3 de março de 2020

Lição 10: Aspectos da obra redentora de Jesus Cristo: Dinâmica: Videos aulas, Subsídios: Cpad: Jovens

Utilizem a dinâmica para o inicio da aula.
Dinâmica: A sentença do Juiz
Objetivo: Iniciar o estudo sobre a justificação.

Material:
Papéis com o nome RÉU para cada aluno de um lado do papel; do outro lado do mesmo papel deve estar escrito “Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus”(Romanos 3:23).
Papel com o nome ACUSADOR
Papel com o nome ADVOGADO DE DEFESA
Papel com o nome JUIZ
Papel com a seguinte afirmação “Eu declaro o homem inocente, pois foi justificado por Jesus”.
Procedimento:
– Escolher 04 alunos para representar o RÉU, ACUSADOR, ADVOGADO DE DEFESA e JUIZ.
– Os demais alunos recebem um papel com o nome RÉU, atrás deve está escrito o versículo, conforme descrição no item material.
– Aparece o aluno que representa o acusador, acusando o homem do seu pecado.
– Em seguida, vem o aluno representando Jesus como advogado, defendendo o réu(o homem) e fala que morreu no lugar dele para que tivesse perdão de seus pecados.
– Por fim aparece o aluno que representa Deus e ler a sentença dele como juiz, declaro o homem inocente, pois foi justificado por Jesus.
– Em seguida, iniciem o estudo sobre a  Aspectos da obra redentora de Jesus Cristo.
Por Sulamita Macedo.
Fonte da dinâmica: Blogatitudedeaprendizblogspot.com



TEXTO DO DIA
“Para que, sendo justificados pela sua graça, sejamos feitos herdeiros, segundo a esperança da vida eterna” (Tt 3.7).




SÍNTESE
Fomos justificados por Deus para nunca mais sermos tratados como rebeldes ou desobedientes; nossa salvação dá-nos o privilégio de sermos reconhecidos como filhos amados do Pai.



AGENDA DE LEITURA
SEGUNDA — Gl 2.16
A fé que atesta nossa justificação

TERÇA — Rm 5.9
Justificados pelo sangue de Jesus Cristo

QUARTA — Rm 8.16
O Espírito atesta que somos filhos

QUINTA — Jo 1.12
Fomos feitos filhos de Deus

SEXTA — Rm 1.17
O justo viverá da fé

SÁBADO — Ez 33.13
Como viverá o justo



OBJETIVOS
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
APRESENTAR o conceito de justificação como fundamental para a doutrina da salvação;
DEMONSTRAR a compreensão do conceito de adoção através da obra de Cristo no NT;
DEFENDER a segurança da salvação em Cristo.


INTERAÇÃO
Estamos chegando nas lições finais de nosso trimestre, nada melhor do que programar um processo de avaliação. Um instrumento como este deve ser valorizado por todo professor que deseje tornar-se cada vez melhor. Uma possibilidade extremamente válida seria incluir cada educando num processo autoavaliativo, ou seja, ao invés de apenas o educador ser objeto de avaliação por parte dos alunos, os próprios educandos seriam desafiados a avaliarem-se. Este exercício, se realizado com seriedade, e visando o crescimento da sala como um todo, pode gerar frutos preciosíssimos. Muitas vezes os alunos não se percebem em suas falhas, e erros, autoavaliando-se eles poderão, inclusive, conhecerem-se melhor. A avaliação pode ser feita por escrito, com itens objetivos e/ou discursivos, em uma última hipótese, o processo pode ser feito até mesmo de forma oral em grupo. Você conhece sua turma, escolha a melhor forma, e construa um processo avaliativo rico e produtivo.


ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
Esta sugestão de dinâmica é apropriada para salas onde o entrosamento entre os alunos já esteja consolidado. Com uma parte da sala forme pares de alunos e com a outra separe-os individualmente, marque — com giz, fita etc. — uma delimitação de quadrado no chão. Para alguns faça um quadrado bem grande e espaçoso, para outros faça o quadrado suficiente apenas para os pés dos participantes, e com um último grupo, delimite espaço suficiente apenas para um pé. Depois, você tentará tirá-los de dentro do quadrado (se possível, incentive-os com prêmios para aqueles que permanecerem mais tempo sem sair do quadrado). Rapidamente ficará evidente que aqueles que estão em duplas e possuem mais espaço permanecerão mais tempo dentro dos quadrados. Faça o fechamento da dinâmica demonstrando a eles que nossa segurança sempre estará em Cristo, nunca em nós mesmos, em nossa frágil condição humana ou nossa débil sabedoria.


TEXTO BÍBLICO
Gálatas 2.16-21.
16 — Sabendo que o homem não é justificado pelas obras da lei, mas pela fé em Jesus Cristo, temos também crido em Jesus Cristo, para sermos justificados pela fé de Cristo e não pelas obras da lei, porquanto pelas obras da lei nenhuma carne será justificada.

17 — Pois, se nós, que procuramos ser justificados em Cristo, nós mesmos também somos achados pecadores, é, porventura, Cristo ministro do pecado? De maneira nenhuma.

18 — Porque, se torno a edificar aquilo que destruí, constituo-me a mim mesmo transgressor.

19 — Porque eu, pela lei, estou morto para a lei, para viver para Deus.

20 — Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou e se entregou a si mesmo por mim.

21 — Não aniquilo a graça de Deus; porque, se a justiça provém da lei, segue-se que Cristo morreu debalde.



INTRODUÇÃO
O peso do pecado desfigurou a humanidade de tal forma que as narrativas do Antigo Testamento descrevem o homem afastado de Deus como alguém miseravelmente chagado por uma enfermidade sem cura aos olhos humanos. O cheiro de morte seguia os filhos de Adão continuamente, não havia paz nem esperança. Entretanto, com o advento do Filho de Deus, todas as coisas mudaram, em primeiro lugar o estado condenatório foi revogado e a justificação foi concedida a cada um de nós.


I. JUSTIFICAÇÃO
1. O que é a justificação?
Existe uma recorrente imagem judicial manifesta na Bíblia. Em vários momentos e por vários personagens, a história da humanidade é narrada na Sagrada Escritura como uma grande disputa judicial: a humanidade cometeu iniquidade (Is 64.6); o acusador, Satanás (Ap 12.10), denuncia nosso ato deliberado e de consequências desastrosas exigindo nossa condenação; Cristo — nosso bom advogado (1Jo 2.1) — apresenta sua própria vida como oferta substitutiva e restauradora (1Jo 2.2). É por isso que o Pai pode julgar nossas causas a partir da perspectiva do bom juízo (Jr 23.6; 33.16; 51.10). Pensar sobre a justificação é refletir a respeito do poderoso ato de amor de Deus em nosso favor. Sendo a justificação uma obra da divindade — Pai (2Co 5.21), Filho (Rm 5.9) e Espírito Santo (1Co 6.11) — estão plenamente envolvidos nesse acontecimento.

