20 de agosto de 2013

Finanças

 Dinheiro, Sexo e Poder, o Tripé da Cobiça 

 

Estamos diante da corrida que mais recebe inscritos no planeta Terra, a busca desenfreada pelo dinheiro, o sexo em todas as suas formas mais inescrupulosas, possíveis e o desejode galgar o poder a todo custo – e isso, diga-se de passagem, éum fato terrivelmente lamentável.


Uma das figuras que marcou a História por suas grandes conquistas, e sendo ainda tão jovem, foi Alexandre “o Grande”, que, certamente, enveredou por todo esse tripé, alucinadamente perseguido pela maioria das pessoas. Ao chegar ao topo de cada faceta desse tripé, fica uma lição para se refletir, se vale ou não atingir “tal conquista”.

Pare, pense e reflita: Havia um sábio e bom rei que já se encontrava no fim da vida. Pressentindo a chegada da morte, chamou seu único filho, tirou do dedo um anel e deu ao filho dizendo: “Meu filho, quando fores rei, leva sempre contigo este anel. Nele há uma inscrição. Quando estiveres vivendo situações extremas, de glória ou de dor, tira-o e lê o que há nele”.

O rei morreu e seu filho passou a reinar usando sempre o anel que o Pai lhe deu. Passado algum tempo, surgiram conflitos com um reino vizinho que acabaram culminando em uma terrível guerra. À frente de seus soldados, o jovem rei partiu para enfrentar o inimigo. No auge da batalha, seus companheiros lutavam bravamente, mas havia muitos mortos, feridos, tristeza, dor… O rei, quase em desespero, lembrou-se do anel, tirou-o e leu a inscrição: “Isto também passará!”. E ele continuou a luta, perdeu batalhas, venceu outras, mas ao final saiu vitorioso. Retornou ao seu reino e, coberto de glória, entrou em triunfo na cidade. O povo aclamou ardorosamente o rei, o herói; foi um momento de orgulho e honra. Nesse momento, ele se lembrou de seu velhoe sábio pai, tirou o anel e leu: “Isto também passará!”.

Todas as coisas na Terra passam. Os dias de dificuldades passarão, os dias de triunfo e de glória igualmente passarão.

Alexandre “o Grande” também entendeu isso. À beira da morte, convocou seus generais para que cumprissem seus trêsúltimos desejos: 1) que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos mais importantes médicos da época; 2) que fossem espalhados no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistados (ouro, prata, pedras preciosas), e 3) que suas duas mãos fossem deixadas fora do caixão, à vista de todos.

Um dos generais, admirado com desejos tão estranhos, perguntou a Alexandre quais as razões. E ele explicou: 1) quero que os importantes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles não tiveram poder de cura perante a morte. Por mais inteligente e importante que seja um homemele é limitado; 2) quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui permanecem, e 3) quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos.

A Bíblia descreve a vida de Salomão, a quem Deus concedeu riquezas e glórias que nenhum mortal conseguiu conquistar até hoje. Uma rainha, ao visitá-lo, exclamou: “Metade não me contaram” (2ª Cr 9.6). Ele conheceu muito bem essa estrada do dinheiro, do poder e do sexo. Atente-se para os conselhos deixados por ele: “Tudo quanto desejaram os meus olhos, nãolhes neguei, nem privei o coração de alegria alguma…” (Pv. 2.10).

“Tudo quanto desejaram os meus olhos, não lhes neguei, nem privei o coração de alegria alguma…” (Pv 2.10); “Afasta o teu caminho da mulher adúltera… Para que teus bens não se fartem os estranhos, e o fruto do teu trabalho não entre em casa alheia, e gemas no fim da tua vida…” (Pv 5.11). Veja maisexemplos em Ec 4.10, 12-13 e Ec 12.8,13.

Que tal ouvir a voz da sabedoria?

