30 de julho de 2016

Noticia: Brasil suspende emissão de passaportes diplomáticos para lideranças religiosas

Mais uma mudança na diplomacia brasileira. Atendendo a reclamações de alguns setores da sociedade civil, o governo decidiu suspender a emissão de passaportes diplomáticos a lideranças religiosas. A Advocacia-Geral da União (AGU) entendeu que o Brasil, por ser um estado laico, não necessitaria emitir tais documentos.

Historicamente, a concessão de passaportes diplomáticos sempre foi concedida a integrantes da Igreja Católica, nos últimos anos representantes das igrejas evangélicas vinham se beneficiando, em grande número, dessa liberação.

O passaporte diplomático é concedido gratuitamente a diplomatas e cidadãos cujas funções se encaixam no artigo 6º do anexo ao Decreto 5.978 e 2006. O documento não assegura qualquer tipo de imunidade dentro do Brasil, embora permita alguns privilégios nos aeroportos em filas e despacho de bagagem. Em alguns casos, dependendo do país de destino, o visto pode ser dispensado.

Há pouco mais de 15 dias, o Itamaraty renovou a concessão desse passaporte ao pastor Samuel Ferreira e a sua mulher, Keila Ferreira, da Igreja Universal do Reino de Deus. No início de junho, a Justiça Federal de São Paulo suspendeu os passaportes diplomáticos ao pastor R.R. Soares e a sua mulher Maria Magdalena Soares, da Igreja Internacional da Graça de Deus.

Durante toda a sexta-feira, a Sputnik Brasil tentou entrar em contato com representantes da Igreja Universal do Reino de Deus e da Igreja Internacional da Graça de Deus, mas não obteve êxito em localizar nenhum porta-voz. A Arquidiocese do Rio de Janeiro, por sua vez, também foi procurada, mas não tinha nenhum representante disponível para comentar a decisão.
Fonte: Sputnik.



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Noticia: FBI alerta para 'diáspora' inédita de jihadistas do EI

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

O Diretor do FBI, James Comey, afirmou nesta sexta-feira (29) que o enfraquecimento do grupo jihadista Estado Islâmico (EI) deve levar a um aumento da possibilidade de atentados terroristas nos Estados Unidos e na Europa.

"Em certo ponto, haverá uma diáspora de terroristas da Síria, como jamais vimos até agora", declarou o chefe da polícia federal norte-americana, durante uma conferência sobre cibersegurança. "Nem todos os terroristas do EI morrerão no campo de batalha", acrescentou.

O Estado Islâmico vem perdendo nos últimos meses diversos territórios que estavam sob seu controle, como a cidade histórica de Palmira, na Síria, e Fallujah, no Iraque. Além disso, bombardeios da coalizão liderada pelos EUA e da Rússia, em aliança com o regime de Bashar al Assad, destruíram refinarias de petróleo que serviam para financiar o grupo.

No entanto, esse enfraquecimento levanta temores sobre uma eventual escalada do terrorismo no Ocidente, seja em ações planejadas pelo próprio EI, como os atentados de Paris e Bruxelas, seja pela atuação dos chamados "lobos solitários", como teriam sido os ataques de Nice, Orlando e Ansbach.

O Estado Islâmico também tem se mostrado extremamente competente no uso da internet para disseminar sua ideologia, influenciando pessoas que nunca chegaram perto de Síria ou Iraque.
Fonte: ANSA.



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Noticia: Indonésia: Cristãos pedem permissão para cultuar em tendas temporárias

"Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

Existe uma grande luta por parte dos líderes para manter as igrejas abertas, mesmo depois de terem cumprido todas as exigências legislativas do Estado

Na Indonésia, por conta do alto nível de perseguição religiosa, existe uma grande luta por parte dos líderes para manter as igrejas abertas, mesmo depois de terem cumprido todas as exigências legislativas do Estado. Aqueles que ousam construir um templo e insistem em manter os trabalhos evangelísticos no país vivem sob intensa pressão e intimidação. Há vários relatos da intervenção do governo de forma injustificada.

Em 2013, por exemplo, uma igreja, aberta em Bekasi, cidade que fica na província de Java Ocidental, foi demolida quase que imediatamente depois de ter sido construída. Protestantes muçulmanos alegaram que os líderes cristãos tinham falsificado as assinaturas para adquirir a licença. Prefeitos de várias cidades indonésias têm medo de lutar pelas minorias religiosas e acabam cedendo aos planos dos governantes. Eles costumam selar e lacrar as igrejas com cadeados, alegando que os cristãos estão causando problemas aos vizinhos muçulmanos.

