que ‘a família é uma instituição criada por Deus, imprescindível à existência, formação e realização integral do ser humano, sendo composta de pai, mãe e filho(s) – ‘quando houver’. Reitera ainda a Declaração que o ‘pai e a mãe integram, de forma originária, determinante e estruturante, a família, e a eles a Bíblia impõe o dever de sustentar, formar, disciplinar os filhos e instruí-los moral e espiritualmente” (BAPTISTA, Douglas. Valores Cristãos: Enfrentando as questões morais de nosso tempo, l.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2018, p.102).


II – FUNDAMENTOS DA FAMÍLIA CRISTÃ
1- O casamento monogâmico e heterossexual.
No contexto do Novo Testamento, o casamento é monogâmico, isto é, o indivíduo só pode ter um cônjuge. A poligamia era muito praticada no mundo antigo, inclusive no contexto do Antigo Testamento. Contudo, no Novo Testamento o princípio da monogamia não era apenas ensinado, mas, sobretudo, exigido (1 Tm 3.2). A poligamia, portanto, deve ser rejeitada como uma forma distorcida e pervertida da construção familiar. Da mesma forma, o casamento bíblico é heterossexual, isto é, constituído por um homem e uma mulher. Quando Deus criou o primeiro casal os chamou de macho e fêmea (Gn 1.27). Por isso, Jesus disse que Deus criou homem e mulher (Mt 19.4). Isso mostra que o gênero é baseado no sexo biológico. Não há um terceiro sexo. Biblicamente, o casamento deve e precisa ser heterossexual – constituído por um macho e uma fêmea, um homem e uma mulher.


2- O casamento indissolúvel e confessional.
Outro princípio do casamento bíblico é que ele é indissolúvel. Jesus disse que o que Deus ajuntou não separe o homem (Mt 19.6). O casamento bíblico é feito para durar. Já foi dito neste trimestre que Jesus reconheceu a cláusula de exceção, o adultério, como um acontecimento que pode pôr fim ao casamento (Mt 19.9). Nesse caso há ainda a possibilidade do perdão por parte do cônjuge traído, o que faz com que o casamento não seja dissolvido. Há ainda a questão do abandono por parte do não crente, que, segundo o apóstolo Paulo, deixaria o cônjuge abandonado não sujeito à servidão (1 Co 7.15). Contudo, deve-se observar que essas são exceções, e não a regra. Ainda, outro princípio importante para considerar no contexto do casamento cristão é a questão da confessionalidade. A Escritura preceitua que não deve haver união entre o crente e o incrédulo (2 Co 6.14).


SINOPSE II
Monogamia, heterossexualidade e indissolubilidade são fundamentos da família cristã.


III – A SUTILEZA DA NOVA CONFIGURAÇÃO FAMILIAR
1- Casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Em maio de 2011, o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu a união homoafetiva como núcleo familiar como qualquer outro. Isso porque não havia e nem há uma lei aprovada no Congresso Nacional que legisle sobre esse assunto. A partir do entendimento firmado pelo STF em maio de 2011, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou, em outubro daquele ano, que o mesmo reconhecimento se aplicava para os casamentos. Para evitar a falta de reconhecimento nos cartórios, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) publicou uma resolução em que regulamentava os trâmites e proibia os cartórios de recusar a celebração de casamento civil e a conversão da união estável em casamento entre pessoas do mesmo sexo. Essa nova configuração familiar dada pela justiça brasileira provocou reações entre os cristãos, principalmente os evangélicos. Ora, entendemos que a família é formada por homem e mulher, conforme definida na Bíblia, e não entre duas pessoas do mesmo sexo (cf. Gn 2.24). O próprio Jesus afirmou que, no princípio, Deus fez macho e fêmea (Mt 19.4).


2- Sexualidade não-binária.
Uma pessoa “não-binária” é aquela que não se percebe como pertencendo a um único gênero. Nesse aspecto, ela acredita que a expressão de gênero não se limita ao sexo masculino e feminino. Essa pessoa é genderqueer. Assim uma pessoa não-binária pode achar que não é homem ou mulher. Nesse caso, teria uma ausência de gênero, ou ainda pode achar que é as duas coisas ao mesmo tempo. Isso significa que mesmo tendo o órgão genital de determinado sexo não se reconhece dentro desse gênero. Evidentemente que isso contradiz a forma de expressão da sexualidade conforme revelada na Bíblia (Lv 18). É também uma negação das leis biológicas que define os sexos masculinos e femininos.