3 Chaves Biblicas Para Sair das Dividas

Existem três chaves bíblicas que podem nos auxiliar a sair das dívidas.O arrependimento, a gratidão e o pacto com Deus. Mas é importante sair da teoria e colocar em prática essas chaves. Certamente Deus não te colocou aqui na Terra para viver endividado...
O arrependimento - Saiba que Deus é bom e tem um coração misericordioso! Ele está sempre disposto a nos perdoar. Você quer sair das dívidas? Arrependa-Se, confesse e peça perdão por suas dívidas e por ter praticado iniquidade contra si mesmo. O problema é que, na vida empresarial, o amor ao dinheiro nos transforma em pessoas orgulhosas demais para pedir perdão e arrepender-se. Esse comportamento de soberba desagrada a Deus e é um dos motivos pelo qual demoramos a nos libertar das dívidas e dessa opressão demoníaca. Seja inteligente, não demore, peça perdão a Deus por suas dívidas, pois no livro de Provérbios 28.13 está escrito: "O que encobre as suas transgressões, nunca prosperará; mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia”. Como se observa, a dívida é uma transgressão, uma violação feita em estado de desobediência à palavra de Deus, e isso se configura também como uma iniquidade. Aquele que comete iniquidade se afasta de Deus, coloca entre si e Deus um obstáculo que impede as bênçãos. Quem comete iniqüidade não pode prosperar, pois a palavra de Deus, por ser a verdade, sempre se cumpre, e lá está escrito: “o que encobre suas transgressões nunca prosperará”. Para sair das dívidas, arrependa-se e peça perdão a Deus enquanto há tempo...


A gratidão - A gratidão é a mãe de todas as virtudes. Há um axioma bíblico que diz que quando somos gratos com aquilo que recebemos de Deus, Ele nos dá aquilo que queremos. Mas há também outra verdade: quando nos endividamos, murmuramos de nossa situação, e, em geral, atribuímos o problema aos outros, culpamos o demônio, ou lamentamos com Deus e, assim, somos ingratos, desconsiderando tudo o que Ele tem feito por nós, por nos dar a capacidade de gerar riquezas - capacidade essa que usamos de forma equivocada - geramos, em vez de riqueza, dívidas e pobreza. Para o empresário, é importante saber que, quando murmuramos, ofendemos a Deus, pois, na murmuração, estamos dizendo que Deus não nos ama e nem nos ampara e, por isso, estamos passando por essa situação vergonhosa. O diabo sabe que através de nossa murmuração envergonhamos a Deus e por isso nos tenta e faz de tudo para que nossa boca seja um punhal no coração de Deus. Mesmo que você esteja sofrendo em função das dívidas, volte-se para Deus com um coração agradecido e tudo mudará. Faça o que está escrito no livro de Salmos capítulo 103, versículo 2: “Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e não te esqueças de nenhum dos seus benefícios”. A gratidão faz com que Deus olhe para nós e para nos ver melhor, Ele abre as janelas dos céus, e, assim deixa cair as bênçãos. Creia e aprenda: a gratidão é um dos princípios bíblicos capaz de nos tirar das dívidas...

O pacto com Deus - Deus é o melhor empresário e empreendedor que existe. Ele criou, implementou e vem governando tudo que há no universo. Como rei, Ele é supremo e tem soberania eterna, pois seu reino não tem fim. Como gestor e parceiro, é confiável e sabe delegar poder, pois nos deu o livre-arbítrio. Como fomentador, Ele é o dono do ouro e da prata e nos deu a capacidade de gerar riquezas e de fazer transformações na sociedade. Como pai, é bondoso, misericordioso e nos ama, apesar de nossas falhas, transgressões e iniquidades. Analisando bem, não há sócio com perfil empresarial melhor que Deus. Então, convide Deus para ser seu sócio. Como assim? Faça um pacto comercial com Ele! Essa aliança mudará o rumo de sua empresa. Veja o que diz o livro de Salmos, capítulo 127, versículos 1 e 2: "Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que edificam; se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela. Inútil vos será levantar de madrugada, repousar tarde, comer o pão das dores; aos seus amados Ele o dá enquanto dormem”. E tem mais: Deus sabe o que precisamos para sair das dívidas. Ele sabe como devemos nos comportar frente às pressões financeiras. Portanto, deixe Ele agir, apenas fique quieto, confie Nele, pois essa é a chave para se livrar das dívidas.