Na maioria das vezes, as atividades religiosas são feitas na calçada em frente à igreja fechada, já que essa é a única forma de manter os trabalhos ativos. A Comissão de Direitos Humanos da Ásia já iniciou um apelo em nome da igreja, e pediu ajuda para enviar cartas aos dez principais líderes do país, incluindo o presidente. Mas, por enquanto, a Igreja vive na incerteza de seu futuro. Atualmente, vários líderes cristãos estão aguardando uma resposta às suas cartas de requerimento, solicitando a permissão do governo local para cultuarem a Deus em tendas temporárias, já que os templos permanecem lacrados e muitos foram destruídos. Em suas orações, interceda por eles.
Fonte: Portas Abertas.



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Noticia: Laos: Cristãos são vistos como inimigos e traidores

"Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

O governo considera os cristãos como agentes estrangeiros e inimigos, então os poucos que se arriscam a seguir o cristianismo devem praticar a nova fé em segredo

Laos (29º país da atual Classificação da Perseguição Religiosa) fica na região da Indochina, que estritamente falando inclui também Vietnã (20ª) e Camboja. Em sentido mais amplo, inclui a Península da Malásia, Mianmar (23º), Singapura e Tailândia. Não é uma região tranquila para cristãos, pelo contrário, a perseguição está por todos os lados e os desafios não são poucos. Os cristãos laosianos estão debaixo de um regime comunista e a pressão do governo é fortemente sentida por todos os cidadãos. Não há liberdade de opinião, nem de comunicação e muito menos de religião.

O governo considera os cristãos como agentes estrangeiros e inimigos, então os poucos que se arriscam a seguir o cristianismo devem praticar a nova fé em segredo, para a preservação de suas próprias vidas. Para as mulheres, a situação é ainda mais delicada. Recentemente, o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA – sigla em inglês, United Nations Population Fund), divulgou um relatório sobre a violência doméstica em Laos e verificou-se que 1 em cada 7 mulheres foram fisicamente violentadas por seus parceiros. Do número total das vítimas, apenas 5% foi até a polícia pedir ajuda.

Mas as mulheres cristãs de Laos são muito corajosas e perseverantes e oram para que seus maridos também se convertam e tenham seus corações preenchidos pelo amor de Cristo. Elas sabem que a mentalidade que predomina no país vê os cristãos como "ocidentais e traidores". Nas áreas rurais, a violência é ainda mais frequente, porque as comunidades cristãs ficam suscetíveis, principalmente porque não participam mais dos rituais animistas (crença de que todos os elementos da natureza possuem uma alma). Nas aldeias, os mais velhos ainda acreditam que as pessoas que não participam dos festivais tradicionais irritam os espíritos. Ore pela igreja em Laos.
Fonte: Portas Abertas.



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Clique aqui e veja o que diz a Bíblia sobre a “Invocação de mortos”

O ESPIRITISMO E A PRÁTICA DA INVOCAÇÃO AOS MORTOS

Reencarnação e invocação de mortos são as duas principais estacas de sustentação de todo o dolo espiritista. Se ambas forem removidas, o Espiritismo rui irremediavelmente. Mostramos nos textos anteriores como a teoria da reencarnação não suporta ser provada pela Bíblia. Neste texto, porém, trataremos da não menos fraudulenta invocação de mortos.

O que diz a Bíblia: “Quando entrares na terra que o SENHOR teu Deus te der, não aprenderás a fazer conforme as abominações daquelas nações. Entre ti não se achará quem faça passar pelo fogo a seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; Nem encantador, nem quem consulte um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos; Pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao SENHOR; e por estas abominações o SENHOR teu Deus os lança fora de diante de ti. Perfeito serás, como o SENHOR teu Deus. Porque estas nações, que hás de possuir, ouvem os prognosticadores e os adivinhadores; porém, quanto a ti, o SENHOR teu Deus não permitiu tal coisa”. (ACF) (Deuteronômio 18:9-14).

Com base nestas palavras de Moisés, no seu livro “O Céu e o Inferno”, aduz A. Kardec: “… Moisés devia, pois, por política, inspirar aos hebreus aversão a todos os costumes que pudessem ter semelhanças e pontos de contato com o inimigo”.

