A dor de uma mãe arrependida Ao caminhar pelas ruas de minha cidade, escutei alguém gritando: Parei e fui olhar o que estava acontecendo. Irmã, Irmã, eu vi a senhora passando e não consegui ir atrás me ajude, por favor, matei o meu filho; Não estou entendendo, você matou o seu filho como? Eu abortei há um ano e seis meses. Eu estava grávida não sabia o que fazer; meus pais não poderiam saber e nem sabe. Estou morrendo aos poucos: Já tentei suicídio, e seus pais, onde estão, moram na fazenda, quantos anos você tem, dezesseis anos.
Perdi toda esperança de viver, agora o que vai ser de mim? Não tenho força para viver: Eu vou te ajudar porque sei onde encontrar esperança. Jesus é a esperança de todo ser humano. Como? Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu filho unigênito para que todo o que nele crê não pereça mais tenha vida eterna. Deus enviou o seu filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas que o mundo fosse salvo por Ele. João 3. 16-17. O que preciso fazer? É crê em Jesus, e receber em sua vida como senhor e salvador; você quer, sim então vamos orar.
Procuramos o pastor, Ele juntamente com sua esposa deu toda assistência necessária a ela. E juntamente com minha equipe de visita naquela época fez toda a diferença.
Hoje ela é mãe de dois filhos é conselheira de casais. Esta é uma história real.
Uma aluna da sétima série foi intimidada por sua professora a negar sua fé em Deus e a existência d’Ele em um trabalho escolar, mas o desfecho do caso foi surpreendente, com a jovem cristã levando a situação às últimas consequências cabíveis.
A aluna Jordan Wooley, que frequenta aulas na West Memorial School, na cidade de Katy, no Texas (EUA), recebeu uma atividade escolar de sua professora em que teria que negar a existência de Deus em uma redação. O trabalho valeria metade da nota na matéria naquele período de avaliação.
Segundo Jordan, a professora disse que quem se recusasse a reconhecer que Deus é “um mito”, perderia nota. “Ela começou a dizer que todos estavam completamente errados. Também ridicularizou nossos pastores”, contou a jovem.
A professora ainda teria agido de maneira autoritária, impedindo os alunos de argumentar com ela sobre seus pontos de vista.
Quando chegou em casa, Jordan contou o ocorrido aos pais e disse que gostaria de enfrentar a situação. Como haveria uma reunião do Conselho Escolar naquela noite, os pais decidiram leva-la ao local para participar e relatar o ocorrido.
Diante dos professores que formam o conselho, Jordan relatou seu caso, contando que sua professora queria obrigá-la a negar sua fé e impedir que argumentasse sobre o caso, mesmo não tendo provas de que Deus não é real.
Uma das professoras do conselho leciona a mesma matéria que a professora ateia e chamou atenção para o fato de que no currículo planejado não havia nenhuma atividade que parecesse com aquela.
Segundo informações do Gospel Herald, o superintendente educacional Alton Frailey desculpou-se com a aluna: “Eu realmente sinto muito que sua fé tenha sido questionada assim”, disse, assumindo o compromisso de investigar o caso pessoalmente. “Nós certamente vamos olhar isso de perto. Muito obrigado. Foi muito corajoso da sua parte. Obrigado, Jordan”, concluiu.
A postura da aluna surtiu efeito, e no dia seguinte, o diretor da escola anunciou que o trabalho dado pela professora não teria impacto na nota da matéria. O diretor e o Conselho Escolar optaram por não divulgar o nome da professora para evitar represálias, mas anunciaram que ela está afastada das atividades até que o inquérito do conselho seja concluído.
Assista ao vídeo do depoimento de Jordan Wooley ao Conselho Escolar denunciando o abuso de autoridade da professora ateia:
“Preparem-se para a perseguição”. Com este alerta, o evangelista Billy Graham, 96 anos, dirigiu-se aos cristãos em um artigo publicado no sitede sua Associação Evangelística.