SINOPSE III
A nova configuração familiar se caracteriza pela normalização do “casamento” entre pessoas do mesmo sexo e da sexualidade não-binária.


IV – PRINCÍPIOS BÍBLICOS PARA UMA FAMÍLIA SÓLIDA
1- O papel dos pais.
Os pais têm um papel preponderante na base da formação familiar. Isso significa dizer que os pais têm a missão de transmitir valores a seus filhos (Dt 6.6-9). A educação dos filhos, portanto, deve tomar como princípios os valores ensinados pela Palavra de Deus, a Bíblia (Pv 1.8,9). A crise atual da família é uma crise de valores. Onde há desestruturação familiar, a ausência de valores fortes predomina. Nesse aspecto, de alguma forma, os pais falharam em transmitir ou incutir na formação dos filhos aquilo que os definiria como verdadeiros cidadãos dos céus. No meio dessa guerra cultural, na qual se procura a desconstrução da identidade cristã, não dá para ser neutro. Todos os pais compromissados com a família e a sociedade na qual vivem têm o dever moral de dar a conhecer a seus filhos o que Deus estabeleceu como modelo para a família cristã.


2- O papel da igreja.
Alguém já disse que famílias fortes fazem igrejas fortes. Contudo, o inverso também reflete a verdade – igrejas fortes fazem famílias igualmente fortes. Na verdade a igreja, que é uma extensão familiar bem mais ampla, já que é constituída de várias famílias, é uma entidade terapêutica onde a família pode ser curada. É missão da igreja também curar uma sociedade doente (1 Pe 2.9-10). Por outro lado, uma igreja doente, não acolhedora e distante da sociedade, não está cumprindo a missão para a qual foi chamada. É preciso atenção para isso. Uma família cristã sadia tem na igreja uma forte base espiritual. A igreja faz parte de sua vida. Isso significa que uma família forte faz parte ativamente da igreja. Evidentemente que os filhos devem ser criados nesse contexto onde os valores cristãos são transmitidos.


SINOPSE IV
Os pais e a igreja têm papéis importantes na manutenção dos valores da família.


AUXÍLIO VIDA CRISTÃ
“OS DEVERES DA FAMÍLIA CRISTÃ
Em sua Epístola aos Efésios, Paulo trata dos deveres dos maridos, das esposas e dos filhos (Ef 5.21-33; 6.1-4). Como fundamento para esses deveres, o apóstolo estabelece a regra da sujeição mútua (Ef 5.21). Nem o marido é sem a mulher e nem a mulher é sem o marido (1 Co 11.11). No texto bíblico, as mulheres recebem a incumbência de serem submissas aos esposos (Ef 5.22), os maridos são exortados a amar suas mulheres do mesmo modo como Cristo amou a Igreja (Ef 5.25), e os filhos são orientados a obedecer e honrar pai e mãe (Ef 6.1,2). Uma família cristã que observa esses princípios vive em harmonia, e as deliberações são tomadas de comum acordo entre o marido e a mulher, cabendo a decisão final à cabeça do lar (Ef 5.23). Não obstante, as decisões do âmbito do lar têm como pressuposto o amor, e não a arbitrariedade ou autoritarismo” (BAPTISTA, Douglas. Valores Cristãos: Enfrentando as questões morais de nosso tempo. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2018, p.109).


CONCLUSÃO
Chegamos ao final de mais uma lição bíblica. Vimos que a família está sob ataque. Desvios sutis procuram desconstruir o projeto da família tradicional. Velhas práticas, como a do adultério, estão sendo “vendidas” para as famílias como normal e, até mesmo, necessário para “turbinar” o relacionamento. Um engodo do Diabo. Nesse contexto de desconstrução familiar, os pais devem, mais do que nunca, firmar e inculcar nos filhos os valores da fé que uma vez foi entregue aos santos.