Alegar que Moisés se opunha aos costumes pagãos dos cananeus, simplesmente por razões políticas, como afirma Kardec, é demonstração de obtusidade quanto às Escrituras. A proibição divina de se consultar os mortos não prova que havia comunicação com eles. Prova apenas que havia a consulta aos mortos, o que não significa comunicação real com eles. Era apenas uma tentativa de comunicação. Na prática de tais consultas aos mortos, sempre houve embuste, mistificação, mentira, farsa, comercialização de cartas do além e manifestação de demônios. É o que acontece nas sessões espíritas, onde espíritos demoníacos, espíritos enganadores se manifestam, identificando-se com os nomes de pessoas amadas que já falecera (leia Lucas 16:19-31). Alguns desses espíritos têm aparecido, identificando-se com os nomes de grandes homens, ministrando ensinos e até apresentando projetos éticos e humanitários, que terminam sempre em destroços. É o caso do engenheiro que se passava pelo Dr. Fritze (a fraude terminou no ano de 1999). Aquele cidadão enganou a milhares, deixou gente gravemente enferma e até há denuncias de casos de mortes – Isso é o Espiritismo. São espíritos que se prestam a serviço do pai da mentira (João 8:44), Satanás.

O povo de Deus, porém, possui a inigualável revelação de Deus pela qual disciplina a sua vida: “Quando, pois, vos disserem: Consultai os que têm espíritos familiares e os adivinhos que chilreiam e murmuram: Porventura não consultará o povo ao seu Deus? A favor dos vivos consultar-se-á aos mortos?” (ACF) (Isaías 8:19).

O Estado dos Mortos

O testemunho geral das Escrituras é que os mortos, devido ao estado em que se encontram, não têm parte em nada do que se faz e acontece na terra, debaixo do sol.

Veja, por exemplo, o que disseram grandes figuras da Bíblia:

1) – Salomão: -“Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos… e já não tem parte alguma para sempre, em coisa alguma do que se faz debaixo do sol.” (Eclesiastes 9:5,6).

2) – Davi: -“Mostrarás, tu, maravilhas aos mortos ou os mortos se levantarão e te louvarão? (Selá.) Será anunciada a tua benignidade na sepultura, ou a tua fidelidade na perdição? Saber-se-ão as tuas maravilhas nas trevas, e a tua justiça na terra do esquecimento?” (ACF) (Salmos 88:10-12).

3) – Ezequias –“Porque não te louvará a sepultura, nem a morte te glorificará; nem esperarão em tua verdade os que descem para a cova. O vivente, o vivente, esse te louvará, como eu hoje o faço; o pai aos filhos faz notória a tua verdade.” (ACF) (Isaías 38:18-19).

4) Jó -“Assim como a nuvem se desfaz e passa, assim aquele que desce à sepultura nunca tornará a subir. Nunca mais tornará à sua casa, nem o seu lugar jamais o conhecerá” (ACF) (Jó 7:9-10).

5) Jesus na história do rico e Lázaro –“E disse ele: Não, pai Abraão; mas, se algum dentre os mortos fosse ter com eles, arrepender-se-iam. Poré, Abraão lhe disse: Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tampouco acreditarão, ainda que ressuscite algum dos mortos ressuscite” (ACF) (Lucas 16:30-31). A história do rico e do Lázaro mostra a impossibilidade de se sair do lugar dos mortos, pois o rico, que fora ímpio em vida, queria alertar os seus parentes vivos para que não praticassem as mesmas ações dele e, por conseqüência, acabassem no mesmo lugar que ele – o inferno, mas foi a ele negado.

Nenhum dos textos bíblicos, até aqui citados, contradiz-se com o estado intermediário do homem ou a esperança bíblica da ressurreição dos mortos, uns para a vida eterna, outros para vergonha e perdição eterna (Daniel 12:2). Os citados textos mostram, sim, que o homem após a morte, na sepultura, jamais poderá voltar a viver a vida de antes, e que na sepultura nada poderá fazer por si mesmo e muito menos pelos vivos.

