2 de janeiro de 2015

A oferta de Davi para o templo

“Sucedeu que, habitando Davi em sua própria casa, disse ao profeta Natã: Eis que moro em casa de cedros, mas a arca da Aliança do Senhor se acha numa tenda” (1Cr 17.1)

Davi estava confortavelmente alojado em seu palácio, mas ele começa a manifestar uma preocupação; não é a preocupação de ter um exército, ter mais filhos ou ficar mais rico. Ele se preocupa com o lugar da presença de Deus. Ele consulta o profeta Natã, que lhe diz: “Tudo quanto tens no teu coração, faça. Por que Deus é contigo” (1Cr 17.2). O rei escutou a voz de Deus que direcionou o coração de Davi para como e quem deveria construir o templo, que, como a Bíblia nos relata, foi o rei Salomão.

É muito bom chegarmos a Casa de Deus e encontrarmos tudo pronto para nos receber. Participar da celebração louvando a Deus e ouvindo a pregação da Sua Palavra. Todavia, falta uma parte importante de toda essa celebração: o momento de dizimarmos e ofertarmos ao Senhor.

Quando ofertamos não estamos pagando por algo que recebemos de Deus. Ofertar é uma manifestação de gratidão por aquilo que já recebemos. Você está preocupado com a manutenção da Casa de Deus? Você quer que Deus abra os céus sobre o seu lar? Todos esses desejos são válidos, mas nós não podemos seguir o curso dos homens deste mundo; os homens só querem as coisas para si, mas nós devemos priorizar o que é de Deus e para Deus.

Davi não fica com raiva ou aborrecido por não ser ele o responsável por construir o templo onde seria depositada a Arca do Senhor. Ao contrário, ele reúne tudo o que pode oferecer de ferramentas, e deixa a construção a cargo de seu filho Salomão. Você se aborrece em dizimar e ofertar? Davi manifesta preocupação porque ele ama a Casa de Deus. No final de 1 Crônicas você pode ver a abundância das ofertas que ele prepara, mesmo não sendo ele o escolhido para construir a Casa de Deus.

Quando o seu coração é grato, você se alegra em fazer para Deus o que é necessário, e não somente o que você quiser. Um coração grato a Deus é grato em todos os momentos. Nunca haverá um dia em sua vida que você não terá nada para dar a Deus, porque tdas as vezes que você abre a sua mão para levar algo na presença de Deus, Ele abrirá as mãos e derramará o melhor em sua vida.

