1 de maio de 2016

Noticia: Pentágono alerta para uma possível escalada de tensões devido ao Su-27

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6
O Pentágono declarou que a interceptação de um avião militar americano por um caça russo Su-27 sobre o mar Báltico pode levar a uma escalada de tensão entre a Rússia e os Estados Unidos, disse à RIA Novosti a porta-voz da organização, Michelle Baldanza.

"Esta interceptação perigosa e pouco profissional pode potencialmente causar danos e traumas a todas as tripulações envolvidas. Além disso, as ações do piloto, também perigosas e pouco profissionais, podem levar a uma indesejável escalada de tensão entre os dois países", disse Michelle Baldanza.

Segundo ela, o avião americano RC-135 realizava um "vôo normal no espaço aéreo internacional", quando foi interceptado por um caça russo Su-27 "de maneira insegura e pouco profissional". Baldanza lembrou que isto aconteceu algumas semanas depois de um incidente semelhante com o destroier americano USS Donald Cook.

Em geral, durante o último ano, segundo a porta-voz do Pentágono, houve alguns incidentes com aviões militares russos se aproximando de aviões e navios e isto tem causado grande preocupação por questões de segurança. "Estamos muito preocupados com essa forma de comportamento", disse Baldanza.

Ao mesmo tempo, a noção de "aproximação de maneira insegura e pouco profissional" não existe no direito internacional. Neste não há nenhuma indicação clara quanto a isso, mas há a definição de espaço aéreo internacional e águas internacionais.

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Fonte: Sputnik.

Noticia: China nega visita de porta-aviões dos EUA a Hong Kong, diz Pentágono

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6
A China negou um pedido para que um grupo de embarcações norte-americanas lideradas pelo porta-aviões USS John C. Stennis visite Hong Kong, disse o Departamento de Defesa na sexta-feira, em meio a tensões sobre as pretensões territoriais chinesas no Mar da China Meridional.

Um porta-voz do Pentágono, o comandante Bill Urban, disse que um navio norte-americano, o USS Blue Ridge, está em Hong Kong para uma visita portuária que os EUA esperam que continue.

Urban afirmou que o pedido de uma visita a Hong Kong por um porta-aviões e as embarcações que o acompanham --uma armada que vem patrulhando o Mar da China Meridional-- foi negado recentemente, apesar de uma “longa história de visitas portuárias bem sucedidas a Hong Kong”.

Uma autoridade da marinha norte-americana, que não quis se identificar, afirmou que o comissário do Ministério das Relações Exteriores da China em Hong Kong levou a negação da visita, dizendo que ela “não era conveniente” no momento.

O Ministério das Relações Exteriores, em comunicado enviado neste sábado à Reuters, não forneceu as razões para a negação.

“As visitas de navios militares e aviões norte-americanos a Hong Kong sempre foram aprovadas pela China caso a caso, de acordo com o princípio da soberania e da situação específica”, afirmou.

O porta-aviões nuclear Stennis tem conduzido patrulhas no Mar da China Meridional, o qual tem grandes partes reivindicadas pela China e onde o país tem construído ilhas artificiais para reforçar suas reivindicações.

O secretário de Defesa dos EUA, Ash Carter, visitou o Stennis na região em 15 de abril para realçar as preocupações norte-americanas sobre a necessidade de manter a liberdade de navegação frente aos movimentos chineses.

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Fonte: Reuters.

Noticia: Rússia não pedirá à Síria que suspenda os ataques contra Aleppo

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6
A Rússia não pedirá a Damasco que deixe de bombardear a região de Aleppo (norte), principal campo de batalha da guerra civil na Síria, declarou neste sábado o vice-ministro das Relações Exteriores russo, Guennadi Gatilov, citado pela agência de notícias russa Interfax.

"Não,não pressionaremos (o regime de Damasco) porque é preciso entender que se trata de uma luta contra a ameaça terrorista", afirmou.

"A situação em Aleppo faz parte desta luta contra a ameaça terrorista", acrescentou.


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Fonte: AFP.