Pr. João Flávio Martinez 

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Para crianças dinâmicas e brincadeiras bíblicas

I – OBJETIVOS DAS BRINCADEIRAS BÍBLICAS E DINÂMICA DE GRUPO NA IGREJA

As propostas apresentadas neste seminário não se constituem um fim em si mesmas, mas estão direcionadas ao objetivo maior que é o aprendizado. São recursos que, quando utilizados no momento oportuno e na medida certa, tornam o ensino mais atraente, participativo, criativo e os seus efeitos marcantes e duradouros. Não podem substituir a lição ou estudo bíblico, mas são simples meios de vivenciar e fixar o ensino na mente e na emoção daqueles que estão no processo do aprendizado.

O ensino das verdades bíblicas, longe de ser relegado a um segundo plano, será dinamizado, através da motivação e da iniciativa desencadeadas pelas atividades lúdicas. O mais importante na aula é que haja o verdadeiro estudo da Palavra e que o professor esteja preparado para dar tal aula; as técnicas usadas devem estar em função de tornar o estudo da Palavra mais proveitoso e dinâmico. Se essa visão for deturpada, só haverá agitação e dispersão, sem que haja “aprendizagem”.


BRINCADEIRAS BÍBLICAS
Será mesmo importante gastar tempo na igreja ( que já é pouco ) brincando? Se a brincadeira for bem direcionada e programada de maneira a contribuir para a aprendizagem a resposta certamente será afirmativa.

A brincadeira em época alguma constituiu assunto tão sério como hoje. Seja como pai ou mãe, como educador (a), Cidadão (ã) responsável, não podemos permanecer indiferentes ao observarmos as mais variadas manifestações de violência, especialmente quando atinge crianças e jovens.

Muitos estudos vêm sendo feitos, e hoje se fala muito em “inteligência emocional”, que é a capacidade de se trabalhar com as emoções, resultando num equilíbrio pessoal e num bom relacionamento consigo mesmo e com o próximo. Nós como cristãos sabemos que quando deixamos o Espírito Santo dominar as nossas emoções e sentimentos, aí sim, conseguimos essa tão famosa “inteligência emocional”. Mas a dimensão lúdica, que tanto a criança como também o adulto possui, não deve ser deixada de lado, pois vem facilitar o equilíbrio emocional do indivíduo.

Através de uma simples brincadeira, concurso ou jogo, pode ser liberada e experimentada uma imensa alegria, provando que o intercâmbio de relações humanas não tem porquê ser violento e competitivo. Uma brincadeira bem orientada nos leva à cooperação, à superação de nossas inseguranças, à descoberta de novos valores e ao companheirismo.


A – Alguns pontos a serem observados na preparação e execução das brincadeiras bíblicas:

– Reconhecer que este recurso é importante e deve ser levado à sério, não basta escolher uma lista de brincadeiras e jogá-las em cima do grupo;

– Conhecer as necessidades do grupo, idade e números de pessoas, contexto, aptidões;

– Definir bem o objetivo que deseja alcançar na reunião;

– Saber o momento de parar a atividade. A competição nunca deve assumir importância tal que estrague a comunhão entre os participantes. Quando perceber que os integrantes estão exaltados, somente querendo ganhar os pontos, é hora de encerrar, mudar os grupos e acalmar a tempestade. Esta é uma boa oportunidade para ensinar princípios bíblicos de vitória e derrota, contentamento e consideração mútua (Fp 2:3,4; Rm 12:10); por outro lado, cuidado para que a brincadeira não morra por falta de interesse;

– Disciplina dentro da liberdade do jogo: fazer respeitar as regras do jogo, exigir honestidade, ser justo e ter equilíbrio das equipes;

– Conhecer bem a atividade para poder explicá-la claramente, variando em cada reunião. Na bibliografia anexa, você encontrará a indicação de alguns autores que tratam com seriedade o assunto;

– Ter todo o material à mão (cuidado! não deve haver improvisos);

– Procure envolver todos os participantes do grupo nas brincadeiras, mantenha o bom humor, a alegria e a simpatia para com todos;

– É importante evitar esgotamentos físicos e situações bruscas que possam levar a alguém se machucar ou a constrangimentos.

B – Algumas brincadeiras bíblicas

As brincadeiras podem ser usadas com crianças e adultos nos mais diferentes lugares e situações: nas aulas da Escola Dominical para fixar o ensino, em reuniões, em acampamentos, encontros, etc. Aqui cito exemplos de brincadeiras pesquisadas em livros seculares (feitas as devidas adaptações) e de bons livros evangélicos dessa área. Mais exemplos podem ser consultados nos livros cuja referência bibliográfica cito no final dessa apostila.


