15 de novembro de 2016

Astronomia Biblica

DEUS É O SENHOR E REI SOBERANO DA CRIAÇÃO
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


2-Formação estrelar
Mosaico da Nebulosa do Caranguejo, remanescente de uma supernova.
A Astronomia é uma ciência natural que estuda corpos celestes (como estrelas, planetas,cometas, nebulosas, aglomerados de estrelas, galáxias) e fenômenos que se originam fora da atmosfera da Terra (como a radiação cósmica de fundo em micro-ondas). Ela está preocupada com a evolução, a física, a química, e o movimento de objetos celestes, bem como a formação e o desenvolvimento do universo.

A astronomia é uma das mais antigas ciências. Culturas pré-históricas deixaram registrados vários artefatos astronômicos, como Stonehenge, os montes de Newgrange, osmenires. As primeiras civilizações, como os babilônios, gregos, chineses, indianos,iranianos e maias realizaram observações metódicas do céu noturno. No entanto, a invenção do telescópio permitiu o desenvolvimento da astronomia moderna. Historicamente, a astronomia incluiu disciplinas tão diversas como astrometria, navegação astronômica,astronomia observacional e a elaboração de calendários.

3-UM DIAMANTE

A maior jóia já encontrada no universo foi descoberta por astrônomos brasileiros. E não é só força de expressão. Trata-se de uma jóia mesmA o: uma estrela-anã, com o tamanho da Terra e a massa do Sol, que esfriou e se cristalizou na forma de um gigantesco diamante. O fantástico objeto encontra-se a 17 anos-luz (40 quatrilhões de quilômetros) de nosso planeta, na constelação do Centauro. Seu descobridor é o astrônomo Kepler de Oliveira Filho, chefe do Departamento de Astronomia do Instituto de Física da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Kepler encontrou a estrela em 1991, e a batizou como BPM 37093. Naquela ocasião, o astrônomo foi auxiliado por seus alunos Antônio Kanaan e Odilon Giovannini, hoje professores em universidades gaúchas. Mas, só agora, confirmaram-se as extraordinárias características do objeto celeste, cuja descoberta projeta a astronomia brasileira no cenário internacional.

Essa confirmação foi obtida em observações realizadas entre 16 de abril e 4 de maio. E será encaminhada , neste mês de setembro, para publicação no Astrophisical Journal, da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos.

O gigantesco diamante é a forma final que uma estrela como o Sol adquire após passar por um longo ciclo evolutivo (veja o esquema ao lado). O carbono formado pelas reações nucleares do astro acumulam-se em sua região central. Compactado por uma pressão descomunal, o material organiza-se em rede cristalina, dando origem ao diamante. O astro é realmente uma jóia de valor incalculável. Mas, para quem já está pensando em como chegar lá para obter um pedaço, fica aqui o alerta: apesar de ter-se resfriado muito, a estrela ainda é mais quente do que a superfície do Sol e sua extraordinária força gravitacional esmagaria qualquer objeto que se aproximasse demais dela.

A descoberta da estrela cristalizada comprovou uma teoria, apresentada na década de 60, por pesquisadores americanos e russos. "Eles afirmavam que, ao se resfriarem muito, as estrelas tendiam a cristalizar. Mas isso nunca havia sido confirmado até agora", afirma Kepler. Baiano de nascimento, o pesquisador doutorou-se em astrofísica na Universidade do Texas, nos Estados Unidos, onde iniciou seus estudos das estrelas anãs brancas. Ao todo, ele já dedicou quase 20 de seus 42 anos à investigação desses astros. E, atualmente, preside o Whole Earth Telescope (Telescópio da Terra Inteira), entidade que reúne 60 pesquisadores, de 13 países. "A BPM 37093 é uma estrela de grande massa que, ao implodir, ficou confinada num volume muito pequeno. Por isso, sua densidade média é altíssima, cerca de 20 mil vezes maior do que a da platina, o elemento mais denso da Terra", explica o astrônomo.