Autor: Ivonildo Texeira

19 de agosto de 2013

Reflexão para a vida cristã

Jesus – presente de Deus

presente“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3.16)
Você, amado leitor, já passou por alguma data especial sem receber nenhum presente? Se, no dia do seu aniversário, no Natal ou em alguma outra data que você esperava que alguém se lembrasse de você e lhe trouxesse um presente, mas, porventura, você simplesmente não foi lembrado ou nada ganhou; saiba que com Deus, essa história é diferente. Ele jamais se esquece dos Seus.
Ele deu Seu próprio filho – Jesus, para ser o meu e o seu presente, não apenas em datas “especiais”, mas todos os dias. A cada manhã, todos os dias, Deus nos oferece Jesus como perfeito e completo presente. É promessa:“[...] e eis que estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos” (Mateus 28.2b).
Por inúmeras vezes passei por esse versículo, li, reli, ouvi centenas de sermões, mas a verdade poderosa nele contida fez efeito há bem pouco tempo na minha vida. E como foi maravilhoso e inexplicável descobrir que essa promessa é para mim. Posso viver essa verdade todos os dias. Tenho esse presente na minha vida todos os dias.
Foi uma experiência realmente transformadora e sou grata a Deus em cada momento, por se importar comigo a ponto de oferecer um presente tão ímpar: Jesus. E esse Presente não foi dado só a mim, mas Ele foi enviado ao mundo para morrer por toda humanidade e levar de volta à Deus todos aqueles que se encontram perdidos e sem salvação.
Esse Presente é nossa esperança. Nossa expectativa de vida está Nele. Jesus é o Presente de Deus para mim e para você. Jesus é a paz, o equilíbrio, a luz, o caminho, verdade, vida, alegria, direção e fonte de tudo que precisamos para uma vida abundante na presença do Senhor, enquanto vivemos na Terra.
Mais que a vida aqui, Jesus é o presente da salvação e garantia de vida eterna no céu. Quando precisamos de um amigo, Jesus é esse amigo que nunca nos falta. Quando precisamos de abrigo, refúgio, proteção e socorro em tempos de aflição, Jesus é nosso Presente enviado por Deus para suprir todas as nossas necessidades.
Por mais que eu goste de receber presentes e ame presentear, sei nenhum presente jamais poderá ser comparado ao que Deus me deu. Por isso, o meu desejo ao escrever este texto é que, se você ainda não recebeu esse presente, não desperdice a oportunidade que Deus lhe dá. Se entregue a Cristo e receba-O em seu coração como o maior presente de um Pai para o filho que ama!
Se já conhece a Jesus, valorize cada dia esse presente, alegre-se Nele e cumpra o ide de Jesus compartilhando a alegria da salvação com todos que ainda não O receberam!
 ::Denise Tomaz de Souza