Assim como foi nos dias de Noé, assim será na vinda do filho do homem

Dilúvio

Crise Mundial Nos dias de Noé 

O pecado traz consequências naturais e castigos divinos. Foi assim na época de Noé. A depravação humana provocou a ira divina que se derramou como água sobre a terra. Foi uma crise de grandes proporções causada pelo pecado, mas realizada por Deus.
Noé foi avisado, mas o que ele poderia fazer?
Orar para que o dilúvio fosse cancelado? Expulsar os demônios das tempestades? Não era o caso. Há tempo de orar, tempo de expulsar o mal, mas precisamos reconhecer que algumas crises são determinadas por Deus e só terminam quando seu propósito estiver concluído.
O dilúvio seria um meio necessário para a purificação da terra. Crises podem ser purificadoras. Podemos ser melhores depois que elas passarem. É o que acontece nos processos de limpeza, reforma e restauração.
Noé não poderia impedir o dilúvio, mas preparar-se. Sendo um servo de Deus, seu modo de vida era uma preparação constante para tudo o que o futuro lhe trouxesse. Ele vivia sintonizado com o céu.
Noé andava com Deus (Gn 6.9). Então, o mal não lhe surpreenderia. Noé ouviu a perfeita previsão do tempo: “Vai chover, e muito”. Quem não estava ligado em Deus, seria candidato à destruição.
O dilúvio veio para destruir os pecadores e Noé era um deles. Por que então ele escapou? Por causa de sua fé e obediência, pelas quais alcançou a graça e a misericórdia de Deus.
Temos nessa história três elementos importantes: saber, crer e obedecer. Noé sabia que o dilúvio viria. É possível que milhares de pessoas também tenham tomado conhecimento. Entretanto, Noé cria, enquanto muitos eram incrédulos. A fé, porém, não é um fim em si mesma.
Crer sem obedecer é como receber uma prescrição médica, acreditar nela, mas não cumpri-la. Não terá valor algum. Noé obedeceu a Deus ao construir a arca. Seria uma realização difícil. Geralmente, estamos dispostos a fazer apenas o que é fácil.
O dilúvio foi uma grande tribulação para Noé, mas para os ímpios foi destruição total. Eis a diferença entre quem serve a Deus e quem não serve. Da mesma forma, passamos por crises, mas não somos destruídos por elas.
O dilúvio trouxe muito trabalho e transtorno para Noé. Ele não ficou indiferente ao cataclismo mundial. Ele não poderia dizer: “Ficarei em casa orando até que o dilúvio passe”.
Construir aquele barco gigantesco daria muito trabalho, mas Noé deveria fazê-lo. Deus não construiria a arca. Podemos orar, mas precisamos trabalhar. Deus não fará tudo por nós, mas nos dará instrução e sabedoria. Devemos trabalhar antes, durante e após as crises, fazendo o que estiver ao nosso alcance para superá-las.
Entrar na arca com sua família foi também um fato fundamental na história de Noé. Tudo que aconteceu antes foi preparação, mas entrar na arca foi a decisão final, com todas as suas implicações. Era, sobretudo, mais um ato de fé. Ainda não estava chovendo, mas Deus mandou entrar na arca.
Não fazia sentido. Talvez tenha sido um espetáculo para o povo (no sentido pejorativo). Assim são nossas atitudes, decisões e ações em obediência ao Senhor, embora a realidade pareça contrária. Não adianta viver preparando, mas não entrar, viver começando, mas não acabar (viver namorando, mas não casar).
Entrar na arca seria a salvação de Noé, mas representava também renúncia e perda. Não era possível levar a bordo todos os pertences, a casa, todos os parentes e amigos. Aliás, algumas amizades se encerravam com o fechar da porta.
Nossas decisões em obediência a Deus exigem renúncia e aparente perda. Entretanto, depois do dilúvio, Noé teria toda a terra à sua disposição.
As águas subiram e a arca subiu também. Noé e sua família ficaram protegidos. O Senhor guarda os que são seus, mas a condição para isso é a obediência.
Noé ficou dentro da arca durante 1 ano (Gn 7.11; 8.13). Sua salvação e da sua família dependeriam também de paciência e perseverança. Eles não podiam sair do lugar onde Deus mandou que ficassem, mas, ao mesmo tempo, a embarcação era dirigida por Deus, para o local onde deveria pousar. Nós também precisamos permanecer na igreja, no lar, onde o Senhor nos colocou.
Deus falava com Noé, mas nem tudo lhe foi dito. Noé não sabia quanto tempo duraria o dilúvio ou o local de parada da arca. Nessas questões, ele deveria apenas descansar, confiando na fidelidade e no amor de Deus. Há tantas coisas que não sabemos, mas devemos confiar em Deus e no seu cuidado para conosco.
Estar na arca não devia ser algo muito confortável, com todos aqueles animais e barulho e, eventualmente, mau cheiro, mas lá fora seria pior. O impaciente poderia dizer que aquele lugar era uma prisão, que sua liberdade estava sendo cerceada, mas existe o tempo certo de ir além.
Noé precisou esperar muito. A história do dilúvio em Gênesis (6 a 8) está repleta de informações relativas ao tempo. Vemos ali o cronograma de Deus e não do homem. Não foi Noé quem determinou datas e horários, mas Deus. Ele está no controle.
Nossa tribulação não durará nem um dia além do prazo determinado pelo Senhor, desde que estejamos cumprindo a nossa parte.
Noé soltou o corvo e a pomba como tentativas de obter alguma informação por meios naturais (Gn 8.6, 8, 12). Ele queria se situar, se orientar, mas aquelas ações não lhe serviram como subsídio para suas decisões.
Finalmente, veio a ele a palavra do Senhor dizendo: “Noé, sai da arca” (Gn 8.15). Queremos dominar e interferir em muitas situações, mas devemos reconhecer que o Senhor está no controle. Oremos para que ele nos oriente.
Quando a água baixou, a arca pousou sobre uma montanha. Provavelmente, durante sua construção, os que assistiam devem ter perguntado onde Noé conseguiria água para navegar.
A arca não apenas navegou, mas foi parar em cima do monte. Deus faz muito mais do que pedimos ou pensamos. Ele ultrapassa todos os limites da nossa imaginação, podendo nos colocar em lugares altos, conforme o seu eterno propósito.
A família de Noé foi salva porque, em primeiro lugar, ele era um servo de Deus. Se formos fiéis ao Senhor, seremos motivo de bênçãos para os nossos familiares, embora cada um também precise ter sua experiência com Deus.
A família é uma das prioridades do cristão. Devemos tomar cuidado com empreendimentos que possam destruir a família, o casamento e os filhos.
Noé ficou marcado na bíblia por suas virtudes, embora não fosse infalível. Com ele aprendemos sobre fé, justiça, obediência e paciência. É com virtude e trabalho que se vence a crise. Nós venceremos da mesma forma, em nome de Jesus, com a ajuda de Deus.
Depois do dilúvio, o Senhor fez aliança com Noé. Por que não fez antes? Porque Noé precisava passar pelo dilúvio e ser aprovado naquela crise. Começaria então uma nova vida. Você está passando por uma crise? Não se desespere. Confie em Deus. Depois da chuva, viveremos um novo tempo na presença do Senhor.

Sabemos que não haverá mais um Dilúvio para submergir toda a terra (Gn 8.21-22; Gn 9.11,15). Isso, porém, não significa que não virá um juízo global no futuro. Haverá, sim, um outro “dilúvio”, um terrível apocalipse de alcance mundial.

No Novo Testamento encontramos referências ao tempo de Noé: Mateus 24.37-39, Lucas 3.36 e 17.26-27, Hebreus 11.7, 1 Pedro 3.20, 2 Pedro 2.15 e 3.5-7. Além dessas, existem menções extra-bíblicas desse acontecimento: “O Dilúvio mundial dos tempos de Noé encontra paralelos em mais de 40 culturas, que não dispunham da Bíblia”.[1] A P.M. Perspective (uma revista científica alemã) escreveu recentemente acerca da possibilidade de um Dilúvio histórico: “De fato: em um processo judicial baseado em indícios, possivelmente as provas seriam suficientes [para confirmar o relato bíblico].”[2]
Chama a atenção:

1. O mundo do tempo de Noé não sucumbiu por causa da poluição ambiental ou pelo aquecimento global, mas devido à maldade da humanidade, que havia renunciado a Deus. Os tempos finais também serão caracterizados pela rejeição a Deus por parte da maioria das pessoas.

2. As declarações sobre o fim dos tempos conectam diretamente o tempo de Noé (Dilúvio) com o tempo de Ló (Sodoma e Gomorra) (Lc 17.26-29; 2 Pe 2.4-9; comp. Jd 6-7). Não devemos perder de vista essa conexão.

3. Os dois eventos (Dilúvio e juízo de fogo) foram transcritos para a posteridade explicitamente como exemplos de alerta. Pedro enfatiza esse aspecto (2 Pe 2.6) e Judas também o faz (Jd 6-7). Isso significa que, nos tempos finais, teremos uma situação semelhante à daquela época. Os últimos tempos serão dominados por poderes espirituais como foram os tempos de Noé e Ló: “Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do Homem” (Mt 24.37).

4. Penso que tanto Noé como Ló não apontavam acusadoramente para sua geração nem sentiam satisfação ou desejo de vingança, mas comunicaram de forma convicta e amorosa a mensagem de Deus às pessoas ao seu redor, falando do juízo que se aproximava:

– Noé, seu nome significa “pregador da justiça” (2 Pe 2.5) e não “pregador da vingança”.

