Um grupo de feministas realizou um protesto em frente à Catedral da Sé, em São Paulo, contra o projeto de lei 5069/13, de autoria do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que estabelece critérios mais rígidos para o acesso ao aborto legalizado em casos de violência sexual, e terminou por vandalizar o templo católico com pichações.
Na última sexta-feira, 30 de outubro, o protesto reuniu aproximadamente 3 mil pessoas na Praça da Sé, centro de São Paulo. Na pauta, a defesa da prática do aborto e críticas ao projeto de lei que visa tornar o aborto permitido por lei – em casos de abuso sexual e estupro – mais controlado.
No entanto, as feministas fecharam seu protesto com atos de vandalismo, pichando o prédio histórico com frases pró-aborto e ofensas à Igreja Católica e ao pensamento conservador. “Se o papa fosse mulher, o aborto seria legal” e “Tire seus rosários dos meus ovários” eram algumas das frases pichadas.
A arquidiocese de São Paulo, responsável pela Catedral, divulgou nota em repúdio ao ato de vandalismo: “Diariamente, entram na Catedral centenas de pessoas de culturas e credos variados, que são acolhidas fraternalmente. Por isso, lamentamos e repudiamos a pichação ocorrida na noite de 30 de outubro último […] A liberdade de expressão, reivindicada historicamente pela Igreja Católica em nosso país, não justifica ato de vandalismo”, dizia trecho do comunicado, de acordo com informações do site Aleteia.
Uma das organizadoras do protesto comentou o ato de vandalismo, e apesar de dizer-se contrária ao ato, concordou com a motivação: “[A pichação] não representa o pensamento da manifestação […] Mas entendemos e nos solidarizamos com as mulheres que se manifestaram contra a instituição. Entendemos que a Igreja Católica é um instrumento do patriarcado”, afirmou Jaqueline Vasconcellos.
Aborto
O projeto de Cunha foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) no último dia 21 de outubro por 37 votos a 14. Agora, o projeto deverá ser votado em plenário, e se aprovado, tornará crime o anúncio de métodos abortivos ilegais, punindo quem induz, instiga ou auxilia na realização de um aborto, com pena agravada para profissionais de saúde, que pode variar entre 1 a 3 anos de prisão.
Além disso, ficam estipuladas mudanças na Lei de Atendimento às Vítimas de Violência Sexual (Lei 12.845/13), que determina como deve ser procedido o atendimento a mulheres que tenham sido vítimas de estupro. Os profissionais de saúde poderão informar à vítima sobre seu direito ao aborto, mas deverá ser exigido um exame de corpo de delito e o registro de um Boletim de Ocorrência (B.O.) sobre o crime, antes que o procedimento de interrupção da gravidez seja levado adiante.
O objetivo é evitar que o envolvimento de Luís Cláudio (à esq.) e ex-ministros (Erenice Guerra, à direita, e Gilberto Carvalho, ao centro) cause novo mal estar entre Dilma e o ex-presidente
Governistas se articulam para impedir a convocação dos ex-ministros Gilberto Carvalho e Erenice Guerra, além de Luís Cláudio, filho do ex-presidente Lula para deporem na CPI do Carf. O presidente da comissão, senador Ataídes de Oliveira (PSDB-TO), disse que colocará os requerimentos para votação na reunião desta quinta-feira (5), mas deve ser derrotado. Senadores o acusam de tentar criar fato político.
O objetivo é evitar que o envolvimento de ex-ministros cause novo mal estar para a presidente Dilma Rousseff e seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva. A estratégia dos governistas é obstruir sessões e apontar ausência de relação entre as denúncias e o alvo das investigações da CPI, que são fraudes no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf).
Os esforços do governo, entretanto, talvez não precisem ser dos mais agudos. Quase metade da CPI é composta por membros da base aliada, além da relatora, Vanessa Grazziotin (PC do B-AM), que já adiantou que não votará favoravelmente aos requerimentos.
O líder do PT, Humberto Costa (PE), seguiu o discurso da relatora. “Ele (Ataídes Oliveira) tem duas alternativas. Ou colhe assinaturas para abrir uma nova CPI de medidas provisórias, ou garante um aditivo para investigar esses temas que ele quer”, justificou. Acir Gurgacz (PDT-RO), vice-líder do governo, afirmou ainda não ter opinião formada sobre o assunto, mas o senador, que não é assíduo na CPI, confirmou presença para a votação desta semana e deve encorpar os interesses do governo
Acusação
Senadores acusam o presidente da CPI de não querer, de fato, aprovar as convocações, mas apenas atingir o governo. Ao anunciar que faria os requerimentos, Ataídes assumiu compromisso de dialogar com demais senadores para tentar aprová-los. Até a tarde desta terça-feira, no entanto, ele disse ainda não ter conversado com ninguém.