REVISANDO O CONTEÚDO
1- O que Jesus respondeu aos fariseus, quando consultado sobre o divórcio?
R.  Quando consultado pelos fariseus sobre a questão do divórcio, Jesus respondeu: “Portanto, o que Deus ajuntou não separe o homem” (Mt 19.6b).



2- O que a família é no contexto social? 
R.  No contexto social, a família é a primeira instituição a ser estabelecida (Gn 2.24). Ela é a célula mater da sociedade, ou seja, na base da sociedade está a família.



3- Quais os fundamentos da família cristã? 
R.  Monogamia, heterossexualidade e indissolubilidade são fundamentos da família cristã.



4- O que é uma pessoa não-binária? 
R.  Uma pessoa “não-binária” é aquela que não se percebe como pertencendo a um único gênero.



5- Qual o papel dos pais? 
R.  Os pais têm um papel preponderante na base da formação familiar. Isso significa dizer que os pais têm a missão de transmitir valores a seus filhos (Dt 6.6-9).



VOCABULÁRIO
Incutir: Infundir, introduzir, suscitar, inspirar.
Trâmites: Procedimentos para determinado fim; o que conduz a algum ponto.
União estável: Instituto jurídico que estabelece legalmente a convivência entre duas pessoas, tornando essa união similar ao casamento civil.




Adultos: Lições Bíblicas, Dinâmicas, Subsidio: Arquivo

Não dizeis vós que ainda há quatro meses até que venha a ceifa? Eis que eu vos digo: Levantai os vossos olhos, e vede as terras, que já estão brancas para a ceifa. João 4:35.
Volte sempre e traga mais gente se Deus tocar fique com a gente.
Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade. 2 Timóteo 2.15.

Plano de Aula Bíblica Jovens/Cpad – Lição 06: Quem segue a Cristo compreende o reino de Deus

✋ A paz do Senhor Jesus Cristo a todos que amam a palavra de Deus, sejam muito bem vindos.
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A AULA VAI COMEÇAR
ANTES DA AULA
PLANO DE AULA
RESUMO DA LIÇÃO
A compreensão clara do que seja o Reino de Deus é fundamental para todo aquele que deseja seguir a Jesus.

Prezado(a) professor(a), na lição deste domingo procure enfatizar que a compreensão clara do que seja o Reino de Deus é fundamental para todo aquele que deseja seguir a Jesus. Será que temos tal compreensão? Será que estamos trabalhando para manifestar, de modo efetivo, o Reino a esta geração? Como filhos(as) de Deus temos o dever de colaborar para que o Evangelho de Cristo alcance todas as tribos e nações da Terra. Precisamos fazer tudo que estiver ao nosso alcance para pregar as Boas Novas, pois em breve Jesus voltará para buscar a sua Igreja e aqueles que são seus. Temos uma missão urgente para cumprir.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
-  Escreva no quadro as palavras Reino de Deus. Pergunte aos alunos o que vem à mente deles quando ouvem estas palavras. -  --  Ouça os alunos com atenção. 
-  Em seguida, explique que “os fariseus perguntaram a Jesus quando o Reino de Deus viria, não sabendo que já havia chegado. O Reino de Deus não é como um reino terreno, geográfico e politicamente limitado. Começa com o trabalho do Espírito de Deus na vida e nos relacionamentos das pessoas. Assim, devemos evitar olhar para instituições ou programas em busca de evidências do progresso do Reino de Deus. 
-  Devemos procurar conhecer o que Deus está trazendo no coração das pessoas”.
 (Extraído da Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal, CPAD, p. 1389).

 Momento do louvor
Cante:
Movimente-se cante com alegria .
Ensine como devemos adorar a Deus e porque devemos.
Crédito endereço na descrição dos vídeos:
BUSCAI PRIMEIRO - Vencedores por Cristo - Letra - YouTube


DEUS ESTÁ AQUI - CORINHOS #10


Jesus Cristo Mudou Meu Viver


A ALEGRIA ESTÁ NO CORAÇÃO | CD JOVEM | MENOS UM

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- Perguntem como passaram a semana.

- Escutem atentamente o que eles falam.

- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.

- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.· 

Ore com sua turma por sua aula. 
Observe se á algum pedido especial, pois as vezes pode ter acontecido algo com eles, e a sua oração, será aquilo que pode deixar tranquilo e confiante em Deus.
👉 Apresentem o título da lição:
 Quem segue a Cristo compreende o reino de Deus
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Tenham uma excelente e produtiva aula!
TEXTO PRINCIPAL 
Romanos 14.17
Porque o Reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo.


  LEITURA SEMANAL
SEGUNDA – 1 Co 2.4
O Reino é simples.

TERÇA – Lc 17.20
O Reino não é produto humano.

QUARTA – Cl 1.15
Os santos creem no invisível.

QUINTA – Mc 9.50
Todo cristão é moderado.

SEXTA – Rm 15.5
Quem vive para o Reino tem paciência.

SÁBADO – Sl 89.14
O Reino é de justiça.


OBJETIVOS
- MOSTRAR o que é o Reino de Deus;
- SABER o que não é o Reino de Deus;
- COMPREENDER que precisamos viver de acordo com o Reino de Deus.


TEXTO BÍBLICO
  Lucas 17.20-25
20 E interrogado pelos fariseus sobre quando havia de vir o Reino de Deus, respondeu-lhes e disse: O Reino de Deus não vem com aparência exterior.
21 Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Ei-lo ali! Porque eis que o Reino de Deus está entre vós.

22 E disse aos discípulos: Dias virão em que desejareis ver um dos dias do Filho do Homem e não o vereis.
23 E dir-vos-ão: Ei-lo aqui! Ou: Ei-lo ali! Não vades, nem os sigais.
24 Porque, como o relâmpago ilumina desde uma extremidade inferior do céu até à outra extremidade, assim será também o Filho do Homem no seu dia.
25 Mas primeiro convém que ele padeça muito e seja reprovado por esta geração.


Bíblia online
Bíblia sagrada online


INTRODUÇÃO
Quanto tempo e energia as pessoas perdem confundindo preferências pessoais com o Reino de Deus.
Muitos, erroneamente, não desejam mais congregar, quando nossa vocação é para servir a Cristo em uma igreja. Vamos refletir, nesta lição, a respeito do que é o Reino de Deus, suas características e importância em nossas vidas, como membros do Corpo de Cristo.


I- O QUE É O REINO DE DEUS
- A simplicidade do Evangelho do Reino.
O Reino de Deus é uma experiência simples  (1 Co 2.4),
 descomplicada (Mt 10.16), porém nunca simplória, franqueada a todas as filhas e filhos de Adão. Nas palavras de Jesus, o ingresso no Reino está disponível a todos (Jo 7.37-39). 

Jesus sempre fez da transmissão do Evangelho uma experiência acessível a todos, desde o mais erudito religioso até o mais iletrado pecador, pois os pressupostos para seguir a Jesus não são altas habilidades cognitivas, mas a humildade (Mt 18.4).


2- A miserável condição dos fariseus. 
Jesus estava diante dos religiosos de sua época, mas eles eram incapazes de percebê-Lo. Aqueles indivíduos não conseguiam acreditar que o filho de um simples carpinteiro (Mt 13.55). proveniente de Nazaré (Jo 1.46), pobre (2 Co 8.9) poderia ser o Messias divino. Eles esperavam alguém de sucesso que desejasse o trono de César e não uma cruz de pecador. Por isso, o Mestre afirma em Lucas 17.20 que o Reino não era produto de uma conjuntura político humana, ou seja, sua presença e efeitos não poderiam ser mensurados por critérios humanos como sucesso financeiro ou adesão popular, mas por princípios intangíveis como amor e misericórdia. Os membros dos partidos religiosos da época de Jesus, trabalhavam hipocritamente, esforçavam-se para serem vistos como piedosos e santos, quando não passavam de profanos cegos por poder, surdos para o clamor de socorro da sociedade, incapazes de fazer qualquer bem às filhas e filhos de Deus (Mt 23.4).


