3 de abril de 2021

Aula Bíblica Jovens Conectar+ Lição 01: O mistério dos Evangelhos

* A paz do Senhor 
* Vejam estas sugestões:
* Apresentem o título da lição: O mistério dos Evangelhos
* Façam a panorâmica do trimestre.
 Para iniciar a aula, utilizem a: 
Dinâmica: Os 04 evangelhos
Objetivo: 
Introduzir o estudo O mistério dos Evangelhos

Material:
Bíblia
½ folha de papel ofício e caneta para cada aluno
Procedimento:
- Solicitem aos alunos para escrever sobre o mistério dos evangelhos. Para isto, entreguem ½ folha de papel ofício para que eles.
Recolham e comecem a ler fazendo comparações entre os relatos.
- Falem: Vocês estão observando que a diferentes relatos de uma mesma aula? Uns apontam tal situação, outro não lembra de tudo etc.
Da mesma forma aconteceu com os 04 evangelhos, que relatam 04 pontos de vista de uma mesma realidade.
- Peçam para que os alunos abram a Bíblia, no índice do Novo Testamento e observem os nomes dos 04 primeiros livros.
Solicitem que eles falem os nomes e em seguida, escrevam no quadro ou cartolina:
Mateus
Marcos
Lucas
João
- Perguntem:
O que os evangelhos relatam?
Aguardem as respostas. 
Não esperem que os alunos falem sobre as diferenças entre eles, mas o que eles podem falar sobre Jesus, seu nascimento, vida e ministério.
- Falem: Vamos estudar nesta aula O mistério dos Evangelhos.
Lição:
* Trabalhem os pontos levantados na lição.
Texto de Referência
Lucas. 24.44-49

44 E disse-lhes: São estas as palavras que vos disse estando ainda convosco: Que convinha que se cumprisse tudo o que de mim estava escrito na lei de Moisés, e nos profetas e nos Salmos.

45 Então abriu-lhes o entendimento para compreenderem as Escrituras.

46 E disse-lhes: Assim está escrito, e assim convinha que o Cristo padecesse, e ao terceiro dia ressuscitasse dentre os mortos,

47 E em seu nome se pregasse o arrependimento e a remissão dos pecados, em todas as nações, começando por Jerusalém.

48 E destas coisas sois vós testemunhas.

49 E eis que sobre vós envio a promessa de meu Pai; ficai, porém, na cidade de Jerusalém, até que do alto sejais revestidos de poder.



Versículo do dia
1 Coríntios 1.18
Porque a Palavra da Cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus.


  Leitura diária
Segunda Rm 1:16 
- O Evangelho é o poder de Deus.

Terça 1 Co 1:17 
- O Evangelho não consiste em palavras humanas.

Quarta 2 Co 4:4 
- O deus deste século cega os incrédulos quanto ao Evangelho.

Quinta Mc 8:34-35 
- O Evangelho exige renúncia.

Sexta Mt 28:18-20 
- A missão da igreja em pregar o Evangelho.

Sábado Lc 9:6 
- Os discípulos pregavam o Evangelho.

Bíblia online
Bíblia sagrada online


Verdade aplicada
O Evangelho revela o grande amor de Deus para com a humanidade.


Objetivos da Lição
Conceituar a palavra Evangelho;
Mostrar os quatro Evangelhos;
Evidenciar as características dos sinópticos.



🙏
Motivos de Oração
Oremos para que Deus faça o Evangelho de Cristo chegar às partes mais remotas da terra.


Introdução
O Evangelho consiste na vida, ministério e obra de nosso Senhor Jesus, por isso é importante estudar e entender as revelações de Deus para o homem. Embora os Evangelhos tenham sido escritos por autores diferentes, a fonte é uma só: O Espírito Santo de Deus.


Ponto Chave: 
Cristo é a mensagem central dos Evangelhos”.


1. O QUE SIGNIFICA EVANGELHO?
A Palavra Evangelho vem da expressão grega que significa “boas-novas”, dando a ideia de notícias trazidas por alguém. No caso em questão o próprio Senhor Jesus veio trazer as alvissareiras palavras de um Deus amoroso para o mundo, sendo Ele mesmo a razão da existência do Evangelho.


1.1. O Evangelho implanta o Reino de Deus.
Uma das mensagens que mais encontramos nos Evangelhos é sobre o Reino de Deus. João Batista, o precursor de Jesus, pregava dizendo sobre a chegada do Reino (Mt 3.2); Jesus, por diversas vezes, falava sobre o Reino (Lc 17.20-21). O Evangelho não apenas marca uma época, mas padroniza a vida dos discípulos de Cristo. Nós, como discípulos de Cristo, precisamos viver e anunciar as verdades do Reino dos Céus. Paulo chega a dizer que nos é imposta esta obrigação (1Co 9.16).


1.2. O Evangelho do arrependimento.
Uma das exigências do Evangelho é a necessidade de arrependimento. A expressão grega dá-nos a ideia de uma mudança radical em nossa mente, fazendo-nos mudar de direção. O Evangelho de Cristo tem o poder para mudar a trajetória do homem caído e distante da glória de Deus. O verdadeiro Evangelho leva o ser humano ao arrependimento. Infelizmente, temos visto um pseudo evangelho tentando se infiltrar nos templos, o qual precisamos refutar. Paulo disse que qualquer pessoa que venha pregando outro Evangelho, seja anátema (Gl 1.8).
Refletindo

“O Evangelho não é feito apenas de acontecimentos históricos, ele tem um significado teológico e redentor”. (John Stott)


2. UMA OBRA COMPLETA
O maior objetivo do Evangelho é revelar o grande projeto de Deus para a humanidade. Nos quatro Evangelhos, a saber: Mateus, Marcos, Lucas e João percebemos a completude da História de Cristo, enfocando Suas mensagens, Seu ministério e principalmente o Seu sacrifício e a Sua ressurreição, consumando a obra da salvação. As abordagens destes quatro evangelistas coadunam entre si, destacando pontos relevantes para o propósito em que cada livro tivera na época.


