29 de junho de 2015

Notícia - Separação pode ser inevitável, afirma Papa Francisco

Líder católico falou principalmente sobre os casos onde há violência e exploração de filhos
Separação pode ser inevitável, afirma Papa

O papa Francisco reconheceu nesta quarta-feira (24) que em alguns casos a separação do casal pode ser inevitável e “moralmente necessária”. O religioso entende que há momentos onde não há alternativa além da separação, principalmente em casos de violência.

“Existem casos em que a separação é inevitável, inclusive moralmente necessária, para tirar os filhos da violência e da exploração e até da indiferença e estranhamento”, disse o líder católico.

Durante o discurso, feito depois da apresentação no Vaticano do documento que guiará em outubro o sínodo dos bispos sobre a família, Francisco falou que a separação provoca “feridas profundas” nos filhos.

“Não estaremos anestesiados em relação às feridas da alma dos filhos? Quando mais se tenta compensar com presentes, mais se perde o sentido das feridas da alma”, disse.

O sínodo tratará de temas como acompanhar os divorciados, reintegrar à igreja católica os divorciados que voltaram a se casar e ainda aceitar as famílias com filhos gays.
Sheherazade comenta declaração do Papa

A jornalista Rachel Sheherazade comentou em seu programa na rádio Jovem Pan sobre a declaração do líder católico, dizendo que pela primeira vez o tema foi tratado em relação aos filhos.

“Ontem, Francisco lembrou da separação dos casais, da dor dos amores falidos, mas, não esqueceu do sofrimento dos filhos e chamou os cristãos à reflexão: ‘Não estaremos anestesiados em relação às feridas da alma dos filhos?'”.

Sheherazade também entende que o “divórcio surgiu como o remédio para o fracasso do amor. Resolveu o problema dos casais. Mas, jamais curou a dor dos filhos”.

Como cristã, ela cita que o casamento ideal do cristianismo é indissolúvel, mas diante desse momento onde as relações são descartáveis, o divórcio é a opção antes mesmo de tentar resolver os problemas. “O divórcio parece ser a melhor solução para os males do casamento, muitos deles até sanáveis”, diz.
Fonte:Gospel+

Notícia - Após quase 50 anos, acaba proibição de bíblias em Cuba

Mais de 80 mil exemplares chegaram à ilha no último mês
Acaba proibição de bíblias em Cuba

Após a reaproximação dos Estados Unidos e Cuba, surgiu uma oportunidade rara para os missionários. Há quase 50 anos Bíblias não eram encontradas nas livrarias cubanas. Um cristão tinha acesso a elas apenas pela rede de igrejas subterrâneas. Agora essa situação mudou.

Este mês, a International Missions Board (IMB), maior agência missionária dos Estados Unidos, enviou 83.000 bíblias para a ilha caribenha. Há relatos que existem extraoficialmente cerca de 1200 igrejas evangélicas em Cuba. O regime comunista dos irmãos Castro proibia a abertura de templos “não registrados”.

O IMB relata que este é um tempo de crescimento dos evangélicos. A nação comunista proibiu a distribuição da Bíblia abertamente em 1969. Até recentemente as bíblias que chegavam até os cubanos precisavam ser contrabandeadas e seguidamente eram apreendidas pelas autoridades. Centenas de missionários já foram presos e extraditados por tentarem levar literatura bíblica escondida desde a década de 1960.

Segundo David Isais, que faz parte da Comissão Bíblia de Cuba (CBC), o ministério Revival Fires [Fogo do Avivamento] pretende entregar pelo menos 250 mil bíblias em Cuba este ano. O seu objetivo é que as ofertas possibilitem atenderem o pedido de 1 milhão feito por pastores cubanos. Isais explica que o governo está fazendo um programa experimental que pode ser interrompido a qualquer momento se a distribuição “criar muitos problemas”.