III - Solucionando os problemas encontrados no discípulo

III - SOLUCIONANDO OS PROBLEMAS ENCONTRADOS NO DISCÍPULO
Leia também: Manual/Discipulador

Ao longo da caminhada o discípulo pode apresentar algumas dificuldades tais como:
1. Desinteresse em reunir-se com o discipulador.
1.1. As possíveis causas são:
a) Conversão insincera
b) Oposição satânica
• O inimigo procurará fazê-lo sentir-se um tolo.
• Questionará a validade da sua conversão.
• Usará de muitos outros artifícios enganadores, a fim de impedir o crescimento do novo discípulo em Cristo.
c) A pressão do grupo
• Seus amigos e parentes procuram impedir seu crescimento.
• Tentarão monopolizar suas atenções e seu tempo para que ele não possa observar o momento devocional particular ou não ir aos cultos e reuniões.
• Às vezes, eles o ridicularizam e o diminuem, quando ele persiste em seguir a Cristo.
1.2. As possíveis soluções são:
• A oração - esse princípio é fundamental e se aplica a todos os problemas de aconselhamento.
• Salientar a necessidade do crescimento espiritual na vida do discípulo.
• Levar o novo discípulo a abrir-se com o discipulador e declarar por que não deseja a assistência espiritual.

2. Ausência da certeza de salvação
• A maioria das pessoas, que não têm a certeza da salvação, geralmente passam a tê-la durante o processo normal do discipulado.
• A razão maior de uma pessoa persistir em afirmar que não possui a certeza da salvação é que ela não teve uma conversão genuína. Isso se evidencia quando há:
ü Relutância em fazer reparação de erros (Num. 5: 6,7).
ü Relutância em abandonar um pecado grave (Pv. 28: 13).
ü Amargura no coração contra os pais e familiares (Heb. 12: 15).

3. Sentimento de culpa
• Ele não consegue experimentar o perdão de Deus.
• Ensinar ao novo discípulo o que a Palavra de Deus diz a respeito da confissão dos pecados.

4. Inconstância no momento devocional
• Falta de motivação para estudar a Bíblia.
• Falta de instrução adequada.
• Falta de autodisciplina.

5. Temor de testemunhar
• Um receio normal de falar com pessoas desconhecidas.
• Falta de preparo.
• Não viver em harmonia com fé cristã.
• Medo perseguição.

6. Ausência na EBD e Cultos
• E necessário que o novo discípulo esteja fortemente convencido a priorizar o Dia do Senhor e participar da EBD (manhãs) e Cultos Noturnos.

7. Oposição da família e dos amigos
• Esse tipo de oposição, muitas vezes, faz com que o novo discípulo desista de seguir a Cristo.
• O discipulador deve começar a imediatamente a ensinar-lhe o valor de conhecer a Cristo.
o (Fil. 3:7-8; Mt. 19:29).
• Quando a fonte de oposição é uma pessoa muito ligada ao novo discípulo, então há uma urgência maior de procurarmos levá-lo a fazer novas amizades com outros discípulos.

8. Credibilidade
• Fatores que contribuem para a formação de confiança do discípulo no discipulador:
a) Mostrar-se sempre bem organizado e assíduo no trabalho de discipulador.
b) Saber encontrar na Bíblia as respostas para as perguntas do novo discípulo
c) Mostrar-se sempre acessível, e nunca na defensiva.
d) Conhecer bem aquilo em que crê, e saber por que crê.
e) Saber responder com fatos da própria experiência e não apenas com noções teóricas.
f) Ter fruto no trabalho de evangelismo.
g) Ter entusiasmo no seu trabalho.
h) Ter uma conduta coerente na fé cristã.

9. Pré-condicionamento intelectual
• Muitas vezes acontece de um novo discípulo ter conhecimento de fortes argumentos contrários a algum ponto da verdade cristã.
• Por causa desse argumento, ele começa a questionar sua fé, até a ter dúvidas.
Como podemos ajudá-lo:
• Convencê-lo da firmeza da fé cristã.
• O novo discípulo não deve firmar sua fé em nenhuma outra base, a não ser Cristo.
• Ele deve aprender que fato de fazer perguntas, em si mesmo, não é errado.