A justificação — no conjunto dos componentes da salvação — é aquilo que aconteceu em nosso favor, apesar de não sermos merecedores, e sim, apenas dignos da condenação (Rm 5.14-21). A lei, apesar de ter seu relevante papel pedagógico, demonstrou-se inútil e incapaz de manifestar a salvação aos homens, pois a mesma concentrou-se apenas na ênfase do erro, sem ser plenamente apta para relevar o bem do Senhor (Gl 3.24). Assim, é por meio da graça que somos justificados por Cristo (Rm 3.28; Gl 5.4). É importante diferenciar justificação de perdão. Enquanto que o perdão é declarar que o culpado não tem mais que pagar a dívida por seus atos, a justificação muda, inclusive, o status do indivíduo. Graças a justificação não somos mais culpados, e sim, justos (justificados) e por isso, perdoados. Não há dívida para pagar, nem desconfiança ou preconceito da parte de Deus para conosco. A sociedade encarcera e pune os que comentem crimes; o cristão é convocado a perdoar seus agressores, mas apenas Deus justifica a humanidade.



2. A certeza da justificação.
A ressurreição de Jesus é a garantia de que podemos acreditar na justificação de nossas vidas (Rm 4.25). Assim, tão certo como Jesus Cristo vive, podemos crer que não somos mais inimigos de Deus, mas seus filhos amados (1Co 4.4,5). Não devemos mais carregar peso de culpa ou sentimentos condenatórios, pois a verdade do sepulcro vazio é a evidência de que não somos mais considerados indignos por Deus. Deste modo, pouco importa a maneira pela qual somos tratados por quem não conhece a obra de Cristo em nossas vidas. Estejamos felizes de ter em nossa alma a convicção da salvação que vem de Deus para nós, os justificados. É isto que Paulo afirma em Romanos quando declara que os que morreram para o mundo em Cristo, já vivem justificados nEle (Rm 6.7).


3. A operação da justificação em nós.
A justificação, sendo um ato gracioso e soberano de Deus, pode e deve ser valorizada por todos os que já foram alcançados pela salvação (At 13.39). Sendo a fé o instrumento anunciador de nossa justificação ao nosso próprio coração, temos em nosso ser a paz, oriunda de uma certeza inabalável, da salvação. Em termos teológicos, é a doutrina da justificação que estabelece um fosso entre católicos e protestantes, uma vez que, conforme o texto bíblico que se tornaria lema da Reforma Protestante, “[…] o justo viverá da fé” (Rm 1.17). Assim sendo, a justificação é um ato, não um processo; dito de outra forma, de uma só vez Deus justificou-nos. Não há mérito nenhum em nós, apenas graça sobre graça. Tiago declara-nos que é impossível experimentar uma vida justificada pela fé na ressurreição de Cristo se, em nosso testemunho pessoal, não resplandece a salvação de Cristo (Tg 2.21-26).


II. A ADOÇÃO
1. A adoção como imagem bíblica.
A Bíblia é repleta de imagens que procuram apresentar o amor e o cuidado de Deus para com a humanidade — o pastor e as ovelhas (Mt 9.36), o agricultor e a vinha (Lc 20.13), o rei e seus súditos (Mt 22.1-3), um empregador e seus empregados (Mt 20.1). Há, no entanto, uma metáfora que se destaca entre estas, que é aquela que apresenta Deus como Pai e a humanidade como seus filhos. Há nesta analogia bíblica uma série de detalhes que, ao longo da história do desenvolvimento do pensamento cristão, passaram a ser de fundamental importância para o Cristianismo. Um destes aspectos diz respeito à questão da filiação. Não bastasse o uso de uma analogia quanto nosso relacionamento Deus-Pai e humanidade-filhos, a palavra discute a questão da filiação a partir da categoria da adoção. Tal imagem busca revelar o cuidado de Deus para com a humanidade e o reconhecimento de que a povo de Israel foi constituído com uma vocação específica para anunciar a salvação.


2. Os filhos de Deus.
João registra em seu Evangelho a “profecia” de Caifás (Jo 11.52) sobre a morte de Jesus, todavia, mais relevante é o comentário do evangelista, segundo o qual, o sacrifício do Cristo não serviria apenas para libertar os descendentes de Abraão da fúria de Roma (v.50), mas também para proporcionar a restauração universal de todos os filhos de Deus. As definições paulinas para “filhos de Deus” são muito sintéticas e bastante claras: Romanos 8.14 — os que são guiados pelo Espírito de Deus — os que têm fé em Jesus Cristo. Já João interliga a filiação com aspectos como o conhecimento de Deus (1Jo 3.2) e uma vida sem pecados (1Jo 3.8-10). Desta forma, pode-se perceber que na questão da filiação, Deus pretende abranger o máximo possível da humanidade. Não se pode esquecer que no Antigo Testamento a Bíblia também fala sobre “filhos de Deus”, ao referir-se aos anjos (Jó 1.6; 2.1; 38.7).

O termo utilizado na Bíblia para tratar sobre adoção é huiothesia (o qual também pode ser traduzido como filiação). Segundo os costumes da época, o indivíduo que tinha a “posição de filho” estava digno de tornar-se herdeiro de seus pais. Os israelitas são filhos de Deus por serem herdeiros das promessas feitas a Abraão e renovadas aos seus descendentes diretos e indiretos. A salvação em Cristo, no entanto, concedeu àqueles que não são judeus o privilégio de tornarem-se herdeiros dos tesouros do céu e das promessas de Deus (Gl 4.7). Não receberemos aquilo que é exclusivo de Israel — pois as promessas específicas têm destinatários certos — contudo, por Jesus, somos aceitos diante de Deus, e assim alcançaremos todos os benefícios da salvação (Ef 1.5).