2.1. O enfoque das narrativas.
As narrativas se desenvolvem de uma maneira ímpar, deixando explícito que o objetivo de seus autores era fornecer subsídios ao embasamento cristão daquela época. Mateus foca e mostra que Cristo é o cumprimento cabal das profecias veterotestamentárias coadunando os acontecimentos ao Antigo Testamento; enquanto Marcos tem a visão de Cristo como servo e Senhor, evidenciando Jesus trabalhando e operando milagres poderosos. A Bíblia diz que Jesus andou fazendo o bem a todos e curando os oprimidos do diabo (At 10.38)

Lucas trata o Evangelho de maneira esclarecedora e minuciosa (Lc 1.3). Encontramos uma ênfase grande neste Evangelho, o Mestre Jesus como Filho do homem, já em João Jesus é enfatizado como o Filho de Deus, pois o evangelista João mostra que Jesus é o Verbo Divino. Os discursos encontrados neste Evangelho exaltam a Divindade de Cristo.


2.2. A mensagem dos Evangelhos.
O Evangelho, além de tratar da pessoa de Cristo, Seus milagres, Seu ministério, Sua morte e Sua ressurreição, pontua assuntos relevantes, tais como: novo nascimento (Jo 3), arrependimento (Mt 3), vida cristã (Mt 5, 6 e 7), salvação (Lc 19.10), remissão de pecados (Lc 24.47) e vinda futura (Mc 13).

Os ensinamentos de Jesus, ao mesmo tempo em que atraiam as pessoas a o seguirem, causavam inveja aos religiosos da época, como os saduceus, fariseus e escribas. Jesus deixou bem claro que os fundamentos do Reino não sofreriam alterações, portanto, seus seguidores deveriam ser fiéis na transmissão da mensagem do Evangelho. Os discípulos de Jesus disseram que não poderiam deixar de falar desta mensagem (At 4.20).


3. A DIVISÃO DOS EVANGELHOS
Quando estudamos os Evangelhos vemos que o Evangelho de Mateus, Marcos e Lucas retratam uma espécie da biografia de Jesus, relatando pormenores de sua historicidade, por isso são chamados de sinóticos. 
João, por sua vez, retrata mais os discursos e os milagres que evidenciam a Sua Divindade.


3.1. Entendendo a sinoticidade dos Evangelhos.
Ao estudarmos os Evangelhos percebemos claramente que os escritos de Mateus, Marcos e Lucas apresentam similitudes no conteúdo e na apresentação, por isso são considerados Evangelhos Sinópticos. 
Esta expressão é derivada do grego dando a ideia de “visão conjunta”.

É necessário frisar que, embora os evangelistas abordem pontos diferentes, as passagens não se contradizem, e sim se complementam. É comum encontrarmos nos sinópticos ensinamentos por parábolas, genealogias, o Sermão do Monte, Escatologia e vários milagres operados pelo Messias em Seu ministério terreno.


3.2. João, um Evangelho diferente.

O apóstolo João apresenta em sua narrativa os discursos de Jesus que abordam sobre sua deidade. Os discursos relatados por João mostram o Cristo como o Filho de Deus em vários textos, encontramos Jesus assumindo a Sua divindade ao dizer “Eu e o Pai somos um” (Jo 10.30).

Uma das expressões mais usadas por João em sua narrativa é “Eu Sou”, mostrando a verdadeira essência de Cristo, por conseguinte é a mesma expressão usada pelo próprio Deus quando Moisés lhe pergunta o nome, conforme descrito em Êxodo 3.14. Em João, não encontramos tantos milagres quanto nos sinópticos, mas os conceitos para o veredito de que Jesus realmente é o Filho de Deus. João chegou a exclamar dizendo: “No princípio era o verbo, e o verbo estava com Deus, e o verbo era Deus”, Jo 1.1.


CONCLUSÃO
Os Evangelhos revelam o grande amor de Deus para com o mundo, ao enviar seu único Filho para resgatar a humanidade perdida, por isso, não existe Evangelho sem Jesus e nem cristianismo sem cruz


Complementando
O termo Evangelho é citado no NT focando sempre na mensagem de salvação. 
Observa-se o termo muitas vezes acompanhado: 
* Evangelho do Reino (Mt 4.23); 
* Evangelho de Jesus Cristo (Mc 1.1), 
* Evangelho de Deus (Mc 1.14); 
* Evangelho da Paz (Ef 6.15); 
* Evangelho Eterno (Ap 14.6), entre outros.


Eu ensinei que:
Embora existam quatro pontos de vista diferentes acerca da pessoa de Cristo, eles se complementam fornecendo detalhes de Sua Divindade.


Subsídios Teológico e Histórico
Fazendo um paralelo entre os Evangelhos sinóticos e o Evangelho de João, percebemos uma grande diferença entre eles, pois os sinóticos focam em genealogia, tentação, batismo, transfiguração e outros temas. 
Verificamos que Mateus registra 20 milagres, 
Marcos relata 18, 
Lucas enumera um total de 20. 
Para se ter uma ideia, no Evangelho de João, encontramos apenas 8 milagres. 
Outra observação está nas parábolas, pois neste Evangelho apenas uma parábola é citada, enquanto nos respectivos sinóticos encontramos: 
16 em Mateus, 5 em Marcos e 20 no Evangelho de Lucas.

O Evangelho de João traz em seu bojo a revelação do Cristo, Filho de Deus, por isso ele selecionou eventos e discursos que revelam o caráter e a progressão da revelação de Deus em Cristo. É bom ressaltar que o intuito de João é apologético, visto que na época de sua escrita existiam várias predileções filosóficas, bem como questionamento acerca da humanidade e divindade de Jesus. 
João faz questão de ressaltar as sete vezes em que Jesus usa a expressão:
“Eu Sou”, vejamos:
Eu Sou o Pão da Vida (Jo 6:35);
Eu Sou a luz do mundo (Jo 8.12),
Eu Sou a porta (Jo 10:7),
Eu Sou o bom pastor (Jo 10:11);
Eu Sou a ressurreição e a vida (Jo 11:25);
Eu Sou o caminho, a Verdade e a Vida (Jo 14:6)
e Eu Sou a Videira Verdadeira (Jo 15:1).
Fonte da dinâmica: blogatitudedeaprendiz.blogspot.com
Fonte: Crédito/// Editora Betel Jovens - 2° Trimestre De 2021 – Tema: Os Evangelhos – A representação de Jesus em quatro dimensões |



Pré - aula:
Crédito na descrição dos vídeos:






Jovens: Estudos, Pregações, Lições Bíblicas, Dinâmicas, Subsidios, Pré - aulas: Arquivo

As imagens que retiramos da Internet são utilizadas sem fins lucrativos, apenas para ilustrações.
Volte sempre e traga mais gente se Deus tocar fique com a gente.
Se é ensinar, haja dedicação ao ensino". Rm12 : 7b.