O texto de Graham, que também será publicado na revista Decisão, na edição desse mês, chama a atenção para a real possibilidade de que os cristãos norte-americanos passem a enfrentar uma perseguição como nunca viveram.
O evangelista, que completará 97 anos no próximo dia 07, destaca que os seguidores de Jesus Cristo nos Estados Unidos são conscientizados do que acontece com seus irmãos na fé ao redor do mundo, mas não sabem do que se trata na realidade.
Billy Graham vai além e fala que a “imunidade à perseguição que os cristãos dos Estados Unidos têm experimentado nos últimos dois ou três séculos é incomum”, e que pelos rumos que a sociedade norte-americana vem tomando, essa exceção vai acabar: “Como um todo, a nossa nação não sabe o que realmente é a privação. Nós não sabemos o que é sacrifício. Nós não sabemos o que é sofrimento. A perseguição deve atingir a Igreja na América, como aconteceu em outros países”, alertou.
Em tom de lamento, Billy Graham acredita que nos próximos anos, os Estados Unidos podem viver uma apostasia sem precedentes: “Uma vez que temos experimentado pouca perseguição religiosa neste país, é provável que, sob pressão, muitos negariam Cristo. Aqueles que gritam mais alto sobre a sua fé podem render-se mais rápido”, pontuou.
Sugerindo “cinco maneiras para fortalecer a si mesmo de modo que você seja capaz de se firmar diante da perseguição”, o evangelista incentivou os cristãos a aprofundarem seu relacionamento com Deus, caminhar com Ele, ler regularmente as Escrituras Sagradas, orar sempre e meditar sobre Cristo: “Hoje nossa nação se classifica como o maior poder sobre a face da Terra. Mas, se colocarmos a nossa confiança no poder das armas em vez do Deus Todo-Poderoso, o conflito que está por vir pode se voltar contra nós”.
Graham exortou os Estados Unidos a se voltarem a Deus: “A história e a Bíblia indicam que a tecnologia e bens materiais não são suficientes em tempos de grande crise”.
O artigo do evangelista é um dos primeiros alertas que reconhece a mudança cultural na sociedade norte-americana, que vê cada vez mais grupos de ateus militantes se levantando contra a liberdade religiosa, a título de impor um pensamento distorcido sobre a laicidade do Estado.
A CruzEm sua última mensagem na televisão, veiculada há dois anos, Billy Graham destacou a necessidade de um avivamento espiritual nos Estados Unidos, e convocou os cristãos a lembrarem que a cruz é um insulto com o qual deve-se confrontar as pessoas sobre suas escolhas e anunciar Cristo. Assista: Fonte:gnoticias/// Aqui + Notícias AH.Com. De tudo um pouco
Após um século de buscas, arqueólogos anunciaram nesta terça-feira (3) ter descoberto os resquícios de uma antiga fortaleza grega que já foi um centro de poder em Jerusalém. A fortificação, chamada Acra, foi usada para conter uma rebelião judaica mencionada no livro dos Macabeus (título excluído da Bíblia canônica judaica por ter sido escrito em grego).
Há tempos os pesquisadores debatem a localização de Acra, construída há mais de 2.000 anos por Antíoco Epifânio, rei do império selêucida helênico. Muitos afirmam que ela ocupava o local onde hoje se encontra a Cidade Velha de Jerusalém, com vista para a Igreja do Santo Sepulcro ou junto à colina onde dois templos judeus estiveram no passado e que hoje abriga o complexo da mesquita de Al-Aqsa.
Mas os restos desenterrados pela Autoridade de Antiguidades de Israel e tornados públicos nesta terça-feira estão do lado de fora dos muros da Cidade Velha e dão vista para um vale ao Sul, uma área na qual, segundo os arqueólogos, a construção de Jerusalém se concentrou nos tempos do rei bíblico Davi.
Rochas, moedas e terra
Antíoco, que viveu entre 215 e 164 a.C., escolheu o local para Acra para poder controlar a cidade e monitorar a atividade no templo judeu, afirmou o pesquisador Doron Ben-Ami, que liderou a escavação.