3- O “agora” e o “porvir” do Reino de Deus.
Para os incrédulos, o Reino de Deus é só uma promessa lançada ao vento, para os discípulos de Cristo é uma realidade encarnada e já vivenciada hoje. Os fariseus, assim como os discípulos de Jesus, em determinado momento de suas jornadas, não tinham maturidade espiritual suficiente para perceber que a transformação prometida pelos profetas no Antigo Testamento não iniciaria com uma mudança governamental, como a restauração política de Judá, mas com a libertação dos corações da opressão do Inferno (Jo 14.8,9). O problema de muitos dos crentes carnais é exatamente este: como eles são afeitos às manifestações exteriores (Mt 23-5-7). sua compreensão do Reino também é refém de sinais materiais (Lc 17.21). Só os santos vêem o invisível (Cl 1.15).


PENSE! 
O Reino de Deus é dos humildes.


PONTO IMPORTANTE!
Que venhamos a desejar somente o Reino.


SUBSÍDIO 1
Prezado(a) professor(a), inicie o tópico fazendo a seguinte pergunta: O que é o Reino de Deus? Incentive a participação e ouça os alunos com atenção. Depois explique que “é um conjunto de todas as bênçãos, promessas e alianças que o Todo-Poderoso, de conformidade com os seus conselhos, destinou aos que recebem a Cristo Jesus. O Reino de Deus não é apenas um lugar: é um estado de imensuráveis bem-aventuranças. O Reino de Deus não pode ser limitado nem pelo espaço nem pelo tempo. É o plano de Deus em ação, operando em favor dos que hão de herdar a vida eterna.” (ANDRADE. Claudionor Corrêa de. Dicionário Teológico. I3.ed. Rio de Janeiro: CPAD. 2004. p. 318.)


II- O QUE NÃO É O REINO DE DEUS
1- Não confunda o Reino de Deus com suas opiniões pessoais. Vivemos um tempo difícil, uma época de muitos desentendimentos. Assim como nos dias atuais, Paulo enfrentou um conflito entre grupos intolerantes em Roma. Nos capítulos 14 e 15 de Romanos, somos apresentados a um enorme alvoroço que se originou entre aqueles irmãos. O cerne de todo o problema era um debate a respeito da obrigatoriedade da observância de prescrições dietéticas pelos cristãos não judeus. Parte da igreja cristã em Roma entendia que era necessário se abster da ingestão de carne, por questões cerimoniais e culturais; já para outra parcela daquela igreja local, tal renúncia não passava de um exagero cerimonial sem valor. Como mediador desse conflito, Paulo sintetiza sua orientação em Romanos 15.2, não tomando partido de nenhum dos lados da disputa e lembrando de que o dever de todos era se edificar mutuamente em amor e humildade. Paulo não foi omisso, ele foi cristão, comedido, sábio e amoroso (Mc 9.50).


2- O Reino não deve sofrer: Jamais torne imprescindível o que é supérfluo.
Para o apóstolo, aquela igreja estava enfrentando uma perigosa situação. Não em virtude de uma questão alimentar, mas pela terrível confusão entre aquilo que é essencial e o que é fútil. Como já havia sido discutido no Concílio de Jerusalém, com o crescimento das igrejas cristãs e a rápida ampliação para outras culturas além da judaica, muito cedo a liderança apostólica entendeu que era necessário os crentes se absterem das coisas sacrificadas aos ídolos e do sangue, e da carne sufocada, e da fornicação (At 15.28,29). Paulo nada mais fez em Roma do que renovar entre aqueles irmãos as orientações basilares da boa convivência cristã: paciência (Rm 15.5), misericórdia (Rm 15.7) e empatia (Rm 15.14). Nossa missão é muito importante, não podemos perder tempo com provocações uns contra os outros (Gl 5.15), difamando os irmãos e gerando ataques mútuos.


3- O que importa é o Reino.
Mas por fim, o que é o Reino? São todas as ações originadas no amor, que promove justiça, paz e alegria para a glória de Deus. Nunca abandone a alegria que vem do Céu (Ne 8.10) por momentos efêmeros de prazeres fugazes.


PENSE!
O Reino acolhe as pessoas.


PONTO IMPORTANTE!
A unidade do Reino é bem diferente da padronização dos homens.