– Ló sentia-se “afligido pelo procedimento libertino daqueles insubordinados”. Ele atormentava a sua alma justa. Implorava que seus contemporâneos se voltassem para Deus (2 Pe 2.7-8; Gn 19.14).


Tanto Noé como Ló não apontavam acusadoramente para sua geração nem sentiam satisfação ou desejo de vingança, mas comunicaram de forma convicta e amorosa a mensagem de Deus às pessoas ao seu redor, falando do juízo que se aproximava.

A Igreja de Jesus não se compraz com a impiedade, mas também não reage com dureza, com desamor ou ameaças, que têm sua origem em uma religiosidade impiedosa e legalista. A Igreja sofre, se atormenta, derrama lágrimas. Ela suporta dores e sente muito quando vê o mal acontecendo, e então suplica e intercede pela salvação dos perdidos – como fazia Ló (Gn 19.7-14).

5. O fato de o mundo de antes de Noé ser chamado de “o mundo daquele tempo” (2 Pe 3.5-7) significa que hoje nos encaminhamos para uma segunda terra e um segundo céu. Hoje nossa terra tem características diferentes das que tinha antes do Dilúvio.

Existe a terra de antes do Dilúvio (a primeira), a terra de depois do Dilúvio (a segunda, atual), e futuramente haverá um novo céu e uma nova terra (os terceiros). Conforme 2 Coríntios 12.2-4, o apóstolo Paulo foi arrebatado até o terceiro céu, ao paraíso. Por isso, falamos sempre, de forma automática, de três esferas celestiais: (1) o céu das nuvens; (2) o Universo, e (3) o céu onde Deus habita. Mas isso é obrigatoriamente assim? Talvez, ao referir-se ao terceiro céu, ao paraíso, Paulo estava simplesmente falando do terceiro céu na seqüência: (1) pré-diluviano, (2) pós-diluviano, e (3) futuro (o novo céu que nos espera).

O juízo por meio da água no princípio da história da humanidade é uma imagem do juízo futuro por meio do fogo no final da história da humanidade (2 Pe 3.5-7).
O exemplo de Noé no começo dos tempos

O mal passa a ser encarado como perfeitamente bom e normal.

“Como se foram multiplicando os homens na terra, e lhes nasceram filhas, vendo os filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas, tomaram para si mulheres, as que, entre todas, mais lhes agradaram. Então, disse o Senhor: O meu Espírito não agirá para sempre no homem, pois este é carnal; e os seus dias serão cento e vinte anos. Ora, naquele tempo havia gigantes na terra; e também depois, quando os filhos de Deus possuíram as filhas dos homens, as quais lhes deram filhos; estes foram valentes, varões de renome, na antigüidade” (Gn 6.1-4).

Aqui, os filhos de Deus, não são homens, mas anjos (veja Jó 1.6; Sl 29.1; Sl 89.7). Os homens (v.1) tiveram filhas – portanto, filhas humanas –, e a elas vieram os “filhos de Deus” (v.2). A diferença entre “filhos de Deus” e “filhas dos homens” é ressaltada claramente. Se a expressão “filhos de Deus” se referisse a homens, teria de estar escrito “filhos dos homens”, assim como o texto fala das “filhas dos homens”. Pessoas são chamadas de filhos dos homens (Sl 62.9). Por exemplo, Ezequiel e Daniel são chamados de “filho do homem” (Ez 2.1; Dn 8.17). O Senhor Jesus Cristo foi ambos: Filho de Deus, título que acentua Sua divindade, e Filho do Homem, que atesta sua vinda como homem através de Maria (Mt 8.20,29).

Judas também deixa evidente que a designação “filhos de Deus” não diz respeito a pessoas, mas a anjos caídos: “e a anjos, os que não guardaram o seu estado original, mas abandonaram o seu próprio domicílio, ele tem guardado sob trevas, em algemas eternas, para o juízo do grande Dia” (Jd 6; comp. 2 Pe 2.4-5; Jó 1.6; 1 Rs 22.19-23).

Em Gênesis 6.4 está escrito: “...naquele tempo havia gigantes (“nephilim”) na terra ...estes foram valentes, varões de renome, na antigüidade.” A palavra hebraica “nephilim”, traduzida por “gigantes” tem um significado bastante interessante: quer dizer gigantes, heróis, celebridades. Isso indica pessoas que têm influência, e a palavra deriva de uma raiz que significa “cair”. São os “caídos” que levam outros a cair; dominadores, controlados por demônios, que caem e levam outros consigo.

Observemos nosso mundo: grandes personalidades enganadas, celebridades seduzidas, no meio financeiro, nos negócios, na indústria do entretenimento e na política levam nossa sociedade à queda. E aos olhos de muitos desses “gigantes” os cristãos fiéis à Bíblia parecem representar um perigo maior que organizações criminosas.

A época de Noé era um tempo extraordinariamente marcado por domínio demoníaco. E no tempo de Noé também havia oposição veemente contra a ação do Espírito Santo. Tudo era tolerado, tudo era permitido, as mentes eram liberais e abertas para tudo, menos para o que vinha do Espírito Santo, que era rejeitado.



Coisas que há poucas décadas ainda eram tabu ou rejeitadas por serem perversas estão onipresentes na cena cotidiana e completamente integradas na vida da sociedade. Elas já se tornaram tão comuns que aqueles que se manifestam contrários são condenados e considerados anormais.

“Então, disse o Senhor: O meu Espírito não agirá para sempre no homem, pois este é carnal; e os seus dias serão cento e vinte anos” (Gn 6.3). A era anterior ao Dilúvio foi caracterizada por uma marcante ação do Espírito Santo e menos por ordenanças da Lei. Foi uma era de extraordinária graça, da qual as pessoas abusaram impiedosamente. Elas resistiam ao Espírito Santo de Jesus, que já pregava àquele mundo através da pessoa e das palavras de Noé (1 Pe 3.18-20). E agora, em Gênesis 6.3, Deus está dizendo que, depois de 120 anos, a graça iria ser suspensa, retirando-se e dando lugar ao juízo.