A Comissão Bíblica de Cuba serve como “ligação” entre o governo e as igrejas em Cuba há mais de seis décadas. Para ele é um grande alívio essa liberdade. Algumas igrejas têm apenas uma ou duas bíblias para toda a congregação e muitos pregadores cubanos precisam dividir um mesmo exemplar para estudar e pregar.

A CBC firma que foram autorizados a colocar bíblias não só nas igrejas, mas também em escolas, prisões e bibliotecas. Sua expectativa é que a ampla distribuição da Palavra de Deus gere um avivamento entre os cubanos. 
Fonte:CBN e Joplin Globe

Notícia - Gays, Dolce e Gabbana reafirmam defesa da família tradicional

Os dois estilistas criticaram o boicote promovido por Elton John.
Dolce e Gabbana reafirmam defesa da família tradicional

Domenico Dolce e Stefano Gabbana, donos da grife Dolce e Gabbana, entenderam que o boicote proposto pelo cantor Elton John contra a marca foi uma atitude intolerante de quem não respeita opiniões diferentes.

Os estilistas homossexuais se colocaram contra a adoção de crianças por casais gays e ainda falaram contra a fecundação in vitro, uma das formas utilizadas por gays para terem filhos.

O cantor Elton John, que tem dois filhos por fecundação in vitro, se revoltou contra os estilistas e lançou um boicote contra a marca. Gabbana entendeu que foi uma atitude idiota.

“Eu te condeno porque você não pensa como eu? Loucura! É como se eu boicotasse ele (Elton John) porque teve dois filhos (com fecundação) in vitro! Não sou um idiota! Tolerância”, escreveu ele em seu Instagram.

Dolce também comentou o caso e defendeu Gabbana, lembrando que foi criado por uma família formada por um homem, uma mulher e seus filhos. “Na minha visão da vida é o que me transmitiram”, disse. “Eu cresci assim, isso não quer dizer que eu não aprove outras opções. Eu falei por mim, sem julgar as decisões de outros”.

“Nós não inventamos a família. Converteu-a em um ícone a Sagrada Família. E não é questão de religião ou estado social, não tem jeito: você nasce e tem um pai e uma mãe. Ou ao menos deveria ser assim”, disse o estilista Dolce.

Gabbana chegou a dizer ao jornal Corriere della Sera que Elton John é fascista e encarou de modo autoritário o que foi dito por eles. “Não esperava (esta reação) de uma pessoa a que considerava inteligente como Elton John. Mas, como pode? Prega-se compreensão, prega-se tolerância e depois nos agridem? Só porque o outro pensa de forma diferente?”, questionou.

Sem ter medo de reafirmar suas posições, o estilista afirmou que há muitos gays homofóbicos. “Existe diferentes opções, diferentes vidas. Igual respeito. Mas vejo que há, especialmente na Internet, alguns gays homofóbicos: aqueles que ofendem outros gays que expressam ideias diferentes”, disse Gabbana.

Notícia - Justin Bieber é visto na balada acompanhado do seu pastor

Cantor tem usado redes sociais para estimular as pessoas a buscarem a Deus
Bieber é visto na balada acompanhado do pastor

No final do ano passado, o cantor Justin Bieber se batizou na igreja Hillsong New York. Na mesma época, avisou que tinha mudado de vida e cogitou-se que o artista se tornaria pastor,pois estava estudando para isso.

Depois de um tempo sumido da mídia, o astro foi flagrado numa balada na madrugada deste sábado (27). O site TMZ o flagrou na companhia de ninguém menos que o pastor Joel Houston. Segundo o site de notícias, o cantor passou a noite acompanhado de seu líder espiritual no clube Hyde, em Holywood.

Houston, que também canta no grupo Hillsong United, tem várias tatuagens e um visual não muito convencional para pastores. Ao TMZ ele mostrou não se sentir bem com a ideia de ser “celebridade”, evitou falar de sua vida pessoal, dizendo apenas que gosta de surfar em suas horas livre.