SUBSÍDIO 2
Professor(a), explique que “Jesus ensina que a natureza atual do reino de Deus é espiritual, e não material, nem política. ‘O Reino de Deus’ não vem com aparência exterior, não vem como poder político terrestre. Pelo contrário, está dentro dos corações dos crentes, no meio deles, e consiste em ‘justiça, e paz, e alegria no Espirito Santo’ (Rm 14.17). Ele se manifesta, ao vencermos, pelo poder do Espírito Santo, o poder do pecado, da enfermidade e de Satanás, e não pela conquista de reis e nações. Quando Jesus vier novamente a este mundo, o reino será visto com todo o seu poder e glória, quando Ele triunfar sobre reis e nações (Ap 11.5-18).” (Bíblia de Estudo Pentecostal Rio de Janeiro: CPAD, p. 1544.)


III- VIVENDO O REINO
1- Os “super apóstolos” e o império da morte.
Paulo constatou um grave problema na Igreja em Corinto: Um pernicioso grupo de indivíduos rebeldes, insubmissos e arrogantes (2 Co 11.5; 12.11), aqueles a quem Paulo denomina ironicamente de “super apóstolos”. Estes estavam promovendo crises relacionais e contendas por poder entre aqueles irmãos. Para o apóstolo, esses embusteiros, que se anunciavam como verdadeiros representantes de Deus, nada mais eram do que falsificadores da Palavra (2 Co 11.13). Na atualidade não é muito diferente, há os que se acham fiéis a Palavra de Deus, os quais vivem a semear contendas dentro da Igreja de Cristo.


2- O verdadeiro caráter do Reino.
Paulo, de uma forma eloquente, caracteriza o modo como devemos servir ao Reino de Deus. Nossos juízos acerca dos outros devem ser carregados da misericórdia de Cristo, caso contrário, não passam de acusações covardes e injustas contra as filhas e filhos de Deus. A vida no Reino é de doação, de dedicação ao outro, quem vive no egoísmo serve ao Maligno, nunca ao Altíssimo. É sempre importante destacar que, na medida em que o apóstolo afirmava as qualidades intrínsecas do Reino de Deus, ele estava, em 1 Coríntios 4, desmascarando o estilo de vida reprovável daqueles que, de modo arrogante, tentavam trazer confusão sobre os coríntios.


3- O poder do Reino.
Por fim, mas não menos importante, Paulo denuncia o caráter meramente retórico dos discursos daqueles crentes que estavam inchados (1 Co 4.18-20). Não nos esqueçamos: o Cristianismo é uma experiência espiritual mediada pela Palavra, todavia, a encarnação do Verbo é um fundamento inamovível de nossa fé (Jo 1.1-3). O convite para ser discípulo de Cristo aponta para uma vida na qual as palavras demonstram sua força e validade ao tocarem o mundo. Nosso Cristo não foi apenas um reprodutor de histórias, Ele viveu tudo o que pregou e fez, de cada instante de sua vida, uma maneira de glorificar ao Pai e proclamar o Reino. Nós, como cristãos, fomos convocados a uma missão evangelística que segue os mesmos princípios que foram apresentados pelo nosso Salvador. Nossa pregação deve ser complementada com os sinais que foram apontados pelo próprio Cristo (Mc 16.15-18). As palavras que portamos tem poder para mudar a realidade, o mundo, aqui e agora.


PENSE!
Os arrogantes não podem ser representantes do Reino.


PONTO IMPORTANTE!
O Reino de Deus muda o mundo.


PROFESSOR(A), Jesus “é interrogado pelos fariseus sobre quando havia de vir o Reino de Deus” (Lc 17.20). Os fariseus ouviram e sentiram as repreensões afiadas de Jesus. Ouviram seus ensinos e perceberam as muitas indicações de que Ele era o Messias, e também viram a manifestação do seu poder miraculoso. Mas Cristo não cumpriu as expectativas que eles alimentavam em relação ao Messias, e esta era para eles a prova positiva de que não seria Ele” (Comentário Bíblico Beacon. Vol. 7. Rio de Janeiro: CPAD, p. 464).