Um cenário semelhante se repetirá logo antes do “dilúvio apocalíptico”. O Espírito Santo, que hoje ainda atua através da graça, conforme 2 Tessalonicenses 2.6-7 será retirado juntamente com a Igreja de Jesus antes do juízo, para que este se abata sobre a humanidade. Isso indica que esta era que antecede esse “dilúvio apocalíptico” se encerrará da mesma forma que a era anterior ao Dilúvio no passado. Arnold Fruchtenbaum explica: “Os dias de Noé são um tempo comparável aos dias que antecederão o Arrebatamento”.[3]

A geração de Noé chegou a um ponto em que o mal e tudo o que era injusto e pecaminoso dominava o dia-a-dia como estilo de vida normal. Os valores haviam sido invertidos. O mal foi elevado à posição de bem, de útil, enquanto o bem, que o Espírito Santo queria produzir, passou a ser declarado como mal e era rejeitado. “Viu Deus a terra, e eis que estava corrompida; porque todo ser vivente havia corrompido o seu caminho na terra” (Gn 6.12; comp. v.5).

Diariamente observamos que nosso tempo é dominado por forças demoníacas (nos filmes, na religião, através da Nova Era, do esoterismo, da Teoria da Evolução, pelo surgimento de novos deuses...), e percebemos que o povo se volta contra a Palavra de Deus e se opõe à ação do Espírito Santo. O mal passa a ser encarado como perfeitamente bom e normal. Coisas que há poucas décadas ainda eram tabu ou rejeitadas por serem perversas estão onipresentes na cena cotidiana e completamente integradas na vida da sociedade. Elas já se tornaram tão comuns que aqueles que se manifestam contrários são condenados e considerados anormais.

Ao analisarmos o tempo de Noé, fica evidente que o pecado se avoluma até a corrupção total (Gn 6.5,12) e que existe um amadurecimento para juízo, quando a medida da iniqüidade estará cheia (Gn 15.16; 13.13; 18.20; Jd 7). Esse é o caso quando a lei de Deus não apenas é quebrada (no sentido de não ser obedecida), mas rompida completamente (rejeitada radicalmente e declarada nula).


pregações bíblicas e citações bíblicas são rejeitadas como absurdas, ridicularizadas e sujeitas a zombaria. As leis estão sendo distorcidas a ponto de se tornar cada vez mais fácil acusar o cristianismo decidido.

Os exemplos a seguir são sintomáticos dessa tendência:

Na Igreja Luterana dos EUA decidiu-se no ano2009 que o ministério pastoral poderá ser exercido por pessoas que vivem em relações homossexuais. Essa regulamentação entrou em vigor em 2010. Uma pastora declarou a respeito: “Creio que fomos além do que Deus permite”. A ironia foi que uma tempestade derrubou a cruz da torre da igreja luterana central onde estava sendo tomada essa decisão.[4]

Na Holanda existe uma banda chamada “Devil’s Blood” (“Sangue do Diabo”). Em seus shows os integrantes derramam 20 litros de sangue de porco no palco. Um deles declarou: “O sangue de animais é, para nós, a possibilidade de levar a morte até o palco e para nos tornarmos menos humanos. Um caminho para fazer desaparecer nossa própria identidade e nossa personalidade, para sermos espíritos...”.[5]

Um grupo esotérico alemão chamado “Obreiros da Luz” é extremamente ocultista e busca o contato com o além para liberar energias ocultas. Os “obreiros” esperam “uma luz nova e consciente que adentrará esta existência pela primeira vez”. Essa luz traria paz e cura para o mundo e conduziria a humanidade “à mudança global, impulsionando-a no caminho de volta para a Unidade”. Um dissidente que abandonou essa seita, advertiu seriamente em seu site na internet a respeito do grupo: os auto-intitulados “obreiros da luz” são médiuns de “pretensos anjos, entes de luz ou irmãos de luz extra-terrenos”. Eles representam a porta de entrada ideal para forças ocultas.[6]

Enquanto isso, pregações bíblicas e citações bíblicas são rejeitadas como absurdas, ridicularizadas e sujeitas a zombaria. As leis estão sendo distorcidas a ponto de se tornar cada vez mais fácil acusar o cristianismo decidido. Hoje chegamos ao ponto de quase precisarmos nos envergonhar ao apenas mencionarmos que Deus vai julgar os impuros e adúlteros (Hb 13.4). Quando proclamamos essas verdades atualmente, tornamo-nos ridículos aos olhos do mundo. Isso não cabe mais na nossa sociedade, pois é “antiquado”. Mas é justamente nisso que reconhecemos o quanto nosso tempo é igual ao tempo de Noé!
O exemplo de Noé no meio dos tempos

Aproximadamente 2.500 anos depois do Dilúvio veio o Salvador, a arca da salvação eterna. Aquele em cujo Espírito Noé agira (1 Pe 3.18-20) veio em carne e sangue. Mesmo estando o amor de Deus presente no mundo através da Pessoa de Jesus – a graça, o perdão, a misericórdia e justiça plenas –, o próprio Jesus já teve de anunciar o juízo do fim dos tempos. Ele usou o tempo de Noé e de Ló como exemplos do tempo antes de Sua volta: “Assim como foi nos dias de Noé, será também nos dias do Filho do Homem: comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e veio o dilúvio e destruiu a todos. O mesmo aconteceu nos dias de Ló: comiam, bebiam, compravam, vendiam, plantavam e edificavam; mas, no dia em que Ló saiu de Sodoma, choveu do céu fogo e enxofre e destruiu a todos. Assim será no dia em que o Filho do Homem se manifestar” (Lc 17.26-30).

Algumas coisas chamam nossa atenção nessas palavras de Jesus:

1. A conexão estreita entre a história de Noé e a história de Ló. Portanto, os tempos finais são muito semelhantes tanto ao tempo de Noé como ao tempo de Ló.