3. Efeitos práticos da adoção/filiação.
Somente aqueles que experimentam a nova vida em Cristo têm o privilégio de viver todos os benefícios da adoção como filhos de Deus. Dentre esses privilégios pode-se citar a capacidade de receber e suportar com resignação a disciplina do Senhor (Hb 12.6-11); a operação do Santo Espírito que nos convence individualmente de que somos filhos de Deus (Rm 8.16). Além disso, graças a adoção como filhos de Deus, nosso ser aspira a redenção eterna, o cumprimento pleno de todas as profecias e por fim, a vida eterna (Rm 8.23). Quem ignora sua filiação; talvez tema a morte quem tem confiança quanto à sua herança celeste aguarda em festa e regozijo o Dia glorioso do Senhor, quando inclusive, toda nossa limitação (física, emocional, material) terá um fim, e desta forma poderemos ter completa comunhão com Ele (1Jo 3.1-3).


III. A PERSEVERANÇA
1. A segurança da salvação.
A salvação que Jesus adquiriu para cada um de nós é o maior milagre que se pode anunciar enquanto cristão (At 4.12). Há, no entanto, um complexo debate sobre um dos aspectos da salvação, que já se desenvolve há séculos: Que segurança temos com relação a nossa salvação? É possível perder a salvação? Alguém que já usufruiu de todos os benefícios de um novo nascimento pode “cair da graça”? Questões como estas são complexas, mas necessárias para nossa reflexão. Ao invés de abordarmos o assunto por seu caminho negativo, utilizemos uma estratégia mais clara, ou seja, tratemos sobre a perseverança dos santos na salvação de Deus. A Bíblia declara em textos como João 15.4-8, que enquanto estivermos ligados em Jesus, isto é, vivendo de modo espiritualmente sadio e piedoso, teremos certeza de paz e vida eterna. Está segurança salvífica, como se pode entender, está condicionada ao nosso relacionamento com Jesus (1Co 1.8; 2Tm 1.12; Hb 3.14).

A salvação não é um cárcere do qual não temos a opção de sair; antes, a melhor metáfora para sintetizar a obra da redenção é a do abraço, pois tendo Cristo nos acolhido, poderemos permanecer com o Salvador para sempre desde que não nos afastemos dEle, pois o justo viverá pela fé (Rm 1.17; Gl 3.11). Não importa o nível de problemas e aflições que possamos enfrentar, enquanto estivermos com o Senhor Jesus seu amor é suficiente para enfrentarmos todas as coisas (1Co 10.13). A segurança da graça em Cristo, entretanto, não deve tornar-nos arrogantes, por isso, o tempo todo as Escrituras Sagradas exortam-nos à vigilância e ao arrependimento (1Co 10.12; Hb 6.4-6).



2. A tragédia da Queda.
A salvação, infelizmente, pode ser perdida. Um dos textos mais explícitos quanto aos princípios que envolvem esta questão — ainda que registrado no Antigo Testamento — é Ezequiel 33.11-16. Em primeiro lugar devemos ser conscientes do desejo eterno de Deus quanto à salvação da humanidade, e não, pela condenação das pessoas, por mais perversas que elas sejam (Ez 18.23; 33.11; Tt 2.11). Sabedores disto, cabe-nos reconhecer que não existe uma condição pré-determinada, imutável para ninguém quanto à salvação. Pode-se extrair das Escrituras que a salvação não é uma conta bancária onde se pode creditar e/ou debitar obras de justiça e pecados; ser salvo é estar em contínuo relacionamento com Cristo, e por isso, com um coração regularmente propenso ao quebrantamento. Textos como, Gálatas 5.4, 1 Timóteo 4.1, 2 Pedro 1.10; 3.17 e Apocalipse 2.4,5, demonstram de maneira indubitável que haverá um grupo de pessoas que, apesar de terem experimentado todos os benefícios da salvação, optarão por desligar-se da comunhão com Cristo.


3. Cuidados com nossa salvação hoje.
A partir do contexto de algumas passagens da Escritura sobre o problema da Queda e de nossa perseverança em Cristo, pode-se traçar um perfil de conduta e relacionamentos para o bem-estar de nossa saúde espiritual:

a) Cuidado com falsos profetas, eles são veneno para a alma. O texto de 2 Pedro 2.1-4 adverte-nos a afastarmo-nos dos que profetizam mentiras e procuram enganar multidões, pois se nem a rebelião dos anjos foi aceita, imagine a desobediência da humanidade.

b) Nunca desvalorize a graça que foi distribuída à sua vida. Segundo Hebreus 6.4-6, como alguém que recebeu a salvação graciosamente das mãos de Deus, e depois jogou fora, pode ainda ser merecedor dela? A salvação deve ser trabalhada (Fp 2.12).



CONCLUSÃO
Somente quem já sentiu a amarga consciência do pecado sabe o valor que tem a justificação que vem de Cristo. Não somos mais condenados, somos filhos de Deus, coerdeiros com Jesus de todas as dádivas do céu.



HORA DA REVISÃO
1. Qual a principal diferença entre a justificação e o perdão?
Enquanto que o perdão é declarar que o culpado não tem mais que pagar a dívida por seus atos condenatórios, a justificação muda, inclusive, o status do indivíduo.




2. O que significa dizer que a justificação é um estado e não um processo?
Significa atestar que ela é uma prerrogativa exclusiva de Deus, sem qualquer vínculo com as ações humanas.




3. Qual o maior privilégio de ser reconhecido como filho de Deus?
É tornar-se herdeiro das promessas de Deus, não de expectativas terrenas, mas de dádivas do céu.




4. Em que consiste a segurança de nossa salvação?

Em nosso relacionamento com Cristo Jesus, pois somente ele é o único e suficiente para garantir-nos paz e salvação.




5. De que modo pode-se afastar do risco da perda da salvação?

Afastando-se dos falsos profetas, pois a convivência com eles envenena a alma e valorizando o conjunto da obra da salvação para que assim o sangue de Cristo na cruz nunca seja vituperado.











SUBSÍDIO I
“1) ‘Os que já uma vez foram iluminados’ (6.4a) não significa simplesmente que aqueles a quem o texto está se referindo haviam recebido a instrução cristã, mas que ali ocorreu ‘uma entrada decisiva da luz do evangelho em suas vidas’ (Peterson, 1994, 1335), que resultou na renovação da mente e da experiência cristã.

