1 de junho de 2016

Noticia: Comissão de Ética aplica ‘quarentena’ a mais 7 ex-ministros de Dilma

Ex-ministros não poderão exercer atividades afins de suas antigas pastas por seis meses. Eles deixaram o governo após afastamento de Dilma da presidência

A Comissão de Ética Pública da Presidência da República determinou nesta terça-feira (31) a chamada “quarentena” para mais sete ex-ministros do governo da presidente afastada Dilma Rousseff. Os ex-ministros deverão ficar por até seis meses sem poder exercer atividades em áreas afins a suas antigas pastas.

A lei 12.813/2013, que dispõe sobre o conflito de interesse no serviço público, diz que pessoas que tenham exercido cargo de ministro ou algum outro no alto escalão do governo federal devem respeitar a chamada “quarentena” de seis meses antes de assumir emprego no qual elas possam se valer de informação privilegiada. Neste período, eles continuam tendo direito a receber o salário que recebiam.

De acordo com o presidente da comissão, Mauro Menezes, Aldo Rebelo (ex-Defesa), Jaques Wagner (ex-Casa Civil), Miguel Rossetto (ex-Trabalho e Previdência Social) e Valdir Simão (ex-Planejamento) ficarão de quarentena recebendo o antigo salário de ministros, de R$ 30,9 mil.

De acordo com a Comissão, no entanto, Inês Magalhães (ex-Cidades), Eva Chiavon (ex-Casa Civil) e Carlos Gabas (ex-Aviação Civil) receberão salários equivalentes a cargos que ocuparam anteriormente em pastas do Executivo, devido ao curto período no qual comandaram os respectivos ministérios. O colegiado não informou qual será a remuneração de cada um.

Ao todo, a comissão determinou nesta terça-feira a quarentena a 17 pessoas, incluindo também o ex-presidente da Petrobras, Aldemir Bendini, e o ex-presidente dos Correios, Giovani Queiroz.

Até esta terça-feira (31), o colegiado concedeu um total de 30 quarentenas a ocupantes de diversos cargos no governo de Dilma Rousseff. A comissão recebeu 109 pedidos de autoridades que desejam ser liberadas para trabalhar na iniciativa privada. Em 20 dos casos foi considerado que não houve conflito e os servidores foram liberados para trabalhar imediatamente.

No último dia 18, a Comissão de Ética Pública da Presidência determinou a chamada “quarentena” a outros 13 integrantes do governo Dilma Rousseff que deixaram seus cargos com o afastamento provisório da petista da Presidência. Entre os nomes, estavam os ex-ministros Aloizio Mercadante (Educação), José Eduardo Cardozo (Advocacia-Geral da União), Tereza Campello (Desenvolvimento Social) e Luiz Navarro (Controladoria-Geral da União).

Denúncias

O presidente do colegiado informou ainda que a comissão abriu três procedimentos para apurar denúncias apresentadas à comissão. Segundo Mauro Menezes, a primeira delas é do ex-ministro José Eduardo Cardozo contra seu sucessor na AGU, Fábio Medina Osório. Cardozo questionou determinação feita por Osório para que a AGU investigue a atuação dele na defesa de Dilma no processo de impeachment.

As outras duas denúncias foram feitas pela liderança do PT. Uma delas acusa o ministro das Relações Exteriores, José Serra, de agir ideologicamente ao determinar que o corpo diplomático do Brasil combata no exterior a tese de que houve um golpe.

A outra denúncia é contra dez ministros do governo de Michel Temer que tinham mandato na Câmara e no Senado. O líder do PT na Câmara, Afonso Florence (PT-BA), pede a abertura de procedimento administrativo sob o argumento de que os ministros violaram a Constituição Federal e o Código de Conduta da Administração Federal.

Para o parlamentar, todos eles se valeram do cargo para fins particulares ao votarem a favor do afastamento da presidente Dilma e, ao longo de todo o processo, negociarem cargos no futuro governo interino.
Fonte: G1


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Noticia: Dilma tem até hoje para entregar defesa do impeachment

Presidente afastada vai alegar que não cometeu crime de responsabilidade. Cronograma prevê que Senado pode julgar fase intermediária em agosto

Vinte dias após a abertura do processo de impeachment pelo Senado, vence nesta quarta-feira (1º) o prazo para a presidente afastada Dilma Rousseff (PT) entregar sua defesa das acusações de que cometeu crime de responsabilidade ao praticar as chamadas “pedaladas fiscais” e ao editar seis decretos de crédito suplementar sem autorização do Congresso.

No documento, a defesa de Dilma deve alegar que os atos não configuram crime de responsabilidade e que o processo de impeachment tem “vícios de origem”, porque teria sido aberto por “vingança” pelo presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Na quinta-feira (2), a comissão especial do impeachment se reúne para discutir o cronograma de atividades do colegiado nesta etapa do processo – chamada de pronúncia –, na qual os parlamentares decidem se a denúncia contra Dilma é ou não procedente e se deve ou não ser levada a julgamento final.