Aula Bíblica Jovens e adultos, Central Gospel – Lição 01: Família, Onde Tudo Começa

* A paz do Senhor Jesus Cristo.
TEXTO BÍBLICO BÁSICO
  
Efésios 5.22-29,31

22 - Vós, mulheres, sujeitai-vos a vosso marido, como ao Senhor;

23 - porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja, sendo ele próprio o salvador do corpo.

24 - De sorte que, assim como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo sujeitas a seu marido.

25 - Vós, maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela,

26 - para a santificar, purificando-a com a lavagem da água, pela palavra,

27 - para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível.

28 - Assim devem os maridos amar a sua própria mulher como a seu próprio corpo. Quem ama a sua mulher ama-se a si mesmo.

29 - Porque nunca ninguém aborreceu a sua própria carne; antes, a alimenta e sustenta, como também o Senhor à igreja; 

31 - Por isso, deixará o homem seu pai e sua mãe e se unirá à sua mulher; e serão dois numa carne.

 Efésios 6.1-4

1 - Vós, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo.

2 - Honra a teu pai e a tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa,

3 - para que te vá bem, e vivas muito tempo sobre a terra.

4 - E vós, pais, não provoqueis a ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor.



TEXTO ÁUREO
Deus faz que o solitário viva em família.
Salmo 68.6ª


PALAVRA INTRODUTÓRIA
Professores, nesta lição ressalte os benefícios da vida em família, se possível acrescente testemunhos e ilustrações.
*  Formarão o ser família, atualmente com a ideologia de gênero a sociedade tem aceitado uma constituição familiar composta de dois indivíduos do mesmo sexo e um filho adotado, essa conceituação não é reconhecida pela igreja, ainda que a sociedade entenda dessa forma.


*  D dará origem a todas as outras relações”, a relação com os pais é a primeira que o indivíduo experimenta, dependendo da forma com que os pais conduzirão essa relação os filhos aprenderão a se relacionar com as pessoas.
*  Inferir a intenção do Seu coração inferir significa aceitar que algo é ou ocorreu apesar de não estar escrito, ou seja, aceitamos que Deus tenha certa intenção no Seu coração a partir de fatos descritos na Bíblia.


1. DEUS CRIOU A FAMÍLIA PARA SER O LÓCUS DA FELICIDADE HUMANA
Não nos criou para sofrer, Adão e Eva foram feitos perfeitos e tinham a opção de continuar assim, porém erraram e perderam essa perfeição.


Uma vida que vale a pena ser vivida, a vida para ser vivida deve ter um objetivo e o Senhor um objetivo para ela, Ele mandou que se multiplicassem, ou seja, que constituíssem famílias.


Lócus da felicidade, lócus significa “posição ou lugar”, quer dizer que o lugar da felicidade é com a família.


1.1. Toda família cristã deve a ser um lugar de paz, vida e esperança.
Cultural contemporâneo”, quer dizer “cultural do nosso tempo”, do tempo atual.


Intenção de destruir a família, observamos a mídia e as autoridades do nosso tempo tentando tornar antiquadas as questões relacionadas à pureza do casamento e banalizar a degradação da família.


Entender, visceralmente, vísceras são as entranhas, significa entender até às entranhas, é entender no íntimo.


Para que esse espaço fosse o útero, quer dizer, que fosse a origem da felicidade. É dentro da família que a pessoa deve sentir a felicidade e motivo para se viver. Infelizmente existem lares onde as pessoas não se sentem felizes, mas Deus pode mudar todo o quadro. 


1.2. O que faz uma família feliz?
Não é um carma”, carma é uma palavra extraída do hinduísmo e significa lei de ação e reação da vida, como se algo provocasse reações em vidas futuras. Mas o significado pretendido pelo comentarista é de peso, como se o casamento.


Acumular patrimônio para sermos felizes, pelo contrário, o acúmulo de patrimônio sem a devida sabedoria vai encher a pessoa de preocupação e trabalho e afastá-la da família.


Faz uma mulher feliz não são os bens materiais”, isso é verdade, mas algumas mulheres se enganam com a aparência de felicidade que esses bens podem trazer.


não faltará o bem maior”, de fato um casamento deve ter um mínimo de recurso financeiro para existir, porém não pode faltar nada de amor, não pode ser pouco amor, deve ser muito e completo.


2. DEUS CRIOU A FAMÍLIA PARA SER O NINHO DA AFETIVIDADE
Não se restringe à sexualidade”, alguns jovens pensam no casamento como uma forma de suprir essa área, porém descobrem ao casar que existem muitas áreas no casamento a serem supridas.


No escutar, a falta de diálogo tem deixado muitas pessoas solitárias em lares repletos de pessoas.


No chorar juntos, o fato de chorar junto faz com que as pessoas tenham a certeza de que tem apoio nas aflições.- “benquerença”, é a simpatia e o apreço pelas pessoas, começando pela família e assim a pessoa estende para todos.


2.1. Não existe ser humano sem demandas afetivas
Demandas afetivas”, são necessidades afetivas, aquilo que as pessoas precisam para se sentirem queridas.


Tocar o coração e a alma deles, as lembranças felizes que ficarão marcadas na vida de uma criança serão os momentos em que os pais lhe deram atenção, brincaram e se divertiram com eles.


Inclusive os de sexualidade”, se refere ao homossexualismo, onde a pessoa chega à vida adulta com essas demandas afetivas e acaba desenvolvendo esse tipo de transtorno homoafetivo.


Não temos de repetir os erros deles”, algumas pessoas acabam desenvolvendo e passando aos filhos o mesmo tratamento que recebeu de seus pais, mas os que são libertos em Jesus devem quebrar esse círculo vicioso.


2.2. Somos chamados por Deus para gerar na nossa família um lugar de saúde afetiva

Crentes mal-amadas”, são irmãs que na igreja demonstram um sorriso e uma aparência de que está tudo bem, porém só Deus sabe o que está suportando dentro de casa.


Limpam com esmero a capa de sua Bíblia, metáfora para exemplificar o varão que se esforça para manter uma vida espiritual irrepreensível, mas que não cuida do relacionamento com sua esposa.