2) A menção a terem provado ‘o dom celestial’ (6.4b) se refere a terem recebido o dom de Cristo, juntamente com todas as bênçãos espirituais que Ele graciosamente concede. O termo ‘provaram’ indica algo além do precioso conhecimento de Cristo; sugere ‘experimentar algo de uma maneira real e pessoal (não somente ‘provar uma pequena quantidade’)’ (Peterson, 1994, 1335). A distinção calvinista entre ‘provar’ e ‘comer’ é injustificada aqui. O verbo ‘provar’ diz respeito a experimentar o sabor ou a realidade daquilo que é comido, e não à quantidade daquilo que é comido.

3) A menção de que os sujeitos também haviam sido ‘participantes do Espírito Santo’ (6.4c) — literalmente, ‘tornaram-se participantes do Espírito Santo’ — refere-se claramente a uma experiência cristã em Hebreus (cf. Jo 20.22). O autor usa a palavra ‘participantes’ ( metochoi ) três vezes em Hebreus como um de seus termos técnicos para aqueles que responderam à chamada de Deus para a salvação" (Comentário Bíblico Pentecostal: Novo Testamento. 1ª Edição. RJ: CPAD, 2006. p.1574).



SUBSÍDIO II
“O expositor bíblico William Barclay mostra o pano de fundo da doutrina da justificação nessa passagem. Nesse exemplo de Paulo, imagina-se o homem diante do tribunal de Deus. Barclay destaca com muita propriedade que a palavra grega traduzida como ‘justificar’ vem da mesma raiz de dikaiún e que todos os verbos gregos que terminam em ún têm o sentido de considerar alguém como algo e não o de fazer algo a alguém. Dessa forma, se alguém que é inocente se apresenta diante de um juiz, o juiz, evidentemente, o declarará inocente. Todavia, o caso mostrado por Paulo aqui é diferente. A pessoa que se apresenta diante de Deus é totalmente culpada, merecendo a punição do seu erro, porém, o justo Juiz, em uma demonstração de sua graça infinita, considera-o como se fosse inocente. Isso é o que se entende do significado da palavra ‘justificação’ no contexto paulino.

Quando Paulo diz ‘Deus justifica o ímpio’, significa, dentro do contexto da justificação, que Deus trata o ímpio como alguém bom. É evidente que tal raciocínio deixou os judeus totalmente escandalizados. Na mente dos judeus, apenas um juiz iníquo agiria dessa forma, pois justificar o ímpio é uma abominação para Deus (Pv 17.15); ‘não justificarei o ímpio’ (Êx 23.7). Todavia, a argumentação de Paulo mostra que é exatamente isso o que Deus fez” (GONÇALVES, José. Maravilhosa Graça. O Evangelho de Jesus Cristo Revelado na Carta aos Romanos. 1ª Edição. RJ: CPAD, 2016).
Lições Bíblicas Jovens:
Cpad - 1° Trimestre de 2020
Tema: Jesus Cristo – Filho do Homem, Filho de Deus
Comentarista: Thiago Brazil 

Dinâmica: A sentença do Juiz: Lição 10: Aspectos Da Obra Redentora de Jesus Cristo - Jovens: Jesus Cristo – Filho do Homem, Filho de Deus

Professoras e professores, observem estas orientações:
1 – Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:
- Cumprimentem os alunos.
- Dirijam-se aos alunos, chamando-os pelo nome, para tanto é importante uma lista nominal para que vocês possam memorizar.
- Perguntem como passaram a semana.
- Escutem atentamente o que eles falam.
- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.
- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.
Outro fator importante para estabelecer vínculos com os alunos é através das redes sociais, adicionem os alunos e mantenham comunicação com eles.
3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email ou pelas redes sociais, deixando uma mensagem “in box” dizendo que sentiu falta dele(a) na EBD).
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.
4 – Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.
5 – Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associando a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!
6 – Agora, vocês iniciam o estudo da lição. Vejam estas sugestões:
- Apresentem o título da lição: Aspectos Da Obra Redentora de Jesus Cristo.
- Para iniciar o estudo, utilizem a dinâmica “A sentença do Juiz”.
- Agora, trabalhem o conteúdo da lição.
Ao trabalhar o conteúdo da lição, vocês devem oportunizar a participação do aluno, envolvendo-o através de exemplos e situações próprias de sua idade. Dessa forma, vocês estão contextualizando o tema com a vida do aluno, além de promover uma aprendizagem mais significativa.
Tenham uma excelente e produtiva aula!


Observação importante:
Caso vocês ensinem em uma classe composta por mulheres ou mista, não se esqueçam de homenagear as mulheres pelo seu dia – 08 de março. Para isto, organizem o tempo de aula, separando um momento final para este fim.



Dinâmica: A sentença do Juiz
Objetivo: Iniciar o estudo sobre a justificação.

Material:
Papéis com o nome RÉU para cada aluno de um lado do papel; do outro lado do mesmo papel deve estar escrito “Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus”(Romanos 3:23).
Papel com o nome ACUSADOR
Papel com o nome ADVOGADO DE DEFESA
Papel com o nome JUIZ
Papel com a seguinte afirmação “Eu declaro o homem inocente, pois foi justificado por Jesus”.
Procedimento:
– Escolher 04 alunos para representar o RÉU, ACUSADOR, ADVOGADO DE DEFESA e JUIZ.
– Os demais alunos recebem um papel com o nome RÉU, atrás deve está escrito o versículo, conforme descrição no item material.
– Aparece o aluno que representa o acusador, acusando o homem do seu pecado.
– Em seguida, vem o aluno representando Jesus como advogado, defendendo o réu(o homem) e fala que morreu no lugar dele para que tivesse perdão de seus pecados.
– Por fim aparece o aluno que representa Deus e ler a sentença dele como juiz, declaro o homem inocente, pois foi justificado por Jesus.
– Em seguida, iniciem o estudo sobre a justificação.

Por Sulamita Macedo.
Fonte: Blogatitudedeaprendizblogspot.com


Jovens: Cpad - 1° Trimestre de 2020 - Tema: Jesus Cristo – Filho do Homem, Filho de Deus

Lição 10: Só o Evangelho Muda a Cultura Humana: Subsidio, Dinâmica: Videos - aulas, - Adultos

Inicie a aula de hoje fazendo a seguinte pergunta: 
0 que é cultura? 
Deixe que seus alunos respondam livremente. 
Após a escuta, passe a responde-los conforme a exposição deste tópico. 
A fim de enriquecer a sua explicação sobre a definição de cultura, leve em conta o seguinte fragmento textual: "'Cultura', derivado do latim cultura, refere-se aos costumes e produtos sociais inventados pelos seres humanos e refletindo suas crenças e valores. Segundo é interpretada nos dias de hoje, a cultura é caracterizada pelas artes, hábitos e comportamentos de um grupo social" (PALMER, Michael (Ed.). 
Panorama do Pensamento Cristão. Rio de Janeiro: editora CPAD, p.393).