1- PERSONAGENS CÉLEBRES

Escrever o nome de personagens bíblicos com número compatível ao de participantes, sem conhecimento dos mesmos. Fixar nas costas de cada um. Todos passearão pelo ambiente e através de mímicas procurarão fazer com que cada participante identifique o personagem que está afixado em suas costas. Quem suspeitar de qual seja o seu personagem falará ao professor, se estiver certo ele se sentará, caso contrário, voltará a andar e procurar mais dicas.


2 – JOGO DA VELHA

Elabore uma quantidade grande de perguntas referentes à lição do dia. O jogo poderá ser repetido com novas perguntas.

Risque no quadro-negro a base do jogo:

É sorteado quem vai iniciar o jogo.

Cada grupo terá uma marca (X, 0, número, letra, etc.)

A resposta certa dará o direito de colocar a sua marca no lugar de sua escolha.

O grupo que conseguir completar uma horizontal, vertical ou diagonal, ganha o jogo.

Caso um grupo não saiba a resposta, passa a vez para o outro.

Variação:

As perguntas são colocadas em cada um dos quadrados no quadro-negro ou cartolina grande. Tem que ficar visíveis à distância. Podem ser várias cartelas que ficarão cobertas até o início do jogo.

O grupo sorteado irá indicar a pergunta que deverá ser respondida pelo adversário. Caso erre ou não saiba respondê-la, vai permitir que o grupo “perguntador” anote a sua marca acima da pergunta. Acertando é o grupo “respondedor” que marca. Naturalmente, deve haver uma preocupação para que o grupo contrário não “feche” o jogo, indicando as perguntas mais difíceis. De qualquer forma, o grupo que faz a pergunta deverá saber a resposta. Errando o outro, ele terá que respondê-la para poder marcar os pontos, caso contrário, passará a vez.


3- AUTÓDROMO

O professor prepara perguntas sobre a lição ministrada e divide a sala em dois grupos. Desenhará na lousa ou fará em cartolina o autódromo (como no modelo), o professor poderá ter para cada equipe um carrinho miniatura que passará de casa em casa grudado por fita adesiva, ou, simplesmente marcará um X nas casas andadas. A pergunta será feita para os dois grupos ao mesmo tempo e cada um, depois de discutir a resposta entre si, escreverá em um pedaço de papel. A um sinal, os dois grupos levantam a resposta. O grupo que acertar anda uma casa. Ganha o grupo que chegar primeiro à última casa.


4- CHAMADA BÍBLICA

A equipe é dividida em times. O professor cita uma letra do alfabeto e os grupos têm 50 segundos para escrever o maior número possível de nomes próprios que comecem com

AUTÓDROMO

SAÍDA

CHEGADA

GRUPO A

GRUPO B

aquela letra. Isso deve se repetir várias vezes e no final ganha o time que alistou o maior número de nomes.


5- CORRENTE DE PERSONAGENS

O grupo deve sentar em círculo. Uma pessoa dá início a atividade mencionando o nome de um personagem bíblico. Quem está ao seu lado deve citar o nome de outro personagem que comece com a última letra do primeiro, mas não pode repetir um nome que já tenha sido falado anteriormente. Quem não souber vai saindo da brincadeira, até ficar o que será o vencedor. Exemplo de uma corrente: Davi-Isabel-Labão-Obede-Esdras-Samuel-Lameque-Ester…


6- QUEM SOU EU?

Dividir a equipe em dois grupos. Cada grupo, um de cada vez, escolhe um personagem e diz ao outro grupo: “Estou pensando em alguém cujo nome começa com _ _ _. O grupo adversário fará perguntas que só poderão ser respondidas com “sim” ou “não”. Será anotado quantas perguntas foram necessárias até o grupo descobrir o personagem. Ganha o grupo que descobrir com menor número de perguntas.


7- QUAL A LIGAÇÃO?

A turma é dividida em grupos. O professor fará um desenho na lousa, levará objetos ou figuras e o grupo tentará descobrir a qual história aquele objeto se relaciona. Exemplo: Leão-Daniel, Túnica-José, Peixe grande-Jonas, Porco-Filho Pródigo, etc.