Não recebem sequer um abraço”, muitos desses filhos quando alcançam a maioridade caem no mundo e não querem ver a igreja nem pintada de ouro, pois cresceram vendo que seus pais mantinham uma máscara.


Diga eu te amo em casa”, explique aos alunos, que não devem fazer só por causa dessa aula, pois senão só dirão isso nesse dia e depois nunca mais, mas devem realmente pensar o quanto seus ente queridos são importantes e assim fazer isso todos os dias.


3. DEUS CRIOU A FAMÍLIA PAR SER O PRIMEIRO TEMPLO DA ESPIRITUALIDADE

Que se restrinja aos limites de um templo, se referindo à pessoas que só são espirituais dentro da igreja, ou seja, se for assim, na verdade não são espirituais de nenhuma forma, usam máscaras.


3.1. O primeiro altar do cristão deve ser estabelecido dentro de casa.
Que aprendemos sobre Deus”, a casa deve ser uma pequena igreja onde se adora ao Senhor e assim os filhos terão o exemplo que jamais esquecerão.


Que compreendemos o temor do Senhor”, quando os pais honram a Deus em casa, orando e se preocupando em fazer a Sua vontade, então os filhos aprenderão que devem teme-lo também.


Invista tempo nela, nesses tempos pós-modernos o tempo tem sido cada vez mais escasso, por isso deve os pais cristão investirem esse recurso tão raro em sua casa.


3.2. O homem é o primeiro referencial do seu filho
A família contemporânea mudará”, na verdade não mudará, não está se referindo a todas as famílias, pois estamos no tempo do fim e apenas algumas famílias é que alcançarão essa maturidade.


Sacerdotes do Deus vivo”, o sacerdote é o responsável por manter o culto a Deus no templo, assim devem os homens no seio de sua família, ou seja, chamando para orar, para ler a Bíblia e jejuar e até impetrando a benção no lar e filhos.


Poucos os que têm exemplo em casa”, nesses últimos dias está cada vez mais difícil de encontrar esses exemplos de sacerdote dentro do lar, mas o tempo de haver mudança é agora. Professor(a), convide os alunos a se examinarem e a mudarem de direção caso não estejam cumprindo essa importante comissão.


4. DEUS CRIOU A FAMÍLIA PARA SER UMA ESCOLA DE CRESCIMENTO
Formadora de valores”, valores é tudo aquilo que valorizamos, que julgamos ser importante, por exemplo, para algumas moças do mundo, a virgindade é algo sem importância, mas para outras que cresceram em um lar cristão ela é de grande valor.


O Estado quer interferir na educação, se referindo a algumas leis que tentam doutrinar os pais na educação familiar, como a Lei da Palmada por exemplo e algumas determinações das prefeituras no currículo escolar tratando sobre ideologia de gênero. 


4.1. Grande parte do que somos tem explicação em nossa história familiar
Vidas que venham a glorificar e honrar a Deus”, se referem aos filhos, se esses filhos de fato farão isso, pertence ao futuro, pois nem sempre os filhos que nasceram e recebem exemplos em casa seguem os passos de seus pais.


Mais forte será o mundo”, o mundo é composto por famílias e se cada vez mais famílias cuidarem dessa área, teremos cada vez menos bandidos traficantes e viciados em nossa sociedade.


CONCLUSÃO
Quanto mais saudável for a família, mais saudável será a igreja, porque as igrejas são amostras dos nossos lares: famílias problemáticas, igrejas problemáticas; famílias saudáveis, igrejas saudáveis. Que Deus nos abençoe e nos desperte para essa realidade. Que Ele seja glorificado em nossa casa e desvie toda a fúria diabólica contra nós, contra os princípios divinos. Renovemos a cada dia o entendimento de que a família é o altar onde Deus é servido primeiro; é o lugar em que o nosso coração pulsa primeiro e onde nossas carências são primeiramente atendidas.

Faça a revisão com a classe repassando os pontos mais importantes.
Fonte/crédito
Revista: Editora Central Gospel.

Vídeos aulas:
O endereço na descrição dos vídeos.


Aula Bíblica Adultos betel – Lição 01: Deus se Revelou à Humanidade

* A paz do Senhor Jesus Cristo.
* Vejam estas sugestões:
* Apresentem o título da lição: Deus se Revelou à Humanidade
* Façam a panorâmica do trimestre. 
* Para iniciar aula, apliquem a:
Dinâmica: Desvendado o Mistério
Objetivos: 
Promover conhecimento sobre Deus.
Fortalecer relações interpessoais.

Material:
¼ da folha de papel ofício para cada aluno e caneta.
Procedimento:
- Distribuam um pedaço da folha de papel ofício para cada aluno.
- Solicitem aos alunos para que escrevam duas características de uma pessoa da classe.
- Indaguem se alguém encontrou dificuldade e por que. Por outro lado, também perguntem para os que tiveram facilidade para responder com rapidez. Espera-se que nesse questionamento haja consenso de que podemos indicar características de alguém quando conhecemos e convivemos com esta pessoa.
- Então falem que também precisam conhecer Deus. Para isto, é necessário estudar as Suas características.
Lição:
  
Trabalhem os pontos levantados na lição, sempre de forma participativa e contextualizada.
 
TEXTO ÁUREO 
Porquanto o que de Deus se pode conhecer neles se manifesta, porque Deus lhe manifestou.
Romanos 1.19.


OBJETIVOS DA LIÇÃO
Explicar que Deus se revelou a nós nas Escrituras 
- Mostrar a necessidade de crescer no conhecimento
- Ressaltar a busca incessante pelo conhecimento


VERDADE APLICADA
A bênção de conhecermos o Senhor deve resultar em maior confiança, um viver agradável a Deus e uma vida frutífera para a glória de Deus.


TEXTOS DE REFERÊNCIA
Provérbios 9.9-10

9 - Dá instrução ao sábio, e ele se fará mais sábio; ensina ao justo, e ele crescerá em entendimento.

10 - O temor do Senhor é o princípio da sabedoria, e a ciência do Santo, a prudência.

Colossenses 1.9-10
9 - Por esta razão, nós também, desde o dia em que o ouvimos, não cessamos de orar por vós e de pedir que sejais cheios do conhecimento da sua vontade, em toda a sabedoria e inteligência espiritual.

10 - Para que possais andar dignamente diante do Senhor, agradando-lhe em tudo, frutificando em toda boa obra e crescendo no conhecimento de Deus.