Favor natural versus favor sobrenatural

“Então você terá o favor de Deus e dos homens, e boa reputação”. (Provérbios 3.4)
Há uma diferença importante entre o favor natural e o favor sobrenatural. O natural pode ser merecido; mas o sobrenatural não. Se você e eu trabalharmos arduamente por tempo suficiente, podemos fazer com que as pessoas gostem de nós e nos aceitem a maior parte do tempo. Mas Deus não quer que gastemos nosso tempo e energia tentando obter o Seu favor ou favor dos outros. Ele quer que dediquemos nosso tempo e energia a fazer a Sua vontade, seja ela popular ou não.
O favor sobrenatural não pode ser merecido – é um dom. É o tipo de favor que Deus quer que tenhamos, e a maneira de obtê-lo  é simplesmente acreditar e recebê-lo de Deus. Se você e eu tentamos fazer com que as pessoas gostem de nós e nos aceitem dizendo e fazendo tudo da maneira certa com esse objetivo, teremos que continuar dizendo e fazendo tudo certo a fim de manter amizades e aprovação. E isso é uma forma de prisão. Assim , deixaremos de ser livres para sermos guiados por Deus, e precisaremos agradar as pessoas ou elas poderão nos rejeitar. O favor sobrenatural, porém, não depende de agradarmos as pessoas o tempo todo. Depende da graça de Deus para nos dar Sua aceitação e mantê-la. É por isso que oro todos os dias pelo favor sobrenatural de Deus.
Não tenho palavras para descrever quantas vezes vi Deus operar sobrenaturalmente em minha vida e me dar o Seu favor. Ele está me levando a áreas no ministério onde não poderia estar baseada apenas no meu conhecimento e capacidade. Às vezes isso me impressiona quando vejo as coisas que Deus está permitindo que eu faça e os lugares aonde está permitindo que eu vá – sem mencionar todas as pessoas preciosas que Ele está trazendo aos meus encontros e palestras. Só posso dizer uma coisa: “Obrigada, Senhor”.
Sempre que desistimos de tentar alcançar algo sozinhos e começamos a permitir que o Senhor nos dê o Seu favor, isso cria em nós um coração agradecido e cheio de gratidão.
, Joyce Meyer


Pelo fim de uma “Cultura da violência”

violência 1
Quando falamos sobre pessoas ligadas à criminalidade de forma genérica, sempre nos vem à mente uma imagem masculina. Por que isso acontece?
Na realidade, associamos mais facilmente a imagem masculina à criminalidade porque realmente existem mais homens vinculados às atividades marginais que mulheres, sendos estas últimas, em geral, mais ligadas às atividades marginais da prostituição e das drogas, bem como o submundo ligado a tais práticas.
Podemos afirmar que os homens estão mais ligados ao crime por várias razões. Em nossa cultura, a violência está associada a símbolos de masculinidade. Desde criança se tem uma expectativa de que o menino brinque com jogos de força e violência, enquanto a menina deve buscar atividades mais tranquilas e que reproduzam o estereótipo do papel feminino, isto é, atividades domésticas e de criação de filhos.
Pais estimulam que seus filhos homens façam demontrações públicas da masculinidade ligadas à força, como “brincar de lutar”, e gostam de “derrotar” os filhos como um sinal de “autoridade”. Também muitos homens, na educação de seus filhos, não sabem recorrer ao diálogo e impõem o aprendizado de comportamentos pela violência, criando um processo circular de aculturação pela violência.
Em vez de disciplinar o filho explicando-lhe a razão de estar sendo corrigido, um grande número de pais impõe castigos físicos aos filhos nos momentos em que estão com raiva, tornando a disciplina em agressão. O filho agredido aprende que pode intimidar o outro e obter certas condutas por meio da violência, o que faz com que se feche um ciclo de agredido e agressor, potencializando assim a violência social.
O psicólogo Carl Jung denomina a tendência masculina na mulher de animus, e a tendência feminina no homem, de anima. Para afirmar sua masculinidade, o homem suprime em maior ou menor escala sua anima e a mulher faz o mesmo em relação ao animus. Caso essa suspensão se dê de forma muito acentuada, criará indivíduos desequilibrados.
Em virtude da violência masculina, muitas mulheres sofrem maus tratos e na maioria das vezes passam anos sob uma escravidão silenciosa. É dever da Igreja ajudar essas mulheres proporcionando-lhes orientações seguras e encaminhando tais homens para tratamento. Quando esses não aceitam ser tratados, é preciso denunciá-los e dar todo amparo legal e estrutural para sobrevivência da mulher de forma independente do violentador. Infelizmente, muitas mulheres se sujeitam a violentadores por motivos financeiros.
Ajudar mulheres vítimas de violência não é promover desagregações familiares, mas sim resgatar o valor da pessoa, amada e valorizada por Deus. Neste sentido, a igreja tem voz e ação profética do mundo.
Para mulheres que têm esposos ou filhos encarcerados por causa de crimes violentos, a igreja é chamada a dar-lhes apoio e sustento – emocional e material – durante a ausência deles e a prepará-las para reinseri-los no seio da família quando a pena estiver cumprida.
Que o evangelho de amor e justiça penetre nossas vidas pessoais e familiares e que os relacionamentos familiares sejam adventos da nova criação, em que o leão e o cordeiro pastarão juntos e não mais haverá violência!
::Carlos Catito e Dagmar )