10. Dificuldades doutrinárias
• Alguns discípulos novos deixam-se envolver por questões polêmicas em alguns aspectos da doutrina ou da conduta cristã.
• Esse problema é muito sério que pode retardar seu desenvolvimento espiritual.
Como podemos ajudá-lo:
• Procurar colocar o novo discípulo em um lugar onde receba ensinamento adequado e sólido conhecimento bíblico: a classe de novos decididos.
• Analisar com ele os pontos divergentes entre os diversos grupos evangélicos.

DIDATICAMENTE, PODEMOS RESUMIR EM 10, AS DIFICULDADES QUE UM NOVO DISCÍPULO ENFRENTA:

1. Emoções conflitantes
• Dentro das 24 horas seguintes à sua experiência qualquer novo discípulo pode ter dúvida sobre a realidade da sua experiência. Aquela emoção inicial pode diminuir e fazer com que o novo discípulo pense que sua experiência com Cristo foi um tipo de alucinação ou uma experiência irreal.
• Precisamos mostrar a ele que as emoções são afetadas pelas circunstâncias e que a nossa posição em Cristo não depende delas.

2. Crise de transformação
• Vícios e hábitos nem sempre desaparecem imediatamente e isto pode ser motivo de muita ansiedade.
• O novo discípulo deseja corresponder à expectativa de mudança instantânea. (TI Cor. 5:17). Ele espera vencer imediatamente o cigarro, a droga e o álcool talvez por causa do testemunho de outros que tiveram sucesso. A verdade é que algumas pessoas precisam de um acompanhamento pessoal e outras precisam até mesmo ser internadas num centro de reabilitação.

3. Pressão dos amigos
• As pessoas do seu ambiente social vão pressioná-lo para que retorne aos padrões de sua vida antiga.
• Isto é especialmente difícil para os jovens, mas acontece com todos.
• Velhos amigos possuem um grande poder de influência e podem levar o novo discípulo a desistir da fé. E vital, portanto, que os discipuladores o envolvam até que ele seja capaz de responder apropriadamente aos antigos amigos.

4. Falta de tempo
• O novo discípulo precisa separar tempo para a comunhão com os irmãos. Isto pode ser um problema para pessoas que possuem uma agenda muito cheia.
• A fim de ser edificado na fé o novo discípulo precisa reorganizar seu tempo para incluir a igreja em sua rotina. Ele não conseguirá fazer isso sozinho, daí a importância de um discipulador.

5. Hostilidade da família
• É comum surgir uma tensão em casa, principalmente se o novo discípulo é o primeiro membro da família a ter uma experiência com Cristo.
• Ele certamente será acusado de destruir a paz e a unidade da família, o que pode ocasionar muita hostilidade contra ele. Ele será pressionado a manter sua lealdade à família e deixar Cristo de lado. Sem o apoio de um discipulador ele dificilmente conseguirá superar a pressão de uma família hostil ao evangelho.

6. Perseguição
• Não se pode evitar o sofrimento por causa da fé. Jesus disse que seríamos perseguidos.
• Em algumas circunstâncias a perseguição torna o novo discípulo mais forte, mas em outras pode levá-lo a desistir e retroceder. É sábio preparar o novo discípulo para a possibilidade de perseguição e estar com ele quando ela acontecer.

7. Superstição
• Existe uma tendência comum de se culpar a Deus por todas as coisas ruins que acontecem depois da conversão. Muitos novos na fé são convencidos pelos de fora de que a conversão só lhes trouxe problemas, e que, portanto não vale a pena insistir nesse caminho.
• Sem um discipulador para protegê-lo de tais influências ele sucumbirá na fé.

8. Cobranças do passado
• É provável que haja uma série de pendências e questões não resolvidas do passado, como dívidas, conflitos e ressentimentos. O novo discípulo precisa ser ajudado e orientado nessas questões.
• Muitos cobradores aproveitarão esse momento para pressioná-lo. Alguns poderão se sentir envergonhados e indignos de serem cristãos, abandonando assim a fé.