TEXTO ÁUREO
Porque eles mesmos anunciam de nós qual a entrada que tivemos para convosco, e como dos ídolos vos convertestes a Deus, para servir ao Deus vivo e verdadeiro.
1 Tessalonicenses 1.9.




VERDADE PRÁTICA
Em consequência do pecado, não há culturas inocentes nem inofensivas, mas todas elas podem ser transformadas pelo Evangelho de Cristo.



LEITURA DIÁRIA
Segunda - Lv 18.30: Costumes antigos
Terça - Lv 20.23: Os costumes de Canaã
Quarta - 2 Rs 17.34: Costumes ofensivos a Deus
Quinta - Jr 10.3: Os costumes dos povos
Sexta - At 13.18: Os maus costumes de Israel
Sábado -1 Co 15.33: Os bons costumes




LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
1 Tessalonicenses 1.1-10
1- Paulo, e Silvano, e Timóteo, à igreja dos tessalonicenses, em Deus, o Pai, e no Senhor Jesus Cristo: graça e paz tenhais de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo.
2- Sempre damos graças a Deus por vós todos, fazendo menção de vós em nossas orações,
3- lembrando-nos, sem cessar, da obra da vossa fé, do trabalho do amor e da paciência da esperança em nosso Senhor Jesus Cristo, diante de nosso Deus e Pai,
4- sabendo, amados irmãos, que a vossa eleição é de Deus;
5- porque o nosso evangelho não foi a vós somente em palavras, mas também em poder, e no Espirito Santo, e em muita certeza, como bem sabeis quais fomos entre vós, por amor de vós.
6- E vós fostes feitos nossos imitadores e do Senhor, recebendo a palavra em muita tribulação, com gozo do Espírito Santo,
7- de maneira que fostes exemplo para todos os fiéis na Macedonia e Acaia.
8- Porque por vós soou a palavra do Senhor, não somente na Macedonia e Acaia, mas também em todos os lugares a vossa fé para com Deus se espalhou, de tal maneira que já dela não temos necessidade de falar coisa alguma;
9- porque eles mesmos anunciam de nós qual a entrada que tivemos para convosco, e como dos ídolos vos convertestes a Deus, para servir ao Deus vivo e verdadeiro
10- e esperar dos céus a seu Filho, a quem ressuscitou dos mortos, a saber, Jesus, que nos livra da ira futura.




OBJETIVO GERAL
Demonstrar que a cultura pode ser transformada pelo Evangelho.


OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. 
Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.
I - Definir a cultura;
II - Descrever uma cultura dominada pela iniquidade;
III - Mostrar que o Evangelho transforma a cultura.




• INTERAGINDO COM O PROFESSOR
A Bíblia relata que o ser humano foi atingindo pelo pecado original. Por isso, suas ações carregam essa herança negativa. Por causa do pecado, o homem está inclinado ao mal. Entretanto, a Palavra de Deus mostra que o ser humano é "imagem de Deus". Ainda que a consequência do pecado fosse trágica, ele não perdeu essa imagem. Assim, é possível ver homem produzir coisas boas. Nesse sentido, podemos afirmar que a cultura que o ser humano produz traz consigo a herança do pecado, mas também a herança da imagem divina, por isso, há aspectos positivos e negativos na cultura humana. O Evangelho propõe restaurar o ser humano todo e, assim, como consequência, fazer com que ele produza cultura que glorifique a Deus em todos os aspectos humanos.




PONTO CENTRAL
Toda cultura pode ser transformada pelo Evangelho de Cristo.




INTRODUÇÃO
Na lição de hoje, estudaremos a cultura humana através do prisma da Bíblia Sagrada. Nosso intento é mostrar que nenhuma cultura pode ser tida como neutra, ou inofensiva, porque todas elas acham-se contaminadas pelo pecado de Adão.

Em seguida, veremos que a cultura humana tornou-se o abrigo natural do homicídio, do sexo depravado, da usura e da rebelião contra

Deus. Mas a boa notícia é que o Evangelho de Cristo pode transformar qualquer cultura.

Quanto a nós, Igreja de Cristo, não nos conformemos com este mundo que jaz no Maligno, como fez Israel e Judá. Por aceitar todas as impurezas das culturas vizinhas e longínquas, ambos os reinos foram destruídos. Mantenhamos nossas propriedades como povo de Deus. Os irmãos de Tessalônica são um exemplo para todos nós por terem colocado em prática a sua fé no Senhor, testemunhando de Cristo em diversos lugares.



I – O QUE É A CULTURA
De acordo com a Bíblia Sagrada, o ser humano foi criado para fazer e produzir cultura, a partir da criação divina. Neste tópico, veremos, ainda, a cultura dos gentios e a cultura do povo de Deus.


1. Definição de cultura.
No princípio, a cultura tinha a ver apenas com o cultivo da terra, visando a produção de alimentos (Gn 4.2). Depois, passou a ser considerada como a soma de todas as realizações humanas: espirituais, intelectuais, materiais etc. Semelhante tarefa foi considerada enfadonha por Salomão (Ec 1.1-13).

A cultura pode ser definida também pela maneira como uma nação encara as demandas e reivindicações divinas (Lv 20.23).



2. A cultura dos gentios.
Por haverem perdido o verdadeiro conhecimento de Deus, que lhes havia transmitido o patriarca Noé, logo após o Dilúvio, os seres humanos passaram a adorar a criatura em lugar do Criador (Rm 1.18-25). E, a partir daí, puseram-se a imaginar coisas vãs e soberbas (Gn 11. 6; Sl 2.1).

Hoje, a antropologia cultural vê, como meros fenômenos sociológicos e culturais, a prostituição, o homicídio, a corrupção e até mesmo o infanticídio (2 Rs 23. 7; Lv 20.1-5; Ed 9-11).



3. A cultura do povo de Deus.
A visão do povo de Deus, quanto à cultura, tem como fundamento a Bíblia Sagrada, a inspirada, inerrante e completa Palavra de Deus (2 Tm 3.16,17). Por essa razão, tudo quanto fazemos tem como base esta proposição: a Terra é do Senhor (Sl 24.1). Haja vista os filhos de Israel. Eles consagravam ao Senhor até mesmo suas colheitas (Lv 23.10).

