26 de setembro de 2013

O caminho do cristão

TU ÉS MINHA ESPERANÇA NO DIA DO MAL

Tu és a minha esperança no dia do mal.” (Jeremias 17.17)
O caminho do cristão nem sempre brilha com a luz do sol; ele tem as suas épocas de trevas e de tempestades. É verdade que está escrito na Palavra de Deus, “Os seus caminhos são caminhos de delícias, e todas as suas veredas são paz”, e é uma grande verdade, que a fé que professamos é projetada para dar ao homem a felicidade abaixo, bem como a bem-aventurança acima, mas a experiência nos diz que, o caminho do justo é “como a luz da aurora que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito”, mas, por vezes, a luz é eclipsada.
Em certos períodos as nuvens cobrem o sol do cristão, e ele caminha nas trevas e não vê a luz. Há muitas pessoas que se alegram na presença de Deus por uma temporada, eles têm se aquecido ao sol nos primeiros estágios de sua carreira cristã; têm andado ao longo dos “verdes pastos”, junto das “águas tranquilas”, mas de repente, eles constatam que o céu glorioso está nublado; em vez da Terra de Gósen eles têm que trilhar o deserto arenoso; no lugar de água doce, eles encontram fluxos de tribulação, amargos para o seu gosto, e dizem: 

“Certamente, se eu fosse um filho de Deus, isso não estaria acontecendo.” Oh! Não fale assim, você não está andando nas trevas. O melhor dos santos de Deus deve beber o absinto, o mais querido de seus filhos deve carregar a cruz. Nenhum cristão tem desfrutado de prosperidade perpétua, nenhum crente tem sempre guardado a sua harpa dos salgueiros. 

Talvez o Senhor lhe tenha designado em primeiro lugar um caminho suave e sem nuvens, porque você era fraco e tímido. Ele abrandou o vento para o cordeiro tosquiado, mas agora que você está mais forte na vida espiritual, você deve ter a experiência mais áspera dos filhos maduros de Deus. Precisamos de ventos e tempestades para exercitar nossa fé, para arrancar o galho podre da auto-dependência e nos enraizarmos mais firmemente em Cristo. O dia do mal nos revela o valor da nossa gloriosa esperança.

Uma oração simples e cheia de fé

E quando orarem, não fiquem sempre repetindo a mesma coisa, como fazem os pagãos. Eles pensam que por muito falarem serão ouvidos. (Mateus 6:7)

Temos que aprender a confiar na oração simples e cheia de fé. Precisamos confiar que mesmo se dissermos apenas, “Deus, me ajude,” Ele ouve e vai responder nossa oração. Podemos contar que Deus será fiel em fazer o que lhe pedimos, desde que nosso pedido esteja de acordo com a Sua vontade. Muitas vezes ficamos presos nas nossas muitas palavras quando vamos orar.
Às vezes perdemos de vista o fato de que a oração é simplesmente uma conversa com Deus. A duração, o volume e a eloquência de nossa oração não é a questão; é a sinceridade do nosso coração e a confiança que temos de que Deus ouve e nos responde que é importante. Às vezes tentamos soar tão devotos e elegantes que nos perdemos. Se conseguíssemos nos livrar de tentar impressionar a Deus, estaríamos muito melhor.
A Primeira Epístola aos Tessalonicenses 5:17 diz: “Orem continuamente”, ou como diz a versão Almeida Atualizada: “Orai sem cessar”. Se não entendemos que a oração deve ser simples e cheia de fé, essa instrução pode nos parecer um fardo muito pesado de se carregar. Talvez sintamos que estamos nos saindo muito bem se orarmos por trinta minutos por dia, então, como poderíamos orar sem parar? Precisamos ter tanta confiança na nossa vida de oração a ponto da oração ser como respirar, algo que fazemos sem esforço, a cada momento que estamos vivos.
Não nos esforçamos e batalhamos para respirar, a não ser que tenhamos um problema nos pulmões, e tampouco deveríamos batalhar e ter dificuldade em orar. Acredito que não teríamos nenhum problema nessa área se realmente entendêssemos o poder de uma oração simples e cheia de fé. Deveríamos nos lembrar de que a oração é poderosa quando é sincera e sustentada pela fé.