8- PESCARIA

Confeccionar varas de pescar: cabo de vassoura ou vara, barbante, clipe para ser o anzol e “peixes” de papel, contendo no verso perguntas relacionadas aos estudos bíblicos feitos. Prenda um clipe em cada peixe para facilitar a pesca e encaixe-os numa bandeja de areia. Cada grupo deverá pescar um peixe, mas para poder ficar com ele precisa responder corretamente a pergunta que consta em seu verso. Vence o grupo que conseguir juntar o maior número de peixes.


9- JOGO DA FLOR

Confeccionar uma flor com dez pétalas (mais ou menos), essas pétalas deverão ser separadas umas das outras com um círculo no meio para ser o miolo. No verso de cada pétala haverá um número de 1 a 10 e esse verso poderá ser feito de papel camurça para que se prenda ao flanelógrafo. O grupo será dividido em duas equipes e a cada uma será feita uma pergunta da lição dada, caso a equipe acerte, ela escolherá uma das pétalas e verificará quantos pontos obteve. No final se somarão os pontos para constatar a equipe vencedora.


10- MÃO NO SINO

Formar duas equipes e dispô-las em filas, sendo que os primeiros participantes de cada equipe fique de frente um para o outro. No meio dos dois primeiros da fila colocar uma mesinha com um sino. O professor fará uma pergunta referente a algum assunto bíblico já estudado e o que tocar primeiro o sino responderá a pergunta. Se acertar, ganhará um

ponto para a equipe, se errar, perderá um ponto.. No final se somarão os pontos para verificar a equipe vencedora, esses pontos poderão ser anotados na lousa pelo professor.


II – DINÂMICA DE GRUPO

A – Conceituação

A dinâmica de grupo é uma das áreas que mais progride no campo da psicologia. Suas características peculiares a tornam atrativas e eminentemente práticas. Essas dinâmicas são simples ferramentas, na qual a interação entre as pessoas do grupo é fundamental no aprendizado.

Para dinamizar um grupo, pode ser utilizado exercícios, que têm finalidades diversas. Uns buscam maior abertura da pessoa em relação às demais, tirando as barreiras que impedem uma verdadeira comunicação pessoal por causa de preconceitos e condicionamentos. Outros exercícios procuram despertar nas pessoas o sentido da solidariedade. Outros, ainda, buscam mais diretamente uma colaboração efetiva, afastando a frieza, o indiferentismo, a agressividade, a indiferença às coisas de Deus. Aparecem ainda exercícios que ajudam as pessoas a se conhecerem melhor, suas limitações, deficiências, suas habilidades, e aspectos que precisam ser trabalhadas por Deus. Há, enfim, exercícios que demonstram maturidade grupal, o grau de abertura, de harmonia, e seu ambiente de amizade, sinceridade, confiança e colaboração.


B – Objetivos

Na formação do grupo e na elaboração dos exercícios práticos é necessário ter objetivos claros e bem definidos, tanto individuais como em grupos, a serem alcançados a curto, médio e longo prazo, pois são oportunidades para incutir no aluno verdades bíblicas no mais profundo do seu ser, cujos valores o acompanharão por toda vida.

É bom salientar, que as dinâmicas se tornam eficientes quando utilizadas com muita destreza, esforço e entusiasmo; devem ser encaradas com o máximo de seriedade e criatividade, para adaptá-la ao grupo e atender os objetivos estabelecidos.


C – Os dez mandamentos para uma dinâmica criativa

É necessário seguir algumas diretrizes, que vamos chamar de os dez mandamentos para dirigir uma dinâmica criativa:

1. Ore pedindo orientação na preparação, e na aplicação da atividade na vida do grupo.

2. Prepare-se bem. Verifique se o local é adequado e o material necessário esteja disponível. Estude os procedimentos com antecedência, as regras e/ou princípios das idéias que pretende usar.

3. Divulgue as atividades do seu grupo com antecedência.

4. Adapte as idéias à sua realidade, idade, tamanho e as características do seu grupo.

5. Seja um líder entusiasmado ao conduzir a atividade.

6. Tenha coragem de experimentar idéias novas e inovar o programa da sua reunião ou escola dominical.

7. Seja sensível às reações do grupo. Não quebre as tradições com muita rapidez! Uma coisa é ter “casca dura” diante das críticas injustas de uma ou outra pessoa; outra, é não prestar atenção ao retorno que a maioria do grupo está dando.