Por sua vez, o astro canadense tem usado sua conta na rede social Instagram para mostrar que tem se dedicado a ler a Bíblia. Além de fazer propaganda do novo álbum do United, ele estimula seus milhões de seguidores a buscar a Deus.

No início do mês ele escreveu “O desenvolvimento de meu relacionamento com Deus tem sido a coisa mais legal que eu já experimentei, pois sei que não estou sozinho e não tenho que viver com medo. Nunca sinto que estou forçando a barra, apenas compartilho as boas novas. Eu senti isso na minha própria vida.”

Fonte:O site TMZ

Notícia - “Banho de sangue” é esperado durante mês sagrado dos muçulmanos

Estado Islâmico pede “10 vezes” mais ataques durante Ramadã
"Banho de sangue" é esperado durante o ramadã

O período de 40 dias do Ramadã é o mais sagrado do ano para os muçulmanos, marcado pelo jejum durante o dia. O de 2015 será marcado como um dos mais violentos do último século graças a um apelo do grupo extremista Estado Islâmico.

Analistas acreditam que os três ataques do dia 26 estão relacionados com a proximidade do aniversário de um ano da declaração de renascimento do califado, feita em 29 de junho do ano passado pelo líder do EI, Abu Bakr Al-Baghdadi.

Entre outras coisas, eles defendem o domínio de todo o Oriente Médio, o norte da África e parte da Europa, locais onde ocorreram os ataques de hoje. Também falam em invadir Israel e matar todos os judeus.

A sexta é o dia santo no Islamismo. Foi nessa sexta 26, que três atentados terroristas em continentes diferentes mataram pelo menos 50 pessoas e deram ao mundo uma ideia do que os jihadistas podem estar planejando.

O grupo extremista assumiu apenas a autoria do atentado no Kuwait, onde um homem-bomba se explodiu dentro de mesquita durante as orações, fazendo 25 vítimas fatais. Na Tunísia, pelo menos 37 pessoas foram mortas por um atirador numa praia, a maioria turistas estrangeiros. No dia seguinte o EI assumiu a responsabilidade.

Na França, o ataque a uma usina de gás que resultou em um homem decapitado e várias pessoas feridas, não está ligado ao EI, mas as autoridades acreditam que a bandeira islâmica deixada no local é um indicativo de ataque com motivações religiosas.

A mensagem do EI antes do início do período era um pedido que seus simpatizantes fizessem ataques. Uma mensagem foi divulgada na internet clamando que os jihadistas fizessem deste Ramadã um tempo de “calamidade para os infiéis [cristãos e judeus]… xiitas e muçulmanos apóstatas”.

Para eles, “a jihad é 10 vezes mais obrigatória durante o Ramadã e aqueles que morrem nesse período serão recompensados por Alá dez vezes mais do que durante o resto do ano”. Ryan Mauro, analista de segurança nacional dos EUA, declarou que isso deve gerar uma reação em cadeia.

Uma série de outros ataques dentro da Síria, que em parte é dominada pelo EI, também ocorreram nesses dias. Surgiram ameaças de execuções também em Israel. Agora, os olhos do mundo se voltam para os EUA, pois em 4 de julho comemora-se o Dia da Independência. Embora o governo americano não admita, a estratégia de mídia dos extremistas se aproveita de datas simbólicas.

Para o Departamento de Estado dos EUA hoje o EI é a organização terrorista mais perigosa do mundo. Estima-se que eles contam com mais de 25.000 combatentes, vindos de quase 100 países diferentes. 
Fonte:WSJ [2], Fox News

Notícia - “Soldado de Deus” vence brasileiro no UFC e pede: “Voltem para Jesus”

Yoel Romero recebeu críticas por declaração após luta contra Lyoto Machida

Yoel Romero vence no UFC e pede: "Voltem para Jesus"

O lutador cubano Yoel Romero venceu o combate do UFC no último sábado, nocauteando o brasileiro Lyoto Machida no terceiro round. Apelidado de “Soldado de Deus”, o atleta seguidamente fala sobre sua fé. Isso não é novidade no mundo do MMA, mas o que ele fez depois da luta é que chamou mais atenção da mídia.