Com um comprimento estimado em mais de 250 metros e uma largura de 60 metros, ela teria dominado o campo. Debaixo do que uma década atrás era um estacionamento pavimentado, a equipe de Ben-Ami escavou uma colina composta por várias camadas de terra deixadas por sucessivas culturas.
Em uma área, eles descobriram pedras de uma grande parede, a base de uma torre e um aterro em declive com fins defensivos que artefatos próximos, como moedas e alças de jarras de vinho, sugerem terem pertencido ao tempo de Antíoco.
Pedras de estilingue de chumbo e pontas de flecha de bronze do período também foram encontradas, talvez remanescentes de batalhas entre forças pró-Grécia e rebeldes judeus que tentavam tomar a fortaleza.
“Este é um exemplo raro de como rochas, moedas e terra podem se juntar em um episódio arqueológico único para abordar realidades históricas específicas da cidade de Jerusalém”, afirmou Ben-Ami. Fonte: Veja/// Aqui + Notícias AH.Com. De tudo um pouco
Um pastor que atuava como capelão voluntário em uma prisão foi obrigado a renunciar ao cargo após ter citado um versículo bíblico durante um culto que fala contra a homossexualidade.
Barry Trayhorn era jardineiro na prisão de HMP Littlehey, em Bedfordshire, a pouco mais de 100 quilômetros de Londres, na Inglaterra, e passou a ser capelão voluntário em 2011.
Em um sermão recente, o pastor citou o versículo 6 da primeira carta de Paulo aos Coríntios, onde o apóstolo condena diversos pecados, incluindo a homossexualidade. Em entrevista ao Daily Mail, Trayhorn afirmou que queria explicar à congregação dos detentos – muitos dos quais cometeram crimes de abuso sexual horríveis – a mensagem cristã do perdão.
No entanto, as autoridades prisionais não viram dessa forma e o advertiram uma última vez por violação das leis de igualdade.
Trayhorn resolveu renunciar ao posto de capelão, mas mesmo assim, o administrador da prisão, David Taylor, resolveu puni-lo com suspensão por ser um “indivíduo antagônico” e culpado de “provocações” que violavam o código de conduta da instituição penal.
Agora, o pastor está processando a prisão na Justiça Trabalhista por ter sido forçado a sair de seu emprego remunerado como jardineiro por causa do episódio do sermão. Trayhorn está contando com apoio jurídico do Centro Legal Cristão (CLC).
A diretora do CLC, Andrea Williams, afirmou que o pastor não fez nada demais: “As palavras do senhor Trayhorn eram nada que não pudessem ser encontradas em uma igreja paroquial rural em uma manhã de domingo e foram uma explicação sobre o arrependimento e o perdão. As Bíblias dada aos prisioneiros agora serão censuradas para remover qualquer coisa que as pessoas podem achar difícil de ouvir?”, questionou.
Conselho apura se o presidente da Câmara quebrou decoro ao negar que possui contas no exterior. Documentos do MP da Suíça mostram existência de contas no país europeu
O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disse nesta terça-feira (3) que irá provar no Conselho de Ética que não faltou com a verdade.
A declaração foi dada horas após o conselho instaurar processo para investigar se Cunha cometeu quebra de decoro parlamentar por não ter declarado à Justiça Eleitoral ter contas bancárias na Suíça atribuídas a ele e a parentes. Segundo a Procuradoria Geral da República, documentos enviados pelo Ministério Público suíço confirmam a existência dessas contas. Em depoimento à CPI da Petrobras, em março, Cunha negou ter qualquer conta no exterior.
As investigações do Conselho de Ética poderão resultar em absolvição, censura verbal ou escrita, suspensão ou cassação do mandato. “Vou provar que não faltei com a verdade”, afirmou o deputado. Ao ser perguntado sobre a representação contra ele, Cunha disse que ainda não havia lido o documento nem pensado sobre a estratégia de defesa.