2. A despreocupação das pessoas daquela época com as coisas espirituais. “Eis que esta foi a iniqüidade de Sodoma, tua irmã; soberba, fartura de pão e próspera tranqüilidade...” (Ez 16.49). A vida social girava unicamente em torno das coisas da vida terrena. O centro era o bem-estar e o conforto de cada um. Em palavras de hoje, diríamos que as preocupações são o clima, a alimentação, vitaminas, saúde, dicas para viver bem, conselhos sobre finanças, etc. A preocupação daquela época eram as coisas seculares, não as celestiais; as temporais, não as eternas; as mundanas, não as espirituais.


A saúde tem se tornado uma poderosa religião contemporânea.

A saúde, por exemplo, tem se tornado uma poderosa religião contemporânea. “O anseio por saúde tem adquirido cada vez mais os traços de uma religião. Essa é a opinião do médico e teólogo Manfred Lütz (de Colônia, na Alemanha). (...) Muitos ‘correm pelas florestas e comem grãos para acabar morrendo saudáveis’, afirmou Lutz durante uma palestra. Onde havia catedrais, erguem-se agora academias de ginástica. A religião da saúde seria a mais poderosa de todos os tempos e apresentaria marcas de totalitarismo. Lütz disse: ‘Enquanto se pode fazer qualquer brincadeira acerca de Jesus, não se pode fazê-lo quando o assunto é saúde’. Além disso, ela seria mais cara do que todas as outras religiões. (...) A mania da vida saudável já teria alcançado grande parte das igrejas, disse o autor de diversos best-sellers (...) ‘Enquanto no passado se jejuava para se privar do alimento, hoje se jejua para se chegar bem tarde, e bem saudável, ao céu’. A saúde seria um grande bem para os cristãos, mas ‘não o bem supremo’, segundo Lütz. Ao invés de viver prevenindo doenças, os cristãos deveriam gozar cada novo dia como um presente divino”.[7]

Como são modernas as palavras de Jesus! Abri o jornal e selecionei alguns títulos da programação da TV. Essa lista demonstra o quanto são atuais as palavras de Jesus acerca dos tempos finais. Hoje estamos vivendo exatamente dentro daquilo que foi dito acerca dos tempos de Noé e de Ló. E ainda existe quem tenha a coragem de dizer que a Bíblia está ultrapassada! Fiquei impressionado com a quantidade de programas sobre preparo de receitas, alimentação saudável e saúde. A passagem bíblica que diz que as pessoas da época de Noé e Ló “compravam, vendiam, plantavam e edificavam” tem seu pleno cumprimento nos nossos dias – o que comprovei lendo os títulos dos programas oferecidos na área de finanças e comércio. Outra característica dos tempos passados que se repete hoje é a de que “casavam e davam-se em casamento”. Programas de namoro, casamentos, descasamentos, novos relacionamentos – a vida privada ocupa o centro das atenções. Mas isso não é tudo. A declaração de Jesus “casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que...”, dá o que pensar! Buscar um parceiro pela internet ou através de agências de casamento virou moda. “Por razões que não cabem aqui, parece que hoje ninguém mais conhece alguém na rotina da vida diária. Por isso, florescem as agências de namoro, de preferência protegidas pela anonimidade da internet”.[8]

A maior parte do que acabamos de listar não é pecado. Mas quando Deus é excluído e quando a salvação em Jesus é rejeitada, quando o homem é movido apenas pelo que é temporal, então tudo isso passa a ser um sinal dos tempos finais.

“Deixe-nos em paz” foi a reação do povo daquela época, e é o que se ouve também hoje. “Deixem-me em paz com esse assunto de apocalipse”, “Vocês são muito catastrofistas!”, “Vocês só querem atrapalhar a minha vida”, “Vocês são fanáticos religiosos”, “Vocês são tão negativos, os desmancha-prazeres da sociedade”. Mas por que a taxa de suicídios e as tragédias aumentam tanto? Por que as clínicas psiquiátricas estão lotadas? Por que nunca houve tanta necessidade de remédios controlados como nos últimos anos? Por que a insatisfação, o medo e a insegurança pairam sobre nossa sociedade como uma névoa escura, uma vez que tudo seria tão bom sem Jesus?

3. Nas épocas de Noé e Ló vemos que não era a multidão que estava com a razão. A maioria de então estava errada, e a minoria (Noé e Ló) é que estava certa. No final, Deus terá razão, Sua Palavra será decisiva – não a opinião da maioria, que diz: “Mas todo mundo faz isso! Isso deve ser correto, já que todos o fazem! É o que a mídia diz...”.

Você sabe qual foi a última afirmação do Senhor Jesus antes de começar a falar do tempo de Noé? “Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão. Mas a respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus; nem o Filho, senão o Pai. Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do Homem” (Mt 24.35-37).

A Palavra de Deus é garantida e irrevogável. Mesmo que ninguém saiba o dia ou a hora, temos um ponto de referência na semelhança entre a nossa época e o tempo de Noé.
O exemplo de Noé para os tempos finais


Encontramo-nos diante do último dilúvio de juízos apocalípticos. O fogo do juízo divino virá. Ajudamos a construir a “arca” da Igreja? Alertamos para o que está por vir?

Nosso tempo está diante de um novo dilúvio, não de água mas o dilúvio do Apocalipse, dos juízos dos selos, das trombetas e dos flagelos. Então os céus e a terra serão novamente abalados (comp. Ap 16.20-21). E após esses juízos catastróficos, haverá um novo céu e uma nova terra, nos quais habita justiça (2 Pe 3.13; Ap 21).

O tempo de Noé e Ló mostra-nos que o Arrebatamento está próximo. Noé é chamado por Pedro de “pregador da justiça”, enquanto Ló é chamado apenas de “justo” (2 Pe 5.7). Essa diferença tem algum significado à luz da profecia?

Noé, o pregador da justiça, teve de passar pelo juízo, mas foi protegido em meio a ele. Essa é uma ilustração de Israel. Foi Israel quem proclamou a justiça em Jesus a nós (Rm 9.4-5).