25 de setembro de 2013

Uma lição de fé e coragem

 A mulher sunamita

INTRODUÇÃO
Alguns aspectos importantes na vida da sunamita fortalecem a fé e a perseverança do crente, ensinando-o a não abrir mão de sua bênção.
A aflição da sunamita diante da morte do seu filho assemelha-se à situação de muitas pessoas que estão passando momentos de tribulação, e as incentiva a buscar a misericordiosa interferência de Deus.


BÊNÇÃO É:

Graça concedida por Deus. Acontecimento feliz. Ação pela qual os pais abençoam os filhos. Ato de expressar verbalmente desejos de sucesso e felicidade a alguém.

I. ATITUDES DE UMA MULHER CORAJOSA:

1.1 —A sunamita era uma mulher que sabia fazer o bem
A sunamita construiu um quarto em sua propriedade para hospedar o homem de Deus (2 Reis 4.9,10).

1.2 — Tinha profundo respeito pelo profeta
A sunamita não ousou passar da porta do quarto quando foi chamada pelo profeta (2 Reis 4.15).

II. O QUE FAZER NOS MOMENTOS DE CRISE PARA NÃO PERDER A BÊNÇÃO:

2.1 — Evitar ações
A sunamita poderia ter enterrado logo o filho, mas em vez disso deitou-o na cama do profeta, trancou a porta e buscou ajuda (2 Reis 4.21).

2.2 —Agir corretamente
A sunamita solicitou ao marido um moço e uma jumenta para que a conduzissem até o homem de Deus (2 Reis 4.22).

2.3-Ter fé
A sunamita resolveu buscar o homem de Deus porque sabia que este poderia ressuscitar o menino.

III. NOS MOMENTOS DE CRISE. O CRENTE DEVE TAMBÉM:

3.1 — Buscar ajuda
Deus está sempre pronto a socorrer o aflito (Salmo 18.6).

3.2— Empregar grande esforço
A sunamita andou várias léguas montada em um jumento (2 Reis 4.24.25).

3.3 — Ir ao lugar certo
A sunamita foi ao monte Carmelo, onde estava o profeta (2 Reis 4.25). O monte Carmelo, espiritualmente, significa o monte da oração.

3.4 — Ter discernimento
Para Geazi, ela disse que tudo estava bem, mas, diante do homem de Deus, ela derramou suas lágrimas, chorou e desabafou (2 Reis 4.26,27).

IV. RAZÕES PARA NÃO ABRIRMOS MÃO DE NOSSA BÊNÇÃO:
4.1— Por mais que a luta seja difícil, Deus tudo pode (Lucas 1.3 7);
4.2 — Para tudo, Deus tem um propósito (Romanos 8.28);
4.3 -A palavra final pertence a Deus (Salmo 33.9; 62.11).

CONCLUSÃO
O crente jamais deve desistir de lutar pela bênção que Deus lhe reservou, mas continuar buscando a resposta por meio da oração. Mesmo diante da morte, a sunamita não desistiu, pois confiava que Deus poderia operar um milagre e fazer o impossível tornar-se possível. 

E se a resposta que Deus tem para você for “não?


ambição
”? E se o seu futuro não for como você sonhava? Talvez para essas perguntas, você diga: “Não tem problema, porque minha vida está no centro da vontade de Deus”. 
Jesus sempre dizia, durante sua peregrinação na Terra, para termos bom ânimo quando passarmos por várias tentações, nos incentivava a prosseguir nos dias maus apontando seu próprio exemplo de ter vencido o mundo e hoje ficamos desesperados quando o dia mau bate à porta (João 16.32). 
Acho maravilhosa a resposta que Jesus dá para a mulher Samaritana “se você soubesse quem é que te pede água é você que me pediria e eu te daria a água da vida eterna” (João 4.10). 
É de Jesus que você precisa . Não adianta os negócios irem bem, a conta no banco estar azul, e ter os sonhos realizados se Jesus não for o dono da sua vida. É Ele quem faz a vida fazer sentido. Pare de buscá-lo simplesmente para ter uma vida abençoada, esteja nele, ame-o de todo o seu coração e você verá que a paz que Ele oferece, o mundo, com todas as suas riquezas e paixões, jamais poderá dar a você (João 14.27).