As anãs brancas. são as estrelas mais antigas, de modo que os estudos sobre sua evolução podem fornecer dados muito importantes para determinação da idade das galáxias. Conhecimentos adquiridos em outros campos de pesquisa estão sendo usados na investigação do comportamento desses corpos celestes: cálculos de freqüência de terremotos terrestres servem de base para a determinação do período de pulsação das anãs brancas; e um fotômetro, ligado ao telescópio, possibilita medir a variação periódica de seu brilho. "Esse estudo das variações da luz emitida pelas anãs brancas permite analisar o seu interior, escondido pela atmosfera estelar", resume Kepler.

ABPM 37093. só pode ser vista com telescópios de, no mínimo, um metro de diâmetro. Sua luz é bilhões de vezes menos intensa do que a do planeta Vênus, o objeto celeste mais brilhante, depois do Sol e da Lua. Pelo fato de o astro situar-se visualmente nas proximidades do Cruzeiro do Sul, as pesquisas que confirmaram sua cristalização mobilizaram astrônomos que trabalham em vários países do Hemisfério Sul (Brasil, Chile, Nova Zelândia, África do Sul e Austrália), além de usarem imagens obtidas fora da atmosfera pelo telescópio espacial Hubble. O resultado, altamente positivo, colocou o Brasil em evidência nas rodas da astronomia.
4- Nuvens escuras em Aquila

Aquilq Rift




Parte de uma expansão escura que cruza o plano conturbado da Via Láctea, o chamado Aquila Rift arqueia através dos céus de verão do hemisfério norte perto da brilhante estrela Altair e do Triângulo do Verão. Com a sua silhueta marcada contra a luz das estrelas apagadas da Via Láctea, essas nuvens moleculares empoeiradas provavelmente contêm material bruto para formar centenas de milhares de estrelas e os astrônomos vasculham essas nuvens atrás de sinais de nascimento de estrelas. Essa bela paisagem telescópica foi feita através de uma observação em direção à fragmentada nuvem escura complexa de Aquila, identificada como LDN 673, que se espalha através do campo de visão numa distância um pouco maior do que a Lua Cheia. Nessa cena, pode-se observar indicações de fluxos energéticos associados com jovens estrelas que inclui a pequena e avermelhada nebulosidade RNO 109, na parte superior esquerda e o objeto Herbig-Haro HH32 acima e a direita do centro. Estima-se que as nuvens escuras de Aquila estejam localizadas a aproximadamente 6.000 anos-luz de distância. Considerando essa distância a imagem acima se espalha por aproximadamente 7 an.os-luz

5- O UNIVERSO

QUE O SENHOR- EL-ELOHIM DEUS

OS CRIOU Os astrônomos calculam que a Via - Láctea, a galáxia a que nossa terra e o nosso sistema solar pertencem, contém: -a-30.000.000.000 de sóis, muitos deles imensamente maiores do que o nosso sol que é um milhão de vezes maior do que a Terra. -b-A Via -Láctea tem a forma de um delgado relógio, medindo seu diâmetro 200.000 anos luz -c-Ano -luz é a distância que a luz percorre em um ano, à razão de 300.000 km por segundo. -d-Há, pelo menos, 100.000 galáxias como a Via - Láctea, algumas das quais adistância de milhões de anos-luz umas das outras.Obs.: tudo isso pode ser apenas um tênue argueiro no além do infinito, na extensão infinita do espaço. (Manual Bíblico Henry H. Halley, Pg. 59).

6 Orion (constelação0) .leitura Biblica.Jó.9;9 -38;31e32-Amos
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
http://www.youtube.com/watch?v=vg2JjhaqZVM#t=71

Nota: Para outros significados de Orion, veja Orion.

http://www.youtube.com/watch?v=uqSe6RsLPGY

ORION



A movimentação da
constelação no céu.
Órion ou Orionte, o caçador Órion, é uma constelação do equador celeste. As estrelas que compõem esta constelação podem ter como elemento do seu nome o genitivo "Orionis".

Órion é uma constelação reconhecida em todo o mundo, por incluir estrelas brilhantes e visíveis de ambos os hemisférios.