Em outubro, outros requerimentos de convocação de Erenice, Carvalho e Luís Cláudio já haviam sido rejeitados. Na ocasião, a maioria dos parlamentares argumentou que a possível compra de medidas provisórias não estava ligada ao objetivo central da CPI
A nova fase da Operação Zelotes, realizada pela Polícia Federal na semana passada, não parece ter convencido os senadores. Semana passada, a força-tarefa fez buscas e apreensões na LFT Marketing Esportivo, empresa de Luís Cláudio, e apontou suposta ligação dos ex-ministros em um esquema de compra de MPs para favorecer o setor automotivo. Fonte: Correio Braziliense/// Aqui + Notícias AH.Com. De tudo um pouco
O salão de eventos de um casal cristão precisou ser fechado após sua recusa em locar o espaço para a realização de uma cerimônia de casamento gay. Os noivos os processaram e venceram a ação. No entanto, meses depois do início da polêmica, o local se tornou uma igreja.
Os empresários cristãos Richard e Betty Odgaard foram acusados de discriminação após se recusar a realizar o casamento de Lee Stafford e Jared Ellars no salão que mantinham há 13 anos, chamado Görtz Haus Gallery.
No processo movido pelo casal homossexual, a Justiça obrigou os empresários cristãos a pagarem uma indenização de US$ 5 mil para Stafford e Ellars. Diante da sentença, Richard e Betty decidiram fechar o salão, pois enfrentaram muitos cancelamentos de agendamentos de cerimônias de casais que discordam de sua postura, e seriam obrigados a locar o espaço para cerimônias homossexuais no futuro.
Porém, mesmo com a frustração de ter que pôr fim ao negócio que mantinham há vários anos, o casal resolveu vender o prédio, e a compradora foi a igreja que eles frequentam, segundo informações do Christian Today.
“Se o lugar não pode mais ser uma galeria, esta é a melhor opção”, afirmou Betty Odgaard. O edifício foi comprado pela Harvest Bible Chapel, uma igreja associada ao ministério Harvest Bible Fellowship.
O pastor da igreja, Ryan Jorgenson, comentou o desenrolar do fato: “Apoiamos plenamente a posição dos Odgaards em relação ao negócio que construíram, mas o nosso maior objetivo é, de longe, sermos conhecidos como uma igreja que ama Jesus. Nós pregamos e ensinamos a Bíblia plenamente. Nós queremos ser uma bênção para a nossa comunidade”.
Com ou sem macumba, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, encaminhou parecer nesta terça-feira (3), ao ministro e relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), Teori Zavascki, no qual reitera seu posicionamento favorável à venda dos bens do senador Fernando Collor (PTB-AL).
A manifestação de Janot, entretanto, não está diretamente ligada à decisão, do último dia 22, na qual Teori autorizou o senador a guardar veículos de luxo que foram apreendidos em julho pela Polícia Federal na Operação Politeia, desdobramento da Operação Lava Jato. Isso porque, segundo o órgão, a PGR ainda não foi informada oficialmente sobre devolução dos bens.
A decisão de Teori determinou que Collor é o fiel depositário de um Lamborghini, um Bentley, uma Range Rover e uma Ferrari. Dos carros apreendidos, apenas um Porsche Panamera não voltou à residência de Collor. De acordo com a decisão, o senador não apresentou termo de concordância da empresa GM Comércio de Combustível Ltda, em nome de quem está registrado o veículo.
Collor pediu ao STF para guardar em sua posse os veículos porque são automóveis de luxo que demandam cuidados especiais. “Não se tratando de bens essenciais à elucidação dos fatos investigados, nem constituindo, em si mesmos, bens ilícitos, não haveria óbice à nomeação do requerente como fiel depositário, com os deveres e ônus correspondentes”, disse a decisão do STF. Fonte: Correio Braziliense/// Aqui + Notícias AH.Com. De tudo um pouco
A dor de uma mãe arrependida Ao caminhar pelas ruas de minha cidade, escutei alguém gritando: Parei e fui olhar o que estava acontecendo. Irmã, Irmã, eu vi a senhora passando e não consegui ir atrás me ajude, por favor, matei o meu filho; Não estou entendendo, você matou o seu filho como? Eu abortei há um ano e seis meses. Eu estava grávida não sabia o que fazer; meus pais não poderiam saber e nem sabe. Estou morrendo aos poucos: Já tentei suicídio, e seus pais, onde estão, moram na fazenda, quantos anos você tem, dezesseis anos.
Perdi toda esperança de viver, agora o que vai ser de mim? Não tenho força para viver: Eu vou te ajudar porque sei onde encontrar esperança. Jesus é a esperança de todo ser humano. Como? Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu filho unigênito para que todo o que nele crê não pereça mais tenha vida eterna. Deus enviou o seu filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas que o mundo fosse salvo por Ele. João 3. 16-17. O que preciso fazer? É crê em Jesus, e receber em sua vida como senhor e salvador; você quer, sim então vamos orar.
Procuramos o pastor, Ele juntamente com sua esposa deu toda assistência necessária a ela. E juntamente com minha equipe de visita naquela época fez toda a diferença.
Hoje ela é mãe de dois filhos é conselheira de casais. Esta é uma história real.
Uma aluna da sétima série foi intimidada por sua professora a negar sua fé em Deus e a existência d’Ele em um trabalho escolar, mas o desfecho do caso foi surpreendente, com a jovem cristã levando a situação às últimas consequências cabíveis.