24 de setembro de 2013

Submissão

O poder da submissão

A palavra do Senhor veio a Jonas pela segunda vez com esta ordem: “Vá à grande cidade de Nínive e pregue contra ela a mensagem que lhe darei” Jonas 3. 1 – 2
Lemos no livro de Jonas que Deus disse a Jonas para ir à Nínive e pregar o arrependimento ao povo da região. Mas Jonas não quis ir, de modo que foi para Tarsis, que é geograficamente oposta a Nínive. Fugir de Deus não nos ajuda a encontrar paz com Ele.
O que acontece quando vamos em direção oposta aonde Deus quer nos dirigir? O que aconteceu a Jonas? Quando ele subiu no navio e seguiu para onde queria, veio uma tempestade. Muitas tempestades que encaramos na vida são resultado de nossa própria obstinação Muitas vezes fomos desobedientes à voz e liderança de Deus. A tempestade violenta que sobreveio a Jonas assustou os homens no navio. Eles jogaram sorte para ver o que lhes estava causando todo o problema, e caiu em Jonas. Ele sabia que tinha desobedecido a Deus, de modo que disse aos homens para lançá-lo para fora do navio para ficarem livres do perigo.
Eles fizeram o que ele disse, a tempestade parou, e um grande peixe engoliu Jonas. Ele chamou do ventre do peixe (que não é um lugar muito agradável) a Deus para que o livrasse e se arrependeu de sua obstinação. O peixe o vomitou em terra seca; e em Jonas 3.1 vemos que a palavra do Senhor veio a Jonas uma segunda vez. Deus lhe disse novamente para ir a Nínive e pregar para o povo de lá. Não importa quanto tempo passamos evitando as instruções de Deus, elas ainda estão lá esperamos por nós, para quando pararmos de fugir delas.
Deus só nos deixa desconfortáveis enquanto não seguimos suas instruções. Em outras palavras, sempre sabemos quando algo não está certo em nossas vidas. Eventualmente veremos que estar na vontade de Deus, e não fora dela, é o que nos traz paz e alegria. Temos de submeter nossas próprias vontades a Deus, porque andar segundo o nosso egocentrismo é o que nos mantém infelizes

proclamar Cristo, a essência do evangelho.

O compromisso com o evangelho da graça



redenção
O apóstolo Paulo foi levantado por Deus para ser o maior teólogo, o maior missionário e o maior plantador de igrejas da história do Cristianismo. Ele foi um desbravador do evangelho, um bandeirante do Cristianismo, um embaixador de Cristo, um arauto do Rei dos reis. Plantou igrejas nas províncias da Galácia, Macedônia, Acaia e Ásia Menor. Por sua influência, igrejas se espalharam em todo o mundo Oriental e Ocidental. Sua conversão foi um grande milagre, sua vida foi uma grande cruzada em favor da evangelização e sua morte foi uma profunda demonstração de coragem.
Quando Paulo despediu-se dos presbíteros de Éfeso, fez um dos mais belos discursos de sua carreira. Com palavras eloquentes, desafiou os líderes daquela igreja a assumirem um compromisso solene com Deus, com a Palavra e com a igreja. Para encorajá-los, deu seu próprio testemunho, como segue: “Porém, em nada considero a vida preciosa para mim mesmo, contanto que complete a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus para testemunhar o evangelho da graça de Deus” (At 20.24). No texto em apreço, três verdades são destacadas:
Em primeiro lugar, o ministério não é conquistado por mérito, mas recebido por graça. “[…] O ministério que recebi do Senhor Jesus […]”. Paulo foi um homem vocacionado. Foi chamado por Cristo para desempenhar o ministério. Ele não se autointitulou apóstolo. Ele não se colocou num pedestal de liderança, nem acendeu os holofotes sobre si mesmo. Sua vocação foi celestial. Ele ouviu a voz divina e a obedeceu. O líder cristão é também um homem vocacionado. É o Espírito Santo quem constitui líderes na igreja. Embora o episcopado possa ser desejado pelo homem, o chamado é divino. Embora a igreja escolha seus líderes, é Jesus quem chama a si os que Ele mesmo quer para apascentar suas ovelhas e anunciar as boas novas de salvação.
Em segundo lugar, o ministério não é plataforma de privilégios, mas uma arena de renúncia. “Porém, em nada considero a vida preciosa para mim mesmo […]”. A liderança cristã exige renúncia. Ser um líder cristão é abraçar uma sacrossanta carreira, uma excelente obra. Mas não uma obra de engrandecimento pessoal. Ser grande é ser pequeno. Ser líder é ser servo. Ser o maior é ser servo de todos. Paulo enfrentou toda sorte de provações no exercício do seu ministério. Foi perseguido em Damasco, rejeitado em Jerusalém, esquecido em Tarso, apedrejado em Listra, açoitado em Filipos, escorraçado de Tessalônica e Bereia, chamado de tagarela em Atenas e de impostor em Corinto. Enfrentou feras em Éfeso, foi preso em Jerusalém, foi acusado em Cesareia, picado por uma cobra em Malta e preso em Roma. Suportou cadeias e açoites. Foi fustigado com varas e apedrejado. Mesmo em face da morte, não considerou sua vida preciosa para si mesmo. A abnegação e não a megalomania foi o apanágio de sua vida.
Em terceiro lugar, o ministério é regido por um ideal mais alto do que a própria vida. “[…] Para testemunhar o evangelho da graça de Deus”. Quando o ideal é maior do que a vida, vale a pena dar a vida pelo ideal. Testemunhar o evangelho da graça era o grande vetor da vida de Paulo. Ele respirava o evangelho. Vivia pelo evangelho. Estava pronto a se sacrificar e a morrer pelo evangelho. Nenhuma outra motivação governava sua vida. Não buscava grandeza para si mesmo. Não cobiçava ouro nem prata. Não buscava para si riquezas nem fama. Mesmo sofrendo ameaças e passando parte de sua vida encarcerado, jamais perdeu o entusiasmo de viver nem o senso de urgência de proclamar o Evangelho. Considerava-se prisioneiro de Cristo e embaixador em cadeias. Mesmo diante das mais terríveis adversidades, Paulo tinha o coração ardente, os pés velozes e os lábios abertos para proclamar Cristo, a essência do evangelho.