Bíblia online
Bíblia sagrada online
Hinos Sugeridos
Harpa Cristã: 306


Harpa Cristã: 449


Harpa Cristã: 559


🙏
MOTIVOS DE ORAÇÃO:
Ore para que todos conheçam a grandeza de Deus.


INTRODUÇÃO
As Sagradas Escrituras declaram com muita propriedade, com inspiração de grandes homens de Deus, quem Ele é, Sua natureza, as Suas criações, os Seus atributos e tudo que é peculiar ao Ser Divino.
PONTO DE PARTIDA:
Deus se revelou a nós!


LEITURAS COMPLEMENTARES
 Segunda Pv 8:10
– Conhecimento de Deus vale mais que o ouro.

Terça Pv 19:2
– A alma ficar sem conhecimento não é bom.

Quarta Pv 24:3
– Com a sabedoria se edifica a casa.


Quinta Pv 24:5
– O conhecimento consolida a força.

Sexta Dn 2:22
– Deus revela o profundo e o escondido.

Sábado 1Co 15:34
– Alguns ainda não têm conhecimento de Deus.


1 - A revelação de Deus
Só é possível conhecer Deus porque Ele revelou-se a Si mesmo. Evidentemente que não é possível ao ser humano conhecê-Lo plenamente, mas é possível conhecer o suficiente para saber que existe um relacionamento entre o ser humano e Deus. No presente tópico será abordado sobre a revelação de Deus por intermédio da natureza, de Seus Nomes como encontramos nas Escrituras e Jesus Cristo. Como mencionou Tony Evans (Livro – Deus é Tremendo – Ed. Vida): “O estudo de Deus é a busca mais significativa da vida” – vide Jeremias 9:23-24.


1.1. A revelação de Deus na natureza.
São vários os textos bíblicos que registram a natureza como meio de revelação da glória de Deus, de Seu poder, de Sua soberania. O apóstolo Paulo falando à multidão na cidade de Listra menciona um permanente testemunho acerca de Deus por meio da natureza [At 14:15-17]. O salmista declara que, ao contemplar a terra e os céus, reconhece a grandeza e majestade do Senhor [Sl 8]. Outros textos que indicam as obras da criação de Deus como testemunho acerca do Criador – Sl 19; At 17:24-29; Rm 1.18-21 (este texto diz que o ser humano, ao contemplar as obras da criação de Deus, deve glorificá-Lo e ser-Lhe grato). Na teologia esta categoria é identificada como Revelação Geral.


Subsídio:
John R. Higgins (Teologia Sistemática – Stanley Horton): “A revelação da natureza é uma revelação da parte de Deus a respeito de Deus. A fala de Deus na natureza não deve ser confundida com a noção de um cosmo falante. Há, inclusive, os que insistem que a natureza fala de tal modo que devemos escutá-la como se fora a voz de Deus. Mas a mensagem da Bíblia é: ‘Ouça a Deus!’ e não ‘Escute a natureza!’”.


1.2. Os nomes de Deus.
Normalmente, os nomes dos personagens bíblicos recebem nas Escrituras um significado específico relacionado aos acontecimentos da sua vida. Isso se torna claro quando se tratamos de Deus. Ele recebe vários nomes e cada um tem um significado para caracterizar melhor o Ser divino. Deus revelou os Seus próprios nomes ao Seu povo, diferentemente dos nomes dados as pessoas. Veremos aqui alguns nomes de Deus: Elohim – “a forma plural pode ser entendida como a maneira de significar que a plenitude da deidade acha-se dentro do Único Deus verdadeiro” – Gn 1:1
(Russell E. Joyner – Teologia Sistemática – Stanley Horton); Iavé – A versão Almeida traduz “SENHOR”;
Adonai – “Senhor – expressa a ideia de governo e domínio”;
El-Shaddai – “O Deus Todo-Poderoso”;
El-Elyon – “O Deus Altíssimo”;
El-Olam – “O Deus eterno”;
Iavé Jireh – “O Senhor proverá” [Gn 22:14];
Iavé Mecadishkem – “O Senhor que vos santifica”;
Iavé Nissi – “O Senhor é minha bandeira” [Êx 17:15];
Iavé Ra’a – “O Senhor é meu pastor” [Sl 23:1];
Iavé Shalom – “O Senhor é paz” [Jz 6:24];
Iavé Tsidkenu – “O Senhor justiça nossa” [Jr 23:6];
Iavé Shamah – “O Senhor está ali” [Ez 48:35];
Iavé Elohim – “O Senhor Deus de Israel” [Is 17:6].


Subsídio:
Russell E. Joyner (Teologia Sistemática – Stanley Horton): “Nas Escrituras, Deus demonstrou que o seu nome não era mera etiqueta para distingui-lo das demais deidades das culturas em derredor. Pelo contrário: cada nome que Ele usa e aceita revela alguma faceta do seu caráter, natureza, vontade ou autoridade”.


1.3. A revelação através de Jesus Cristo.
Jesus Cristo, o Verbo. O Verbo era Deus e se fez carne [Jo 1:1, 14]. Importante conectar este texto com Hebreus 1.1, o Deus que no passado falou de muitas maneiras, “falou-nos, nestes últimos dias, pelo Filho”.
Assim, quando o Verbo tabernaculou entre nós, tratava-se do supremo ato revelador de Deus. Jesus Cristo é o centro desta revelação especial. Respondendo ao pedido de Filipe, Jesus disse: “Quem me vê a mim, vê o Pai” [Jo 14:9], esclarecendo, assim, que o Filho tinha vindo ao mundo para revelar o Pai. Portanto, para crescermos no conhecimento de Deus somente é possível sendo um discípulo de Cristo conforme as Escrituras [Jo 17:25-26].


Subsídio
Gordon R. Lewis (Bíblia de Estudo Defesa da Fé), em artigo sobre a revelação divina, após discorrer sobre a atividade do Deus vivo e invisível de se dá a conhecer às pessoas finitas e pecadoras ao longo da história: “...Deus deu a conhecer o seu plano justo e amoroso de redenção de maneira suprema em Jesus, o tão esperado Messias. Deus nunca foi visto por alguém. O Filho unigênito, que está no seio do Pai, este o fez conhecer” [Jo 1:18]. Para apreciar mais plenamente como é Deus, estude a vida, as palavras, as obras e a morte expiatória de Jesus. No Calvário, o Salvador inocente foi o substituto dos culpados. Ao fazer isto, derrotou Satanás e propiciou a base justa para a sua misericórdia reconciliadora e graça (Rm 3:25). Então, o Cristo ressuscitado demonstrou o seu poder salvador sobre o pecado, a culpa, a morte e Satanás [Rm 1:2-4; 10.9-10]!”.