A constelação tem a forma de um trapézio formado por quatro estrelas:

Betelgeuse(Alpha Orionis) de magnitude aparente 0,50,

Rigel (Beta Orionis) de magnitude aparente 0,12,

Bellatrix (Gamma Orionis) de magnitude aparente 1,64 e Saiph (Kappa Orionis) de magnitude aparenteÉ uma constelação fácil de ser enxergada pois, dentre as estrelas que a compõem, destaca-se a presença de três, Mintaka (Delta Orionis) de magnitude aparente 2,23,Alnilam (Epsilon Orionis) de magnitude aparente 1,70 e Alnitak (Zeta Orionis) de magnitude aparente , popularmente conhecidas como "As Três Marias", que formam o cinturão de Órion e estão localizadas no centro da constelação.Nesta constelação também encontra-se uma das raras nebulosas que podem ser vistas a olho nu, a Nebulosa de Órion que é uma região de intensa formação de estrelas.

7- Ursa Major
OrigemURSA MAIORNome latino Genitivo-Ursa Maior
Ursae Maioris -Abreviatura UMa: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Nota: Para o personagem da Marvel Comics, veja Ursa Maior (Marvel Comics).

Ursa Major (UMa), a Ursa Maior, é uma grande e famosa constelação do hemisfério celestial norte. O genitivo, usado para formar nomes de estrelas, é Ursae Majoris.

a Ursa Maior, é uma grande e famosa constelação do hemisfério celestial norte. O genitivo, usado para formar nomes de estrelas, é Ursae Majoris.

As constelações vizinhas são Draco, Camelopardalis, Lynx, Leo Minor, Leo, Coma Berenices, Canes Venatici e Boötes.

Índice [esconder]
1 História
2 Mitologia
3 Lista das estrelas
4 Referências
5 Ligações externas
História[editar]

A Ursa Maior foi vista de formas diversas por diferentes povos.

Carl Sagan, em Cosmos, mostra em seis desenhos artísticos os nomes dados a este grupo de estrelas por diversas culturas.

Seu nome era Ursa Maior para os antigos gregos e os nativos da América do Norte. Amitologia grega explica a formação da Ursa Maior como um castigo de Zeus sobreCalisto.

Ursa Maior é uma das grandes constelações de Ptolomeu sendo mais conhecida pelo "Arado", certamente o asterismo mais famoso do céu. A constelação oferece um grande número de objetos, alguns bem conhecidos, outros nem tanto, e uma estrela que há uns anos esteve nas notícias por ter pelo menos um planeta "temperado" à volta dela. As estrelas são razoavelmente brilhantes e muito dispersas. Embora a constelação seja muito maior do que costumamos ver, ela estende-se mais para Sul, com xi Ursae Majoris (Alpha Australis), perto de Leão e Caranguejo. Alpha UMa (Dubhe: a ursa), é uma gigante amarela, com cerca de 25 vezes o tamanho do Sol, e a 86 anos-luz de distância. Beta UMa chama-se Merak (virilha); gamma é Phecda (côxa), e delta é chamada Megrez (base da cauda). Estas três são estrelas idênticas, todas brancas (tipo A), e todas a aproximadamente 100 anos-luz de distância.

Origem
8- Ursa Minor
: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Ursa Minor (UMi), a Ursa Menor, é uma constelação do hemisfério celestial norte. O genitivo, usado para formar nomes de estrelas, é Ursae Minoris. Esta constelação contém a Estrela Polar, sobre o pólo celeste norte.As constelações vizinhas são Cepheus, Camelopardalis e Draco.Este artigo sobre astronomia é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédiaexpandindo-o.

9 - Cometa halley
O cometa foi registrado pela primeira vez em 240 a.C. e mostrou-se visível a olho nu em todas as suas 30 aparições registradas. Nos anos 374, 607, 837 e 1066

-O cometa Halley é um cometa brilhante de período intermediário que retorna às regiões interiores do Sistema Solara cada 76 anos, aproximadamente. Sua órbita em torno do Solestá na direção oposta à dos planetas e tem uma distância de periélio de 0,59 unidades astronômicas; no afélio, sua órbita estende-se além da órbita de Netuno. Foi o primeiro cometa a ser reconhecido como periódico, descoberta feita por Edmond Halley em 1696.
Astrônomos descobrem a maior estrela amarela até o momento
Publicado em 12/03/2014 às 14h04