SUBSÍDIO 3
“Passagens nas epístolas revelam que o governo de Deus na terra hoje é eficaz somente entre aqueles foram libertos das trevas e transferidos para o Reino de seu Filho (Cl 1.13). O Reino de Deus existe no presente onde os cristãos estão vivendo em sujeição à vontade de Deus, onde o seu poder está produzindo vidas transformadas (1 Co 4.20). O Reino de Deus não é uma questão de conseguir o que se quer comer e beber, mas uma questão de conduta íntegra, de se ter paz e harmonia com outros crentes, e alegria inspirada pelo Espírito Santo (Rm 14.17). Paulo estava aparentemente se opondo às ideias materialistas que os judeus de seus dias possuíam com respeito ao esperado reino messiânico.” (Dicionário Bíblico Wycliffe. Rio de Janeiro: CPAD. 2006, pp. 1660.1661.)


CONCLUSÃO
Como servos do Reino de Deus, nosso dever é colaborar para manifestar o rosto de Cristo nesta geração. Logo, não cabe a nós os muitos desentendimentos. As divergências são naturais entre os seres humanos, mas falta de comunhão não pode existir entre nós, Não podemos esquecer de que as palavras que portamos tem poder para mudar a realidade, o mundo, aqui e agora.


HORA DA REVISÃO
1- Apresente três características fundamentais do Reino de Deus. R. Simplicidade, generosidade e universalidade.



2- O que não é o Reino?
R. Futilidades, opiniões pessoais e arrogância.



3- O que é o Reino?
R. “É um conjunto de todas as bênçãos, promessas e alianças que o Todo-Poderoso, de conformidade com os seus conselhos, destinou aos que recebem a Cristo Jesus” (Claudionor de Andrade).



4- Existem discípulos egoístas no Reino?
R.Não! A vida no Reino é de doação, de dedicação ao outro, quem vive no egoísmo serve ao maligno, nunca ao Altíssimo.



5- Que relação devemos fazer entre Reino de Deus e poder?
R. O Evangelho do Reino sempre é promotor de ações e atitudes que mudam o mundo. O Reino não é feito de palavras fúteis, mas de poder transformador.


Para concluir a apliquem a:
Dinâmica: Pertenço ao Reino
Objetivos:
- Esclarecer que a Igreja é uma expressão do Reino de Deus.
- Enfatizar a importância de estar inserido na Igreja como parte integrante do corpo de Cristo.
Material:
O1 quebra-cabeças com figura de Igreja

Colem a figura da Igreja numa cartolina, façam o desenho das peças do quebra-cabeça de acordo com o número de alunos da classe e depois recortem cada peça.

Procedimento:

– Distribuam as peças para os alunos(cada aluno deverá receber uma peça).

– Em seguida, peçam para que os alunos montem o quebra-cabeça.

– Após a montagem, perguntem: O que vemos?

Um quebra-cabeça com uma figura de igreja.

Cada parte desta figura foi colocada por vocês.

– Depois, trabalhem as seguintes ideias:

Você é uma peça do quebra-cabeça, isto nos remete aos membros do corpo de Cristo, a Igreja, que deve estar em unidade, em comunhão para adorar, servir a Deus.

Uma peça do quebra-cabeça ganha importância e valor quando está no conjunto das outras peças, formando um todo, e passa a ter grau de pertencimento ao todo.

Reforcem a importância do jovem estar reunido numa igreja local, para receber o ensino da Palavra de Deus, fortalecer os relacionamentos, comunhão com o Senhor.

– Agora, enfatizem a importância de estar inserido na Igreja como parte integrante do corpo de Cristo e participar das atividades do reino, cumprindo a missão evangelizadora e social.
Fonte da dinâmica por Sulamita Macedo: Blogatitudedeaprendizblogspot.com.
EBD | 3° Trimestre De 2022 | CPAD – Revista Jovens – Tema: Imitadores de Cristo – Ensinos Extraídos das Palavras de Jesus e dos Apóstolos. 

  
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Não dizeis vós que ainda há quatro meses até que venha a ceifa? Eis que eu vos digo: Levantai os vossos olhos, e vede as terras, que já estão brancas para a ceifa. João 4:35.
Volte sempre e traga mais gente se Deus tocar fique com a gente.
Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade. 2 Timóteo 2.15.