Eu aprendi que

Os nomes de Deus definem os Seus atributos e mostram como Ele se relaciona com as suas criaturas.


2 - A necessidade de crescer no conhecimento
Não devemos permanecer como crianças, aceitando todo vento de doutrina, mas, pelo contrário, conhecer a verdade e rejeitar os falsos mestres que induzem ao erro [Ef 4:14]. Precisamos crescer em conhecimento, como ensinou Paulo aos efésios [Ef 4:13].


2.1. Um conhecimento além do aspecto intelectual.
O termo “conhecer” nas Sagradas Escrituras muitas vezes tem um sentido que vai além de simplesmente ter conhecimento intelectual de algo ou de alguém [Os 6:3]. Conforme os fiéis chegam a conhecer melhor o Senhor, Ele vem como a chuva, trazendo mais vida e bênçãos espirituais a Seu povo. Conhecer os mistérios de Deus não são aprendidos exclusivamente em cadeira de faculdade teológica, mas é para aqueles que têm comunhão com Ele. Deus se revela de forma diferenciada para quem tem intimidade com Ele. Quem tem temor a Deus é contemplado com os Seus segredos [Sl 25:14]. Por isso o conhecimento pessoal de Deus vai além do aspecto intelectual.


Subsídio:
Nenhum preparo intelectual substitui o conhecimento da Palavra de Deus em sua simplicidade, pureza e verdade. Nenhuma experiência humana substitui a experiência com Deus na Sua Palavra. Não podemos deixar de ler bons livros, nem deixar a formação teológica e secular, mas são apenas apêndices, acessórios e periféricos à Palavra de Deus. Sem estudo sistemático e continuado da Bíblia, isso se torna impossível. Quem não aprende como irá ensinar outros? Não terá capacidade para ensinar. Paulo diz: “O obreiro seja apto para ensinar” [1Tm 3:2]. Faça reciclagem dos seus conhecimentos.


2.2. O conhecimento para um andar digno.
O conhecimento de Deus e dos Seus mandamentos ajuda no caminhar dos fiéis [Sl 25:12], numa vida de exemplo e vitórias. Quando nós temos a revelação de Deus, da Sua vontade e de quem Ele é, cresce a nossa responsabilidade de andarmos como verdadeiros filhos de Deus e a obedecer aos Seus mandamentos, porque Ele é santo e precisamos procurar a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor [Hb 12:14]. A oração de Paulo pelos colossenses é para que fossem cheios do conhecimento da vontade de Deus, adquirindo sabedoria e inteligência espiritual, para andar dignamente diante do Senhor [Cl 1:9-10].


Subsídio
Bíblia de Estudo Pentecostal: “O homem tem o poder (o direito) de se tornar filho de Deus somente se crer no nome de Cristo. Quando ele o recebe, nasce de novo e é feito filho de Deus. Portanto, nem todas as pessoas são “filhos de Deus” no sentido bíblico”. O andar digno biblicamente falando é para aqueles que O aceitam e buscam fazer a Sua vontade, não se conformando com este mundo [Rm 12:2].


2.3. O conhecimento para um viver frutífero.
O crescimento no conhecimento da vontade de Deus traz a sabedoria e uma inteligência espiritual, possibilitando, além de andar dignamente perante o Senhor, agradar-lhe em tudo, e, também, a oportunidade de ter uma vida de frutificação em toda boa obra [Cl 1:9-10]. Importante estarmos atentos ao propósito de Deus para nós quando nos chamou e nos nomeou [Jo 15.16]. Todos os cristãos são escolhidos para darem frutos. Quando a árvore não dá fruto, precisa ser podada [Jo 15:2; 15:8].


Subsídio:

Eneziel Peixoto de Andrade: “No texto bíblico de João 15.:1-16, Jesus fala sobre a necessidade de uma vida cristã frutífera. Sendo assim, somos desafiados a uma constante auto avaliação para verificar como está a nossa frutificação. Para frutificar é preciso estar unido a Cristo. A frutificação tem como principal objetivo a glorificação de Deus. Frutificação é o que se espera de todo cristão.”


Eu aprendi que:
Não devemos permanecer como crianças, aceitando todo vento de doutrina, mas conhecer a verdade e rejeitar os falsos mestres que induzem ao erro.


3 - Alguns resultados de conhecermos a Deus
“Conheçamos e prossigamos em conhecer o Senhor” [Os 6:3a]; “Antes, crescei na graça e conhecimento” [2Pe 3:18a]. Além do crescimento pessoal, ninguém pode ensinar o que não sabe nem dar instruções sem conhecimento. Quem ensina precisa ensinar a si mesmo, antes de ensinar aos outros [Rm 2:21].


3.1. Crescimento espiritual.
É evidente que num primeiro momento o conhecimento necessário acerca de Deus está no nível suficiente para produzir fé. Dois exemplos: Lucas 23:41-42; João 9:11. Contudo, no caso do homem que era cego, após ter sido expulso da sinagoga, o Senhor Jesus o encontrou e o conduziu a crescer no conhecimento acerca daquele que o havia curado [Jo 9:35-38]. Assim como ocorre com um recém-nascido, se espera que o nascido de novo cresça na fé, conhecimento, relacionamento com Deus [1Pe 2:1-3]. Portanto, como discípulos de Cristo, precisamos desejar e buscar crescer no conhecimento de Cristo para não sucumbirmos diante de falsas doutrinas [1Tm 4:1; 2Pe 1:5-8].


Subsídio:
Bíblia de Estudo Pentecostal: “Como filhos nascidos de Deus [1Co 6:19; Gl 4:6], devemos desejar e ansiar pelo leite puro da Palavra de Deus. Um sinal seguro do nosso crescimento espiritual é um forte desejo de nos alimentar com a Palavra viva e permanente de Deus. Assim, devemos estar alerta quanto à perda de fome e sede pela Palavra de Deus, coisas estas que nossas atitudes erradas podem destruir [1Pe 2:1] e também não deixar que as preocupações, riquezas e prazeres desta vida sufoquem a vida espiritual.”