Portanto, tudo quanto fizermos tem de ser aferido por este mandamento apostólico: "Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para a glória de Deus" (1 Co 10.31).




SÍNTESE DO TÓPICO I
Cultura é a soma de todas as realizações humanas: espirituais, intelectuais, materiais etc.
II - UMA CULTURA DOMINADA PELA INIQUIDADE
A homem foi posto no Éden, para lavrar a terra e fazer cultura, a partir da criação divina (Gn 1.26; 2.5). Mas, devido ao pecado, toda a cultura humana pôs-se contra Deus.


1. A cultura original.
Se a Terra é do Senhor, todos deveriam saber que, neste mundo, não passamos de servos de Deus (Sl 24.1). Logo, tudo quanto produzimos deveria ser um reflexo da glória do Criador.

Se não tivéssemos caído em pecado, nossa cultura seria uma extensão da divina. Mas, por causa da Queda, a humanidade passou a trabalhar contra Deus (Ec 7.29).



2. A cultura do homicídio.
Como resultado da apostasia de Adão, o homicídio é rapidamente incorporado à cultura humana. Haja vista que Lameque, para celebrar a morte de dois homens, escreveu um poema (Gn 4.23).

Os heróis daquele tempo eram os vilões que se davam à opressão e à matança (Gn 6.4,11). Hoje, vemos aqueles dias replicarem-se em todos os segmentos sociais; a cultura da morte não mudou. O que dizer do aborto, da eutanásia e da cruel indiferença ao próximo?



3. A cultura do erotismo.
O erotismo também impregnou rapidamente a cultura humana; o casamento foi logo banalizado (Mt 24.37-39). A fraqueza moral, iniciada pelo homicida Lameque, fez-se cultura (Gn 4.23). A promiscuidade precisou apenas de um exemplo, a fim de espalhar-se. Que Deus tenha misericórdia de nossa geração.


4. A cultura do consumo irrefreado.
A cultura do mundo pré-diluviano, quanto ao consumo desenfreado, em nada diferia da nossa. Naquele tempo, as pessoas, já tomadas pela apostasia, não faziam outra coisa senão comer e beber (Mt 24.37,38). Hoje, gasta-se exageradamente naquilo que não satisfaz; é o consumo pelo consumo (Is 55.2). Eis o resultado de toda essa gastança: famílias endividadas e muita gente à beira da miséria. Sejamos providos e não pródigos.




SÍNTESE DO TÓPICO II
O homem foi feito para lavrar a terra e fazer cultura, mas, por causa do pecado, a cultura humana pôs-se contra Deus.


SUBSÍDIO BÍBLICO-TEOLÓGICO
"Cultura Popular e Igreja
George Lucas, diretor do filme Guerras nas Estrelas e, por conseguinte, moderno fabricante de mitos, declara que o cinema e a televisão suplantaram a igreja como grandes comunicadores de valores e crenças. [...] A possibilidade de que a mídia substitua o papel historicamente vital desempenhado pela igreja na formação dos valores de uma comunidade é desconcertante, mas compreensível. Para muitos, o cinema se tornou uma igreja virtual. Mesmo dentro de nossa casa, verificamos que as devoções familiares são suplantadas pelos deuses eletrônicos. A televisão pode funcionar como santuário privado ao deus das imagens - um deus do lar grego ou olímpico da ESPN, um Buda pessoal da Televisão Pública ou um deus Dionísio da TV a cabo. Cada um oferece sua própria visão da vida boa.

E frequentemente jazemos prostrados diante de nosso Deus, ficando preguiçosos e indolentes" (PALMER, Michael (Ed.). Panorama do Pensamento Cristão. Rio de Janeiro: editora CPAD, p.394).
III  - O EVANGELHO TRANSFORMA A CULTURA
Agora, precisamos responder a esta pergunta: 
"É possível transformar uma cultura dominada pela iniquidade?".


1. Jesus nasceu num contexto cultural.
Nenhum homem é capaz de viver à parte de uma cultura; somos seres culturais. Aliás, o próprio Filho de Deus, quando de sua encarnação, foi acolhido numa sociedade dominada por três grandes culturas - a judaica, a grega e a romana (Jo 19.20). Todavia, a sua mensagem transformou milhões de pessoas oriundas de todas as culturas do mundo, conduzindo-as a viver num só corpo (Rm 10.12).


2. O Evangelho transforma a cultura.
Conquanto não nos seja possível converter toda uma sociedade, podemos influenciá-la com a mensagem do Evangelho. Haja vista o que aconteceu em Éfeso, durante a terceira viagem missionária de Paulo, quando praticantes de artes mágicas queimaram seus livros em público (At 19.19).

Se quisermos, de fato, transformar o nosso país, devemos evangelizá-lo de acordo com o modelo de Atos dos Apóstolos (At 1.8).




3. Os crentes de Corinto, um exemplo da influência do Evangelho.

Corinto era uma das cidades mais promiscuas no período do Novo Testamento. Não obstante, Paulo, ao levar-lhe o Evangelho, resgatou preciosas almas aprisionadas a um contexto moralmente doentio (1 Co 6.9-11).

Apesar de seus graves problemas, a igreja coríntia detinha todos os dons espirituais (1 Co 1.7). O mais importante, porém, é que os seus membros, dantes escravizados por Satanás, eram agora chamados de santos em Jesus Cristo (1 Co 1.1,2).






SÍNTESE DO TÓPICO III
O Evangelho pode transformar a cultura dominada pela iniquidade.


SUBSÍDIO BÍBLICO-TEOLÓGICO
"Os cristãos são chamados filhos da luz, mesmo quando buscamos introduzir luz num mundo de trevas lúgubres e fomentar os resultados da luz. Paulo era adepto de achar aberturas para o Evangelho na cultura popular de sua época. Sua estratégia comunicativa de ser ‘tudo para todos' foi posta em prática no Areópago, onde uma obsessão grega, a adoração a um deus desconhecido, tornou-se oportunidade notável. Citando os poetas gregos e referindo-se a peças teatrais, corridas e lutas de boxe gregas, Paulo tomou a cultura ateniense como ponto de partida para introduzir a luz do Evangelho. Em vez de separar-se da cultura deles ou de consumi-la sem criticá-la, Paulo a explorou e encontrou meios de adaptá-la aos seus próprios propósitos. Deste modo, ele redimiu e transformou a cultura popular de seu tempo" (PALMER, Michael (Ed.). Panorama do Pensamento Cristão. Rio de Janeiro: editora CPAD, p.407).