8. Seja justo nas regras.

9. Seja flexível. Não deixe que o programa se torne cansativo.

10. Não faça do programa algo mais importante do que as pessoas.

D – Algumas dinâmicas de grupo


1- APRESENTAÇÃO

Para que todos se conheçam e se sintam a vontade no grupo, o professor solicita que os participantes formem subgrupos de dois, com parceiros que não se conheçam. Durante alguns minutos as duplas se entrevistam mutuamente, logo após voltam ao grupo grande e cada membro fará a apresentação do colega entrevistado. Ninguém poderá fazer sua própria apresentação.


2- A TROCA DE UM SEGREDO

Material necessário: pedaços de papel e lápis.

Desenvolvimento: os participantes deverão descrever, na papeleta, uma dificuldade que sentem no relacionamento e que não gostariam de expor oralmente;

A papeleta deve ser dobrada de forma idêntica, e uma vez recolhida, misturará e distribuirá para cada participante, que assumirá o problema que está na papeleta como se fosse ele mesmo o autor, esforçando-se por compreendê-lo.

Cada qual, por sua vez, lerá em voz alta o problema que estiver na papeleta, usando a 1ª pessoa “eu” e fazendo as adaptações necessárias, dando a solução ao problema apresentado.

Compartilhar: a importância de levarmos a cargas uns dos outros e ajudarmos o nosso próximo.


3- CÍRCULO FECHADO

Desenvolvimento: O professor pede a duas ou três pessoas que saiam da sala por alguns instantes. Com o grupo que fica combinará que eles formarão um círculo apertado com os braços entrelaçados e não deixarão de forma nenhuma os componentes que estão fora da sala entrar no círculo. Com os componentes que estão fora o professor combinará que eles devem entrar e fazer parte do grupo. Depois de algum tempo de tentativa será interessante discutir com o grupo como se sentiram não deixando ou não conseguindo entrar no grupo.

Compartilhar: Muitas vezes formamos verdadeiras “panelas” e não deixamos outras pessoas entrar e se sentir bem no nosso meio. Como temos agido com as pessoas novas na igreja?


4- RÓTULO

Material necessário: Etiquetas adesivas e pincel atômico

Desenvolvimento: divida a sala em vários grupos (com 5 a 6 integrantes), prenda na testa de cada integrante do grupo uma etiqueta com uma das consignas: sábio, ignorante, líder, bobo, mentiroso, bondoso, etc. Proponha um tema a ser discutido nos grupos, essa discussão, no entanto, será realizada de acordo com a consigna que cada pessoa levará na testa.

Compartilhar: Muitas vezes rotulamos as pessoas e não damos valor ao que ela realmente é. Jesus nos ensinou a olharmos o interior e não o exterior das pessoas.


5- GARRAFAS DE GRAÇA

Material necessário: Uma garrafa de refrigerante vazia.

Desenvolvimento – Todos sentados em círculo. O professor coloca a garrafa deitada no chão no centro da sala e a faz girar rapidamente, quando ela parar estará apontando para alguém e dará uma palavra de encorajamento ou estímulo à essa pessoa. A pessoa indicada pela garrafa terá então a tarefa de girá-la e falar palavras de encorajamento para quem ela apontar e assim sucessivamente.

Compartilhar: as boas palavras edificam (1 Pe 4:10,11; Ef 4:29,30; Pv 12:25).


6- CAMINHANDO ENTRE OBSTÁCULOS

Material necessário: garrafas, latas, cadeiras ou qualquer outro objeto que sirva de obstáculo, e lenços que sirvam como vendas para os olhos.

Desenvolvimento: Os obstáculos devem ser distribuídos pela sala. As pessoas devem caminhar lentamente entre os obstáculos sem a venda, com a finalidade de gravar o local em que eles se encontram. As pessoas deverão colocar as vendas nos olhos de forma que não consigam ver e permanecer paradas até que lhes seja dado um sinal para iniciar a caminhada. O professor com auxilio de uma ou duas pessoas, imediatamente e sem barulho, tirarão todos os obstáculos da sala. O professor insistirá em que o grupo tenha bastante cuidado, em seguida pedirá para que caminhem mais rápido. Após um tempo o professor pedirá para que todos tirem as vendas, observando que não existem mais obstáculos.