O dom do favor de Deus

“Mandou buscar José e lançou-o na prisão em que eram postos os prisioneiros do rei. José ficou na prisão, mas o Senhor estava com ele e o tratou com bondade, concedendo-lhe simpatia do carcereiro. Por isso o carcereiro encarregou José de todos os que estavam na prisão, e ele se tornou responsável por tudo o que lá sucedia. O carcereiro não se preocupava com nada do que estava a cargo de José, porque o Senhor estava com José e lhe concedia bom êxito em tudo o que realizava”. (Gênesis 39.20-23)
Embora José estivesse sendo punido injustamente por ter sido preso por algo que não fizera, o Senhor ainda estava com ele e cuidou dele. Uma pessoa não está tão mal assim, mesmo se acabar na prisão, se Deus o conceder o seu favor e o colocar encarregado de tudo o que acontece por lá. Deus quer lhe favorecer, da mesma que favoreceu José, mas para receber esse favor você precisa fazer o que José fez e acreditar. José manteve uma boa atitude numa situação ruim. Ele tinha uma “atitude de fé” e Deus o favoreceu. Quando Deus deposita o Seu favor sobre você, as pessoas gostam de você sem nenhuma  razão em particular,e querem abençoá-lo.

17 de agosto de 2013

Evangelho

O compromisso com o testemunho do evangelho

bíbliaO apóstolo Paulo menciona três disposições inabaláveis do seu coração em relação ao evangelho: “Eu estou pronto” (Rm 1.14); “eu sou devedor” (Rm 1.15) e “eu não me envergonho” (Rm 1.16). Temos aqui três verdades: A obrigação do evangelho: “sou devedor”; a dedicação ao evangelho: “estou pronto”; e a inspiração do evangelho: “não me envergonho”. Vamos examinar esses três compromissos com o evangelho.
Em primeiro lugar, eu estou pronto a pregar o Evangelho (Rm 1.14). A demora de Paulo em ir a Roma não era falta de desejo do apóstolo, mas impedimentos circunstanciais alheios à sua vontade. Esse atraso, na verdade, enquadra-se no sábio arbítrio de Deus, pois resultou na escrita desta epístola, que tem merecido o encômio de ser “o principal livro do Novo Testamento e o evangelho perfeito”. Paulo sempre esteve pronto a pregar. Ele pregava em prisão e em liberdade; nas sinagogas e nas cortes; nos lares e nas praças. Pregava na pobreza ou na fartura. Ele chegou a dizer: “ai de mim, se não pregar o evangelho” (1Co 9.16). Pregar o evangelho era a razão da sua vida.
Em segundo lugar, eu sou devedor do Evangelho (1.15). Há duas maneiras de alguém se endividar. A primeira é emprestando dinheiro de alguém; a segunda é quando alguém nos dá dinheiro para uma terceira pessoa. É no segundo caso que Paulo se refere aqui. Deus havia confiado o evangelho a Paulo como um tesouro que ele tinha que entregar em Roma e no mundo inteiro. Ele não podia reter esse tesouro. Ele precisava entregá-lo com fidelidade. Deus nos confiou sua Palavra. Ele nos entregou um tesouro. Precisamos ir e anunciar. Sonegar o evangelho é como um crime de apropriação indébita. O evangelho não é para ser retido, mas para ser proclamado. Ninguém pode reivindicar o monopólio do evangelho. A boa nova de Deus é para ser repartida. É nossa obrigação fazê-la conhecida de outros. Proclamar este evangelho em todo o mundo e a toda criatura não é questão de sentimento ou preferência; é uma obrigação moral; é um dever sagrado.
Em terceiro lugar, eu não me envergonho do Evangelho (1.16). Paulo se gloria no evangelho e considera alta honra proclamá-lo. Ao considerarmos, porém, todos os fatores que circundavam o apóstolo, nós poderíamos perguntar: Por que Paulo seria tentado a envergonhar-se do evangelho ao planejar sua viagem para Roma? Porque o evangelho era identificado com um carpinteiro judeu que fora crucificado. Porque naquela época como ainda hoje os sábios do mundo nutriam desprezo pelo evangelho.
Porque o evangelho, centralizado na cruz de Cristo, era visto com desdém tanto pelos judeus como pelos gentios. Porque pelo evangelho Paulo já havia enfrentado muitas dificuldades. Porém, a despeito dessas e outras razões, Paulo pode afirmar, com entusiasmo: “Porque não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê” (Rm 1.16).
Hoje há três grupos bem distintos: Primeiro, aqueles que se envergonham do evangelho. Segundo, aqueles que são a vergonha do evangelho. Terceiro, aqueles que não se envergonham do evangelho. Em quais desses grupos você se enquadra? Qual tem sido o seu compromisso com a proclamação do evangelho? Que Deus desperte sua igreja, para que como um exército poderoso, cheio do Espírito Santo, se levante para proclamar com fidelidade o evangelho da graça. Pregar outro evangelho ou sonegar o evangelho é um grave pecado; porém, anunciá-lo, é o maior de todos os privilégios!
::Hernandes Dias Lopes