CONCLUSÃO
A cultura atual em nada difere da pré-diluviana. No entanto, podemos influenciá-la através da pregação do Evangelho de Cristo. Se levarmos a sério a promessa de Atos 1.8, viremos não apenas a influenciá-la, mas igualmente transformá-la. Afinal, somos o sal da terra e a luz do mundo. Somente a Igreja de Cristo reúne essas propriedades tão raras para abalar as estruturas deste mundo que jaz no Maligno.

Sejamos santos. Evangelizemos e façamos missões! É a ordem de Cristo. Nós podemos transformar a cultura da sociedade atual, como fez o apóstolo Paulo em Tessalônica.


PARA REFLETIR
A respeito de “Só o Evangelho Muda a Cultura Humana", responda:
1. De acordo com a lição, o que é cultura?
No princípio, a cultura tinha a ver apenas com o cultivo da terra, visando a produção de alimentos (Gn 4.2). Depois, passou a ser considerada como a soma de todas as realizações humanas: espirituais, intelectuais, materiais etc.




2. Como era caracterizada a cultura pré-diluviana?
Pela cultura do homicídio, do erotismo e do consumo irrefreado.




3. Em que contexto cultural Jesus nasceu?
O Filho de Deus, quando de sua encarnação, foi acolhido numa sociedade dominada por três grandes culturas - a judaica, a grega e a romana (Jo 19.20).




4. De que forma o Evangelho influenciou a cultura gentia?
Pela mensagem do Evangelho.




5. Como podemos transformar a nossa cultura?
A cultura atual em nada difere da pré-diluviana. No entanto, podemos transformá-la através da pregação do Evangelho de Cristo.









Videos aulas, Com vários professores.
Endereço na descrição dos vídeos



  



- Para concluir:
Dinâmica: Livro das Vidas Transformadas
Objetivos:
Enfatizar que o evangelho de Jesus transforma vidas.
Socializar como ocorreu a conversão dos alunos.

Material:
01 caneta e 01 folha de papel ofício para cada aluno, com um traço horizontal dividindo-a ao meio; na parte superior, escrever “Antes da Conversão” e na inferior “Depois da Conversão”.
Procedimento:
- Após o estudo da lição, entreguem para cada aluno uma folha de papel ofício, conforme descrição no item “Material”.
- Orientem os alunos para que escrevam de forma objetiva como era a vida deles antes e depois da conversão, onde, como e quando ocorreu esta transformação. No final da folha, escrever o nome completo. Estipulem aproximadamente 15 minutos para esta finalidade.
- Peçam que pelos menos 02 alunos falem o que escreveram.
- Depois, recolham todas as folhas e digam que vão encadernar, para formar um "livro".
Digitem na capa o seguinte título “Livro das Vidas Transformadas”; acrescentem ainda nesta primeira página, o local, a data e o nome ou número da classe;
Na segunda folha, podem ainda fazer um índice com a sequência dos nomes dos alunos e a numeração das folhas.
Se preferir, vocês podem também colocar uma justificativa desta atividade como também folhas em branco para algum registro posterior.
- Falem que na próxima aula, vocês trarão este “livro” e através de um sistema de empréstimo semanal, cada aluno poderá ter acesso aos relatos dos colegas sobre a conversão deles.
Por Sulamita Macedo.
Fonte da dinâmica: Blogatitudedeaprendiz.blogspot.com




SUBSÍDIOS ENSINADOR CRISTÃO
SÓ O EVANGELHO MUDA A CULTURA HUMANA
A cultura manifesta o que predomina na natureza do ser humano. Ali estão o seu olhar, pensamento, desejo e sentimento. Há uma inclinação clara para o mal na cultura do homem, pois este é manchado pelo pecado.

Entretanto, há também sinais de coisas boas porque o ser humano carrega consigo a imagem de Deus. Por isso, esta lição tem o objetivo geral de demonstrar que a cultura pode ser transformada pelo Evangelho. Ora, o Evangelho redime o ser humano todo e, como consequência, faz com que ele produza cultura que glorifique maravilhosamente a Deus.

Para mostrar isso, temos ao menos três objetivos a atingir. 
O primeiro, definir a cultura. Trata-se de um conceito complexo, por isso, é preciso atenção para expor esse conceito. Segundo, tem o objetivo de descrever uma cultura dominada pela iniquidade, ou seja, suas marcas e características. E, finalmente, 
o último objetivo é mostrar que o Evangelho transforma a cultura.

Resumo da lição e perspectivas
No sentido de definir a palavra cultura, 
o primeiro tópico apresenta a palavra como a soma de todas as realizações humanas: espirituais, intelectuais, materiais etc. Em seguida, há um contraste entre a cultura gentílica e cultura do povo de Deus, destacando que este vive sempre para a glória de Deus.

Para descrever uma cultura dominada pela iniquidade, 
o segundo tópico mostra que o homem foi feito para lavrar a terra e fazer cultura, mas, por causa do pecado, a cultura humana pôs-se contra Deus. O ser humano rebelou-se contra o seu Criador. A civilização pós-diluviana tinha como marca cultural o homicídio, o erotismo e o consumo irrefreado. Ou seja, seu pensamento resumia-se ao aqui e o agora. Tudo isso revelado num modo de vida puramente materialista.

Para pontuar o poder transformador do Evangelho, 
o último tópico demonstra que Evangelho pode transformar a cultura dominada pela iniquidade. Para isso, o tópico apresenta que Jesus Cristo nasceu num contexto cultural oposto ao desígnio de Deus. A partir do exemplo dos crentes de Corinto, é possível perceber o impacto que o Evangelho traz à vida de pessoas simples. A partir dessas pessoas qualquer instância pode ser transformada.
O Evangelho é poderoso para fazer coisas extraordinárias.
Ainda que vivamos em uma cultura oposta a nossa fé, Deus pode salvar pessoas e por meio delas recuperar uma cultura.
Fonte:
Cpad
Créditos.
Lições Bíblicas Adultos.
1º Trimestre de 2020
Título: A Raça Humana: Origem, Doutrina e Redenção
Comentarista: Claudionor de Andrade



Adultos - 1° Trimestre de 2020: Cpad - Tema: A Raça Humana: Origem, Doutrina e Redenção...