Diferentemente do Brasil – onde um atleta que demonstra sua fé recebe críticas – Romero posou para fotos e deu entrevista com as palavras “João 3:16” numa faixa. Antes da luta, afirmou “Deus tem o controle absoluto de minha vida. Eu espero realizar meu sonho e me tornar campeão”. Contudo, ao tocar na questão da legalização do casamento gay, gerou muita polêmica.

Enquanto muita gente em todo o mundo comemora a decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos que aprovou a garantia ao direito ao casamento a casais homossexuais, Romero mostrou fortes convicções.

Yoel Romero e a faixa de João 3:16.

“Escutem, pessoas! O que aconteceu com você, EUA? O que aconteceu com você? O que está acontecendo? Você esqueceu o melhor dos melhores do mundo, o nome de Jesus Cristo? O que aconteceu com você? Acorde, EUA! Volte a ele, volte! Vá para Jesus! Não se esqueçam de Jesus, povo!”, disse ele ainda no octógono.

Devido ao seu forte sotaque, quando ele disse a frase “No forget Jesus” [não se esqueçam de Jesus], isso foi compreendida por muitos como “No for gay Jesus” [não para um Jesus gay].

Aparentemente, a declaração rendeu algum tipo de pressão da organização do UFC. Na coletiva, ele tentou explicar. “Quero me desculpar se houve algum mal-entendido. Sou um homem de Deus, e Deus é amor. Minhas expressões sempre vão ser sobre amor… O que eu quis dizer era: EUA, muito obrigado por me dar o sonho americano! Não há melhor país do que esse… Esse país foi feito por pessoas cristãs e é abençoado por Deus “, ressaltou. 
Fonte:UFC e Blood Yelbow

Assista (em inglês):


Notícia - Jean Wyllys ataca pastores Feliciano e Malafaia: “Oportunistas, canalhas e fundamentalistas”

O deputado federal e ativista gay Jean Wyllys (PSOL-RJ) respondeu à provocação do pastor Silas Malafaia durante a audiência pública realizada na Câmara dos Deputados para discutir o projeto apelidado de Estatuto da Família.

Durante a audiência, Malafaia afirmou que os ativistas gays eram uma “turma desunida”, pois Wyllys havia faltado à sessão.

Em sua página no Facebook, Wyllys referiu-se à audiência pública como “armadilha” e usou termos depreciativos para rotular os líderes evangélicos e parlamentares da bancada evangélica que participaram da sessão, como os pastores Silas Malafaia e Marco Feliciano (PSC-SP).

“Tenho, por convicção, jamais participar de armadilhas disfarçadas de ‘audiência pública’ ou de ‘debates’ montados por oportunistas, canalhas, fundamentalistas religiosos, caçadores de rola (o pássaro, claro!) e desonestos com o único objetivo de atraírem holofotes para si e para seu discurso enganador e odioso”, escreveu Wyllys.

Para se defender das acusações de que foge ao debate, Wyllys argumentou que prefere participar de eventos promovidos por instituições neutras pois entende que as discussões aconteçam “com honestidade intelectual”.

“Participo – e com grande prazer – de debates onde argumentos sejam ouvidos e ideias debatidas de fato, a partir de dados científicos e com honestidade intelectual, sem que ninguém precise berrar nos microfones nem mentir descaradamente para claque comprada. Dou como exemplos o debate promovido com o deputado Marcelo Aguiar pela revista Época, na FAAP, ou o debate com o deputado Ronaldo Fonseca, na TV Brasil”, afirmou o deputado, sugerindo que os debates promovidos em audiências públicas convocadas por parlamentares evangélicos não passem de teatro.

Assista ao debate sobre o Estatuto da Família entre Jean Wyllys e o pastor Ronaldo Fonseca na TV Brasil:

Fonte:Revista Época