Cara metade

Cara metade realmente existe?

maça
Certamente você já deve ter ouvido a expressão “cara metade”, ou mesmo a expressão “a metade que faltava da maçã”. Talvez você mesmo já tenha dito isso ou tenha ouvido alguém falando a respeito. É verdade que muitas mulheres querem encontrar a todo custo uma pessoa que pode completá-las e vice-versa. É plena verdade que o homem foi feito para a mulher e a mulher para o homem. Mas será que realmente existe essa “cara metade” que o completa? Ou seria uma busca por algo que nunca será encontrado? Será que podemos afirmar que sozinhos estamos incompletos? Ou seja, felicidade plena, só se estivermos com alguém do sexo oposto? Seria impossível ser feliz sozinho?
Muitos relacionamentos acabam chegando ao fim porque ambos desejam se completar, quando, na realidade, a melhor hora para entrar em um relacionamento é quando se está completo sozinho. Esse sentimento de incompletude vem de uma carência, ou seja, coisas que ainda faltam ser resolvidas em sua vida. Você deve resolver essa carência primeiro e não iniciar um relacionamento esperando que a outra pessoa supra aquilo que lhe falta. Deus nos fez para sermos completos, inteiros e não fracionados, ao ponto de precisar que outra pessoa preencha algo que está “incompleto”. Se cada parte já não entrar com essa consciência da completude na relação, dificilmente experimentarão uma felicidade plena. Muitas vezes, entende-se por “completar” quando, na verdade, a outra pessoa tem o que gostaríamos de ter em nós mesmos.
Projetar em alguém aquilo que você gostaria de ser é uma das causas dos maiores desastres amorosos. Se você não tem certa característica, seja resolvido e entenda sua falta, mas não queira exigir isso de ninguém. Quando se deseja completar-se com outra pessoa, intrinsecamente, é exatamente isto que se busca: que a outra parte seja como você sonha ser, mas não é. Então, você, em vez de melhorar a si mesmo, fica exigindo que a outra pessoa mude e se adapte ao seu jeito.
Elas, as mulheres, não querem ser completas pelos homens. Eles, não querem ser completos por elas, na verdade. No fundo, o que ambos querem é, sendo inteiros, viver uma vida extremamente feliz ao lado de uma pessoa que é inteiramente resolvida.
Se ainda há coisas pendentes em sua vida, situações não resolvidas na área sentimental, você não tem maturidade para entrar em um relacionamento. Se entrar, será para machucar e machucar-se.
Sempre em suas angústias, questionamentos, em sua solidão, em momentos de dores e tempos de dissabor, saiba que Ele, Jesus, é essa pessoa que o completa. Se você não deixar Jesus lhe completar, nunca conseguirá que pessoa alguma o faça. Permita-se ser inundado pelo amor de Deus todos os dias e você se sentirá inteiro (a), atingirá um nível de maturidade que o deixará pronto para relacionar-se efetivamente com alguém. Quem nos completa de verdade é Jesus. Levante a cabeça! Você pode ter vivido coisas terríveis em sua vida, mas creia que Deus pode fazer tudo novo, uma restauração completa.
Leandro e Aline Almeida