9. Solidão
• Por causa de sua decisão por Cristo, o novo discípulo pode ter sido abandonado por todos os seus antigos amigos e, por alguma razão ele não foi capaz de preencher o espaço com novos amigos que compartilham de sua fé. O resultado disso é uma grande solidão que pode levá-lo a se sentir ressentido e abandonado.

10. Crentes carnais
• Crentes carnais pode ser uma fonte de desapontamento e desencorajamento. Eles podem fazer comentários insensíveis e dar conselhos errados.
• O novo discípulo pensa que todo crente é maduro e capaz de ajudá-lo, mas nós sabemos que existem muitos anões espirituais. Longevidade não é sinônimo de maturidade. E triste, mas às vezes precisamos proteger um novo na fé de alguns velhos na fé.
FONTE: Manual do Discipulador - Pr Josenildo Oliveira da Silva

II. Primeiros passos com o seu discípulo

II. PRIMEIROS PASSOS COM O SEU DISCÍPULO.
Leia também: Manual/Discipulador


1. No apelo - Na maioria das vezes o trabalho começará com o apelo feito pelo ministrante nos cultos.
No apelo o Pastor designará um discipulador para o novo convertido. Mas se o novo convertido é fruto do evangelismo pessoal de algum irmão na Igreja, este irmão será o seu discipulador.
• O discipulador irá também à frente e se colocará ao lado do seu discípulo.
• Abrace gentilmente a pessoa para que ela se sinta acolhida.
• Espere as orientações do Pastor, deixe a pessoa se concentrar naquele momento.
• Em seguida, sente com o discípulo, preencha a ficha, dê alguns conselhos e faça uma oração intercessória.
• Entregue um cartão com seu nome, e-mail e telefone para o seu discípulo.
• Faça uma cópia (xerox) da ficha e entregue a original na secretaria durante a semana.

2. O Pós Apelo - Primeira semana
• Em até 48 horas faça uma ligação para o seu discípulo - sem falta!
• Ao ligar, se identifique, se importe com a pessoa, ore com ela, sobretudo, ouça-a.
• Convide-a para se encontrarem durante a semana ainda (preferencialmente na residência do discípulo). NÃO FURE O COMPROMISSO! SEJA PONTUAL!

3. Primeira visita
• Ouça a pessoa. Deixe-a se apresentar. Se puder, conte seu testemunho de conversão.
• Em seguida faça a LIÇÃO I sugerida no final deste manual.
• Fale um pouco sobre a Bíblia e da necessidade do discípulo possuir uma Bíblia. Indique a livraria onde ele possa comprar uma Bíblia, ou oferte uma Bíblia para ele. Caso você não tenha condições de comprá-la informe ao Pastor para providenciar um exemplar.
• Fale sobre a classe para Novos Convertidos e convide o discípulo para se fazer presente no domingo pela manhã. Diga que você estará esperando por ele ou ela e que você irá explicar algumas coisas sobre o funcionamento da Igreja, etc.
• Deixe a próxima visita já marcada.

4. Retorno do discípulo ao templo - Assim que o discípulo retornar a Igreja após a decisão:
• Procure sentar ao lado do discípulo. Vá explicando cada momento do culto. O nome e as funções das pessoas na Igreja, etc.
• Ao final do culto procure apresentar o discípulo a outros irmãos na Igreja e mostre as dependências da Igreja.
• No domingo pela manhã, acompanhe o discípulo até a classe para novos decididos e o apresente a turma.
• Se for sair para algum lugar (pizzaria, etc) convide o discípulo.
• Afirme para o discípulo que durante a semana irá telefonar para ele e confirme o dia e a hora da próxima visita.