Ló é chamado de “o justo”. Ele foi poupado do juízo, salvo antes da destruição. Representa figuradamente a Igreja. Tornamo-nos justos pela proclamação da justiça por Israel (simbolizado por Noé). Como Ló, porém, a Igreja vive no meio de um mundo cheio de injustiça, mas ela crê e será salva antes do juízo (2 Pe 2.7-9). Assim como Deus salvou o justo Ló, também pode livrar da provação todos os que O temem.

Ló foi salvo sendo tirado do lugar da tentação e da provação ao ser literalmente arrancado de Sodoma (Gn 19.16-17,22). Da mesma forma, a Igreja será salva do lugar da tentação, salva deste mundo, ao ser arrebatada antes do dilúvio apocalíptico. Pois, se apenas os injustos serão preservados para o dia do juízo, então obrigatoriamente os justos serão livrados de passar por esse dia (1 Ts 5.1-10).

Encontramo-nos diante do último dilúvio de juízos apocalípticos. O fogo do juízo divino virá. Somos como Noé, pregadores da justiça? Somos tementes a Deus como ele? Somos obedientes como ele era? Fazemos tudo o que podemos para transmitir à nossa geração a justiça que tem valor diante de Deus? Ajudamos a construir a “arca” da Igreja? Alertamos para o que está por vir?
:Fonte:
Das 1. Buch Mose (O Livro de Gênesis), Arnold Fruchtenbaum, CMD, p. 209
P.M.Perspektive, 4/2009, p. 25.

Noticias - Danilo Gentili dedica sucesso de 2014 a Deus: ‘Muito obrigado por tudo, Senhor’

O apresentador do SBT, Danilo Gentili, utilizou sua página oficial no Facebook para fazer uma breve retrospectiva do ano que se passou.

Na mensagem, o apresentador dedicou sua boa fase a Deus, aquele que, segundo ele, tem sido o principal responsável pelo seu sucesso. “Muito obrigado por tudo, Senhor. Publicamente Ele me concede muita graça e publicamente, com toda alegria, eu O agradeço. Espero que Deus continue permitindo que eu ainda faça parte da vida de vocês e vocês da minha em 2015″, finalizou.

Confira a mensagem de Danilo na íntegra:

“SÓ PASSEI PRA AGRADECER

Sou comediante de stand-up. A única certeza que esse trabalho me deu até hoje é que preciso dar um duro danado e se no fim do dia vocês não rirem da piada que suei pra criar meu trabalho foi em vão.

Por que digo isso? Porque é muito claro pra mim que nesse caminho que escolhi seguir sou completamente dependente de vocês para o sucesso do meu trabalho. É graças a vocês que quando um mau-humorado joga uma pedra dá vontade de levantar e contar outra piada.

Já faz alguns Réveillons que, quando chega perto da meia-noite, olho para trás e vejo que tenho progredido cada ano mais desde que iniciei num barzinho fazendo show para 5 pessoas. E eu sou ciente que também devo isso a vocês.

MUITO OBRIGADO PESSOAL!

2014 começou pra mim com muita tensão, cobrança e com um risco imenso de tudo dar errado. Mas vocês fizeram tudo dar certo (e muito mais certo do que qualquer um poderia imaginar). Vocês elevaram meu trabalho para um patamar ainda maior. Vocês me animam para que eu continue com o que eu já estou fazendo e também para que eu arrisque em coisas novas. E prometo uma porção dessas coisas novas para vocês em 2015. Além desse post essa é a outra forma que encontro para agradecer vocês por tudo.

E agora vai um gigantesco OBRIGADO para quem tornou possível que vocês me colocassem onde estou: Deus. Muito obrigado por tudo, Senhor.

Publicamente Ele me concede muita graça e publicamente, com toda alegria, eu O agradeço. Obrigado por tudo, meu Deus

Espero que Deus continue permitindo que eu ainda faça parte da vida de vocês e vocês da minha em 2015.

Neste novo ano, quando chegarem cansado do trabalho, quiserem desestressar e se divertir de noite na frente da tv, rir na internet, ler um livro ou ter entretenimento por aí, continuem contando comigo. Eu continuarei trabalhando duro para levar alegria para vocês, principalmente no dia triste.

Obrigado por transformarem os riscos que 2014 me trouxe em grandioso sucesso. E que Deus nos abençoe muito em 2015″.
Fonte: IG

Noticias - Em 2 meses, 9 capitais aumentam preço de ônibus; veja as tarifas

Entre os meses de dezembro de 2014 e janeiro de 2015, nove capitais brasileiras reajustaram ou vão reajustar as passagens do transporte público rodoviário.

Confira abaixo a previsão de reajustes para as capitais brasileiras:

Reajustes previstos para janeiro

Boa Vista (RR)
As tarifas do transporte público em Boa Vista vão subir a partir desta sexta (2). A passagem do ônibus coletivo vai passar de R$ 2,60 para R$ 2,80. Estudantes pagarão R$ 1,40.

Rio de Janeiro (RJ)
Segundo a Prefeitura do Rio a tarifa dos ônibus municipais será reajustada, neste sábado (03). Segundo o prefeito Eduardo Paes, a medida atende ao contrato com as concessionárias. Em fevereiro, os cariocas pagarão mais caro nas tarifas de barcas e trens. A CCR Barcas está autorizada a praticar a tarifa no valor de R$ 5. A Supervia poderá cobrar R$ 3,30 pela passagem.

Salvador (BA)
A passagem em Salvador vai aumentar para R$ 3,00 a partir do dia 1º de janeiro. De acordo com a Secretaria Municipal de Urbanismo e Transporte (Semut), o reajuste, de pouco mais de 7%, acompanha o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Ainda segundo a Semut, a partir de 2015 o sistema de transporte público passa a ser operado por três consórcios de empresas, que vão atuar no centro da cidade, Plataforma e orla da capital.