Na semana passada, o relator do caso, senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), apresentou proposta de cronograma no qual o Senado decidiria se leva ou não o processo a julgamento entre os dias 1º e 2 de agosto.

Senadores a favor do impeachment querem agilizar as atividades e concluir esta segunda fase em julho. Parlamentares que apoiam Dilma, no entanto, consideram curto o prazo de trabalho desta etapa da comissão.

Nesta parte intermediária do processo, a comissão realizará diligências, coletará provas e ouvirá testemunhas de defesa e de acusação – para, depois, elaborar um relatório sobre a denúncia.
Fonte: G1


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Noticia: Fome obriga iraquianos a correr todos os riscos para fugir de Fallujah

“...e haverá fomes,” Mateus 24:7

Oito mãos se direcionam a um grande prato de arroz, o primeiro alimento de uma família iraquiana que conseguiu fugir da Fallujah, a cidade sob controle do grupo extremista Estado Islâmico (EI).

Aproveitando a ofensiva das forças iraquianas que tentam retomar a cidade localizada 50 km ao oeste de Bagdá, Nasra Najm, sua filha e seus netos escaparam dos extremistas que controlam a localidade desde janeiro de 2014.

Depois de caminhar por toda a noite para evitar que fossem observados pelos homens do EI, que impedem a fuga de civis de Fallujah, Nasra chegou com a família ao acampamento de Amriyat al-Fallujah, onde se instalaram sob a proteção de uma barraca.

Um plástico é utilizado como tapete e o calor é sufocante, mas Nasra e os parentes pulam de felicidade ao observar o prato de arroz.

"Sonhávamos com isto. Não tinham mais certeza se arroz existia. Não conseguimos acreditar quando nos entregaram o prato", contou a idosa, que tem o rosto coberto por pinturas tradicionais.

Desde que as forças iraquianas iniciaram uma ofensiva para reconquistar Fallujah, quase 3.000 pessoas conseguiram escapar dos subúrbios da cidade, "cansadas, assustadas, famintas", segundo o Conselho Norueguês para os Refugiados (NRC), que criou o acampamento.

Suas histórias refletem o cotidiano terrível de quase 50.000 habitantes retidos na cidade há vários meses, sob a mão de ferro dos extremistas.

Maher Sahib, um homem de meia-idade que também conseguiu escapar da cidade, resume a situação em uma frase: "Olhem, antes eu pesava 103 quilos, hoje peso 71".

Todos os deslocados contam que não tinham arroz, um alimento básico no Iraque, nem pão.

"Tínhamos que moer os caroços de tâmaras para fazer farinha, que é terrivelmente ácida", conta Madiha Khudair, que fugiu com as duas filhas de uma localidade próxima de Fallujah.

Ao contar a história de sua fuga, Madiha não consegue conter as lágrimas.

"Nós colocamos nossos destinos nas mãos de Deus, pegamos nossas coisas e saímos. Na realidade, corremos. Em um momento, observamos um caminhão com homens do EI e engatinhamos para que não nos vissem".

'Arriscar tudo' Rasmiya Abbas, que usa um véu preto e carrega o neto de cinco anos, explica que os combatentes do EI racionavam a comida da população e guardavam o melhor para eles.

"Há pouco tempo, um saco de açúcar custava 36 euros. Às vezes nos davam 250 gramas de arroz, suficiente apenas para uma refeição para as crianças".

"Só tínhamos pão preto, de cevada (...) As pessoas do Daesh (acrônimo em árabe do EI) ficavam com o arroz e os melhores produtos", conta.

As 252 famílias que encontraram refúgio no acampamento chegaram durante o fim de semana. As crianças dormiram rapidamente, após a longa e angustiante viagem.

As pessoas que não conseguem dormir enchem garrafas de água de um carro-pipa ou formam fila diante uma ambulância que distribui medicamentos.

As tropas iraquianas entraram nesta segunda-feira em Fallujah, mas encontram resistência do EI, o que pode provocar o aumento do número de civis deslocados nos próximos dias.

"Estamos preparando ajuda para as famílias que conseguem fugir da zona de combate", afirma Becky Bakr, coordenadora do NRC.

Apesar do caminho até o acampamento estar repleto de perigos por causa dos combates, Ahmad Sabih, um pai de família de 40 anos, preferiu testar sua sorte.

"Decidi arriscar tudo. Ou salvava meus filhos ou morria com eles".
Fonte: AFP.