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2 de março de 2020

Dinâmica: Livro das Vidas Transformadas: Lição 10: Só o Evangelho Muda a Cultura Humana: Adultos - A Raça Humana: Origem, Doutrina e Redenção

Professoras e professores, observem estas orientações:
1 – Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:
- Cumprimentem os alunos.
- Dirijam-se aos alunos, chamando-os pelo nome, para tanto é importante uma lista nominal para que vocês possam memorizar.
- Perguntem como passaram a semana.
- Escutem atentamente o que eles falam.
- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.
- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.
Outro fator importante para estabelecer vínculos com os alunos é através das redes sociais, adicionem os alunos e mantenham comunicação com eles.
3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email ou pelas redes sociais, deixando uma mensagem “in box” dizendo que sentiu falta dele(a) na EBD).
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.
4 – Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.
5 – Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associando a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!
6 – Agora, vocês iniciam o estudo da lição. Vejam estas sugestões:
- Apresentem o título da lição: Só o Evangelho Muda a Cultura Humana.
- Trabalhem o conteúdo da lição.
Lembrem-se de que vocês devem oportunizar a participação do aluno, envolvendo-o através de exemplos e situações próprias de sua idade. Dessa forma, vocês estão contextualizando o tema com a vida do aluno, além de promover uma aprendizagem mais significativa.
- Para concluir o estudo do tema, utilizem a dinâmica “Livro das Vidas Transformadas”.
Tenham uma excelente e produtiva aula!


Observação importante:
Caso vocês ensinem em uma classe composta por mulheres ou mista, não se esqueçam de homenagear as mulheres pelo seu dia – 08 de março. Para isto, organizem o tempo de aula, separando um momento final para este fim.



Dinâmica: Livro das Vidas Transformadas

Objetivos:
Enfatizar que o evangelho de Jesus transforma vidas.
Socializar como ocorreu a conversão dos alunos.
Material:
01 caneta e 01 folha de papel ofício para cada aluno, com um traço horizontal dividindo-a ao meio; na parte superior, escrever “Antes da Conversão” e na inferior “Depois da Conversão”.
Procedimento:
- Após o estudo da lição, entreguem para cada aluno uma folha de papel ofício, conforme descrição no item “Material”.
- Orientem os alunos para que escrevam de forma objetiva como era a vida deles antes e depois da conversão, onde, como e quando ocorreu esta transformação. No final da folha, escrever o nome completo. Estipulem aproximadamente 15 minutos para esta finalidade.
- Peçam que pelos menos 02 alunos falem o que escreveram.
- Depois, recolham todas as folhas e digam que vão encadernar, para formar um "livro".
Digitem na capa o seguinte título “Livro das Vidas Transformadas”; acrescentem ainda nesta primeira página, o local, a data e o nome ou número da classe;
Na segunda folha, podem ainda fazer um índice com a sequência dos nomes dos alunos e a numeração das folhas.
Se preferir, vocês podem também colocar uma justificativa desta atividade como também folhas em branco para algum registro posterior.
- Falem que na próxima aula, vocês trarão este “livro” e através de um sistema de empréstimo semanal, cada aluno poderá ter acesso aos relatos dos colegas sobre a conversão deles.
Por Sulamita Macedo.

Fonte: Blogatitudedeaprendiz.blogspot.com


Adultos - 1° Trimestre de 2020: Cpad - Tema: A Raça Humana: Origem, Doutrina e Redenção...

1 de março de 2020

Dinâmica: “Pelos frutos, conhecemos a árvore!” João 15:8 - Pré-adolescentes, Adolescentes e Juvenis.

Você pode utilizar essa dinâmica após fazer um estudo sobre “Conhecendo a árvore pelos seus frutos!” baseados nos textos bíblicos de: João 15; Mateus 7:16 ao 21 e Gálatas 5:22 ao 25.
COMO FAZER:
Faça duas árvores, você pode escolher qualquer material que desejar, geralmente uso cartolinas e papel madeira. Ponha nelas frutos, que podem ser chocolates, cole-os nas árvores e junto de cada fruto uma folhinha onde estará escrito sobre aquele fruto, se é ruim ou é bom.
Quando os alunos já tiverem escolhido e “colhido” cada um o seu “fruto”, devem ler o que está escrito sobre ele, então o adolescente dirá se aquele é um bom fruto ou um fruto ruim; se for bom, ele pode ficar com o chocolate e dividir o fruto bom com as pessoas em sua volta, mas se for um fruto ruim, deve ser lançado fora.
Ponha um lixeiro no meio da sala para eles lançarem fora os frutos ruins. Devem também ser lançados fora aqueles em que estiverem escrito “Não produz fruto nenhum!”.
Sempre que faço essa dinâmica tenho ótimos resultados na reflexão com os adolescentes, alguns têm dificuldades em jogar fora o chocolate, e até querem pegar depois da dinâmica, mas você deve interagir à medida que observa cada reação, mostre como os frutos ruins às vezes são difíceis de ser deixados, e que precisa de uma renúncia, de esforço, e disciplina, exatamente pela consciência de que aquilo que se pratica não trará bons resultados para vida deles.
Reflexão:
Cristo é quem produz em nós os bons frutos, quanto mais mantemos comunhão e intimidade com Ele, mas dele refletiremos. O modo de pensar, falar, agir, sentir, enfim, em todas as áreas de nossas vidas devemos refletir a Jesus. Somos enxertados em Cristo e dele nos alimentamos, para sua glória e louvor damos testemunho daquilo que cremos! Que frutos você tem produzido em seus relacionamentos e sua maneira de viver?
Como andam seus pensamentos?
Suas palavras são agradáveis e edificam os outros?
Você é honesto no tratar com as pessoas?
Sua palavra é confiável?
Como lida com seus pais?
Sabe escolher boas amizades?
E o que você tem visto e ouvido? como anda sua visão e audição?
etc
Você pode utilizar em seu estudo o quadro ilustrado “Pelo fruto, conhecemos a árvore!” João 15:8, faça um cartaz grande ou use o data show para expor na sala e peça que eles leiam as referências expondo depois o que compreenderam, discutam sobre os ensinamentos dos textos bíblicos e suas aplicações na vida prática cristã. Veja o quadro ilustrado em
OBS. Você também pode utilizar essa dinâmica para evangelizar, refletindo sobre a nova vida em Cristo - o que muda quando somos "enxertados nEle?!"


Pelo fruto, conhecemos a árvore! João 15:8 
Fonte:http://ministerio-c-adolescentes.blogspot.com

Lição 10: Ética Cristã: Adolescentes - 13 a 14 anos - Cpad




 






 

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