Compartilhar: Discutir sobre as dificuldades e obstáculos que encontramos no mundo, ressaltando porém que não devemos temer, pois quem está com Cristo tem auxílio para vencer. I Co. 10:12-13.


7- DESEJAR AO PRÓXIMO O QUE DESEJA A SI MESMO

Material necessário: lápis e papel

Desenvolvimento: O professor formará um círculo e distribuirá para os membros do grupo lápis e papel. Pedirá para cada um para escrever algum tipo de atividade que gostaria que o colega sentado à esquerda realizasse. Depois disso pedirá a cada um que leia o que escreveu e desempenhe a tarefa que havia sugerido ao seu colega.

Compartilhar: Mostrar na prática que não devemos desejar ao próximo aquilo que não queremos para nós mesmos. Mateus 7:12.



8- VIRTUDES E DEFEITOS

Material necessário – Lápis e papel

Desenvolvimento – O professor pedirá a cada participante que forme par com alguém ( havendo número ímpar, uma dupla se transformará em trio ). Em seguida distribuirá uma folha de papel a cada participante que deverá escrever duas coisas de que não goste em si mesmo, iniciando com a expressão “Eu sou…”. Ao concluir, compartilhará com o parceiro. Na mesma folha, deverá escrever 10 coisas que aprecie em si mesmo, iniciando com a expressão: “Eu sou…”. Na maioria das vezes as pessoas sentem dificuldade de reconhecer suas qualidades, por isso o parceiro pode ajudar essa pessoa sugerindo várias qualidades e virtudes que acha que o outro possui. Ao concluir compartilhará com o parceiro

Compartilhar – Todos somos dotados de qualidades e defeitos, quando nos conhecemos bem podemos trabalhar com as nossas limitações e deixar que o Espírito Santo tenha mais liberdade em nossas vidas. Reconhecer as nossas qualidades não deve servir para a nossa soberba, mas sim, para louvor a Deus.


9 – PAINEL SIGNIFICATIVO

Material necessário – Papel pardo ou manilha, revistas, tesouras, colas e canetinhas coloridas.

Desenvolvimento – Essa dinâmica é para ser usada após um curso, uma palestra ou uma aula. A classe se disporá em círculo e cada participante receberá uma revista onde procurará uma figura ou qualquer outra coisa que expresse uma lição que tenha tirado para sua vida da palestra ou aula dada. Cada um terá a oportunidade de falar sobre o seu recorte que colará no papel pardo ou manilha escrevendo uma palavra significativa ao lado.

Compartilhar – Repensar em grupo sobre a mensagem ouvida e compartilhar os ensinamentos é de grande utilidade para o crescimento cristão.


CONCLUSÃO

E finalmente…

As brincadeiras bíblicas e a dinâmica de grupo não podem ser a base do seu ministério. Se você tentar construir o seu ministério com base em programas sociais ou brincadeiras, no final ficará exausto e ainda não construirá nada sólido na vida de seus alunos.

Porém, se você edificar o seu ministério com estudos bíblicos, evangelismo, louvor e comunhão cristã, e usar, quando julgar necessário, essas dinâmicas para fixar os ensinos, não haverá limites no que Deus pode fazer em seu grupo. Que Deus o abençoe!


REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

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ANTUNES, Celso – Manual de Técnicas de Dinâmica de Grupo de Sensibilização de Ludopedagogia; Ed.Vozes, Petrópolis, RJ; 1995.

FRITZEN, Silvino José – Exercícios Práticos de Dinâmica de Grupo; 1o e 2o Volumes; Ed. Vozes; Petrópolis, RJ; 1990.

MARY-ANN, Carol Sue Merkh – 101 idéias Criativas para Mulheres; SBPV Publicações; Atibaia, São Paulo; 1995.

LOPES, Jamiel de Oliveira – Aprendendo a Lidar com o Adolescente – Um Guia Prático para líderes e Professores da Escola Bíblica Dominical ; Ed. Candeia; São Paulo; 1997.

MERKH, David J. – 101 Idéias Criativas para Grupos Pequenos; Ed. Jumoc; Campinas, São Paulo, 1995.

MERKH, David J. – 101 Idéias Criativas para o Culto Doméstico; Ed. Jumoc; Campinas, São Paulo, 1994

YOZO, Ronaldo Yudi K. – 100 Jogos para Grupos; Ed. Ágora; São