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Noticia: Televisão palestina ensina crianças a matar judeus

Uma peça infantil, com crianças entre 4 e 7 anos de idade, causou revolta em Israel nos últimos dias. Em abril, o canal de televisão do grupo político-militar Hamas exibiu imagens de um ‘festival cultural’ para telespectadores em Gaza e na Cisjordânia.

Em cena, meninos e meninas vestindo roupas militares encenam uma preparação para o combate com réplicas de facas, armas, metralhadoras e canhões. O objetivo seria ensinar sobre a guerra contra Israel. Chama atenção que ele não revela como eventualmente deveriam se defender, mas ensina como atacar.

Na televisão, a peça mostra uma das apresentações do festival, onde uma menina palestina tenta matar guardas judeus com uma faca. Ela é baleada e cai no chão em meio aos gritos da plateia. Outras meninas se aproximam e choram sobre seu “corpo”.

“Não fique zangadas com ela”, diz uma voz no alto-falante. “Ela é o seu sangue, sua carne e sua honra”, insiste a voz. A plateia aplaude. Na cena seguinte, um menino usando a máscara típica dos terroristas palestinos atira em um soldado e liberta um companheiro da “prisão”.

Com o nome de “Festival Palestino para Crianças e pela Educação”, o evento foi patrocinado por várias ONGs internacionais que dizem fazer investimentos na área educacional.

Ofir Gendelman, porta-voz do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu comparou a peça aos vídeos de recrutamento do Estado islâmico. “Se eles fazem isso em peças da escola não é de admirar que seus filhos façam ataques reais quando forem mais velhos”, disparou.

As Forças de Defesa de Israel estão exibindo na internet parte de outro vídeo para alertar o mundo sobe a doutrinação extremista muçulmana. Com data de maio e contando com crianças mais velhas que o primeiro, a ideia é a mesma. Mesmo para quem não fala árabe, é possível ver na peça que o “inimigo” está por trás de uma bandeira de Israel.

Esse tipo de ação na televisão e nas escolas da Autoridade Palestina não é nova. Em várias outras ocasiões, programas de TV ensinavam crianças a odiar Israel desde a primeira infância. 

Com informações de Daily Mail e Times of Israel
Fonte: Gospel Prime.
https://noticias.gospelprime.com.br/televisao-palestina-ensina-criancas-matar-judeus/


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Noticia: Netanyahu se diz disposto a discutir com palestinos iniciativa de paz árabe

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse nesta segunda-feira que havia a possibilidade de se retomar uma iniciativa de paz árabe de 2002 que ofereceu a Israel o reconhecimento diplomático de países árabes em troca de um acordo para um Estado palestino.

As declarações de Netanyahu foram uma resposta formal a um discurso feito na semana passada pelo presidente do Egito, Abdel Fattah al-Sisi, que prometeu relações mais próximas com Israel se o país aceitasse os esforços para a retomada das negociações de paz.


"A iniciativa de paz árabe tem elementos positivos que podem ajudar na retomada de negociações construtivas com os palestinos”, disse Netanyahu, fazendo coro com declarações que ele deu há um ano para jornalistas israelenses.

"Nós estamos dispostos a negociar com os Estados árabes revisões naquela iniciativa para que ela reflita as mudanças drásticas na região desde 2002, mas mantenha o objetivo acordado de dois Estados para dois povos”, acrescentou ele.

As declarações foram também feitas em inglês num discurso que foi na maior parte em hebreu, algo que Netanyahu geralmente faz quando quer fazer um comunicado para a comunidade internacional.

Netanyahu falou momentos depois de o ultranacionalista Avigdor Lieberman ter tomado posse como novo ministro da Defesa de Israel e de a frágil coalizão de direita ter conquistado apoio vital no Parlamento.

Lieberman concordou, e o primeiro-ministro pareceu indicar que a chegada do novo ministro de extrema-direita não significa um fim para os esforços de paz com os palestinos.

O plano árabe original ofereceu reconhecimento total a Israel, mas somente se o país abrisse mão de todo o território tomado na guerra de 1967 e acordasse uma “solução justa” para os refugiados palestinos.

No entanto, em 2013, depois que os termos da iniciativa foram suavizados para incluir possíveis trocas de território entre israelenses e palestinos, Netanyahu sinalizou que estaria pronto para considerá-la.

Os palestinos dizem que a expansão dos assentamentos israelenses lhes nega o Estado que eles buscam na Cisjordânia ocupada, na Faixa de Gaza, com a capital no leste de Jerusalém.
Fonte: Reuters.


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Noticia: Líder muçulmano diz que homem sem religião é “perigoso”

Ele também afirmou que não pode culpar todos os muçulmanos pelo terrorismo de grupos extremistas

Depois de se encontrar com o Papa Francisco, o imã Ahmed Mohamed el-Tayeb, o maior líder muçulmano, afirmou que pessoas sem religião representam um perigo para a sociedade.