Paz

Seja viciado na paz

“Deixo-lhes a paz; a minha paz lhes dou. Não a dou como o mundo a dá. Não se perturbe o seu coração, nem tenham medo”. (João 14.27)

Muitas pessoas não podem ouvir Deus porque suas vidas são agitadas e tumultuadas demais. Por dentro, elas são como uma via expressa na hora do rush. Elas literalmente não sabem como estar em paz; é como se fossem viciadas em agitação. Elas mantêm o ritmo agitado e frenético, aparentemente de propósito. De fato, sentem-se confortáveis vivendo num estado de caos. Isso se tornou seu estado normal, mesmo que no plano de Deus, não seja nada normal.
Parece estranho, mas quando comecei a aprender a ser mais tranqüila e buscar a paz, no início fiquei aborrecida! Estava tão acostumada ao movimento, a ter alguma coisa grande acontecendo em minha vida o tempo todo que fiquei me perguntando: O que eu devo fazer agora? Romanos 3.17 diz: “Não conhecem o caminho da paz”.
Isso descreve como costumava ser minha vida. Eu não tinha nenhuma experiência em desfrutar de uma vida pacífica; nem sabia como começar. Havia crescido numa atmosfera de conflito e isso era tudo que eu conhecia. Tive de aprender uma maneira de viver inteiramente nova.
Agora, porém, estou viciada na paz. Assim que minha paz some, eu me pergunto como a perdi e começo a procurar maneiras de recuperá-la. Acredito que, ao ler este texto, você se tornará tão desejoso pela paz com Deus, paz consigo mesmo e paz com outros, que estará disposto a fazer os ajustes necessários para obtê-la. Também acredito que começará a perseguir a paz continuamente, porque a paz o levará à perfeita vontade de Deus.
Jesus disse que se o seguirmos, Ele nos dará a paz (gratuitamente). Na verdade, Ele disse que nos daria a Sua própria paz (veja João 14.27)
 Bello Livraria.