10-O sol Maior
Estrela Amarela
O Observatório Europeu Austral (ISSO) descobriu a maior estrela amarela, com mais de 1,3 mil vezes o diâmetro do Sol, o que a transforma em uma das dez maiores estrelas detectadas até o momento, informou nesta quarta-feira (12) este centro em comunicado. Visite o UOL Notícias
Atualizado em 12/03/2014 às 14h18

http://mais.uol.com.br/view/f4d5g8hwtbxo/astronomos-descobrem-a-maior-estrela-amarela-ate-o-momento-04024D1C3264D4C94326types=A &
O Observatório Europeu Austral (ISSO)

descobriu a maior estrela amarela – com mais de 1,3 mil vezes o diâmetro do Sol –, o que a transforma em uma das dez maiores estrelas detectadas até o momento, informou nesta quarta-feira este centro em comunicado.

Esta estrela hipergigante, detectada com o interferômetro do telescópio VLT (Very Large Telescope) do observatório da côte D'Azur em Nice, França, faz parte de um sistema composto por duas estrelas, onde a segunda, de menor tamanho, se encontra em contato com a hipergigante.

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• 10/02/2014 -11-Cientistas descobrem
estrela mais velha do Universo
Satélite
Espaço
Astronomia

As pesquisas da HR 5171 A (1), como se conhece formalmente a estrela amarela, foram realizadas durante 60 anos, algumas vezes inclusive por amadores, e indicam que este estranho objeto, maior do que o esperado, muda muito rápido e foi detectado em uma fase muito breve e instável de sua vida.

Devido a esta instabilidade, as hipergigantes amarelas expelem material para o exterior, formando uma atmosfera grande e estendida ao redor da estrela.

Essa nova descoberta a transforma assim na maior estrela amarela conhecida e entra na lista das dez maiores estrelas, com 50% a mais de tamanho que a famosa supergigante vermelha Betelgeuse e ao redor de um milhão vezes mais brilhante que o Sol.

11- Evento de impacto
Origem: Wikipédia,
a enciclopédia livre.


Concepção artística de um evento de impacto. A colisão entre a Terra e um asteróide de poucos quilômetros de diâmetro pode liberar tanta energia quanto vários milhões de armas atômicas explodindo em sequência.

Um evento de impacto é a colisão de um enorme meteorito, asteróide,cometa ou outro objeto celeste com a Terra ou outro planeta. Eventos de impacto tem sido usados como enredo e elemento de fundo da ficção científica desde que o conhecimento de impactos reais se tornou fato estabelecido na ciência.

Índice [esconder]
1 Tamanhos e frequências
2 A geologia de eventos de impacto terrestres
3 Eventos pré-históricos recentes
4 Eventos de impacto modernos
5 Passagens próximas e previsões
6 Extinções em massa e impactos
7 Fim da civilização
8 Eventos de Impacto na cultura
9 Referências
10 Ver também
11 Leitura adicional
12 Ligações externas

Extinção do Cretáceo-Paleogeno
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Terreno em erosão em Drumheller, Canadá, onde se observa o nível K-Pg, registro da passagem do Cretáceo para o Paleogeno.

A extinção do Cretáceo-Paleógeno (K-Pg), anteriormente chamada deextinção do Cretáceo-Terciário (K-T), foi uma extinção em massa, ocorrida há mais ou menos 65,5 milhões de anos, que marca o fim do período Cretáceo(K, abreviação tradicional) e o início do Paleógeno (Pg). Este evento teve um enorme impacto na biodiversidade da Terra e vitimou boa parte dos seres vivosda época, incluindo os dinossauros e outros répteis gigantes. O registroestratigráfico mostra que o desaparecimento abrupto das espécies que foram extintas coincide com um nível estratigráfico, denominado nível K-Pg, rico emirídio, um elemento químico pouco abundante na Terra1 e geralmente associado a corpos extraterrestres1 ou a fenômenos vulcânicos. Diversas teorias tentam explicar a extinção K-T, sendo que a mais aceita atualmente é a que justifica a catástrofe como sendo resultado da colisão de um asteroide com a Terra
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