5. Nas semanas seguintes - Continue com as rotinas de telefonemas, visitas, estudos, ensino e motive o seu discípulo a desenvolver hábitos saudáveis tais como:
• Ler a Bíblia diariamente.
• Orar diariamente.
• Frequentar regularmente a Igreja e a Escola Bíblica.
• Participar dos eventos e ministérios da Igreja.
• Dizimar e ofertar com liberalidade.
• Ser reverente no culto.
• Cumprir horários marcados.
• Viver em santidade e testemunho diante da família.
• Compartilhar a fé com outras pessoas.
• Buscar a dependência do Espírito Santo em tudo.
FONTE: Manual do Discipulador - Pr Josenildo Oliveira da Silva

I.Qualidades espirituais do discipulador

I. Qualidades espirituais do discipulador
Leia também: Manual/Discipulador

I. QUALIDADES ESPIRITUAIS DO DISCIPULADOR
1. Seja dominado pela graça de Cristo (II Tm. 2: 1).
2. Seja dedicado ao ministério da multiplicação (II Tm. 2: 2).
3. Seja disciplinado para uma vida que agrade a Deus (II Tm. 2: 3-4).

Discipular não é uma rotina fácil, e cômoda; é uma vida de exigências, sacrifícios e renúncias.

4. Tenha um coração de servo
ü Sendo acessível
ü Sendo hospitaleiro para com todos, e não fazendo acepção de pessoas.
ü Dando valor às pessoas, arranjando tempo para visitá-las e servi-las.
ü Sendo criativo para encontrar formas de ajudar os outros.
ü Exercitando seu dom espiritual como canal de serviço.

Marcas do Discipulador Aprovado
ESTILO DE VIDA EXEMPLAR
VIDA DE ORAÇÃO
DISPONIBILIDADE
MANEJO DA BÍBLIA
CHEIO DE FÉ
CHEIO DE BONDADE
CONFIÁVEL
CORAÇÃO DE SERVO

5. Ser um ouvinte atencioso (Tiago 1.19)
QUATRO ERROS A SEREM EVITADOS:
ü ERRO 1: Ignorar o que está sendo dito.
ü ERRO 2: Pensar na resposta enquanto ouve.
ü ERRO 3: Dar a impressão de estar ouvindo, mas desligar-se da conversa.
ü ERRO 4: Filtrar somente o que interessa ouvir.

TRÊS MANEIRAS EFICAZES DE OUVIR:
1- Ouvir com Discernimento
a. necessidades
b. medos
c. alegrias
d. convicções

2- Ouvir com Aceitação
a. Perceba os detalhes importantes
b. Observe emoções nas palavras
c. Não julgue ou condene enquanto ouve

3- Ouvir com o Corpo todo
55% da expressão de sua escuta vêm da postura do corpo.
38% vêm da expressão vocal.
7% vêm das palavras que você usa.
FONTE: Manual do Discipulador - Pr Josenildo Oliveira da Silva