São Paulo (SP)
A Prefeitura da capital paulista informou na sexta-feira (26) que a tarifa de ônibus vai subir de R$ 3,00 para R$ 3,50 a partir de 6 de janeiro. Já as tarifas do bilhete único nas modalidades mensal, semanal e diário (validade de 24 horas) ficarão congeladas. O valor do bilhete único integrado com o Metrô e os trens da CPTM será de R$ 5,45. Estudantes de escolas públicas e universitários do Prouni, Fies e cotistas terão direito ao passe livre. Com os subsídios, o reajuste médio em São Paulo ficou em 7,92%.

Reajustes em dezembro de 2014

Aracaju (SE)
A tarifa do transporte coletivo foi reajustada em 15% e passou de R$ 2,35 para R$ 2,70. O novo valor, aprovado pela Câmara de Vereadores no dia 17, entrou em vigor no dia 23 de dezembro.

Belo Horizonte (MG)
A tarifa das linhas troncais Move e demais troncais do sistema, perimetrais, diametrais e semiexpressas, que são as mais usadas pela população, passou de R$ 2,85 para R$ 3,10. A passagem de linhas de integração com o metrô teve o mesmo reajuste. O aumento passou a valer nesta segunda (29) na capital. O índice médio do aumento ficou em 8,49%.

Florianópolis (SC)
O valor da tarifa das passagens de ônibus intermunicipais da Grande Florianópolis ficou mais caro desde domingo (28). O reajuste de 6,5% foi aprovado pelo Departamento de Transportes e Terminais (DETER), com aumento médio de R$ 0,20. Os valores das passagens intermunicipais variam de R$ 3 a R$ 6,20, segundo o reajuste.

Fortaleza (CE)
As passagens de ônibus intermunicipais ficam mais caras na segunda-feira (29). O reajuste de 11,6% foi solicitado pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Ceará (Sindiônibus) e aprovado pelo Departamento Estadual de Trânsito do Ceará (Detran-CE). Com o aumento, as tarifas passam a custar de R$ 2,55 a R$9,20, dependendo do percurso.

Rio Branco (AC)
Na capital do Acre, a prefeitura anunciou o reajuste na passagem de ônibus no início de dezembro. O valor passou de R$ 2,40 para R$ 2,90. Aos que utilizam a bilhetagem eletrônica, é cobrado R$ 2,75. A passagem de R$ 1 cobrada de estudantes não sofreu modificação.
Fonte: G1

Noticias - Segundo estudo, morcego teria dado início ao surto de ebola

A maior epidemia de ebola da história pode ter começado com um garoto que brincava com morcegos, no interior da Guiné. Seu nome era Emile Ouamouno, segundo estudo realizado em Berlim, após uma pesquisa que envolveu dezenas de cientistas e meses de trabalho. Os morcegos estariam em uma das árvores na periferia de um vilarejo de apenas 31 casas.

O trabalho do Instituto Robert Koch foi publicado na revista EMBO Molecular Medicine e indicou que o “ponto zero” da epidemia que já infetou mais de 20 mil pessoas e levou países africanos ao caos teria sido o vilarejo de Meliandou, na região de Guéckédou.

O primeiro caso, justamente do garoto de 2 anos, foi registrado em dezembro de 2013. Dias depois, ele morreu. Em março, parte do buraco na árvore em que se alojavam morcegos foi queimada, justamente para espantar os animais que, entre os moradores locais, eram considerados como os responsáveis pela doença. Nesse momento, outras dez pessoas do mesmo vilarejo já haviam morrido, entre elas a mãe e a irmã de Emile.

Os pesquisadores admitem que não há provas definitivas de que essa tenha sido a forma pela qual a epidemia começou. Mas, segundo os antropólogos que entrevistaram os moradores e os testes de DNA na árvore queimada, a hipótese faz sentido. A comunidade internacional já destinou mais de 1 bilhão de dólares para lutar contra a doença. Mas a OMS admite que não sabe quando conseguirá controlar a doença, que já matou quase 8 mil pessoas.
Fonte: Veja

Noticias - Na posse, Dilma fez afirmações contraditórias sobre política e economia

Em sua posse nesta quinta-feira (01) a presidente Dilma Rouseff lançou mão de um discurso cheio de contradições. Ela tentou suavizar a necessidade de ajustes e sinalizou que a economia vai bem. Quando abordou o tema corrupção, colocou a Petrobras como vítima de um esquema criminoso.

Confira algumas frases que ficaram mal explicadas:

Petrolão – “Temos muitos motivos para preservar e defender a Petrobras de predadores internos e de seus inimigos externos. Por isso, vamos apurar com rigor tudo de errado que foi feito e fortalecê-la cada vez mais. Vamos, principalmente, criar mecanismos que evitem que fatos como estes possam voltar a ocorrer“.
O que ficou mal explicado: Os predadores presos pela Polícia Federal foram nomeados para os cargos por indicações de partidos e políticos aliados do seu governo, especialmente PP, PMDB e PT.

Educação – “Gostaria de anunciar agora o novo lema do meu governo. Ele é simples, é direto e é mobilizador. Reflete com clareza qual será a nossa grande prioridade e sinaliza para qual setor deve convergir o esforço de todas as áreas do governo. Nosso lema será: Brasil, pátria educadora!”
O que ficou mal explicado: A presidente escolhe como área prioritária um ministério que tirou do controle do seu partido para usar como moeda de troca eleitoral ao ex-governador do Ceará Cid Gomes, do Pros.

Olimpíadas – “Em 2016, os olhos do mundo estarão mais uma vez voltados para o Brasil, com a realização das Olimpíadas. Temos certeza que mais uma vez, como aconteceu na Copa, vamos mostrar a capacidade de organização do Brasil”.
O que ficou mal explicado: Se a organização dos Jogos é tão importante por que ela entregou o Ministério do Esporte ao PRB, especificamente a um ex-deputado flagrado com malas de dinheiro em um aeroporto?