Salvação

Conjugando os verbos da nossa salvação

céu
A Salvação vem de Deus e não do homem. Nasceu no céu e não na terra. É resultado da graça de Deus e não da obra humana. É recebida pela fé e não por mérito. Deus mesmo é a fonte, o meio e o fim da nossa salvação. Dele, por meio dele e para ele são todas as coisas. O Pai elaborou nossa salvação antes dos tempos eternos. O Filho a consumou na cruz e o Espírito Santo a aplica eficazmente em nossos corações. Nossa salvação é um fato, é um processo e uma expectativa. Ela é passada, presente e futura.
1. Com respeito à justificação, nós já fomos salvos – A justificação é algo que Deus fez por nós e não em nós. Ela acontece fora de nós e não dentro de nós. Ela muda a nossa posição diante de Deus e não a nossa vida interior. Ela acontece no tribunal de Deus e não nos refolhos da nossa alma. Quando cremos em Cristo, somos imediatamente justificados junto ao trono de Deus. Nossa dívida é paga, nossa culpa é cancelada, nossos pecados são cobertos e somos declarados justos, mediante a obediência perfeita de Cristo e sua morte substitutiva. A justificação é um ato forense, legal e judicial. Ela acontece uma única vez. Somos justificados com base na obra expiatória de Cristo. Jesus pagou a nossa dívida como nosso fiador e morreu por nós e em nosso lugar, como o nosso representante. Agora já não há mais nenhuma condenação para aqueles que estão em Cristo Jesus. Toda a infinita justiça de Cristo foi colocada em nossa conta. Estamos justificados diante de Deus. Isso é um fato passado e consumado.
2. Com respeito à santificação, nós estamos sendo salvos – A santificação é um processo que se inicia na conversão e só é concluída na glorificação. Fomos libertos da condenação do pecado na justificação, estamos sendo libertos do poder do pecado na santificação e seremos libertos da presença do pecado na glorificação. A cada dia devemos mortificar o velho homem e nos renovarmos do novo homem. Nesse processo, devemos nos sujeitar a Deus, resistir o diabo, fugir do pecado e sermos inconformados com o mundo. Nessa caminhada da santificação precisamos deixar as coisas que para trás ficam, desembaraçar-nos de todo o peso e pecado que tenazmente nos assedia, olhando firmemente para Cristo, sendo transformados à sua imagem pelo Espírito Santo. A santificação é efetivada pela instrumentalidade da Palavra de Deus e pela ação do Espírito de Deus. Deus não apenas nos destinou para a glória, mas também determinou nos transformar à imagem do rei da glória.
3. Com respeito à glorificação, nós seremos salvos – A glorificação é a consumação final da nossa redenção. Quando Cristo vier em sua glória e majestade, seremos libertos da presença do pecado. Teremos um corpo semelhante ao corpo da sua glória. Então, habitaremos e reinaremos com Cristo para sempre nos novos céus e nova terra. Não haverá mais lágrima, nem dor, nem luto. Nada contaminado entrará no céu. Nossa bem-aventurança será completa e final. Embora, a glorificação dos salvos seja um fato certo, ainda não é uma realidade histórica. Contudo, ainda que ela seja um acontecimento futuro, ela já está determinada e segura. Todos aqueles que foram justificados e estão sendo santificados, na mente e nos decretos de Deus já estão glorificados. Já estamos selados para o dia da redenção. Nos decretos eternos de Deus já estamos na glória e nada nem ninguém no céu, na terra e debaixo da terra poderá nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nosso Senhor. Ao Deus da nossa salvação, portanto, seja a glória agora e para sempre, amém!
Hernandes Dias Lopes

16 de agosto de 2013

Preguiça

A preguiça de hoje pode ser o sofrimento de amanhã

preguiça 1 “De todas as nossas faltas, aquela em que nos desculpamos mais facilmente é a preguiça”. Essa frase do escritor francês François de la Rochefoucauld nos lembra a dificuldade que o ser humano tem em assumir a sua preguiça. Muitas vezes ele dá desculpa colocando a culpa em outras coisas e não assume que deixou de fazer algo por causa da preguiça. Por não reconhecer a preguiça como causadora, a mesma continua gerando problemas.
Parte dessa dificuldade em reconhecer a preguiça e trata-lá vem do fato que nem todos somos em todas as tarefas preguiçosos. Teremos, na verdade, áreas específicas que esse pecado da preguiça tentará contra a nossa vida. Talvez você não tenha preguiça de trabalhar, mas lide com ela na hora de orar. Quem sabe é ativo para exercícios físicos, mas tenha dificuldade em limpar a casa. Primeiro identifique a área a lidar com a preguiça, depois leve a sério essa situação. Porque muitas vezes o sofrimento de hoje é resultado da preguiça de ontem.
Por preguiça de orar e ler a bíblia vejo crentes fracos, que têm sido destruídos pelas situações. Vejo cds, livros e projetos nunca saírem do campo das ideias por pura preguiça de se dedicar. A Bíblia diz: “A preguiça faz cair em profundo sono, e o ocioso vem a padecer fome” (Pv 19.24). Não passe fome quando existe uma mesa farta preparada. Não coloque a responsabilidade nas pessoas ou situações quando o motivo de não agir é a preguiça. Domine a preguiça hoje para que ela não controle o seu amanhã.
Site: ww.ventonofogo.com