A declaração foi dada durante a resposta a uma pergunta sobre a responsabilidade dos líderes religiosos no mundo atual.

O imã, pontuou sobre a secularização que tem crescido por conta das ideologias sociais e então fez o alerta: “o homem sem religião constitui um perigo para o seu próximo e creio que as pessoas começaram agora, no século XXI, a procurar guias sábios que os conduzam na direção certa”.

O líder muçulmano acredita sim que haja terrorismo no mundo atual, porém não culpa sua religião por esses crimes.

“Sim, o terrorismo existe, mas o islã não tem nada a ver com este terrorismo. Isto aplica-se a ao ulama [corpo de líderes e clérigos muçulmanos reconhecidos] e aos cristãos e muçulmanos do Oriente. Aqueles que matam muçulmanos, e cristãos, compreenderam erradamente os textos do islã, intencionalmente ou por negligência”, afirmou.

Al-Tayeb também afirmou que as principais vítimas dos terroristas sãos os próprios muçulmanos e não os cristãos por questões de números. “Não deve ser apresentada como uma perseguição aos cristãos no Oriente, pois há mais vítimas muçulmanas que cristãs e todos sofremos esta catástrofe juntos”, afirmou.

Mesmo assim, o líder muçulmano prefere não culpar essa ou aquela religião pelo terrorismo. “Não devemos culpar as religiões pelos desvios de alguns dos seus seguidores, porque em todas as religiões existe uma facção dissidente que ergue a bandeira da religião e mata em seu nome”.

Para mostrar que não aprova os terroristas muçulmanos, o imã, através da Universidade de Al-Azhar, está pronto para combater o extremismo religioso.

“Estabelecemos um observatório mundial que monitoriza, em oito línguas diferentes, o material disseminado por estes movimentos extremistas e as ideias distorcidas que deturpam os jovens. Este material é depois corrigido e traduzido para outras línguas”, explica.Fonte: Gospelprime


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Noticia: Mianmar: Religião vira ferramenta de opressão

“Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

Proteger a liberdade de religião é um dos maiores desafios que Mianmar está enfrentando, além de ter de combater a intensa violência contra os cristãos

Um dos líderes cristãos de Mianmar disse que proteger a liberdade de religião é um dos maiores desafios que o país está enfrentando atualmente, principalmente após 50 anos de regime militar severo. "Nosso trabalho tem sido árduo para defender os direitos dos cristãos e banir a discriminação. Lutamos para estabelecer a igualdade dos direitos para todos os cidadãos birmaneses de cada etnia e de cada religião", disse Charles Maung Bo, um dos representantes dos cristãos no país, em seu discurso no Parlamento do Reino Unido que aconteceu em maio, em Londres. Segundo ele, a liberdade de religião é o direito mais básico de todos. "Se não houver liberdade para a escolha da fé, então não há liberdade alguma. É preciso respeitar a diversidade étnica e religiosa em Mianmar e as pessoas merecem o direito de praticar uma religião em que acreditam e partilhar isso com os outros ou mudar a crença se assim desejarem. O que não podemos é continuar assistindo a esses conflitos absurdos e violentos", comentou.

Mianmar se encontra na 23ª posição da atual Classificação da Perseguição Religiosa e está entre os países que trata os cristãos com mais violência. A perseguição vem principalmente de grupos budistas radicais e de militares. Charles disse que, no ano passado, duas professoras de uma escola cristã foram violentadas e assassinadas, pelo menos 66 igrejas do estado de Kachin foram destruídas desde o início dos conflitos de 2011 e milhares de pessoas estão deslocadas. "Os militares transformaram a religião em uma ferramenta de opressão", disse Charles que já alertou o novo governo que atua há seis meses que vai convidar o relator especial da ONU que trata os assuntos sobre Liberdade de Religião ou Crença para visitar o país, e advertiu contra um conjunto de novas leis introduzidas pelo último governo conhecidas como "Proteção das Raças e Leis Religiosas" que representam um perigo para as minorias.

"Todo governo deveria seguir o exemplo de Jesus para tornar as pessoas livres. O fundamentalismo deles só espalha o ódio, precisamos instituir o amor nas sociedades. Nossa democracia é muito frágil e os direitos humanos não saem do papel. Somos uma nação ferida, que sangra por não respeitar a diversidade em nosso meio. Temos aqui muitas etnias, culturas, idiomas e religiões, é impossível querer que tudo e todos se transformem numa coisa só, seria como destruir a beleza dessa nação. Acredito que a paz que todos buscamos está no respeito ao próximo que começa justamente na liberdade de escolha de uma crença. Deus mesmo disse ‘Não por força nem por violência, mas pelo meu Espírito, diz o Senhor dos Exércitos’ (Zacarias 4.6)", conclui Charles. Ore por essa nação.
Fonte: Portas Abertas.


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