PLANO DE ACOMPANHAMENTO ESPIRITUAL: DISCÍPULOS FAZENDO DISCÍPULOS

PLANO DE ACOMPANHAMENTO ESPIRITUAL – P.A.E.
DISCÍPULOS FAZENDO DISCÍPULOS

Leia também: Manual/Discipulador

Queremos desafiar a você, meu irmão e minha irmã, a ser um discipulador(a). Não podemos alcançar vidas para Cristo e deixá-las sem assistência e acompanhamento espiritual. O desafio não é para alguns, mas para todos os membros da Igreja. A Igreja do Senhor Jesus precisa com urgência abraçar o Plano de Acompanhamento Espiritual – P.A.E., para os novos na fé. Não podemos continuar realizando campanhas e eventos evangelísticos se não estivermos preparados e dispostos para o ministério de discipular as vidas alcançadas. Este plano não é responsabilidade de uma equipe, de um líder, de um pastor... É responsabilidade de todos nós, de todos os membros da Igreja. Sonho com o momento em que poderemos afirmar que cada membro da Igreja do Senhor Jesus é um discipulador, isto é, ter feito do discipulado não só uma ou mais pessoas mas da Igreja. Dessa forma a Igreja crescerá em quantidade e qualidade espiritual.
Coloco em suas mãos este pequeno manual com noções gerais do trabalho de um discipulador. Mas o meu trabalho não se encerra com este manual. Estarei pronto a sentar com os discipuladores e esclarecer dúvidas e ouvir opiniões. A prática e a experiência de cada um acrescentarão novas ideias e estratégias para o Plano de Acompanhamento Espiritual – P.A.E. Estou certo que Deus fará uma revolução na vida espiritual de nossa Igreja à medida que a Igreja for edificada na formação de discípulos e discipuladores. Venha DISCIPULAR aquele que nascer de novo em nossa Igreja e caminhar lado a lado com ele até que se tome também um discipulador. À medida que o número de discipuladores for crescendo teremos reuniões de estudos, motivacionais e testemunhos. Em muitas situações estarei lado a lado com o discipulador visitando os discípulos. Conte comigo. Conto com você, ou melhor, ainda: JESUS CONTA COM VOCÊ!
É improdutivo, é pecado por omissão, anunciarmos o Evangelho e conquistarmos vidas se não às discipularmos. O Discipulado é que vai realmente ajudar os novos convertidos a se firmarem na fé. Só assim, formaremos uma geração de discípulos maduros e que, posteriormente, irão gerar outros como eles. E este é o desafio para a Igreja do Senhor Jesus. O grande problema de nossa Igreja e de muitas outras igrejas é o que podemos chamar de orfandade espiritual. Os recém-convertidos são simplesmente deixados de lado e os que permanecem na igreja tornam-se órfãos espirituais. Waylon Moorc diz: “Na maioria das igrejas os convertidos são simplesmente adicionados a uma lista de candidatos ao batismo e abandonados a cuidarem espiritualmente de si mesmos. É doloroso afirmar, mas o fato é de que existem muitos órfãos e poucos pais espirituais em nossas igrejas”.
Jesus estipulou bases para um discipulado eficaz, e a principal delas se chama Relacionamento! E relacionamento envolve uma aliança entre discipulador e discípulo. Isto não é fácil, pois dessa forma desenvolvemos uma convivência muito próxima com quem estamos a discipular, e tal envolvimento exige de nós um desprendimento que nem sempre é o que nós queremos. Você poderá argumentar: ”
 eu fiquei firme na Igreja e não tive um discipulador pessoal”. Eu respondo: “Meu irmão, você é um sobrevivente! Tenho certeza que seu crescimento e maturidade espiritual teria sido mais sólidos se houvesse, no início de sua conversão, alguém fazendo o trabalho de um discipulador com você. Mas, agora, faça diferença na vida de um novo discípulo: seja um discipulador!”.
Hoje somos poucos (por enquanto), mas precisamos desenvolver estas bases agora para que, quando a multidão chegar, tenhamos discipuladores para cada novo discípulo. Então, você que está sendo discipulado, se prepare, pois em breve será você que estará discipulando alguém! A definição de DISCIPULAR é esclarecedora:“Discipular é um relacionamento comprometido e pessoal de um discípulo mais maduro ajudando novos discípulos de Jesus Cristo a se aproximarem mais Dele, se firmarem na fé e, assim, se tornarem Igualmente discipuladores.."
Amada Igreja, esse processo de discipular, da forma como estamos apresentando, parece novo para todos nós, por isso, exigirá de nós um esforço maior no começo, mas depois, discipular pessoas será algo normal. Sim, será normal e natural, pois discipular se tornará um dos valores centrais da Igreja, ou seja: ganharmos vidas, cuidarmos delas e vê-las a cuidar de outras futuramente.

O discipulador não é simplesmente um professor. Ele é alguém que além de informar também coopera na formação do caráter espiritual do seu aprendiz, tornando-se referência para o discípulo. Mas, devemos sempre lembrar que nenhum discipulador é modelo de perfeição, mas sim, um modelo de transformação, mostrando que assim como o discípulo, ele também está num processo, que a cada dia subirá um degrau na absorção do caráter de Cristo. Com este sincero objetivo ele poderá identificar-se com o discípulo. Seguindo o exemplo de Paulo: “...não que o tenha já recebido, ou tenha obtido a perfeição; mas prossigo para conquistar aquilo para o que também fui conquistado por Cristo Jesus” (Fp 3.12).