“Não tomei nenhuma decisão a respeito, deixa primeiro definir o relator. Depois de definido, vou avaliar. Ainda nem pensei sobre isso”, afirmou. “Nem sequer li a representação”, completou. Cunha relatou que quer encontrar seu advogado ainda nesta terça-feira para definir os próximos passos. “Vou apresentar a defesa com base no fato em si. Vou pegar o meu advogado, discutir com ele”, declarou.
Para Cunha, o processo no Conselho de Ética é diferente dos inquéritos a que ele responde no Supremo Tribunal Federal (STF). “São duas coisas distintas”, disse, acrescentando que o processo no Supremo já tem como consequência, no caso de condenação, a perda de mandato, o que dispensaria a necessidade do Conselho de Ética.
“É diferente porque, se todo mundo que tivesse um processo fosse para o Conselho de Ética por quebra de decoro, teria que ter uns 150 no Conselho de Ética, porque é mais ou menos uns 150 que respondem a processo no Supremo”, disse. O presidente da Câmara negou, ainda, haver qualquer constrangimento em responder a um processo no colegiado. Ele não quis comentar os nomes dos deputados sorteados para relatar o processo.
O presidente do Conselho de Ética, José Carlos de Araújo (PSD-BA), precisa escolher dentre três nomes sorteados nesta terça qual será o relator do caso, a quem caberá fazer um relatório preliminar em até 10 dias. Foram sorteados os deputados José Geraldo (PT-PA), Vinicius Gurgel (PR-AP) e Fausto Pinato (PRB-SP).
José Geraldo e Vinicius Gurgel já afirmaram que há indícios “fortes” contra o peemedebista. Já o terceiro sorteado, Fausto Pinato, não quis emitir opinião sobre as provas apresentadas até agora. “Não posso falar, porque podem me considerar impedido de relator depois”, disse. Assim como os demais, ele afirmou que aceitará ser relator, se for nomeado pelo presidente do Conselho de Ética. Fonte: G1/// Aqui + Notícias AH.Com. De tudo um pouco
José Maria Marin foi extraditado para os EUA e está em Nova York
O ex-presidente da CBF José Maria Marin fez um acordo com as autoridades dos Estados Unidos para não ficar preso. Marin se comprometeu a dar uma garantia de US$ 15 milhões, o equivalente a R$ 56 milhões, para poder aguardar julgamento em prisão domiciliar.
Marin foi extraditado para os Estados Unidos nesta terça-feira (3). O cartola estava detido em Zurique, Suíça, desde 27 de maio. Marin foi preso com outros seis dirigentes de futebol antes de encontro na Fifa, acusado de receber propinas.
Segundo o ‘Globo Esporte’, Marin está com uma tornozeleira eletrônica. Pelo acordo que ele assinou com as autoridades americanas, ele pode deixar o apartamento que possui em Nova York para algumas razões específicas, como consultas médicas ou visita a igrejas, desde que peça autorização ao FBI. Ainda assim, o advogado do cartola recomendou que ele não saia do apartamento nas próximas semanas, em respeito às autoridades americanas.
Pelo acordo, Marin está proibido de deixar os EUA e de entrar em contato com outros acusados de corrupção no futebol. Desta forma, ele não pode falar com o ex-presidente da CBF Ricardo Teixeira, nem com o atual presidente, Marco Polo Del Nero. Caso quebre o acordo, ele será preso imediatamente.
Durante a audiência na noite de terça, que durou cerca de 20 minutos, Marin foi formalmente acusado de corrupção e lavagem de dinheiro. Segundo investigações, ele recebeu suborno de empresas de marketing esportivo para ceder direitos comerciais e de transmissão de eventos esportivos. O crime teria sido cometido em empresas nos Estados Unidos, por isso o envolvimento do FBI. Ele se declarou inocente. Após a audiência, Marin não respondeu perguntas e disse apenas um “boa noite”. Ele se dirigiu ao seu apartamento em Nova York, onde passou a noite. Fonte: Época/// Aqui + Notícias AH.Com. De tudo um pouco