3.2. A confiança de quem conhece.
Quem conhece o nome de Deus pode confiar nEle [Sl 9:10]. Pode buscá-Lo nas suas necessidades, pode engrandecê-Lo. Quem não conhece não tem como confiar. Como confiar num estranho? Quem confia pode levar uma vida piedosa ao Seu lado. Quem conhece não é confundido nem destruído [Os 4:6]. Quem não conhece não sabe a quem pedir socorro [Sl 121:1]. Quem conhece sabe de onde virá o socorro [Sl 121:2]. A confiança da vida eterna está baseada no conhecimento do Deus verdadeiro e na aceitação do Filho Unigênito de Deus [Jo 17:3].


Subsídio:
Infelizmente, muitos dentro das igrejas só conhecem Deus de ouvir falar. Com Jó aconteceu o mesmo. Ele disse: “Com o ouvir dos meus ouvidos, ouvi, mas agora te veem os meus olhos.” [Jó 42:5]. Quem não conhece não pode chamar para sua casa. Como você chama um estranho para entrar no seio da sua família?
Quem não conhece não tem como adorar. Jesus disse para a mulher samaritana: “Vós adorais o que não sabeis; nós adoramos o que sabemos porque a salvação vem dos judeus.” [Jo 4:22]. Não pare com o seu conhecimento de Deus, Ele ainda tem mistérios a nos revelar.


3.3. A sabedoria adquirida com o conhecimento.
O povo de Israel permanecendo fiel aos mandamentos de Deus, despertaria em outros povos o interesse em conhecer o Senhor. Além de demonstrar sabedoria, também gozaria das bênçãos advindas de seguir nos caminhos de Deus. Deus tem compromisso com aqueles que permanecem fiéis a Ele e às Suas leis [Dt 4:5-6]. Paulo diz aos efésios: “Não cesso de dar graças a Deus por vós, lembrando-me de vós nas minhas orações, para que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, vos dê em seu conhecimento o espírito de sabedoria e de revelação.” [Ef 1:16-17].


Subsídio:
Bíblia de Estudo Pentecostal: “A oração de Paulo pelos efésios reflete o desejo máximo de Deus para todo crente em Cristo. Ele ora para que o Espírito opere neles em maior escala. A razão dessa medida maior do Espírito é que os crentes recebam mais sabedoria, revelação e conhecimento a respeito dos propósitos redentores de Deus para a salvação, presente e futura, e experimentem um “poder” mais abundante do Espírito Santo na sua vida.”

* Além do crescimento pessoal, ninguém pode ensinar o que não sabe nem dar instruções sem conhecimento. Quem ensina precisa ensinar a si mesmo, antes de ensinar aos outros.


CONCLUSÃO
Conhecer alguém pressupõe convivência, familiaridade, trato diário. Deus se permite revelar. Vale a pena nos aprofundarmos nos mistérios de Deus, Ele ainda tem muito a nos revelar. Agora, O conhecemos em parte, então chegará o dia em que O conheceremos como Ele é [1Co 13:12].


Finalizem a aula, lendo o texto “Encontrando a Deus”.
 Texto de Reflexão: 
Encontrando a Deus
Os turistas raramente tiram fotografias excepcionais. Eles poucas vezes procuram encontrar o lugar certo para conseguir o ângulo perfeito de luz nas condições adequadas do tempo. Para conseguir fotografias bonitas ao ar livre, fotógrafos profissionais têm o cuidado de observar a cena de ângulos diferentes, em estações diferentes e em horas diferentes do dia.
Isto me faz perguntar se a razão pela qual muitas pessoas não conseguem ter a imagem clara da beleza e da glória de Deus é porque fazem julgamentos rápidos, sem grande concentração. Chegam a conclusões erradas sobre Deus, baseando-se apenas em más experiências com igrejas ou no encontro com alguém que se diz cristão, mas que não vive como tal. Eles fazem um mau julgamento de como o Senhor é, e se afastam sentido-se desiludidos.
A busca de Deus envolve mais do que uma observação casual. O rei Davi falou ao seu filho Salomão: “Se você o buscar, o encontrá...”(I Cr 28.09). O salmista disse: “como são felizes os que....de todo o coração o buscam!”(Sl 119.2). E o autor aos Hebreus escreveu que Deus “recompensa aqueles que o buscam”(11.06).
Para ver e conhecer a Deus em toda a Sua plenitude e glória, não podemos nos aproximar dEle como turistas. Precisamos buscá-lo em todos os momentos, com todo o nosso coração.
Fonte da dinâmica por Sulamita Macedo//blog/atitudedeaprendiz.blogspot.com
Fonte: www. sub-ebd.blogspot.com
Fonte: Crédito/// Revista Betel| 2° Trimestre De 2021
Adultos – Os Atributos de Deus conhecendo a natureza, o caráter e a supremacia de Deus nas Escrituras.
Comentarista: Valdir Alves de Oliveira


Pré - aula:
Fonte e crédito, nas descrições dos vídeos:











BETEL
ANO 2021



Se é ensinar, haja dedicação ao ensino". Rm12 : 7b.

1 de abril de 2021

Aula Bíblica Pré - adolescentes – Lição 01: O Criador

A paz do Senhor Jesus Cristo.
Vejam estas sugestões:
- Apresentem a revista, falem do seu novo formato e as mudanças encontradas nela.
- Depois, apresentem o tema do trimestre: Quem é Deus.
- Perguntem: Para você, quem é Deus?
Aguardem as respostas.
Ouçam atentamente o que os alunos falam. Não descartem nenhuma resposta, pois o que o aluno expressa representa o que ele conhece sobre Deus e que nestas lições podem ser acrescidas de outras informações.
- Falem: Nas lições deste trimestre, vamos estudar sobre Deus, como:
O criador
O Libertador
O Único
O Justo Juiz
O Amor
O Salvador
Quem responde as orações
O Disciplinador
O que perdoa
Onipotente, Onipresente, onisciente
O que é Santo
O Consolador
O Amigo Fiel
- Falem: Estes assuntos serão os temas das nossas aulas neste trimestre.
Na aula de hoje, vamos aprender sobre Deus como Criador.
- Solicitem para que os alunos abram a Bíblia no livro do Gênesis e peçam para que eles observem a narrativa da criação ocorrida em 6 dias.
Para cada dia, escrevam o que foi criado.
Enfatizem que Deus é o criador.
- Falem sobre o Jardim do Éden.