Programa de Aceleração do Crescimento – “Vamos lançar o 3º PAC, o 3º Programa de Aceleração do Crescimento e o segundo Programa de Investimento em Logística. Assim, a partir de 2015 iniciaremos a implantação de uma nova carteira de investimento em logística, energia, infraestrutura social e urbana, combinando investimento público e, sobretudo, parcerias privadas”.
O que ficou mal explicado: Até hoje, obras das duas edições do PAC não foram concluídas – algumas sequer saíram do papel.

Reforma Política – “Uma reforma profunda que é responsabilidade constitucional desta Casa, mas que deve mobilizar toda a sociedade na busca de novos métodos e novos caminhos para nossa vida democrática. Reforma política que estimule o povo brasileiro a retomar seu gosto e sua admiração pela política”.
O que ficou mal explicado: a reforma política é uma velha pretensão do PT, que vê no avanço do projeto uma janela para tentar aprovar o financiamento público de campanha – que, na prática, beneficiaria o partido com a maior fatia de recursos do fundo partidário, ou seja, ele próprio.

Inflação – Em todos os anos do meu primeiro mandato, a inflação permaneceu abaixo do teto da meta e assim vai continuar.
O que ficou mal explicado: a inflação está acima do teto da meta de 6,5% em 2014 há quatro meses consecutivos

Dívida líquida X dívida pública - A dívida líquida do setor público é hoje menor do que no início do meu mandato.
O que ficou mal explicado: a realidade, segundo dados divulgados pelo Ministério da Fazenda na terça-feira, é que, em 2014, a dívida subiu pela primeira vez em cinco anos. Já a dívida bruta, indicador mais recomendado para medir a saúde fiscal de um país, está acima de 65,8% do Produto Interno Bruto (PIB), nível acima do que foi deixado pela administração de Lula.

Investimento estrangeiro – Os investimentos estrangeiros diretos atingiram, nos últimos quatro anos, volumes recordes.
O que ficou mal explicado: O investimento estrangeiro direto permanece estagnado no Brasil há quatro anos e as projeções são de que encerre 2014 num patamar abaixo do registrado em 2011.

Direitos trabalhistas – Reafirmo meu profundo compromisso com a manutenção de todos os direitos trabalhistas e previdenciários.
O que ficou mal explicado: antes de tomar posse, a presidente autorizou mudanças nos benefícios previdenciários, restringindo o acesso ao seguro-desemprego e à pensão por morte.

Pobreza – Em meu primeiro mandato, o Brasil alcançou um feito histórico: superamos a extrema pobreza.
O que ficou mal explicado: dados da Pesquisa Nacional por Amostragem Domiciliar (Pnad), feita pelo IBGE, mostram que, em 2013, a miséria aumentou pela primeira vez em dez anos. O número de brasileiros abaixo da linha da pobreza aumentou em 3,68% no ano passado.
Fonte: Veja

História Bíblica - Infantil - ALEGORIA DAS FERRAMENTAS

Há muito tempo atrás, em uma carpintaria, quando todo o trabalho havia acabado, as ferramentas começaram a conversar entre si. Elas discutiam para saber qual delas era a mais importante para o carpinteiro.
O Sr Martelo começou: Certamente que sou Eu o mais importante para o carpinteiro! Sem mim os móveis não ficarão de pé! Pois eu tenho que martelar os pregos!
O Sr Serrote logo quis dar a sua opinião: Você Sr martelo? Você não pode ser! Seu barulho é horrível! É ensurdecedor ficar ouvindo toc, toc, toc...
O mais importante sou Eu! O serrote! Sem mim, como o carpinteiro serra a madeira?
Eu sou o melhor!
- Não, não, não! Falou a dona Lixa: Eu sim sou a melhor! Se não fosse Eu os móveis não seriam tão lisinhos e perfeitos! Eu sou a mais importante!
- Haaa, até parece! Falou o Sr. Prego: Se não fosse eu nada adiantaria, pois sou eu quem une as coisas. Eu deixo tudo juntinho. Até o Sr Martelo precisa de mim. Bom e eu dele.
- Ah! Mais não é mesmo! Disse a dona Plaina: Eu é quem deixo tudo retinho, e tiro as imperfeições da madeira. Eu sim sou a indispensável... Tsc, tsc, tsc...
- Nada disso, disse a dona Chave de Fenda: Se não fosse Eu, como o carpinteiro iria apertar os parafusos? Eu sim sou a melhor!
- Ah! Não! Que absurdo! Disse o Sr Esquadro: Eu sou o mais importante! Sem mim os móveis ficariam tortos! O carpinteiro nem saberia a medida. Eu sou o mais importante!
As ferramentas ficaram discutindo até o dia amanhecer...
O carpinteiro chegou para trabalhar, colocou sobre a mesa a planta de um móvel e começou a trabalhar! Ele usou todas as ferramentas. Usou o serrote, o martelo, o esquadro, a lixa, a plaina, os pregos, o martelo, a chave de fenda, a cola e o verniz
para deixar o móvel brilhando...
Enfim ele acabou. Chegou o fim do dia o carpinteiro estava cansado, mas feliz com o que tinha feito! Seu trabalho com as ferramentas tinha ficado ótimo!
O carpinteiro foi para casa. Enfim, as ferramentas voltaram a conversar. Só que agora elas ficaram admirando o que tinham feito todas juntas e o carpinteiro. Sabe o que elas fizeram? Um púlpito de uma igreja! E tinha ficado lindo! Elas chegaram a uma conclusão: Todas eram importantes! Aos olhos do carpinteiro. Ele usou todas! Sem exceção de nenhuma! E o móvel tinha ficado lindo!Elas descobriram que quando todas trabalham
juntas tudo anda melhor!
(Moral da história)
O carpinteiro representa JESUS ou o Pastor de sua igreja, dependendo como você vai usar essa história.
As ferramentas representam os membros, ou crianças. Cada um de nós tem um valor importante no reino e na obra de DEUS. É Ele quem nós usa e capacita para fazermos
a sua obra. Cabe a nós como ferramentas nos deixar ser usados.
(Você professor pode colocar a moral que você achar que se encaixa melhor para sua turma.


2

JESUS









Atividade da criação