GTA V EASTER EGGS: COMO ENCONTRAR O SÍMBOLO DOS ILLUMINATI NO JOGO

E JÁ ESTÁ PRÓXIMO O FIM DE TODAS 

AS COISAS; PORTANTO SEDE

 SÓBRIOS E VIGIAI EM ORAÇÃO.

 1 PEDRO 4:7

Descubra como encontrar no game a marca de um
 dos maiores ícones das "teorias conspiratórias do
 mundo"!

Não importa de onde você vem, para onde você vai 

ou o que você faz. O fato é que, se você está envolvido 
no universo dos games, deve estar enlouquecido
 com o lançamento de GTA V. Para estes, preparamos
 uma série de artigos especiais que mostram 
os Easter 
Eggs escondidos no título mais esperado do ano.

Aqui, vamos mostrar para você uma das coisas mais

 divertidas entre os Easter Eggs do game: o símbolo 
dos Illuminati (para entender mais sobre as teorias 
da conspiração, clique aqui). Para isso, você não
 precisa se esforçar tanto, mas deve seguir
 rigorosamente o passo a passo descrito aqui. 
Confira
 o tutorial e bom divertimento!
                     





1. Suba até o Monte Chiliad;

(Fonte da imagem: Reprodução/YouTube)
 
2. No galpão no topo da montanha, você vai 
encontrar um tipo de mapa do monte que
 mostra o Olho Que Tudo Vê em destaque;
 

(Fonte da imagem: Reprodução/YouTube)
 
3. Seguindo o “mapa” pintado na parede, é 
possível perceber que existe algum mistério 
escondido no local indicado pelo olho. Volte 
para fora (e caso existam homens armados
 por lá, aniquile um a um);
 

(Fonte da imagem: Reprodução/YouTube)
 
4. Suba até a plataforma de observação. Ao
 se abaixar, é possível ver algo que se parece
 com a repetição do símbolo Illuminati 
pintado na rocha. No lado oposto à
 plataforma, você encontra a inscrição 
dizendo que você deve voltar ao local
 após concluir todas as aventuras do game.
 

(Fonte da imagem: Reprodução/YouTube)
 
Embora alguns jogadores estejam dizendo que 
este pode ser apenas um símbolo alienígena,
 vale ressaltar que, desde o trailer, os
 desenvolvedores lotaram o título de símbolos 
Illuminati. Outra referência forte está na casa
 do Franklin, em que um quadro pendurado
 na parede da primeira sala mostra com clareza
 o Olho Que Tudo Vê.