A aluna Jordan Wooley, que frequenta aulas na West Memorial School, na cidade de Katy, no Texas (EUA), recebeu uma atividade escolar de sua professora em que teria que negar a existência de Deus em uma redação. O trabalho valeria metade da nota na matéria naquele período de avaliação.
Segundo Jordan, a professora disse que quem se recusasse a reconhecer que Deus é “um mito”, perderia nota. “Ela começou a dizer que todos estavam completamente errados. Também ridicularizou nossos pastores”, contou a jovem.
A professora ainda teria agido de maneira autoritária, impedindo os alunos de argumentar com ela sobre seus pontos de vista.
Quando chegou em casa, Jordan contou o ocorrido aos pais e disse que gostaria de enfrentar a situação. Como haveria uma reunião do Conselho Escolar naquela noite, os pais decidiram leva-la ao local para participar e relatar o ocorrido.
Diante dos professores que formam o conselho, Jordan relatou seu caso, contando que sua professora queria obrigá-la a negar sua fé e impedir que argumentasse sobre o caso, mesmo não tendo provas de que Deus não é real.
Uma das professoras do conselho leciona a mesma matéria que a professora ateia e chamou atenção para o fato de que no currículo planejado não havia nenhuma atividade que parecesse com aquela.
Segundo informações do Gospel Herald, o superintendente educacional Alton Frailey desculpou-se com a aluna: “Eu realmente sinto muito que sua fé tenha sido questionada assim”, disse, assumindo o compromisso de investigar o caso pessoalmente. “Nós certamente vamos olhar isso de perto. Muito obrigado. Foi muito corajoso da sua parte. Obrigado, Jordan”, concluiu.
A postura da aluna surtiu efeito, e no dia seguinte, o diretor da escola anunciou que o trabalho dado pela professora não teria impacto na nota da matéria. O diretor e o Conselho Escolar optaram por não divulgar o nome da professora para evitar represálias, mas anunciaram que ela está afastada das atividades até que o inquérito do conselho seja concluído.
Assista ao vídeo do depoimento de Jordan Wooley ao Conselho Escolar denunciando o abuso de autoridade da professora ateia:
“Preparem-se para a perseguição”. Com este alerta, o evangelista Billy Graham, 96 anos, dirigiu-se aos cristãos em um artigo publicado no sitede sua Associação Evangelística.
O texto de Graham, que também será publicado na revista Decisão, na edição desse mês, chama a atenção para a real possibilidade de que os cristãos norte-americanos passem a enfrentar uma perseguição como nunca viveram.
O evangelista, que completará 97 anos no próximo dia 07, destaca que os seguidores de Jesus Cristo nos Estados Unidos são conscientizados do que acontece com seus irmãos na fé ao redor do mundo, mas não sabem do que se trata na realidade.
Billy Graham vai além e fala que a “imunidade à perseguição que os cristãos dos Estados Unidos têm experimentado nos últimos dois ou três séculos é incomum”, e que pelos rumos que a sociedade norte-americana vem tomando, essa exceção vai acabar: “Como um todo, a nossa nação não sabe o que realmente é a privação. Nós não sabemos o que é sacrifício. Nós não sabemos o que é sofrimento. A perseguição deve atingir a Igreja na América, como aconteceu em outros países”, alertou.
Em tom de lamento, Billy Graham acredita que nos próximos anos, os Estados Unidos podem viver uma apostasia sem precedentes: “Uma vez que temos experimentado pouca perseguição religiosa neste país, é provável que, sob pressão, muitos negariam Cristo. Aqueles que gritam mais alto sobre a sua fé podem render-se mais rápido”, pontuou.
Sugerindo “cinco maneiras para fortalecer a si mesmo de modo que você seja capaz de se firmar diante da perseguição”, o evangelista incentivou os cristãos a aprofundarem seu relacionamento com Deus, caminhar com Ele, ler regularmente as Escrituras Sagradas, orar sempre e meditar sobre Cristo: “Hoje nossa nação se classifica como o maior poder sobre a face da Terra. Mas, se colocarmos a nossa confiança no poder das armas em vez do Deus Todo-Poderoso, o conflito que está por vir pode se voltar contra nós”.
Graham exortou os Estados Unidos a se voltarem a Deus: “A história e a Bíblia indicam que a tecnologia e bens materiais não são suficientes em tempos de grande crise”.
O artigo do evangelista é um dos primeiros alertas que reconhece a mudança cultural na sociedade norte-americana, que vê cada vez mais grupos de ateus militantes se levantando contra a liberdade religiosa, a título de impor um pensamento distorcido sobre a laicidade do Estado.
A CruzEm sua última mensagem na televisão, veiculada há dois anos, Billy Graham destacou a necessidade de um avivamento espiritual nos Estados Unidos, e convocou os cristãos a lembrarem que a cruz é um insulto com o qual deve-se confrontar as pessoas sobre suas escolhas e anunciar Cristo. Assista: Fonte:gnoticias/// Aqui + Notícias AH.Com. De tudo um pouco