Bíblia online
Bíblia sagrada online


Subsídio
ESBOÇO DA LIÇÃO:
I - A CRIAÇÃO
II - A CRIAÇÃO E O CRIADOR
III - A CRIAÇÃO DO SER HUMANO
IV - O CUIDADO DO JARDIM: ONTEM E HOJE
Professores, Novos desafios nos esperam e uma grande responsabilidade nos foi atribuída. Seus alunos precisam crescer espiritualmente e compreender os diversos aspectos que envolvem a fé que estão aprendendo a professar. Para tanto, o seu cuidado e dedicação ao ensino da Palavra de Deus de forma aprimorada é imprescindível.
E para iniciarmos de maneira perspicaz a lição deste trimestre traz o tema “Quem é Deus”. Nela, seus alunos terão a oportunidade de conhecer os aspectos da natureza de Deus, como Ele se revela. Veremos que as Escrituras Sagradas apresentam Deus como o Criador do universo, o Libertador da humanidade, o Justo Juiz que julga com justiça, o Pai amoroso que deseja compartilhar da sua maravilhosa graça e presença com a humanidade. Tais aspectos nos fazem perceber que Deus não realiza nada de maneira desorganizada ou sem propósito. A Bíblia de estudo Pentecostal (1995, págs. 31,32) nos traz um estudo relativo ao propósito e alvo da criação:



Deus tinha razões específicas para criar o mundo.
(1) Deus criou os céus e a terra como manifestação da sua glória, majestade e poder.
Davi diz: “Os céus manifestam a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos” (Sl 19.1; cf. Gn 8.1). Ao olharmos a totalidade do cosmos criado — desde a imensa expansão do universo, à beleza e à ordem da natureza — ficamos tomados de temor reverente ante a majestade do Senhor Deus, nosso Criador.

(2) Deus criou os céus e a terra para receber a glória e a honra que lhe são devidas.
Todos os elementos da natureza humana — e.g (por exemplo), o sol e a lua, as árvores da floresta, a chuva e a neve, os rios e os córregos, as colinas e as montanhas, os animais e as aves — rendem louvores ao Deus que os criou (Sl 98.7,8; 148.1-10; Is 55.12). Quanto mais Deus deseja e espera receber glória e louvor dos seres humanos!

(3) Deus criou a terra para prover um lugar onde o seu propósito e alvos para a humanidade fossem cumpridos.
(a) Deus criou Adão e Eva à sua própria imagem, para comunhão amorável e pessoal com o ser humano por toda a eternidade. Deus projetou o ser humano como um ser trino e uno (corpo, alma e espírito), que possui mente, emoção e vontade, para que possa comunicar-se espontaneamente com Ele como Senhor, adorá-lo e servi-lo com fé, lealdade e gratidão.
(b) Deus desejou de tal maneira esse relacionamento com a raça humana que, quando Satanás conseguiu tentar Adão e Eva a ponto de se rebelarem contra Deus e desobedecer ao seu mandamento, Ele prometeu enviar um Salvador para redimir a humanidade das consequências do pecado (ver Gn 3.15). Daí Deus teria um povo para sua própria possessão, cujo prazer estaria nEle, que o glorificaria, e que viveria em retidão e santidade diante dEle (Is 60.21; 61.1-3; Ef 1.11,12; 1 Pe 2.9).
(c) A culminação do propósito de Deus na criação está no livro do Apocalipse, onde João descreve o fim da história com estas palavras: ‘... com eles habitará, e eles serão o seu povo, e o mesmo Deus estará com eles e será o seu Deus’ (Ap 21.3).

A vontade de Deus é e sempre foi que a sua criação estivesse em plena comunhão com Ele. Por esse motivo, seus alunos precisam compreender que eles são a propriedade exclusiva do Senhor e a maior de todas as suas criações. Explique que Deus tem propósitos para a vida de cada um deles. Dentre eles está o de adorar e engrandecer ao Santo Nome do Criador. Seus alunos precisam aprender que não vieram a este mundo por acaso. Embora sejam tão novos, Deus os convida a servi-lo e a proclamar o seu nome a todas as pessoas (cf. Mt 28.19,20).


Pré - aula:
Endereço na descrição do vídeo

 


Para concluir, utilizem a:
Dinâmica: Fui criado por Deus
Objetivo: Refletir sobre a perfeição da criatura humana, obra da criação de Deus.

Material:
½ folha de papel ofício
01 lápis grafite
Procedimento:
- Escolham um aluno e peçam para que ele permaneça diante da turma.
- Distribuam ½ folha de papel ofício para cada aluno e 01 lápis grafite.
- Peçam para que eles desenhem o colega, observando os detalhes, procurando ser o mais fiel possível ao que estão vendo. Eles devem desenhar em 1 minuto.
- Depois, recolham os desenhos e fixem no quadro.
- Observem os desenhos e deixem que os alunos analisem o resultado.
Alguém conseguiu no desenho se aproximar da realidade, isto é, reproduzir o colega? Por quê?
Observem as respostas.
Por mais que haja na turma alguém que desenhe bem, sempre haverá diferenças e o resultado não copia com exatidão os traços do colega.
Percebemos como é difícil desenhar. Imaginem fazer o primeiro ser humano!
- Agora, falem: Olhem para seus colegas. Observem as características dos colegas, são diferentes mesmo tendo os mesmos membros, olhos, boca, nariz, orelhas etc.
- Depois, enfatizem: Só Deus tem poder para criar com tanta perfeição e diferentes características entre as pessoas. Nem mesmo os gêmeos univitelinos são iguais. E as impressões digitais? Não há um ser humano que tenha impressão digital igual ao de outra pessoa.
- Perguntem: Afinal, somos produtos da criação de Deus ou da evolução?
Aguardem as respostas.
- Para concluir, peçam para que os alunos repitam: Fui criado por Deus!
Fonte da dinâmica por Sulamita Macedo///atitudedeaprendiz.blogspot.com
Fonte: Créditos///Cpad -Pré - adolescentes


Pra você!!!

Com todo o meu carinho...
De todo o meu coração!!!




Ensinar não é uma tarefa fácil, pois exige dedicação, estudo, planejamento e reflexão, estamos preparando esse material com o objetivo de ajudá-lo.
Volte sempre e traga mais gente se Deus tocar fique com a gente.
Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo...
Filipenses 3:13,14